Ecossistemas - Avaliação

Top PDF Ecossistemas - Avaliação:

Um Framework para Avaliação da Saúde de Ecossistemas de Dados

Um Framework para Avaliação da Saúde de Ecossistemas de Dados

A disponibilização de dados em meio digital, por entidades públicas e privadas, tem crescido bastante nos últimos anos, contribuindo para a geração de valor por meio do compartilhamento e consumo desses dados. Nesse contexto, surgem os Ecossistemas de Dados (ED), que podem ser definidos como redes de atores autônomos que consomem, produzem ou fornecem direta ou indiretamente dados e outros recursos relacionados aos dados (e.g., software, serviços e infraestrutura). Apesar do grande número de Ecossis- temas de Dados disponíveis atualmente, nem todos podem ser considerados saudáveis, dificultando a aquisição de novas parcerias, investimentos e impactando na produção de consumo de recursos pelos atores do ecossistema. Dessa forma, avaliar a saúde desses ecossistemas torna-se fundamental para prevenir problemas no seu funcionamento, bem como para garantir a sua sobrevivência ao longo do tempo. A saúde de um ED pode ser avaliada por meio dos indicadores de produtividade, robustez, criação de nicho e sus- tentabilidade, os quais revelam um panorama da saúde do ecossistema. Neste trabalho propomos um framework para avaliação da saúde de Ecossistemas de Dados (FASED) composto por indicadores, os quais avaliam o estado atual e a capacidade de se manter saudável ao longo do tempo. Cada indicador utiliza métricas que permitem a avaliação dos principais elementos do ED e permite sua aplicação de forma contínua para avaliar a saúde do ecossistema em análise. Com o uso do framework proposto, espera-se obter indícios sobre o estado dos indicadores para auxiliar nas tomadas de decisão relacionadas aos processos de publicação e consumo de dados, bem como avaliar quais ecossistemas são mais prósperos ou carecem de maiores investimentos.
Mostrar mais

134 Ler mais

Avaliação de risco ambiental de pesticidas para ecossistemas aquáticos - representatividade das espécies padrão de invertebrados

Avaliação de risco ambiental de pesticidas para ecossistemas aquáticos - representatividade das espécies padrão de invertebrados

4 problemáticas. Nos níveis superiores as estimativas de exposição e/ou efeito são cada vez mais realistas. A ERA na UE é baseada na relação entre a toxicidade (RAC – concentração legislativa aceitável) e a exposição (PEC: concentração prevista no ambiente). A RAC é baseada em valores de toxicidade de bioensaios laboratoriais, com um número limitado de espécies padrão (normalmente a Daphnia, uma alga e um peixe – explicado mais à frente). O cálculo da PEC utiliza características dos pesticidas, a dose recomendada de pesticidas e um cenário padrão simulado como parâmetros de entrada, através de modelos computacionais como o utilizado pelo FOCUS (Forum for the Co-ordination of Pesticides Fate Models and Their Use; FOCUS, 2001). A relação entre o valor de toxicidade e a exposição é a razão toxicidade/exposição (TER). Os valores limite da TER dependem da exposição (aguda ou crónica) e das espécies utilizadas. Uma vez que os valores limite são uma estimativa de um conjunto concentração-resposta, é aplicado um fator de incerteza (UF) para garantir a proteção sobre outro organismo aquático não testado e que tenha uma sensibilidade mais elevada. Assim, para a toxicidade aguda o valor limite é > 100 para peixes e crustáceos e > 10 para as algas, para a toxicidade crónica o valor é > 10 para todas as espécies. Uma vez que um pesticida pode não cumprir o valor limite, são feitas avaliações de níveis mais elevados de efeitos a fim de refinar a avaliação de risco e reduzir as incertezas. Os níveis mais elevados de avaliação podem incluir resultados de testes de toxicidade de laboratório com espécies de ensaio adicionais (permitindo a distribuição da sensibilidade das espécies – explicado mais à frente), testes aquáticos de microcosmos e mesocosmos (modelos de ecossistema - ecossistemas experimentais feitos pelo homem que são construídos com base em elementos de ecossistemas reais) e os modelos populacionais e “Food-web” (Figura 2). O sistema de níveis como um todo precisa ser:
Mostrar mais

56 Ler mais

Desenvolvimento de um índice para avaliação da recuperação de ecossistemas ciliares

Desenvolvimento de um índice para avaliação da recuperação de ecossistemas ciliares

A reconhecida importância das matas ciliares e o atual número de reflorestamentos de tais ecossistemas sugerem a adoção de práticas de monitoramento para a verificação do progresso deste processo. O presente estudo objetiva definir variáveis que possam ser adotadas na avaliação e no monitoramento pós-plantio em reflorestamentos ciliares. Este trabalho está disposto em capítulos, com uma revisão geral do tema abordado (Capítulo 1), análise e avaliação dos reflorestamentos ciliares estudados (Capítulo 2) e a seleção de variáveis e a elaboração de um índice para avaliar a recuperação dos reflorestamentos ciliares (Capítulo 3). Foram avaliados reflorestamentos ciliares de diferentes idades (1 a 15 anos) no entorno do Reservatório de Volta Grande e em tributários do Rio Grande, nos municípios de Água Comprida (MG), Miguelópolis e Igarapava (SP). Foram estabelecidos transectos (parcelas) de 10m de comprimento e largura variável (13,5 a 98,6m), com o número de parcelas variável, conforme o tamanho da área reflorestada. As variáveis avaliadas nos reflorestamentos foram: número de espécies e indivíduos plantados encontrados na avaliação, altura, área basal, número de espécies e indivíduos regenerantes, peso da matéria seca da serapilheira e atributos químicos e texturais dos solos. Foi realizada, para o estrato arbóreo (indivíduos com CAP 15 cm) e regenerante (indivíduos com altura >10cm e CAP<15cm), a avaliação estrutural e fitossociológica dos reflorestamentos. Foram encontradas 114 espécies nos reflorestamentos e as famílias de maior riqueza foram Leguminosae, Bignoniaceae, Anacardiaceae, Euphorbiaceae, Bombacaceae Myrtaceae e Meliaceae. Os reflorestamentos apresentaram progresso estrutural com o aumento da idade do plantio. No estrato regenerante foram encontradas 80 espécies, das quais 62 (80,0%) são comuns às espécies plantadas. Foi verificada a o corrência da regeneração em plantios com idades iguais e
Mostrar mais

191 Ler mais

ECOSSISTEMAS INDUSTRIAIS: PROPOSIÇÃO DE ESTRUTURA ANALÍTICA E AVALIAÇÃO DO COMPLEXO SUCROALCOOLEIRO DO TRIÂNGULO MINEIRO

ECOSSISTEMAS INDUSTRIAIS: PROPOSIÇÃO DE ESTRUTURA ANALÍTICA E AVALIAÇÃO DO COMPLEXO SUCROALCOOLEIRO DO TRIÂNGULO MINEIRO

Esta dissertação surge a partir de uma dupla problematização: i) A abordagem de ecossistemas industriais pode ser utilizada para observar se um complexo industrial promove o desenvolvimento de determinada região?; e ii) À luz da ecologia industrial, do enfoque territorial e do paradigma centrado na sustentabilidade, qual a avaliação do complexo sucroalcooleiro com relação à sua capacidade de gerar desenvolvimento ambiental, social e econômico?. Logo, o objetivo geral da dissertação é desenvolver, a partir da literatura existente, uma estrutura de análise de Ecossistemas Industriais que contemplem características do Paradigma Centrado na Sustentabilidade, da Ecologia Industrial e do Enfoque Territorial. A partir dessa estrutura analítica, pretende-se analisar o objeto (o complexo sucroalcooleiro inserido no Triângulo Mineiro) buscando identificar ali as características de um arranjo industrial que seja socialmente includente, economicamente viável e, ao mesmo tempo, não cause constrangimentos à capacidade de suporte do ambiente no qual se insere. Este é um trabalho que adota o tipo de pesquisa descritivo, que se utiliza majoritariamente de métodos qualitativos. Os dados primários, obtidos com a aplicação de questionários a uma amostra substancial da população de empresas que compõem o complexo sucroalcooleiro do Triângulo Mineiro, complementam os dados secundários obtidos com o uso de técnicas de pesquisa bibliográficas-documentais. É esta complementação informacional que permite a análise das variáveis proposta no modelo analítico. Os resultados, de certo modo, corroboram as hipóteses adotadas, demonstrando que: i) de fato, a abordagem de ecossistemas industriais, sozinha, não consegue dar conta de inserir elementos sociais, culturais e simbólicos na análise, tendendo a contemplar apenas aspectos técnico-econômicos-ambientais, sendo necessário, portanto, a complementação teórico-conceitual de outras abordagens; e ii) o complexo sucroalcooleiro triangulino, em que pese os ganhos ambientais obtidos a partir do fechamento de ciclo de matéria e energia e os ganhos sociais garantidos em razão da evolução de formas institucionais, ainda precisa evoluir rumo a novas formas de integração social com o ambiente em que se inserem e integração econômica com firmas de outros setores.
Mostrar mais

212 Ler mais

Avaliação de serviços de ecossistemas em Áreas Marinhas Protegidas (AMP): caso de estudo na costa centro de Portugal

Avaliação de serviços de ecossistemas em Áreas Marinhas Protegidas (AMP): caso de estudo na costa centro de Portugal

Este estudo é realizado no âmbito do projeto “Avaliação dos serviços de ecossistemas em Áreas Marinhas Protegidas (AMPs)”, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian no seguimento da Iniciativa Gulbenkian Oceanos (IGO) e liderado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) tendo como parceiros o Grupo de Ação Costeira da Região de Aveiro (GAC-RA) e a Associação para o Desenvolvimento de Peniche (Adepe). O projeto tem como objetivo promover o valor dos serviços de ecossistemas em Áreas Marinhas Protegidas (AMP) de modo a sustentar a importância da designação destas áreas e o alargamento da rede de AMP existente atualmente, envolvendo os agentes locais em todo o processo para que os resultados contribuam de forma efetiva e eficaz para informar os decisores políticos acerca dos benefícios da implementação e adequada gestão de AMP.
Mostrar mais

108 Ler mais

Serviços de ecossistemas em Moçambique: uma avaliação biofísica e monetária entre 2005 e 2025

Serviços de ecossistemas em Moçambique: uma avaliação biofísica e monetária entre 2005 e 2025

A história moderna do conceito de SE começa nos finais da década de 70 (Gómez-Baggethun, de Groot, Lomas, & Montes, 2010), com um enquadramento prático das funções benéficas do ecossistema como serviços, tendo em vista o aumento do interesse público na conservação da biodiversidade (Ehrlich PR, 1981; Rudolf S. de Groot, 1987; Westman, 1977). Na década de 90, o interesse pelo estudo dos SE cresceu ao ponto de ser incorporado na literatura (Costanza & Daly, 1992; Daly, 1997) e a sua utilização na avaliação global do CN (Costanza, Arge, Groot, Farberk, Grasso, Hannon, Limburg, Naeem, Neill, Paruelo, Raskin, & Suttonkk, 1997). Após a publicação dos resultados do Millenium Assessment (Millenium Assessment, 2003), que teve seu foco nos benefícios que a humanidade pode obter directa ou indirectamente dos ecossistemas, a literatura sobre SE cresceu de uma forma exponencial (Fisher, Turner, & Morling, 2009). A partir deste momento vários actores e projectos passaram a lidar com a classificação, quantificação, mapeamento e a avaliação dos SE com o intuito de integrar o conceito nos processos de tomada de decisão (Hermann, Schleifer, & Wrbka, 2011). Neste processo, várias definições foram usadas para caracterizar os SE, tendo-se destacado três principais abordagens. Para Daily (1997), SE são as condições e processos pelos quais os ecossistemas naturais e as espécies que as compõem, suportam a vida humana. Ainda no mesmo ano, Costanza et al., (1997), dizem que SE são os benefícios que a humanidade obtém, directa ou indirectamente, das funções dos ecossistemas. Por último, o MEA (2005) considera SE como benefícios que a humanidade obtém dos ecossistemas. A ambiguidade deste conceito torna difícil desenvolver uma plataforma coerente para tomada de decisão (Wallace, 2007).
Mostrar mais

89 Ler mais

Avaliação do ciclo do carbono em ecossistemas de pastagens tropicais em cenário futuro de mudanças climáticas

Avaliação do ciclo do carbono em ecossistemas de pastagens tropicais em cenário futuro de mudanças climáticas

O próximo passo na investigação do impacto das mudanças climáticas nas pastagens tropicais foi a elucidação das alterações no ciclo do carbono desses ecossistemas sob reduzida disponibilidade hídrica e elevada temperatura como é esperado no cenário futuro global, devido às alterações nos padrões de chuva e maior quantidade de gases do efeito estufa (IPCC, 2014). Para isso, o delineamento experimental desse trabalho submeteu um ecossistema de pastagem tropical composto por P. maximum a restrição hídrica e elevada temperatura em campo aberto. Experimentos com restrição hídrica a céu aberto são desafiadores por dois motivos principais: susceptibilidade a variações ambientais e controle do conteúdo de água no solo (AINSWORTH; LONG, 2005). Neste trabalho foi alcançado valores médios no conteúdo de água no solo de 0,49 m 3 m -3 nas parcelas com disponibilidade hídrica e 0,38 m 3 m -3 nas parcelas com restrição hídrica. Em um estudo de P. maximum jacq. cv. Tobiatã sob stress hídrico em latossolo, Dias Filho et al. utilizaram valores de 0,45 m 3 m -3 de conteúdo de água no solo como controle e de 0,37 a 0,27 m 3 m -3 como tratamentos de stress hídrico (DIAS FILHO; CORSI; CUSATO, 1989). Ng et al. encontraram respostas fisiológicas ligadas ao stress hídrico em
Mostrar mais

85 Ler mais

Avaliação da contaminação, por crômio, em ecossistemas aquáticos, nas proximidades de indústrias de curtimento de couros em Minas Gerais

Avaliação da contaminação, por crômio, em ecossistemas aquáticos, nas proximidades de indústrias de curtimento de couros em Minas Gerais

Segundo NAMMINGA e WILHM (1977), os elementos Cr, Cu, Zn e Pb são os quatro metais mais freqüentes em efluentes industriais e domésticos. De acordo com Bryan, 1976, citado por FÖRSTNER e WITTMANN (1981), os principais fatores que influenciam a toxicidade desses metais em ecossistemas aquáticos são: forma sob a qual o metal é descartado para o corpo receptor; presença de outros metais que podem aumentar ou diminuir a sua toxicidade durante o metabolismo; variação dos fatores ambientais; condições físicas ou fisiológicas dos organismos afetados; e reação do organismo à presença do poluente.
Mostrar mais

113 Ler mais

Modelos tróficos e ecológicos aplicados a avaliação de ecossistemas aquáticos submetidosà atividades de aquicultura

Modelos tróficos e ecológicos aplicados a avaliação de ecossistemas aquáticos submetidosà atividades de aquicultura

vulneráveis à degradação ambiental devido às diversas pressões a que estão submetidos. Entre as principais atividades antrópicas a interferir nestes ambientes, podemos destacar a aquicultura. A modelagem matemática de ecossistemas aquáticos permite a representação simplificada do ambiente, em seus componentes bióticos e abióticos, através de um conjunto de ferramentas computacionais. Neste contexto, entre as técnicas mais utilizadas estão a modelagem hidrodinâmica, com foco na dispersão de nutrientes; a modelagem do balanço de massa de nutrientes, em especial o fósforo; a modelagem bioenergética em sistemas de produção animal, com estimativa da geração de resíduos pelos animais de cultivo para o ambiente; e a modelagem trófica e ecológica, com foco nas comunidades aquáticas e suas interações. Estas técnicas auxiliam no entendimento das alterações provocadas por sistemas de aquicultura em ambientes aquáticos. Deste modo, é possível estimar a magnitude e extensão dos impactos destas atividades, simulando as possíveis alterações ambientais ao longo do tempo. Pode-se concluir que as técnicas envolvendo modelagem matemática podem produzir informações relevantes para a predição de impactos futuros sobre ambientes aquáticos, dando subsídios para a gestão de recursos hídricos e seus múltiplos usos.
Mostrar mais

7 Ler mais

Flora exótica de Cabo Verde: avaliação e impactos nos ecossistemas naturais, utilizando sistemas de informação geográfica

Flora exótica de Cabo Verde: avaliação e impactos nos ecossistemas naturais, utilizando sistemas de informação geográfica

O impacto das espécies exóticas e a sua acção nociva sobre a flora nativa torna-se especialmente preocupante em ecossistemas insulares degradados. Tendo em conta a preservação e conservação da biodiversidade das ilhas de Cabo Verde pretende-se com este estudo avaliar o impacto que algumas espécies exóticas exercem sobre os ecossistemas naturais, tendo como modelo de estudo a maior ilha do arquipélago, a ilha de Santiago. Faz-se inicialmente uma breve caracterização da flora exótica do arquipélago, estimada em 397 taxa, tendo em conta o tipo biológico, origem biogeográfica, tipo de utilização, distribuição pelas ilhas e ecologia. Com o objectivo de melhor compreender como a distribuição das espécies exóticas pode evoluir na ilha de Santiago, procedeu-se à modelação de quatro espécies com características invasoras (Bidens bipinnata, Euphorbia heterophylla, Furcraea foetida e Lantana camara) usando metodologias de regressão logística. Os modelos produzidos permitiram a produção de mapas de probabilidade de ocorrência das espécies em estudo, utilizando para isso sistemas de informação geográfica. A aplicação destes métodos permitiu por um lado conhecer algumas das variáveis que afectam a distribuição das espécies exóticas (e.g. precipitação; NDVI; exposição NE; distância às ribeiras; altitude), e por outro lado, produzir mapas da ilha de Santiago, que permitiram revelar quais as zonas com maior probabilidade de ocorrência dessas espécies. Os nossos resultados indicam que as zonas de altitude (e.g. Serra do Pico da Antónia; Monte Graciosa; Serra da Malagueta) são especialmente vulneráveis à ocorrência de espécies invasoras, o que se torna particularmente preocupante pois correspondem a zonas demarcadas como áreas protegidas, sendo locais primordiais de distribuição para a flora endémica do arquipélago. Por fim, sugerem-se algumas medidas de gestão e controlo de espécies invasoras de modo a que a sua implementação permita que num futuro, que se espera próximo, recuperar estes ecossistemas insulares que se encontram muito degradados.
Mostrar mais

118 Ler mais

Avaliação da composição de espécies de macrófitas aquáticas em ecossistemas lênticos perenes do Parque das Dunas, Salvador – BA

Avaliação da composição de espécies de macrófitas aquáticas em ecossistemas lênticos perenes do Parque das Dunas, Salvador – BA

De acordo com Esteves (1998; 2011) e CONAMA (2005), os ecossistemas lênticos são locais de águas quase paradas ou lentamente renovadas sem comunicação direta com o mar e suas águas têm em geral baixo teor de íons dissolvidos, quando comparadas às águas oceânicas e não são elementos permanentes da paisagem da terra, pois eles são fenômenos de curta durabilidade na escala geológica. Em geral, apresentam padrões verticais e horizontais das variáveis físicas, químicas e biológicas que influenciam diretamente a composição, a estrutura e a dinâmica da comunidade biótica e são classificados em região litorânea ou ripária, região limnética ou pelágica, região bentônica e interface água-ar (Cunha-Santino & Bianchini Jr., 2011).
Mostrar mais

14 Ler mais

Avaliação da regeneração em ecossistemas perturbados como indicador da restauração em ambientes com marcada estacionalidade, Nova Iguaçu (RJ)

Avaliação da regeneração em ecossistemas perturbados como indicador da restauração em ambientes com marcada estacionalidade, Nova Iguaçu (RJ)

Considerando que a área de pastagem permaneceu abandonada desde 1930 (SEMUAM, 2001), pode-se assumir que a sucessão encontra-se estagnada ou em involução, pelo fato de predominarem poucas espécies herbáceas e trepadeiras, indicando haver dificuldade para colonização e estabelecimento de espécies exigentes, formando ecossistemas com baixa diversidade e comunidades simplificadas. Segundo Woodwell (1974), as comunidades simplificadas estão sujeitas a rápidas mudanças na densidade, condicionadas pelas facilidades de reprodução dos organismos, podendo haver perda da estrutura e capacidade de regulação do ecossistema.
Mostrar mais

12 Ler mais

Avaliação e caracterização de agro-ecossistemas unidade I: curso sobre métodos de pesquisa ao nível de produtor.

Avaliação e caracterização de agro-ecossistemas unidade I: curso sobre métodos de pesquisa ao nível de produtor.

por sub-sIsteme sgro-socio-e c nômico do e te belecimento egricole.. Avallaçao tecnlco-ecopomlca de itInerarIos tecnologicos.[r]

24 Ler mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS AVALIAÇÃO DE DANOS AMBIENTAIS SOBRE OS ECOSSISTEMAS NATURAIS,

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS AVALIAÇÃO DE DANOS AMBIENTAIS SOBRE OS ECOSSISTEMAS NATURAIS,

Uma vez que os impactos ambientais gerados pela obtenção de energia interferem enormemente no desenvolvimento sustentável, seu entendimento se faz primordial para a análise da implementação de projetos e planejamentos energéticos. Dentre os indicadores que podem ser utilizados para esta avaliação, Souza (2000) cita: Hierarquia Fluvial; Perda de Lagoas Marginais; Comprometimento de Rotas Migratórias; Espécies Endêmicas; Qualidade da Água; Relevância da Fauna; Hectares inundados/kWh gerado; Toneladas emitidas de metano/volume de água; Dólares de dano ao Meio Ambiente/ Alagamento de terras; Exclusividade Fisionômica; Alteração e Perda de Vegetação Marginal; Taxa de Cobertura Vegetal; dentre outros.
Mostrar mais

126 Ler mais

Avaliação do valor dos ecossistemas de turfeiras dos Açores, com recurso a modelação em sistemas de informação geográfica

Avaliação do valor dos ecossistemas de turfeiras dos Açores, com recurso a modelação em sistemas de informação geográfica

A recuperação ecológica de zonas húmidas tem surgido como um campo promissor na política actual de combate às alterações climáticas (e. g., [2]; [3]; [4]; [5]; [6]). Neste contexto, este trabalho revela-se interessante, pois Portugal encontra-se, atualmente, numa tendência mundial em que a procura de energia e as emissões de dióxido de carbono deverão aumentar cerca de 55 por cento até 2030, segundo a Agência Internacional de Energia, no relatório «Panorama da Energia Mundial» [7]. O ciclo hidrológico global também tem sofrido alterações relevantes às quais os territórios continental e regional não têm sido exceção. As medidas acordadas até recentemente para colmatar estas situações têm sido insuficientes, das quais a Cimeira de Copenhaga foi reflexo. As zonas húmidas têm surgido como ecossistemas promissores (ainda mais que a floresta), passíveis de serem uma solução considerável. Este trabalho surge tomando em conta esta linha de pensamento.
Mostrar mais

25 Ler mais

Avaliação da acarofauna em ecossistemas domiciliares do município de Porto Alegre/RS, Brasil

Avaliação da acarofauna em ecossistemas domiciliares do município de Porto Alegre/RS, Brasil

Dissertação apresentada como requisito para a obtenção do título de Mestre em saúde da criança pelo Programa de Pós-Graduação em Pediatria e Saúde da Criança da Faculdade de [r]

21 Ler mais

Avaliação da cadeia trófica em dois ecossistemas de grande profundidade do Oceano Pacífico

Avaliação da cadeia trófica em dois ecossistemas de grande profundidade do Oceano Pacífico

O oceano pode ser dividido verticalmente e horizontalmente, de acordo com as características físicas e biológicas de cada secção. No meio marinho, a luz solar consegue penetrar até aproximadamente 200 metros (Galand et al., 2010), enquanto que a profundidades maiores, não há praticamente luz. Assim, a topografia dos oceanos é tipicamente dividida em várias zonas: (1) região fótica que cobre os oceanos a partir do nível da superfície até 200 metros de profundidade – zona epipelágica (Galand et al., 2010); (2) região disfótica caracterizada por fraca iluminação e, embora ainda haja alguma luz esta não é suficiente para a realização da fotossíntese - zona mesopelágica (200-1000 metros de profundidade) (Barange et al., 2010)) e (3) região afótica camada profunda dos ecossistemas aquáticos onde não há ação direta da luz solar – zona batipelágica (1000-3000 metros de profundidade), abisopelágica ou abissal (3000-6000 metros de profundidade) e zona hadopelágica ou hadal com mais de 6000 metros de profundidade (Barange et al., 2010; Galand et al., 2010) (Figura 1).
Mostrar mais

61 Ler mais

Proposta de indicadores para a avaliação de projetos de restauração de ecossistemas no Alto Jequitinhonha

Proposta de indicadores para a avaliação de projetos de restauração de ecossistemas no Alto Jequitinhonha

Sucesso da restauração depende de atender várias metas ao longo do tempo (CLEWELL; ARONSON, 2007; HOBBS, 2007), mas como as metas estão distribuídas ao longo do processo de restauração[r]

131 Ler mais

Avaliação das preferências ecológicas de Clidemia urceolata DC. em ecossistemas perturbado.

Avaliação das preferências ecológicas de Clidemia urceolata DC. em ecossistemas perturbado.

Na bacia do rio Paraíba do Sul, os ecossistemas perturbados são oriundos dos ciclos econômicos realizados na região, em especial a cafeicultura e pecuária leiteira e de corte, que substituíram as florestas nativas. A inobservância de critérios conservacionistas levou à perda do potencial produtivo dos solos, que atualmente têm capacidade de suporte para sustentar vegetação rala e frágil. As extensas áreas em processo de degradação, variedades de processos erosivos, perda da qualidade da água e baixa produtividade agrícola representam evidências da magnitude da perturbação e acarretam perdas de serviços ambientais, como qualidade e disponibilidade hídricas e oscilações térmicas diárias abruptas. Esses processos prejudicam o desenvolvimento regional, podendo ser quantificados economicamente (COSTANZA et al., 1997).
Mostrar mais

10 Ler mais

Recomendações para avaliação de populações de minhocas em ecossistemas brasileiros

Recomendações para avaliação de populações de minhocas em ecossistemas brasileiros

The community and abundance of earthworms at a given location are controlled by several biotic and abiotic factors, which act at different spatial scales (Figure 1) and include: climat[r]

35 Ler mais

Show all 10000 documents...