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Educação ambiental no contexto escolar: um enfoque interdisciplinar

Educação ambiental no contexto escolar: um enfoque interdisciplinar

De acordo com o Artigo 2º do Programa Nacional de Educação Ambiental a Educação Básica deve disponibilizar profissionais capacitados na área ambiental, desde os primeiros anos da Educação Infantil, Ensino Fundamental/Médio, até o fim da vida acadêmica, valendo também para a Educação Especial, Profissional e de Jovens e Adultos; mostrando as vantagens de se trabalhar em prol do meio ambiente, e correlacionado um tema com os vários conteúdos, fazendo perceber o principal objetivo de se estudar o meio ambiente de modo dinâmico e interdisciplinar, onde todas as disciplinas possam de alguma forma adequar esse tema ao seu conteúdo, (PRONEA, 2005).
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Educação Ambiental na efetivação de práticas ecológicas: um estudo de caso sobre práticas ecológicas e coleta seletiva na Universidade Estadual da Paraíba

Educação Ambiental na efetivação de práticas ecológicas: um estudo de caso sobre práticas ecológicas e coleta seletiva na Universidade Estadual da Paraíba

As disseminações das campanhas educativas referentes ao processo da coleta seletiva dos resíduos sólidos são uma forma de contribuir para a diminuição da degradação do meio ambiente, causada pelo excesso de lixo nas zonas urbanas. A educação ambiental surge como uma ferramenta para o desenvolvimento sustentável, com intuito de que as práticas sustentáveis funcionem, e que alcancem os seus objetivos, tendo em vista que uma sociedade educada ambientalmente possui um caráter crítico, sendo inserida como uma educação interdisciplinar de saberes e atitudes, envolvendo a participação do individuo na conscientização de novas formas para lutar por um equilíbrio entre o homem e o meio ambiente.
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Educação ambiental e (eco)governamentalidade.

Educação ambiental e (eco)governamentalidade.

Evidentemente que a educação ambiental, pela sua própria discrição na estrutura do poder, não esteve no centro das questões éticas e políticas nacionais. Mas os respingos da crise ética e política atingiram os(as) edu- cadores(as) ambientais dividindo-nos entre os favoráveis ao governo e os dissidentes. A cooptação de educadores(as) ambientais se deu através de apoio oficial, político e econômico, aos projetos e presença no sistema de difusão (publicações, consultorias, direito a participação e voz em eventos) ou convites a conhecidas ONGs na terceirização de serviços e atividades financiados pelos Ministérios da Educação e Meio Ambiente. Muitas ONGs têm atuado como organizações do aparelho ideológico de Estado, e a própria denominação (“não governamental”) perdeu o seu sentido. A desqualificação pública ou nos bastidores e a exclusão dos(as) educadores(as) ambientais dissidentes da história domovimento foram os fatos políticos mais relevantes e paradigmáticos. (REIGOTA, 2008, p. 66).
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A transversalidade da Educação Ambiental na prática

A transversalidade da Educação Ambiental na prática

A autora salienta que atuar no campo ambiental, exige leituras global- relacionais do mundo para uma apreensão conjuntiva da realidade, e isso envolve repensar e avaliar os objetivos dos programas curriculares dos educadores de hoje-para-amanhã, nos diversos âmbitos e níveis do conhecimento e, pois, do ensino. Tal perspectiva também é prevista na Lei 9,795/1999 (BRASIL, 1999). Tentar transformar a Educação Ambiental em uma disciplina é fugir da responsabilidade de assumir medidas que viabilize o que foi assumido como compromisso e instituído em documentos legais. Se o sistema educacional não consegue se adequar a uma lei que foi construída e elaborada a partir de discussões tão sólidas é preciso avaliar o que a impede de acontecer e buscar solucionar estes obstáculos que trancam a construção de uma sociedade ética e civilizada (DE BARROS, 2017).
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Formação do professor para educação ambiental em Angola: uma análise do currículo do curso de Ensino da Biologia do Instituto Superior de Ciências da Educação, ISCED-Cabinda da Universidade 11 de Novembro, Cabinda/ Angola

Formação do professor para educação ambiental em Angola: uma análise do currículo do curso de Ensino da Biologia do Instituto Superior de Ciências da Educação, ISCED-Cabinda da Universidade 11 de Novembro, Cabinda/ Angola

É inquestionável a importância da Educação Ambiental (EA) no processo educativo para a formação de discentes capazes de tomar decisões fundamentadas e participar de discussões em sua comunidade no que se refere às questões ambientais. Diante dos problemas vividos em nossa sociedade, o tratamento dos problemas socioambientais no ensino superior é uma das condições que contribuem para mudanças e transformações do modelo capitalista, que estimula o consumo exagerado e reforça as desigualdades sociais. Por isso a Educação Ambiental (EA) é tida como uma das formas de enfrentamento da crise ambiental vigente: deve colaborar com a criação de uma relação justa e sustentável sociedade-sociedade e sociedade-natureza, desde as formas mais individuais e locais em que essa relação se manifesta até as mais coletivas e globais. Considerando que as reflexões sobre os problemas ambientais e as soluções dos mesmos devem considerar a relação inerente entre o local e o global, interessou-nos investigar como o currículo do curso de Ensino da Biologia contempla essas dimensões. O presente trabalho envolveu um grupo de docentes e discentes do curso de Ensino da Biologia, do Instituto Superior de Ciências da Educação da Universidade 11 de Novembro-Cabinda/Angola, com o objetivo de identificar os entendimentos e práticas docentes com relação à dimensão local e global na temática ambiental. Por meio de pesquisa qualitativa foram analisados os conteúdos de relatos, planos de ensino e outro material como Proposta Curricular e os Cadernos do Professor. A análise efetuada indica que os docentes e discentes estão mais familiarizados com aspectos locais. Quanto aos aspectos globais, os docentes e discentes reconhecem a sua importância de articular o local e o global nas práticas de educação ambiental. Porém, os docentes não demonstraram concretizar essas relações em suas práticas e os discentes informaram não terem contato com a articulação dessas relações durante o curso. Assim, o trabalho sugere a introdução da temática nos cursos de formação docente.
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A Práxis Pedagógica no ensino da Educação Ambiental Crítica em uma escola da rede pública municipal de ensino de Porto Nacional (TO)

A Práxis Pedagógica no ensino da Educação Ambiental Crítica em uma escola da rede pública municipal de ensino de Porto Nacional (TO)

O desenvolvimento de uma práxis com o ensino da Educação Ambiental de forma crítica, com um tema gerador que emergiu da realidade local, por meio de uma ação ambiental, proporcionou aos educandos da Escola Municipal a percepção ambiental local, fortaleceu o sentimento de pertencimento, para que possam participar mais ativamente para o cuidado do espaço ao qual convivem. Auxiliou também no crescimento individual, estimulou a criatividade, habilidades e mostrou o quanto são importantes tanto individualmente, quanto coletivamente, para a melhoria da qualidade de vida. Assim como, a possibilidade de práticas pedagógicas que não precisem trabalhar de forma pontual o tema meio ambiente, mas que é possível no dia a dia, trazer para os conteúdos temas geradores conforme a realidade local, possibilitando assim um aprendizado que leve a conscientização.
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UMA ABORDAGEM EXPLORATÓRIA AO CONTEÚDO EPISTEMOLÓGICO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

UMA ABORDAGEM EXPLORATÓRIA AO CONTEÚDO EPISTEMOLÓGICO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A partir do até aqui exposto, e de uma compreensão crítica do mundo, sobretudo partindo de História e Consciência de Classe, de Georg Lukács (2003), nos parece adequado afirmar que a finalidade última das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Ambiental é desenvolver um determinado grau de consciência ambiental – que poderíamos chamar de consciência social-ambiental, ou consciência de classe-ambiental – a partir do qual se produzirão mudanças radicais no modo como nossa sociedade se auto-produz, mudanças profundas nos fundamentos do metabolismo social. Este nível de transformação social ganha termo a partir da epistemologia marxista, a partir da qual é denominado “salto qualitativo”, ou simplesmente “revolução”.
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Articulação da Metodologia das Ondas com as Diretrizes Curriculares de Educação Ambiental

Articulação da Metodologia das Ondas com as Diretrizes Curriculares de Educação Ambiental

Entender Educação Ambiental como sinônimo restrito de cuidado com a natureza, reduz seu conceito e suas possibilidades, revelando uma visão ingênua vinculada à falta de conhecimento sobre seus princípios, objetivos e bases conceituais. Se considerarmos o contexto escolar, percebe-se que a Educação Ambiental muitas vezes é reduzida a ações de separação de resíduos, plantio de árvores e hortaliças ou mesmo confecção de brinquedos com material reciclável. Atividades estas que, para o corpo docente, podem ainda ser encaradas como sobrecarga de trabalho e desvio de função. Superar essa visão depende, por exemplo, de políticas públicas que fomentem a Educação Ambiental na escola através de programas de formação de professores, que divulguem e promovam a Educação Ambiental. Também depende da gestão da escola, corpos docentes e discentes engajados com a comunidade buscando objetivos comuns, novas formas de aprender a aprender, de olhar o mundo, de produzir conhecimento.
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Educação Ambiental e a Permacultura na escola<br>Environmental education and permaculture at school

Educação Ambiental e a Permacultura na escola<br>Environmental education and permaculture at school

O objetivo das palestras é ampliar os conhecimentos e propiciar um espaço de discussão crítica. O agrônomo Altair Braatz da secretaria da agricultura é um dos colaboradores de nosso projeto, palestrou sobre a importância da horta, cuidados, época de plantio e mostrou vídeos. Os alunos interagiram com perguntas relacionadas a horta. Dessa forma, podemos afirmar que para a real transformação do quadro de crise em que vivemos, a “Educação Ambiental se define como elemento estratégico na formação de ampla consciência critica das relações sociais que situam a inserção humana na natureza” (LOUREIRO, 2000). Consciência no sentido proposto por Freire (apud, Loureiro, 2003, p.38), [...] “que implica o movimento dialógico entre o desenvolvimento crítico da realidade e a ação social transformadora, segundo o princípio de que os seres humanos se educam reciprocamente e mediados pelo mundo”.
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Concepções e atividades docentes de Educação Ambiental e seus desdobramentos na formação de alunos da educação básica

Concepções e atividades docentes de Educação Ambiental e seus desdobramentos na formação de alunos da educação básica

O campo da educação ambiental escolar apresenta algumas especificidades distintas que precisam ser consideradas a fim de que seja efetivada de modo a promover a formação de indivíduos críticos e transformadores. Nesse cenário a figura do professor merece uma atenção especial, pois sendo ele o mediador dos processos de ensino e aprendizagem, necessita de formação e condições para realizar o seu ofício. Neste artigo nos debruçaremos sobre a figura do professor, suas concepções e atividades realizadas em educação ambiental, buscando compreender como essas práxis se efetiva e quais os seus impactos na formação dos discentes.
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Educação ambiental: um estudo de experiências nas escolas municipais de Natal

Educação ambiental: um estudo de experiências nas escolas municipais de Natal

Como sabemos, não há sociedade em que não se exerça ou não se tenha exercido a função educativa. Não há coletividade humana que não transmita às gerações sucessivas suas instituições e crenças, suas concepções morais e religiosas e, principalmente, seu saber e técnicas, tendo sido o saber ambiental o elemento mais importante para a garantia da sobrevivência humana dos nossos ancestrais. Nas sociedades primitivas só sobrevivia quem soubesse relacionar-se com o meio ambiente. Os seres humanos precisavam saber quais alimentos poderiam comer, em quais lugares buscariam água, quais elementos da natureza poderiam ser utilizados na confecção de roupas e nas construções, precisavam saber de onde retirariam os remédios para as doenças. Enfim, esses eram saberes eminentemente ambientais. Estes saberes eram ancestralmente transmitidos de geração a geração, às vezes acrescidos de novas descobertas, ao longo da história humana. Portanto, a partir do momento em que os seres humanos começaram a interagir com o meio ambiente e transmitir esses saberes aos seus descendentes, estavam eles fazendo EA, nesse sentido, uma Educação Ambiental primitiva. Nesse período a natureza tinha mais poder sobre os homens, e por eles a desconhecerem, interferiam menos na natureza, consequentemente, usavam-na sem alterar a resiliência do meio ambiente e assim mantinham o equilíbrio ecológico.
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Educação ambiental a partir da valorização da cultura regional do estado do Pará   <BR>  Environmental education based on the value of regional culture of Pará state

Educação ambiental a partir da valorização da cultura regional do estado do Pará <BR> Environmental education based on the value of regional culture of Pará state

Resumo: Este trabalho teve como objetivo identificar as concepções da Educação Ambiental e os elementos presentes nas histórias em quadrinhos de A Turma do Açaí, produzidos por Pinheiro (2013), estes utilizados como recursos facilitadores no processo de ensino-aprendizagem e instrumentos de resgate e valorização da cultura paraense. As concepções utilizadas foram: educação ambiental conservadora, que possui como principal característica a proteção ao meio natural; educação ambiental pragmática, que apresenta como característica a mudança de comportamento individual; e educação ambiental crítica, que substitui a mudança de comportamento individual pela coletiva e formação de atitudes ecológicas, todas essas concepções propostas por Silva & Campina (2011). Após análise das histórias, foi constatado o predomínio da educação ambiental conservadora em detrimento à pragmática e crítica.
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Desafios de Educação Ambiental na perspectiva de técnicos do Parque da Cidade Dom Nivaldo do Monte em Natal (RN)

Desafios de Educação Ambiental na perspectiva de técnicos do Parque da Cidade Dom Nivaldo do Monte em Natal (RN)

Contudo, no que corresponde à Educação Ambiental, existem duas vertentes que mais atuam na atualidade, são elas a EA crítica e EA conservacionista. A tendência Conservacionista de acordo Layrargues (2012), se sobressai por meio das correntes conservacionista, naturalista, da Alfabetização Ecológica que são meios que conduzem o aluno a compreender, ler e descrever o meio ambiente que o rodeia, buscando as soluções dos problemas ambientais. Essa tendência se atualizou desde a virada do século e tem como exemplo de atividades o ecoturismo, as trilhas interpretativas, a biodiversidade, as unidades de conservação, os biomas específicos, o escotismo e a observação de aves, alguns exercícios de agroecologia e de senso percepção. Nessa vertente os indivíduos aparecem sem distinção e igualmente responsável e vítima da crise ambiental atual. O problema seria o impacto do homem sobre o meio ambiente sem qualquer relação com as práticas sociais.
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Educação ambiental e o desenvolvimento de atividades de ensino na escola pública

Educação ambiental e o desenvolvimento de atividades de ensino na escola pública

Através dessas falas, podemos concluir que o que é feito e desenvolvido como trabalho interdisciplinar, infelizmente não passa de uma integração de disciplinas, confusão esta já alertada por Tristão (1992) ou uma justaposição arbitrária de disciplinas e conteúdos segundo Frigotto (1995). Nesse sentido, os projetos apresentados pouco contribuirão para a formação de um cidadão crítico e consciente uma vez que se resumem à união de várias atividades interligadas com caráter informativo que podem levar apenas a uma mudança de comportamento. Os projetos como foram apresentados e desenvolvidos não privilegiam a reflexão, a crítica e as mudanças de atitudes. Essas conclusões referem-se à análise dos seis projetos elaborados e desenvolvidos durante as oficinas e por isso não podemos generalizar que todas as atividades ou os projetos de Educação Ambiental realizados pela professoras do Ensino Fundamental I da Diretoria Centro Sul, tenham esse caráter. Tivemos o relato de atividades e projetos muito bem elaborados e sucedidos, preocupados em levar os alunos a refletirem e proporem possíveis soluções para problemas do dia-a-dia. Mas isso ainda nesse grupo se configura como atividades esporádicas e pontuais.
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Disciplina de Educação Ambiental: construção do saber docente no curso de ciências biológicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Disciplina de Educação Ambiental: construção do saber docente no curso de ciências biológicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

interdisciplinares, os quais se constituem na convergência e amalgama entre o saber científico e o saber prático das comunidades. Para o autor citado, deve- se oportunizar um “processo de pesquisa em conjunto com as comunidades e populações nas quais existem os problemas ambientais, captando os problemas a partir das bases e devolvendo a elas o saber elaborado para sua aplicação” (LEFF, 2001, p. 221). Do ponto de vista ideal, entendemos por atividades ou parte prática da disciplina de Educação Ambiental, a execução de um projeto junto à comunidade ou a escola. Do ponto de vista real, nem sempre é possível desenvolvê-la. Assim, vale questionar sobre os limites dessa atividade prática dentro do tempo disponibilizado por uma disciplina acadêmica, em média 60 horas. Considerando que o envolvimento com uma comunidade ou uma escola leva algum tempo de modo para que se obtenham boas condições relacionais para o desenvolvimento de uma proposta, a carga horária citada pode ser insuficiente. Diante dessas duas dimensões – teoria e prática, uma segunda disciplina de Educação Ambiental dentro da grade curricular pode ser uma possibilidade.
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A TEIA e a REDE: aprendizagens nas/em redes locais de educação ambiental

A TEIA e a REDE: aprendizagens nas/em redes locais de educação ambiental

É a partir deste contexto sócio-histórico, somando forças ao con- junto de documentos nacionais e internacionais, que as redes de educação ambiental começaram a ser incentivadas e criadas no país. Cada vez mais passa a existir um consenso em relação à estimulação da “cultura de redes de educação ambiental” (PRONEA, 2005, p. 41) como valorização dessa forma de organização enquanto estratégia formativa e de mobilização dos educadores e educadoras ambientais, especialmente na relação com asso- ciações, universidades, escolas, empresas, entre outros. Além disso, surge a crença a respeito de sua potencialidade no estabelecimento de relações mais horizontais, menos hierárquicas e descentralizadas. Em relação a este aspecto, documentos oficiais, políticas públicas e programas no cir- cuito da educação ambiental deram conta de reafirmar este papel, como, por exemplo: Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global (1992), Programa Nacional de Educação Ambiental (1992), Programa Latino-americano e Caribenho de Educação Ambiental (1992), Carta de Goiânia (2004), Carta da Praia Vermelha (2009), entre ou- tros. Como afirmado anteriormente, há um amplo conjunto de trabalhos que analisa as redes de educação ambiental no Brasil (CARVALHO, 2007; SÁNCHEZ, 2008; AMARAL, 2008; CARVALHO, 2008; LABREA, 2009).
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Educação Ambiental Popular como concepção formativa: entremeares da Extensão, Ensino e Pesquisa

Educação Ambiental Popular como concepção formativa: entremeares da Extensão, Ensino e Pesquisa

Resumo: A Educação Ambiental Popular (EAP) contribui à formação num horizonte humanizador, potencializando relações de solidariedade e compromisso pela justiça socioambiental. O texto apresenta o processo de constituição de educadores ambientais populares em formação inicial e continuada por meio da Hermenêutica enquanto caminho epistemológico, viabilizando a leitura compreensiva das relações entre a extensão, ensino e pesquisa com base na proposta do Grupo de Estudos sobre Fundamentos da Educação Ambiental e Popular (GEFEAP) da Universidade Federal do Rio Grande. Considera-se que a EAP como eixo articulador formativo, instiga a redefinição de suas bases num horizonte criativo e transformador da esfera pedagógica, epistêmica e social. Esta redefinição garante o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão na universidade pública, reinserindo a extensão no espaço de fundamental potência à pesquisa e ao ensino.
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INTERDISCIPLINARIDADE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INTEGRANDO SEUS PRINCÍPIOS NECESSÁRIOS

INTERDISCIPLINARIDADE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INTEGRANDO SEUS PRINCÍPIOS NECESSÁRIOS

(...) a educação ambiental deve ser uma concepção totalizadora de educação e que é possível quando resulta de um projeto político- pedagogico orgânico, construído coletivamente na interação escola e comunidade, e articulado com os movimentos populares organizados comprometidos com a preservação da vida em seu sentido mais profundo. Garcia (apud GUIMARÃES, 2000, p. 68)

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PERCEPÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE SUA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PERCEPÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE SUA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

As percepções de práticas em educação ambiental identificadas nos dados coletados apresentam aspectos singulares e recorrentes. Como recorrentes destaco: a preocupação com as dificuldades sócio ambientais, no espaço local e planetário, que, por meio de ações pedagógicas diferentes (Pedagogia Normativa, Cidadania, Ecopedagogia e Pedagogia Dialógica) buscam firmar valores para a melhoria da qualidade de vida da nossa e das futuras gerações; desenvolvem atividades de forma multidisciplinar, refletindo e discutindo sobre a questão do lixo, a reciclagem com geração de renda, visita a ambientes de conservação degradados pelo homem, sendo os resultados socializados com seminários, murais, jornal escolar, cartilhas ambientais, feira de cultura etc.
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Educação Ambiental e ensino de ciências em escolas públicas alagoanas

Educação Ambiental e ensino de ciências em escolas públicas alagoanas

A concepção naturalista, nesse caso, comporta tanto uma tendência conservacionista do ambiente (professora A) como uma ênfase nos danos que o ser humano pode causar à natureza (professora E). Em consonância com tais concepções, as professoras A e E entendem a Educação Ambiental como prática educativa voltada à conservação do ambiente e à abordagem dos impactos antrópicos sobre a natureza, respectivamente. O professor I e as professoras O e U têm em comum não apenas a ênfase na existência humana sobre o ambiente, mas também o fato de entenderem a EA a partir da missão que esta teria de conscientizar os alunos sobre a importância da preservação da natureza para a sobrevivência humana.
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