Educação das artes visuais

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O USO DO YOUTUBE NA EDUCAÇÃO DAS ARTES VISUAIS

O USO DO YOUTUBE NA EDUCAÇÃO DAS ARTES VISUAIS

O presente trabalho acadêmico refere-se a um projeto de pesquisa cujo objetivo visa ampliar o recurso de exibição e produção de vídeos como ferramenta pedagógica para as aulas de artes visuais do ensino fundamental segundo ciclo e do ensino médio. A metodologia utilizada foi desenvolvida com base em pesquisas bibliográficas e alguns relatos de experiências e situações encontradas nas aulas de arte. Inicialmente narrando um breve histórico do ensino das artes no Brasil, de como o ensino da arte é tratado na BNCC atual, metodologias de ensino das artes. Revisão de literatura sobre a importância dos vídeos na educação, surgimento do YouTube e sua trajetória, sobre os canais de arte disponibilizados no YouTube. Finalizando com as práticas para utilização de vídeos em aulas de arte e de como os vídeos incentivam e motivam a produção artística.
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Artes visuais e a Educação Especial

Artes visuais e a Educação Especial

sAiBA mAis: Fernando Hernández (2011, p. 31), teórico, professor e pesquisador espanhol responsável por vincular na década de 1990 a perspectiva da cultura visual à educação das artes visuais, infere que tal campo "não tem os limites precisos de uma disciplina (...) nem constitui um território no qual seus fundamentos epistemológicos, políticos, metodológicos sejam consensuais e estejam unificados", mas se afirma como um lugar para "construir, explorar e avançar na compreensão de como nos relacionamos e aprendemos a ser com aquilo que vemos e pelo qual somos vistos" (HERNÁNDEZ, 2011, p. 32). Trata-se de uma perspectiva "transdisciplinar, ou adisciplinar que indaga sobre as práticas culturais do olhar e os efeitos desse olhar sobre quem vê" (HERNÁNDEZ, 2011, p. 32) ou ainda de ‘uma trama teórico- metodológica em dívida com o pós-estruturalismo, os estudos culturais, a nova história da arte, os estudos feministas, entre outras referências disciplinares que põem a ênfase não tanto na leitura das imagens como nas posições
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ARTES VISUAIS E NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA: ATIVIDADES POSSÍVEIS

ARTES VISUAIS E NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA: ATIVIDADES POSSÍVEIS

Com base nessa afirmação, perguntamo-nos: os professores formados em Artes Visuais que atuam na Educação Básica fazem uso das novas tecnologias na sala de aula? Em caso afirmativo, como isso ocorre? Para responder tais questões, realizamos uma pesquisa com vinte (20) professores de Artes Visuais que lecionavam no Estado de Santa Catarina sobre o uso das novas tecnologias nas aulas de arte no ano de 2013 4 . Dos 20 entrevistados, oito (8) se formaram antes dos anos 2.000 e doze (12) após este período. Um (1) era mestre, treze (13) possuíam especialização e seis (6) só tinham graduação. Os professores entrevistados atuavam com turmas que iam desde o Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) e Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) até o Ensino Médio.
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Para uma educação artística em artes visuais enfocada na contemporaneidade

Para uma educação artística em artes visuais enfocada na contemporaneidade

Ainda que este texto não se desenvolva a partir da discussão de dados de qualquer in v estigação empírica directa (para a qual essas questões até poderiam eventualmente servir de guia de uma hipotética tese a defender) , tenho a percepção de que a escola e o ensino da Educação Visual e das Artes Visuais , per si, pouco contribuem para que os alunos desenvolvam uma compreensão crítica da sociedade em que vivem , e do seu papel nela, a partir do conhecimento tácito dos seus fenómenos , entre os quais aquele - tão extraordinário quanto complexo - que em regra circunscreve o mundo mutante daquilo que se convencionou chamar arte.
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Pintando e bordando: artes visuais na educação infantil

Pintando e bordando: artes visuais na educação infantil

A pesquisa teve como objetivo compreensão do desenvolvimento da criatividade das crianças a partir do ensino de Artes Visuais na Educação Infantil . A metodologia de inspiração etnográfica, com base na teoria de Roberto Sidney. O cenário da pesquisa foi uma creche comunitária de Salvador no subúrbio ferroviário e os sujeitos foram 12 crianças do grupo 5. As intervenções feitas para a pesquisa são relatadas conforme os fatos que ocorreram durante a coleta. Os autores dialogados nesta pesquisa foram FERRAZ e FUSARI (2009), LOWENFELD (1977), MACEDO (2004) e BARBOSA (1991) esses referenciais teóricos trouxeram reflexões sobre a importância do ensino da arte na educação infantil colocando em pauta conteúdos das artes visuais que podem ser trabalhados fazendo com que as crianças construam autonomia de ideias e expressões.
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Arte_Equoterapia : confluências na educação em artes visuais com crianças autistas

Arte_Equoterapia : confluências na educação em artes visuais com crianças autistas

A atual pesquisa pertence à linha de pesquisa em Educação em Artes Visuais, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, do Departamento de Artes Visuais/IdA/UnB. A proposta prática e teórica deste trabalho se insere nas análises e avaliações oriundas da interface entre Educação em Artes Visuais e equoterapia e na Política Nacional de Educação Especial. Nesse sentido, considerando aproximações e distanciamentos entre educação em artes visuais e equoterapia, o objetivo geral da pesquisa tem como finalidade estudar e investigar as contribuições da Arte_equoterapia, para a educação especial e inclusiva, no direito das pessoas com deficiências, de crianças com o Transtorno do Espectro Autista. As referências teóricas percorreram as principais fontes sobre metodologia de pesquisa de campo e de pesquisa teórica a/r/t/ográfica, assim como perpassaram por referências bibliográficas de estudos que descrevem os processos, os métodos, as técnicas e as tecnologias de materiais inseridas no processo criativo, cujas propostas visavam por meio da Arte contribuir para o bem-estar emocional de crianças autistas. A dissertação foi estruturada em quatro seções, a saber: 1. Educação especial/inclusiva e as Artes Visuais; 2. Materiais arte/educativos e Objetos de Aprendizagem, no contexto da pesquisa em Arte_equoterapia; 3. Aplicação da pesquisa prática (grupo 1 arte e equoterapia) e 4. Aplicação da pesquisa prática (Grupo 2- equoterapia). Buscou-se também responder algumas questões, que pretenderam esclarecer como as Artes Visuais e a Equoterapia, com abordagem transdisciplinar, podem ser meios que auxiliam o simbólico, a autoexpressão e como elas (as Artes Visuais e a equoterapia) podem auxiliar na redução dos prejuízos que o autismo carrega na comunicação, no comportamento e na interação social das crianças envolvidas na pesquisa. Esta pesquisa foi autorizada pelo comitê de ética de pesquisa com seres humanos da faculdade de ciências da saúde da Universidade de Brasília.
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A importância do ensino de Artes Visuais na educação infantil

A importância do ensino de Artes Visuais na educação infantil

Segundo o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (1998) as práticas em Artes Visuais trazem objetivos de acordo com cada faixa etária: crianças de zero a três anos de idade: ampliar o conhecimento da criança manipulando diferentes materiais, explorando características, manuseio, entretanto em contato com várias expressões artísticas. Utilização de materiais gráficos e plásticos ampliando possibilidade de expressão e comunicação; Crianças de quatro a seis anos: interessam-se pelas próprias produções, pelas de ouras crianças e pelas várias obras artísticas. Produzir trabalho de Arte utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção desenvolvendo o gosto, cuidado e respeito.
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Artes visuais e educação infantil: desafios e possibilidades

Artes visuais e educação infantil: desafios e possibilidades

Considerando-se as Artes Visuais como elemento da cultura e de extrema importância para o ser humano, a proposta desta pesquisa aponta a seguinte questão-problema: Existem possibilidades de romper com a simplificação do Ensino de Artes Visuais na Educação Infantil? Este trabalho se justifica a partir do pressuposto de que o ensino de arte é considerado secundário e pouco importante na formação do ser humano diante de outras áreas do conhecimento escolar, relegando muitas vezes a disciplina a práticas vazias e improdutivas. O estudo tem por objetivo analisar o Ensino de Artes Visuais em uma instituição da rede pública; mostrar as implicações a partir da adoção de novas técnicas na disciplina; relatar os desafios encontrados e confrontar a prática apontada pela pesquisa de campo com a teoria estudada na pesquisa bibliográfica. A metodologia de pesquisa consiste em uma pesquisa qualitativa exploratória através de um trabalho de campo, que utiliza observações informais e registros fotográficos. Em síntese, conclui-se que a mudança de postura através do emprego de novos métodos de ensino/aprendizagem resulta no interesse e melhor compreensão da arte pelos alunos.
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O CORPO EM CONTATO COM O BARRO: A EDUCAÇÃO DO SENSÍVEL NO ENSINO DAS ARTES VISUAIS

O CORPO EM CONTATO COM O BARRO: A EDUCAÇÃO DO SENSÍVEL NO ENSINO DAS ARTES VISUAIS

O estudo aponta uma investigação sobre o ensino da Arte com uma visão sensível na Educação Básica, envolvendo a linguagem da modelagem em argila, a fim de compre- ender os processos de ensino-aprendizagem em Artes Visuais que envolvem a mode- lagem em argila e a educação sensível. Cabe ressaltar que este estudo é de caráter etnográfico,caracterizando-se pela pesquisa-ação “Refletir na ação e da ação”, e tem sua abordagem na pesquisa qualitativa; a análise dos dados apoia-se na fenomenologia. O es- tudo é resultado da aplicação de planos de intervenção, sob a forma de oficinas de Artes Visuais com alunos do terceiro ano do Ensino Médio de uma Escola de Educação Básica da rede estadual de ensino no Município de São Miguel do Oeste, SC. Este estudo aborda a modelagem em argila como processo de apreensão sensível; percebeu-se que o contato com o barro é uma maneira de os alunos se expressarem trabalhando a sua sensibilidade, pois o trabalho com argila é uma possibilidade de produção tridimensional, capaz de gerar saberes sensíveis no educando. O barro auxilia no encontro do indivíduo com o seu interior e sua sensibilidade, que se fez possível por meio da modelagem. Assim, durante a prática, os alunos se envolveram intensamente nas atividades propostas, refletindo sobre as ca- racterísticas sensoriais existentes nas relações estabelecidas com o meio em que vivem. Palavras-chave: Ensino da Arte. Modelagem. Saber sensível. Tocar no barro.
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A atuação docente em artes visuais na educação infantil

A atuação docente em artes visuais na educação infantil

O presente trabalho se refere a uma pesquisa de abordagem qualitativa que teve de objetivo investigar como o docente da Educação Infantil atua com artes visuais com crianças cuja faixa etária envolve os menores de seis anos da educação infantil. Caso o futuro profissional não tenha em sua formação estes conteúdos e metodologias específicas vinculadas às linguagens, dificilmente conseguirá utilizá- la com os seus alunos na docência, considerando as diferentes linguagens em educação como instrumental de conhecimento de si mesma e de mundo para a criança. Para tanto, a coleta de dados ocorreu por meio de um questionário estruturado fechado e semiestruturadas pelo Google Formulários, realizada com 10 professores convidados da rede municipal de Ribeirão Preto - SP, atuantes na creche com crianças de 0 a 03 anos e na pré-escola com crianças de 04 e 05 anos da educação infantil. Os dados foram tabulados com gráficos e analisados por meio do nosso referencial teórico com base em autores da área de formação e atuação de professores, da pedagogia da infância e arte-educação. A análise aponta que os sujeitos entendem a importância do trabalho docente com artes visuais na educação infantil e, que para isto, precisamos de conhecimento específico, intencionalidade e direcionamento, com profissionais bem formados para atuar com esta faixa etária, para que a criança possa aprender e desenvolver.
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Experiências com artes visuais na educação infantil e as diferentes linguagens

Experiências com artes visuais na educação infantil e as diferentes linguagens

Os professores ingressam na Instituição através de concurso público ou por contrato de prestação de serviços. Em sala, o trabalho com a Educação Infantil é realizado no regime de bidocência, ou seja, dois professores regentes em cada turma. Estes professores são graduados em Pedagogia e grande parte possui especialização e mestrado. Além disso, as crianças possuem aulas de Educação Musical, Artes Visuais, Informática Educativa e Educação Física, realizadas com professores especialistas de cada uma dessas áreas. Neste estudo são analisadas experiências com as artes visuais, tanto na relação com as professoras regentes, como com a professora de artes.
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As artes visuais como diferenciação pedagógica na educação pré-escolar

As artes visuais como diferenciação pedagógica na educação pré-escolar

A investigação pretende compreender qual o cruzamento existente entre as Artes Visuais e a Diferenciação Pedagógica uma vez que nos dias de hoje é cada vez mais necessário ter em atenção as práticas utilizadas para assim não cair no erro de serem utilizadas sempre as mesmas técnicas Neste sentido, inicialmente, apresentamos perspetivas teóricas relativamente a conceitos essenciais ao desenvolvimento da investigação, ou seja a importância das Artes no Educação Pré-Escolar e a sua envolvência nas OCEPE, clarificamos a organização e o ambiente desta valência da educação, compreendendo também a postura do educador e perspetivar o futura da educação pré-escolar e ainda compreender o conceito de diferenciação pedagógica. Desta forma, o trabalho pretende responder à seguinte pergunta de partida: “ De que forma se pode utilizar a expressão plástica como meio de diferenciação pedagógica ?”, de onde surgem os seguintes objetivos gerais: Compreender o valor e importância das artes visuais na Educação Pré-Escolar; Conhecer o tipo de competências desenvolvidas através das artes visuais na Educação Pré-Escolar e perceber de que formas estas competências podem ser desenvolvidas na educação pré- escolar. No que se relaciona com as opções metodológicas, utilizou-se uma metodologia qualitativa, recorrendo a diferentes instrumentos e técnicas de recolha e tratamento de dados, como a entrevista a Educadores de Infância e observação participante, onde foi possível apurar que os profissionais consideram as Artes Visuais primordiais e de grande/bastante importância na Educação de Infância, uma vez que estas permitem desenvolver competências transversais no desenvolvimento das crianças, sendo estas competências possíveis de desenvolver através da Diferenciação Pedagógica promovida através da utilização de materiais e técnicas diferentes na Expressão Plástica.
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Artes visuais na educação infantil

Artes visuais na educação infantil

Com o inal da ditadura militar e a abertura política, as demandas educacionais se transfor- mam e em 1996 é publicada uma nova LDB, a Lei 9394/96 (BRASIL, 1996). Neste documento, inspirado em teorias estrangeiras, a Educação Artística passa a ser chamada “Arte” e engloba quatro linguagens: artes visuais, dança, música e teatro. Os parâmetros curriculares orientam os professores a trabalharem três eixos signiicativos no ensino aprendizagem de arte: a pro- dução artística dos alunos, a apreciação dos trabalhos escolares e de artistas, e a contextualiza- ção dos objetos artísticos considerados como objetos culturais das sociedades que os contêm. Embora não sejam citados literalmente, observa-se no texto oicial inluências das teorias do DBAE americano 5 e da abordagem triangular de Ana Mae Barbosa 6 , esta última com inluên-
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O ensino de artes visuais na educação infantil: experienciando com a natureza

O ensino de artes visuais na educação infantil: experienciando com a natureza

Pensando na arte como linguagem universal e uma das mais antigas do mundo, além de ser uma disciplina obrigatória em diversos níveis da educação, a proposta desta pesquisa é abordar o ensino de Artes Visuais na educação infantil e propor o projeto: Experienciando com a natureza. O trabalho propõe uma revisão bibliográfica baseada principalmente na autora Edith Derdyk que faz uma pesquisa sobre o desenho da criança, da Anna Marie Holm que diz que é simples transformar as crianças em adultos mais criativos e do autor e pedagogo Jorge Larrosa Bondía que faz um relato sobre as experiências que devemos viver e proporcionar às crianças; a partir dessas pesquisas bibliográficas foi proposta uma pesquisa de campo no Centro Municipal de Educação Infantil Marisa Galuppo, na cidade de Sete Lagoas, onde as crianças de dois a três anos de idade participaram de várias experiências primárias inspiradas na obras do artista Andy Goldsworthy, que utiliza materiais encontrados na natureza para suas obras. Todas atividades foram registradas em fotografias e expostas no ambiente escolar, e consequentemente apresentada aos educadores infantis da rede municipal de ensino.
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Artes visuais na educação infantil: intervenções significativas com o PIBID

Artes visuais na educação infantil: intervenções significativas com o PIBID

Sabemos que a Arte está presente no cotidiano de nossos alunos, tanto na escola ou em casa, ao assistir TV ou folhear um livro, por exemplo. Porém, ao pensarmos em um subprojeto que abordaria este tema tão amplo como Artes Visuais, buscamos focar na Arte em si, em suas técnicas, artistas famosos, estética e sensibilidade, tópicos muitas vezes esquecidos. Na Educação Infantil, podemos ver a arte permeando por quase todos os projetos trabalhados pelas professoras, nas pinturas, desenhos, colagens desenvolvidas pelas crianças, porém esta é muitas vezes incluída na rotina mecanicamente, perdendo sua verdadeira essência.
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A contribuição das artes visuais na escola de educação especial

A contribuição das artes visuais na escola de educação especial

As Artes são cooperadoras da progressão do desenvolvimento humano e potencializadoras das libertações das capacidades de expressão, criatividade, percepção, domínio motor e além de ampliar uma visão estética e autocrítica dos educandos em sua singularidade. Além disso, ampara na alfabetização visual, escrita, auditiva e oral. Deste modo, consideramos relevante aplicar e avaliar uma intervenção de Artes Visuais junto a um grupo de alunos com deficiência intelectual de uma escola de educação especial, sendo este o foco desta pesquisa. O processo de intervenção ocorreu durante os meses de agosto e setembro de 2019, sendo que o pesquisador foi o observador, bem como o aplicador da intervenção, em uma modalidade de pesquisa ação. As intervenções foram gravadas, para posteriormente serem preenchidas fichas para avaliação. Foram exploradas a psicomotricidade, coordenação motora fina, habilidades manuais dos alunos, mas para além disso, a sensibilidade estética e a liberdade criadora. Portanto, a pesquisa empírica de caráter exploratório e abordagem qualitativa nas intervenções e nas análises, utilizou como método científico, durante a intervenção e nas entrevistas com alunos e professora regente, o Método Clínico Piagetiano. Buscamos por fazer das artes uma aliada a educadores e educandos. Foi perceptível que a utilização das artes agiu atrativamente em todos os alunos participantes, ao disponibilizar um ensino-aprendizagem rico, sistematizado e planejado que, materializou a apreciação, tornando-se essencial para o bom desenvolvimento destes. Foram valorizadas as expressões corporais, faciais e orais dos pesquisados. Além das aptidões já relatadas, junta-se a criatividade e destreza que somadas resultaram em uma melhora no relacionamento interpessoal, expressividade e autossatisfação.
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Artes visuais na educação pré-escolar: Pintura, modelagem e impressão

Artes visuais na educação pré-escolar: Pintura, modelagem e impressão

O presente estudo teve início com o diagnóstico de uma problemática que foi considerada pertinente para ser abordada. Foi traçada uma questão de investigação e as respetivas finalidades relacionados com a área da educação artística. Assim, tendo em linha de conta o problema de investigação que se relaciona com o facto de as crianças demonstrarem falta de motivação para as atividades práticas das artes visuais, derivada da falta de diversificação de técnicas para a elaboração de criações artísticas, recorremos a três técnicas diferentes, a pintura, a modelagem e a impressão. Estas técnicas foram realizadas com abordagem de diversas temáticas, com diversos materiais e metodologias de aplicação prática, nas diferentes atividades desenvolvidas. Com a metodologia de investigação-ação que dá ênfase à resolução de problemas, à melhoria das práticas educativas e ao carater qualitativo da mesma foram traçadas estratégia essenciais para o estudo. Para uma perceção correta das atividades realizadas, foi descrito como cada atividade decorreu, tendo por base as observações efetuadas, a descrição das situações de aprendizagem e comentários das crianças que ocorreram no durante o estudo, bem como as emoções e as aptidões demostradas com a realização das atividades que foram essenciais para as conclusões que serão apresentadas seguidamente.
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As artes visuais na educação pré-escolar

As artes visuais na educação pré-escolar

61 indispensáveis para a criança interagir com os outros, exprimir os seus pensamentos e emoções de forma própria e criativa, dar sentido e representar o mundo que a rodeia. Estas características levam a considerá-la uma área básica, pois incide em aspetos essenciais de desenvolvimento e aprendizagem, que permitem à criança apropriar-se de instrumentos fundamentais para a aprendizagem noutras áreas, mas, também, para continuar a aprender ao longo da vida. Os domínios que fazem parte da área de Expressão e Comunicação são os seguintes: Domínio da Educação Física, que privilegia uma abordagem global não especificando componentes. Domínio da Educação Artística, que, tendo perspetivas e estratégias comuns, engloba diferentes linguagens, cuja especificidade determina a introdução de quatro subdomínios: artes visuais, jogo dramático/teatro, música e dança. Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, que considera não só a íntima relação e a complementaridade entre estes dois tipos de aprendizagem da língua, mas também a sua especificidade, levando a apresentá-los separadamente, com a indicação das respetivas componentes. Domínio da Matemática, onde são apresentados princípios gerais subjacentes às quatro componentes que integram as aprendizagens a realizar neste domínio. De acordo com os fundamentos e princípios que deverão orientar toda a educação de infância, e tendo em conta que os domínios da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita e da Matemática reenviam para conteúdos com especial relevo na educação escolar, considerou-se que seria de destacar, em cada um deles uma componente transversal associada a atitudes e disposições: “Prazer e motivação para ler e escrever” e “Interesse e curiosidade pela matemática” (p. 43).
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Artes visuais na educação infantil

Artes visuais na educação infantil

O presente artigo tem por objetivo analisar o trabalho realizado com artes visuais em uma instituição de Educação Infantil. Um olhar mais atento para estudos que envolve a Educação Infantil pode constatar uma atenção maior a temas relacionados à linguagem oral e escrita. Temas inerentes ao uso e exploração de outras linguagens, como o desenho e a pintura, consideradas artes neste nível de atendimento, parece não receber a devida atenção, na mesma proporção que a oralidade e a escrita. As linguagens artísticas sempre estiveram presentes no trabalho com crianças. Essas linguagens são utilizados no cotidiano da escola de Educação Infantil são utilizadas práticas artísticas, como formas de comunicação e atuação da criança, demonstrando a compreensão e significação do seu entorno, e sua própria cultura. O trabalho com as artes visuais na Educação Infantil não objetiva a beleza estética, mas a capacidade de produção e criação da criança segundo suas habilidades e sua visão de mundo. Ter um olhar diferenciado sobre as produções artísticas das crianças da Educação Infantil, percebendo-as como uma manifestação de seu desenvolvimento, pode ser um diferencial deste segmento educacional. O presente estudo é caracterizado por uma pesquisa observacional, descritiva, de abordagem qualitativa sendo realizado um estudo de caso em uma instituição pública de Educação Infantil, localizada no bairro das cidades, em Campina Grande/PB. Os dados foram coletados durante observações da rotina pedagógica de uma turma da pré-escola, envolvendo 25 crianças, entre maio e agosto de 2016, por um período total de 3 meses. Foi possível identificar que as professoras, conscientemente ou não, têm mediado situações de contato com as linguagens artísticas usando cinco tipos de intervenções: desenho, pintura, arte tridimensional e recorte. É notório que as artes visuais são uma forma que a criança tem de expressar sua visão de mundo e, com isso, desenvolver-se. Mediante tais observações se faz necessário cada vez mais incorporar esse tipo de aprendizagem e, os pedagogos compreenderem sua importância e variações dessa técnica.
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Contribuições das artes visuais na educação infantil

Contribuições das artes visuais na educação infantil

Artes visuais são linguagens que compõem a educação e fazem parte do valor inerente à construção humana, uma vez que articula a vida emocional do ser humano, isto justifica sua presença na educação infantil. Esse aspecto auxilia na resolução de conflitos encontrados ao longo da vida. Envolve também interpretação, inteligência racional e capacidade de percepção. Um dos melhores modos de relacionar-se com o mundo é por meio da arte. (VYGOTSKY, 2009)

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