Educação física - educação

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES – IEFES CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DOS SEMESTRES INICIAIS DO CURSO DE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES – IEFES CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DOS SEMESTRES INICIAIS DO CURSO DE

Os adolescentes adquirem uma visão mais crítica, e já não atribuem à Educação Física tanto crédito. A atividade física, central em suas vidas até os 12 ou 13 anos, cede espaço para os outro núcleos de interesse (sexualidade, trabalho, vestibular etc.). No Ensino Médio, caracterizam-se dois grupos de alunos: os que vão identificar-se com o esforço metódico e intenso da prática esportiva formal, e os que vão perceber na Educação Física sentidos vinculados ao lazer e bem- estar. Portanto a Educação Física no Ensino Médio deve proporcionar atendimento desses novos interesses, e não reproduzir simplesmente o modelo anterior, ou seja, repetir, às vezes apenas de um modo um pouco mais aprofundado, os conteúdos do programa de Educação Física dos últimos quatro anos do Ensino Fundamental. No Ensino médio a Educação Física deve apresentar características próprias e inovadoras, que considerem a nova fase cognitiva e afetivo-social atingida pelos adolescentes. Tal dever não implica em perder de vista a finalidade de integrar o aluno na cultura corporal de movimento. Pelo contrário, no Ensino Médio pode-se proporcionar ao aluno o usufruto da cultura, por meio das práticas que ele identifique como significativas para si próprio. Por outro lado, o desenvolvimento do pensamento lógico e abstrato, a capacidade de análise e de crítica já presentes nessa faixa etária permitem uma abordagem mais complexa de aspectos teóricos (aspectos socioculturais e biológicos), requisito indispensável para a formação do cidadão capaz de usufruir, de maneira plena e autônoma, a cultura corporal de movimento. A aquisição de tal conjunto de conhecimentos deverá ocorrer na vivência de atividades corporais com objetivos vinculados ao lazer, saúde/bem-estar e competição esportiva. (p. 76)
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NARRANDO EXPERIÊNCIAS COM A EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

NARRANDO EXPERIÊNCIAS COM A EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Logo de início, percebemos que muitas das concepções equivocadas, men- cionadas anteriormente neste texto, estavam presentes nessa escola. Para come- çar, o espaço oferecido para a Educação Física foi o momento de parque das crian- ças, ou seja, os estagiários poderiam fazer um trabalho corporal com as crianças quando elas estivessem no horário de parque. Devido à elevada quantidade de turmas da escola, as professoras tiveram de fazer um acordo para definição de quais turmas seriam contempladas pela Educação Física no parque (ou seria o “parque da Educação Física?”). Definiram, então, que as turmas de pré, de 6 anos de idade (os mais “velhos” da escola) seriam as escolhidas, já que era o último ano dessas turmas na escola. Poderíamos pensar também que essa escolha estava associada a uma idéia de preparação para a 1 ª série. Nesse caso, acentua-se uma visão de Educação
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A educação física escolar na Revista de Educação Física (1932-1952): apropriações de Rousseau, Claparède e Dewey

A educação física escolar na Revista de Educação Física (1932-1952): apropriações de Rousseau, Claparède e Dewey

Ferreira Neto (1999) afirma que as informações a respeito da formação das turmas do Centro Militar são desencontradas, pois há uma espécie de relatório gráfico dos efetivos e resultados obtidos pelo Centro, demonstrando que, no ano de 1930, foram matriculados, numa primeira turma, 58 alunos, dos quais 31 obtiveram aprovação, 12 foram reprovados e os 15 restantes aparecem como “alunos desligados por diversos motivos”. Numa segunda turma, constam 48 alunos matriculados e 48 “alunos desligados por diversos motivos”. O autor ressalta que, considerando a ocorrência da “Revolução” de 1930, pode-se supor que o desencontro de informações pode ser devido à suspensão dos trabalhos, como indica a correspondência entre o número de matriculados e desligados da segunda turma. Segundo Ferreira Neto, Molina esclarece essa dúvida em um artigo publicado em 1935, intitulado A escola de educação física do exército: sua atuação em prol da educação física nacional (n. 25), ao salientar que, em 1930, dois cursos foram realizados, um foi concluído e o outro foi interrompido devido aos acontecimentos de outubro.
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Perspetivas de Investigação no Ensino da Educação Física: O exemplo do Estágio Pedagógico do Curso de Mestrado em

Perspetivas de Investigação no Ensino da Educação Física: O exemplo do Estágio Pedagógico do Curso de Mestrado em

A investigação desenvolvida no âmbito do Estágio Pedagógico em Educação Física no âmbito do Mestrado em Ensino de Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário, da Universidade da Madeira tem percorrido, fundamentalmente, duas avenidas. A primeira centrada na recolha de informação de carácter descritivo com o objetivo de (re)olhar a Educação Física como uma estratégia de desenvolvimento pessoal, assim como de saúde pública. A segunda avenida de investigação diz respeito ao estudo de abordagens alternativas ao Ensino da Educação Física em contexto de aula, com o objetivo de termos alunos mais competentes, mais entusiasmados e mais conhecedores. Ambas as avenidas procuram formar alunos com capacidades, conhecimentos, atitudes e skills para serem ativos ao longo da vida.
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REFLEXÕES SOBRE A EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA – A CARTA DE BELO HORIZONTE

REFLEXÕES SOBRE A EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA – A CARTA DE BELO HORIZONTE

Muitas sugestões contidas na carta parecem ter sido acatadas, pois hoje as vemos amplamente concretizadas. Um bom exemplo é o da ampliação do inter- câmbio internacional pelo “movimento dos países de língua portuguesa na área da educação física e das ciências do desporto”, com seus oito congressos já realizados e um amplo intercâmbio na qualificação de professores. No que concerne à infor- mação e documentação, destacam-se a criação do Sistema Brasileiro de Informa- ção e Documentação (Sibradid) e do Centro Esportivo Virtual (CEV). Confirma- ram-se também o desenvolvimento da pesquisa, a expansão e o aprimoramento qualitativo da pós-graduação e uma maior representatividade estudantil. Em ou- tros campos, avanços não são tão visíveis, como a ampliação do acesso à educa- ção física aos grupos excluídos, investimentos na educação física na escola pública, aplicação de recursos em infra-estrutura desportiva para uso da população em geral, formação generalista unicamente em licenciatura plena, criação de mecanis- mos de controle dos interesses das empresas privadas (e sua preocupação única com os lucros), controle da administração da educação física e dos desportos por profissionais da área.
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A inclusão dos alunos com deficiência sensoriais e não sensoriais nas aulas de Educação Física de Ponta Porã e a abordagem dos professores

A inclusão dos alunos com deficiência sensoriais e não sensoriais nas aulas de Educação Física de Ponta Porã e a abordagem dos professores

Segundo a autora citada, nesse período a indicação para a Educação Física Adaptada se baseava em um exame completo realizado por um médico que determinava se o estudante devia participar do programa normal ou do corretivo. As aulas corretivas consistiam basicamente de atividades limitadas, restritas ou modificadas, relacionadas a problemas de saúde, postura ou aptidão física. Em muitas escolas, os alunos eram dispensados da Educação Física; em outras, o professor normalmente trabalhava em várias sessões diárias de Educação Física normal. Os líderes da Educação Física corretiva continuavam tendo sólida formação em medicina ou fisioterapia. WINNICK (2004).
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Trajetória docente em educação física: percursos formativos e profissionais.

Trajetória docente em educação física: percursos formativos e profissionais.

O professor B se formou em 1974 e concluiu o cur- so de especialização em Voleibol em 1975, também em instituição privada do Estado de São Paulo, vindo para Santa Catarina em 1976, porque naquela época seu Estado natal estava saturado de professores da área e, ao contrário, não havia turmas de Educação Física formadas em Santa Catarina. Em sua narrativa, decla- ra que ele foi um dos “pioneiros, tanto para o esporte [...] quanto para desenvolver atividades de Educação Física no estado” (Professor B). Todavia, é importante ressaltar que o curso de especialização realizado pelo professor B não lhe serviu como possibilidade de acesso nos planos de cargos e salários do magistério estadual. Nesse caso, visualiza-se em sua transcrição funcional que ele ainda se encontra no último nível (nove) e na última letra (G) de professor licenciado. Como complementação ao seu percurso formativo, o professor participou de vários cursos de aperfeiçoamento (congressos, simpósios, palestras), em sua maioria por conta própria, airmando que recebeu pouco auxílio da Secretaria Estadual de Educação, principalmente nos últimos 10 anos. Todavia, orgulha-se por ser convidado por pessoas conhecidas para ministrar cursos referentes a regras esportivas para professores de Educação Física e por compartilhar com seus pares o que ele aprendeu nesses anos de arbitragem e de docência escolar.
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A IMPORTÂNCIA DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO INFANTIL

Este estudo caracteriza-se com de revisão bibliográfica, tendo como principal base metodológica deste estudo segue uma abordagem qualitativa, apoiada na teoria a fenomenologia é essencialmente descritiva. A maior parte do material coletado para esta pesquisa foi retirada dos bancos de dados virtuais Scielo e Google acadêmico, utilizando como principais termos de pesquisa Educação Física, Ensino Infantil, escola e Lei de Diretrizes e Base (LDB).

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In corpore sano: os militares e a introdução da educação física no Brasil

In corpore sano: os militares e a introdução da educação física no Brasil

“Do que tenho observado, um dos erros mais graves, na organização da ENEFD, foi a sua subordinação integral ao padrão militar da Escola de Educação Física do Exército. (...) E a ENEFD tem que ser, por força, diferente da EsEFEx. Embora aproveitando-lhe a experiência, não pode copiar-lhe a organização. (...) A disciplina civil é diversa da disciplina militar, e dos estudantes e professores civis tudo se pode obter, em matéria de hierarquia e cooperação, de comportamento e trabalho, sem apelar para as rígidas fórmulas disciplinares da caserna. Acredito que haveria de ser utilíssimo à Escola uma modificação dos seus trabalhos nesse sentido: 1º) Substituindo a disciplina militar pela disciplina civil; 2º) Adaptando a Escola ao regime da administração civil, desprezando o modelo militar naquilo que ele tem de peculiar e inadequado; 3º) dar à ENEFD um caráter particular [leia- se: civil], de acordo com os resultados da experiência e da observação, libertando-a da imitação servil do padrão do Exercito”. 14
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DE CÁRATER AMPLIADO DA UFBA: A PRÁTICA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA III E O TRATO COM O CONHECIMENTO POLÍTICAS PÚBLICAS/MEGAEVENTOS

FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DE CÁRATER AMPLIADO DA UFBA: A PRÁTICA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA III E O TRATO COM O CONHECIMENTO POLÍTICAS PÚBLICAS/MEGAEVENTOS

Para tratar da problemática, nos apropriamos do materialismo histórico- -dialético, enquanto teoria do conhecimento. As fontes utilizadas para a realização da pesquisa foram: Projeto Pedagógico do curso, minuta do Eixo Práxis Pedagógica, Programa e Plano de Aula da disciplina Prática do Ensino de Educação Física III, Semi- nário sobre “Políticas Públicas, Projetos e Programas de Governo e Possibilidades de Trabalho Pedagógico – Competências Globais e Habilidades Adquiridas”, Relatório da disciplina Estágio Docente Orientado (vinculada ao Programa de Pós-graduação em Educação da UFBA) e relatórios produzidos pelos estudantes.
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S.O.S. – EDUCAÇÃO FÍSICA

S.O.S. – EDUCAÇÃO FÍSICA

A busca de uma cientificidade mobilizou as forças intelectuais daqueles que viam na construção de uma epistemologia própria o passo decisivo, que garantiria o reconhecimento pleno da educação física no concerto das demais ciências. O obje- to específico sobre o qual surgiriam as teorias científicas seria o movimento. Daí, Ciência ou Ciências do Movimento Humano. O grande desafio, o movimento hu- mano, deveria ser tratado como um fato físico ou como um fato humano? Caso seja um fenômeno físico, a física atual daria conta do recado? Mas se estamos diante de um fenômeno humano, seria necessário desenvolver uma nova epistemologia. Então, como fazer para que o movimento mecânico e o movimento vivo possam fundir-se num único fenômeno? Isto é, o movimento humano. Aqui está, no meu entender, o nó górdio da questão epistêmica. Informações para isso já existem. Não vou me delongar sobre a questão, mas não posso me furtar de citar as possí- veis contribuições de Humberto Maturana, Grégory Bateson ou António Damásio. No centro dessa epistemologia, certamente, está o conceito de autopoiesis.
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Educação física e esportes para alunos com deficiência visual

Educação física e esportes para alunos com deficiência visual

nestas reflexões, o professor de Educação Física poderá conhecer as necessidades, os interesses e as possibilidades de cada aluno e de cada grupo a ser trabalhado por ele. Existem uma infinidade de fatores que influenciam na aprendizagem dos alunos deficientes, entre elas, as características das respostas motoras, o sujeito que aprende, a aprendizagem prévia, o conteúdo da aprendizagem e as estratégias de ação. Não existe nenhum método, ideal ou perfeito, da educação física que se aplique no processo de inclusão, porque o professor sabe e pode combinar numerosos procedimentos para remover barreiras e promover a aprendizagem dos seus alunos.
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Repositório Institucional UFC: A biotecnologia na educação física e sociedade pós-moderna

Repositório Institucional UFC: A biotecnologia na educação física e sociedade pós-moderna

Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade Federal do Ceará, Instituto de Educação Física e Esportes, Curso de Educação Física, Fortaleza, 2017. Orientação: Profa.[r]

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Lutas de representações sobre o desenvolvimento de uma prática: a educação física escolar brasileira em revista (1976-1979).

Lutas de representações sobre o desenvolvimento de uma prática: a educação física escolar brasileira em revista (1976-1979).

Os fragmentos expostos reforçam a afirmação de que a Revista de Educação Física (1976-1979) não era um impresso monolítico. Esse periódico era, com efeito, um espaço aberto para a exposição e o debate de ideias, as quais, no que diz respeito ao tema “Fundamentos pedagógicos da Educação Física”, na maioria dos casos, manifestavam posições antagônicas às defendidas pelo regime militar. Se, em Tubino (1976), observamos uma análise mais geral das ações oficiais tomadas na área de educação física e esportes, em outras publicações, percebemos apreciações mais específicas. A próxima citação, trecho de um artigo publicado por Jayr Jordão Ramos – vice-presidente da Fédération Internationale d’Education Physique (FIEP) –, tece considerações sobre a Teoria da Pirâmide Esportiva – fundamento central da concepção de educação física escolar defendida na “Política” e no “Plano Nacional de Educação Física e Desportos”:
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O currículo da rede pública estadual paulista e a proposta de sistematização de conteúdos temáticos por professores-pesquisadores de educação física

O currículo da rede pública estadual paulista e a proposta de sistematização de conteúdos temáticos por professores-pesquisadores de educação física

Percorrendo a trilha da investigação na ação, nós professores-pesquisadores em educação física escolar, nos propomos a estudar o currículo da Educação Física do Estado de São Paulo (CEF-SP) (SÃO PAULO, 2008, 2009, 2011), pois alguns professores vinculados a esse grupo vivenciaram e vivenciam o cotidiano do trabalho escolar enquanto professores da rede pública estadual. Concomitantemente a esse processo, outros professores desse mesmo grupo já utilizavam a proposta de sistematização de conteúdos por blocos temáticos elaborados por Sanches Neto e Betti (2008), nos propomos a analisar as aproximações e divergências entre a sistematização de conteúdos por meio de análise documental e bibliográfica.
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Esporte no contexto escolar: estudo do perfil dos professores de educação física qua atuam como técnicos nas olimpíadas estudantis no município de São Paulo

Esporte no contexto escolar: estudo do perfil dos professores de educação física qua atuam como técnicos nas olimpíadas estudantis no município de São Paulo

Este estudo objetivou estabelecer relações e compreender se há coerência entre o perfil de formação curricular e concepção esportiva dos professores-técnicos finalistas das Olimpíadas Estudantis (OE) do município de São Paulo em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), que orientam as Instituições de Ensino Superior (IES) a definirem o perfil de formação do curso de licenciatura em Educação Física baseado nas Resoluções CNE/CP n. 01 e 02/02, Lei de Diretrizes e Bases (LDB), Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e Programa Mais Educação, e de forma simultânea, a relação entre o perfil dos professores- técnicos com o esporte escolar de rendimento promovido pelas OE e Programa Atleta na Escola, conforme a regulamentação do Decreto n. 7.984/13. A metodologia utilizada fundamenta-se na pesquisa qualitativa, sendo dividida em duas etapas: I) fase exploratória: utilização de fontes documentais e revisão bibliográfica; II) fase descritiva: caracterização do perfil de formação curricular e descrição do perfil da concepção esportiva dos professores- técnicos, utilizando como instrumento de investigação o questionário semiestruturado e como técnica a análise do conteúdo. Diante dos objetivos apresentados, constatou-se que o perfil estudado possui formação curricular predominante das Resoluções CFE n. 69/69 e 03/87, com exceção de quatro participantes formados sob a vigência das atuais DCNs com a formação de bacharelado subsequente à licenciatura. O perfil de formação curricular dos professores- técnicos se aproxima das características do currículo tradicional-esportivo. Conclui-se que o perfil de formação e concepção esportiva predominante dos professores-técnicos das OE está coerente com os objetivos do Ministério do Esporte em promover o esporte escolar, detectar talentos e formá-los esportivamente através dos Jogos Escolares e Programa Atleta na Escola, conforme a regulamentação do Decreto n. 7.984/13, e ao mesmo tempo, está incoerente com a LDB, os PCNs, o Programa Mais Educação e as DCNs (Resoluções CNE/CP n. 01 e 02/02) que orientam as IES a definirem o perfil de formação do curso de licenciatura em Educação Física.
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A educação física na diversidade da cultura corporal de movimento: os desafios da educação contemporânea

A educação física na diversidade da cultura corporal de movimento: os desafios da educação contemporânea

0324 - A EDUCAÇÃO FÍSICA NA DIVERSIDADE DA CULTURA CORPORAL DE MOVIMENTO: OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA - Carla Letícia Pina (Faculdade de Ciências e Tecnologia, Unesp, Presidente Prudente), Edson Fernandes Filho (Faculdade de Ciências e Tecnologia, Unesp, Presidente Prudente), Denise Ivana de Paula Albuquerque (Faculdade de Ciências e Tecnologia, Unesp, Presidente Prudente) - pina.leticia@hotmail.com.

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A revista brasileira de educação física e desportos e a experiência cotidiana de professores da rede municipal de ensino de Curitiba: entre adesão e a resistência.

A revista brasileira de educação física e desportos e a experiência cotidiana de professores da rede municipal de ensino de Curitiba: entre adesão e a resistência.

desenvolvidos, mais especificamente, dos Estados Unidos. Como fonte privilegia a Revista Brasileira de Educação Física e Desportos, publicada pela Divisão de Edu- cação Física do MEC, os Programas de Educação Física da Prefeitura Municipal de Curitiba, de 1972 a 1983, e os depoimentos de professores atuantes na Rede Municipal de Ensino de Curitiba naqueles anos. Con- clui que as ideias correntes de transplante cultural desconsidera a experiência singular capa/ de reapropriar os mais diversos códi- gos, ao manifestar uma tensão entre a tradi- ção e a renovação da Educação Física esco- lar brasileira e entre a história de vida e a história profissional dos professores. Apoi- ada na análise sobre o campo da história das disciplinas escolares e tendo como
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A importância das aulas inclusivas de Educação Física para os portadores de deficiência

A importância das aulas inclusivas de Educação Física para os portadores de deficiência

Por meio da investigação da produção científica a respeito da inclusão e das contribuições da Educação Física como disciplina comprometida socialmente, busca-se investigar as atuais contribuições do profissional dessa área. O levantamento bibliográfico foi realizado em bases de dados disponíveis via internet. Restringimos o período de levantamento bibliográfico dos livros, das dissertações, das teses e dos artigos em periódicos de 1990 a 2005. Dessa forma, a base desta pesquisa consistiu no estudo de livros, de artigos especializados, de dissertações e de teses, o que possibilitou o acesso e a manipulação de informações relevantes para a reflexão sobre as relações entre inclusão, deficiência física e Educação Física escolar adaptada. Concluímos portanto que é fundamental entender que o que vai dar qualidade e promover cada processo de inclusão é o esforço coletivo em refletir bastante e profundamente, propor e apoiar idéias inclusivas e ter coragem de colocá-las em prática, assumindo os riscos de errar, mas tendo sempre a disposição de aprender com os erros, e a partir daí criar novas práticas.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO ARTHUR GUILHERME SILVA PEREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO ARTHUR GUILHERME SILVA PEREIRA

No Brasil, o ensino básico é obrigatório às pessoas de 4 a 17 anos, organizadas no ensino infantil, fundamental e médio. No caso de universitários, o tempo aproximado de estudo é de 17 anos. Levando em consideração que a posição utilizada para se estudar, percebe-se que se trata de um Comportamento Sedentário. Dessa forma, o objetivo desse estudo é analisar o estilo de vida e o tempo em comportamento sedentário de universitários do curso de Educação Física da Universidade Federal do Ceará. Trata-se de um estudo transversal, em que coube ao participante responder a dois questionários: QSB (comportamento sedentário) e FANTASTICO (estilo de vida). Com uma amostra total de 155 pessoas, a idade média foi de 21,84 ± 3,5 anos. Quanto ao estilo de vida dos universitários, mensurado por meio do questionário FANTASTICO, obteve-se maior prevalência na classificação “Muito Bom” (49,0%). O tempo despendido em comportamento sedentário foi de 3,26 ± 1,52 horas dia, elevando-se para 6,58 ± 2,98 h/d no final de semana (p = 0,000). Apesar de não haver diferença significativa entre associação da classificação do estilo de vida nas diversas condições de período em CS, a classificação “Excelente” obteve menor tempo gasto em CS e a pior classificação (Regular) obteve maior média de tempo durante a semana (2,59 ± 1,65 vs 3,77 ± 1,66). Contudo, pode-se concluir que os acadêmicos do curso de Educação Física vinculados ao Instituto de Educação Física e Esportes da Universidade Federal do Ceará possuem baixo tempo em comportamento sedentário, assim como possuem um estilo de vida satisfatório. E, apesar de não existir associação significativa, pessoas com menor tempo em comportamento sedentário possuem melhor status no estilo de vida.
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