Educação inclusiva

Top PDF Educação inclusiva:

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA UNIVERSIDADE

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA UNIVERSIDADE

A Universidade, particularmente no contexto moçambicano, tem pela frente um grande desafio, no que concerne à “Educação Inclusiva”. No presente texto, o autor procura realizar uma aproximação deste conceito, perspetivando-o no quadro do ensino superior moçambicano. O conceito de “educação inclusiva” assume, de acordo com o quadro de leitura convocado, significados próprios e distintos, particularmente quando o fazemos a partir de um determinado contexto singular. É o caso do contexto moçambicano, onde ainda estamos a dar os primeiros passos para promover uma autêntica e genuína educação inclusiva, desde o ensino básico, passando pelo ensino secundário e culminando no ensino superior. Nota-se, apesar dos esforços que algumas instituições de ensino estão a realizar, que esta filosofia ainda não é uma realidade próxima das nossas práticas educativas. A proposta que trazemos, para debater neste Seminário, parte de um significado muito próprio: falar de educação inclusiva é falar de uma formação integral e holística, onde todos os aprendentes (seja de que nível de ensino se encontrem) possam ver garantidas as condições de um processo de aprendizagem de qualidade. Por conseguinte, a Educação Inclusiva, na nossa perspetiva, privilegia um significado integrador, onde não se trata, apenas, de dar condições especiais a alguns estudantes (como por exemplo, os que se enquadram nas “Necessidades Educativas Especiais”), mas de proporcionar a todos, sem exceção, boas vivências escolares e usufruir de condições ecológicas e estratégias pedagógicas adequadas, para além de um clima favorável à apropriação de valores éticos e cívicos. Assim, neste texto, procuramos dar alguns exemplos do modo como a Universidade Católica de Moçambique está a promover uma educação inclusiva, a partir da definição de algumas políticas (transição
Mostrar mais

23 Ler mais

Concepções de estudantes de pedagogia sobre educação inclusiva e educação especial e suas atitudes sociais em relação à inclusão

Concepções de estudantes de pedagogia sobre educação inclusiva e educação especial e suas atitudes sociais em relação à inclusão

ano. Os escores dos estudantes do 4º ano referentes à concepção de Educação Inclusiva como sinonímia da expressão inclusão escolar e de Educação Especial como modalidade educacional excludente foram significativamente maiores ao final dos aprofundamentos que no início. Diferentemente, os escores desse grupo referentes à concepção de Educação Inclusiva como sinonímia da expressão educação de qualidade foram significativamente maiores no início dos aprofundamentos que ao final. Quanto às atitudes sociais em relação à Inclusão, verificamos que os estudantes do 4º ano não apresentaram atitudes sociais em relação à Inclusão significativamente diferentes no início e ao final dos aprofundamentos. Somente no grupo de estudantes do 4º ano foi encontrada correlação estatisticamente significante entre a concepção de Educação Inclusiva como sinonímia da expressão inclusão escolar de pessoas com deficiência e a concepção de Educação Especial como modalidade educacional específica, assim como entre a concepção de Educação Inclusiva como sinonímia da expressão educação de qualidade e a concepção de Educação Especial como modalidade de ensino transversal. O conhecimento apresentado pelos docentes do curso de Pedagogia da UNESP de Marília mediante a matriz curricular parece exercer algum efeito nas concepções dos estudantes sobre Educação Inclusiva e Educação Especial, bem como em suas atitudes sociais em relação à Inclusão.
Mostrar mais

127 Ler mais

EQUOTERAPIA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM NOVO OLHAR PEDAGÓGICO

EQUOTERAPIA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM NOVO OLHAR PEDAGÓGICO

A educação inclusiva é importante para os educadores, pois além de criar. 271 [r]

23 Ler mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, SALA DE RECURSOS E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS: A TRÍADE DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, SALA DE RECURSOS E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS: A TRÍADE DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Segundo Zerbato et al. (2013), além dos documentos já citados, como as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica de 2001 (BRASIL, 2001), o Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade, criado pelo MEC em 2003 (BRASIL, 2003,) e o Decreto nº 6.094/2007 (BRASIL, 2007) para implementação do Plano de Desenvolvimento da Educação, que estabelece o Compromisso Todos pela Educação, ajudaram no fortalecimento de políticas educacionais para a inclusão escolar e implicam a concordância de matrículas de alunos com deficiência nas escolas regulares.
Mostrar mais

15 Ler mais

Geografia e Educação Inclusiva

Geografia e Educação Inclusiva

2) Conhecer os diferentes graus de deficiência visual: este ponto é importante na produção de material, pois facilita na escolha de produtos, cores, sobreposições, texturas, sons, dimensões, quantidade de informações etc, além de se pensar também qual(is) sentido(s) (sonoro, olfativo, tátil) será(ão) mais ativado(s) com a aplicação do material. 3) Abordagem multidisciplinar: é de fundamental importância que o material a ser produzido (desde que se conheça os graus de deficiência dos alunos a que se destinam) facilite a relação com várias áreas do conhecimento, relacionando-as e favorecendo o levantamento de questões, a fim de se ter uma visão mais completa dos processos que atuam na produção do espaço geográfico, despertando o interesse dos alunos pela geografia. 4) Elaboração e aplicação dos materiais numa perspectiva de educação inclusiva: é preciso que os materiais didáticos sejam pensados e aplicados de forma conjunta com os conteúdos do currículo, complementando-os e facilitando o interesse e a compreensão dos mesmos, a fim de favorecer o raciocínio reflexivo, o levantamento de indagações e o estabelecimento de relações e possibilidades por parte dos alunos, pilares de uma educação inclusiva.
Mostrar mais

5 Ler mais

A pessoa com espectro autista e o direito à educação inclusiva  Glauber Salomao Leite, Carolina Valença Ferraz

A pessoa com espectro autista e o direito à educação inclusiva Glauber Salomao Leite, Carolina Valença Ferraz

A questão central, como se percebe, é que a pessoa com espectro autista tem assegurado o direito à educação inclusiva, que significa na prática o acesso pleno à educação nos mesmos moldes assegurados às outras pessoas. E, mais importante, com base no modelo social de deficiência adotado pela legislação brasileira, o indivíduo autista terá a sua individualidade respeitada, com todas as suas peculiaridades, atributos e eventuais limitações, devendo as alterações necessárias para a sua integração ser promovidas no meio, na escola. Muda a escola para permitir que esse aluno possa exercer plenamente o direito fundamental à educação, através da adaptação curricular, incorporação da figura do acompanhantes pedagógico, adoção de novas técnicas e de novos recursos educacionais, a fim de promover a sua integração na escola regular, juntamente dos demais alunos, apesar das suas particularidades. E, principalmente, é essencial observar que tais adaptações, modificações na escola, de modo a torná-la realmente acessível a todos, decorre de imposição expressa da legislação nacional, sendo, assim, um direito positivado, garantido a todas as pessoas com deficiência e ao indivíduo autista em particular e, por conseguinte, é um dever jurídico do estabelecimento de ensino, passível de sanção caso seja descumprido. Foi-se o tempo, portanto, em que tais modificações eram fruto de mera concessão, de simples liberalidade.
Mostrar mais

22 Ler mais

Educação inclusiva: as implicações das traduções e das interpretações da Declaração de Salamanca no Brasil.

Educação inclusiva: as implicações das traduções e das interpretações da Declaração de Salamanca no Brasil.

A análise preliminar confirmou a historicidade dos documentos supracitados pelo contexto histórico que os eliciava, ou seja, todos foram produzidos após os anos 1990, época que congregou o prenúncio de diversos movimentos em prol da educação inclusiva. Entretanto, a primeira versão encerrava um caráter semântico ampliado, no que tange o público da educação inclusiva, ou seja, a educação para todos e a escola comum como responsável maior por esta. De modo diferente, a versão da Declaração de Salamanca, disponível hoje na internet, alia a educação inclusiva à Educação Especial, isto é, a educação inclusiva é pontuada como “tarefa” quase exclusiva da e para a Educação Especial e seu público-alvo, atualmente designado na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008).
Mostrar mais

21 Ler mais

Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: organização e oferta do atendimento educacional especializado

Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: organização e oferta do atendimento educacional especializado

Os últimos anos testemunham o avanço expressivo de políticas públicas que visam à garantia dos direitos sociais e educacionais de pessoas com deficiências e outras condições atípicas do desenvolvimento. A deliberação da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, a partir de 2008, confirma essas tendências, especialmente por evidenciar entre suas orientações: os referenciais nacionais para a construção de sistemas educacionais e a organização de escolas inclusivas; o público-alvo da Educação Especial; a inclusão em todos os níveis de ensino – da educação infantil ao ensino superior; o atendimento educacional especializado – em salas de recursos multifuncionais – SRM; o perfil dos docentes para atuar neste serviço e suas atribuições (BRASIL, 2008).
Mostrar mais

5 Ler mais

Educação Inclusiva e Educação Profissional

Educação Inclusiva e Educação Profissional

A partir do Gráfico 1 nota-se que a temática Políticas Públicas apresenta maior quantitativo de dissertações (34%). Essa produção pode estar relacionada ao período da investigação (2008-2018), período e que esse envolve a criação dos IFs, sua consolidação e a estruturação de suas políticas de inclusão. Além disso, envolve também um recorte temporal de amplitude nacional, pois abarca a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência nº 13.146 de 2015 (BRASIL, 2015). Outra questão a ser destacada é a baixa produção de pesquisas sobre a Formação de Professores para a Educação Inclusiva na Rede Federal (11%). Ao investigar essa temática, Pereira (2020), em seu trabalho de mestrado, destaca que a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica alcança de seus 110 anos, mas apenas nos últimos 19 anos aconteceram as primeiras discussões a respeito da inclusão do público-alvo da educação especial nas instituições dessa rede o que afetou consideravelmente a formação de seus professores da RFEPT.
Mostrar mais

12 Ler mais

Tecnologias assistivas na educação inclusiva

Tecnologias assistivas na educação inclusiva

cenário é possível observar uma transformação gradual no contexto educacional dos alunos com deficiência (ASSIS; MARTINEZ, 2011). As tecnologias estão presentes nas mais variadas formas no cotidiano dos alunos, sejam eles sujeitos tidos como normais ou “especiais”. Entende-se então que estas ferramentas precisam também ser utilizadas como recursos de apoio na escola. Pois além de importantes são fundamentais para a melhoria do processo de aprendizado, principalmente no caso da educação inclusiva. Percebe-se que estes recursos, frequentemente, são muito usados pelos estudantes em suas casas, portanto, nada mais coerente que os introduzir no ambiente escolar como fator motivador para o aprendizado.
Mostrar mais

13 Ler mais

Educação inclusiva

Educação inclusiva

A primeira parte de livro discute o papel da Educação Especial dentro de uma abordagem inclusiva. Os autores dessa primeira seção do livro têm cuidado especial em definir e conceituar a terminologia utilizada nos capítulos que seguem. São pontuadas as diretrizes que regem a educação inclusiva e, principalmente, é abordada a questão do currículo dentro dessa abordagem.

2 Ler mais

Pedagogia, educação especial e educação inclusiva na UNESP: história e trajetória.

Pedagogia, educação especial e educação inclusiva na UNESP: história e trajetória.

Essa instituição pública de ensino superior, especiicamente o campus de Marília, visando reformular sua matriz curricular e se adequar à resolução de 15 de maio de 2006, promoveu entre os dias 12 e 14 de setembro de 2006 a XI Jornada Pedagógica: Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Nesse evento, houve cinco GTs para discutir uma possível reformulação das diretrizes e em todos eles houve a participação de um representante do Departamento de Educação Especial para suscitar o debate acerca da Educação Inclusiva e suas implicações no processo de formação do pedagogo. Além dessa participação geral, houve um GT especíico para discutir a “Implementação das políticas de Educação Inclusiva na formação do pedagogo”. Nesse grupo, discutiu-se também a confusão conceitual de Educação Inclusiva, uma vez que as diretrizes não observam e não reconhecem, como mostramos em parágrafos anteriores, “a diferença essencial que há entre a Educação Especial e outras ‘educações’, já que nela estamos lidando com alunos que não são apenas diferentes, mas deicientes” (Oliveira; Giroto; Poker, 2006, p. 25). 8
Mostrar mais

26 Ler mais

Educação inclusiva na educação infantil

Educação inclusiva na educação infantil

Resumo: Este artigo tem como objetivo desencadear uma reflexão sobre a educação inclusiva na educação infantil, considerando a educação inclusiva como um modelo educacional referendado por políticas públicas, no entanto ainda distante da realidade escolar. A reflexão é no sentido de pensar nas mudanças necessárias desde a educação infantil, por ser esta a primeira etapa da educação básica e período crítico no processo de desenvolvimento e aprendizagem de crianças com deficiência. A construção da escola inclusiva desde a educação infantil implica em pensar em seus espaços, tempos, profissionais, recursos pedagógicos etc., voltados para a possibilidade de acesso, permanência e desenvolvimento pleno também de alunos com deficiências, alunos esses que, em virtude de suas particularidades, apresentam necessidades educacionais que são especiais. O texto aborda, entre outros aspectos, a necessidade de se repensar a prática pedagógica como elemento fundamental de inclusão escolar na educação infantil. A prática pedagógica inclusiva deverá se constituir pela junção do conhecimento adquirido pelo professor ao longo de sua trajetória e da disponibilidade em buscar novas formas de fazer considerando a diversidade dos alunos e as suas características individuais.
Mostrar mais

15 Ler mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E REDES DE APOIO: REFLEXÕES A PARTIR DE UMA REALIDADE ESCOLAR

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E REDES DE APOIO: REFLEXÕES A PARTIR DE UMA REALIDADE ESCOLAR

Para tanto, a Lei nº 9.394, de 1996, estabelece, no seu artigo 59, que os sistemas de ensino devem assegurar as/aos alunas/os com deficiências “currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender as suas necessi- dades”, bem como, “professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns” (BRASIL, 1996). A Política Nacional de Educação Espe- cial na Perspectiva da Educação Inclusiva defende que a educação para pessoas com deficiência “[...] constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis [...]” (BRASIL, 2008, p. 5).
Mostrar mais

11 Ler mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM UM MUNICÍPIO DE MATO GROSSO DO SUL

EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM UM MUNICÍPIO DE MATO GROSSO DO SUL

C om a Constituição Federal de 1988 e, especificamente, a aprovação da Emenda Constitucional nº 14, de 1996, a or- ganização da política educacional brasileira, normatizada pela Lei de Diretrizes e Bases (Lei 9.394/96), passa a obedecer a uma ordem em que parte de suas ações é gerida pelo poder local/municipal. Nessa es- trutura, os municípios devem organizar seus sistemas de ensino e atuar prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil (art. 2º). Vieira et al. (2013, p. 10) entendem que o conceito de poder local, sob uma perspectiva progressista, apresentaria um potencial “de intervenção positiva dos principais interessados nos destinos da vida pública”, mas, também, o conceito é associado historicamente a “atraso político e prá- ticas conservadoras, por excelência, que inibem o avanço desta mesma vida pública” (VIEIRA et al., 2013, p. 11). Considerando possíveis pa- radoxos existentes na ação do poder local, o fato é que sob essa esfera, projetos e programas são implementados e tal implementação sempre envolve decisões.
Mostrar mais

15 Ler mais

 Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade: Uma Análise no Município-Pólo de Maringá, PR

Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade: Uma Análise no Município-Pólo de Maringá, PR

- QUESTIONAMENTO: A gente tem uma preocupação com os distúrbios específicos. Esses distúrbios vão ser atendidos aonde? R: Veja, o MEC tem um posicionamento de que eles vão ser atendidos no ensino comum, mas veja, eu quero dizer pra vocês que no Paraná, o estado do Paraná os atende nas salas de recurso e eu diria pra você que nós continuaríamos atendendo nas salas de recurso até que a gente tenha amadurecido um pouco mais esse processo e consiga dar com mais qualidade a resposta pra esse heterogêneo dos alunos. Mas eu insisto, mas eu não to dizendo que o MEC não ta certo, entendeu? Eu to dizendo que nós ainda não temos fôlego pra dar essa resposta no ensino comum, mas devemos ir trabalhando nesse sentido, só que repito, isso é um processo, professora. Hoje se você simplesmente disser a educação especial não atende mais, você abandona o aluno à própria sorte? Não. A escola deve ser igual ta sendo a nossa proposta: dialogar o ensino fundamental e o ensino médio pra que eles cada vez mais vão tomando pé daquilo que é da sua competência, mas nós, e vai haver um momento que talvez nós vamos ter que fazer juntos um pouco... é igual você pegar a criança que ta começando a andar, você dá a mão e vai com ela um pouquinho até que você solta mão e ela segue sozinha. É mais ou menos isso, por quê? Porque, gente, vocês imaginem, eu exemplifico pra vocês, nós temos uma rede de 2126 escolas públicas estaduais do regular; nós temos 1.250.000 alunos; esse heterogêneo dentro desse universo é algo extraordinário e nós temos uma cobertura de 98% dos alunos dentro da escola. Então, cada vez mais a gente vai aprofundando e amadurecendo nessa resposta que nós damos. Por hora nós estamos dando essa resposta, porque como eu disse pra vocês o aluno ta crescendo e ele não pode esperar a discussão filosófica, o tempo dele passa e nós estamos respondendo, mas a ideia é que o ensino regular se organize pra fazer isso, né, é nesse sentido que a gente tem perspectiva da política.
Mostrar mais

90 Ler mais

Formação docente e educação inclusiva.

Formação docente e educação inclusiva.

Os objetivos da educação formal situam-se para além dos conteúdos, na ordem de coisas que instaura as condições necessárias para se ter acesso ao saber e dele dispor de maneira satisfatória. Desse modo, o saber cede espaço ao conhecer, não como estado, porém como potencialidade humana, uma faculdade que proporciona ao homem tornar-se leitor do mundo. Não se con- funda esse leitor com o objeto de trabalho dos professores de línguas. Trata- se de um leitor que investiga, analisa, constrói hipóteses, avalia e transforma. Um sujeito que busca e elabora ferramentas materiais, sociais e intelectuais, e se projeta para o futuro, em busca de sua autonomia, sua emancipação. Para dar conta de seu próprio futuro, bem como de tudo mais que venha a desejar e conceber, até mesmo um texto, esse leitor necessita desenvolver a capaci- dade intelectual de ir além da percepção de mundo real, de ir ao encontro da abstração, seja como um devaneio lúdico, de onde possa experienciar o ima- ginário, seja como um planejamento formal, de onde surja o desenho de um ser possível mais adiante.
Mostrar mais

25 Ler mais

A política de educação especial no Brasil (1991-2011): uma análise da produção do GT15 - educação especial da ANPED.

A política de educação especial no Brasil (1991-2011): uma análise da produção do GT15 - educação especial da ANPED.

RESUMO: o presente artigo aborda a política nacional de Educação Especial, discutindo os principais referentes orientadores e normativos no período 1991-2011. Ao longo desses 20 anos a educação passou por um período de reformas. Na Educação Especial tais reformas alteraram sua de! nição, rede! niu-se o público a qual se destina esta modalidade e a sua organização no que se refere aos serviços. Procurou-se neste artigo apresentar e analisar as políticas e os programas que constituíram a área no período de! nido, com especial atenção para o Programa de implementação de salas de recursos, Programa Educação inclusiva: direito à diversidade e Programa Incluir. Foram abordadas a concepção de Educação Especial e os “serviços” correlatos. Na segunda parte do texto desenvolvemos análise da produção do Grupo de Trabalho - GT 15 – Educação Especial da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd acerca da temática política educacional nos seus vinte anos de existência. Detemo-nos na análise de vinte e nove trabalhos que tiveram como foco central a política educacional. Para efeito da análise, organizamos a produção em oito categorias: implementação, acesso e permanência, formação de professores, currículo, perspectiva inclusiva, estado e educação pro! ssional. O balanço de produção revelou a importância das pesquisas desenvolvidas no país e socializadas no âmbito da GT 15 da ANPEd para a compreensão das políticas de Educação Especial no Brasil no que se refere aos princípios e conceitos fundamentais, proposições e dinâmicas de implementação em redes estaduais e municipais de ensino.
Mostrar mais

19 Ler mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR E O TRABALHO DO NÚCLEO DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS- NAPNE, DA UTFPR, CÂMPUS PATO BRA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR E O TRABALHO DO NÚCLEO DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS- NAPNE, DA UTFPR, CÂMPUS PATO BRA

Resumo: Esta pesquisa, em andamento, tem por objetivo relatar vivências do trabalho realizado pelo Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas–NAPNE-PB, em consonância com as Políticas Públicas Nacionais de Inclusão para o Ensino Superior. Os NAPNEs foram implantados, no ano de 2005, pela Secretaria de educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) e a Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC) através Programa TEC NEP – Educação, Tecnologia e Profissionalização para pessoas com necessidades especiais na Rede Federal de Educação Tecnológica, com a finalidade de articular pessoas e desenvolver ações do programa no âmbito interno das Instituições Federais, para a criação de uma cultura da educação para a convivência, aceitação da diversidade, e principalmente buscar a quebra das barreiras arquitetônicas, educacionais e de atitude. A pesquisa de abordagem qualitativa conta com o procedimento documental e bibliográfico, sendo que este serviu de instrumento para uma revisão das principais legislações que nortearam a educação inclusiva no Ensino Superior e regem o trabalho do NAPNE na UTFPR, Câmpus Pato Branco. A importância da pesquisa deve-se, sobretudo, à necessidade de se conhecer e refletir sobre o trabalho realizado por este setor e contribuir para a sua estruturação, com o objetivo de auxiliar os coordenadores, os
Mostrar mais

19 Ler mais

Formação de pedagogos do CEADUDESC na perspectiva inclusiva

Formação de pedagogos do CEADUDESC na perspectiva inclusiva

Resumo: ​O trabalho consiste na análise dos Projetos Pedagógicos do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Centro de Educação a Distância - CEAD, da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, e busca verificar como a Universidade está preparando os futuros pedagogos para atuarem junto a alunos com deficiência. Diante do desafio de promover uma educação inclusiva torna-se fundamental a preparação adequada do educador desde sua formação inicial. O estudo caracteriza-se como uma pesquisa documental de análise quali-quantitativa. Pela análise do perfil do egresso, pode-se dizer que o curso não tem como objetivo explícito a formação do pedagogo na perspectiva educacional inclusiva. No entanto, foram identificadas nas matrizes curriculares, disciplinas que tratam sobre educação especial/inclusiva. Sendo essas disciplinas componentes obrigatórios para integralização do curso de Licenciatura em Pedagogia, elas proporcionam uma base ao futuro pedagogo. Observou-se ainda, em dois dos componentes curriculares do projeto atual, a articulação do conteúdo com a perspectiva inclusiva, constituindo dessa forma a educação especial como um
Mostrar mais

20 Ler mais

Show all 10000 documents...