Educação Infantil

Top PDF Educação Infantil:

A Avaliação na Educação Infantil

A Avaliação na Educação Infantil

• Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996), na seção II, em seu artigo 31, inciso I, Lei nº 12.796/2013, referente à Educação Infantil, "(...) a avaliação mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental" e ainda no inciso V, sobre o registro da avaliação, “expedição de

27 Ler mais

PRESSUPOSTOS EPISTEMOLÓGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUINDO O OBJETO DE INVESTIGAÇÃO

PRESSUPOSTOS EPISTEMOLÓGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUINDO O OBJETO DE INVESTIGAÇÃO

A partir dos gráficos acerca das produções acadêmicas, situados por regiões do Brasil se verifica que o maior número de produções em nível Stricto Sensu em educação a partir dos descritores pesquisados, são provenientes de instituições localizadas na região Sul do país. A partir da análise sobre as instituições de origem das produções referentes à região Sul, percebe- se o destaque da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e à Universidade Federal de Santa Maria. As duas universidades federais do Rio Grande do Sul que demonstraram em suas pesquisas à preocupação científica em processos relacionados à formação inicial docente, à educação infantil e estudos relacionados à sociologia da infância. Também registramos a importância dos resultados de pesquisas desenvolvidas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Federal da Bahia, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Universidade Estadual Paulista, Universidade Estadual de Campinas.
Mostrar mais

18 Ler mais

Os jogos e brincadeiras na educação infantil

Os jogos e brincadeiras na educação infantil

Para uma melhor adaptação do ensino, com o in- tuito de dar diretrizes e estabelecer parâmetros de qualidade para o atendimento educacional da pri- meira infância, o Ministério da Educação (MEC) criou, ao longo dos anos 1990 e 2000, vários do- cumentos, sendo um deles o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), que tem por objetivo expressar, a organização de um mate- rial, tanto pela linguagem adotada como pela estru- tura do material. A sugestão demonstrada expõe a marca da educação formal, pretendendo ter priorida- de à obtenção de conteúdos, determinando a valori- zação máxima da escrita e dos conteúdos escolares (ALVES, 2011).
Mostrar mais

6 Ler mais

A dimensão subjetiva do trabalho em Educação Infantil: o impacto da desvalorização nos sentidos constituídos pelos professores MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

A dimensão subjetiva do trabalho em Educação Infantil: o impacto da desvalorização nos sentidos constituídos pelos professores MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

R: Eu não acredito. Eu acho assim, que quem está na educação infantil por realização profissional, que vem realmente fazendo a diferença, eu me sinto assim, então, eu me valorizo. Porque eu acho que faço uma diferença muito grande, sabe... Eu acredito que o professor da educação infantil deveria ser melhor pago? Claro, quem não quer ganhar mais. Não que eu acho que... Lógico, se você me falar... Para ele ter mais formação, entendeu? Eu acho que ele deveria ser um professor que talvez conseguisse ficar, por exemplo, em uma escola só, vai, no meu caso, umas horas a mais para estudar, para desenvolver um melhor trabalho. Eu acho que isso, na educação infantil, se mudassem tudo e a gente pudesse realmente ter esse tempo maior de formação, claro que serial o ideal. Por que? Porque nós, como estamos formando a criança, esse serzinho que vem para nossas mãos tão indefeso e que precisa de toda uma bagagem do profissional para poder dar uma orientação mais adequada, entender não só o emocional, o psicológico, é trabalhar com esse afetivo, que a gente também sabe que com a correria, os pais acabam também não tendo esse lado com a criança, essa disponibilidade, tempo e acabam também descontando naquele pequeno ser todas as suas angústias do dia, eu acho que esse profissional valorizado, ele tem que ser mesmo. A sociedade está engatinhando. Existe realmente na literatura essa desqualificação, mas porque houve uma outra época, uma outra fase em que não havia tanta necessidade de a criança vir para essa escola, dessa criança vir para espaço para se formar. Eu acho que na minha época, lógico, nós tínhamos espaços de rua para interagir com os colegas mais velhos, nós tínhamos nossos irmãos mais experientes, os coleguinhas mais experientes que nos traziam a informação, que nos ajudavam. Tinha a brincadeira de rua, a liberdade, tinha mais autonomia de brincar e se cuidar, hoje, nós não temos mais. A sociedade mudou. Então, a gente precisa trabalhar com esses pais, mas é um momento da vivência que nós estamos acompanhando. Eu acho que daqui um tempo, essa literatura vai ser totalmente diferente, eu acho que vai chegar lá, vai estar ouvindo falar da importância, como eu te falei... a gente já está ouvindo falar muito disso.
Mostrar mais

178 Ler mais

EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE POR MEIO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA

EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE POR MEIO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA

Educação Infantil na cidade, dentre eles o Projeto de Formação do Educador Infantil de Belo Horizonte, através da parceria entre a Prefeitura de Belo Horizonte, Fundação Carlos Chagas, Instituto de Recursos Humanos João Pinheiro, Associação Movimento de Educação Popular Integral Englert. Esse projeto promoveu o Curso Regular para Qualificação Profissional do Educador Infantil de Creche, em nível de primeiro grau e integrado ao Curso Supletivo de Ensino Fundamental de quinta a oitava séries, habilitando setenta e cinco educadores. Para os professores que atuavam nas instituições de Educação Infantil conveniadas, a Secretaria Municipal de Educação realizou o Curso de Formação em Nível Médio Modalidade Normal, habilitando trezentos e noventa e nove educadores leigos em exercício nas creches conveniadas. Promoveu igualmente o Seminário Infância na Ciranda da Educação, o qual, a partir de 1994, passou a ser realizado anualmente para os profissionais que atuam na Rede Municipal de Ensino e as creches conveniadas. A partir da constituição do Sistema Municipal de Ensino, esse seminário passou a incorporar todas as instituições educativas infantis que compõem o sistema de Belo Horizonte. Um dos desdobramentos do Seminário Infância na Ciranda da Educação foi o lançamento da Revista Infância na Ciranda da Educação, contendo textos e relatos apresentados nos vários seminários ocorridos. Adotou os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação da Infantil - RCNEI's, como orientação para o desenvolvimento de propostas pedagógicas nas instituições de Educação Infantil.
Mostrar mais

129 Ler mais

Educação Física na educação infantil: produção de saberes no cotidiano escolar.

Educação Física na educação infantil: produção de saberes no cotidiano escolar.

O estudo com o cotidiano possibilita produzir, de forma colaborativa, diferen- tes práticas pedagógicas com os sujeitos escolares. Essa opção teórico-metodológica explicita o que de fato a escola faz, por que faz e para que faz, superando, dessa forma, perspectivas prescritivas que dizem o que a escola deve fazer, sem, no en- tanto, dialogar com as demandas locais e as racionalidades dos sujeitos presentes no cotidiano de diferentes contextos educativos. Nesse sentido, este estudo discute a intervenção de dois professores de Educação Física em turmas de um a três anos de idade de dois CMEIs de Vitória/ES. Objetivamos analisar os desafios e as possi- bilidades produzidas no contexto da pesquisa para intervenção da Educação Física nas etapas iniciais da Educação Infantil.
Mostrar mais

18 Ler mais

Infância e educação infantil

Infância e educação infantil

Este estudo teve o objetivo de compreender as representações sociais das famílias de crianças matriculadas na educação infantil na rede pública de educação municipal de São Paulo, sobre infância e educação infantil. Para isto, selecionou-se uma escola de educação infantil da rede municipal de educação de São Paulo. Fizeram parte do estudo 336 participantes. Utilizou-se o questionário estruturado como técnica de coleta de dados. A base teórica para análise dos dados foi a Teoria das Representações Sociais. O material coletado foi processado no software computacional IRaMuTeQ. Os resultados indicaram que a representação de infância se caracteriza como um período da vida de brincadeiras e descobertas, destacando a concepção social moderna para a temática. Já a educação infantil ainda é percebida como preparatória para o ensino fundamental, concepção amplamente divulgada nas décadas de 1970/80 pela ciência e políticas educacionais da época, através da teoria da educação compensatória, priorizando unicamente o desenvolvimento cognitivo das crianças. Apesar das políticas educacionais atuais e as pesquisas científicas enfatizarem a importância de se trabalhar o desenvolvimento integral da criança e a necessidade a exploração de diferentes formas de ensino e salientarem as especificidades desta faixa etária, essa concepção ainda faz parte dos discursos dos familiares.
Mostrar mais

15 Ler mais

INFÂNCIA, DOCÊNCIA E TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TDIC’s) - formação do professor de educação infantil -

INFÂNCIA, DOCÊNCIA E TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TDIC’s) - formação do professor de educação infantil -

O presente trabalho compreende a formação do professor de Educação Infantil, juntamente com o surgimento e reconhecimento da Educação Infantil (LDB 9394/96) sob a ótica história e social. Essa formação do professor surge como um assunto polêmico, principalmente pensando-se nos destinos das crianças. É necessária uma séria revisão no currículo de formação docente, onde venha a questionar o real papel que a educação exerce na sociedade, a verdadeira função científica e social do professor, dentre outras. A falta de interesse ou o excesso de comodismo, ou ainda, muitas portarias ou resoluções longe de uma sociedade real, não são os melhores caminhos. O trabalho apresenta como objetivos gerais estudar, conhecer e discutir como vem ocorrendo, histórica e socialmente, a formação do professor da Educação Infantil, atentando para o mundo contemporâneo frente as TDIC’S. Visa analisar e compreender a importância dos usos das TDIC’S. Visa analisar e compreender a importância dos usos das TDIC’S como meios facilitadores do processo de ensino-aprendizagem no fazer pedagógicaodo professor de Educação Infantil. Pauta-se, portanto, em dois problemas básicos: 1 – Como acontece, histórica e socialmente, a formação do professor da Educação Infantil para atender ao mundo contemporâneo frente as TDIC’S? 2- As TDIC’S podem ser utilizados como meios facilitadores do processo de ensino- aprendizagem no fazer pedagógico do professor de Educação Infantil?
Mostrar mais

63 Ler mais

A Educação Infantil como espaço de promoção da aprendizagem e desenvolvimento da criança

A Educação Infantil como espaço de promoção da aprendizagem e desenvolvimento da criança

As instituições de Educação Infantil devem elaborar, implementar e avaliar suas propostas pedagógicas a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil e com a participação das professoras e dos professores; As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil devem explicitar concepções, bem como definir diretrizes referentes à metodologia do trabalho pedagógico e ao processo de desenvolvimento/aprendizagem, prevendo a avaliação como parte do trabalho pedagógico, que envolve toda a comunidade escolar; Fortalecer parcerias para assegurar, nas instituições competentes, o atendimento integral à criança, considerando seus aspectos físico, afetivo, cognitivo/lingüístico (sic.), sociocultural, bem como as dimensões lúdica, artística e imaginária; Assegurar a valorização das professoras e professores de Educação Infantil, promovendo sua participação em Programas de Formação Inicial para professores em exercício, garantindo, nas redes públicas, a inclusão nos planos de cargos e salários do magistério (BRASIL, 2006a, p. 17).
Mostrar mais

11 Ler mais

Políticas de Educação Infantil: conquistas, embates e desafios na construção de uma Pedagogia da Infância

Políticas de Educação Infantil: conquistas, embates e desafios na construção de uma Pedagogia da Infância

A Lei federal n.º11.114/2005 foi aprovada sem que houvesse uma adequação do sistema de ensino. Dessa forma, escolas públicas e privadas foram induzidas a receber as crianças que estavam fora da escola sem ter conseguido preparar os professores, os pais e as crianças. A esse respeito, Craidy e Barbosa (2012, p. 32) afirmam que “[...] o problema maior não foi a definição de que as crianças de 6 anos deveriam iniciar o Ensino Fundamental, mas sim o que se passou a fazer com as crianças.” Para as referidas autoras, a solução, certamente, não seria antecipar a entrada das crianças em um ensino falido, mas discutir e repensar esse ensino. As consequências da ampliação do Ensino Fundamental de oito para nove anos de duração, de acordo com Craidy (2014), têm ocasionado mudanças no currículo da pré-escola e, em muitos casos, uma intensificação precoce do processo de escolarização das crianças na Educação Infantil.
Mostrar mais

21 Ler mais

A educação infantil foi para a escola, e agora?: ensaio de uma teoria para a gestão institucional da educação infantil

A educação infantil foi para a escola, e agora?: ensaio de uma teoria para a gestão institucional da educação infantil

a organização de salas para educação especial, 17) Pós-doutorado – doutores recebem incentivo do governo para continuarem no Brasil, 18) Educacenso – diretores de escolas têm acesso pela internet a dados da educação no país, 19) Programa Saúde nas Escolas: os alunos receberem atendimento de profissionais da saúde na escola, 20) Programa Olhar Brasil – as crianças com dificuldades visuais receberem óculos gratuitamente, 21) Programa Mais Educação – atividades culturais, esportivas e de reforço escolar no contraturno das aulas, 22) Acompanhar a frequência na escola dos beneficiários dos programas de ação social, 23) Professor equivalente – medida que agiliza a contratação de docentes nas universidades federais, 24) Elaboração do material didático “Guias de Tecnologias” para a educação básica, 25) Coleção educadores – obras de mestres da educação enviadas para todas as escolas, 26) Programa Dinheiro Direto na Escola para as escolas da educação básica, 27) Concursos públicos para ampliar o quadro de servidores do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, 28) Criação nas universidades federais de núcleos para definir ações de inclusão, 29) 150 novas escolas profissionais em cidades-polos do país, 30) Inclusão digital – todas as escolas públicas devem receber computadores do Estado, 31) Programa Escrevendo o Futuro – incentivo à aprendizagem da língua portuguesa, 32) Programa Conteúdos Educacionais – universidades recebem incentivos financeiros para contribuir na elaboração de materiais didáticos para a educação básica, 33) Selo “Livre do Analfabetismo” – MEC certifica municípios que reduzirem o analfabetismo, 34) PDE Escola – cada escola pública deve elaborar seu próprio plano de ação para melhorar a educação ofertada, 35) Formação da Saúde – programa para melhorar a formação dos profissionais da área da saúde, 36) Concurso literário “Literatura para Todos”, 37) Pró-Ext – financiamento de projetos e programas de extensão universitária, 38) Pró-Docência – projeto que apoia a formação do professor de educação básica, 39) Nova Capes – instituição para colaborar na qualificação dos professores, 40) Provinha Brasil – para verificar a alfabetização dos alunos de 8 anos e 41) Pró-Infância, para financiar reformas e construção de prédios de escolas da educação infantil 30 .
Mostrar mais

300 Ler mais

A EFETIVIDADE DO DIREITO À EDUCAÇÃO INFANTIL NOS MUNICÍPIOS ALAGOANOS E A ATUAÇÃO DO JUDICIÁRIO  Jéssica Antunes Figueiredo

A EFETIVIDADE DO DIREITO À EDUCAÇÃO INFANTIL NOS MUNICÍPIOS ALAGOANOS E A ATUAÇÃO DO JUDICIÁRIO Jéssica Antunes Figueiredo

A partir da EC 14/1996, a educação infantil passou a ser considerada parte integrante do direito fundamental à educação e, como tal, a ser dotada de exigibilidade. O trabalho procura analisar, através dos dados coletados, como se dá a concretização desse direito nos municípios alagoanos, considerando especialmente as metas do PNE. Com quinze municípios que não possuem sequer uma creche e estando a maioria com médias de atendimento educacional em creches e pré-escolas muito abaixo das nacionais, além da inércia do Judiciário e do MP, concluiu-se que o direito à educação infantil não vem sendo assegurado em Alagoas.
Mostrar mais

25 Ler mais

Trabalho do professor de Educação Infantil: sujeito e/ou objeto do processo ensino/aprendizagem?

Trabalho do professor de Educação Infantil: sujeito e/ou objeto do processo ensino/aprendizagem?

“Art. 103 A Escola Municipal de Educação Infantil, EMEI, é uma unidade educacional destinada a oferecer a Educação Infantil para crianças na faixa etária de 0 (zero) a 5 (anos) anos de idade, em creche e pré-escola. Parágrafo único. Uma ou mais EMEIs podem estar sob a responsabilidade de uma única equipe gestora. Art. 104 A educação infantil nas EMEIs é organizada em três agrupamentos, denominados: I - agrupamento I, para crianças de zero a um ano e cinco meses; II - agrupamento II, para crianças de um ano e seis meses a dois anos e onze meses; III - agrupamento III, para crianças de três anos a cinco anos. Art. 105 A educação infantil é oferecida no período diurno, em tempo integral ou parcial. § 1º Considera- se tempo integral, a jornada com duração igual ou superior a sete horas diárias, e tempo parcial, a jornada de, no mínimo quatro horas diárias. § 2º O tempo integral é oferecido às crianças dos agrupamentos I e II. § 3º O tempo parcial é oferecido às crianças dos agrupamentos II e III. Art. 106 A relação entre o número de alunos do período integral, por monitores infanto-juvenis I e/ou agentes de educação infantil, é estabelecida do seguinte modo: I - agrupamento I - oito crianças por monitor e/ou agente de educação infantil; II - agrupamento II - doze a dezesseis crianças por monitor e/ou agente de educação infantil.”
Mostrar mais

21 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A escolha da instituição considerou o fato de ela atender turmas de creche, ter professoras efetivas e ser de fácil acesso à pesquisadora. A opção pela instituição pública ocorreu devido à atuação da pesquisadora como docente ter ocorrido e ainda ocorrer em instituições públicas de Educação Infantil, bem como, por ter vinculo efetivo com o Magistério público do município de Limoeiro do Norte/CE. Assim, sente-se no dever de contribuir para a qualidade da educação que acontece nesses equipamentos. Nesse sentido, considera-se que esta pesquisa poderá contribuir para ampliar os conhecimentos sobre o trabalho com linguagens nessa primeira etapa da Educação Básica, o que poderá oferecer subsídios para ampliação da qualidade das práticas pedagógicas desenvolvidas junto às crianças.
Mostrar mais

90 Ler mais

Educação Infantil

Educação Infantil

Outro elemento importante a ser considerado para o desenvolvimento de um espaço de educação infantil é a criação de espaços lúdicos, que aumentam o potencial criativo e social da criança, não definindo o que ela deverá fazer realmente, mas exercitando sua imaginação e a experimentação de novas atividades. Ao brincar, a criança realiza várias explorações e constrói seu espaço e domínio territorial. Quando brincam, ao mesmo tempo em que desenvolvem sua imaginação, as crianças podem construir relações reais entre elas e elaborar regras de organização e convivência.
Mostrar mais

61 Ler mais

A documentação pedagógica na Educação Infantil: traçando caminhos, construindo possibilidades

A documentação pedagógica na Educação Infantil: traçando caminhos, construindo possibilidades

Procuraremos destacar que a documentação, enquanto atividade de elaboração, comunicação, pesquisa e difusão de documentos (BISOGNO, 1980), pode representar elemento de qualificação da proposta pedagógica da educação infantil, ao relacionar-se à reflexão sobre a prática e à formação contínua (SACCHETTO, 2002; BALSAMO, 2006), à construção de memória e identidade (PASQUALE, 2002), à visibilidade do projeto educativo da escola (SPECCHIA, 2001), à compreensão do pensamento infantil (MALAGUZZI, 1999), ao planejamento e à avaliação (MANFERRARI, 1998). A documentação pode assumir diversas modalidades e linguagens, a depender de objetivos e interlocutores (PARODI, 2001): portfólio, vídeo, relato de turma e de escola, pasta pessoal da criança, álbum fotográfico, álbum de desenhos, murais e paredes são algumas possibilidades.
Mostrar mais

16 Ler mais

Planejamento e trabalho das Equipes gestoras de Educação Infantil

Planejamento e trabalho das Equipes gestoras de Educação Infantil

No contexto da legislação brasileira, a Constituição Federal (BRASIL, 1988) responsabiliza o Estado pela garantia de creche e pré-escola às crianças de zero a cinco anos de idade e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) de 1996 reconhece a Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica. Essas premissas legais reafirmam o direito de todos à educação, atribuindo aos municípios a responsabilidade pela Educação Infantil, em cooperação técnica e financeira com a União e os Estados. Diante de movimentos legais e de demandas sociais, os municípios, com suas peculiaridades, mobilizaram seus setores para responder às premissas de garantir esse direito, articulando o planejamento e a organização da Educação Infantil em meio às complexidades do atendimento às crianças pequenas. Tal articulação, em muitos municípios, fica sob a responsabilidade de docentes que integram as equipes gestoras de Educação Infantil e atuam nas Secretarias Municipais de Educação (Semes).
Mostrar mais

11 Ler mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

Desde então, o campo da Educação Infantil vive um intenso processo de revisão de concepções sobre educação de crianças em espaços coletivos, e de seleção e fortalecimento de práticas pedagógicas mediadoras de aprendizagens e do desenvolvimento das crianças. Em especial, têm se mostrado prioritárias as discussões sobre como orientar o trabalho junto às crianças de até três anos em creches e como assegurar práticas junto às crianças de quatro e cinco anos que prevejam formas de garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.
Mostrar mais

40 Ler mais

JULHO2013 GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

JULHO2013 GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Podemos refletir um pouquinho sobre a imagem que o poema do grande escritor Manoel de Barros nos traz: a avaliação depende dos olhos de quem vê. A importância que damos aos diversos aspectos daquilo que é objeto de informação e avaliação depende da visão de quem observa. Isto é válido não só para os poetas e artistas, mas também para a equipe escolar que constrói a avaliação na Educação Infantil, pois, ainda que este olhar (observação e registro) varie de pessoa para pessoa, nos seus métodos de análise, ela é também influenciada e/ou regida pelo momento político, social e econômico do país e dos interesses vigentes. Mesmo dentro de um contexto comum, nossas análises podem privilegiar aspectos diferenciados.
Mostrar mais

43 Ler mais

Gerência de Educação Infantil Fevereiro de 2010

Gerência de Educação Infantil Fevereiro de 2010

Além disso, este formato foi pensado em consonância com o documento das “Orientações Curriculares para o Ensino Fundamental”, salvaguardando, no entanto, as especificidades da Educação Infantil e da primeira infância. A tentativa é, assim, de criar não só um fio condutor ao longo da trajetória educativa das crianças, mas principalmente dialogar mais sistematicamente com as próximas etapas do Ensino Básico. As habilidades, diferentemente do como são compreendida na perspectiva de Perrenoud, aqui, estão relacionadas às experiências e aprendizagens que as crianças devem vivenciar na Creche e Pré-Escola. Explicita os objetivos gerais que cabem à Educação Infantil, da Creche à Pré-Escola ao planejar as experiências e vivências das crianças nesta faixa etária e como as crianças interagiriam com estes objetivos
Mostrar mais

71 Ler mais

Show all 10000 documents...