Educação superior (Sergipe)

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DIPLOMAÇÃO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA

DIPLOMAÇÃO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA

Considerando-se que a proposta do Consórcio CEDERJ é dar acesso à educação superior de qualidade para a parcela da população que hoje está marginalizada do processo educacional, é muito importante que consigamos mantê-la no curso e levá-la à diplomação. Neste sentido, desde 2010, temos trabalhado intensamente na questão da evasão inicial; tomamos uma série de medidas, tais como maior acompanhamento acadêmico no primeiro semestre, reformulação dos cursos visando retirar do seu início as disciplinas consideradas mais “pesadas” pelos alunos, oferta de novas disciplinas introdutórias de apoio; isso, porém, não foi suficiente para alterar significativamente o quadro.
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Avaliação da educação superior : uma realidade na educação medica

Avaliação da educação superior : uma realidade na educação medica

A Universidade Federal do Paraná realizou em março de 2003, em Curitiba – PR, a 3ª etapa do Seminário Internacional de Avaliação Institucional na Educação Superior, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUCPR), com o CIVITAS – Instituto Internacional de Estudos Avançados em Ciência, Técnica e Cultura e a RAIES – Rede de Avaliação das Instituições de Educação Superior. De forma cooperativa, plural, dinâmica e participativa, discutiu-se o papel da Avaliação Institucional na construção de caminhos alternativos para a transformação da Educação Superior, tornando evidente o seu compromisso contemporâneo com um projeto de desenvolvimento acadêmico sustentado por princípios como a democracia, a autonomia, a pertinência e a responsabilidade social. A idéia central é construir uma rede de Cooperação Interuniversitária que possa contribuir para a formulação de Políticas Públicas na área do Ensino Superior latino-americano e mais especificamente, subsidiar o novo governo brasileiro no que diz respeito à avaliação do Ensino Superior. Durante o evento foi elaborado um documento encaminhado à Secretaria de Educação Superior – SESu, como proposta de avaliação para as Universidades Brasileiras, tendo como princípios: a globalidade; a participação de todos os envolvidos; continuidade; adesão voluntária; legitimidade política e técnica; respeito à identidade de cada instituição e a articulação com as demandas do mundo, da vida e do trabalho.
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ACESSO, PERMANÊNCIA ESTUDANTIL E POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR: IMPLICAÇÕES PARA A GARANTIA AO DIREITO À EDUCAÇÃO SUPERIOR

ACESSO, PERMANÊNCIA ESTUDANTIL E POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR: IMPLICAÇÕES PARA A GARANTIA AO DIREITO À EDUCAÇÃO SUPERIOR

Diante do desenho atual das políticas para Educação Superior, muitos limites e desafios estão sendo postos para garantia ao direito à Educação, para esse enfrentamento entidades civis e governamentais tem realizado debates para criação de mecanismos e ações sociais para a garantia ao Ensino Superior. O Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), instituído pelo Decreto nº 7.234 de 2010, somado a outros dispositivos legais é mais um componente para efetivação do direito a Educação Superior foi criado a partir de debates da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) acerca da realidade socioeconômica dos estudantes das Ifes, iniciados a partir do final dos anos 1990, quando foram realizadas pesquisas a respeito da temática.
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A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Em seu desafio de participar da construção do século XXI os atores da vida universitária têm um compromisso inadiável com os processos de avaliação. Segundo Ristoff (1996) “a avaliação precisa ser espelho e lâmpada, não apenas espelho. Precisa não apenas refletir a realidade, mas iluminá-la, criando enfoques, perspectivas, mostrando relações, atribuindo significados.” A avaliação presente como princípio educativo no processo de for- mação “é uma resposta ao desejo de ruptura das inércias, é por em movimen- to um conjunto articulado de estudos, análises, reflexões e juízos de valor que tenham alguma força de transformação qualitativa...”(DIAS SOBRINHO, 1996). Na realidade atual, a avaliação das instituições de educação superior, universitárias ou não, se faz indispensável, em relação à qualidade acadêmica dos processos de formação / informação de diferentes cidadãos e profissio- nais.
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Autoavaliação institucional da educação superior: uma experiência brasileira e suas implicações para a educação superior de Timor Leste

Autoavaliação institucional da educação superior: uma experiência brasileira e suas implicações para a educação superior de Timor Leste

técnico; a participação. Quanto à política educacional, a autoavaliação da educação superior, ao considerar a qualidade da educação, focaliza o interesse público, ultrapassando as dimensões individuais e se vinculando às metas sociais e econômicas representadas pelas demandas do Estado, do mercado e de outros setores organizados da sociedade. Neste contexto, a avaliação exige da burocracia o cumprimento da legislação, na perspectiva da legitimação, levando em conta instrumentos de regulação, de alcance nacional. Também importante é a disponibilidade dos recursos financeiros necessários para efetuar o processo de autoavaliação. Em relação ao conhecimento técnico, a referência era o “saber fazer e saber agir”, ou seja, “zelar e velar” pelo processo de implementação da autoavaliação na mira das normas gerais e das diretrizes estabelecidas. Sobre a participação dos segmentos, a referência é o princípio da avaliação democrática, como um processo que requer maior participação de todos os segmentos da comunidade, tanto interna quanto externa, ao mesmo tempo em que se reforça a responsabilidade social e legitimidade política. Tais lições podem ser consideradas pela comunidade universitária da UNTL quando da definição de seu modelo de autoavaliação institucional. Tudo isto deve ser organizado na perspectiva do conhecimento do desempenho da UNTL, para que a partir desse ponto, sejam estabelecidas as mudanças necessárias para se alcançar a melhoria desejada, em termos de formação de recursos humanos, produção de conhecimento e prestação de serviços ao povo timorense.
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Supervisão e avaliação da educação superior

Supervisão e avaliação da educação superior

Nesse ponto, cabe discordar de Ranieri (2000), porque a intervenção nas IES, públicas ou particulares, está expressamente prevista no art. 46, § 1º da LDB. Além disso, tal dispositivo de lei federal é constitucional pela possibilidade de limitação à atividade econômica da iniciativa privada, determinada pelo ato autorizativo, segundo o parágrafo único, do art. 170 da CR/88. Cabe destacar, ainda, que o ato autorizativo de credenciamento é concedido à IES e não à sua mantenedora, motivo pelo qual a eventual decisão de intervenção, ordenada pelo Secretário competente, incidirá apenas sobre a instituição irregular que atua na educação superior. Pelo contrário, a mantenedora continuará exercendo suas funções, sujeitando-se somente às decisões do interventor que, na gestão da instituição, gerarem reflexos econômicos. Coloca-se de mani- festo que o art. 55 do Decreto nº 5.773/06 não deixa grande margem administrativa ao interventor, que deverá obedecer, integralmente, o despacho do Secretário, quanto à duração e às condições da intervenção. Como conclusão, Ranieri (2000) ressalta, com toda pertinência, que a suspensão da autonomia (art. 56, Decreto nº 5.773/06), em regra, não pode ser aplicada às universidades, em função do art. 207 da CR/88, cabendo somente para as IES não universitárias com “alta qualificação para o ensino ou para a pesquisa, com base em avaliação realizada pelo Poder Público” (Brasil. Lei nº 9.394, 1996, § 2º, art. 54). Contudo, seria admissível a suspensão ou supressão da autonomia de universidades privadas, se houvesse o descredenciamento da IES como universidade, seguido da alteração dos estatutos das respectivas fundações, nos termos do art. 67 do Código Civil de 2002 (CC/02), ou da modificação dos atos constitutivos das associações ou sociedades civis, segundo arts. 45 e 985 do CC/02, conforme o caso. Para as universidades públicas, além do descredenciamento como universidade na avaliação do padrão de quali- dade, dependeria, ainda, da aprovação de legislação nesse sentido, pelo princípio do paralelismo das formas.
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A EDUCAÇÃO SUPERIOR TECNOLÓGICA E SUA EVOLUÇÃO

A EDUCAÇÃO SUPERIOR TECNOLÓGICA E SUA EVOLUÇÃO

O foco principal deste estudo é apresentar a evolução da Educação Superior Tecnológica (EST) quanto ao total de cursos disponíveis, alunos matriculados e con- cluintes através de uma revisão da literatura e de documentos legais e da coleta de dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). À luz do entendimento de contextos emergentes, o artigo pretende oferecer subsídios para análises posteriores acerca da relação entre essa evo- lução, ainda contínua, e a pertinência dos Cursos Superiores Tecnológicos (CST) para a educação superior em contextos emergentes, uma vez que, conforme aponta Morosini (2014, p. 386): “A Educação Superior vive um momento singular no con- texto sócio-histórico e econômico mundial. Além de desafios às funções de ensino, pesquisa e extensão de qualidade, novos desafios estão postos dos quais se destaca considerar as demandas locais num contexto global”.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

1.5. A inscrição do CANDIDATO no processo seletivo do Prouni implicará a concordância expressa e irretratável com o disposto na Portaria Normativa MEC nº1, de 2015, no Termo de Adesão da instituição de educação superior - IES para a qual o CANDIDATO se inscreveu no Prouni, neste Edital, bem como nos editais das instituições para as quais tenha se inscrito.

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Inclusão social na educação superior

Inclusão social na educação superior

A inclusão social é tema que adqui- riu grande destaque, em todo o mundo, a par tir das três últimas décadas do século XX, tanto no campo das políticas quanto no campo acadêmico. Uma demonstração da relevância dessa temática, no campo da po lítica, se revela pela frequência com que se tornou assunto de conferências internacio nais e pela diversidade de te- mas por elas abordados, resultando na publicação de declarações de princípios subscritas por grande número de países. Entre esses even tos destaca-se a Confe- rência Mundial de Educação para Todos, realizada em Jomtien, Tailândia, em 1990, que buscou estruturar um plano de ação destinado a sa tisfazer as necessidades de aprendizagem por meio de estratégias de mobilização social e de alianças e parcerias. Um segundo exem plo foi a Conferência Mundial sobre Ne cessidades Educacionais Especiais de Jo vens e Adul- tos, realizada em Salamanca, Es panha, em 1994, que reforçou o papel da es cola regu- lar na inclusão de todos os indi víduos que apresentam ou possam vir a apre sentar uma necessidade educacional es pecial. Menciono, por fim, a Conferência Mun dial contra o Racismo, a Discriminação Ra cial, a Xenofobia e Formas Correlatas de In- tolerância, realizada em Durban, África do Sul, em 2001, que instou os Estados-na ção a atuarem no combate a todas as formas de discriminação. A inclusão so cial na educação superior foi objeto de de bates e estudos nessas ocasiões e, em mui tos países, a abordagem do tema nesse seg-
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O acesso à educação superior no Brasil.

O acesso à educação superior no Brasil.

Por fim, não basta resolver os problemas do reduzido e elitizado acesso à educação superior no Brasil, resta uma tarefa mais árdua: garan- tir que haja trabalho para os que se formam nesse nível de ensino, o que já não acontece para os graduados de hoje. Resolver esta questão passa, inevitavelmente, por uma mudança estrutural no modelo econômico vi- gente, reduzindo-se a concentração de renda, que se situa entre as cinco piores do mundo, condição essencial para o aparecimento de um merca- do privado que possa consumir os serviços prestados por estes profissio- nais graduados e para o fortalecimento financeiro da administração pú- blica, principal empregadora de profissionais que atuam na área social.
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Evasão na Educação Superior no Brasil:

Evasão na Educação Superior no Brasil:

Como se sabe, a educação superior constitui uma dimensão da sociedade maior; o que acontece na sociedade afeta a educação, e o que acontece na educação afeta a sociedade. Assim, crises políticas e econômicas tendem a produzir impactos sobre a educação superior. Contudo, esta constatação sociológica corre o risco de estimular uma atitude conformista, como se a realidade fosse assim por força de uma lei social independente da vontade humana. Por isso, é fundamental indagar: que razões levam o estudante a abandonar o curso? Existem razões cujo conhecimento abriria a possibilidade de seu controle? É preciso não esquecer que uma instituição de educação superior é também um tipo de organização social e, como tal, ela é administrada, gerenciada, e um dos fatores para a boa gestão é o conhecimento das condições de funcionamento da instituição educativa. Há, contudo, características próprias das instituições educativas que as distinguem substancialmente de qualquer outro tipo de organização, como, por exemplo, a empresa (DIAS SOBRINHO, 2003). Nesta, a gestão está direcionada ao mercado, ao lucro; eficiência e eficácia respondem a este fim precípuo. Diferentemente, a instituição educativa responde a necessidades sociais mais amplas, de formação humana e construção da sociedade. Esta distinção, contudo, não elimina o fato de que ela deva ser administrada, e, por razão maior, ser bem administrada.
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A QUALIDADE DO ENSINO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

A QUALIDADE DO ENSINO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Inovar também pode significar errar, arriscar. Pelo erro em sala de aula o estudante pode ter feedback quanto ao seu aprendizado, aprender com fracassos, não apenas “regurgitar” em testes orais ou escritos os conteúdos de forma aleatória, sem compreensão nem contextualização. PI é um método que visa à resolução de problemas levando em consideração o raciocínio e não a simples memorização. Resolução de problemas em pares; interação entre estudantes. Não aprendemos a tocar piano apenas observando um pianista tocar! Um estudante não aprende apenas ouvindo seu professor falar. Preciso é repensar a maneira de ensinar e de avaliar os estudantes da educação superior.
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Brasil : universidade e educação superior

Brasil : universidade e educação superior

A CAPES mantém o Programa de Apoio a Aquisição de Periódicos - PAAP, que visa a dar acesso a informação científica e tecnológica de qualidade. O PAAP possui duas linhas de ação: descentralização de recursos orçamentários da CAPES para as instituições federais de educação superior vinculadas ao MEC e o portal eletrônico de acesso à informação científica, via Internet. A descentralização de recursos permite que cada instituição desenvolva políticas próprias de informação científica, adquirindo assinaturas de periódicos não disponibilizados pelo portal. O portal oferece acesso aos textos completos de artigos de mais de 2.400 revistas internacionais, nacionais e estrangeiras, e a treze bases de dados com referências e resumos de documentos em todas as áreas do conhecimento, além de indicações de importantes fontes de informação com acesso gratuito na Internet. Atualmente o Portal da CAPES é utilizado, gratuitamente, por 97 instituições de educação superior e de pesquisa em todo o País.
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Docência online na educação superior

Docência online na educação superior

Esta tese, “Docência online na Educação Superior”, se apresenta no contexto de crescimento da educação superior a distância no Brasil, e teve como objetivo investigar a concepção de docência online dos professores que atuam na modalidade a distância junto à Universidade de Brasília. Buscou-se com os objetivos específicos: delinear o perfil (experiência, formação) dos professores que atuam na educação online; identificar a concepção de docência online e; identificar os elementos e a forma de atuação na docência online na instituição. A construção teórica se apoiou em Morgado (2001, 2005), Teles (2009), Cortelazzo (2009), Silva (2012), Mill (2012), Toschi (2013), Valadares (2011), pesquisadores relacionados à docência online. Quanto ao percurso metodológico, a pesquisa se apoiou na abordagem qualitativa, estudo de caso múltiplo, aplicação das técnicas de recolha de dados via questionário online e entrevistas individuais semiestruturadas, os quais foram tratados, apresentados e analisados de maneira quantitativa e qualitativa. O recorte do campo de pesquisa foi a graduação a distância nos cursos de Artes Visuais, Biologia, Educação Física, Geografia, Letras, Música, Pedagogia e Teatro, da Universidade de Brasília participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), turmas/ano de ingresso UAB1 (2007), UAB2 (2009), UAB3 (2011) e turma UAB4 (2014). Participaram desta pesquisa 143 professores respondentes do questionário online, dos quais vinte professores participaram da entrevista. Para tratamento e análise das respostas ao questionário adotou-se a representação gráfica e descritiva e nas entrevistas a transcrição e sistematização das falas coletadas. Emergiram dos dados que demonstram: o perfil de experiência e formação dos professores é composto, em grande parte, por docentes qualificados quanto à formação e titulação específica nas áreas em que atuam, bem como parte desses professores realizaram formação específica para atuar na EaD; os professores reconhecem a relevância e papel social da EaD como dispositivo de acesso ao ensino superior e como mecanismo para promover formação de excelência; a concepção de docência online dos professores é governada pelos aspectos pedagógicos e metodológicos, sendo os aspectos tecnológicos, de tutoria e de gestão os aspectos mais frágeis na compreensão dos professores. Os resultados da investigação coincidem com a primeira década de implantação da EaD na universidade. Neste sentido, acredita-se que os processos de formação ou mesmo a experiência acumulada com a prática na docência online, de algum modo, têm contribuído para a compreensão do papel do professor acerca da docência online.
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A RETROALIMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL

A RETROALIMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL

O objetivo deste artigo é realizar uma análise apresentando a necessidade de expansão da educação superior brasileira em relação a importantes indicadores, como demografia, taxa de desemprego, anos de estudo, IDH, dados do ensino superior e médio, além da relação do 3º grau com a maneira que as famílias brasileiras gastam seu dinheiro, apresentando uma maneira de expandir a educação superior no Brasil por meio de uma retroalimentação da própria população. O trabalho foi concebido como uma pesquisa exploratória e descritiva de caráter quantitativo e qualitativo. Com relação à coleta e análise dos dados utilizou-se dados do IBGE, INEP e PNUD. Os resultados apresentaram um cenário favorável à expansão do ensino superior, concluindo-se após análise que basta apenas um investimento inicial do Governo para que a própria população retroalimente o sistema educacional brasileiro.
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A MULTIDIMENSIONALIDADE DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

A MULTIDIMENSIONALIDADE DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Este texto insere-se no âmbito de um estudo mais amplo a res- peito da docência na educação superior que objetivou refletir sobre a aula universitária como inovação técnica ou como inovação edificante. Uma expe- riência inovadora, conforme Lucarelli (2007, p. 80), caracteriza-se pela “ruptura com o estilo didático habitual e o protagonismo que identifica os processos de gestação e desenvolvimento da prática nova”. A inovação como ruptura provoca a interrupção de práticas repetitivas e previsíveis e que só podem ser compreendidas, no contexto em que são desenvolvidas, pelos sujeitos que as realizam e que imprimem significado ao processo de ensino e de aprendizagem na sala de aula. Procurando ampliar um pouco mais o debate em torno da docência universitária, este artigo analisa a constituição de didáticas específicas em diferentes cursos, mostrando as influências do campo científico e dos saberes das experiências vivenciadas na trajetória docente, na perspectiva da epistemologia da prática.
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Televisão e Cinema na Educação Superior

Televisão e Cinema na Educação Superior

Educativa – NP11 e em alguns outros momentos foram apresentados estudos e pesquisas nacionais e internacionais sobre a relação entre a Educação Superior e a mídia audiovisual. Pode-se ressaltar alguns: O papel da universidade e dos media numa sociedade democrática - o caso Moçambique (Eduardo Namburete - Parlamento Moçambicano); Educação e cultura no Brasil contemporâneo (Maria da Graça Jacintho Setton – USP); A telenovela discutida no espaço escolar (Claudia de Almeida Mogadouro – ECA/USP); Telejornais: técnica, texto e contexto: um exercício de leitura crítica e cidadania (Ivete Cardoso dos Carmo Roldão – PUC/Campinas); O
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EDUCAÇÃO SUPERIOR

EDUCAÇÃO SUPERIOR

Nos Institutos Federais, onde a palavra de ordem é a “verticalização”, o fato tende a se agravar. De verticalização no currículo e na instituição, com o objetivo declarado de manter o aluno em um único espaço educativo da educação básica até a educação superior, surge a verticalização do trabalho docente. Não importa se ele ingressa na instituição via concurso no qual se exige o título de doutor, pois ele é obrigado, na maioria dos casos, a lecionar também no ensino médio e na modalidade profissional técnica. Este encaminhamento da ação docente dependerá da necessidade do Instituto Federal. Assim, esse docente vai ter que conviver com a precarização no seu trabalho, uma vez que terá que atender a vários níveis e modalidades, na maioria das vezes sem nenhum tempo restante para se dedicar à pesquisa. Aliás, a falta de tempo para pesquisa foi uma das principais queixas dos entrevistados nas pesquisas de Aquino (2016).
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Um recorde na educação superior a distância

Um recorde na educação superior a distância

“As rápidas inovações por meio das tecnologias de informação e comunicação mudarão ainda mais o modo como o conhecimento é desenvolvido, adquirido e transmitido. Também é importante assinalar que as novas tecnologias oferecem oportunidades de renovar o conteúdo dos Cursos e dos métodos de ensino, e de ampliar o acesso à educação superior. Não se pode esquecer, porém que as tecnologias e informações não tornam os docentes indispensáveis, mas modificam o papel destes em relação ao processo de aprendizagem, e que o diálogo permanente que transforma a informação em conhecimento e compreensão passa a
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Qualidade na educação superior

Qualidade na educação superior

Em primeiro lugar, eles sugerem que o costume comum de se concentrar sobre o conteúdo substantivo do curso e os métodos de ensino do professor são equivocados se a aprendizagem é o objetivo primordial. Bowden e Marton argumentam que apenas dominar um determinado corpo de conhecimento não constitui a aprendizagem. Além disso, "aprender não é apenas, e, provavelmente, nem sequer principalmente, uma função de ensinar" (p. 4). Alunos que recebem a mesma informação a partir do mesmo instrutor, no entanto, vão entender o assunto de formas muito diferentes, dependendo de como cada aluno experimenta a oportunidade de aprendizagem. Esta redefinição de propósito da instituição de educação superior a partir de uma ênfase em entradas e saídas efetivamente desvia a atenção do campo mais familiar de desenvolvimento do currículo e da pedagogia para a grande parte do processo não observável e muito menos acessível da aprendizagem. Entre as contribuições mais importantes Bowden e Marton esta uma teoria de aprendizagem que destaca diferenças na maneira que os alunos experimentam as oportunidades de aprendizagem para explicar os diferentes níveis de aprendizagem que os alunos demonstram, mesmo quando expostos à mesma informação a partir do mesmo instrutor. Em última análise, eles procuram desenvolver uma teoria de aprendizagem poderosa o suficiente para explicar as maneiras pelas quais as experiências de aprendizagem podem ser concebidas de modo que os resultados de aprendizagem são mais prováveis de serem alcançados.
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