emissão de monóxido de carbono

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EVOLUÇÃO DA EMISSÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO ASSOCIADA À FROTA DE VEÍCULOS LEVES NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP - BRASIL

EVOLUÇÃO DA EMISSÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO ASSOCIADA À FROTA DE VEÍCULOS LEVES NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP - BRASIL

O segundo painel, identificado por P2, representa a variação dos fatores médios de emissão, determinados por meio de ensaios padronizados, conforme a norma brasileira NBR Nº 6601 (ASSOCIAÇÃO..., 2001). Para os automóveis fabricados a partir de 1986, em atendimento ao PROCONVE (BRASIL, 2009), são calculadas as médias ponderadas dos fatores de emissão para cada modelo (MENDES, 2004). Os fatores de emissão de monóxido de carbono tendem a aumentar ao longo dos anos, em decorrência do uso do veículo, e oscilam de acordo com o ano de fabricação e o tipo de combustível (LINKE; ÁLVARES, 2001).
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KIT DE DETECÇÃO MULTIGÁS EM AMBIENTE DE ESPAÇO CONFINADO PARA ATENDIMENTO DA NR-33 1ª Edição

KIT DE DETECÇÃO MULTIGÁS EM AMBIENTE DE ESPAÇO CONFINADO PARA ATENDIMENTO DA NR-33 1ª Edição

KIT DE DETECÇÃO MULTIGÁS, PORTÁTIL, COM SENSORES DE OXIGÊNIO, GASES EXPLOSIVOS, SULFETO DE HIDROGÊNIO E MONÓXIDO DE CARBONO E CURVA DE CORRELAÇÃO PARA OS GASES INFLAMAVEIS METANO, PROPANO, BUTANO E PENTANO, DOTADO DE BOMBA AUTOMÁTICA ACINONADA POR BOTÃO, MANGUEIRA DE AMOSTRAGEM, CARREGADOR E CABO DE COMUNICAÇÃO COM O PC E DETECTOR, ESTAÇÃO DE CALIBRAÇÃO COM CONTROLE DE REGISTROS E EMISSÃO DE CERTIFICADO DE CONFORMIDADE , CILINDRO MULTIGÁS, MANGUEIRA DE COLETA DE AMOSTRA, CONEXÕES, REGULADOR DE DEMANDA, CABO USB DE COMUNICAÇÃO DA ESTAÇÃO COM PC.
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O USO DE CFD NO ESTUDO DA DISPERSÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO EM AMBIENTE URBANO

O USO DE CFD NO ESTUDO DA DISPERSÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO EM AMBIENTE URBANO

Tabela 1. Taxas de lapso adiabático segundo a classificação de Pasquill-Güilford (BOÇON, et al., 1998) ___ 11 Tabela 2. Classes de Estabilidade de Pasquill-Güilford. (CEZANA, et al., 2007). _______________________ 17 Tabela 3. Valores dos parâmetros da Equação (46) (GOLDER, 1972) _______________________________ 17 Tabela 4. Comprimentos de rugosidade superficial de algumas superfícies (SEINFELD, 1986 apud BOÇON, et al., 1998). ______________________________________________________________________________ 18 Tabela 5. Composição das emissões gasosas veiculares (MARTINS, et al., 2006) _______________________ 32 Tabela 6. Padrões regulatórios de emissão de poluentes nos Estados Unidos (FERNANDES, et al., 2013). __ 35 Tabela 7. Padrões nacionais de qualidade do ar conforme Resolução CONAMA 03/1990 (FERNANDES, et al., 2013).__________________________________________________________________________________ 36 Tabela 8. Reações do corpo humano à exposição de CO (LI, 1997) _________________________________ 37 Tabela 9. Constantes do modelo κ-ε clássico (LAUNDER, et al., 1974). ______________________________ 69 Tabela 10. Definição das condições de contorno para as grandezas simuladas. ________________________ 74 Tabela 11. Condições de contorno adotadas na simulação da dispersão de CO em campo aberto, Cenário 2. 76 Tabela 12. Parâmetros de tráfego na região de estudo utilizados no algoritmo de formação de filas
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Poluentes atmosféricos: monóxido e dióxido de carbono no nordeste do Brasil

Poluentes atmosféricos: monóxido e dióxido de carbono no nordeste do Brasil

Em linhas gerais, as queimadas podem ter efeitos na saúde humana, nos ecossistemas, nos aspectos sociais e econômicos e na atmosfera. Nos ecossistemas, os efeitos das queimadas podem ser observados quanto a: redução da reciclagem dos nutrientes, redução da biodiversidade (morte de animais e plantas), diminuição da resiliência dos ecossistemas (capacidade de se adaptar), eliminação dos predadores naturais de algumas pragas e destruição das nascentes, interrompendo o fluxo d’água para atmosfera, contribuição para o aquecimento global (emissão de gás carbônico), redução da incidência de luz solar, diminuindo a fotossíntese com perda de nichos ecológicos e a retroalimentação positiva sobre a mudança climática (DIAS, 2009).
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Impact of automotive catalysts in the control of air quality.

Impact of automotive catalysts in the control of air quality.

No final da década de sessenta, os padrões de exigência da qua- lidade do ar tornaram-se mais restritivos e tornou-se óbvio que as modificações no motor não seriam suficientes para atingir esses pa- drões. Seria necessário um sistema auxiliar e os conversores catalíticos tornaram-se os principais candidatos. Dessa forma, observou-se um grande esforço cooperativo entre fabricantes de catalisadores, de automóveis e de indústrias petrolíferas, que resultou em veículos de baixa emissão dotados de conversores catalíticos. Estes tinham a fi- nalidade de eliminar os poluentes que a combustão do motor produ- zia ou não conseguia eliminar através das condições de operação otimizadas. Os primeiros sistemas eram constituídos por dois conversores ou um único possuindo dois leitos catalíticos; o primei- ro catalisava a redução de óxidos de nitrogênio para nitrogênio, en- quanto o segundo oxidava monóxido de carbono e hidrocarbonetos não-carburados a dióxido de carbono e água. Em 1970, foram pro- postos conversores que catalisavam ambas as reações simultanea- mente, mas esses sistemas eram de uso limitado, devido à sua estrei- ta faixa de valores da razão ar/combustível exigida para a carburação 8 .
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CROMATOGRAFIA GASOSA APLICADA NA ANÁLISE DE GASES DE PIRÓLISE DE EUCALYPTUS UROPHYLLA

CROMATOGRAFIA GASOSA APLICADA NA ANÁLISE DE GASES DE PIRÓLISE DE EUCALYPTUS UROPHYLLA

Durante as análises cromatográficas das amostras de biogás percebeu-se que as emissões de metano e monóxido de carbono podem apresentar variações significativas, mesmo que a quantidade de madeira utilizada, os procedimentos de aquisição e manuseio das amostras forem mantidos iguais em todos os ciclos de carbonização realizados. Acredita-se que este fato aconteça devido as particularidades de cada madeira em que se retirou as amostras, ficou constatado que é difícil manter um padrão de composição quando se trata de matéria orgânica. De acordo com a literatura (TRUGILHO, LIMA e MENDES, 2009) a madeira apresenta variações tanto em aspectos anatômicos quanto em aspectos físico-químicos quando há uma mudança do raio e idade. Para os testes, as amostras de madeira utilizadas possuem a mesma idade, porém devido à baixa quantidade de madeira enfornada, a influência radial pode ser o causador das variações. Garantir que as amostras tenham a mesma posição radial é inviável e não representaria um processo real, onde são enfornadas toras de dimensões variadas.
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Transporte de monóxido de carbono gerado em queimadas para regiões onde não se queima.

Transporte de monóxido de carbono gerado em queimadas para regiões onde não se queima.

Descreve-se uma campanha de medidas de monóxido de carbono (CO), a bordo de avião, para caracterizar a distribuição das concentrações numa região em que se observou um processo especial de transporte das massas de ar, que pode levar o produto das queimadas para regiões de pouca queima. O processo de queima injeta diretamente o CO na troposfera, próximo à superfície. Para quantificar a produção local de poluente, foi feito um levantamento quantitativo sobre os focos de queimada na superfície com base em dados de satélite. Um programa de cálculos de trajetória foi usado para informar o padrão de circulação de massas de ar na área de estudo. As trajetórias em destaque definem um “corredor de circulação de massas de ar”, onde o transporte dos gases de queimada de regiões fonte para não fonte é privilegiado. Com estas informações e os dados adicionais de medidas de concentração de CO, obteve-se as proporções de CO, transportadas para diversas regiões na área da circulação estudada. O caso mais intenso mostra que na região ao norte de Mato Grosso do Sul e sul do estado de Goiás são injetados até 200 ppbv de CO (da ordem de 70% do valor observado), na época crítica. Já ao norte do estado do Paraná, 45% do valor observado de CO vem por transporte das regiões de maior índice de queima.
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UM DOS COMPONENTES DA FUMAÇA REPONSÁVEL POR 80 DAS MORTES É O MONÓXIDO DE CARBONO

UM DOS COMPONENTES DA FUMAÇA REPONSÁVEL POR 80 DAS MORTES É O MONÓXIDO DE CARBONO

eletricidade. Quando comprimido a cerca de 60 atmosferas se liquefaz e é então armazenado em cilindros; por sua vez quando aliviado desta compressão, o líquido se vaporiza e sua rápi[r]

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Estudo da eletrooxidação de monóxido de carbono em RuO2(110), e visualização morfológica...

Estudo da eletrooxidação de monóxido de carbono em RuO2(110), e visualização morfológica...

A fim de se obter uma superfície limpa de Ru(0001) e com a menor concentração de defeitos possível, o procedimento utilizado para a preparação da superfície fora[r]

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Estudo da eletro-oxidação de monóxido de carbono sobre eletrocatalisadores suportados...

Estudo da eletro-oxidação de monóxido de carbono sobre eletrocatalisadores suportados...

No início da varredura anódica, não são verificadas correntes de dessorção de hidrogênio devido às moléculas de CO adsorvidas sobre os sítios de Pt preferencialmente às moléculas de hidrogênio. Correntes de oxidação de monóxido de carbono começam a surgir na mesma região de potenciais em que há a formação de espécies oxigenadas na superfície da Pt (ver voltamograma base do eletrodo/eletrólito), evidenciando, portanto, a importância do estado da superfície, no caso, a presença de espécies que contêm oxigênio, para a reação em estudo. Como será discutido a seguir, a presença de CO dissolvido na solução muda o perfil voltamétrico da oxidação de CO, pois, de acordo com as equações de 1 a 4, descritas na Introdução, a cinética da reação depende de um balanço entre as espécies oxigenadas e as moléculas de CO e, desta forma, é de se esperar que a presença de CO na solução apresente um efeito inibidor para a adsorção e conseqüente oxidação da água, dificultando, portanto, a oxidação de CO.
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Análise de ar expirado para diagnóstico de patologias

Análise de ar expirado para diagnóstico de patologias

A espectrometria de laser é um método selectivo tendo sido usado na análise de um conjunto de biomarcadores como o etano (indicador para stress oxidativo), amónia (diálise renal), óxido nítrico (inflamação das vias respiratórias), formaldeídos e acetaldeídos como indicadores do cancro da mama ou pulmão ou o monóxido de carbono (Kim et alii., 2012). A sua selectividade deve-se ao facto de utilizar comprimentos de onda muito específicos, não havendo possibilidade de sobreposição com espectros de compostos existentes em maiores concentrações no ar como a água ou o dióxido de carbono (Amann et alii., 2014), sendo possível a detecção de compostos moleculares em concentrações muito reduzidas. Apresenta ainda como vantagem o facto de a amostra não necessitar de qualquer tipo de tratamento, sendo a análise possível em tempo real (Kim et alii., 2012).
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Neves, Mariana Bizarro de Andrade

Neves, Mariana Bizarro de Andrade

A terapia OHB está indicada para varias patologias englobando não só a ORN mas também: embolismo gasoso, envenenamento por monóxido de carbono, cianeto ou fumo, miostite clostridial e mionecrose (gangrena gasosa), isquémias periféricas agudas traumáticas, doença da descompressão, melhoria da cura de alguns problemas de cicatrização, anemia com perda sanguínea excecional, abcesso intracraniano, infeções necrotizantes dos tecidos moles, osteomielite refratária, enxertos cutâneos comprometidos e, queimaduras térmicas. No campo da Medicina Dentária, para além de tratar a ORN da mandibula, também é utilizada na osteomielite, na osteonecrose derivada dos Bifosfonatos, podendo ainda ser utilizada profilaticamente no campo da Implantologia (quando se pretende a osteointegração de implantes colocados em osso previamente irradiado), na performance de extrações dentarias pré e pós radioterapia e ainda na área da Periodontologia.
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Modelagem e simulação da síntese de FischerTropsch em reator tubular de leito fixo com catalisador de ferro

Modelagem e simulação da síntese de FischerTropsch em reator tubular de leito fixo com catalisador de ferro

Os reatores de leito de lama são otimizados para operar em baixa temperatura e produzir altas conversões em graxas com baixas conversões em metano. Comparado aos reatores de leito fluidizado (que necessitam de elevada velocidade de escoamento gasoso para manter a fluidização), os reatores de lama oferecem as vantagens de melhor controle de temperatura (por ter maior eficiência de transferência de calor), menores cargas de catalisador (por ter maior eficiência na transferência de massa) e significativamente menores taxas de atrito entre as partículas do catalisador, além de apresentarem condições de operar com gás de síntese mais rico em monóxido de carbono. O fato de operar em condições isotérmicas faz com que o reator (Figura 3.3) alcance maiores temperaturas médias e atinja maiores taxas de conversão em produtos. Atualmente já há tecnologia eficiente para separação das partículas do catalisador das graxas produzidas, a principal barreira técnica desse tipo de reator (Spath e Dayton, 2003).
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Atendimento às vítimas de lesão inalatória por incêndio em ambiente fechado: o que aprendemos com a tragédia de Santa Maria.

Atendimento às vítimas de lesão inalatória por incêndio em ambiente fechado: o que aprendemos com a tragédia de Santa Maria.

Dessa forma, com tempo de exposição diferente e sem perda de consciência no local, não havia sinais de grave intoxicação por monóxido de carbono e nem por material particulado grosseiro em árvore brônquica. Os principais problemas decorriam de edema de via aérea e da lesão pulmonar (relação PO 2 /FiO 2 de 135). Além da imagem radiológica já mencionada, no segundo dia de ventilação mecânica invasiva houve saída de grande quantidade de secreção purulenta pela cânula orotraqueal e elevação de marcadores inlamatórios. Foi iniciado tratamento para PAV precoce com ceftriaxona e clindamicina, terapia pos- teriormente mantida conforme agentes comunitários iso- lados em culturas (Streptococcus pneumonia multissenível >1.000.000 UFC/mL e Haemophilus influenza >100.000 UFC/mL). Recebeu também corticosteroides sistêmicos por aproximadamente 72 horas, com intenção de redução de edema em vias aéreas. Houve melhora clínica, sendo o paciente extubado no 4º dia de internação, recebendo alta da UTI no 6º dia e alta domiciliar no 7º dia, com recupe- ração funcional completa.
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Estudo teórico das reações de hidrogênio e do monóxido de carbono sobre fases intermetálicas

Estudo teórico das reações de hidrogênio e do monóxido de carbono sobre fases intermetálicas

os sais de cada um dos metais precursores são dissolvidos, em geral em um solvente de alto ponto de ebulição, na presença de agentes tensoativos e redutores, sendo o etileno glicol um poliácool comumente utilizado neste tipo de síntese. A solução resultante é acondicionada em um balão de fundo redondo acoplado a um condensador, formando um sistema em refluxo, que é submetido ao aquecimento em uma manta térmica. Após esse procedimento há a formação das nanopartículas e estas são coletadas, lavadas e secas em estufa. Um tratamento térmico também é realizado para remover os demais traços de impurezas gerados pelas espécies orgânicas. As amostras das nanopartículas surportadas em carbono são depositadas sobre um eletrodo de carbono vítreo para a realização dos ensaios eletroquímicos. Uma das grandes pretensões no uso dessa técnica é controlar o tamanho, o formato e a composição das nanopartículas, que são fatores imprescindíveis para a preparação de um bom catalisador que possa ter potencial aplicação prática ( JI et al. , 2010). Modificações no método, recentemente sugeridas por Ghosh et al. (2010) e
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Matéria (Rio J.)  vol.15 número3

Matéria (Rio J.) vol.15 número3

sólido. Os catalisadores contendo níquel e cobre apresentaram atividade muito superior à de uma amostra comercial, contendo cromo e cobre, o que pode ser atribuído a uma tendência do sólido em favorecer o mecanismo adsortivo. Segundo este mecanismo, a água e o monóxido de carbono adsorvem na superfície do catalisador, onde reagem para formar intermediários, seguida pela decomposição a produtos e dessorção da superfície [6]. Nos sólidos contendo cobre, existe um aumento dos elétrons de valência, que ocasiona um aumento na mobilidade dos átomos de oxigênio da rede cristalina, conduzindo assim a um aumento de condutividade e atividade catalítica [27, 28].
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 11 8 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 11 8 portugues

Objetivo: Determinar a freqüência do tabagismo em pacientes internados em um hospital geral, e caracterizar o perfil dos fumantes hospi- talizados. Métodos: Foi avaliada uma amostra representativa e aleatória de 111 pacientes internados, classificados como não-fumantes, ex-fumantes e fumantes. Nos fumantes foi aplicado o questionário de Fagerström e obtidas medidas de monóxido de carbono no ar expirado. Valores acima de 6 ppm de monóxido de carbono no ar expirado foram considerados significantes para tabagismo recente. Resultados: Dos 111 pacientes, 60 (54%) eram do sexo feminino. A média de idade foi de 70 anos. Do total, 56 pacientes (51%) nunca fumaram, 36 (32%) eram ex-fumantes e 19 (17%) eram fumantes atuais. Todos os fumantes eram do sexo masculino. Os fumantes tinham menor idade (58 ± 17 anos), em comparação aos não-fumantes (68 ± 14 anos) e ex-fumantes (73 ± 14 anos)—ANOVA: F = 6,57 (p = 0,002). A carga tabágica média dos fumantes foi de 43 anos-maço. A média do escore de Fagerström foi de 5,0. Dos 19 fumantes, 11 (58%) tinham sintomas respiratórios, e 3 tinham sintomas de abstinência. A média de monóxido de carbono no ar expirado dos fumantes foi 5,0 ppm. Oito (42%) dos fumantes tinham níveis de monóxido de carbono no ar expirado acima de 6 ppm. Houve maior prevalência de tabagistas em algumas clinicas: 70% dos fumantes se encontravam em apenas cinco enfermarias. Conclusões: Em um grande hospital terciário, 17% dos pacientes internados eram fumantes e destes 7% fumaram nas últimas 8 horas. Os fumantes eram pacientes mais jovens do sexo masculino, internados em determinadas clínicas.
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O efeito Root na hemoglobina do jaraqui (ProchilodUS sp.) um peixe teleósteo

O efeito Root na hemoglobina do jaraqui (ProchilodUS sp.) um peixe teleósteo

constante de velocidade de combinação do monóxido de carbono de segunda ordem; K, constante de primei- ra ordem da dissociação de oxigênio; P,/ 2 , pressão parcial de oxigênio no qual me[r]

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Efetividade da bupropiona no tratamento de pacientes tabagistas com doença cardiovascular.

Efetividade da bupropiona no tratamento de pacientes tabagistas com doença cardiovascular.

Foram realizadas consultas de avaliação do tratamento nas semanas 3, 8, 12, 24 e 52. A condição de estar ou não fumando foi relatada pelo paciente e confirmada pela determinação da concentração de monóxido de carbono no ar expirado. Foram analisadas a presença de eventos adversos relatados durante o uso da bupropiona, como também a evolução clínica ao longo das 52 semanas de avaliação dos pacientes.

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Avaliação do grau de exposição de amostras populacionais de São Paulo ao monóxido de carbono.

Avaliação do grau de exposição de amostras populacionais de São Paulo ao monóxido de carbono.

RESUMO : Com a finalidade de avaliar o grau de exposição ao monóxido de carbono da população da cidade de São Paulo (Brasil), foram coletadas 327 amostras de sangue de adultos, proceden[r]

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