Emissor de Cupom Fiscal (EFC)

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A implantação do emissor de cupom fiscal no Estado do Rio Grande do Norte e sua repercussão na arrecadação do ICMS

A implantação do emissor de cupom fiscal no Estado do Rio Grande do Norte e sua repercussão na arrecadação do ICMS

O presente estudo concentrou-se em analisar um instrumento atual de grande impacto na arrecadação estadual do ICMS: o Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Nesse sentido, procurou-se investigar os efeitos do processo de automação comercial na arrecadação do ICMS do Estado do Rio Grande do Norte, no período de 2000 a 2006. Para tanto, trabalhou-se com o Comércio Varejista, exceto a atividade de combustíveis, por ser um dos grupos de contribuintes obrigados a usar o equipamento ECF. Baseado nesse objetivo, a metodologia adotada caracterizou-se como um estudo de natureza quantitativa, exploratório- descritiva, através da coleta de dados secundários, fornecidos pela Secretaria de Estado da Tributação (SET ) . Na ausência de um modelo estatístico na literatura existente sobre o tema abordado, optamos pela elaboração de um modelo próprio com a construção de tabelas e gráficos. Constatou-se que embora as taxas de crescimento entre as atividades usuárias do ECF tenham tido participação ascendente na receita tributária nos anos em questão, a partir de 2004, com a implantação da Transferência Eletrônica de Fundos (TEF), essa participação apresenta maior crescimento, o que leva a supor que o uso desse recente instrumento proporciona um impacto significativo na arrecadação efetiva do Estado. Ressalta-se ainda que os montantes arrecadados poderiam ser ainda maiores, se o nível de adesão ao instrumento não fosse tão baixo, principalmente em relação aos pequenos empresários, o que pode indicar sonegação enraizada no sistema. Em resumo, pelo conjunto de dados obtidos, é possível concluir que o ECF e o recente TEF tem influenciado de forma significativa a arrecadação do ICMS no Estado em todo o período analisado.
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Desenvolvimento de Programa Aplicativo Fiscal (P.A.F), Emissor de Cupom Fiscal (E.C.F) e Transferência Eletrônica de Fundos (T.E.F)

Desenvolvimento de Programa Aplicativo Fiscal (P.A.F), Emissor de Cupom Fiscal (E.C.F) e Transferência Eletrônica de Fundos (T.E.F)

Esta é a principal funcionalidade do PAF-ECF. Primeiramente é preciso realizar a abertura do cupom fiscal. Em seguida, deve-se informar o item e quantidade a ser vendido e confirmar a venda. É possível realizar o cancelamento do cupom fiscal ou somente de itens vendidos, informando o número da sequência que o item foi impresso no cupom fiscal. Ainda na emissão do cupom, pode-se conceder desconto no cupom (venda). Após vender todos os itens desejados, é feito o pagamento, que pode ser através de Cartão (TEF), dinheiro, ou outro meio de pagamento convencional. Após a aprovação do pagamento, é fechado o cupom fiscal e finalizado a venda. Essa característica poderá ser melhor compreendida através do Diagrama de Caso de Uso da UML (Unified Modeling Language) apresentado na Figura 1.
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Emissor de cupom fiscal virtual

Emissor de cupom fiscal virtual

As informac¸˜oes tratadas nesta alternativa ser˜ao codificadas na forma de documentos eletrˆonicos, beneficiando-se das vantagens destes sobre documentos em papel para as partes envolvidas: Estado, com´ercio e consumidor final. O Estado ´e be- neficiado porque ter´a um maior controle sobre a emiss˜ao dos cupons fiscais diminuindo a sonegac¸˜ao. O com´ercio ser´a beneficiado porque n˜ao ser´a obrigado a adquirir equipa- mentos de impress˜ao fiscal e diminuir´a a concorrˆencia desleal (quando um concorrente sonega impostos consegue praticar prec¸os mais baixos). O consumidor ter´a benef´ıcios diretos e indiretos. Por benef´ıcios diretos entende-se que pode haver uma pol´ıtica de in- centivos, como sorteios premiados; o benef´ıcio indireto ´e o aumento de arrecadac¸˜ao do Estado, que torna-se mais forte para investir em ´areas como sa´ude, educac¸˜ao e seguranc¸a. A soluc¸˜ao proposta ao longo desta dissertac¸˜ao pode ser estendida para todo o tipo de relac¸˜ao Estado/contribuinte.
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ROTEIRO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL - EMISSOR DE CUPOM FISCAL PAF-ECF

ROTEIRO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL - EMISSOR DE CUPOM FISCAL PAF-ECF

centralizada por estabelecimento conforme estabelecido no item 2 do Requisito VI. É preciso esclarecer que o requisito III diz “O PAF-ECF deve ser instalado de forma a possibilitar o funcionamento do ECF independentemente da rede, (...). Observe que grafamos a expressão “do ECF”. Ou seja, se a rede cair deve continuar sendo possível emitir Cupom Fiscal pelo ECF nas vendas realizadas. (veja resposta à pergunta 01). Se a rede cair, não deve ser possível emitir DAV ou registrar Pré-Venda, neste caso, a impressão do Cupom Fiscal deve ocorrer diretamente sem passar pelo DAV ou Registro de Pré- Venda. Caso o DAV já tenha sido registrado e emitido, mas não for possível capturá-lo no ponto de venda por falta da rede, os dados do DAV devem ser novamente digitados no ponto de venda para a emissão do Cupom Fiscal.
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O planeamento fiscal e o sistema fiscal português

O planeamento fiscal e o sistema fiscal português

Num mundo globalizado, a adopção de MAA’s excessivas pode ter como efeito a fuga de empresas e capitais, para além de ter tornado a legislação fiscal mais complexa, característica que não deixa de influenciar as decisões de investimento em Portugal. Aos Estados caberá definir as políticas fiscais que permitam a captação de investimentos e o aumento da concorrência fiscal, daí o seu papel activo na criação dos principais mecanismos de PF, que não é mais do que a aplicação de conhecimentos que temos da lei a uma situação tributária em concreto.
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Desenvolvimento de células solares com metalização por serigrafia : influência do emissor N+

Desenvolvimento de células solares com metalização por serigrafia : influência do emissor N+

As células solares com contatos formados por serigrafia ainda dominam o mercado fotovoltaico mundial, devido a sua facilidade de processamento e obtenção de alta eficiência. Entretanto, emissores homogêneos altamente dopados limitam sua eficiência em média para 16 % e 17 % em lâminas de silício multicristalino e monocristalino, respectivamente, em linha de produção comercial [52]. Então, para aumentar a absorção em comprimentos de onda curtos e ao mesmo tempo manter a resistência de contato entre o metal e o silício baixa, o emissor homogêneo com alta resistência de folha está sendo estudado em células solares de laboratório e comerciais. Para tanto, pastas de serigrafia estão sendo desenvolvidas para emissor com alta resistência de folha, para diminuir os problemas relacionados à resistência de contato que se obtém nesses processos [52].
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Emissor óptico em banda lateral única para elevados ritmos de transmissão

Emissor óptico em banda lateral única para elevados ritmos de transmissão

Para minimizar a dificuldade de gerar sinais eléctricos de amplitude suficiente para controlar os braços do modulador óptico MZM sem que isso acarrete demasiada degradação de abertura [r]

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FISCAL E O AJUSTE FISCAL NO BRASIL

FISCAL E O AJUSTE FISCAL NO BRASIL

A política fiscal brasileira, pela sua própria inspiração teórica, tem se assentado quase exclusivamente na perseguição de metas de superávits primário e dedicado pouca atenção à composição do gasto público. Mais recentemente, o fortalecimento das transferências de renda passou a constar como um dos objetivos da política econômica no plano federal, sem que, no entanto, as autoridades tenham produzido uma reavaliação mais consistente sobre seu financiamento e a sustentabilidade do padrão de ajuste fiscal verificado nos últimos nove anos. A conseqüência mais evidente dessa política fiscal é que os investimentos da administração pública (excluindo estatais) caíram de 2,87% do PIB entre 1999-1998 para 1,80% entre 1999-2006, segundo dados do IBGE (2007), e os recursos disponíveis para gastos sociais têm sido, a partir da União, preferencialmente canalizados para os programas de transferência de renda e para o pagamento de benefícios assistenciais e previdenciários. Ou seja, o próprio gasto corrente do governo, sobretudo na esfera federal, tem sofrido uma profunda transformação nos últimos anos, sendo crescente a parcela transferida para outros entes ou para pessoas e decrescente a destinada às chamadas atividades finalísticas, como as da área de educação e saúde executadas diretamente pela União. 30
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Planejamento fiscal, evasão fiscal, elisão fiscal: o fiscalista no seu labirinto

Planejamento fiscal, evasão fiscal, elisão fiscal: o fiscalista no seu labirinto

há, igualmente, de jurisdições que, por possuírem outras fontes de rédito (por exemplo, as provenientes do jogo ou do petróleo) que lhes permitem satisfazer, no essencial, os níveis de despesa pública, não sentem necessidade de recorrer a impostos gerais sobre o rendimento. Como existem igualmente Estados cuja independência política não foi acompanhada de suficiente sustentação económica, pelo que o único “produto” que têm para oferecer no mercado internacional são impostos nulos ou muito reduzidos. Ao lado destes casos, outros há de jurisdições que, a coberto da soberania ou autonomia fiscal, optam por configurar-se, não apenas como zonas de baixa ou nula tributação, mas como verdadeiros paraísos fiscais, opacos, dotados de regimes inexpugnáveis de sigilo bancário, renitentes quanto à troca de informações fiscais, operando com frouxos ou nulos controlos, quer no plano da supervisão financeira, quer no plano das inspecções tributárias. 12
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O Estado fiscal e a cidadania fiscal

O Estado fiscal e a cidadania fiscal

Por último, entendemos ainda ser relevante referir que para Clotilde Palma «Um dos elementos essenciais do Estado de Direito é a certeza ou segurança, que, atenta a peculiaridade do Direito Fiscal, assume especial relevância neste domínio, concretizando-se, designadamente, na previsibilidade e calculabilidade da tributação. De facto, o Direito Fiscal é de todos os ramos de Direito aquele onde a segurança jurídica mais releva, porquanto, atentos os valores em causa, os cidadãos não podem estar sujeitos a decisões imprevisíveis, destituídas de regras que lhes atribuam a previsibilidade e transparência desejáveis. Em suma, a realidade fiscal deve poder ser controlada pelos contribuintes a quem devem ser
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O Papel das Agências de Viagens e Turismo no Desenvolvimento do Turismo Emissor e Receptor

O Papel das Agências de Viagens e Turismo no Desenvolvimento do Turismo Emissor e Receptor

Devido a mudanças tecnológicas e da globalização, o turismo vem passando por grandes transformações, permitindo um maior acesso às informações e uma maior aproximação entre o consumidor e o mercado turístico. O papel das agências de viagens e turismo (AVT’s) é de fundamental importância para o desenvolvimento da actividade turística de um país. Face a isto, as AVT’s devem aderir ao novo cenário, procurando acompanhar a evolução, renovando e actualizando sempre os seus serviços. O presente estudo tem por objectivo avaliar o papel das AVT’s da ilha de São Vicente, no âmbito do turismo emissor e receptor. Foi realizado um estudo de caso, incluindo os doze representantes das AVT’s da ilha de S. Vicente, com excepção das empresas exclusivamente marítimas. Foi usado um guião de entrevistas para a obtenção de dados relacionados aos responsáveis dos serviços, a empresa, aos colaboradores internos, clientes, serviços oferecidos, sazonalidade e sua problemática, parceiros, as tecnologias de informação e as perspectivas futuras. As informações foram analisadas sob um enquadramento teórico e prático. Constatou-se que sete agências dedicam-se ao turismo emissor e receptor, três ao turismo emissor, e duas ao receptor. Foi possível observar que as AVT’s apresentam semelhanças na prestação de serviços e a maioria tem a preocupação de acompanhar as exigências actuais do turismo. Pode-se concluir que o turismo emissor e receptor estão bem representados pelas AVT’s de São Vicente.
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A influência da distância cultural no IDE: o caso de Portugal como país emissor

A influência da distância cultural no IDE: o caso de Portugal como país emissor

Em 1917, Edward Taylor, antropólogo, definiu pela primeira vez cultura como sendo um “…todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte, moral, leis, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade.” (Taylor, citado por Thompson, 2011, p.171). A cultura torna-nos únicos e define-nos enquanto pessoas de uma sociedade ou entidade. Limita o nosso comportamento e pensamento de tal forma, que nos difere das restantes culturas existentes, sendo isso notório para quem observa. No entanto, segundo Sebenius (2002, p.1), “As diferenças culturais podem influenciar as negociações de maneira significativa e inesperada (…)” e “(…) os processos de tomada de decisão, que determinam um “sim” ou um “não”, variam enormemente entre diversas culturas, não apenas no que diz respeito a aspetos legais, mas também aos comportamentos e crenças básicas.”. O autor ainda refere que já presenciou várias negociações promissoras, que desmoronaram porque os intervenientes ignoraram as diferenças culturais no processo. A distância cultural é uma forma de medição do efeito que a cultura tem sobre o investimento, e o IDE é a área em que a DC tem sido mais aplicada, em primeiro para explicar a localização onde o investimento é feito, em segundo para saber o modo de entrada nos mercados estrangeiros e por último para quantificar as falhas, sucessos e desempenho das filiais das MNS’s nos mercados (Shenkar, 2001). A importância que se tem vindo a descobrir da cultura no investimento direto estrangeiro foi o que fomentou o interesse em desenvolver esta dissertação. A maioria dos estudos aplicados a Portugal utilizam modelos mais recentes para medir a DC, no entanto, visto que a cultura se altera no tempo (Shenkar, 2001), é possível que as dimensões utilizadas por Hofstede (1980) para medir a DC possam influenciar o IDE que Portugal faz nos países de destino. Apesar do modelo utilizado ser criticado, continua a ser o mais utilizado e mais abrangente. Por isso, foi adaptado às novas dimensões que foram surgindo, e aplicado a Portugal como país emissor de IDE.
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Educação fiscal - um contributo para uma política de cidadania fiscal

Educação fiscal - um contributo para uma política de cidadania fiscal

Na referida Constituição, no artigo 3º, são mencionados os objetivos fundamentais: construir uma sociedade livre, justa e solidária, garantir o desenvolvimento nacional, erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Para atingir estes objetivos temos de educar os cidadãos. Para tal, o conceito de Educação Fiscal que atualmente orienta as políticas públicas no Brasil, é o estipulado pela ESAF (2014:41) que «visa compartilhar conhecimentos e interagir com a sociedade sobre a origem, aplicação e controle dos recursos públicos, a partir da adoção de uma abordagem didático-pedagógica interdisciplinar e contextualizada, capaz de favorecer a participação social». Para o Grupo de Educação Fiscal da ESAF (2015:6) «a Educação Fiscal visa à construção de uma consciência voltada ao exercício da cidadania, objetivando e propiciando a participação do cidadão no funcionamento e aperfeiçoamento dos instrumentos de controle social e fiscal do Estado».
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REGULAMENTO O cupom deverá ser obrigatoriamente preenchido com todos os dados do participante que realizou a compra, inclusive seu CPF.

REGULAMENTO O cupom deverá ser obrigatoriamente preenchido com todos os dados do participante que realizou a compra, inclusive seu CPF.

3.2.2 – Não serão aceitos cadastros e trocas efetuados por terceiros em nome do participante da promoção, mesmo que este representante apresente os documentos originais do titular da nota fiscal e/ou cupom fiscal e/ou comprovante de compras. 3.3 - Para efeito de trocas, deverá ser respeitado o horário de funcionamento do Shopping que é de Segunda a Sábado das 10h00 às 22h00 e Domingo e Feriados das 15h00 às 21h00 ou horários especiais estabelecidos pela administração do Shopping serão avisados previamente aos clientes.
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Análise da curva de cupom cambial brasileira: uma aplicação da análise de componentes principais com enfâse em sua utilização para imunização de carteiras

Análise da curva de cupom cambial brasileira: uma aplicação da análise de componentes principais com enfâse em sua utilização para imunização de carteiras

Utilizando como exemplo a data de cálculo 02/01/2006, é possível observar que as variações no valor de mercado da carteira de futuros escolhida para essa data, decorrentes do choque em cada um dos componentes principais, praticamente anulam as variações no valor de mercado da carteira de swaps decorrentes do mesmo choque, como desejado. Uma carteira passiva em 13 contratos futuros de FRA de cupom cambial, ativa em 33 contratos futuros de FRA de cupom cambial e passiva em 154 contratos futuros de FRA de cupom cambial tem seu valor de mercado alterado positivamente em decorrência do choque no primeiro componente principal em 35.952,58 (de acordo com a tabela 15 e a fórmula 35, a seguir), enquanto a carteira de swaps tem seu valor de mercado alterado negativamente em 36.003,65 em decorrência do choque no mesmo componente principal, conforme Tabela 14. Desta forma, o impacto na carteira de futuros praticamente anula o impacto na carteira de swaps. O valor residual da soma dos dois impactos (-51,07) é decorrente da utilização de quantidades inteiras de contratos de futuros, uma vez que não é possível se negociar quantidades fracionárias na BM&F.
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Política fiscal e monetária sob elisão fiscal

Política fiscal e monetária sob elisão fiscal

Nosso modelo prediz que o impacto da taxa de juros sobre a elisão fiscal depende como esta afeta a política fiscal.. Esta por sua vez dependerá do grau de impaciência dos contribuintes da [r]

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Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

(…) não estabelece níveis de desempenho ambiental, nem se destina a ser utilizada como norma de especificação para fins de certificação ou registo, ou para estab[r]

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TESE Desenvolvimento de emissor tipo LEPA de baixo impacto erosivo

TESE Desenvolvimento de emissor tipo LEPA de baixo impacto erosivo

Os maiores valores de coeficiente de determinação do ajuste dos dados médios ponderados de taxa média de aplicação de água em função dos dados médios ponderados de solo salpicado, com o aumento do diâmetro dos bocais, como apresentado na Tabela 20, evidenciam, mais uma vez que, a perda de solo das amostras submetidas ao emissor tubo corrugado pode ter sido causada, em grande parte, pelo escoamento de água e não propriamente pelo salpicamento. Mais uma vez, o valor médio ponderado de taxa média de aplicação de água não se mostrou uma medida representante da característica erosiva da chuva produzida pelos três modelos de emissor associados aos diferentes bocais, como observado nos elevados valores de coeficiente de determinação das funções quadrática e cúbica, apresentados na Tabela 20, significativamente superiores (<0,01), conforme Anexo H.
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DISSERTAÇÃO_Velocidade e energia cinética da chuva de um emissor usado em pivô central

DISSERTAÇÃO_Velocidade e energia cinética da chuva de um emissor usado em pivô central

A erosão decorrente do escoamento superficial causa grande impacto no potencial produtivo das áreas cultivadas. Portanto, o estudo da velocidade e da energia cinética com que as gotas de água atingem a superfície do solo irrigado é de fundamental importância para o desenvolvimento de diagnósticos e medidas que visem minimizar os efeitos negativos no manejo das áreas irrigadas. Nesse sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar a velocidade de impacto e a energia cinética de chuvas artificiais de bocais do emissor Super Spray (Senninger Irrigation). A avaliação da energia cinética e da velocidade de impacto das gotas foi realizada, com o uso do sistema dinâmico de pluviometria (SDP), no Laboratório de Hidráulica e Irrigação da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Nos ensaios, foram realizados testes de uniformidade de distribuição de água em todos os bocais no local onde o sistema dinâmico de pluviometria (SDP) esteve posicionado. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado (DIC), referente aos seis bocais (tratamentos), com três repetições. Por meio dos resultados obtidos, verificou-se que os valores de velocidade de impacto e a energia cinética das gotas não diferiram significativamente entre os bocais analisados. Por meio dos gráficos de superfície foi possível observar que os três menores diâmetros de bocal (5,75; 6,94 e 7,54 mm) propiciaram intensidades mais elevadas na extremidade externa próxima ao emissor, enquanto os três maiores bocais (8,33; 9,33 e 10,12 mm) apresentaram tendência de crescimento de intensidade na parte externa da malha. Os coeficientes de uniformidade, CUC e CUD, apresentaram resultados satisfatórios para emprego da metodologia SDP, para os cinco maiores diâmetros de bocal (6,94; 7,54; 8,33; 9,33 e 10,12 mm), enquanto, para o bocal de 5,75 mm, o valor do CUD (83,74%) foi baixo, não garantindo a uniformidade necessária para uso do método. A partir dos resultados obtidos e de estimativas de modelos empíricos citados na literatura, foi possível concluir que a energia cinética provocada pelo emissor Super Spray utilizado em pivô central é inferior à energia cinética de chuvas naturais com a mesma intensidade. A energia cinética não está relacionada com o tamanho dos bocais testados. O sistema dinâmico de pluviometria mede a velocidade e a energia cinética da chuva, quando esta apresenta uniformidade (sem variabilidade espacial), mas apresentou valores discrepantes de energia cinética quando o coeficiente de uniformidade de distribuição (CUD) foi inferior a 84%. As vazões determinadas por meio do método volumétrico para os bocais avaliados apresentaram valores muito próximos das vazões listadas no catálogo do fabricante.
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