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Mapeamento da qualidade do emprego nas microrregiões do Rio Grande do Sul: uma análise para o período 1990-2010

Mapeamento da qualidade do emprego nas microrregiões do Rio Grande do Sul: uma análise para o período 1990-2010

Este trabalho tem por objetivo verificar a qualidade do emprego nas microrregiões do Estado do Rio Grande do Sul no período de 1990 a 2010. Para tanto, foram selecionadas três variáveis: a remuneração média dos trabalhadores, o grau de instrução e o tempo médio de emprego. Usando o Valor Índice Médio (VIM) como método de classificação, constatou-se que a microrregião de Caxias do Sul apresentou a melhor qualidade do emprego no período em questão, situando-se em todos os anos na primeira categoria.

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Cidades médias não metropolitanas das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil: dinâmica do emprego industrial no período de 1990 a 2013

Cidades médias não metropolitanas das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil: dinâmica do emprego industrial no período de 1990 a 2013

A relação existente entre crescimento econômico e emprego no Brasil mostra que ocorreu um aumento da produção, acompanhado com o aumento dos vínculos formais, quando comparado com outros países em desenvolvimento. Alguns fatores explicam a retomada do mercado de trabalho no Brasil, destaca-se a mudança de regime cambial, promovendo melhoria no mercado de trabalho brasileiro. Além disso, a criação do sistema Simples proporcionou redução na carga tributária para novos empreendimentos. Outros determinantes estão relacionados à fiscalização exercida pelo MTE. É importante destacar que, nos anos 1990 ocorreu uma redução do emprego formal, dado a necessidade de redução dos custos pelas empresas, em virtude do processo de reestruturação produtiva do período. A partir de 2004 ocorreu crescimento da produtividade com a desvalorização do Real, principalmente na indústria de transformação. No entanto, o período econômico vigente aponta para melhorias, pois há redução no desemprego, aumentos de produtividade e do rendimento do trabalho. Além disso, o setor industrial e a agricultura apontaram para manutenção da boa performance na geração de emprego (NEVES JÚNIOR, PAIVA, 2008).
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Industrialização e emprego formal: uma análise para os municípios da região metropolitana do Cariri nos anos de 1990 e 2000

Industrialização e emprego formal: uma análise para os municípios da região metropolitana do Cariri nos anos de 1990 e 2000

A Região Nordeste tem um histórico de luta para a diminuição das disparidades. No final dos anos de 1950, o Estado interveio através da SUDENE, organizando e planejando a promoção do desenvolvimento por meio da industrialização. O presente trabalho tem como objetivo identificar as características do processo de industrialização do Nordeste e evolução do emprego formal na Região Metropolitana do Cariri, situada no sul do Estado do Ceará, no caso dos municípios de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha (CRAJUBAR) nas décadas de 1990 e 2000. A hipótese permeia na atuação da SUDENE com políticas públicas de incentivo a indústria, causando profundas transformações nas cidades em estudo. Os resultados indicam que a Região do Cariri desde a década de 1960 vem se beneficiando dos programas implementados pela SUDENE. Com a implementação desses programas, dentro de um conjunto de circunstâncias baseadas em vocações locais e políticas estaduais, houve uma distribuição espacial da indústria, desencadeando o desenvolvimento e apresentando crescimento sobre a oferta de empregos formais no setor industrial.
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Open Transformações recentes no emprego formal da indústria de transformação do Brasil: evidências para as décadas de 1990 e 2000

Open Transformações recentes no emprego formal da indústria de transformação do Brasil: evidências para as décadas de 1990 e 2000

Outros trabalhos merecem ser citados: i) o de Hanson (1998) que apontou as economias de aglomeração, linkages de mercado e custos de transporte como fatores que elevaram o crescimento do emprego industrial no México pós-abertura comercial, sugerindo uma convergência com os argumentos desenvolvidos pela NGE; ii) o de Silveira Neto (2005), baseado na NGE, aponta os retornos crescentes de escala e custos de transportes como favoráveis à concentração regional no Brasil (1950-2000); iii) o de Monastério, Salvo e Damé (2008) mostra que os salários dos trabalhadores no Rio Grande do Sul são mais elevados nos municípios com potencial de mercado, urbanizados e com maior população, portanto, onde existe maior produtividade e retornos crescentes de escala, como proposto por Krugman (1991); iv) Oliveira (2004) verifica correlação positiva entre as variáveis níveis de educação e medida de urbanização com o crescimento econômico das cidades nordestinas, porém, uma relação negativa entre distância dos mercados e o crescimento destas entre 1991 e 2000; em um segundo trabalho, visando identificar a dependência espacial no crescimento econômico das cidades cearenses nos anos de 1990, Oliveira (2005) destacou o papel do capital humano e da urbanização na determinação de externalidades positivas, levando crescimento econômico à cidade e a sua vizinhança; v) os trabalhos de Alves e Silveira Neto (2007) e Neri e Batista da Silva (2009) testaram o impacto da clusterização horizontal no crescimento do emprego das micro, pequenas e médias empresas (MPME’s) do setor de confecções de Pernambuco e do setor de couro e calçados da Paraíba, respectivamente, verificando que esta tem efeito positivo sobre o crescimento do emprego das MPME’s, porém, à medida que esta se torna mais intensa, há impacto negativo no mesmo, corroborando o trabalho de Fingleton, Igliori e Moore (2005) para o setor de serviços de informática da Grã-Bretanhã (1991 a 2000).
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A influência da educação na concentração de renda na flexibilidade do emprego formal no Mato Grosso do Sul no período de 1990 a 2002

A influência da educação na concentração de renda na flexibilidade do emprego formal no Mato Grosso do Sul no período de 1990 a 2002

O estudo analisa de forma empírica o papel desempenhado pela educação na concentração de renda dos trabalhadores com carteira assinada no Estado de Mato Grosso do Sul, conforme seus graus de instrução. Baseando-se na Teoria do Capital Humano, realiza-se uma pesquisa quantitativa com os dados das RAIS (Relação Anual de Informações Sociais). Desta forma, objetiva-se verificar a aplicação da referida teoria no Estado de Mato Grosso do Sul, no que concerne aos trabalhadores de todas as categorias do setor formal do emprego no período de 1990 a 2002. Procura-se também identificar como se dispunham os trabalhadores por graus de escolaridade e faixas de rendimentos. Ressalta-se que, para a concretização dos objetivos propostos, utiliza-se como parâmetro para análise da concentração de renda o índice de Gini e, para demonstrar empiricamente os resultados, é utilizado instrumental econométrico como ferramenta de pesquisa, visando reunir evidências em torno das hipóteses da pesquisa. Com a realização deste estudo, torna-se possível afirmar que os acréscimos de trabalhadores com graus de instrução mais elevados em todas as categorias do emprego formal propiciariam uma distribuição de renda mais justa no Estado do Mato Grosso do Sul, diminuindo, desta forma, as disparidades que ocorreram no período de 1990 a 2002. Deste modo, torna-se mister trazer à luz das discussões a idéia de que se deve investir em educação em todos os níveis, sendo este o caminho a ser trilhado para a promoção de justiça social-econômica e, como conseqüência, para a ampliação da atividade econômica no Brasil e mais especificamente no Estado de Mato Grosso do Sul.
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Construção de um índice de qualidade do emprego nas microrregiões do Rio Grande do Sul, 1990-2010

Construção de um índice de qualidade do emprego nas microrregiões do Rio Grande do Sul, 1990-2010

Sabóia (2000) desenvolve um índice sintético para o mercado de trabalho urbano no Brasil, inspirado na metodologia do Índice de Desenvolvimento Humano - IDH. Ele incorpora nove estatísticas, abrangendo os mais diversos aspectos do mercado de trabalho e aplica aos dados das seis regiões metropolitanas cobertas pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE na década de 1990. Seus resultados mostram tendência de deterioração do mercado de trabalho no período. Por outro lado, ele confirma a situação mais desfavorável das regiões metropolitanas situadas no Nordeste comparativamente ao Sul/Sudeste.
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A EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL NA INDÚSTRIA TÊXTIL DE BRUSQUE NO PERÍODO DE 1990/2010

A EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL NA INDÚSTRIA TÊXTIL DE BRUSQUE NO PERÍODO DE 1990/2010

A evolução do emprego formal em Brusque, entre 1990 a 2010, foi diretamente influenciada pelas opções macroeconômicas dos governos. Os problemas observados decorrem de um conjunto de ações do governo federal, estadual e municipal, além da própria conjuntura internacional, que apresenta desafios imensos. Todas as regiões e setores econômicos são afetados, de um jeito ou de outro. Mesmo com a forte influência da crise mundial, que afeta todos os países, o Brasil vive uma situação inédita em sua história, em termos de oferta de empregos. Esse fenômeno nacional se verifica com muita força no mercado de trabalho e na economia de Brusque. Muitos investidores são atraídos para o
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PACTO TERRITORIAL E EMPREGO NA INDÚSTRIA DO GRANDE ABC PAULISTA (1990 - 2008)

PACTO TERRITORIAL E EMPREGO NA INDÚSTRIA DO GRANDE ABC PAULISTA (1990 - 2008)

Os resultados da nossa pesquisa estão estruturados em cinco capítulos. No Capítulo 1 busca-se fazer uma revisão bibliográfica das principais abordagens que tratam do processo de reestruturação produtiva, construindo um panorama geral das mudanças relacionadas a esse processo nas economias centrais, e a sua posterior disseminação nos países periféricos, com destaque para o Brasil. Dando continuidade, nesse capítulo, considera-se a crise e dedica-se a compreender a perspectiva do enfoque territorial enquanto estratégia de reorientação do processo de desenvolvimento. No Capítulo 2 o objetivo é demonstrar o processo que levou à construção do arranjo sócio-produtivo do Grande ABC e as suas ações para o enfrentamento da crise na região. Assim, diante de um contexto de grandes transformações no setor industrial, no Capítulo 3 o propósito é analisar o perfil e a mobilidade setorial e espacial dos trabalhadores desligados da indústria do ABC paulista na década de 1990, com a perspectiva de verificar a trajetória do emprego e da renda a partir da implantação dos acordos intermunicipais. Já no Capítulo 4 busca-se verificar a tese sobre a capacidade do território do Grande ABC na indução endógena do desenvolvimento, principalmente no que se refere à possibilidade de modificar a trajetória do emprego e da renda, frente a um processo de mudança no comportamento do mercado de trabalho a partir de 1999 e também de consolidação do processo de pactuação intermunicipal na região. Por fim, no Capítulo 5 procura-se analisar as possibilidades e dificuldades das iniciativas de concertação no enfrentamento da crise do emprego no ABC paulista como estratégia alternativa para a conformação de um processo de desenvolvimento territorial, com impactos positivos sobre as formas de inclusão e geração de emprego e renda, principalmente em um contexto de baixo crescimento econômico.
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A EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL EM SANTA CATARINA A PARTIR DE 1990

A EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL EM SANTA CATARINA A PARTIR DE 1990

Estas mudanças foram promovidas tanto nos países centrais como de forma mais intensa nos países em desenvolvimento como o Brasil. Assim, o terceiro capítulo procurou apontar algumas transformações econômicas da década de 1990 que provocaram uma reorganização ainda maior da classe trabalhadora brasileira, que passou a conviver mais intensamente com altas taxas de desemprego e inseguranças em todo o processo de trabalho. A ideologia neoliberal se impôs por meio de uma abrupta abertura comercial e desregulamentação financeira de modo que as empresas nacionais se viram rechaçadas pela concorrência internacional. Este cenário levou a uma reestruturação defensiva das empresas brasileiras, de modo que a racionalização produtiva se iniciou pelos cortes de empregos. O emprego formal na década de 1990 foi o que mais se reduziu e houve uma mudança também na estrutura ocupacional, crescendo a participação do setor terciário e das ocupações informais e desprotegidas.
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A evolução do emprego formal industrial nas cidades médias do estado do Ceará (Juazeiro do Norte, Crato e Sobral) no período de 1990 a 2010

A evolução do emprego formal industrial nas cidades médias do estado do Ceará (Juazeiro do Norte, Crato e Sobral) no período de 1990 a 2010

O presente trabalho constitui-se em uma abordagem sobre a evolução do emprego formal industrial nas cidades médias do estado do Ceará no período de 1990 a 2010, posto que esse período foi marcado por importantes mudanças. Ressalta-se que com o propósito de alcançar tal intuito, foi realizado um levantamento da literatura relevante sobre a temática, bem como a utilização de estatísticas da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), publicada pelo Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A questão central a ser considerada neste estudo é saber como evoluiu o emprego formal da indústria nas cidades médias (Juazeiro do Norte, Crato e Sobral) do estado do Ceará. O pressuposto que norteia este trabalho é que as políticas econômicas dos anos de 1990 e 2000 estimularam a relocalização com implicações importantes no emprego industrial formal nessas cidades. No que concerne aos resultados obtidos na pesquisa, constatou-se que o setor industrial dessas cidades, apresentou considerável dinamismo no que refere-se à expansão dos estabelecimentos. Quando se observa em termos percentuais as cidades médias (345,5%) tiveram o maior crescimento do número de estabelecimentos na década de 1990 com taxas mais elevadas que a região Nordeste (285,9%) e o Brasil (167,5%). O destaque foi para a cidade de Juazeiro do Norte, com maior concentração de micro e pequenas empresas calçadistas do estado. No que concerne a quantidade de empregos formais criados nas cidades médias, o mesmo passou de 6.596, em 1990, para 41.660 mil empregos formais em 2010, apresentando uma taxa de crescimento de 532%. O setor que mais contribuiu para geração de emprego foi o calçadista. Ainda, quanto o nível de salarial, a década de 1990 registrou os menores níveis. Nos anos 2000, houve ganhos em todas as cidades. Entretanto, não foi suficiente para evitar que ao final do período estudado as CMs-Ceará apresentassem níveis salariais relativamente baixos.
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Planos de estabilização e emprego na economia brasileira - 1986 a 1990

Planos de estabilização e emprego na economia brasileira - 1986 a 1990

A análise das relações entre Planos de Estabilização e mercado de trabalho não pode. ser desvinculada do contexto histórico-econômico anterior a determinado Plano[r]

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Tendencias recentes nas relações de emprego no Brasil : 1990-2005

Tendencias recentes nas relações de emprego no Brasil : 1990-2005

Os contratos atípicos prevalecentes até os anos 90 apresentavam restrições explícitas no seu uso, sendo permitidos para casos de substituição eventual de um trabalhador, para atividades transitórias e para setores caracterizados pela natureza sazonal de sua atividade, tais como a agricultura e a construção civil. Portanto, a natureza dos contratos atípicos fazia com que eles não fossem generalizáveis para o conjunto do mercado de trabalho, que mantinha como referência o contrato por tempo determinado. É verdade que ocorreram distorções na sua utilização, dada a frágil estrutura de fiscalização e as controvérsias sobre as condições para o seu emprego. A novidade a partir dos anos 90, com os novos contratos atípicos, é que eles têm objetivos distintos. Em primeiro lugar está o fato de ele ser apresentado pelos governantes de plantão como alternativa para enfrentar o crescente problema do desemprego, advindo da conjuntura econômica. A lógica é criar “incentivos” para as empresas contratarem, por meio da redução de custos e de facilidades de despedir. No mesmo sentido, é comum nas diversas experiências nacionais incentivar a contratação de segmentos que apresentam maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho. Ou seja, argumenta-se que o problema do emprego não está na dinâmica da economia, mas dentro do mercado de trabalho. Segundo: a proposta de contratos atípicos faz parte do processo de redefinição do padrão de relações de trabalho, como uma clara tentativa de flexibilizar a regulação social, pois seria um tipo de contratação mais ajustada à lógica da desregulamentação econômica. Essa ordem está expressa, entre outros aspectos, no desenvolvimento de formas de contratação atípicas como parte do processo de flexibilização do mercado externo de trabalho, atendendo a princípios da ortodoxia econômica, que compreende o problema do desemprego como sendo voluntário. Tal visão defende que o mercado flexibilizado permite um ajuste entre oferta e demanda da força de trabalho. Nesse sentido, a atual ordem econômica “globalizada” tornou hegemônica, nos organismos internacionais e em diversos países, a proposição de que a flexibilização na forma de contratação seria uma alternativa estrutural para combater o problema do desemprego.
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Os efeitos da política monetária sobre a poupança financeira, o emprego, a produção e o consumo: 1990-1996

Os efeitos da política monetária sobre a poupança financeira, o emprego, a produção e o consumo: 1990-1996

conseguiram uma âncora para se fundamentar: seja ela uma âncora monetária, cambial ou fiscal. A única exceção talvez possa ser o Plano Real. Essa dúvida existe na medida em que a denominada âncora cambial do Plano Real se transformou na monetária. Mas esta não conta com um anteparo de ajuste fiscal à demanda dos gastos do Governo Federal com custeio e com juros da dívida pública. De qualquer forma, mesmo com uma singular âncora, como a cambial, a política monetária brasileira não tem condições de sustentar por muito tempo um plano de estabilização sem incorrer em reduções de preços e do nível da atividade econômica. O fato é que um plano de estabilidade macroeconômica, ancorado numa taxa de câmbio valorizada, deve reduzir os preços, o nível de produção e o emprego da mão-de-obra, ganhando produtividade no processo de produção nos setores mais expostos aos produtos importados. Ocorre que, sem um anteparo fiscal, capaz de gerar equilíbrio nas contas do setor público, a política monetária, condutora da cambial, poderá estacionar a atividade econômica num ponto recessivo e por muito tempo.
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UNESCO 1990

UNESCO 1990

1. Políticas de apoio nos setores social, cultural e econômico são necessárias à concretização da plena provisão e utilização da educação básica para a promoção individual e social. A educação básica para todos depende de um compromisso político e de uma vontade política, respaldados por medidas fiscais adequadas e ratificados por reformas na política educacional e pelo fortalecimento institucional. Uma política adequada em matéria de economia, comércio, trabalho, emprego e saúde incentiva o educando e contribui para o desenvolvimento da sociedade.

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Política econômica, emprego e política de emprego no Brasil.

Política econômica, emprego e política de emprego no Brasil.

Destaca-se, entretanto, uma mudança no quadro geral da economia que influiu no comportamento dos participantes dessa economia. Muitas empresas, especialmente as pequenas, tinham se adaptado ao choque de competição pro- vocado pela abertura comercial e financeira dos anos 1990 , deixando de cumprir as leis sobre imposto, previdência social e contratação de empregados. Isso one- rou as contas públicas, mas foi absorvido no bojo do aumento da dívida pública, em contexto de forte entrada de capital ao país. Porém, a explosão da dívida pública com a desvalorização do real abalou essa maneira de acomodação, pois a administração da dívida pública, nas condições impostas pela política macro- econômica conservadora de evitar maior inflação, sem prejudicar o livre desen- volvimento do mercado financeiro doméstico, passou a exigir enorme superávit primário do fisco.
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A identidade do Brock 1985-1990

A identidade do Brock 1985-1990

Conforme apontam Brandão e Duarte (1990), a música popular brasileira, no decorrer de 1980, presenciou o surgimento de novos grupos de música jovem. Devido à queda de produção em criatividade e qualidade, a nova fase da juventude acabou perdendo a identificação com as bandas já consagradas e cantores clássicos da música brasileira, como: Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil e outros que se destacaram de forma expressiva durante o regime militar. Os anos de 1980 eram outros, vivia-se um período de redemocratização no Brasil, momento em que a juventude representava um papel de destaque. Diante da complexidade política e econômica, o jovem foi um grande personagem que procurou criar uma cultura própria, ligada ao cotidiano, fora dos padrões estabelecidos pela sociedade. O que foi inerente aos anos de 80 é que o rock, através da juventude, conquistou de fato o seu espaço (um exemplo é o Rock in Rio), assim viabilizou-se de forma expressiva não só o eixo Brasília-São Paulo-Rio de Janeiro, mas em outros estados, como as bandas: Camisa de Vênus, na Bahia; Os Replicantes e DeFalla, no Rio Grande do Sul. Essas bandas demonstraram que o rock brasileiro não se restringia apenas aos grandes centros, mas abrangia todo o território do Brasil.
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(Des)encorajar o (des)emprego: "Nudge" aplicado à procura de emprego

(Des)encorajar o (des)emprego: "Nudge" aplicado à procura de emprego

Logo ao início da sessão, após a apresentação do moderador, os presentes foram convidados a preencherem voluntariamente um questionário que perguntava essencialmente sobre atitudes e ações relacionados com procura ativa de emprego. Um exemplar deste questionário pode ser consultado no anexo 1 deste trabalho. O questionário aplicado foi validado pelo GIP Valadares e os utentes presentes na sessão preencheram o questionário sem reservas. Depois desta primeira etapa, os presentes foram informados de que alguns seriam posteriormente chamados para um conjunto de intervenções experimentais que se prenderiam com a temática da procura de emprego, especialmente concebidas para indivíduos em situação de desemprego e que exigiriam o comprometimento dos envolvidos. Foi reforçado que os envolvidos nestas próximas intervenções iriam estar integrados num processo experimental para fins essencialmente académicos e que a qualquer momento poderiam desistir do processo, sem qualquer constrangimento. Não foram alimentadas expectativas de que, após a intervenção, um ou vários utentes abrangidos pelo projeto obteriam emprego, ainda que essa seja uma hipótese teoricamente exequível. Pediu-se, posta a situação, que os presentes assinalassem na carta que receberam se estariam interessados em fazer parte do projeto experimental ou não, ainda que tal não ditasse a sua integração no grupo experimental. Foi solicitado no fim que os presentes colocassem o questionário preenchido e carta que receberam dentro do envelope e que o deixassem na mesa que ocuparam.
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Estudo comparativo entre emprego e não emprego de esteróides na síndrome de Guillain-Barré.

Estudo comparativo entre emprego e não emprego de esteróides na síndrome de Guillain-Barré.

Não houve critério de seleção para o emprego dos corticoesteróides; o que s e observa é que a maioria dos pacientes que fizeram uso desta droga foram aqueles com internação na década[r]

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MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO/GO GERÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO DE ANÁPOLIS

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO/GO GERÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO DE ANÁPOLIS

As rescisões de Contrato de Trabalho dos trabalhadores abrangidos pela presente Convenção Coletiva de Trabalho, daqueles que tenham completado 01 (um) ano ou mais de serviço na Empresa [r]

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Miragem do Emprego

Miragem do Emprego

Entre as promessas mais capciosas dos políticos hoje em dia está a do emprego. Precisamos por volta de 10 milhões de empregos novos para dar conta da massa crescente de desempregados, sem falar que a maior parte das pessoas que trabalham se encontra no setor informal. O fato é que a economia organizada, que se quer competitiva e globalizada, não representa mais a expectativa de inserção no mercado de trabalho da maioria trabalhadora. Esta expectativa está em refluxo sistemático, acompanhada da queda do valor real dos salários (Rifkin, 1995; Bridges, 1995) 1 . Este cenário lembra a preocupação da década dos 90 na França, quando surgiam análises alarmantes sobre o crescimento da exclusão social (Demo, 1998) 2 , chegando-se ao ponto de considerar que estaríamos perante uma “nova questão social” (Bourdieu, 1998; Forrester, 1997; Todd, 1998) 3 . Assombrou a Europa o espectro do Terceiro Mundo, embora não se tratasse de nova questão social, já que continuamos dentro do capitalismo, ainda que em fase ulterior. Esta fase já fora prevista por Marx através do conceito de mais-valia relativa, caracterizada pela introdução de ciência e tecnologia nos processos produtivos, o que iria permitir mudanças profundas no modo capitalista de produção, a começar por encurtar o tempo de trabalho e sobretudo pela possibilidade de reduzir a necessidade de mão-de-obra. A exploração capitalista não se satisfaria com a espoliação da força física do trabalhador. Iria preferir a espoliação de seu cérebro (Castells, 1997) 4 . Enquanto a mais-valia absoluta se baseava na exploração intensiva da força de trabalho, visualizada sobretudo no tempo alargado de trabalho, a mais-valia relativa permitiria, com investimento crescente em aprendizagem e conhecimento, avançar exponencialmente na produtividade e respectiva taxa de lucro (World Bank, 2002; Hargreaves, 2003; Sepúlveda, 2003; Gurgel, 2003) 5 .
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