Empresas - Estratégias

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Empresas de revestimento cerâmico e suas estratégias competitivas e de produção.

Empresas de revestimento cerâmico e suas estratégias competitivas e de produção.

As empresas “E” e “F” poderiam ser conside- radas como representantes de outro “grupo estra- tégico”, pois apresentam estratégias competitiva e de produção muito distintas das três empresas anteriores. Produzem um número pequeno de produtos em grandes lotes, utilizando tecnologia (massa vermelha e via seca) considerada menos sofisticada e complexa do que aquela (massa branca e via úmida) utilizada pelas demais empresas aqui analisadas, para atingir segmentos de mercado de renda mais baixa. Comparadas às empresas “A”, “B” e “C”, possuem estruturas organizacionais e de gestão da produção menos especializadas e profissionalizadas. Enquanto a empresa “A” adota uma estratégia competitiva de focalização/diferenciação e as empresas “B” e “C” de diferenciação, com estratégias de produção orientadas para a qualidade dos produtos e para a flexibilidade, as empresas “E” e “F” implementam estratégias competitivas de liderança em custo e estratégias de produção que viabilizam tal posicionamento.
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Estratégias de internacionalização de empresas de construção nacionais

Estratégias de internacionalização de empresas de construção nacionais

Através dos questionários constata-se que as estratégias de internacionalização adotadas pelo universo em estudo são: sucursais, subsidiárias e joint ventures. Quando os mercados externos são abordados por intermédio de sucursais e subsidiárias, os inquiridos apontaram o investimento inicial e a transferência de recursos para o país de destino, como principais fatores a considerar. Relativamente às joint ventures, as empresas em estudo deram maior valor de importância aos campos partilha do risco, partilha do know-how e partilha dos recursos. Estes resultados já eram esperados e vão ao encontro do que foi escrito na revisão bibliográfica. Uma vez que uma joint venture consiste numa parceria com pelo menos uma empresa à partida os fatores relacionados com a partilha são os considerados como mais importantes. Por outro lado como as sucursais e subsidiárias consistem em estabelecimentos no país de destino o investimento inicial e a transferência de recursos constituem as maiores preocupações desta estratégia.
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Estratégias de avaliação de investimentos: Por que avaliar empresas?

Estratégias de avaliação de investimentos: Por que avaliar empresas?

Para haver a criação de valor aos acionistas as empresas começaram a desenvolver estratégias financeiras além da gestão interna dos seus produtos e serviços. Neste processo o custo de oportunidade do capital investido do acionista passou a ser comparado com o retorno proporcionado pelas empresas. Através da criação do conceito de Economic Added Value EVA® ou Valor Econômico Agregado, Ehrbar (2000) desenvolveu e empregou o conceito de gestão baseada em valor na gestão empresarial de forma a promover aos acionistas investidores um retorno pelo seu custo de oportunidade, ou seja, uma rentabilidade igual a uma taxa de juro livre de risco associada a um prêmio de risco mínimo.
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Estratégias de atuação das empresas de etanol no Brasil

Estratégias de atuação das empresas de etanol no Brasil

Diante das perspectivas de crescimento da demanda mundial por biocombustíveis, principalmente biodiesel e etanol, grandes empresas, incluindo as atuantes no setor de Energia, vem planejando sua entrada neste negócio. Dentre as principais estratégias observadas estão as operações de aquisições direta em diversos elos da cadeia produtiva, com o conseqüente aumento da concentração horizontal e vertical da cadeia produtiva. Tendo em vista estes movimentos em direção de um aumento da concentração na indústria de etanol, torna-se necessária uma análise dos incentivos competitivos das empresas ativas e potenciais entrantes. Desta forma, este trabalho visa estudar os impactos na concorrência e no bem estar do consumidor em decorrência de mudanças estruturais na indústria de etanol no Brasil. À luz do arcabouço de análise de economia industrial, esta dissertação se concentrará nas motivações dos movimentos de verticalização e concentração das empresas, com foco nos seus potenciais aspectos anticompetitivos, tais como a possibilidade de fechamento de mercado, risco moral e aumento de barreiras à entrada.
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Estratégias de integração vertical das empresas incumbentes no sector postal

Estratégias de integração vertical das empresas incumbentes no sector postal

Com a liberalização do sector postal e a consequente alteração do contexto de concorrência, novas decisões terão de ser tomadas pelos intervenientes no mercado, já que a liberalização permitirá a novas empresas equacionar a entrada. Para a empresa incumbente, a questão de fundo que se coloca é fundamentalmente de saber como deverá adaptar a sua estratégia de negócio de forma a acomodar a nova realidade concorrencial. De acordo com um estudo realizado pela OCDE (2001), a actividade de entrega “porta-a-porta” de correio não urgente nas áreas residenciais de menor densidade populacional ou em zonas residenciais de menor volume de tráfego postal representam uma actividade normalmente não-competitiva, sendo realizada devido à obrigatoriedade de prestação do serviço universal, o que envolve a utilização de uma tarifa uniforme dentro do país. Já as atividades de transporte do correio de entrega urgente ou encomendas e a entrega de correio de grande volume a clientes empresariais, especialmente em áreas de grande densidade populacional e empresarial, constituem atividades potencialmente competitivas. Uma questão que estamos interessados em avaliar é a de saber se dada a nova realidade competitiva, a integração ou desintegração vertical serão estratégias atrativas.
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Estratégias de Internacionalização das Empresas Portuguesas na Região Centro

Estratégias de Internacionalização das Empresas Portuguesas na Região Centro

Os negócios, numa perspetiva internacional, têm-se tornado cada vez mais fundamentais para o desenvolvimento da economia Portuguesa. O objetivo deste estudo é tentar saber quais as estratégias e as formas de internacionalização das empresas. Foi utilizada uma abordagem metodológica quantitativa através de um questionário enviado às empresas pertencentes à região centro do país. Foi utilizado um diferenciado conjunto de variáveis e dimensões, no estudo, através de testes estatísticos multi-variados e da ANOVA, numa amostra de empresas multi-variadas pertencentes à região centro de Portugal. Os resultados, obtidos indicam que as estratégias de internacionalização não são muito diferenciadas entre empresas, apesar de não se basearem num só motivo ou obstáculo mas sim numa combinação de vários motivos ou obstáculos que são inter-relacionados. Dos resultados obtidos temos como principais motivos o acesso a novos mercados, as limitações do mercado interno ou até mesmo a procura de ativos estratégicos. E como principais obstáculos temos a concorrência forte no mercado de destino, dificuldade de controlo de canais de distribuição e as lacunas de conhecimentos da direção das empresas sobre os mercados externos.
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ESTRATÉGIAS DE COOPERAÇÃO E COLABORAÇÃO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

ESTRATÉGIAS DE COOPERAÇÃO E COLABORAÇÃO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Fatores psicológicos e culturais também podem ser associados à prática de estratégias de cooperação. Fehr (2002) aponta uma tendência dos indivíduos em se envolver de maneira efetiva em parcerias, empregando todos os recursos acordados, apenas na medida em que possuam uma percepção de que os demais envolvidos também estarão agindo da mesma forma, ou que sejam punidos caso não se envolvam de forma efetiva. Verifica-se a existência de forte vínculo entre a manutenção de estratégias de cooperação vencedoras e o estabelecimento de laços de confiança entre as organizações: empresas que possuem uma gestão pautada em princípios éticos, construindo imagem idônea perante o mercado, tendem a construir parcerias de melhor qualidade e com resultados mais duradouros. O estabelecimento de bons relacionamentos torna- se ainda mais crítico ao constatar que os papéis de concorrentes e aliados são difusos em ações de cooperação, no sentido em que as empresas podem exercer diferentes papéis em vários momentos, principalmente considerando que as alianças existem durante um determinado período, para atender a uma necessidade específica, desfazendo seus vínculos na proporção em que os objetivos sejam alcançados. (HITT, 2003).
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Estratégias de outsourcing das operações de segurança da informação em empresas brasileiras

Estratégias de outsourcing das operações de segurança da informação em empresas brasileiras

Estudos indicaram que muitas das empresas que realizaram o outsourcing de seus processos não conseguiram gerar esperado benefícios financeiros e que algumas empresas envolvidas com outsourcing têm sido incapazes de colher os benefícios (Kshetri, 2007). Neste capítulo foram abordados pontos sobre o enquadramento teórico e conceitual em torno do tema, destacando a origem do outsourcing, tecnologia da informação, segurança da informação, bem como os fatores que levam uma organização a esta decisão, como vantagens e desvantagens relacionadas a adoção de um outsourcing. Destacou-se a evolução do outsourcing em TI e SI, os padrões adotados pelo mercado, serviço que fazem parte de um escopo de outsourcing de SI, estratégias de outsourcing das operações, ciclo de vida de um outsourcing, componentes de um contrato de outsourcing e os riscos de outsourcing das operações de SI.
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Formulação de estratégias em pequenas empresas : um estudo em pequenas empresas industriais da grande Florianópolis /

Formulação de estratégias em pequenas empresas : um estudo em pequenas empresas industriais da grande Florianópolis /

Este tempo mínimo de vida é fundamental por excluir da pesquisa parte da população de pequenas empresas que têm existência efêmera e que são incapazes de sustentar sua sobrevivência mesmo por curtos períodos de tempo. Gracioso (1995), comenta que a mortalidade das micro e pequenas empresas é muito elevada no Brasil, metade dos novos e pequenos empreendimentos que surgem não sobreviverão por mais de cinco anos e pouco menos de um quarto conseguirão atingir os dez anos. Assim, o critério tempo de vida permitiu investigar o processo de elaboração de estratégias de unidades que foram mais capazes de sobreviver do que a grande maioria dos pequenos empreendimentos que anualmente surgem no país.
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Mercado de luxo: estratégias para internacionalização de empresas joalheiras do Brasil

Mercado de luxo: estratégias para internacionalização de empresas joalheiras do Brasil

O conhecimento da influência da cultura sobre o comportamento do consumidor é muito importante para o sucesso do negócio no exterior. De acordo com a afirmação de Grande (2007) “Muitas empresas tivera m de se adaptar aos mercados onde atuam. Estratégias de marketing que mantiveram as características de seus lugares de origem não tiveram sucesso em outros culturalmente diferentes” (GRANDE, 2007, p. 4). Vários são os fatores que devem ser considerados na hora de introduzir uma empresa no mercado externo, por exemplo, fatores climáticos, aspectos legais, ambiente cultural, percepções (de imagens, palavras, refeições que podem não ser considerados adequados para certo lugar), língua, gostos, valores étnicos e religiosos, formas de comunicação, dentre outros.
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Coalinhamento entre estratégias competitivas e colaborativas e desempenho de empresas.

Coalinhamento entre estratégias competitivas e colaborativas e desempenho de empresas.

Este estudo objetivou propor e testar modelo teórico capaz de descrever o impacto do coalinhamento entre as estratégias competitivas e colaborativas sobre o desempenho de empresas, tendo o paradigma SCP como plataforma teórica. As variáveis do modelo completo foram retiradas de 97 trabalhos publi- cados entre 1977 e 2004, consolidadas por especialistas e pela confrontação com a teoria. A pesquisa de campo foi realizada junto às seguradoras que publicaram balanço nos exercícios de 2002 a 2004, apresentando índice de respostas equivalente a 61,54% das seguradoras da amostra fi nal e a 60,26% do volume de prêmio de seguros de 2004. O teste do modelo empregou a Modelagem SEM e apresentou bons índices de ajuste geral, permitindo sua aplicabilidade à indústria de seguros brasileira. O coalinha- mento se mostrou relevante para as variáveis que representam a regulamentação do setor, a entrada de novas seguradoras e o nível de renovação de apólices em uma mesma seguradora.
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Estratégias de Globalização para as Empresas Portuguesas: o caso Panike

Estratégias de Globalização para as Empresas Portuguesas: o caso Panike

Ao pensarmos numa estratégia global, temos de ter em mente as noções desta. Numa noção tradicional, entende-se como estratégia global, a oferta de produtos e/ou serviços numa base mundial, sendo esta uma noção muito restritiva. Numa noção mais generalista, a estratégia global é qualquer estratégia dirigida para fora do mercado nacional: esta noção não deixa de ser restritiva. A noção para a definição de estratégia global mais abrangente e que estará como base das estratégias que irei estudar e desenvolver, é “estratégias das empresas à volta do globo”: esta noção cruza diversos factores a ter em consideração no desenvolvimento de uma estratégia global, como, entre outros, o diferente nível de desenvolvimento dos países, as empresas que actuam nos diferentes mercados, sendo estas empresas domésticas ou internacionais, e o grau de abertura dos mercados. (Peng, 2008)
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Estratégias de customização em massa implementadas por empresas brasileiras.

Estratégias de customização em massa implementadas por empresas brasileiras.

O número de empresas alvo do estudo decorreu da dispo- nibilidade de acesso e recursos, bem como da complexidade envolvida para coleta e investigação apurada dos dados, que consistirá, como será oportunamente detalhado, de múltiplas fontes de evidência e fases de análise. O fato de estarem situadas no país, por sua vez, está associado à carência de estudos mais aprofundados, no âmbito nacional, sobre as estratégias de customização em massa, ao mesmo tempo em que tem o intuito de viabilizar, economicamente, a imple- mentação da estratégia de pesquisa escolhida.
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Análise das estratégias na cadeia de suprimentos das empresas

Análise das estratégias na cadeia de suprimentos das empresas

Figura 9 - Situações Relevantes para Diferentes Métodos de Pesquisa (YIN, 2009) Uma vez que o escopo deste trabalho é analisar a formulação e a implementação das estratégias na cadeia de suprimentos das empresas, a forma de questão gira em torno de “como?” e “por quê?”, pois entender eventos, com o passar do tempo, é mais adequado do que coletar dados de frequência ou incidência. O controle comportamental não se faz necessário; pelo contrário, busca-se observar e entender um fenômeno sem que haja qualquer tipo de manipulação. E, por último, a contemporaneidade do estudo tem relação direta com sua importância e relevância, visto que o foco são as estratégias das empresas da atualidade. Logo, o método de pesquisa escolhido é o estudo de caso.
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A relação entre as estratégias de precificação e o desempenho das empresas

A relação entre as estratégias de precificação e o desempenho das empresas

O preço é um dos principais aspectos determinantes para a escolha dos produtos pelos compradores. Fatores como maior diferenciação dos produtos, desenvolvimentos tecnológicos e globalização da economia fizerem com que o preço ganhasse importância, pois é um dos elementos chave para alcançar o volume de vendas desejado e por impactar nos lucros e na rentabilidade das empresas. Além disso, as estratégias de precificação são fundamentais para a consolidação de um posicionamento de mercado adequado. Sendo assim, este trabalho analisou as estratégias e os processos de precificação utilizados em 153 empresas afiliadas ao Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (SIMECS), verificando a relação das decisões de preço com o desempenho destas empresas. Como método de pesquisa, foi realizada uma pesquisa quantitativo-descritiva do tipo survey com os responsáveis pelo processo de precificação destas empresas. Para a análise dos resultados, foi empregada a Análise Fatorial a Análise de Variância (ANOVA) e Análise de Cluster Os principais resultados sugerem que as empresas tendem a considerar como principal método de definição de preços o preço baseado em custos. No entanto, existem diferenças entre as estratégias de preços utilizadas e diferenças nos desempenhos apresentados entre os ramos de atividade, bem como no porte das empresas pesquisadas, definido pela separação em três grupos de empresas ou clusters sendo que o Cluster concentra as empresas de menor porte com menor desempenho e os demais Clusters com um desempenho superior. Além disso, os dados sugerem que empresas que pertencem ao Cluster 2 e ao Cluster que conseguem captar melhor o valor percebido dos clientes, aliado a uma estratégia de preços altos, apresentam um melhor desempenho diante dos seus principais concorrentes.
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Estratégias de precificação em pequenas empresas do segmento comercial

Estratégias de precificação em pequenas empresas do segmento comercial

Estudos realizados por Morais (2013, p.01) comprovam que “a formação de preços no comércio é uma prática importante e complexa, pois envolve diversos fatores para sua realização. O preço muitas vezes é mais do que apenas um número, ele representa as estratégias de negócio da empresa”. O estudo também relata que das 20 empresas pesquisadas 80% formam seu preço utilizando um percentual direto sobre o custo da mercadoria, 15% usam o mark-up, 5% observa o preço da concorrência e nenhuma o valor percebido.
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RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE COMO ESTRATÉGIAS DAS EMPRESAS

RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE COMO ESTRATÉGIAS DAS EMPRESAS

O artigo procura abordar sobre as mudanças ocorridas na realidade mundial, as quais indicam a mudança de consciência das empresas responsáveis pelo processo de desenvolvimento que passam a exigir, dos gestores, atitudes e práticas que contemplem a responsabilidade social e a sustentabilidade. Diante dos desafios internos, é evidente as dificuldades para a implantação da sustentabilidade; pois tal trabalho não são parte integrante das estratégias de um negócio, todavia constituem parte das estratégias complementares das empresas. Por outro lado, temos ainda os desafios externos que são possíveis de serem verificados nas empresas que envolvem fornecedores, consumidores e comunidade com algum tipo de ação, visando ao entendimento das questões de responsabilidade social e sustentabilidade. A junção da sustentabilidade com o apoio da responsabilidade social empresarial torna-se indispensáveis no mercado atual, que se encontra mais hostil e globalizado.
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Estratégias de offshoring em empresas multinacionais

Estratégias de offshoring em empresas multinacionais

tal como evidenciado pelas hipóteses H2 e H4, sem o captive offshoring as demais estratégias de offshoring ficam comprometidas, uma vez que, dependem da primeira. Por outro lado, existe um segundo ponto em relação as atividades de inovação offshoring que a presente tese delegou atenção: as inovações de processo e técnica de produção. Em geral os estudos centram nas inovações de produto e P&D. Assim foi no Estudo 2. Contudo, no Estudo 1 consegui trazer uma realidade muito quista aos países emergentes e, em especial ao Brasil, que é a inovação de processo. Ela está associada indiretamente as demais inovações, pois são necessárias inovações de processo e técnicas de produção para novos produtos e práticas de P&D (Wagner & Bode, 2014). Particularmente no Brasil temos muito mais inovação de processo, do que produto (IBGE, 2014). No entanto, é dado pouca atenção a essas inovações que fazem parte do dia a dia das empresas (Robertson, Casali, & Jacobson, 2012). Não deveria ser assim, pois dentro de uma lente evolucionária da inovação, é essencial que uma empresa apresentar, por exemplo, uma inovação de produto de forma radical, que ela domine não somente as inovações de baixa tecnologia (Figueiredo, 2014), mas, também, os componentes subjacentes da inovação produto, que é a inovação de processo (Wagner & Bode, 2014).
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Estratégias de financiamento do capital de giro em empresas do setor alimentício

Estratégias de financiamento do capital de giro em empresas do setor alimentício

Resumo: O presente trabalho tem como finalidade principal a identificação das estratégias de financiamento do capital de giro, das empresas do setor alimentício, listadas na Bovespa, buscando identificar possíveis padrões de financiamento dentro dos segmentos que compõem este setor. Inicialmente, são feitas algumas considerações sobre o papel das decisões de financiamento, na gestão do capital de giro das empresas, com base nos perfis financeiros do modelo dinâmico de Fleuriet, além de serem apresentadas os tipos de estratégias possíveis de serem adotadas para essa finalidade. A seguir, é apresentado um panorama geral do setor. Por fim, são feitas análises dos demonstrativos de 11 empresas do setor, no período de 2002 a 2004, com a finalidade da identificação dessas estratégias. Os resultados mostraram a existência de padrões de financiamento mais conservadores, no setor cafeeiro e mais agressivos, nos segmentos de carnes e de laticínios, além da não- identificação de padrões no setor de grãos.
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ESTRATÉGIAS DE E- GOVERNMENT PARA EMPRESAS EM PORTUGAL

ESTRATÉGIAS DE E- GOVERNMENT PARA EMPRESAS EM PORTUGAL

A primeira parte da dissertação mostrou a evolução dos serviços públicos electrónicos à medida que os Governos foram criando novas estratégias de desenvolvimento, de acordo com o modelo de desenvolvimento do e-gov apresentado pela UMIC (ver Gráfico 9). Se os serviços começaram por ter uma presença na internet em matéria de informação, as condições tecnológicas e políticas evoluíram no sentido de que fossem sendo criados serviços cada vez mais especializados e focados num target específico, para satisfazer as necessidades dos vários stakeholders. Com a Estratégia de Lisboa, acentua-se esta especificação nos níveis comunitário e nacional. Em Portugal, o Plano Tecnológico constitui uma das grandes alavancas do progresso das TIC e do e-government para empresas. A iniciativa “Ligar Portugal”, criada no âmbito do Plano Tecnológico, visava simplificar a prestação de serviços públicos às empresas, através da promoção da eficiência e facilidade de uso dos serviços prestados pelo Estado, com base nas TIC.
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