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Orientação para o mercado externo: teste de um modelo no Brasil e sua aplicação a uma amostra de empresas exportadoras brasileiras.

Orientação para o mercado externo: teste de um modelo no Brasil e sua aplicação a uma amostra de empresas exportadoras brasileiras.

Este artigo buscou investigar a Orientação para o Mercado Externo de uma amostra de empresas exportadoras brasileiras. Aplicou-se a escala multi-itens proposta por Cadogan et al. (1999) no Brasil, verificando-se seu ajustamento. Os resultados mostraram que esta pode ser considerada satisfatória quanto à: a) fidedignidade (a escala deve produzir resultados consistentes em medições repetidas); b) dimensionalidade (a Orientação para o Mercado Externo tem quatro dimensões); c) validade convergente (alta correlação entre medidas diferentes de um constructo). Contudo, a validade discriminante foi parcialmente satisfatória, sugerindo que podem haver métodos melhores de mensuração das dimensões Inteligência de Exportação e Disseminação de Informações. Do mesmo modo, foi parcial a validade nomológica, isto é, a correlação entre a Orientação para o Mercado Externo e o Desempenho Exportador. Apesar das limitações do modelo, calculou-se a Orientação para o Mercado Externo das empresas da amostra brasileira. Estas apresentaram escores superiores à média.
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A geração de oportunidade comercial internacional nas empresas exportadoras do

A geração de oportunidade comercial internacional nas empresas exportadoras do

A economia mundial, no decorrer da última década, passou por inú- meras mudanças, as quais têm implicações significativas para os negócios das empresas. É fato que os mercados estão cada vez mais abertos à concorrência externa e, portanto, devem se tornar cada vez mais competitivos. Esta pesquisa é um estudo exploratório-des- critivo, que teve como objetivo analisar a geração de oportunida- des comerciais internacionais nas empresas exportadoras do Meio- Oeste catarinense. O intuito foi correlacionar os métodos praticados pelas organizações-alvo de estudo, com as indicações dos teóricos do tema, e apontar sugestão para a geração de oportunidades. Para tanto, foi necessária a fundamentação em pesquisa descritiva e tam- bém exploratória, pesquisa bibliográfica e de campo em quarenta e uma empresas exportadoras ativas no ano de 2004. Ao final, houve a constatação de que as empresas analisadas, mesmo participando e competindo em um mercado globalizado ou em vias de globa- lização, ainda têm um longo caminho a percorrer, pois não basta acontecer a geração de oportunidade de negociação comercial, a empresa tem de estar preparada para essa inserção no mercado in- ternacional de maneira competitiva.
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Pequenas e médias empresas exportadoras: fatores discriminantes e condicionantes de permanência na atividade.

Pequenas e médias empresas exportadoras: fatores discriminantes e condicionantes de permanência na atividade.

Procurou-se identificar os fatores discrimi- nantes entre empresas exportadoras contí- nuas e descontínuas do Sul de Minas Gerais em relação a variáveis do ambiente externo, às características internas e às de inovação tecnológica. Um modelo logit binário foi definido para pesquisar os determinantes do desempenho exportador. Os resultados mos- traram que os fatores externos à empresa não discriminam e nem condicionam a perma- nência na atividade de exportação. Algumas características das firmas discriminam as duas subamostras e têm impacto direto na perma- nência na atividade exportadora. Quanto à adoção de inovações tecnológicas, os resulta- dos revelaram que as empresas contínuas são mais intensivas ao inovar em produto, em processo e organizacionalmente. Entretanto, nem todos os itens discriminantes das suba- mostras quanto à capacidade tecnológica ex- plicam positiva e significativamente a perma- nência das empresas no mercado exportador. Palavras-chave
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Dificuldade de adequação às medidas técnicas: a percepção das empresas exportadoras de alimentos.

Dificuldade de adequação às medidas técnicas: a percepção das empresas exportadoras de alimentos.

Resumo: Este artigo mensura o grau de dificuldade de adequação às medidas técnicas para as empresas exportadoras de alimentos no Brasil, por meio da construção de índices. Foi aplicado um questionário estruturado a 117 empresas e os dados foram analisados por meio de técnicas estatísticas multivariadas. As variáveis detalhadas no trabalho, que representam tipos de medidas técnicas usualmente requeridas para a exportação de alimentos, foram agrupadas em dois índices: o Índice de Especificação Técnica (IET) e o Índice de Requerimento de Informação (IRI). O teste de Wilcoxon mostrou que as empresas têm maior dificuldade de adequação às especificações técnicas como exigências no processo de produção, testes de conformidade, segurança do alimento, características do produto e requisitos de meio ambiente.
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INOVAÇÃO NAS EMPRESAS EXPORTADORAS DE TUBARÃO: PRÁTICAS DE GESTÃO SUSTENTÁVEIS

INOVAÇÃO NAS EMPRESAS EXPORTADORAS DE TUBARÃO: PRÁTICAS DE GESTÃO SUSTENTÁVEIS

O município de Tubarão, localizado no sul de Santa Catarina, participa das exportações brasileiras através da venda de aproximadamente U$ 17,3 milhões em 2017. (BRASILb, 2018). A cidade conta com um programa que apoia as exportações, denominado PIET– Programa de Internacionalização das Empresas de Tubarão, que, juntamente com a ARTCOMEX – Associação da Região Sul para Comércio Exterior, apoiam o comércio internacional das empresas, em parceria com a UNISUL – Universidade do Sul de Santa Catarina, Prefeitura Municipal de Tubarão e AJET – Associação de Jovens Empresários de Tubarão. Em 2012, faziam parte da ARTCOMEX, as seguintes empresas: Thermo System (atualmente Hydra), Pagé, Metalúrgica Souza e Copagro. Além dessas empresas, outras também atuam como exportadoras. Considerando-se que parte do faturamento das empresas vem das exportações, escolheu-se estudar as estratégias inovadoras adotadas pelas mesmas e identificar as práticas de gestão sustentáveis utilizadas para a conquista de vantagens competitivas internacionais. Dessa forma, apresenta-se como questão de pesquisa: as empresas exportadoras instaladas no município de Tubarão investem em inovação e adotam práticas de gestão sustentáveis?
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Análise do ergodesign em empresas exportadoras de móveis nos pólos moveleiros de Bento Gonçalves (RS) e Ubá (MG)

Análise do ergodesign em empresas exportadoras de móveis nos pólos moveleiros de Bento Gonçalves (RS) e Ubá (MG)

O ingresso do Brasil no mercado externo ocorreu a partir da década de 1970, com a industrialização do setor moveleiro; porém, apenas na década de 1990 houve maior inserção internacional com a modernização das empresas. Nos últimos anos, algumas ações governamentais têm apoiado o setor, visando ao aumento das exportações. Tais ações são, principalmente, de três naturezas: prospecções de mercado, participações das empresas em feiras internacionais e rodadas de negócios, através dos apoios de instituições paraestatais. Vale ressaltar que os ativos estratégicos dessa cadeia produtiva são baseados em competências comerciais; quando as empresas não possuem e não são induzidas a desenvolver tais competências, ficam subordinadas na cadeia, e sua sobrevivência fica dependente de outros atores. As empresas exportadoras brasileiras, em sua grande maioria, iniciaram suas exportações sendo “compradas”; ou seja, o agente de exportação que representa importadores visita as empresas e encomenda os produtos; o desenvolvimento do produto é definido pelos importadores, e os produtores brasileiros nem se quer sabem em quais lojas seus produtos são vendidos. O setor moveleiro brasileiro vem de uma tradição em exportar capacidade produtiva e não produto. O ator relevante na cadeia, e que se apropria de maior parte do valor agregado gerado, no entanto é aquele que tem competência em comercialização e possui a marca. As ações que podem gerar maior resultado em termos de sustentabilidade, no longo prazo, para as empresas são aquelas que induzem ações internas nas fábricas para desenvolvimento conjunto e simultâneo de produto, marca e ativos comerciais (FINEP, 2005).
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Mecanismos de financiamento ao comércio exterior: uma análise das empresas exportadoras do nordeste brasileiro

Mecanismos de financiamento ao comércio exterior: uma análise das empresas exportadoras do nordeste brasileiro

Já se observa, no entanto, uma forte presença do governo brasileiro que, agindo através de suas Instituições Financeiras, implementou mecanismos de financiamento próprio, com fonte de recursos doméstica, como: o PROGER Exportação - BB (Banco do Brasil) e o PROGER Exportação – Caixa (Caixa Econômica Federal), cuja fonte de recursos é o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o Cresce Nordeste Exportação (Banco do Nordeste do Brasil), que tem como fonte o Fundo Constitucional para Financiamento do Nordeste (FNE), os quais têm como objetivo apoiar as empresas exportadoras, principalmente as de micro, pequeno e médio porte, uma vez que os instrumentos oficiais de suporte existentes, como o ¨Proex¨, operacionalizado pelo Banco do Brasil, e as linhas do BNDES para exportação, não têm tido um alcance eficaz junto a esse público, conforme pôde ser observado na análise da pesquisa.
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social corporativa: um estudo de caso de empresas exportadoras cearenses do setor calçadista

social corporativa: um estudo de caso de empresas exportadoras cearenses do setor calçadista

Os conceitos e práticas de responsabilidade social corporativa vêm ganhando espaço crescente de discussão no meio acadêmico e profissional. Procurou-se responder, neste trabalho, aos seguintes questionamentos: quais os conceitos e práticas de responsabilidade social corporativa adotados pelas empresas exportadoras cearenses? Que objetivos essas empresas aderem a tais conceitos e práticas? A escolha do setor justifica-se por sua representatividade na economia do Ceará. Trata-se de uma investigação exploratória, com abordagem qualitativa, que se realizou pesquisa bibliográfica e documental e estudo de caso múl- tiplo, para trazer uma melhor compreensão sobre o assun- to. As empresas estudadas foram Grendene S/A, Dakota Nordeste S/A e Vulcabrás do Nordeste S/A. Foram colhi- dos dados nas suas Demonstrações Contábeis publicadas em meio impresso e nos seus sites. Concluiu-se que as em- presas cearenses do setor calçadista estudadas utilizam diversas práticas de responsabilidade social corporativa e o enfoque de suas ações visa, principalmente, ao marketing social e à produtividade interna.
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Desempenho internacional de empresas exportadoras: um modelo estrutural baseado em capacidades organizacionais e ambiente

Desempenho internacional de empresas exportadoras: um modelo estrutural baseado em capacidades organizacionais e ambiente

Com base na amostra obtida, mediante a aplicação do questionário eletrônico, são apresentados, neste capítulo, os procedimentos de análise estatística necessários para a validação das hipóteses de pesquisa e a interpretação dos resultados. Utilizou-se os softwares estatísticos para análise multivariada. Tem-se como amostra de 150 observações respondidas por empresas exportadoras do Nordeste do Brasil. Estas serão caracterizadas na primeira parte deste capítulo. Em seguida, apresentar-se-á a validação de um conjunto de pressupostos que verificam a plausibilidade de aplicação da modelagem de equações estruturais (SEM) aos dados desta pesquisa. Sequencialmente, serão apresentados a Análise Fatorial Exploratória (AFE) das oito variáveis latentes do modelo teórico, com o intuito de identificar o melhor subconjunto de fatores e indicadores que apresentem uma combinação adequada e de qualidade de ajustamento do modelo. Posteriormente, a modelagem SEM será conduzida em duas etapas: a) Análise Fatorial Confirmatória (AFC) que avalia a qualidade do ajustamento do submodelo de mensuração; e b) Modelo completo de equações estruturais (submodelo de medida + submodelo estrutural). Por fim, apresentar-se-ão os resultados da análise SEM, os quais permitirão aceitar ou refutar as hipóteses formuladas no modelo teórico.
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Burocracia e comércio exterior: os desafios à exportação sob a ótica das micro e pequenas empresas exportadoras do Rio Grande do Norte

Burocracia e comércio exterior: os desafios à exportação sob a ótica das micro e pequenas empresas exportadoras do Rio Grande do Norte

O presente estudo tem como objetivo analisar de que forma as exigências burocráticas presentes no processo de exportação explicam o desempenho das micro e pequenas empresas exportadoras do Rio Grande do Norte. Desta forma, no tocante ao tipo de pesquisa e usando a taxonomia de Gil (2002), esta pesquisa define-se como explicativa e descritiva, baseando-se em dados primários e secundários, pois segundo o autor, na pesquisa explicativa “a preocupação central é identificar os fatores que determinam ou que contribuem para a ocorrência dos fenômenos, buscando explicar a razão, o porquê das coisas.” (GIL, 2002). Complementando a ideia exposta acima e ratificando o objetivo exposto nesta pesquisa, Gil (2002) afirma que a pesquisa descritiva tem como objetivo primordial a descrição das características de determinada população, o que classifica esta pesquisa também como descritiva.
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A GESTÃO AMBIENTAL INFLUENCIANDO O DESEMPENHO COMPETITIVO DAS EMPRESAS EXPORTADORAS

A GESTÃO AMBIENTAL INFLUENCIANDO O DESEMPENHO COMPETITIVO DAS EMPRESAS EXPORTADORAS

Nos primórdios do ambientalismo empresarial, o principal obstáculo ao engajamento do empresariado na ecoeficiência residia na concepção dominante de que a proteção ambiental e o lucro eram adversários naturais. Supunha-se que o mais adequado gerenciamento ambiental nas empresas, além de reduzir lucros, obrigaria estas a repassar os custos aos consumidores, via aumento de preços. Além disso, o custo da tecnologia ambiental era alto em virtude de não estar nem tão disponível, nem tão aperfeiçoada como hoje.

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INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS EXPORTADORAS: ASPECTOS MOTIVACIONAIS E O PAPEL DO EMPREENDEDOR

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS EXPORTADORAS: ASPECTOS MOTIVACIONAIS E O PAPEL DO EMPREENDEDOR

Porém, apesar da presença de empresas mais velhas e mais experientes ser significativa, ao observar os modos de entrada utilizados para a realização de negócios internacionais, nota-se que a exportação (direta e indireta) é o principal meio de acesso destas empresas ao mercado internacional, correspondendo a 78% do total observado. Deste percentual, 46% realizam exportações através de unidades próprias da empresa, 29% por meio de intermediários e 29% utilizam estes dois meios. Estes dados contrariam os pressupostos da Teoria de Uppsala de que as firmas se internacionalizam de maneira gradual e incremental conforme adquirem experiência.
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Operações de hedge cambial em empresas não financeiras: um estudo de caso das empresas aracruz celulose e sadia

Operações de hedge cambial em empresas não financeiras: um estudo de caso das empresas aracruz celulose e sadia

Notadamente, empresas exportadoras e importadoras utilizam derivativos para reduzir suas exposições à variação cambial, e a utilização do hedge como um instrumento financeiro capaz de conseguir essa proteção é um prática corriqueira por parte dessas companhias expostas a variações do câmbio. Assumir posições em derivativos é uma forma eficiente da empresa de se defender, no futuro, quando do pagamento de contratos indexados em dólar, de oscilações cambiais bruscas que podem vir a comprometer a sua liquidez e fluxo de caixa. O fato é que, via de regra, a assunção dessas posições deve estar em consonância com a real necessidade de proteção e limitação de risco da companhia. Ou seja, resultados positivos ou negativos oriundos dessas operações devem ser compensados por variações de receita, investimentos, custo ou de dívidas em dólares, assumidos pela empresa em posições financeiras na direção oposta.
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O impacto da internacionalização no desempenho financeiro das PME’s portuguesas exportadoras

O impacto da internacionalização no desempenho financeiro das PME’s portuguesas exportadoras

Como já referido, o objetivo principal deste estudo é analisar o impacto da intensidade da exportação no desempenho financeiro das PME’s portuguesas exportadoras. As exportações para além de serem, normalmente, o primeiro passo para entrar em mercados estrangeiros, contribuem significativamente para futuras expansões internacionais (Kogut e Chang, 1996). Estas permitem abranger um conjunto diversificado de mercados o que contribui para o aumento do poder de mercado das empresas (Kim, Hwang e Burgers, 1993). Ao venderem grandes quantidades dos seus produtos as empresas exportadoras obtêm ganhos com economias de escala e conseguem aumentar a produção. Consequentemente melhoram os seus resultados e desempenho financeiro. Adicionalmente, ao estarem presentes em diferentes mercados, estas empresas podem tirar proveito das imperfeiçoes do mercado de modo a alcançarem maiores retornos sobre os seus recursos (Lu e Beamish, 2001).
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TEXTO PARA DISCUSSÃO N

TEXTO PARA DISCUSSÃO N

De acordo com a base de dados, já se pode estabelecer, para o extrato certo, diferenças entre firmas exportadoras e não-exportadoras. A comparação está presente na tabela 1. Do total de 22.193 firmas, 6.947 são exportadoras (31,3%). Essas firmas exportam em torno de 22% de seu valor de transformação industrial. Percebe-se, claramente, a tradicional dicotomia entre exportadoras e não-exportadoras: as não-exportadoras são, na média, menores, menos eficientes, empregam mão-de-obra menos escolarizada e inovam menos que as exportadoras. De fato, Ellery Jr. e Gomes (2005) constatam que os dados de comércio exterior no âmbito da firma confirmam, para o caso brasi- leiro, os fatos estilizados apontados por Tybout (2003): as empresas exportadoras são minoria, são mais produtivas e tendem a exportar uma pequena porção do total produzido. As variáveis selecionadas para essa comparação serão mais bem descritas na apresentação do modelo probabilístico. 3
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Determinates do grau de envolvimento na atividade exportadora e suas implicações nas exportações brasileiras de carne de frango.

Determinates do grau de envolvimento na atividade exportadora e suas implicações nas exportações brasileiras de carne de frango.

Conforme฀ anteriormente฀ salientado,฀ o฀ desempenho฀ das฀ exportações฀ é฀ função฀ das฀ estratégias฀ de฀ marketing฀ inter- nacional,฀ que฀ por฀ sua฀ vez,฀ são฀ influenciadas฀ pelo฀ grau฀ de฀ envolvimento฀da฀empresa฀com฀o฀mercado฀externo.฀Segun- do฀ esse฀ conceito,฀ as฀ empresas฀ envolvidas฀ nas฀ atividades฀ de฀ exportação,฀ apresentam-se฀ mais฀ comprometidas฀ com฀ o฀ mercado฀internacional฀e฀encontram-se฀mais฀aptas฀a฀atingir฀ melhor฀ desempenho.฀ Dentro฀ desse฀ contexto,฀ a฀ verificação฀ dos฀determinantes฀de฀sucesso฀das฀empresasexportadoras฀de฀ carne฀de฀frango฀foi฀realizada฀por฀meio฀da฀análise฀do฀estágio฀ do฀processo฀de฀internacionalização฀em฀que฀se฀encontram฀as฀ empresas,฀dispostas฀em฀diferentes฀grupos,฀e฀de฀sua฀estrutura฀ organizacional.
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Repositório Institucional UFC: O comércio exterior do setor de calçados do Ceará: uma análise da dinâmica e da vantagem comparativa no período de 1997 a 2012

Repositório Institucional UFC: O comércio exterior do setor de calçados do Ceará: uma análise da dinâmica e da vantagem comparativa no período de 1997 a 2012

Segundo Amaral Filho et al (2003), o governo do estado estava disposto assumir o maior custo desde que a indústria oferecesse um maior benefício para o Estado. Em paralelo com uma agressiva política de atração industrial, o Ceará realizou a reforma fiscal, incentivou e custeou a descentralização da produção para diversos municípios cearenses, o que possibilitou a atração de empresas tradicionais localizadas no Sudeste e Sul do país especializadas em calçados para exportação, Costa (2007). Dessa forma, o Governo do Estado tomou como estratégia a de recrutar empresas exportadoras de largas escalas, que além de impactar na abertura do mercado exportador local, também estimularia as empresas de calçados de outras regiões a se instalarem no Ceará (TENDLER, 2000).
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Motivação e condicionantes para a gestão ambiental nas maiores indústrias exportadoras do estado do Ceará.

Motivação e condicionantes para a gestão ambiental nas maiores indústrias exportadoras do estado do Ceará.

Assim, o objetivo deste estudo é investigar o comportamento das maiores indústrias exportadoras do Ceará, considerando seus condicionantes e as motivações para o investimento em ações de gestão ambiental. A análise dos dados levantados foi feita pela metodologia quantitativa, com o auxílio do software Sphinx, e as entrevistas realizadas foram interpretadas segunda uma abordagem qualitativa. A coleta dos dados primários foi feita junto aos principais responsáveis pela política ambiental das maiores empresas exportadoras daquele estado, através de levantamento por questionários estruturados. O universo foi determinado em função da maior exposição a mercados externos. O critério para seleção das empresas pesquisadas foi o faturamento anual com exportações superior a US$1 milhão; e feito um censo, apenas 55 empresas se enquadraram nesse parâmetro. A pesquisa revela claramente a forte relação entre as pressões externas e as respostas das empresas; ou seja, constatou que a postura das empresas é predominantemente reativa no que se refere aos investimentos em gestão ambiental. Essas pressões, contudo, são necessárias para que as empresas mudem sua concepção sobre o meio ambiente.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Em recente pesquisa realizada pela FIESC - Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (2008) com 99 empresas, sendo as principais empresas exportadoras catarinenses, foram ap[r]

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