Empresas multinacionais - Estudo de casos

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Fatores que dificultam a transferência do conhecimento em empresas multinacionais

Fatores que dificultam a transferência do conhecimento em empresas multinacionais

Apesar do multiplicador do conhecimento ser um especialista no conteúdo a ser compartilhado, ele pode não ter a capacidade necessária de comunicar a mensagem. De acordo com os estudos de Ractham e Chirawattanakij (2016) o comunicador pode não comunicar efetivamente devido à barreira de idioma e falta de técnica efetiva para apresentar suas ideias. A barreira de idioma normalmente ocorre quando o multiplicador do conhecimento e o recebedor são de nacionalidades diferentes. Neste estudo, é destacado que o entusiasmo e habilidade do multiplicador de conhecimento para transmitir conhecimento de uma forma interessante e engajadora pode desenvolver nos recebedores o interesse em mais conhecimento no assunto. Por outro lado, a falta de uma técnica de apresentação efetiva pode trazer o tédio para o recebedor. Neste estudo é apontado como algumas técnicas, tais como o uso de sinais e símbolos para ilustrar a implicação da mensagem pode facilitar o entendimento de conteúdos difíceis para o recebedor. Assim como o multiplicador pode também engajar os receptores através de exemplos de casos ou experiências.
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Utilização da ti para transferência de conhecimentos entre equipes de desenvolvimento de produto: comparação entre equipes virtuais e co-localizadas

Utilização da ti para transferência de conhecimentos entre equipes de desenvolvimento de produto: comparação entre equipes virtuais e co-localizadas

Assim sendo, o objetivo deste artigo é identificar as principais características dos tipos de configurações de TI utilizados para TC entre projetos de produtos estruturados em equipes virtuais e equipes co-localizadas, e comparar a forma de utilização de TI em cada uma dessas estratégias. Para tanto, o trabalho apresenta um estudo de caso em duas empresas multinacionais do setor de máquinas agrícolas que operam com diferentes estratégias de gestão de projetos de produto. A comparação dos casos é realizada por meio de uma análise baseada na abordagem sociotécnica de Hendrick e Kleiner (2003) que propõem quatro unidades de análises ou subsistemas: (i) Pessoas; (ii) Tecnologias; (iii) Organização do Trabalho e (iv) Ambiente externo. Por meio dessas unidades de análises é comparada a utilização da TI em ambos os casos e são destacadas as diferenças observadas.
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As Diferenças Culturais e Socioeconômicas e o Impacto na Internacionalização Empresarial: um estudo comparativo entre duas empresas multinacionais

As Diferenças Culturais e Socioeconômicas e o Impacto na Internacionalização Empresarial: um estudo comparativo entre duas empresas multinacionais

A expatriação tem emergido como uma temática importante nos estudos gerenciais. O presente artigo tem por objetivo ana- lisar os fatores culturais e socioeconômicos que impactam no processo de expatriação e internacionalização de duas empre- sas de países próximos culturalmente. Para tanto, foi promovido um estudo qualitativo de múltiplos casos em uma multina- cional brasileira e uma portuguesa. Por meio de um roteiro semiestruturado, foram realizadas 30 entrevistas, as quais foram analisadas pela técnica de análise de conteúdo com o auxílio do software Max-Qda (2007) na organização das categorias de análise. Os relatos dos portugueses e dos brasileiros são muito similares quando abordam as diferenças entre os dois países. Embora próximos em razão de sua história, a dificuldade com os entendimentos no uso da língua portuguesa, as diferenças nas tomadas de decisão e os preconceitos ainda existentes marcam a interação entre os profissionais e as empresas, reve- lando-se, assim, proximidades e distanciamentos. São citados ainda a legislação para os expatriados, burocracia, corrupção, “jeitinho brasileiro”, a diferença de infraestrutura e da educação básica como entraves.
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Desenvolvimento de produtos em subsidiárias de empresas multinacionais no Brasil.

Desenvolvimento de produtos em subsidiárias de empresas multinacionais no Brasil.

Tendo em vista que a comprovação da validade de conteúdo e do construto é fundamental para esse tipo de pesquisa, ambas foram testadas conforme se segue. A validade de conteúdo foi testada mediante a revisão do questionário por vários pesquisadores das áreas de gestão da inovação e de marketing, que fi zeram sugestões refe- rentes às formulações, às escalas e à pertinência de algu- mas questões, dentre outros. Já a validade do construto, foi testada em duas etapas: na primeira, realizou-se um estudo de casos exploratório, onde foram coletados da- dos secundários e primários, mediante visitas em 25 sub- sidiárias de empresas multinacionais. Na segunda etapa, diferentes versões do questionário foram encaminhadas para alguns dos entrevistados do estudo exploratório. As respostas desses questionários estruturados foram com- paradas com os dados obtidos nas entrevistas diretas. Nos
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Influências ambientais e inovação de produtos: estudo de casos em subsidiárias de multinacionais no Brasil.

Influências ambientais e inovação de produtos: estudo de casos em subsidiárias de multinacionais no Brasil.

Essas reflexões podem ser aproveitadas pelos gestores da política de C&T e das próprias subsidiárias para desenhar estratégias que abram mais oportunidades para DP em subsidiárias de multinacionais, porque a política pública possui instrumentos para influenciar algumas variáveis dos ambientes operacional e institucional. Já, em relação aos gestores das empresas, é importante assinalar que as subsidiárias não são elementos passivos sujeitos à determinação dos três ambientes. Elas possuem a opção de conceber suas próprias estratégias, visando identificar e aproveitar as oportunidades existentes nos seus ambientes. Se a matriz permitir, a estratégia da subsidiária pode refinar o foco e a natureza das atividades inovadoras, a fim de inserir-se em um conjunto mais favorável de ambientes.
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AS EQUIPES MULTICULTURAIS EM SUBSIDIÁRIAS BRASILEIRAS DE MULTINACIONAIS: UM ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS.

AS EQUIPES MULTICULTURAIS EM SUBSIDIÁRIAS BRASILEIRAS DE MULTINACIONAIS: UM ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS.

que engloba desde o recrutamento e seleção de candidatos a cargos no exterior até a inserção e o acompanhamento do indivíduo no novo ambiente organizacional, passando por questões de negociação de benefícios, trâmites legais, alojamento, preparação cultural e de idioma. É possível identificar alguns perigos e efeitos negativos do processo nos níveis individual, organizacional e social. Para o indíviduo, podem surgir problemas relacionados às relações familiares, problemas identitários, isolamento e solidão. Do ponto de vista organizacional, pode haver maior ênfase nas decisões de curto prazo, aumento de conflitos, perda de consistência interna, descompromisso com o local e competição interna agressiva. Na perspectiva social, há o risco de uma ideologia da mobilidade que desconsidere o estável e o duradouro, fuga de cérebros, tensões sociais e culturais e um descolamento cada vez maior entre as empresas (nômades) e a sociedade local (ADLER; GUNDERSEN, 2008; FREITAS, 2008).
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EFEITOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO NO DESVIO DA ESTRUTURA DE CAPITAL-ALVO E NA VELOCIDADE DE AJUSTE

EFEITOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO NO DESVIO DA ESTRUTURA DE CAPITAL-ALVO E NA VELOCIDADE DE AJUSTE

O determinante tamanho da empresa é amplamente utilizado nos estudos relacionados à estrutura de capital e encontra resultados conflitantes, que dependendo da ótica teórica utilizada, podem apontar, ora para relações positivas, ora para relações negativas. De acordo com Rajan e Zingales (1995), tendo a teoria Trade-Off como base, essa relação pode ser negativa, pelo fato de empresas maiores terem menor assimetria informacional entre os gestores e acionistas. Além disso, Frank e Goyal (2003), pela ótica da Pecking Order, encontraram o mesmo resultado, indicando que empresas maiores têm mais condições de emitir ações, reduzindo o endividamento. Esses resultados também foram encontrados por Uysal (2011).
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Rogério Borges Borsato OS EFEITOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO NA RENTABILIDADE DE EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS DO BRASIL

Rogério Borges Borsato OS EFEITOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO NA RENTABILIDADE DE EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS DO BRASIL

estudos mostram que à medida que o grau de internacionalização aumenta, as empresas vão ganhando experiência tornando-as mais eficientes e consequentemente melhorando seu desempenho. Contudo, outros estudos mostram que quanto maior o grau de internacionalização, mais recursos devem ser deslocados para as atividades internacionais, podendo tirar, principalmente no início do processo, recursos de outras áreas que poderiam ser mais lucrativas. Neste contexto, esta pesquisa tem por objetivo analisar quais os efeitos do grau de internacionalização no desempenho das empresas não financeiras do Brasil. A amostra da pesquisa contemplou as empresas presentes no ranking das transnacionais brasileiras da Fundação Dom Cabral presentes na lista das 500 maiores e melhores da Revista Exame, no período de 2006 a 2012. A partir desta base, excluiu-se àquelas com valores de ativos e patrimônio liquido negativos, e às do setor financeiro devido às suas especificidades. A definição das variáveis da pesquisa foi embasada na literatura nacional e internacional sobre internacionalização e desempenho. Tais variáveis foram compostas pelos indicadores do grau de internacionalização das empresas, e indicadores contábeis de desempenho coletados da Base Economática. A partir da técnica da Análise Fatorial criou-se um índice de desempenho agregado, cuja composição se deu por meio das variáveis de desempenho correlacionadas entre si. Como a pesquisa utilizou dados com características de cross-section, os modelos estatísticos mais adequados foram de regressões com dados em painel cujo objetivo era analisar os efeitos da internacionalização sobre a rentabilidade. A análise de dados em painel possui três abordagens distintas como pooled independent cross-section, modelos de efeitos fixos e modelos de efeitos aleatórios. Para a definição do melhor modelo, alguns testes foram utilizados, sendo que o modelo mais adequado foi o pooled. Com relação à existência de problemas nos modelos econométricos, foram realizados testes de heterocedasticidade e de autocorrelação. Os resultados encontrados mostraram que: (a) a relação entre o grau de internacionalização e o desempenho dessas empresas é caracterizada por um comportamento linear negativo, de modo que quanto maior o grau de internacionalização da empresa, menor tende a ser o seu desempenho; (b) a alavancagem controla significativamente a relação entre o grau de internacionalização e o desempenho; (c) a intensidade de capital fixo da empresa bem como alguns setores apresentam influência significante na análise dos três modelos; e (d) o período de crise não apresentou nenhuma influência na relação entre o grau de internacionalização e o desempenho.
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Atitude do consumidor face aos produtos geneticamente modificados

Atitude do consumidor face aos produtos geneticamente modificados

Melhor conhecimento dos consumidores, é a base através da qual as empresas produtoras de alimentos geneticamente modificados poderão dinamizar o respectivo negócio. Neste modo, o mundo empresarial poderá encontrar novas oportunidades de negócios e revolucionar o tradicional negócio agrícola. Por outro lado, a comunidade científica e os governos poderão ter encontrado um ponto de partida para que no futuro poderem solucionar o problema da alimentação das populações. Este estudo poderá ser encarado como alicerces para a comunidade académica para futuros estudos. O importante não é encontrar o meio de persuasão, mas sim a forma como as atitudes negativas são compostas e o que as influencia.
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Relacionamento entre Multinacionais e Parceiros na Perspectiva de Inovações em Gestão na Cadeia de Valor

Relacionamento entre Multinacionais e Parceiros na Perspectiva de Inovações em Gestão na Cadeia de Valor

Este estudo teve como objetivo analisar as possíveis relações entre competências territoriais e inovações em gestão na cadeia de valor, em polos econômicos formados nos entornos de corporações multinacionais. Inovação em gestão, nesse contexto, concentra-se na evolução dos processos decorrentes da interação entre as empresas, na perspectiva de quatro dimensões: relações eficazes entre empresas; flexibilidade nas práticas de gestão internas e externas; preservação de recursos esgotáveis e do meio ambiente; geração de conhecimento e aprendizagem interativa. Trata-se de estudo teórico-empírico, exploratório, essencialmente qualitativo. Inicialmente foi construído um modelo teórico-metodológico que fundamentou as análises da pesquisa empírica, em que foram utilizadas duas abordagens metodológicas em três etapas distintas. Os resultados apon- tam que as relações entre as multinacionais e seus parceiros vêm se consolidando, especialmente na dimensão geração de conhecimento e aprendizagem interativa. O modelo conceitual mostrou-se adequado para análises de comportamento inovativo na cadeia de valor e pode ser adotado em estudos futuros para se efetuar análises comparativas entre as regiões. Palavras-chave: Competências territoriais. Inovações em gestão. Relacionamento entre organizações. Aprendizagem intera- tiva.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA ROSANE SENA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA ROSANE SENA

Atualmente muitas são as empresas nacionais e multinacionais, governamentais ou particulares, que estão preocupadas em adaptar-se ao conceito de time de trabalho, procurando in[r]

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Estratégias Produtivas e Tecnológicas das empresas da Indústria Farmacêutica do Brasil e da Índia: um exame a partir de indicadores aplicados aos fluxos de comércio exterior

Estratégias Produtivas e Tecnológicas das empresas da Indústria Farmacêutica do Brasil e da Índia: um exame a partir de indicadores aplicados aos fluxos de comércio exterior

A etapa posterior, compreendida entre os anos de 1945 a 1980, foi marcada pela crescente importância da P&D. Os gastos de P&D cresceram fortemente, gerando um fluxo continuo de novos medicamentos (MALERBA & ORSENIGO, 2001). Empresas, universidades e Estado passaram a atuar em conjunto para o desenvolvimento de novos medicamentos. O método de pesquisa predominantemente utilizado nesse período é chamado de screening aleatório. A atividade básica do método é realizar uma busca aleatória de compostos químicos que possuam algum tipo de ação terapêutica. No entanto, as pesquisas contavam com pouco conhecimento biológico sobre as doenças. Além disso, o screening aleatório é fortemente dependente de serendipidade para a descoberta de novos tratamentos, uma vez que as atividades se concentram na análise de grandes quantidades de componentes (RADAELLI, 2008). Apesar de muitos compostos químicos terem sido descobertos desta forma, poucos destes compostos foram introduzidos no mercado com sucesso. Nesse período, os tratamentos desenvolvidos se concentravam em problemas do sistema nervoso central, problemas cardíacos e citostáticos (células cancerígenas).
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Motivação e satisfação no trabalho: uma análise da teoria e suas implicações para a gerência

Motivação e satisfação no trabalho: uma análise da teoria e suas implicações para a gerência

mo o superior controla o trabalho que desenvolve. Este fato revela que para esses dirigentes. está havendo um controle excessivo. Nas empresas multinacionais, observa[r]

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A CONCENTRAÇÃO DE PODER ECONÔMICO E A QUEBRA DE PARADIGMAS DO DIREITO INTERNACIONAL  Luiz Gustavo Doles Silva

A CONCENTRAÇÃO DE PODER ECONÔMICO E A QUEBRA DE PARADIGMAS DO DIREITO INTERNACIONAL Luiz Gustavo Doles Silva

Com isto, tal poder econômico é exercido a nível internacional por uma série de atores, não só por países, fazendo com que o conceito de soberania seja afetado na medida em que o Estado não age com a supremacia econômica que é a sua principal característica (AMARAL JÚNIOR, 2015, pág. 40). Empresas multinacionais, organizações não governamentais e diversos outros entes passaram a interferir em um domínio que antes pertencia apenas ao países dotados de soberania.

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Entrada de multinacionais num cluster e efeitos na estratégia das empresas instaladas

Entrada de multinacionais num cluster e efeitos na estratégia das empresas instaladas

A entrada de uma empresa multinacional num cluster, entendido como aglomeração geográfica, geralmente de pequenas e médias empresas, especializadas num sector e instaladas num determinado local ou região, produz efeitos sobre o cluster como um todo, sobre as empresas que constituem o cluster e sobre a multinacional. Nesta investigação foi dado especial enfoque nos impactos da entrada de numa multinacional num cluster e efeitos na estratégia das empresas instaladas nesse cluster. No sentido de compreender os principais efeitos da entrada de uma multinacional na estratégia das empresas instaladas num cluster, foi analisada a entrada da IKEA no cluster do mobiliário de Paços de Ferreira e Paredes. Neste estudo, a técnica de recolha de dados utilizada para obtenção de dados primários foi o inquérito por questionário, tendo sido obtidas 66 respostas válidas de empresas instaladas no cluster em análise. Na amostra predominam as microempresas e empresas em nome individual, o que corresponde à estrutura de empresas dominante no cluster do mobiliário. Em termos de resultados, mais de metade das empresas respondentes considera não ter havido impacto com a entrada da multinacional. No entanto, as empresas que consideraram ter havido elevado impacto, consideram que o mesmo foi negativo. Os fatores que melhoraram de forma mais significativa após a entrada da IKEA foram o desenvolvimento de novos produtos e as estratégias de exportação. As principais respostas das empresas à entrada da multinacional passaram pela internacionalização do negócio e pela aposta em estratégias de diferenciação e focalização.
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O risco de preço: as empresas multinacionais e a crise económica atual

O risco de preço: as empresas multinacionais e a crise económica atual

Existem índices que acompanham o mercado em todo o mundo, nomeadamente os efetuados pela Morgan Stanley Capital International (MSCI), Estes índices, segundo o glossário da American Funds 4 são ponderados pelo valor de mercado e incluem vários países, regiões e sectores, em países desenvolvidos ou em desenvolvimento. O Índice Multinacional Morgan Stanley é muito diversificado, em 50 grandes stocks de capitalização projetados para medir o desempenho das empresas. Decidi analisar treze anos e tive de separar dois gráficos, um para o volume das multinacionais, e o outro para os preços, pois existe uma grande variação entre os preços (em centenas), e o volume (mil milhões), assim para conseguir analisar, tive de realizar dois gráficos, e neles analisei treze anos, com a ajuda do MSCI, consegue-se ter estes dados e obter-se, os gráficos à frente expostos.
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A internacionalização do P&D em empresas multinacionais e a formação de empresas de base tecnológica no Brasil

A internacionalização do P&D em empresas multinacionais e a formação de empresas de base tecnológica no Brasil

A tabela 3.9 apresenta informações sobre as características tecnológicas e de inserção de mercado das empresas estudadas. As informações sobre a tecnologia utilizada no produto e o seu grau de novidade foram avaliações feitas pelos gerentes das próprias empresas. Em relação a tecnologia utilizada pelas EBTs a maioria a classificou como sendo nova e em mudança constante, e em segundo lugar ficaram as tecnologias difundidas mas que ainda contam com espaço para mudanças e aperfeiçoamentos. Neste aspecto, nos demais spin- offs corporativos as tecnologias difundidas e estáveis ocupam uma posição mais relevante se comparada às outras origens e o peso das tecnologias novas e em mudança constante é inferior à média. Segundo esta classificação, pode-se inferir que outros fatores tenham maior capacidade explicativa sobre o elevado faturamento médio dessa categoria de empresas. Contudo é preciso ter cautela na análise, em função das informações serem subjetivas.
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Empresas multinacionais e desempenho comercial do Brasil: uma revisão da literatura.

Empresas multinacionais e desempenho comercial do Brasil: uma revisão da literatura.

Brainard (1993, 1997) empreende a primeira análise empírica desses modelos teóricos, definindo dois equilíbrios, de comércio puro e outro misto (com multinacionais), a fim de testar os efeitos proximidade de mercado e proporção de fatores para as EMNs. No que concerne à economia hospedeira, suas estimativas mostram que tamanho de mercado, custo-transporte, tarifas e semelhança no preço de trabalho qualificado explicam a existência de subsidiárias estrangeiras. Já Hanson et al. (2003) estabelecem um continuum entre organização vertical e horizontal, em vez de confrontar “comércio x multinacionais”, e as estimativas, também apoiadas em dados das multinacionais americanas em diversos países, mostram que custo dos fatores, barreiras tarifárias e custo- transporte fazem alterar o grau de integração vertical entre matrizes e filiais. Observe que ambos os trabalhos abandonam a simplificação de comércio sem barreiras dos modelos teóricos. Nörback (2000), concentrando-se no custo de transferência tecnológica de multinacionais suecas, obteve que setores de altíssima tecnologia teriam menor produção mundial integrada. Isso contradiz evidências em Hanson et al. (2003) e outras reportadas em Markusen (1995), o que pode decorrer do país-sede de Nörback (2000) e da extrema divisão setorial de sua amostra.
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Administração do risco cambial: o enfoque internacional, com menção à experiência brasileira

Administração do risco cambial: o enfoque internacional, com menção à experiência brasileira

co cambial, por sua vez, corresponde ao risco de perdas por variaçoes nas paridades entre a moeda local (ou da matriz, no caso de empresas multinacionais) e mo[r]

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: Brapci ::

: Brapci ::

Diferentemente do banco de patentes do mesmo Instituto, que já vem sendo utilizado, com diversas finalidades, por empresas e instituições de pesquisa, o banco de depósitos de marcas não tem recebido a mesma atenção. Entretanto, esse banco pode fornecer diversos tipos de informação, como a localização geográfica das empresas, o porte destas em cada segmento, os setores de atuação de cada titular de marca, os tipos de marcas requeridas, entre outras. Esse conjunto de informações pode provocar diversos questionamentos, entre eles a questão das trajetórias comerciais de cada empresa. Este estudo exploratório apontou questões iniciais que precisarão ser aprofundadas por meio da utilização de outras bases de dados, bem como de um conjunto de informações adicionais sobre cada uma das empresas. O mesmo tipo de estudo poderia ser implementado para os mais diversos segmentos, resultando em informações a serem correlacionadas com as dinâmicas setoriais. No caso específico do setor farmacêutico, foi possível constatar a relevância da proteção de marcas para o segmento, devido ao grande número de sinais atrelados a cada uma das empresas selecionadas.
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