Energia elétrica - São Paulo (Estado)

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A comercialização da energia elétrica cogerada pelo setor sucroalcooleiro em regiões do estado de São Paulo

A comercialização da energia elétrica cogerada pelo setor sucroalcooleiro em regiões do estado de São Paulo

Santana e Oliveira (1999) citam que a reforma do setor de energia elétrica em países como: Inglaterra, Espanha, Noruega, Austrália, Chile, Argentina e Estados Unidos, foram baseadas na busca da eficiência por meio da competição naqueles segmentos da indústria onde isto é possível. Com isso, os governos tem criado instrumentos regulatórios que obrigam a desverticalização das empresas (que atuam nos segmentos de geração, transmissão e distribuição), dado o entendimento de que a transmissão e a distribuição – propriedade e operação das redes – são monopólios naturais, onde a concorrência é, na prática, impossível, e que a geração e a comercialização têm potencial de competição, podendo ser exposta às regras de mercado. É essa nova forma de organização da indústria que está sendo seguida no Brasil, com pequenas variações.
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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS – CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA – DEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS – CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA – DEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM

SILVA, Paulo Roberto Paes da. Estudo da Corrosão Atmosférica em Aço Galvanizado Empregado em Redes de Distribuição de Energia Elétrica. 2011. 73f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Engenharia dos Materiais – Área: Metais) – Universidade do Estado de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, Joinville, 2011.

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Development of a correlation to estimate per capita municipal solid waste generation rates in São Paulo state, Brazil: population, per capita income and electricity consumption influences

Development of a correlation to estimate per capita municipal solid waste generation rates in São Paulo state, Brazil: population, per capita income and electricity consumption influences

A previsão da geração dos resíduos sólidos urbanos (RSU) é fundamental para escolha e dimensionamento das operações e dos processos envolvidos na cadeia de gerenciamento em âmbito municipal. O desafio da sustentabilidade financeira desse gerenciamento passa pela criação de indicadores que permitam a cobrança individualizada e proporcional da geração per capita de cada munícipe. Buscou-se, então, desenvolver equações para estimar a taxa de geração per capita (TGP) de RSU nos municípios do estado de São Paulo. Adotou-se a premissa de que as variáveis população (P), renda per capita diária (RPC) e consumo per capita diário de energia elétrica (Ce) nos municípios eram intervenientes na TGP. A série de dados envolveu 238 municípios que rotineiramente pesaram seus resíduos no ano-base de 2013. Diversas funções foram testadas com o intuito de ajustar as TGPs observadas às calculadas pelo método dos mínimos quadrados. A qualidade dos ajustes foi avaliada por meio da comparação dos valores previstos e observados com a reta bissetriz do primeiro quadrante, dos coeficientes de correlação de Pearson (r) e de determinação (R 2 ), das raízes quadradas dos erros médios ao quadrado (RMSEs) e dos erros
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Análise de viabilidade econômica de um sistema de co-geração de energia elétrica em condições de risco

Análise de viabilidade econômica de um sistema de co-geração de energia elétrica em condições de risco

Neste estudo não se considerou os custos de oportunidade do ba- gaço próprio, pois atualmente, não há demanda relevante para este sub- produto. Esta informação coincide com a posição da União dos Produtores de Bioenergia – UDOP, a qual afirma que existem várias usinas no interior do Estado de São Paulo que oferecem bagaço gratuitamente, cabendo o custo do transporte à empresa que o adquire. Os custos de transporte do bagaço foram de R$ 4,00 por tonelada transportada do local de armazena- mento até a entrada da caldeira.

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Análise da comercialização de energia elétrica cogerada pelo setor sucroalcooleiro no estado de São Paulo

Análise da comercialização de energia elétrica cogerada pelo setor sucroalcooleiro no estado de São Paulo

3.1 Co-generated electrical energy market characterization The electricity generation technical potential calculated for sugar alcohol sector reaches 3,852 MW, however the effective avail- ability or energy surplus by the mills in 2001 is still at very low levels. Until September 2001, 132 MW were available by 28 mills in Brazil, corresponding to 11% of these mills technical potential, and only 3,4% of the total technical potential for the country. In São Paulo state, the energy co-generated by sugar cane sector corresponds to less than 1% of the consumption.

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Análise da comercialização de energia elétrica cogerada pelo setor sucroalcooleiro no estado de São Paulo.

Análise da comercialização de energia elétrica cogerada pelo setor sucroalcooleiro no estado de São Paulo.

O processo metodológico foi estruturado sobre dois eixos de- finidos, seguindo-se basicamente dois planos: a) coleta dos dados - a entrevista propriamente dita, utilizando-se perguntas abertas com o objetivo de captar a percepção do entrevistado sobre a situação das usinas em termos da comercialização da energia elétrica cogerada por esse setor, a evolução da comercialização desta energia e as difi- culdades enfrentadas pelo setor na comercialização da mesma; e b) tabulação dos dados – o processo de tabulação consistiu na leitura qualificada e atenta de cada entrevista, destacando-se conteúdos e te- mas previamente definidos como importantes, organizados em um roteiro de tabulação.
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Práticas de clientelismo, educação planejada e sonho da redenção humana em torno do PLAMEG – Plano de Metas do Gono Virgílio Távora

Práticas de clientelismo, educação planejada e sonho da redenção humana em torno do PLAMEG – Plano de Metas do Gono Virgílio Távora

Virgílio Távora não deixou sucessores, ao contrário de seu inimigo político, o senador Carlos Jereissati. Em 1963, o coronel chegou ao governo. O desafeto alcançou o Senado. Jereissati era, na época, o maior importador do Brasil de casimira, linho e lã. No mesmo ano, Jereissati morreu de infarto. Seu filho Tasso ainda era criança, mas a família conseguiu multiplicar a fortuna do pai. Somente em 1986, Tasso entraria na política, numa eleição histórica, uma vingança política, na qual derrotou o coronel Adauto Bezerra para o governo do Estado, anunciando de novo o fim do patriarcado no Ceará. A seu modo e em sua época, Virgílio Távora também foi símbolo de modernidade, atraindo indústrias fortes, como a Vicunha e a Gerdau, implantando um distrito industrial e indo buscar a energia elétrica de Paulo Afonso para seu Estado. As voltas que o mundo dá (IDEM, IDEM).
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QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA – NORMAS E REGULAMENTAÇÕES SOB A ÓTICA DO CONSUMIDOR

QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA – NORMAS E REGULAMENTAÇÕES SOB A ÓTICA DO CONSUMIDOR

Visando aumentar a taxa de crescimento e disciplinar melhor a produção e distribuição de energia elétrica, que até então estava em mãos de empresas estrangeiras, o governo ampliou seu papel e passou a atuar diretamente no setor elétrico. Um dos primeiros passos foi à criação da Companhia Hidrelétrica de São Francisco (CHESF), em 1945, que imediatamente iniciou a construção da usina de Paulo Afonso. Em 1952 foram criadas a Centrais Elétricas de Minas Gerais (CEMIG), mais recentemente denominada Companhia Energética de Minas Gerais, com cinco empresas regionais e suas subsidiárias.
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Os efeitos do racionamento de energia elétrica ocorrido no Brasil em 2001 e 2002...

Os efeitos do racionamento de energia elétrica ocorrido no Brasil em 2001 e 2002...

Os efeitos do Racionamento de Energia Elétrica ocorrido no Brasil em 2001 e 2002 com ênfase no consumo de energia elétrica; orientador Marco Antônio Saidel – São Paulo, 2004.. Disserta[r]

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O MERCADO DE ENERGIA ... Perspectivas da energia elétrica

O MERCADO DE ENERGIA ... Perspectivas da energia elétrica

No século X IX , com a invenção da máquina a vapor, teve início a chamada era industrial, que, ao ampliar e intensi­ ficar as atividades econômicas, provocou grandes transformações nos hábitos de vida da humanidade, principalmente por possibilitar a substituição do trabalho muscular pela força m otriz obtida da queima de combustíveis, tanto para a produção industrial como para o trans­ porte terrestre. Durante essa face, a fo n ­ te predominante de energia foi o carvão mineral, cuja exploração em larga escala permitiu o crescimento acelerado da produção industrial e dos transportes a longa distância, por trem ou por navio, além de atender às necessidades de com­ bustível para produção de calor para fins industriais ou para uso doméstico e, no final do século, também para a pro­ dução de energia elétrica.
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Energia elétrica e inovações energéticas

Energia elétrica e inovações energéticas

No início, uma inovação energética de ruptura pode não atender aos padrões de desempenho existentes, enfrentando barreiras e obstáculos para sua implementação. Durante um período, sua introdução fica restrita ao desenvolvimento de projetos de desenvolvimento, sem condição de competir efetivamente na oferta. Mas, na sequência, o desempenho de uma inovação de ruptura aumenta ao longo do tempo e supera o nível das tecnologias existentes. Por exemplo, a menos que sua energia seja armazenada em baterias, fontes energéticas intermitentes, como a energia eólica e a energia solar, não oferecem o mesmo padrão de desempenho das fontes energéticas convencionais, com fornecimento constante e que podem atender o mercado na potência requerida a qualquer momento do dia. Outro exemplo é dado pelo carro elétrico, que não conseguirá competir no mercado do transporte individual enquanto não for equacionada a questão de sua autonomia, o que depende da produção de uma bateria que tenha a densidade energética requerida a um custo competitivo. [ver Quadro 4 – Veículo Elétrico a Bateria]. Um veículo híbrido combina duas ou mais fontes de energia para obter a potência de propulsão. Os
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Comercialização de energia elétrica no Brasil

Comercialização de energia elétrica no Brasil

Desta forma, o segundo período do Setor Elétrico Brasileiro, que se inicia a partir de 1930 e termina em 1945, foi caracterizado pelo enfraquecimento do modelo de exportação de produtos primários e pelos avanços no processo de industrialização nacional. Neste espaço de tempo o país passou a atentar-se a questão da energia promovendo uma maior regulação do setor, por exemplo, com a promulgação do Código de Águas através do Decreto nº 24.643/1934, que transmitiu à União a propriedade das quedas d’água e a exclusividade de outorga das concessões para aproveitamento hidráulico e do Decreto-Lei nº 852/1938 que incluiu algumas modificações no Código de Águas: aumentando as restrições ao capital estrangeiro na produção de energia e ampliando as águas de domínio da União próximas às fronteiras. Ademais, os termos “águas públicas de uso comum” e “águas pertencentes à União” receberam redação mais clara através deste decreto.
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A demanda por energia elétrica no Brasil.

A demanda por energia elétrica no Brasil.

O presente trabalho, de natureza emp´ırica, procurou contribuir para estima¸c˜ oes de algumas elasticidades, dentre elas, as elasticidades-renda e pre¸co da demanda por energia el´etrica no Brasil, nas trˆes classes: residencial, comercial e industrial. De forma geral, os dois estudos anteriormente realizados para este pa´ıs (Modiano (1984) e Andrade e Lob˜ ao (1997)) obtiveram resultados um pouco distintos para as elasticidades-pre¸co na classe residencial. O presente trabalho ob- teve um valor intermedi´ario aos dois, −0, 085, sendo mais pr´oximo ao de Andrade e Lob˜ ao. J´a para as demais classes de consumo, apenas Modiano realizou estima¸c˜ oes e seus resultados, para as elasticidades-pre¸co, apresentaram valores bem pr´oximos aos deste, que foram: −0, 174 para o comercial e −0, 545 para o industrial.
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O uso da energia elétrica , 29

O uso da energia elétrica , 29

A Micro e Mini Geração Distribuída, incentivada por recentes ações regulatórias que viabilizaram a compensação da energia excedente produzida por sistemas de menor porte (net metering), atingiu 104,1 GWh com uma potência instalada de 72,5 MW. Destaque para a fonte solar fotovoltaica, com 53,6 GWh e 56,9 MW de geração e potência instalada respectivamente.

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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA ÊNFASE EM QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA "QUALIDADE DA ENERGIA EM PROJETOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA"

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA ÊNFASE EM QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA "QUALIDADE DA ENERGIA EM PROJETOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA"

Os reatores podem ser eletromagnéticos ou eletrônicos. Atualmente os reatores mais utilizados são os reatores eletrônicos. São mais compactos que os eletromagnéticos, mais leves, eliminam o efeito estroboscópico 1 , aumentam a vida útil das lâmpadas, apresentam uma luz mais estável, possuem ausência de ruído audível, permitem dimerizar o fluxo luminoso nominal da lâmpada e consomem menos energia. Porém nos reatores eletrônicos de baixa qualidade (sem filtros), a distorção harmônica total (DHT) pode chegar a 25%, enquanto nos reatores eletromagnéticos convencionais está entre 12 e 20% [SAL 10]. Se a distorção harmônica total for significativa, equipamentos eletrônicos sensíveis localizados no sistema podem ser afetados, causando um mal funcionamento do sistema ou até mesmo danificando o mesmo.
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Avaliação e propostas de melhorias para o setor de comercialização de energia

Avaliação e propostas de melhorias para o setor de comercialização de energia

O mercado brasileiro de energia elétrica está organizado, informalmente, como balcão, ou seJa, os contratos bilaterais - Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente [r]

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PRODUÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL A PARTIR DE ÁRVORES ARTIFICIAIS INDUZIDAS PELO VENTO

PRODUÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL A PARTIR DE ÁRVORES ARTIFICIAIS INDUZIDAS PELO VENTO

A reflexão dessa crise ao longo dos tempos tem como principal e maior causa o fato da humanidade ser uma grande consumidora de energia, na maioria das vezes consumindo mais do que realmente necessita e explorando as fontes de energia não renováveis, como o carvão, o gás natural e o petróleo, mais do que podem ser produzidas pela natureza para que haja um equilíbrio perfeito. O fato das energias não renováveis serem finitas e poluentes está empurrando ao desequilíbrio ambiental, a ciência e tecnologia estão investimento na sustentabilidade através da disseminação de fontes de energias renováveis compatíveis com a preservação da integração fundamental dos sistemas naturais e evite mudanças climáticas catastróficas. Entre as energias renováveis utilizadas para transformação direta em eletricidade, sem desmerecer as outras, destacam-se a energia eólica baseada no aproveitamento do fluxo do vento através de aerogeradores e a energia solar baseada no aproveitamento da luz e calor do sol através das células fotovoltaicas. (TORRES, 2012; FAPESP, 2010; CAMILLO, 2013).
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Custo social da energia elétrica

Custo social da energia elétrica

através da nossa abordagem critica, elementos construtivos àqueles que tenham, porventura, tal pretensão. Além do mais, nao queremos com a nossa análise invalidar o[r]

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Ref.: CONVITE PARA PARTICIPAR DA XVI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA E DA

Ref.: CONVITE PARA PARTICIPAR DA XVI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA E DA

11. DA CORREÇÃO DA PROVA. As provas serão corrigidas pelos professores aplicadores das mesmas, com base num detalhado gabarito a ser enviado pela CO/OBA logo após a prova. As provas com as 10 maiores notas de cada nível devem ser enviadas, pelos correios, à CO/OBA, imediatamente após serem corrigidas, e dentro do prazo estipulado pela CO/OBA. Uma listagem, num modelo a ser distribuído, com todos os nomes dos alunos participantes, níveis, sexos, datas de nascimentos e notas deverá ser enviada pelos professores representantes da OBA à CO/OBA em prazo determinado, anualmente escolhido e divulgado, juntamente com as 10 melhores provas de cada nível. As demais provas deverão permanecer sob a guarda do professor representante da escola pelo período de um ano, após o qual poderão ser descartadas ou devolvidas aos respectivos alunos. As provas terão 3 seções bem distintas, isto é, uma com 5 perguntas de Astronomia, outra com 3 perguntas de Astronáutica e outra com 2 perguntas de Energia, totalizando 10 perguntas. Corrigida a prova, o total de pontos das questões de Astronomia, de Astronáutica e de Energia devem ser lançados separadamente na Ficha de Controle de Inscrição de Alunos. Na última coluna desta Ficha deve ser lançada a soma das três notas, a qual, para todos os efeitos de premiação é a nota final do aluno. Esta ficha também poderá ser eletrônica e detalhes sobre ela seguem sempre junto com as provas.
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