Engenharia de software

Top PDF Engenharia de software:

Engenharia de Software   Atividades

Engenharia de Software Atividades

Caso o cliente não efetue este pagamento até três dias antes da data prevista de entrada, a reserva é cancelada pelo sistema. Um relatório de reservas canceladas é gerado pelo sistema [r]

41 Ler mais

Engenharia de Software Magazine

Engenharia de Software Magazine

A definição das metas de usabili- dade através de métricas é parte do processo denominado de engenharia de usabilidade. Neste processo, faz-se necessário também estabelecer os ní- veis desejados de usabilidade. Se, por exemplo, o usuário tem dificuldade em encontrar a funcionalidade dese- jada no sistema e, conseqüentemente, precisa recorrer à ajuda (Help) ou ex- pressa insatisfação, então se observa que dois dos critérios da Figura 3 são considerados. A quantidade de vezes que essas ocorrências são observadas serve de indicador do suporte ofereci- do à usabilidade pelo sistema.
Mostrar mais

9 Ler mais

Engenharia de Software   demais diagramas

Engenharia de Software demais diagramas

Caso o cliente não efetue este pagamento até três dias antes da data prevista de entrada, a reserva é cancelada pelo sistema. Um relatório de reservas canceladas é gerado pelo sistema [r]

58 Ler mais

Engenharia de Software   Estados

Engenharia de Software Estados

vida de um objeto, ou seja, seus estados, os eventos que causam a transição de um.. estado para outro estado e as ações que resultam de uma mudança de estado...[r]

46 Ler mais

Engenharia de Software   Persistencia e padroes

Engenharia de Software Persistencia e padroes

para-muitos entre objetos, de modo que, quando um objeto muda de estado, todos os seus dependentes são automaticamente notificados e atualizados. Usar quando uma mudança em um objeto[r]

68 Ler mais

Engenharia de Software Magazine

Engenharia de Software Magazine

A definição das metas de usabili- dade através de métricas é parte do processo denominado de engenharia de usabilidade. Neste processo, faz-se necessário também estabelecer os ní- veis desejados de usabilidade. Se, por exemplo, o usuário tem dificuldade em encontrar a funcionalidade dese- jada no sistema e, conseqüentemente, precisa recorrer à ajuda (Help) ou ex- pressa insatisfação, então se observa que dois dos critérios da Figura 3 são considerados. A quantidade de vezes que essas ocorrências são observadas serve de indicador do suporte ofereci- do à usabilidade pelo sistema.
Mostrar mais

9 Ler mais

Engenharia de software

Engenharia de software

Coleta inicial dos requisitos e planejamento do projeto Planejamento baseado nos comentários do cliente Avaliação do cliente Decisão de prosseguir/não prosseguir Na direção[r]

20 Ler mais

Unified Modeling Language (UML)

Unified Modeling Language (UML)

em determinado momento do software, mostrar uma dada colaboração entre duas ou mais classes e pode, também, ser usado para mostrar a tradução de um Caso de Uso desde sua interação com[r]

65 Ler mais

Industrialização do processo de desenvolvimento de software: Software Product Lines

Industrialização do processo de desenvolvimento de software: Software Product Lines

A actividade de engenharia de requisitos é, à semelhança da abordagem tradicional, uma das unidades mais importantes e simultaneamente mais difíceis de realizar na iniciativa SPL. Ainda que não haja distinção no processo genérico de engenharia de requisitos típico (recolha, análise, especificação, verificação e gestão) aplicado a uma SPL ou aplicado a um projecto one-off, existem diferenças na forma de realizar cada fase. No âmbito de uma SPL, a fase de recolha envolve a antecipação de requisitos, i.e. ao contrário da visão tradicional, a recolha não se baseia apenas cenário presente mas também na previsão das funcionalidades/características que produtos semelhantes poderão requerer. Por outro lado, a fase de análise não se foca apenas na capacidade de executar dos requisitos: numa SPL esta fase é dedicada ao estudo dos aspectos comuns e variáveis que a linha de produtos deve oferecer.
Mostrar mais

139 Ler mais

Avaliação da Qualidade em Modelos de Requisitos i

Avaliação da Qualidade em Modelos de Requisitos i

As principais contribuições desta dissertação prendem-se com a definição, recolha e avaliação de métricas para modelos de requisitos orientados a objetivos que utilizam o framework i*, de maneira a dar suporte à avaliação quantitativa desses modelos. Esta avaliação permite melhorar os modelos, por forma a que estes se tornem mais compre- ensíveis e se diminuam os erros e ambiguidades, o que, consequentemente, faz com que o software tenha uma qualidade mais elevada. As métricas são propostas seguindo a abordagem Goal-Question-Metric (GQM) [BCR94; BCR14], de acordo com as boas práticas recomendadas pela IEEE Computer Society [IEE14], e são definidas quer informalmente, em língua natural, quer formalmente, através da linguagem OCL (do inglês Object Cons- traint Language) [Obj14a]. A definição informal pretende tornar mais compreensível a métrica a definir, enquanto que a correspondente definição formal evita eventuais ambi- guidades que poderiam resultar em implementações inconsistentes das métricas propos- tas [Shu+02].
Mostrar mais

187 Ler mais

Proposta de uma estrutura de medição para qualidade do SPB - Software Público Br...

Proposta de uma estrutura de medição para qualidade do SPB - Software Público Br...

This research project addresses the development of a conceptual structure to measure the quality of software production in the digital ecosystem domain, using the action research paradigm. The proposed measurement framework is based on the criteria described in item 5 of ISO / IEC 15504-2 - A Measurement Framework for process capability, with the necessary adaptations to the Public Domain Software (PDS).

8 Ler mais

Construindo ontologias a partir de recursos existentes: uma prova de conceito no...

Construindo ontologias a partir de recursos existentes: uma prova de conceito no...

Já para os schematas, existe a engenharia reversa de bases de dados relacionais: uma abordagem baseada na idéia de que a semântica de uma base de dados relacional pode ser inferida, sem uma análise explícita do esquema relacional, através das tuplas e consultas dos usuários (ASTROVA, 2004). O modelo de dados e a representação da ontologia têm sobreposição na expressividade (classes ou conceitos em ontologias correspondem a entidades no modelo E/R; atributos e relacionamentos no modelo E/R correspondem às propriedades nas linguagens de ontologias, entre outras) e algumas diferenças, geralmente atribuídas no uso de um esquema de banco de dados e de uma ontologia. Ontologias têm objetivos como interoperabilidade, busca, e especificação de software. O objetivo inicial de um esquema de banco de dados é estruturar um conjunto de instâncias para consultar um único banco de dados. Estas diferenças impactam fortemente na aquisição de restrições. Para ontologias, restrições são chamadas axiomas. Seu objetivo principal é expressar um significado lido, automaticamente, para apoiar o mecanismo de raciocínio automatizado acurado. Este raciocínio pode também garantir a integridade de instâncias na base de conhecimento. Para banco de dados, o objetivo principal de restrições é garantir a integridade de dados (isto é, as instâncias). Todas as restrições de integridade podem também ser utilizadas para otimizar consultas e ajudar inferências humanas no significado de termos.
Mostrar mais

226 Ler mais

Analisando as  do CTFAIHM: SisGestão – uma nova proposta de solução para a gestão hospitalar municipal

Analisando as do CTFAIHM: SisGestão – uma nova proposta de solução para a gestão hospitalar municipal

Para o desenvolvimento do processo de avaliação do sistema analisado, foi adotada a técnica de Engenharia Reversa Observacional, a qual, como a própria denominação explicita, consiste em observar o comportamento do sistema e a partir dessas observações, definir quais relacionamentos estão envolvidos, que diagramas melhor definem os requisitos do sistema. Também foram adotados critérios de avaliação como, por exemplo, confiabilidade nas informações coletadas no sistema e acessibilidade. Outro critério a ser avaliado, trata da flexibilidade do sistema, considerando sua adequação às necessidades dos gestores. Por fim, a interação do sistema com o usuário também foi usada como critério de avaliação.
Mostrar mais

48 Ler mais

F UMEC F ACULDADE DEC IÊNCIASE MPRESARIAS – FACE M ESTRADO EMA DMINISTRAÇÃO D ANIELA A PARECIDA DAS

F UMEC F ACULDADE DEC IÊNCIASE MPRESARIAS – FACE M ESTRADO EMA DMINISTRAÇÃO D ANIELA A PARECIDA DAS

[...] eu posso exemplificar, a gente tem o GPQ, que é um controle de planilhas de quantitativos, o SisCDI, é o controle que a gente tem de documentações, lista de documentos e documentos a serem emitidos, documentos cadastrados, a gente tem programas de controle de documentos recebidos, controle de listas de documentos, controle de PEPEX, que é planilhas de quantitativo também que foi desenvolvido pela empresa, e que ajuda na elaboração das planilhas de engenharia, [...] vou citar aqui alguns softwares, vou falar o nome deles e falar uma breve descrição sobre o que ele faz. Começando pelo TUBLMT, é um sistema de auxilia a disciplina de Tubulação, nele a gente consegue criar listas de materiais para compras, listas de materiais por linhas, que é enviado de acordo com o padrão solicitado pelo cliente, isso auxilia demais a disciplina, evitando o trabalho manual, temos também o SisMatE, que é um sistema parecido com o TubLMT, porém é voltado para a disciplina de Elétrica, ele também gera as listas nos padrões dos clientes, e que são enviadas para o cliente avaliar, além desses dois sistemas de listas, tem também o PEPEX, que é um sistema de listas que auxilia o pessoal da Mecânica, Sistemas e Processos, que geram as PQ´s, que são as planilhas de quantitativos, aonde vem os preços, descrição de cada equipamento, que vai ser usado na obra, é um sistema que também gera relatórios, e auxilia nas emissões. Temos um sistema que está parcialmente concluído, ainda está em de desenvolvimento, que é o GPQ, Gerenciador de Planilhas de Quantidades, que vai auxiliar o PEPEX, ou talvez até substituir o PEPEX, um dia, e está padronizando algumas listas, com os novos padrões do nosso cliente, que é a Vale. Possuímos outros sistemas, por exemplo para cadastro de fornecedores, mapa de fornecedores, é um sistema que ajuda no mapeamento, onde é feito o cadastro de cada fornecedor e dentro deste cadastro, a gente faz uma relação com o que aquele fornecedor trabalha, se ele trabalha com a parte de miúdos, por exemplo, parafusos, porcas, ou outro que trabalha com equipamentos, então a gente faz esse mapeamento para as buscas ficarem mais
Mostrar mais

94 Ler mais

Martina Seidl · Marion Scholz Christian Huemer · Gerti Kappel An Introduction to Object-Oriented Modeling

Martina Seidl · Marion Scholz Christian Huemer · Gerti Kappel An Introduction to Object-Oriented Modeling

as well as their interrelations. For this purpose, we introduce the syntax (the notation of the language elements), the semantics (the meaning of the language elements), and the pragmatics (how to use the language elements) of these UML diagrams. They cover the most essential con- cepts of object-oriented modeling and are used in many different stages of the software development process. The course is designed for stu- dents who already know the basic concepts of object-oriented program- ming languages such as Java or C#, but still have no practical experi- ence in software engineering. Based on our comprehensive experience in teaching UML, we wrote the book UML@Classroom. In this book, we address both readers who wish to learn UML in a compact but nev- ertheless precise manner and teachers whom we want to provide with inspiration for their own course exercises with our extensive example repertoire. We teach UML as close to the standard as possible and illus- trate all concepts using intuitive examples. The book is complemented by a website, which contains a complete set of slides to teach the con- tents of the book as well as teaching videos and e-learning material (http://www.uml.ac.at/).
Mostrar mais

215 Ler mais

UML Diagrama de Sequencia

UML Diagrama de Sequencia

Events on the same lifeline from different operands are ordered such that an event of the first operand comes before that of the second operand. 20.[r]

46 Ler mais

É o diagrama central da modelagem estrutural de um sistema orientado a objetos – Possibilita modelar os aspectos estáticos de um sistema • O diagrama de classes identifica – Classes e relacionamentos de um sistema

É o diagrama central da modelagem estrutural de um sistema orientado a objetos – Possibilita modelar os aspectos estáticos de um sistema • O diagrama de classes identifica – Classes e relacionamentos de um sistema

Caso o cliente não efetue este pagamento até três dias antes da data prevista de entrada, a reserva é cancelada pelo sistema. Um relatório de reservas canceladas é gerado pelo sistema [r]

105 Ler mais

Mostram aspectos de implementação física: 

Mostram aspectos de implementação física: 

O sistema também deve armazenar sobre a reserva a data prevista para entrada, data prevista para saída, valor do desconto concedido e o número dos quartos. Cada quarto possui um preço e[r]

36 Ler mais

Etapa de Perguntas – Ciclo 6 – Dia 1 Perguntas Gerias

Etapa de Perguntas – Ciclo 6 – Dia 1 Perguntas Gerias

6) Sobre todos os diagramas de todos os ciclos: Ao desenvolver um projeto mais complexo, o engenheiro de software deve desenvolver todos os diagramas antes de implementar a programação, ou deve escolher os diagramas que achar mais conveniente? Nesse caso, quais seriam os diagramas mais essenciais para facilitar a implementação? Isso já foi discutido ao longo do semestre. Não são desenvolvidos todos os diagramas para todos os projetos. Existe uma escolha de acordo com as características do projeto. Normalmente s projetos têm Casos de Uso, Classes, BD. Estes 3 são essenciais.
Mostrar mais

5 Ler mais

O processo de software

O processo de software

• As quatro atividades de processo básicas, especificação, desenvolvimento, validação e evolução são organizadas de forma diferente em processos de desenvolvimento distintos.. • No model[r]

18 Ler mais

Show all 10000 documents...