Enraizamento ex vitro

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Enraizamento ex vitro e aclimatização do porta-enxerto de macieira marubakaido micropropagado.

Enraizamento ex vitro e aclimatização do porta-enxerto de macieira marubakaido micropropagado.

O enraizamento ex vitro do porta-enxerto de macieira em substrato composto por Terra Roxa Estruturada e Casca de Ar- roz Carbonizada, simultâneo com a aclimatização, mostrou-se eficiente comparado com o enraizamento in vitro. Os resultados obtidos revelaram que as mudas podem ser repicadas para o substrato contendo casca de arroz carbonizada, serem transferidas por um período de 20 dias na sala de aclimatização e mais 10 dias na câmara de nebulização, antes de serem colocadas em casa de vegetação. Nestas condições, é possível reduzir o tempo e os custos de produção de mudas micropropagadas, pois não são necessários meios de cultura e instalações de labo- ratório para a indução ao enraizamento, podendo viabilizar eco- nomicamente o uso comercial desta tecnologia.
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Enraizamento ex vitro e aclimatização de plantas micropropagadas de Tectona grandis

Enraizamento ex vitro e aclimatização de plantas micropropagadas de Tectona grandis

Após 30 dias da germinação in vitro, segmentos nodais (2 cm) foram excisados e inoculados em frascos de vidro (30 mL) com meio de cultura WPM (LLOYD; MCCOWN, 1981) suplementado com sacarose (30 g.L -1 ), ágar (6 g.L -1 ) e 0,5 mg.L -1 de BAP + 0,1 mg.L -1 de ANA. A cultura foi mantida em sala de crescimento com fotoperíodo de 16 h de luz, com 38 µ mol.m -2 .s -1 de fótons e temperatura de 23±2 ºC. Brotos multiplicados foram obtidos após 60 dias de cultura in vitro e posteriormente submetidos aos experimentos de enraizamento ex vitro. Os brotos multiplicados in vitro com comprimento da parte aérea aproximada de 2,5 cm foram excisados da base do explante com bisturi e lavados em água corrente (2 minutos), para a remoção total do meio de cultura aderido.
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Enraizamento ex vitro e aclimatização de plântulas micropropagadas de amoreira-preta 'Xavante'.

Enraizamento ex vitro e aclimatização de plântulas micropropagadas de amoreira-preta 'Xavante'.

Dentre as diversas etapas realizadas no pro- cesso de micropropagação de plantas, uma delas é o enraizamento. O uso do enraizamento ex vitro de plântulas apresenta-se como alternativa, possibili- tando uma redução nos custos de obtenção de uma muda micropropagada, pois de acordo com Pedrotti e Voltolini (2001) esta técnica possibililita a redução em 50% nos custos inais de produção de uma nova planta, comparativamente ao uso do enraizamento in vitro.

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Tipos e concentrações de auxinas no enraizamento ex vitro de mirtileiro ‘Woodard’ / Types and concentrations of auxins in the ex vitro rooting of 'Woodard' mirtiller

Tipos e concentrações de auxinas no enraizamento ex vitro de mirtileiro ‘Woodard’ / Types and concentrations of auxins in the ex vitro rooting of 'Woodard' mirtiller

Na micropropagação do mirtileiro (Vaccinium sp.) a realização da etapa de enraizamento ex vitro (ao invés de in vitro) poderá representar uma alternativa para a redução dos custos de produção das mudas. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de concentrações das auxinas ácido indolbutírico (AIB) e ácido naftaleno-acético (ANA) no enraizamento ex vitro de mirtileiro 'Woodard'. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema bifatorial (dois tipos (AIB; ANA) e quatro concentrações (0; 0,2; 0,4 e 0,6 mg L -1 ) de auxina), totalizando oito tratamentos e quatro repetições, sendo cada repetição constituída de uma bandeja Sanpack ® com 15 microestacas. Aos 60 dias avaliou-se: sobrevivência, porcentagem de enraizamento, número de raízes, comprimento da maior raiz e massa de matéria seca das raízes. Para a sobrevivência, não houve influência da aplicação das auxinas, verificando-se alta eficiência (100%). Da mesma forma foi verificado para a porcentagem de enraizamento das microestacas. Para o número de raízes, a maior média foi observada no tratamento com o uso de AIB, quando utilizado a concentração 0,2 mg L -1 ; não diferindo da concentração 0,6 mg L -1 . O comprimento da maior raiz,
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ENRAIZAMENTO EX VITRO E ACLIMATIZAÇÃO DE MICROESTACAS DE Ilex paraguariensis A. St Hil.

ENRAIZAMENTO EX VITRO E ACLIMATIZAÇÃO DE MICROESTACAS DE Ilex paraguariensis A. St Hil.

Segundo Libardi (2005), com o uso de diferentes tipos de materiais para a composição do substrato de enraizamento, é possível se obter níveis adequados de retenção de água e aeração quando comparado ao substrato composto por apenas um material, além de aumentar a ramificação e a formação de raízes secundárias. Corroborando com este autor, nos ensaios desse estudo, a composição de substratos apresentou até 95%de enraizamento ex vitro e aclimatização de microestacas na saída da câmara úmida. Esses resultados mostram que é possível realizar o enraizamento ex vitro e a aclimatização de microestacas de erva-mate com a obtenção de altas porcentagens de enraizamento aos 60 dias, na saída da câmara úmida.
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Efeito de diferentes concentrações de sacarose e tipos de vedação no cultivo in vitro e no enraizamento ex vitro de teca (Tectona grandis L.f.)

Efeito de diferentes concentrações de sacarose e tipos de vedação no cultivo in vitro e no enraizamento ex vitro de teca (Tectona grandis L.f.)

A teca (Tectona grandis L.f.) é uma espécie exótica de alto valor comercial mundial. A importância dos carboidratos tanto no cultivo in vitro quanto na emissão e formação de raízes vem sendo atualmente bem discutida. O objetivo deste trabalho foi testar o efeito de diferentes concentrações de sacarose e tipos de vedação no cultivo in vitro e no enraizamento ex vitro de teca. O experimento foi realizado em duas etapas: laboratório e viveiro. No laboratório Bioteca (Várzea Grande-MT), os explantes foram cultivados em meio MS e mantidos por 35 dias em sala de crescimento com temperatura de 30 +2 ºC e fotoperíodo de 16 h. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 6, sendo dois tipos de vedação (tampa com filtro e tampa sem filtro) e seis concentrações de sacarose (0, 6, 12, 18, 24 e 30 mg.L -1 ), totalizando doze tratamentos com dez repetições cada. Avaliou-se as seguintes variáveis: comprimento (cm), número de entrenós e matéria seca (mg) dos brotos. No viveiro (Jangada-MT), as microestacas tiveram suas bases imersas nas soluções, e em seguida foram plantadas nos tubetes com substrato a base de casca de pinus bioestabilizada. O delineamento experimental foi em blocos casualizados em esquema fatorial 2 X 2 x 5, considerando as duas formas de cultivo in vitro (C1 e C2), a presença e ausência de sacarose, e às cinco concentrações de AIB (0,0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 mg.L -1 ), totalizando vinte tratamentos com seis repetições. O experimento foi dividido em três fases: casa de vegetação, casa de sombra e pleno sol. Foram avaliados: comprimento da parte aérea (cm), diâmetro do colo (cm) e peso da matéria fresca (mg). Os melhores resultados no laboratório foram obtidos com o uso da tampa com filtro.
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Enraizamento "ex vitro" de gemas de Eucalyptus spp. multiplicadas e alongadas "in vitro"

Enraizamento "ex vitro" de gemas de Eucalyptus spp. multiplicadas e alongadas "in vitro"

Assim, na busca da otimização do pro- cesso de micropropagação, a eliminação da etapa de enraizamento “in vitro” é altamen- te desejável sob o aspecto econômico e o de qualidade do sistema radicular formado na planta. Segundo Grattapaglia e Machado (1990), o enraizamento “ex vitro”, sob o ponto de vista econômico, representa uma considerável redução de custos de mão-de- obra e infra-estrutura, pois uma repicagem é eliminada e há uma economia de espaço de sala de crescimento, energia elétrica e meio de cultura. Quanto à qualidade, o enraizamento “ex vitro” tende a produzir um sistema radicular mais completo e fun- cional, evitando-se a manipulação de plan-
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ENRAIZAMENTO EX VITRO E ACLIMATIZAÇÃO DO PORTA-ENXERTO DE MACIEIRA M.9.

ENRAIZAMENTO EX VITRO E ACLIMATIZAÇÃO DO PORTA-ENXERTO DE MACIEIRA M.9.

Os dados obtidos mostram que a indução ao enraizamento realizado ex vitro, concomitante com a fase de aclimatização, pode ser favorável à produção do porta-enxerto M.9. A principal vantagem deste processo é a superação das limitações impostas pelo enraizamento in vitro, realizado por James e Thurbon (1981), Harbage et al. (1998) e Ferri et al. (1998), pois as raízes produzidas in vitro não são funcionais após sua transferência para casa de vegetação (McClelland et al., 1990). Além disso, segundo Sutter (1988), quando transferidas para a aclimatização, as plantas enraizadas in vitro são submetidas a uma condição de alta transpiração que, associada à alta condutividade hídrica, provoca baixa funcionalidade ou ausência de controle sobre o fechamento dos estômatos. Esta condição provoca altas taxas de mortalidade, o que não foi observado no presente trabalho. O sistema utilizado neste trabalho permite um grande controle sobre as condições de umidade nos recipientes de aclimatização, diminuindo as perdas de água por evaporação e garantindo, com isto, altas percentagens de enraizamento, aclimatização e sobrevivência deste porta-enxerto após sua transferência para a casa de vegetação.
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Enraizamento de plântulas de mirtileiro em condição ex vitro com diferentes substratos.

Enraizamento de plântulas de mirtileiro em condição ex vitro com diferentes substratos.

de granulometria média. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com arranjo fatorial 3 x 5, sendo três cultivares e cinco substratos, com quatro repetições por tratamento, sendo cada repetição constituída de 8 explantes. Após 75 dias, avaliaram-se a percentagem de enraizamento das plântulas, a formação de calo, as plântulas sobreviventes, o comprimento e o número de raízes, o comprimento da maior raiz, a altura das plântulas, o número de brotações e a biomassa fresca total. Pode-se concluir que os melhores substratos para enraizamento ex vitro de plântulas de mirtileiro são vermiculita expandida de granulometria média, serragem curtida de pinus e Plantmax ® + vermiculita expandida de granulometria média. Maior
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RIZOGÊNESE IN VITRO E EX VITRO EM Peltophorum dubium (SPRENGEL) TAUBERT

RIZOGÊNESE IN VITRO E EX VITRO EM Peltophorum dubium (SPRENGEL) TAUBERT

ecológica para fins de recuperação de áreas degradadas e econômica, para fins madeiráveis. As sementes desta espécie apresentam germinação baixa e irregular se não forem submetidas a tratamentos para superação de dormência. Em virtude da carência de estudos que viabilizem a propagação vegetativa da espécie e considerando a natural recalcitrância em relação à rizogênese nesse processo, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a rizogênese in vitro e ex vitro em brotações de P. dubium aplicando-se as técnicas de micropropagação e de miniestaquia, bem como a aclimatização das mudas produzidas por meio destas técnicas. Para a rizogênese in vitro, brotações micropropagadas foram submetidas a tratamentos em que foram testados diferentes meios de cultivo, com acréscimo de 30 g L -1 de vermiculita, combinados aos meios nutritivos MS, MS/2, WPM, WPM/2 e alterações nas concentrações da auxina ácido indolbutírico - AIB (0, 5, 10 ou 20 µM) e sacarose (0, 15 ou 30 g L -1 ), na presença ou ausência de ágar (0 ou 7 g L -1 ), arranjados em diferentes ensaios. Os resultados indicaram que a melhor combinação para a rizogênese in vitro em brotações de Peltophorum dubium é a utilização do meio nutritivo WPM/2, na ausência de sacarose e da auxina, porém com 7 g L -1 de ágar. Essa condição foi, ainda, a que permitiu o melhor desempenho das mudas durante a aclimatização in vitro. Para a rizogênese em brotações via miniestaquia, foram utilizadas miniestacas, de 3 a 7 cm, isoladas da porção apical de brotações de minicepas de origem seminal. Foi avaliada a formação de raízes após as miniestacas serem submetidas à imersão em solução contendo 0, 1.000, 2.000 ou 4.000 mg L -1 de AIB, oriundas de diferentes coletas e permanecendo por 30, 60 ou 90 dias em casa de vegetação com condições controladas adequadas à indução de raízes. A rizogênese nessas miniestacas ocorreu mesmo sem a utilização de AIB, ao longo das sucessivas coletas. No entanto, foi incrementada com a utilização de até 2.000 mg L -1 da auxina, sendo suficiente o período de 60 dias para que ocorra a formação de raízes. As mudas apresentaram bom desempenho durante a aclimatização, indicando que a técnica de miniestaquia é viável para a produção de mudas de Peltophorum dubium.
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ENRAIZAMENTO DE MINIESTACAS DE RUELLIA ANGUSTIFLORA (NEES) 
            LINDAU EX RAMBO (ACANTHACEAE)

ENRAIZAMENTO DE MINIESTACAS DE RUELLIA ANGUSTIFLORA (NEES) LINDAU EX RAMBO (ACANTHACEAE)

A sobrevivência de um percentual elevado de miniestacas neste experimento (90 – 100%) é um resultado positivo, bem como o enraizamento de pelo menos 50% das miniestacas oriundas de qualquer região do caule, apical, mediana ou basal, sem que tenha sido utilizado qualquer fitormônio. Petry et al. (2013) destacam a importância da investigação de formas de propagação de baixo custo, como a estaquia. Em seus ensaios, verificaram que 14 espécies nativas de diferentes famílias apresentaram enraizamento sem a adição de fitormônios. Latoh et al. (2018), em experimento com três espécies de Tibouchina, também obtiveram êxito no enraizamento de miniestadas sem fitormônios, e utilizando o mesmo tipo de substrato do presente estudo (vermiculita e substrato comercial, 1:1). Com a dificuldade de obtenção de sementes de nativas no comércio, o uso de estacas é uma alternativa viável para propagação de espécies nativas em maior escala.
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Propagação ex vitro e in vitro de Heliconia angusta VELL.

Propagação ex vitro e in vitro de Heliconia angusta VELL.

A forma de propagação vegetativa utilizada pelos produtores para Heliconia angusta é a divisão de rizomas, por esta razão os primeiros trabalhos foram realizados no[r]

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ENRAIZAMENTO IN VITRO DE GENÓTIPOS DE GÉRBERA EM MEIO DE CULTURA ALTERNATIVO

ENRAIZAMENTO IN VITRO DE GENÓTIPOS DE GÉRBERA EM MEIO DE CULTURA ALTERNATIVO

Geralmente, usando 30 g.L -1 de sacarose no meio, de acordo com as recomendações de Murashige; Skoog (1962), resulta em um ótimo desempenho. Concentrações mais altas de sacarose adicionadas ao meio de cultura podem ter um efeito inibitório na absorção de nutrientes, diminuindo o potencial hídrico do meio, e induzindo o estresse osmótico (CARDOSO et al., 2013). No entanto, outros resultados mostraram que o aumento da concentração de sacarose no meio pode levar ao aumento do número de brotos e raízes (KONÉ et al., 2015). Em seus estudos, Koné et al. (2015) relataram que as concentrações de 40, 50 e 60 g.L -1 de sacarose aumentaram a altura da planta, o número de folhas, o comprimento da raiz e a massa da matéria fresca do feijão- bambara a uma taxa similar quando comparados ao controle (30 g.L -1 ). Em outro estudo, o meio suplementado com 60 g.L -1 de sacarose foi o mais eficiente para aumentar a altura e a massa da matéria fresca de Dendrobium nobile cultivada in vitro (FARIA et al., 2004).
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Multiplicação e Estabelecimento in vitro e  ex vitro de Salicornia ramosissima

Multiplicação e Estabelecimento in vitro e ex vitro de Salicornia ramosissima

No segundo ensaio procedeu-se ao estabelecimento de ápices e segmentos nodais, provenientes de material vegetal colhidas na SMCC e de plantas provenientes do ensaio de germin[r]

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DISSERTAÇÃO_Multiplicação, enraizamento e conservação in vitro de maracujazeiro nativo

DISSERTAÇÃO_Multiplicação, enraizamento e conservação in vitro de maracujazeiro nativo

As espécies Passiflora cincinnata, Passiflora giberti e Passiflora setacea são nativas do Brasil e, de forma geral, possuem características medicinais, ornamentais e alimentícias. Estas espécies são resistentes a doenças às quais os maracujazeiros comerciais são suscetíveis, característica favorável à utilização como porta-enxerto e em programas de melhoramento genético. Assim, objetivou-se neste trabalho estudar a indução de brotos e o enraizamento in vitro das espécies. Para indução de brotações, segmentos nodais (1,0 cm) das três espécies foram inoculados em meio MS com diferentes concentrações de BAP (0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 mg L -1 ). Para o enraizamento, foram inoculados segmentos (3 – 4 cm) de P. giberti, em meio MS acrescido de AIB nas concentrações: 0, 2, 4 ou 8 mg L -1 , durante 7 dias. Posteriormente, metade dos explantes foi transferida para meio MS e metade para meio MS com 0,5 g L -1 de carvão ativado (CA). Os dados foram submetidos à ANAVA, dados qualitativos tiveram as médias comparadas por Skott-Knott (P≤0,05) e os dados quantitativos foram avaliados por regressão. Quanto à indução de brotação in vitro, houve diferença significativa para: a interação “espécie x regulador de crescimento” para número de brotos, em que P. setacea apresentou a maior média (3,0) com 2,0 mg L -1 de BAP; entre as espécies e entre as concentrações de BAP para comprimento de brotos, na qual P. cincinnata, sem o regulador, apresentou maior média (1,2 cm); entre as espécies para número de gemas, com P. cincinnata apresentando a maior média (4,9), e entre as concentrações de BAP, com maior valor observado de 4,4 gemas em 1,0 mg L -1 do regulador; entre a interação “espécie x regulador de crescimento” para formação de calo, com a maior formação (72%) em P. setacea, com 0,5 mg L -1 de BAP. Houve formação de cluster de gemas apenas na espécie P. cincinnata, com diferença significativa entre as diferentes concentrações de BAP e maior valor observado de 44%, em 1,5 mg L -1 do regulador. Para indução de raiz, houve diferença significativa para: número de raízes com maior média (4,1) em meio com 2 mg L -1 de AIB; comprimento de raízes, com o maior comprimento (1,4 cm) obtido com adição de 2 mg L -1 deste regulador antes da transferência para meio com adição de CA; para número de gemas, com maior valor de 5,6, quando transferido para meio MS + 0,5 g L -1 de CA; e para comprimento dos brotos, em que a melhor média (5,8 cm) foi observada na concentração de 2 mg L -1 do regulador de crescimento.
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Microenxertia interespecífica ex vitro em maracujazeiros.

Microenxertia interespecífica ex vitro em maracujazeiros.

restrição do transporte de substâncias e estabelecimento da conexão vascular entre microenxerto e porta‑enxerto, o que contribuiu para o insucesso da microenxertia. Kawaguchi et al. (2008) airmam que é possível evidenciar, na microenxertia, a incompatibilidade entre espécies de solanáceas por meio da avaliação histológica, e que essa incompatibilidade está associada à ausência de conexão vascular, o que impede a translocação de fotoassimilados, minerais e água do porta‑enxerto para o ápice. Mayer et al. (2006) observaram, em trabalhos realizados com enraizamento de videira (Vitis sp.), que a ocorrência de ibras no loema secundário e a presença de calotas de ibras do loema primário estabelecem limitações à organogênese. Na enxertia convencional interespecíica utilizando enxertos de Figura 1. Efeito da espécie do porta-enxerto sobre o percentual
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Enraizamento in vitro de mogno (Swietenia macrophylla King)

Enraizamento in vitro de mogno (Swietenia macrophylla King)

induction of the rooting of apical segments and shoots of mahogany in vitro. The used explants were obtained from experiments of multiplication in vitro with at least 2cm of length, with cut bases in a traverse way. The substrate used was the MS (Murashige & Skoog, 1962), it was added vitamin of WPM (Mccown & Lloyd, 1981), supplemented with 3% of sucrose, agar 0,7% and PVP (Polyvinilpirrolidone) 0,1%. IBA were tested the (0,1; 1,0; 3,0 e 5,0 mgL -1 ) and NAA the (0,1; 2,0 and

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Propagação in vitro e ex vitro de louro-pardo (Cordia trichotoma (Vell.) Arrabida ex Steudel)

Propagação in vitro e ex vitro de louro-pardo (Cordia trichotoma (Vell.) Arrabida ex Steudel)

Apesar de o louro-pardo (Cordia trichotoma Vell.) ser uma espécie florestal nativa com elevado potencial madeireiro, ainda são escassos os estudos que abordam a produção de mudas dessa espécie pela propagação vegetativa. O objetivo deste trabalho foi avaliar a propagação do louro-pardo pelas técnicas de estaquia e micropropagação. Para a estaquia foi testada a presença ou ausência de 8000 mg L -1 de ácido indolbutírico (AIB) e dois tipos de estacas (basais e apicais). Aos 40 dias, as estacas foram avaliadas quanto à sobrevivência, o enraizamento, a presença de calos e de brotos, o número e o comprimento de brotos e o número de folhas. Para o estabelecimento de plântulas assépticas, sementes de louro-pardo foram tratadas com 2% ou 5% de hipoclorito de sódio, por 0, 5, 10, 15 ou 20 min. As sementes foram inoculadas em meio de cultura base WPM. Aos 30 dias foram avaliadas as porcentagens de desinfestação, de contaminação por fungos e/ou bactérias e o tempo médio de germinação. Para a multiplicação, ápices caulinares foram inoculados em meio de cultura base, acrescido de 0; 0,25; 0,50 ou 0,75 mg L -1 de 6-benzilaminopurina (BAP). Aos 45 dias avaliou-se o comprimento, o número de folhas e de entrenós dos brotos, as porcentagens de calo e de sobrevivência dos explantes. Na multiplicação, utilizando microcepas mantidas in vitro, testou-se a adição ou não de 1,5 g L -1 de carvão ativado ao meio de cultura base na produção de brotos. Aos 30 e 60 dias, referentes ao primeiro e ao segundo corte das microcepas, foram avaliados o número e o comprimento dos brotos, o número de folhas e de entrenós dos brotos, e o número de microestacas. No enraizamento in vitro, microestacas foram mantidas em meio de cultura base, acrescido de 1,5 g L -1 de carvão ativado e AIB (1,5 ou 2,0 mg L -1 ). Aos 45 dias foram avaliadas a presença de raízes e calos, a porcentagem de sobrevivência e de brotação. Na estaquia, foi observada a formação de brotos nas estacas, contudo estas não enraizaram. O tipo de estaca e a dose de AIB utilizada não influenciaram no enraizamento ou na sobrevivência. Na micropropagação foi verificado que a assepsia das sementes com 5% de hipoclorito de sódio, por 5 min., possibilitou o estabelecimento in vitro de plântulas assépticas. A indução de brotos nos explantes não foi influenciada pelas diferentes doses de BAP. A presença de carvão ativado no meio de cultura base favoreceu a formação e o crescimento dos brotos nas microcepas. A utilização de 1,5 ou 2,0 mg L -1 de AIB não promoveu o enraizamento adventício das microestacas de louro-pardo.
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Multiplicação e enraizamento in vitro de Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert

Multiplicação e enraizamento in vitro de Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert

development with environmental and economic importance. However, studies related to the production of quality seedlings by vegetative propagation are still incipient. As a result, this study investigated methods for multiplication and in vitro root formation of Peltophorum dubium. For multiplication was evaluated the use, alone or combined, of the cytokinins 6-Benzylaminopurine (BAP), Kinetin (KIN), isopentenyladenine (2iP) and Thidiazuron (TDZ) in different concentrations and its association with the auxin alpha-naphthalene acetic acid (ANA) or activated charcoal. In the formation of roots were evaluated the auxins NAA, indole-3-butyric acid (IBA) and 2,4-dichlorophenoxyacetic acid (2,4-D) at different concentrations and the exposure time of shoots to these growth regulators and their cultivation in nutrient media MS and WPM. We evaluated also alternative substrates (vermiculite, Plantmax ® or fine sand) associated with different volumes of MS nutrient medium containing agar or not, in the in vitro root formation, with the aim of providing a more porous medium to the development of root system. There wasn’t emission of adventitious shoots in the absence of cytokinins in epicotyls of Peltophorum dubium. TDZ and 2iP, at 5 or 10 µM, associated with 0.015 µM NAA in MS medium promoted the highest percentage of buds. However, the shoots showed little development, intensive formation of callus at the base and leaf chlorosis, which didn’t’ permit its use. In the absence of cytokinin was not observed leaf chlorosis. The inclusion of 1 g
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Efeito da uréia no alongamento e enraizamento de microplantas de bananeira in vitro.

Efeito da uréia no alongamento e enraizamento de microplantas de bananeira in vitro.

individualizados, importante para que as microplantas possam ter sucesso no processo de aclimatização. Geralmente, utilizam-se reguladores de crescimento para estimular o enraizamento e o alongamento dos brotos, mas outros fatores também podem ser utilizados, como novas fontes de nitrogênio no meio basal, incluindo os de fonte orgânica. Os meios de cultivo possuem normalmente nitrato de amônio e nitrato de potássio como fonte de nitrogênio na forma inorgânica, mas o nitrogênio orgânico também pode ser utilizado pela planta (WRIGHT, 1962). A uréia pode ser utilizada no meio como fonte adicional de nitrogênio, e já foi testada por alguns autores (ENDRES & MERCIER, 2001; FRÁGUAS et al., 2003; TSAI & SAUNDERS, 1999).
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