Ensaio de torção

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Comportamento de parafusos corticais submetidos a ensaio de torção manual e de torção em máquina.

Comportamento de parafusos corticais submetidos a ensaio de torção manual e de torção em máquina.

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3.5 ENSAIO DE TORÇÃO - Apres08d8 Processos de Laminacao IFES marcelolucas

3.5 ENSAIO DE TORÇÃO - Apres08d8 Processos de Laminacao IFES marcelolucas

Figura 3.23 – (a) Exemplo de curvas de taxa de encruamento x tensão, (b) E suas respectivas curvas de derivadas da taxa de encruamento em função da tensão para um aço microligado ao Nb-Ti deformado por torção a quente em diversas temperaturas e taxas de deformação.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS

O equipamento responsável pelo ensaio de torção gira o corpo de prova a uma velocidade constante, produzindo um gradiente de deformação verdadeira crescente do centro à superfície do corpo de prova [47] . Relações matemáticas simples de deslocamento angular podem calcular o valor da deformação em cada ponto do corpo de prova. As extremidades são mantidas de tal forma que o comprimento do corpo de prova não se altera durante o ensaio. Em conseqüência, o corpo de prova conserva a sua forma inicial e a deformação local corresponde exatamente ao movimento de rotação imposto. Este modo de deformação por torção a quente, por gerar um estado de tensão de cisalhamento puro e utilizar um corpo de prova com área útil na geometria cilíndrica reta, é capaz de atingir elevadas taxas de deformação (semelhantes às industriais) e elevadas deformações sem que aconteça a formação de instabilidades mecânicas ou geométricas, como a estricção (“necking”) do ensaio de tração. Além disso, com um dispositivo de injeção de meio para refrigeração, como água ou hélio, é possível a avaliação da microestrutura do material através do resfriamento rápido e congelamento da microestrutura em qualquer etapa do processo. Essas são algumas vantagens do ensaio de torção a quente em relação aos ensaios de tração e compressão [75,76,79] .
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INOXIDÁVEIS DUPLEX DURANTE A CONFORMAÇÃO A QUENTE POR ENSAIOS DE TORÇÃO ”

INOXIDÁVEIS DUPLEX DURANTE A CONFORMAÇÃO A QUENTE POR ENSAIOS DE TORÇÃO ”

Vários métodos de laboratório têm sido utilizados na simulação física dos processos de conformação mecânica a quente, podendo destacar os ensaios de compressão, torção e laminação. O ensaio de torção é um dos testes de laboratório mais utilizado para a simulação física do processamento a quente. O estado de tensão atuante na superfície de uma amostra cilíndrica submetida a um esforço de torção é ilustrada na FIG 3.6. A tensão cisalhante máxima age em dois planos que são perpendiculares e paralelos, mutuamente, ao eixo da amostra. As tensões principais σ 1 e σ 3 formam ângulo de 45º com o eixo do corpo de prova e são iguais em
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Simulação da laminação de aço microligado ao Nióbio utilizando ensaios de torção.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Simulação da laminação de aço microligado ao Nióbio utilizando ensaios de torção.

A simulação de torção a quente tem sido amplamente utilizada como um meio para compreender a evolução da microestrutura de diferentes tipos de aço durante a laminação a quente. O teste é adequado para simular a laminação industrial e também obter informações sobre as propriedades intrínsecas dos materiais. Por exemplo, é comum aplicar passes, em que a deformação, o tempo entre passes, taxa de deformação e taxa de resfriamento são mantidas constantes, para determinar as temperaturas características Ar3, Ar1e Tnr (início e fim da transformação austenita e temperatura de não recristalização) de aços (CALVO et al, 2010). Nos ensaios de simulação de laminação por torção a quente, as tensões aplicadas em um elemento da superfície do corpo de prova são semelhantes às que ocorrem em um elemento de chapa submetido à laminação a quente convencional. A equação 3.6 (BORATTO et al. 1987) fornece a deformação equivalente no ensaio de torção a partir das espessuras de entrada (h 1 ) e
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Novo sistema para acoplamento de parafusos de interferência: ensaio biomecânico de torção.

Novo sistema para acoplamento de parafusos de interferência: ensaio biomecânico de torção.

inserção de cada parafuso representou o momento de força an- gular para a inserção do implante. O valor máximo do torque de inserção foi obtido para cada parafuso, ao ser introduzido através de pega manual executada pelo mesmo avaliador por mecanismo torcional no torquimetro adaptado à chave. Assim, o implante foi avançado de forma padronizada em ângulo perpendicular com a superfície óssea e colocado na interface entre o enxerto e o túnel do fêmur. Alem dos ensaios em fêmures bovinos realizamos ensaios destrutivos de torção, utilizando apenas os parafusos. Foram submetidos a ensaios de torção 10 (dez) parafusos, sendo cinco (cinco) parafusos FMRP 7x30mm e cinco parafusos controle Acufex ® 7x30mm. Avaliamos no ensaio de torção o torque máximo
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Considerações sobre o ensaio de retorno elástico por torção para asfaltos modificados

Considerações sobre o ensaio de retorno elástico por torção para asfaltos modificados

O Grá#ico de interação Operador versus Amostra, apresentado na Figura 5, apresenta as mé- dias das medições de cada Operador para os três tipos de asfaltos estudados. Quanto mais pró- xima as linhas dos Operadores 1 e 2, melhor é a Reprodutibilidade do ensaio, pois veri#ica-se que ambos obtêm valores da mesma ordem de grandeza. Há uma sobreposição de pontos no caso Poli#lex 60/85 SBS, ou seja, não houve erro observado entre os valores obtidos de cada operador. No caso do Poli#lex 60/85 RET e do TYREFLEX AB8, uma linha está acima da outra, indicando uma variação de Reprodutibilidade.
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Metodologia inédita para medida da torção ocular reflexa.

Metodologia inédita para medida da torção ocular reflexa.

Consegue-se produzir, portanto, a imagem de uma linha ver- tical vermelha que fica superposta à pós-imagem do outro olho. É então solicitado ao paciente que rode o cilindro de Maddox para superpor as duas imagens durante a inclinação da cabeça. A diferença obtida nos posicionamentos do cilindro (na PPO e na inclinação lateral) é igual a quantidade de torção reflexa (6) .

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RESUMO: O presente artigo foi fruto da vivência e das investigações realizadas no Tempo

RESUMO: O presente artigo foi fruto da vivência e das investigações realizadas no Tempo

Revitalização da cultura da palma forrageira que consiste na implantação de campos experimentais de reprodução de mudas de palma resistente á cochonilha do carmim dentre os [r]

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ANÁLISE PRELIMINAR DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA NOS ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL1 Rosemeire Aparecida de Almeida2 Introdução

ANÁLISE PRELIMINAR DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA NOS ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL1 Rosemeire Aparecida de Almeida2 Introdução

As visitas individuais, segundo a maioria, existem no caso de solicitação ou para expedição dos laudos exigidos pelo banco (fiscalização). Os chamados “ contatos” também são apontados [r]

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Ductilidade de vigas de betão armado sujeitas à torção

Ductilidade de vigas de betão armado sujeitas à torção

O estudo do fator de escala ( ) na ductilidade em torção passa por três análises: análise segundo séries de resistência do betão à compressão ( ) iguais ou semelhantes, análise segundo séries de taxas de armaduras ( ) iguais ou semelhantes e análise segundo séries de equilíbrios de armadura ( ) iguais ou semelhantes. Como novamente não se conseguiu reunir um número suficiente de vigas de secção vazada, estas análises só se realizaram para vigas de secção cheia. Em cada análise é apresentado um quadro com o agrupamento de vigas e suas características, dois gráficos de dispersão com os valores experimentais e teóricos dos índices de ductilidade calculados e, no final, são feitas algumas observações e conclusões retiradas a partir dos resultados apresentados. É de notar que, nos quadros de agrupamento de vigas e em cada série, as vigas encontram-se ordenadas por ordem crescente de fator de escala para facilitar a análise. Nas tabelas e gráficos de dispersão foram identificadas todas as vigas que apresentam curvas experimentais aparentemente incompletas e/ou com um comportamento atípico. Esta identificação tem como objetivo facilitar a identifição de possíveis vigas que fujam à tendência geral observada.
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Torção natural em nanotubos de carbono de parede simples

Torção natural em nanotubos de carbono de parede simples

Com a estrutura dos SWNTs definida, partiremos para o estudo da rede rec´ıproca dos nanotubos, de modo a obtermos a zona de Brillouin para as representa¸c˜oes mencionadas.. anteriormente[r]

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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Recristalização de aço inoxidável ferrítico estabilizado ao nióbio durante a simulação por ensaios de torção da laminação a quente em laminador Steckel.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Recristalização de aço inoxidável ferrítico estabilizado ao nióbio durante a simulação por ensaios de torção da laminação a quente em laminador Steckel.

Oliveira e Montheillet (2005) estudaram a evolução da textura em dois aços inoxidáveis ferríticos estabilizados, 11CrTi e 11CrNb, após ensaios de torção a quente. Foram realizados ensaios de torção a 900 e a 1050ºC a taxa de deformação de 1s -1 para determinar o comportamento mecânico, bem como as mudanças na microestrutura e textura por meio da técnica de EBSD. Nos ensaios de torção, a deformação equivalente aplicada foi de ε=20. Foi relatada a ocorrência da recristalização dinâmica continua. Este processo ocorre quando a desorientação dos contornos de subgrão aumenta por acúmulo de deslocações associadas à recuperação dinâmica com o aumento da deformação. Assim, forma-se uma rede de subgrãos que, por sua vez invade o interior dos grãos originais. Após grandes deformações, alguns contornos de subgrão atingem desorientações superiores a 15º e tornam-se contornos de grão. No estudo, Oliveira e Montheillet (2005), relataram que no estado estacionário (ε=20) a componente mais forte é a D2 {112} < 111  (cerca de 60% da intensidade), porém, com intensidade baixa o para o aço 11 CrNb.
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Torção esplênica primária em um cão: relato de caso.

Torção esplênica primária em um cão: relato de caso.

O baço do paciente apresentava-se severamente aumentado, retorcido sobre ele mesmo, estendendo-se para o lado direito. O parênquima apresentava-se hipoecoico, com ecotextura rendilhada. Adjacente a ele era possível visibilizar a gordura e o mesentério hiperecogênicos, além de pequena quantidade de efusão peritoneal, detectada no exame ultrassonográfico, achados compatíveis com os descritos por Penninck (2011) em casos de torção esplênica. Segundo Mai (2006), o mesentério no nível do hilo do baço é frequentemente marcado e hiperecoico. O órgão tem uma posição anormal e a efusão peritoneal pode estar presente, mas esplenomegalia com parênquima rendilhado não é específico de torção, pois esses achados podem ser observados na necrose, no infarto, entre outras causas. A quantidade de parênquima necrosado e de áreas de hemorragia depende da duração da torção, pois em alguns casos o parênquima pode estar normal.
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Análise comparativa do comportamento mecânico dos instrumentos rotatórios de NiTi Profile Vortex, Race e proTaper Universal

Análise comparativa do comportamento mecânico dos instrumentos rotatórios de NiTi Profile Vortex, Race e proTaper Universal

A técnica e seqüência de instrumentação são fatores que influenciam a localização das áreas de contato entre o instrumento e as paredes do canal, bem como, a relação entre estas áreas e as forças apicais e torque gerados durante a preparação de canais radiculares. Durante a formatação de canais curvos, todos os instrumentos de NiTi acionados a motor apresentam contato com as paredes dos canais. Todavia, na técnica step-back existe grande contato entre as paredes do canal e toda a haste cortante do instrumento, resultando em elevados valores de força apical e torque. Na técnica crown-down os instrumentos responsáveis pela formatação dos terços coronário e médio do canal apresentam um maior contato com as paredes do canal ao longo das suas regiões de maior diâmetro. O torque desenvolvido nestas regiões é alto, mas estes instrumentos são resistentes o suficiente para suportar essa magnitude. Os instrumentos responsáveis pela formatação do terço apical apresentam contato maior com as paredes do canal nas regiões mais próximas da ponta e em função do pré-alargamento prévio dos terços coronários e médio são submetidos a menores valores de torque e força apical, que na técnica step-back, o que resulta em maior segurança em relação à fratura por torção e fadiga (SCHARADER e PETERS; 2005).
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Resistência à torção de perfis metálicos em forma de I ou H

Resistência à torção de perfis metálicos em forma de I ou H

No presente capítulo apresenta-se a metodologia de obtenção o valor de carga de colapso de um perfil metálico com secção em I ou H, encastradado e sujeito à torção, recorrendo a um programa de elementos finitos que implementa o teoremas da análise limite. O programa utilizado permite obter mapas de cores representantes das tensões, dissipações de energia e deformações nas três direções. Estes mapas serviram de base para compreensão da distribuição de tensões. Seguidamente, os valores obtidos através da implementação numérica em apreço serviram de comparação para a otimização do processo de analítico. A obtenção da carga de colapso foi realizada recorrendo ao método numérico implementado no programa mechpy, um software desenvolvido no Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
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A torção mimética do real: sobre a concepção freudiana da literatura.

A torção mimética do real: sobre a concepção freudiana da literatura.

Temos aqui, na verdade, o oposto exato da suavização de conteúdos inconscientes recalcados, uma vez que a excelência estética agora é expressa precisamente pelo modo com que o tensionamento entre ficção e realidade confere ao caráter explosivo dos conteúdos inconscientes recalcados uma energia produtiva esteticamente assimilada. Ao contrário da crassa divisão entre o formal e o conteudístico, temos não apenas sua imbricação, mas também uma definição do estético pelo modo com que ela é absorvida como sentido do posicionamento da obra perante a realidade e em resposta às tensões psíquicas inconscientes. Em vez de a dimensão formal ser um anteparo ao prazer mais substantivo, ancorado em um substrato mais real em termos da efetividade psíquica, ela se mostra proficiente na medida em que ganha vivacidade por seu deslocamento não- resolvido entre a pureza da autonomia lúdica e formal, por um lado, e o rebatimento mimético da empiria, tal como vivida em sua dimensão primeira. Devido a isso é que falamos de uma torção mimética entre os polos subjetivo e objetivo da matéria estética, uma vez que o que circunscreve o estético, nesse registro, é sua recalcitrância diante de uma determinação unívoca em termos de fuga e/ou obediência aos compromissos da realidade vivida.
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Ligações Viga-Viga de Concreto Preformado sob Torção

Ligações Viga-Viga de Concreto Preformado sob Torção

São apresentadas análises do comportamento experimental de oito conjuntos de vigas de concreto armado simulando a ligação viga-viga, submetida a esforços de torção, flexão e cisalhamento, sendo quatro conjuntos maciços e quatro preformados. A prin- cipal variável de estudo foi a taxa geométrica de armadura de pele no combate ao esforço de torção e à ruptura da ligação. As vigas apresentaram seções transversais de 150 mm x 400 mm e comprimentos de 1.800 mm e 600 mm para os trechos bi- -engastados e em balanço, respectivamente. Os resultados experimentais mostraram que o comportamento dos outros conjuntos em relação aos de referência foram satis- fatórios, viabilizando a utilização da armadura de pele como armadura adicional para reforço da ligação utilizando o sistema preformado.
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Apresentação de um novo dispositivo para mensuração do ângulo de torção da perna.

Apresentação de um novo dispositivo para mensuração do ângulo de torção da perna.

+12/ Visão coronal do conjunto de três réguas, abaixo visão axial do aparato onde observamos um membro inferior já. posicionado para aferição[r]

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Decomposição celular e torção de Reidemeister para formas espaciais esféricas te...

Decomposição celular e torção de Reidemeister para formas espaciais esféricas te...

3 Grupos de homologia das formas espaciais esf´ ericas tetraedrais 77 3.1 Homologia com coeficientes locais.. 79.[r]

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