Ensino a distância (EaD)

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A entrada da UFMG na oferta de ensino a distância

A entrada da UFMG na oferta de ensino a distância

Todavia, nos registros dos cursos realizados pelo CECIMIG, constam ações da Universidade Federal de Minas Gerais nessa área, já no ano de 1973. Sendo assim, torna-se possível apontar esse período como um provável marco para os primeiros passos da UFMG em direção à modalidade EAD. Nesse capítulo, além de se procurar traçar o caminho percorrido pela instituição, desvendando suas primeiras experiências e avançando até alcançar os dias atuais, focou-se, principalmente, no modo como esse percurso foi realizado, buscando identificar a atuação, omissão ou abstenção da comunidade acadêmica nesse processo. Assim, tanto o silêncio quanto a fala dos atores envolvidos se tornaram instrumentos de leitura. Os diversos documentos, desde atas, resoluções, pareceres, editais, projetos pedagógicos, ofícios circulares, etc., somaram-se para, aliados aos discursos verbais, serem analisados para que se pudesse compreender a maneira como se deu a entrada da UFMG na modalidade de Ensino a Distância.
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Modelo de Autoria de Cursos de Ensino a Distância

Modelo de Autoria de Cursos de Ensino a Distância

Resumo - O Ensino a Distância (EAD) é caracterizado não só pela separação entre professor e aluno, como também pela comunicação mediada por alguma forma de tecnologia. Identificando a world wide web como o instrumento com maior condição de promover a bilaterali- dade nessa comunicação (através de aplicações educacionais interati- vas) e o workflow como uma alternativa adequada à modelagem de cursos de EAD (permitindo a definição de um curso, com a clara es- pecificação de todas as atividades a serem executadas, dos relaciona- mentos entre as mesmas e dos agentes responsáveis pela sua execução), este trabalho apresenta um método para a modelagem de cursos de EAD e o workflow completo da autoria de cursos.
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Sobre O Instituto Nacional de Ensino a Distância

Sobre O Instituto Nacional de Ensino a Distância

Os cursos oferecidos pelo Instituto Nacional de Ensino a Distância - INEAD são denominados de Cursos Livres (que após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional passaram a integrar a Educação Profissional, como Educação Profissional de Nível Básico) que caracterizam- se pela modalidade de educação não formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam reprofissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Não há exigência de escolaridade anterior. Fonte: Secretaria de Educação de São Paulo
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Etnografia digital e ensino a distância

Etnografia digital e ensino a distância

As atividades no ensino a distância constituem elementos ativadores do conhe- cimento, organizam as interações verticais com os conteúdos (e os recursos uti- lizados) e com o professor e as horizontais entre os estudantes, a realização dos trabalhos e das tarefas propostos na atividade e a avaliação. A “orquestração” das atividades e a sua relevância no processo remeteram-me para o ensino programa- do, ou seja, para o desenvolvimento de um design de formação que embora dispo- nibilizado como contrato de aprendizagem a ser “negociado” com os estudantes, se impõe como uma forma definitiva programada no tempo; a acessibilidade dos meios (baratos e fáceis de experimentar e de alterar) a professores e estudantes são uma consistente oportunidade/possibilidade de conceber atividades de ensino adequado às sociedades fragmentadas: diversidade de interesses, aprendizagem a partir de fragmentos, de pedaços aparentemente soltos de conhecimento partilhado e usado (citado, criticado, ignorado); a simplicidade das ferramentas disponíveis e utilizáveis constitui um instrumento de criatividade e interacção importantes para esta prática social de aprendizagem. É baseado nestes pressupostos que programei as atividades a desenvolver nesta Disciplina/Unidade Curricular. Começamos por um trabalho inicial centrado no estudante de forma a que o docente possa fazer um diagnóstico da situação individual de cada estudante para posteriormente seguir o caminho de aquisição de conhecimento e desenvolvimento de competências mais estruturadas e epistemologicamente fundamentadas. No início de cada atividade propomos o enunciado de uma temática.
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Informação digital no ensino presencial e no ensino a distância

Informação digital no ensino presencial e no ensino a distância

separadamente em função de suas características distintas: • Ambiente Restrito – Os documentos deste ambiente devem ter controle de acesso com limitação do número de usuários por meio da sua identificação, havendo necessidade de se manter um cadastro de usuários. Cada usuário poderá ter direito de acesso a um, alguns ou todos os documentos. Dependendo do ambiente ou dos objetivos do acervo, poderiam existir, entre outros, ambientes restritos específicos, como, por exemplo, de uma instituição de ensino ou de uma empresa. O ambiente de ensino poderia ser uma universidade, ou, restringindo ainda mais, uma turma de uma disciplina. Neste último caso, teríamos documentos constituindo material de apoio às aulas que, em se tratando de ensino a distância, atenderiam à situação de ausência física do professor, ou, em caso contrário, simplesmente seriam uma fonte de informação complementar. Alunos e professores seriam cadastrados como usuários autorizados. No caso de uma empresa, o ambiente restrito ficaria caracterizado pelo conjunto de documentos (catálogos de equipamentos, apostilas de treinamento etc.) que teriam como usuários autorizados os próprios funcionários da empresa. • Ambiente público – Os documentos deste ambiente não possuem limitação do número de usuários, sendo liberados a qualquer um que tenha acesso à interface do acervo. Como exemplo poderíamos ter bases de dados documentais de bibliotecas públicas ou o acervo público de uma entidade governamental. Também poderíamos considerar, como públicos, documentos como teses e dissertações de uma biblioteca universitária.
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O ensino a distância e a falência da educação.

O ensino a distância e a falência da educação.

ensino a distância, cresce a reflexão sobre os males da formação virtual de professores (ver, por ex., GIOLO, 2008). Nas universidades es- taduais paulistas, a contribuição da psicanáli- se vem se fazendo cada vez mais presente no entendimento da relação educativa como um encontro de subjetividades baseado numa rela- ção de transferência. É no campo configurado pela presença de um professor que fala diante de seus alunos e se expõe pessoalmente – pois não se limita à leitura de um texto previamente preparado – que se dá o fenômeno da trans- ferência, primeiramente do professor que fala, e depois dos alunos, quando estes começam a falar e a ser ouvidos pelo professor (KUPFER, 2010). Mas definir a relação pedagógica com uma relação transferencial de dupla mão não significa defendê-la como uma relação de amor – como uma pedagogia do amor –, nem pregar o amor para eliminar a frieza, e isso por três motivos: porque essa pregação não é suficiente para mudar a ordem social que produz e re- produz a frieza; porque o amor não pode ser exigido em relações profissionalmente inter- mediadas, como o é a relação professor-aluno; porque, transformado em dever, ele faz parte da ideologia que perpetua a indiferença ao outro (ADORNO, 1995). No entanto, se a demanda de acolhimento mútuo é necessária à construção da relação professor-aluno – o que, de novo, exclui o ensino virtual como terreno propício ao convívio entre o professor e seus alunos nos termos em que o definimos aqui –, ela não é su- ficiente; é necessário um terceiro elemento que rompa essa relação e a remeta à dimensão sim- bólica. No caso da educação escolar, esse tercei- ro é o desejo de saber do aluno, sem o qual não se constrói o lugar do professor.
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ENSINO A DISTÂNCIA – UM PANORAMA DE MUDANÇAS

ENSINO A DISTÂNCIA – UM PANORAMA DE MUDANÇAS

O artigo apresenta uma revisão e discussão relativa aos conceitos, técnicas e tendências envolvidas na Educa- ção a Distância (EaD) e propõe uma metodologia geral para o desenvolvimento de soluções EaD pela Web. Inicialmente, é apresentada uma breve descrição dos conceitos e princípios gerais que caracterizam a EaD, juntamente com as técnicas e ferramentas tipicamente por ela utilizadas; em seguida, apresentam-se aqueles que se julgou serem os objetivos primordiais da EaD, e realizou-se uma discussão acerca das diferenças e se- melhanças entre Ensino Presencial e EaD. Depois, le- vantaram-se oss aspectos legais envolvidos em educa- ção a distância e analisou-se o processo de avaliação de software para EaD via Internet. Por fim, propôs-se um conjunto de princípios básicos para o desenvolvi- mento de soluções EaD pela Web.
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APLICAÇÃO DA NORMA ISO 9241 PARA O DESENVOLVIMENTO DE INTERFACES INTERATIVAS, EFICIENTES E AGRADÁVEIS EM AMBIENTES EAD (ENSINO A DISTÂNCIA)

APLICAÇÃO DA NORMA ISO 9241 PARA O DESENVOLVIMENTO DE INTERFACES INTERATIVAS, EFICIENTES E AGRADÁVEIS EM AMBIENTES EAD (ENSINO A DISTÂNCIA)

Outro dado indicativo o crescimento de EAD é aquele colhido em instituições credenciadas nos níveis federal, estadual e municipal e que registra a data de início de seus cursos. “Fizemos uma pesquisa por amostragem. Colhe mos informações de 62 instituições (37% do total do universo de 166 instituições de EAD), mas elas educam 64% do total de alunos, então é uma amostra representativa”, diz Sanchez. Segundo ele, foi verificado um crescimento exponencial a partir de 2000. “Houve o lançamento de 77 cursos novos em 2004, contra 34 em 2003, 19 em 2002 e 11 em 2001”, explica. Os estudos coordenados por Sanchez também comprovam outras estimativas feitas anteriormente pela Abed. Mais da metade da oferta (54% das instituições) fica na região Sudeste do país, principalmente São Paulo. A região educa 53% do total de alunos a distância do país, o equivalente a 163.887 estudantes. O Nordeste tem o segundo maior grupo, com 18,7% do total de alunos, seguido pela região Sul (17%). A mídia mais utilizada nas aulas continua a ser o material impresso (84% das instituições o utilizam). Segundo Sanchez, um dos motivos é a intimidade com que o brasileiro tem com o papel. Na sequência aparecem o e-learning (63%) e o CD-Rom (56%).
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História do ensino a distância: uma abordagem estruturada

História do ensino a distância: uma abordagem estruturada

164 Moore e Kearsley (1996) afirmam o Ensino à Distância, se baseia num conceito muito simples: aprendentes e facilitadores estão separados pela distância, e algumas vezes, também pelo tempo. Partindo desta premissa, pode-se afirmar que, a ideia base do EaD está vinculada a um meio de comunicação, pois, a primeira alternativa que permitiu às pessoas comunicarem-se, não estando face-a-face, foi a escrita. Motivado por este por- menor, Landim (1997), sugere que, já as mensagens trocadas pelos cristãos para difundir a palavra de Deus, são a origem da comunicação educativa, por intermédio da escrita, com o objectivo de proporcionar aprendizagem aos discípulos, embora também haja referências anteriores a este facto, que se relacionam com o uso desta tecnologia, e que possibilitou realizar material a disponibilizar aos aprendentes, com a publicação por Platão dos discursos de Sócrates.
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ESTRATÉGIAS INTERATIVAS E DISCURSIVAS NO ENSINO A DISTÂNCIA

ESTRATÉGIAS INTERATIVAS E DISCURSIVAS NO ENSINO A DISTÂNCIA

Inegavelmente, presenciamos hoje uma quebra de paradigmas quanto ao processo de ensino-aprendizagem. A EAD permitiu um redimensionamento quando pensamos na relação professor/aluno, na linguagem e claro no conceito de comunicação permeando essa modalidade de ensino por meio de AVAS. Nesse sentido, a preocupação de como direcionar a linguagem para que se constitua em um elemento gerador de aprendizagem é um ponto fundamental para quem lida com a EAD. Um outro ponto fundamental se assenta na concepção do termo “comunicação” que a entendemos sob a perspectiva dialógica, o que implica dizer uma proposta pedagógica de interatividade pela qual o professor não é visto como detentor do saber, mas um mediador de situações de aprendizagem.
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A educação à distância e suas implicações no ensino superior

A educação à distância e suas implicações no ensino superior

É necessário que os gestores das universidades comecem a pensar seriamente nas potencialidades da convergência entre a EAD e a presencial. O ensino a distância pode aproveitar as estruturas e as instalações físicas das universidades como forma de reduzir os custos. E o ensino presencial pode ganhar com a flexibilidade possibilitada pela EAD. Esses administradores também podem auferir da legislação permitindo que 20% da grade curricular das IES sejam ministradas a distância. As tecnologias da informação e da comunicação podem ser muito bem empregues em ambas essas modalidades de educação. Nota-se que as NTICs facilitam, e de que maneira, uma educação bastante interativa, embora elas não garantem a qualidade.
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Sistema gerador de apresentações para ensino a distância

Sistema gerador de apresentações para ensino a distância

O objetivo ser´a criar um conjunto de ferramentas que possibilite que um professor seja ca- paz de gerar suas apresentac¸˜oes de Ensino a Distˆancia, grav´a-las e recuper´a-las de forma que recursos como a banda de rede sejam economizados . Dessa forma, um professor gerar´a suas apresentac¸˜oes como se estivesse navegando entre p´aginas Web, inserindo sons de narrac¸˜ao `a sua apresentac¸˜ao, imagens e fazendo anotac¸˜oes no pr´oprio documento HTML que est´a vis´ıvel no momento. Assim, ele poder´a circular uma ´area no texto, escrever anotac¸˜oes, mover a janela do navegador entre outros eventos poss´ıveis de reproduc¸˜ao, como mostra a figura 4.9. A sequˆencia que o professor seguiu, ser´a a mesma que o aluno assistir´a em sua aula.
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A formação à distância dos profissionais do Hospital de Faro, E.P.E. através da plataforma Dokeos

A formação à distância dos profissionais do Hospital de Faro, E.P.E. através da plataforma Dokeos

aspetos implícitos na comunicação oral ou na comunicação de grupos, as bases teóricas do EaD são muito semelhantes às teorias gerais da educação. Na defesa deste pensamento, argumenta que o Ensino a Distância não é caraterizado pela comunicação interpessoal, mas sim pela separação, no tempo e no espaço, dos atos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, a forma como se aprende deve ser objeto de preocupação e a ter em conta no EaD, uma vez que o sucesso do processo de ensino-aprendizagem resulta de um trabalho prévio de criação e planeamento de materiais pedagógicos mais adequados a uma comunicação interpessoal proveitosa. É preciso criar um vínculo entre professor e aluno e esse só se estabelece através da comunicação interpessoal, que não se deve limitar à tutoria pelo telefone, teleconferência ou outras formas similares, de modo a atingir o sucesso da aprendizagem e a diminuir a taxa de desistências.
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CMG Mina Henriques O ensino a distancia na Marinha. Perspectivas para o futuro

CMG Mina Henriques O ensino a distancia na Marinha. Perspectivas para o futuro

O Ensino a Distância (EAD) apareceu nos Estados Unidos da América e remonta já a mais de 100 anos. Desde esse dia muito evoluiu, quer em termos de conceito, quer em meios, estes cada vez mais sofisticados. Surgiu pela necessidade que um aluno isolado pudesse receber formação e ser acompanhado no seu percurso estudantil. Se juntarmos a este requisito básico as enormes possibilidades que os meios de comunicação hoje proporcionam, teremos reunidas as condições óptimas para que este tipo de ensino tenha sucesso, como, por exemplo, nas empresas onde a população alvo, maioritariamente adulta, tem especial apetência e vocação para aprender desta forma.
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Kit de primeiros socorros: um guia para professores que, repentinamente, passam a atuar na EaD.

Kit de primeiros socorros: um guia para professores que, repentinamente, passam a atuar na EaD.

Apresentamos o produto educacional desenvolvido juntamente à investigação realizada no mestrado profissional em Educação Matemática da Universidade Federal de Ouro Preto. No âmbito do projeto UAB, preocupamo-nos com o processo de transição dos professores do ensino presencial para a modalidade a distância, muitas vezes, com pouca ou nenhuma capacitação prévia. Observamos que os recursos tecnológicos que auxiliam nas interações entre os participantes foram utilizados, inicialmente, de forma precária e, por vezes, refletiam suas práticas do ensino presencial. As mediações foram percebidas sob a ótica da Teoria da Atividade que estuda o sujeito em atividade e, na medida em que incorporavam novos artefatos em sua prática, em constante mudança. O produto, um guia para professores que passam a atuar repentinamente no ensino a distância dentro do sistema UAB, procurou esclarecer ao professor esse novo cenário, conceituando brevemente os elementos da UAB e sugerindo ferramentas e tutoriais de maneira prática e objetiva.
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Ensino presencial ou a distância: avaliação do processo ensino aprendizagem em relação às dimensões aluno/conteúdo e aluno/aluno no ensino da Administração

Ensino presencial ou a distância: avaliação do processo ensino aprendizagem em relação às dimensões aluno/conteúdo e aluno/aluno no ensino da Administração

aos alunos. Em relação às desvantagens do ensino EaD cita-se, de acordo com Morilhas (2009), a falta de disciplina para manter os estudos constantes, o desconhecimento por parte de quem ministra e legisla o EaD, carências de recursos tecnológicos, bem como a aceitação. O autor ainda menciona “a necessidade de criar uma cultura de reconhecimento do EaD como uma modalidade de ensino de qualidade, capaz de atender a todos os níveis de escolaridade”, com isso criando uma convergência entre o ensino a distância e o ensino presencial. Por fim, de acordo com Santos (2000), o EaD não proporciona uma relação humana entre aluno/professor, não existindo a possibilidade de o educador lidar com imprevistos, o que dificulta a motivação dos alunos.
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As relações afetivas na prática tutorial e sua relação com a aprendizagem no curso a distância de licenciatura plena em química

As relações afetivas na prática tutorial e sua relação com a aprendizagem no curso a distância de licenciatura plena em química

No ensino a distância de licenciatura plena em Química da Secretaria de Educação a distância da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (SEDIS/UFRN), o professor-tutor de disciplinas experimentais estabelece as relações mais próximas com os alunos, mediando as ações pedagógicas que se desenvolvem, tendo em vista a concretização dos princípios da autonomia e da aprendizagem, contribuindo para a criação de ambientes de aprendizagem colaborativos pautados pela afetividade. O trabalho expõe o resultado de uma pesquisa empírica sobre esta afetividade na prática tutorial em aulas experimentais na modalidade de ensino a distância no Curso de Licenciatura Plena em Química do Polo de Currais Novos/RN, realizado entre os anos de 2009 e 2010. O estudo está fundamentado na metodologia semiquantitativa, cujos dados foram coletados por meio de questionários e entrevistas semiestruturadas, com 48 (quarenta e oito) discentes envolvidos no curso a distância e selecionados visando compor um grupo que apresentasse variabilidade, conforme as diretrizes que guiam os processos de amostragem nas pesquisas semiquantitativas. Os resultados, baseados em categorias teóricas e empíricas provenientes da análise dos dados das entrevistas, foram complementados pelas informações obtidas com a observação participativa que serviu também para orientar a coleta de dados do corpus deste trabalho. Com os resultados obtidos, foi possível entender que há clareza sobre o que caracteriza uma relação afetiva entre os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem em aulas experimentais do ensino em Química da Educação a distância (EaD). Além disso, ficou evidente, também, que o processo dialógico no ensino-aprendizagem e na experimentação de Química da educação superior a distância precisa se balizar em atitudes afetivas equilibradas, que valorizem o erro experimental e o respeito às múltiplas possibilidades de construção do conhecimento por movimentos de interação social, seja individuais e/ou coletivos.
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UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO PATRICIA DE MELLO JORGE

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO PATRICIA DE MELLO JORGE

O ambiente de aprendizagem Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Enviroment) foi desenvolvido há 18 anos como produto de uma tese de doutorado e está disponibilizado gratuitamente em português. Marques e Caetano (2014) classificam esta plataforma como “um sistema de gestão do ensino- aprendizagem, com muitos recursos disponíveis e de alta qualidade.” Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem são locais de interação, colaboração e construção coletiva do conhecimento para efetivação do Ensino a Distância através da ampliação dos espaços educacionais. E o Moodle veio agregar tecnologias multimídias já utilizadas em metodologias de aprendizagem presencial com a contextualização da informática na educação. (BUSSOTTI et al, 2016)
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Proposta de inclusão de carga horária semipresencial em cursos superiores presenciais.

Proposta de inclusão de carga horária semipresencial em cursos superiores presenciais.

O primeiro formato do ensino a distância foi aquele realizado por meio de correspondência. O interessado recebia o material em casa, estudava auto- nomamente, realizava as atividades e ao fim do processo era certificado. Os Institutos Monitor (1939) e Universal Brasileiro (1941) foram os pioneiros (CARLINI; TARCIA, 2010). Após esse período embrionário a educação a distância passou a ser trabalhada por meio de outros veículos de informação. A radiodifusão, através do reconhecido trabalho de Edgar Roquette-Pinto no Rio de Janeiro, surgiu com caráter instrutivo e foi aos poucos atuando na edu- cação a distância. As tele-aulas, posteriormente, servindo-se dos aparelhos televisivos ganharam espaço e contribuíram para sedimentar a aplicação da tecnologia à educação.
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A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

O uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) para o ensino a distância no ensino fundamental pode ser utilizado apenas como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais. Não se trata aqui de propor o uso do ensino a distância para fazer frente às mudanças do currículo básico do ensino fundamental e médio. Trata-se de chamar a atenção para uma metodologia que pode e deve ser estimulada para promover a melhor aprendizagem dos alunos, complementando conhecimentos com contextos mais reais e dinâmicos; promovendo a oferta de alternativas para recuperação, reforço e avanços de alunos e até mesmo para promover a aprendizagem de uma segunda e terceira língua estrangeira ou de orientação e de educação profissional. Enfim, trata-se de diversificar e oferecer oportunidades para que os alunos possam optar por módulos complementares de estudos. O Plano Nacional de Educação definiu que o ensino superior pode fazer uso de metodologias a distância, limitando-o a 20% da carga horária do curso, sem necessidade de autorização ou credenciamento. Nada impede que este Colegiado estabeleça o mesmo para a educação básica, na mesma proporção prevista para o ensino superior, visando incentivar o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada. (art. 80 da LDB)
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