Ensino coletivo de música

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Por uma educação musical humanizadora: O ensino coletivo de música a várias mãos

Por uma educação musical humanizadora: O ensino coletivo de música a várias mãos

O ensino coletivo de música talvez seja o lugar por excelência onde todos podem ser levados a exercerem sua autonomia. Em capítulos anteriores falamos da “Cultura do Silêncio”, como uma consequência de uma relação antidialógica entre dominadores e dominados, uma relação que silencia um em função da fala de outro. Falamos também que é possível percebe-la em diversas esferas da sociedade, inclusive no âmbito escolar. Quantos de nós, professores, ao indagar nossos alunos não nos deparamos muitas vezes, como resposta, com o silêncio? Silêncio não por não terem uma resposta a dar, mas por talvez acharem que não possuem a resposta “correta”, não possuem a resposta de quem “tudo sabe”, o professor. É nesse sentido, que uma educação que se volte em possibilitar que cada sujeito construa sua própria autonomia no ambiente educativo deve estar pautada na possibilidade de escolhas, de se tomar inúmeras decisões, de pronunciar sua resposta, sua pergunta, sua palavra, pois “ninguém é autônomo primeiro para depois decidir. A autonomia vai se constituindo na experiência de várias, inúmeras decisões, que vão sendo tomadas.” (FREIRE, 1996, p.107). Freire conclui dizendo:
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Repositório Institucional da UFPA: Uma experiência de ensino coletivo de violino no Projeto Vale Música em Belém do Pará

Repositório Institucional da UFPA: Uma experiência de ensino coletivo de violino no Projeto Vale Música em Belém do Pará

A metodologia do ensino coletivo de instrumentos musicais tem ganho um significativo espaço dentro do contexto da Educação Musical no Brasil. No Estado do Pará, essa prática vem desde o final da década de 1970, com a implantação do Projeto Espiral no Instituto Estadual Carlos Gomes. Atualmente, essas iniciativas têm ocorrido mais frequentemente através de instituições do terceiro setor da sociedade civil, como as fundações, dentre as quais destacamos a Fundação Amazônica de Música e a Fundação Vale, responsáveis pela implantação do Projeto Vale Música (PVM), objeto desta pesquisa, que tem como objetivo investigar como é desenvolvido o ensino coletivo de violino no PVM/PA. Este ensino, desenvolvido em várias etapas, vem a oportunizar aos seus integrantes a aquisição de várias habilidades, dentre as quais se destaca e execução instrumental na recém criada Orquestra Jovem Vale Música (OJVM), a qual fez seu recital de estréia em dezembro de 2009. O projeto atende um alunado formado por crianças oriundas de famílias de baixa renda, que integram a rede pública de ensino da Grande Belém. O nível musical alcançado pelos alunos do projeto nestes seis anos de existência foi o principal aspecto motivador desta pesquisa. Para entendermos os aspectos que têm contribuído para o alcance deste nível de musicalidade dentro do projeto, procuramos identificar o perfil sócio cultural dos agentes envolvidos no processo de ensino coletivo do violino – alunos, professores, pais e/ou responsáveis -, bem como identificar outros aspectos como objetivos, conteúdos e atividades desenvolvidas, repertório, procedimentos metodológicos, espaço físico e carga horária empregados no projeto. Nesta pesquisa, foi utilizado o método descritivo, tendo como suporte a pesquisa bibliográfica, entrevistas e análise documental. O resultado esperado é uma compreensão do que é o Projeto Vale Música, desenvolvido no Estado do Pará, e do modelo utilizado no desenvolvimento do ensino coletivo de violino no mesmo.
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O ENSINO COLETIVO DA PERFORMANCE MUSICAL EM UMA INSTITUIÇÃO RELIGIOSA

O ENSINO COLETIVO DA PERFORMANCE MUSICAL EM UMA INSTITUIÇÃO RELIGIOSA

Seria importante que a música ensinada neste projeto cumprisse objetivos pedagógicos mais amplos e não tão ligados à liturgia, ainda que isto não deva ser em nenhum momento, desprezado; mas, também que ela seja ensinada enquanto meio de formação e transformação social, termo utilizado por Cruvinel (2003) em sua dissertação de mestrado, cumprindo uma formação musical mais humanista e não tão tecnicista e específica. Resta saber se esses fossem o objetivo deste ensino musical nesta instituição religiosa, este teria obtido uma continuidade? Teria esse projeto conseguido ampliar o número de participantes que continuariam os seus estudos musicais em outras instituições de ensino? Ainda que sob uma perspectiva subliminar de ensino, a música teria cumprido seus objetivos de auxiliar os indivíduos no seu desenvolvimento integral?
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V SYMPOSIUM ON THE PARADIGMS OF TEACHING MUSICAL INSTRUMENTS IN THE 21

V SYMPOSIUM ON THE PARADIGMS OF TEACHING MUSICAL INSTRUMENTS IN THE 21

O Projeto social Oficina Brasil de ensino coletivo de violão foi idealizado a partir da necessidade de passar o conhecimento da música popular brasileira e preservar a cultura brasileira de se tocar violão. Com perspectiva de contribuir para mudança social e cultural da comunidade, o projeto ao longo de 04 anos vem iniciando pessoas de todas as idades na execução do instrumento. Ensinar violão (ou outros instrumentos) de forma coletiva é atualmente uma realidade para muitos professores que trabalham com estudantes iniciantes, que vão ter o primeiro contato com o instrumento escolhido (TOURINHO, 2012). O projeto Oficina Brasil faz parte desta realidade, pois tem como fundamentação metodológica o ensino coletivo. Esta forma de ensino também possibilita o acesso de mais pessoas, com menor custo, maior possibilidade de interação social e aquisição mais rápida de parâmetros musicais (TOURINHO, 2012). As aulas são divididas na aplicação de leitura rítmica, partitura, cifras, harmonia, arranjos e prática em grupo. Além das aulas de violão também são oferecidas atividades como oficinas de canto popular, flauta doce, percussão e iniciação ao teclado. As avaliações constam de apresentações realizadas a cada três meses onde se busca avaliar desde a execução a performance do aluno. Estas apresentações reúnem cerca de 50 a 200 pessoas entre amigos e familiares. O objetivo do projeto é dar ao aluno embasamento técnico-profissional, social e emocional, para que ele possa trilhar caminhos produtivos como artista e como cidadão. Atualmente o projeto atende cerca de 80 pessoas (crianças e adolescentes) da comunidade e fica alocado em uma entidade de utilidade publica, trabalhando em parceria com o Projeto Vida Plena, projeto de saúde e educação. Ao longo desses 04 anos somam-se mais de 500 pessoas atendidas pelo projeto. A partir de maio de 2017 passamos a integrar os estudos práticos da disciplina MUS-99 – Música Sociedade e Educação pela Escola de Musica da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Esta disciplina se enquadra como uma ACCS (atividade curricular em comunidade e sociedade) integrando o currículo acadêmico daquele semestre e será coordenada pela Professora Cristina Tourinho.
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A Educação Musical na formação em Dança: propriedades e particularidades

A Educação Musical na formação em Dança: propriedades e particularidades

Em três das dez Instituições (A, E e G), não há oferta de disciplinas obrigatórias de música. Ora, se a música faz parte dos conteúdos curriculares estabelecidos pelas Diretrizes, podemos nos perguntar de que maneira ela é contemplada nesses casos. Uma das respostas possíveis – e claramente apresentada no quadro anterior – é através das disciplinas optativas. Nesse caso, a variação é ainda maior, com disciplinas que vão desde Estética da Música até Manifestações Musicais Populares. Há também a oferta de algumas disciplinas que, de certa maneira, estão um pouco fora do contexto da formação em dança, como Educação Musical e Psicologia e Educação Musical. Por fim, chama a atenção aqui também as aulas relacionadas à Voz/ Canto/ Técnica Vocal. O surgimento de disciplinas nessa área é relativamente recente nos cursos de dança, e provavelmente serve para atender a uma demanda que foi criada com a expansão da produção de musicais – principalmente no eixo Rio-São Paulo – que busca profissionais da dança que estejam preparados vocalmente para cantar.
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A APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DO PROEB E AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS POR DUAS ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DO PROEB E AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS POR DUAS ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Teve o dia "D" nesse ano, porque já foi algo planejado no calendário do ano passado, então houve, mas a SRE, durante a formação não estavam tão preocupados como era no governo passado, nós tínhamos que estudar, tínhamos que fazer de tudo, mas eles estavam mais preocupados agora com a virada da educação do dia 19 de setembro. A virada da educação não tem nada a ver (com as discussões sobre os resultados alcançados pelas instâncias avaliadas) ela tem como objetivo fazer um levantamento, pois muitos "meninos, moços" de 15 a 17 anos, que estariam dentro da escola, estão fora, então o objetivo (da virada educacional) é trazer os meninos que estão fora, para dentro da escola de novo, para concluírem ao menos o ensino médio, esse foi o objetivo, nada a ver com a avaliação. Nós (os diretores) vamos ter uma reunião dia 1º de outubro, pois eles modificaram, também, o Simave. Agora (2015) vai ser avaliados o 7º e o 9º anos e não mais todo o ano será o 3º EF, 5ºEF, 9ºEF e 3º EM não, vai variando, vai haver uma diferença entre o primeiro ano (ímpar) e o segundo (par), mas eu esqueci agora como está o formato, sabe? Aí eles deram uma modificada (no formato). (DIRETORA ESCOLA A. Entrevista concedida em 23 de setembro de 2015).
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Habitus docente no ensino de música

Habitus docente no ensino de música

Essa pesquisa objetiva explicitar o habitus docente no ensino de música, analisando os aspectos cognitivos, corporais e éticos-políticos revelados nos projetos de intervenção pedagógica, de autoria própria, no ensino de música na Educação Básica, realizados de 2000 a 2014, sendo eles: “Vivenciando e Compreendendo Música”; “Ensino de Música: uma experiência com movimento e ritmo”; “Leitura e Comunicação: redimensionando o ato de ler ” e “Nossa comunidade em texto, imagem e som”. Visa distinguir interações, contextualizar materiais e tempos de ensino-aprendizagem e identificar atitudes do percurso formativo. Utiliza o método de histórias de vida e formação, adotando um caráter autobiográf ico, delimitada pela exploração dos territórios do “eu educador”, analisando o percurso narrativo com ênfase na constituição de um habitus musical docente. Toma-se como referência basilar Bourdieu (1983) com o conceito de habitus, e Schön (1983) com conceito de professor reflexivo. Dessa pesquisa, espera-se que desvele conhecimentos e saberes, práticas e teorias mobilizadas no ensino de música.
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A contribuição da música no ensino e educação

A contribuição da música no ensino e educação

Sendo assim, de acordo com Souza (2004), Os alunos estabelecem relações sociais e culturais em diferentes espaços e meios de socialização: no lugar em que residem, no bairro em que vivem, no grupo social e de amigos e, em diversas formas de lazer utilizadas no tempo livre, nos locais de práticas esportivas, na rua, no shopping, nos lugares de entretenimento da cidade, como os de grandes eventos e festas coletivas. Ou, ainda, principalmente, se relacionam de diferentes formas com as tecnologias modernas e com seus fluxos de informação e consumo, por meio dos produtos ou objetos da mídia permeados por relações pedagógicas não institucionais como televisão, rádio, cinema, revistas e computador. Tudo isso nos auxilia a compreender como os alunos assimilam, consomem, compreendem e utilizam a música em suas práticas sociais. Cada tribo musical determina o tipo de cultura ou grupo a qual aquele determinado adolescente quer fazer parte se relacionar. Nos shows de rock, rap/hip-hop, sertanejo, funk, gospel, axé, samba, pagode e demais gêneros, fica nítida a representação social que a música desempenha na vida dos adolescentes, pois ninguém vai a um show pura e simplesmente para assistir o artista em sua “performance”, mas principalmente para se relacionar socialmente com as demais pessoas e impor ali (mesmo que de um modo inconsciente), sua contribuição social individual e paradoxal as demais culturas, (Souza 2004).
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UMA NOVA PROPOSTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM: PROJETO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

UMA NOVA PROPOSTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM: PROJETO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Neste cenário, a ação governamental se deu com a construção de uma política especificamente para atender as necessidades do Ensino Médio, com intenção de reverter o quadro no qual esses indicadores se configuraram. O investimento no Ensino Médio foi a alternativa mais viável, uma vez que a inserção no mercado de trabalho depende exclusivamente da trajetória educacional e sua qualificação favorece as condições da prestação de trabalho qualificado, desejado pela sociedade moderna, ampliando suas oportunidades na vida social e econômica. Este trabalho tem como objetivo analisar a implementação do REM como projeto piloto do Governo de Minas Gerais, a fim de apontar alternativas diferenciadas no desenvolvimento do programa nas unidades de ensino para uma utilização plena do investimento financeiro destinado à escola.
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Aprendizagem musical no canto popular em contexto informal e formal : perspectiva dos cantores no Distrito Federal

Aprendizagem musical no canto popular em contexto informal e formal : perspectiva dos cantores no Distrito Federal

O capítulo sobre o canto popular examinou os estudos sobre a palavra cantada que tratam dos parâmetros utilizados por cantores, pesquisadores, ouvintes e críticos para falar da prática vocal relacionada às canções populares. A cantométrica (LOMAX 2001, 1978; MCCORMICK, 2002; TRAVASSOS, 2008) foi trazida como uma das primeiras iniciativas na direção do estudo do canto como comportamento expressivo, e da canção popular como exercício social, com um levantamento, extenso e abrangente do ponto de vista cultural, de elementos de estilo, dentre os quais técnicas e recursos vocais. Através dos estudos de Mário de Andrade (ANDRADE, 1972 [1928], 1965, 1993 [1944]; TRAVASSOS, 2008; PICCOLO, 2006; HERR, 2004), foram levantadas questões relativas às características do canto popular brasileiro, assim como as primeiras discussões sobre as articulações entre o canto popular e o erudito no país. O conceito de performance como a concretização da canção, e do cantor como seu reinventor e sujeito responsável por essa corporificação foi trazido através do trabalho de FINNEGAN, 2008; ZUMTHOR, 2000; MATOS, 2001, 2004; TATIT, 2004, 2007; MATOS, 2001 abordam a dicção dos compositores como uma proposta feita ao cantor/cancionista, que articula melodia, letra e timbre vocal; SANDRONI (2001) traz o conceito de “divisão” como um parâmetro fundamental para alguns dos estilos da música popular brasileira; alguns demarcadores das diferenças estéticas entre canto popular e canto erudito (ABREU, 2001; TRAVASSOS, 2008; PICOLLO, 2006); as demandas dos professores de canto popular/preparadores vocais (ABREU, 2008); a visão do estudo de técnica como ameaça à expressão natural encontrada no cantor popular que vai estudar técnica vocal (ABREU, 2008); as armadilhas do etnocentrismo no ensino de canto popular (PICOLLO, 2006). Além disso, outros autores trouxeram levantamentos de parâmetros expressivos relevantes para o cantor popular, assim como discussões sobre os processos de transmissão e aprendizagem do canto popular e do canto lírico (PICOLLO, 2006 LATORRE, 2002). Os parâmetros afinação (PINTO, 2001; SOBREIRA, 2002) e timbre (LAVER, 1980; TRAVASSOS, 2008; MENEZES, 2004) também foram problematizados em relação ao fazer musical do cantor popular. Assim, a primeira questão se desdobra da seguinte maneira:
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O lugar da música na escola: diálogos entre o espaço e o ensino de música

O lugar da música na escola: diálogos entre o espaço e o ensino de música

Esta pesquisa tem como proposta examinar as relações entre o ensino de música e o espaço escolar. Para a reflexão teórica do tema, foram abordados pesquisadores que se debruçam sobre a educação musical no Brasil, como Sousa (2015), Penna (2009), Matos (2015), Fonterrada (2008), entre outros. Teóricos da Educação também contribuem para a argumentação, na perspectiva de debater a educação musical e o currículo das escolas. Para a aproximação do ensino de música com o espaço escolar, a pesquisa recorre a estudos de pesquisadores que escrevem sobre história da educação, arquitetura e espaço escolar. Serão abordados escritos de Frago (2001), Escolano (2001), Bencosta (2005), Kowaltowski (2011) e Sousa (1998). O estudo foi desenvolvido entre agosto de 2014 e julho de 2016. O período de coleta de dados ocorreu de julho a dezembro de 2015 em uma escola na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. Este estudo tem como metodologia o estudo de caso etnográfico. Autores como Andre (1995), Macedo (2010) e Severino (2007) fazem o aporte teórico que caracteriza a pesquisa como um estudo de caso etnográfico. Foram usados como recursos metodológicos para esta pesquisa: diário de campo, fotos, documentos e entrevistas realizadas com o núcleo gestor, professores e estudantes. A análise dos dados é feita no primeiro momento a partir de uma análise da estória da escola e da construção dos seus espaços, em seguida são observadas as respostas dos questionários e as contribuições escrita no diário de campo. Por ultimo é apresentas as conclusões do autor sobre as descobertas de sua pesquisa.
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O ensino de música no ensino médio: reflexões a partir do Projeto PIBID Música UEMG

O ensino de música no ensino médio: reflexões a partir do Projeto PIBID Música UEMG

Embora ressaltem aspectos diferentes quanto à importância do ensino de música nas escolas – a música como alimento, como linguagem, destituída de funcionalidade e como compromisso com a formação musical dos indivíduos - os três autores apresentam argumentos centrados no mesmo pressuposto, qual seja, de que a música deve ser ensinada na escola e/ou em qualquer outro contexto por ser fundamental e inerente à vida de qualquer ser humano. Mesmo não sendo a música uma linguagem universal, dada a diversidade de expressões musicais, usos e funções que ocupa em diferentes contextos culturais, ela é, sem dúvida, como afirma Queiroz (2011, p. 19), um “veículo universal de comunicação, pois não se tem registro de qualquer grupo humano que não realize experiências musicais como meio de contato, apreensão, expressão e representação de aspectos simbólicos culturais”.
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Roberto Toscano Couto - Equações Diferenciais

Roberto Toscano Couto - Equações Diferenciais

2.1.3 Exemplos de resolução de EDOs lineares por séries de potências em torno de ponto ordinário.. 31.[r]

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MÚSICA AO CAMPO: Uma Proposta de Educação Musical no Campo

MÚSICA AO CAMPO: Uma Proposta de Educação Musical no Campo

A partir do ano de 2007, o Projeto Música ao Campo passa a ser re- gular na Escola Monte Azul, atendendo crianças e adolescentes do quarto ano à nona serie do ensino fundamental. Uma das propostas do projeto é formar um grupo capaz de executar músicas de maneira or- questrada e, para isso, iniciaram-se, então, aulas de flauta doce, escaletas, violinos, violão e percussão. Em 2010, a escola foi contemplada com um programa que forneceu instrumentos de cordas, flautas transversais e estan- tes para partitura e, assim, nasceu a Orquestra do Campo. Tendo um pro- fessor e uma professora, licenciados em música, trabalhando de maneira voluntária, a Orquestra começou a tomar corpo, ensaiando peças regionais, eruditas e populares. No ano de 2012 realizou mais de 20 apresentações.
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Artes: estudos resultantes do processo de articulação e integração dos cursos de Artes da UNESP

Artes: estudos resultantes do processo de articulação e integração dos cursos de Artes da UNESP

Em um segundo momento, discutimos a legislação pertinente às Licenciaturas no que tange às Práticas de Ensino como componente curricular. Surgiram algumas questões sobre sugestões apontadas pela Coordenadora do câmpus de Bauru, Profa. Dra. Solange Gonçalves, que foram discutidas por Docentes especialistas do câmpus de São Paulo em um terceiro encontro. Decorrente desse debate o Conselho do Curso de Bauru propôs a inserção de conteúdos curriculares em grande parte das disciplinas contemplando as Prá- ticas de Ensino e permeando todo o curso, além de contar efetivamente com a participa- ção de Docentes Artistas e Especialistas na área Pedagógica para sua implantação.
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Música e surdez: o ensino de música numa perspectiva bilíngue na escola regular

Música e surdez: o ensino de música numa perspectiva bilíngue na escola regular

fotografadas, com fins de registro, análise e ilustração em nossa pesquisa. As atividades desenvolvidas serão planejadas com o professor da disciplina de Arte, professora de Educação Física, Coordenação pedagógica, Professora da Sala de Recursos Multifuncionais, Professora de Libras e Intérprete de Libras, considerando a característica e perfil dos alunos, a fim de minimizar riscos, desconfortos ou lesões aos participantes de nossa pesquisa no decorrer de nossa atuação. Não haverá, por conseguinte, nenhuma despesa financeira relacionada com a participação dos alunos na mencionada pesquisa. A importância dessa participação se dá pelo trabalho com a Música viabilizar o conhecimento de maneira mais prazerosa e divertida, tomando por viés esse elemento cultural tão rico e importante; Propiciar a socialização e a expressão do sujeito por meio de atividades e produções em grupo e individual, além de favorecer o respeito mútuo e a tolerância com a diferença. Como avaliação, tomaremos por base a participação dos alunos, interesse e demonstração de envolvimento, conhecimento e aprendizagem nos assuntos ministrados.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O caso analisado nesta dissertação é a forma como a SRE de Caxambu se utiliza dos dados educacionais para realizar ações voltadas para que as metas pactuadas pela política do acordo de resultados sejam atingidas. O Acordo de Resultados analisado é uma forma através da qual o estado de Minas Gerais busca alcançar resultados positivos nos diversos setores da administração pública a partir da imposição de metas que, se alcançadas, serão utilizadas como justificativa para o pagamento do Prêmio por Produtividade. Para realizar este estudo, foi necessário realizar investigação acerca das políticas públicas educacionais e avaliações do SIMAVE para identificar como acontecem sua apropriação e utilização nas escolas. Para realização da pesquisa, foram consultados os autores como Gremaud (2012), Brooke (2011) e Andrade (2008), além de Leis, Resoluções e Decretos estaduais e federais, bem como foi realizada análise de documentos norteadores, dentre os quais a Agenda de Atividades Integradas da SEE/MG e o Manual de Boas Práticas da Equipe Regional das SRE de Minas Gerais dirigido aos analistas educacionais lotados em suas unidades. Também foi feita entrevista semiestruturada com a Diretora II e a Diretora Pedagógica da Superintendência Regional de Ensino de Caxambu e, ainda, a aplicação de questionário a 34 gestores escolares que compõem a jurisdição da SRE de Caxambu. A partir do levantamento de dados realizado, foi possível identificar que, apesar de a maioria dos gestores escolares terem conhecimento das metas, as ações realizadas pelas equipes do órgão central da Secretaria de Estado de Educação e Superintendência Regional de Ensino de Caxambu são incipientes e não atendem plenamente as necessidades das unidades escolares. Finalizando, a fim de propor melhorias neste processo de articulação, atendimento e responsabilização dos atores envolvidos, propõe-se um Plano de Ação Educacional com o intuito de dar suporte aos gestores dos órgãos centrais e das escolas para a otimização de suas ações profissionais através do uso dos dados, especialmente da avaliação, visando ao alcance das metas e cumprimento do Acordo de Resultados.
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O USO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS NA MODELAGEM DE SISTEMAS NATURAIS E OUTROS Lucas Rangel Thomas

O USO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS NA MODELAGEM DE SISTEMAS NATURAIS E OUTROS Lucas Rangel Thomas

Assim, o estudo e o desenvolvimento da área de modelagem de sistemas através de equações diferenciais são de suma importância para a compreen- são de problemas reais, apresentando aplica[r]

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 Mediação Pedagógica no Ensino de Música

Mediação Pedagógica no Ensino de Música

Este estudo tem como objetivo investigar a mediação pedagógica no ensino de música em uma turma do 6º ano do ensino fundamental da rede pública de ensino do Paraná. A pesquisa se apoiou na teoria histórico-cultural, sobretudo em estudos de Vigotski, Luria e Leontiev, além de autores nacionais que desenvolveram uma aproximação deste corpo teórico com os fenômenos educacionais. No desenvolvimento da pesquisa, abordam-se as mudanças pelas quais passou o ensino de música na escola pública, refletidas em seus documentos orientadores, e desdobramentos deste ensino, evidenciando como se apresenta hoje na escola. O estudo, de caráter qualitativo e interpretativo, envolveu pesquisa bibliográfica e observações de campo, num período de três meses, com elaboração de um diário e filmagem dos acontecimentos em sala durante as aulas de música na referida turma e, após as observações, foi feita uma entrevista com o professor, cujo roteiro levou em conta os fenômenos observados. Dentre os resultados obtidos, destacam-se: a mediação pedagógica na sala de aula foi instaurada mediante um processo dialógico, apresentando momentos de interação entre professor e aluno, aluno e professor e entre alunos. O professor possibilitou a emergência dos conhecimentos dos alunos advindos de seu cotidiano, relacionando-os com os conceitos sistematizados (elementos formais, orquestra e notação musical) objeto de ensino, promovendo um processo de elaboração conjunta rumo a uma nova conceituação, tendo em vista os conhecimentos sistematizados. Em outros momentos, o processo interativo mostrou que os pontos de ancoragem na cultura dos alunos, inicialmente previstos, não se apresentaram de forma imediata e o professor teve que rever sua estratégia, propondo outro percurso, com o intuito de estabelecer um novo patamar de referências comum a todos, para tornar possível a retomada do processo de elaboração conceitual conjunta. Essa configuração da mediação pedagógica é resultado de um processo histórico complexo, no qual se entrelaçam uma leitura da realidade escolar em seus limites e possibilidades, do percurso formativo, da legislação educacional que norteia a atividade docente e dos conhecimentos advindos de sua experiência profissional.
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Sistemas de Controle   Aula 11

Sistemas de Controle Aula 11

O método consiste na construção de uma tabela que estabelece uma condição necessária e suficiente de estabilidade, baseada em um arranjo triangular. Na tabela, garante-se a estabilidade[r]

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