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A hermenêutica de Gadamer e a prática de projeto no ensino da Arquitetura

A hermenêutica de Gadamer e a prática de projeto no ensino da Arquitetura

A razão para a escolha deste tema (turismo em espaço rural), neste ano letivo, enquadra-se, por um lado, pelas circunstâncias atuais em que Portugal e a Europa se encontram relativamente às questões patrimoniais: escassez de recursos, existência de património arquitetónico rico e degradado, zonas rurais despovoadas, etc. E, por outro, porque assim como o conceito de património sofreu uma abertura em relação aos seus pressupostos essenciais, tam- bém o ensino da arquitetura deverá abrir o seu foco. Embora ainda não seja uma aposta consensual, procurámos ir mais além, nos exercícios propostos, em relação ao horizonte de atuação; ao contrário da prática vocacionada para a criação de grandes equipamentos ou edifícios montados de forma autocentrada, procuramos, nos exercícios práticos, a criação Figura 1. Área de Estudo: bairro da Liberdade e Serafina, Lisboa, Portugal. Fotografia aérea.
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O BIM no ensino da arquitetura em Portugal: o caso do ISCTE-IUL

O BIM no ensino da arquitetura em Portugal: o caso do ISCTE-IUL

O Interdisciplinary Collaborative BIM Studio aparece assim como uma alternativa ao design studio de arquitetura do 5º ano, o que permitia a estes alunos optar por desenvolver o seu projeto do semestre em equipas multidisciplinares, segundo uma filosofia de projeto integrado. O interesse dos alunos de arquitetura teve um papel essencial na introdução desta variante no seu plano de estudos, dado que esta UC fora originalmente concebida apenas para os alunos de engenharia, arquitetura-engenharia e arquitetura paisagista. Ao longo de quinze semanas, os grupos têm como principal objetivo conceber um projeto, segundo um processo iterativo com base nos inputs da área de cada elemento, fomentando uma compreensão global do edifício por todos. A primeira tarefa consiste na realização dum Plano de Execução BIM, no qual se delineiam objetivos de equipa, tarefas, responsabilidades, calendários, requisitos, entre outros parâmetros continuamente atualizados. Durante o desenvolvimento do projeto, os estudantes de arquitetura são responsáveis pela coordenação da equipa, paralelamente às habituais funções enquanto projetistas. O método de trabalho aplicado, Integrated Project Delivery, tem por base um modelo virtual BIM partilhado por todos, sendo o programa e localização semelhante ao dum projeto real, fornecido pelos gabinetes de projeto e construção responsáveis. Apesar de partirem de pressupostos idênticos, são esperadas novas propostas de projeto, confrontadas periodicamente com a dos autores, permitindo aos alunos tirar elações e atingir os padrões de qualidade exigidos (custos, tempos, eficiência energética). O processo de avaliação baseia-se no grau de interoperabilidade atingido entre as diferentes disciplinas, visível na qualidade da proposta final [9].
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Ensino de projeto de arquitetura: uma visão construtivista

Ensino de projeto de arquitetura: uma visão construtivista

Não é apenas no enfoque filosófico que se encontram as contradições do ensino de projeto; elas também se fazem sentir quanto aos métodos praticados. No encontro de ensino de arquitetura realizado em Salvador, 1985, o professor Jean Maitrejean já identificava duas práticas correntes no ateliê de projetos. A primeira, que ele chamou de ateliê-escritório, seria uma imitação de um escritório de arquitetura, com o professor fazendo as vezes de cliente e o aluno de pretenso profissional; o segundo, que ele chamou de ateliê -comício, seria aquele onde o projeto não era o mais importante, mas o discurso sobre ele, especificamente nos seus antecedentes conceituais ligados à sociologia e à política. Em 1991, a Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura - ABEA publicou um documento preparatório para o X ENSEA - Encontro Nacional de Ensino de Arquitetura (Niterói, 1991), com documentos propositadamente anônimos do grupo de consultores, onde se lê: “Assim nos deparamos com dois mitos simétricos: por um lado, a crença que disciplinas extra-arquitetônicas como a sociologia, a psicóloga, a antropologia e outras, com sua base de cientificidade, podem informar e garantir as decisões intra-arquitetônicas e, por outro lado, a crença oposta pela qual a arquitetura resulta da iluminação do arquiteto que, criativo, retira suas formas da pura intuição”...“Essa fragilidade relativa a seus próprios pressupostos e fundamentos torna o ensino da arquitetura particularmente vulnerável a toda série de panacéias provisórias: houve época em que se julgou que as relações de produção tudo explicariam e os arquitetos passaram a arremedar os sociólogos e os economistas e justificaram suas decisões com vistas a uma teleologia de transformação social. Em outro momento tornou-se imperativo o resgate da memória e a conservação de valores sedimentados e o trabalho do arquiteto tendeu a recobrir-se ao do historiador. A seguir, padecemos de uma inflação semiológica, e mais recentemente parece ter a ecologia assumido um papel de relevância para a orientação da arquitetura”... “O oposto disso não resulta melhor: o arquiteto enquanto demiurgo, que armado de uma poderosa intuição cria a partir do “nada” as formas da redenção. O efeito dessa postura, freqüentemente, é que de acabar repetindo, inconscientemente e acriticamente, formas já usadas anteriormente em contextos nos quais elas foram pertinentes”.
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Inovação no Ensino de História da Arquitetura:: A Experiência da Imersão em Realidade Virtual

Inovação no Ensino de História da Arquitetura:: A Experiência da Imersão em Realidade Virtual

Carvalho e Savignon (2011) destacam ainda outros pontos que impactam negativamente o ensino da arquitetura e urbanismo nas faculdades: desprezo pela perspectiva do aluno – seu conhecimento prévio, motivação e vivência; uma didática pautada na intuição e criação sem instrumental crítico, o que pode resultar em produtos de baixa qualidade e que cedem às pressões do mercado; ênfase no problema e no resultado final sem levar em consideração o processo; e a atividade projetual é ensinada apenas na prática, faltando uma conexão real do instrumental teórico. Essas são as principais críticas apontadas em se tratando da metodologia de ensino nas faculdades, além disso, são apontados os problemas relacionais professor-aluno: superioridade do professor sobre o aluno; ensino pautado na experiência do professor, criando uma dependência e limitação do aluno ao universo do professor; e avaliação centrada em um processo subjetivo de opinião do professor.
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Lutas coletivas por moradia na região metropolitana do Rio de Janeiro: mapeando conflitos / Collective struggles for housing in the metropolitan region of Rio de Janeiro: mapping conflicts

Lutas coletivas por moradia na região metropolitana do Rio de Janeiro: mapeando conflitos / Collective struggles for housing in the metropolitan region of Rio de Janeiro: mapping conflicts

Cabe ainda ressaltar que, para o ensino da Arquitetura e Urbanismo, levantar e analisar os conflitos das comunidades significa uma oportunidade de compreender a realidade da luta pelo direito à moradia enfrentada por um significativo grupo de pessoas na região metropolitana do Rio de Janeiro, que não é representada (assim como não apresentada) fielmente pela mídia hegemônica e, muitas vezes, pelos órgãos de governo. A troca horizontal de conhecimentos com estes moradores propiciou uma forma de atuação voltada para o interesse social, o que exemplifica o papel não somente de professores e técnicos, como também a ser desempenhado pelos futuros profissionais que serão formados numa instituição pública de ensino superior.
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Desenvolvimento de uma arquitetura de game para auxiliar o processo de ensino-aprendizagem em programação de jogos digitais no curso técnico de informática

Desenvolvimento de uma arquitetura de game para auxiliar o processo de ensino-aprendizagem em programação de jogos digitais no curso técnico de informática

O sucesso da técnica e da ferramenta no ensino tornou-se possível a formação de estudantes com conhecimentos não apenas para produzirem sistemas, mas também jogos digitais. Logo, os resultados preliminares mostram-se interessantes. A documentação de todo o processo de construção da game engine não são destacados neste artigo por julgar-se mais adequados a um fórum mais específico. Salienta-se sobre o comportamento dos games produzidos pela arquitetura não ocorreram nenhuma inconsistência e sua implantação em tabletes e celulares funcionou sem erros.
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Arquitetura para Compartilhamento de Objetos de Aprendizagem entre Instituições de Ensino

Arquitetura para Compartilhamento de Objetos de Aprendizagem entre Instituições de Ensino

Resumo Muitas definições para Objetos de Aprendizagem apontam a reusabilidade como principal ca- racterística dos objetos. É comum Objetos de Aprendizagem fabricados por uma instituição não serem compartilhados a outras, deste modo, a reusabilidade é comprometida, pois o uso dos mesmos fica restrito aos usuários do LMS da instituição que os criou. Devido ao problema de isolamento dos Objetos de Aprendizagem se projetou a rede LOP2P, que permite o comparti- lhamento entre várias instituições de ensino através de uma rede peer-to-peer, onde cada insti- tuição será um peer. Para isto, uma arquitetura foi especificada, que resultou na codificação de dois softwares responsáveis por viabilizar o compartilhamento: (i) camada de mediação, que abstrai a complexidade de conexão da instituição com a rede de compartilhamento; e (ii) plug- in para o LMS, que conecta este sistema da instituição à camada de mediação, oferecendo os seviços de publicação, pesquisa e download de Objetos de Aprendizagem através do próprio LMS. A codificação de um protótipo da rede e diversos experimentos forma realizados. Estes demonstraram a viabilidade de utilização da rede mesmo em políticas de segurança estritas. Comparando com outras iniciativas, a rede LOP2P destaca-se por ser uma rede descentraliza- da, que viabiliza o acesso a seus serviços através do próprio LMS da instituição de ensino.
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FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO

A técnica de programação de obras (ou de qualquer atividade que se deseje ordenar convenientemente) P.E.R.T. é certamente a mais conhecida e usada em todo o mundo. Apresentamos aqui uma versão básica, que se constitui numa introdução a versões mais sofisticadas – disponíveis em programas para computadores pessoais, como o Project Professional, da Microsoft, por exemplo. Para a programação de obras em pequenas edificações podemos desenvolver diagramas P.E.R.T. com papel e lápis, sem recursos computacionais. Talvez essa habilidade aprendida “sem fios e sem máquina” possa nos aproximar de um importante objetivo didático, desejado pela disciplina Projeto e Planejamento de Habitação Popular: tornar a programação de obras uma abordagem alternativa para o ensino de projeto de arquitetura e, claro, para o próprio desenvolvimento profissional de projetos de arquitetura.
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O ensino de arquitetura como agente transformador da prática profissional

O ensino de arquitetura como agente transformador da prática profissional

Este trabalho busca analisar o ensino de arquitetura atual e como ele pode ser o agente transformador da prática profissional, passando pelas abordagens de ensino iniciadas pela Tradicional, que se trata de uma concepção e uma prática educacional que persistiram no tempo, em suas diferentes formas, e passou fornecer um quadro de referência para todas que a sucederam: a Comportamentalista, a Humanista, a Cognitivista, a Sociocultural e as que se propõe oferecer uma referência mais compatível com as condições do mundo atual. O estudo considera que o ensino de arquitetura não deva se centrar em uma única abordagem, mas mesclar o que cada uma tem de positivo para o conhecimento, ressaltando que cada indivíduo tem o seu Tempo, que tem de ser respeitado, para que possa se desenvolver e produzir com mais eficácia. Faz uma análise do processo de avaliação escolar, sua aplicação e legitimidade no sistema educativo brasileiro. Em seguida, traça um esboço da situação do ensino superior de arquitetura nos países desenvolvidos e da atual conjuntura brasileira. Através de pesquisa qualitativa, apresenta as questões relativas ao ensino-aprendizagem da arquitetura, objetivando colher impressões das experiências vividas, globalmente, por profissionais atuantes, bem como as que estão sendo experenciadas pelos estudantes atuais, e sugere alternativas para o rompimento das barreiras que os cercam. Naturalmente não pretende esgotar tão vasto assunto, mas tentar colocar o ensino de arquitetura mais próximo do exercício profissional e, conseqüentemente, aliar a prática ao conhecimento teórico, colaborando, assim, na qualificação do arquiteto e do educador.
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Os processos digitais de projeto e o ensino de arquitetura e urbanismo/   The digital design processes and the teaching of architecture and urbanism

Os processos digitais de projeto e o ensino de arquitetura e urbanismo/ The digital design processes and the teaching of architecture and urbanism

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 6, n.5, p.32476-32495 may. 2020. ISSN 2525-8761 Com a implantação da nova capital, percebeu-se a necessidade de criar um curso de arquitetura para prover um corpo técnico para a própria cidade. Foi neste contexto que se instituiu a Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS), mantida pelo estado do Tocantins e que abarcava o curso de Arquitetura e Urbanismo criado pelo Decreto n°. 9.203:1993. O curso iniciou suas atividades em fevereiro de 1994, e neste momento as disciplinas ofertadas pelo curso tiveram como base o PPC da Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense.
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O Desenho Artístico na Formação do Arquiteto: Epistemologia da Prática

O Desenho Artístico na Formação do Arquiteto: Epistemologia da Prática

A reflexão crítica sobre os conteúdos, a prática como processo ativo da reflexão-na-ação e a realidade como objeto do conhecimento possibilitam configurar o processo didático como uma ação interativa entre o professor e o aluno, permitindo que este “aprenda a aprender” (MArTinS, 2006, p 98), mobilizando suas próprias capacidades cognitivas e afetivas para compreender, controlar e decidir sua aprendizagem, situando-o como sujeito histórico. Isto não significa abrandar a responsabilidade dos deveres do professor, mas, pelo contrário, convidar-lhe a assumir seu papel de formador na situação de permanente enfrentamento dos conflitos, contradições e situações inusitadas, que os determinantes sociais geram em confronto com as possibilidades de realização humana por meio do sistema de ensino.
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A ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

This present study, developed in “Programa de Pós-Graduação em Gestão e Avaliação da Educação Pública” from “Universidade Federal de Juiz de Fora”, deals with the pedagogical practice from pedagogical coordinators about their diary challenges and performance of their responsabilities in three schools from “Ensino Médio”, which belongs to “Coordenadoria Distrital de Educação 03 (CD 03) from “Secretaria de Educação do Estado do Amazonas” (SEDUC/AM). The research interest happened, specially, to my acting in according to the “Coordenação Adjunta Pedagógica do Ensino Médio” in the period from January 2011 to January 2016. The time i was acting in pedagogical supervising going along with some schools, I observed some actions developed by this professional which disquiet me, making the origin to the guiding question of this research: How the pedagogical managers’ actions from three schools of “Coordenadoria Distrital 03/AM can be improved to approach than what is provided as its assignment in general regulation of Amazonas’ state schools? The study proposal isso analyse the practice of this professional in three schools about the fulfillment of their assignments according to what is established in legal documents, considering the challenges of their role, as well, their relationship between the other members os school community. The theoretical framework is confined to the study of Placco (2012), Souza (2012), Almeida (2012), Freitas (2000), Soares (2005), Strada (2014) Libâneo (1996), Veiga (1995), between others authors. Therefore, the qualitative approach of research was adopted, using as instrument to producing data, semi-structured interviews realized with pedagogical managers, managers and teachers in the period 07.04.16 a 03.05.16. Based on obtained datas, it was elaborate an educacional action plan as main goal to support and improve the practice os the pedagogical manager according to the assignment in general regulation of Amazonas’ state schools, as well, in guide of pedagogical conduct from CD-03, proposing specific actions for the management of the three researched schools.
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Diferenciação e Percepção de Qualidade: um estudo de caso sobre a entrega do Serviço Educacional em uma Pós-Graduação

Diferenciação e Percepção de Qualidade: um estudo de caso sobre a entrega do Serviço Educacional em uma Pós-Graduação

O objetivo deste trabalho é analisar a percepção da qualidade do ensino, tanto do ponto de vista dos alunos quanto dos funcionários, da pós-graduação de uma Instituição de Ensino Superior, situada na cidade do Recife. Considerou-se também a percepção dos dois públicos estudados quanto aos aspectos de diferenciação dos serviços prestados pela IES. A pesquisa foi estruturada em três etapas: a primeira, uma análise estatística descritiva das expectativas e percepções indicadas nas respostas dos 81 questionários efetivados; a segunda, considerando o mesmo público respondente, implicou a observação dos aspectos de diferenciação dos serviços; a terceira e última etapa é resultado das entrevistas semiestruturadas com os funcionários sobre a temática da diferenciação. No limite do que representa a percepção dos alunos pós-consumo dos serviços, o estudo revela que, em muitos aspectos, ela supera as expectativas anteriores. Os questionários referentes à qualidade percebida foram elaborados tomando por base as cinco dimensões do modelo SERVQUAL, tendo como destaque a dimensão da tangibilidade. O trabalho também ressalta que os principais pontos de diferenciação mencionados por alunos e funcionários da IES, são representados pela aparência física e qualidade do corpo docente. Considerando os resultados encontrados, foi possível sugerir que as práticas de diferenciação adotadas são adequadas e benéficas para os dois públicos estudados. Tais práticas aumentam a percepção de qualidade dos serviços que os alunos têm em relação à IES.
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Características peculiares a pesquisas acadêmicas em áreas de prática projetual no Brasil : abordagem da obra de Frank Lloyd Wright

Características peculiares a pesquisas acadêmicas em áreas de prática projetual no Brasil : abordagem da obra de Frank Lloyd Wright

“A obra de Wright, assim como a arte japonesa, parece determinada por uma estrutura que organiza as partes em uma unidade maior. A estrutura é a forma pura inicial. Nesta etapa, a geometria aparece como um ingrediente fundamental. Constitui a gramática da forma. Existe uma correlação entre a geometria da forma e certas idéias a ela associadas, as quais constituem seu valor simbólico. Para Wright o círculo representa o infinito; o triângulo, a unidade estrutural; a flecha, aspiração; o espiral, desenvolvimento orgânico; o quadrado, integridade. O artista japonês também entende a forma procurando seu apoio geométrico. A forma, a geometria que está subjacente e constitui seu caráter, lhe é familiar. „O invisível é visível para ele‟. Aquilo que Wright resgata do estudo da estampa japonesa coincide com as características de sua própria arquitetura, isto é, a busca do
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O PAPEL DA GESTÃO ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DO ENSINO: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL MATTA MACHADO

O PAPEL DA GESTÃO ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DO ENSINO: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL MATTA MACHADO

(Diretora) Olha, nós tivemos um problema, que foi um problema que foi muito positivo para a escola quando ofertamos as vagas em 2013. A procura por vagas nessa escola excedeu o numero de vagas disponíveis e também assim, passou das nossas expectativas. E aí eu vejo, uma equipe, que na verdade, tem um trabalho consolidado, os nossos professores buscam esse conhecimento, tem um compromisso com a educação de qualidade e os pais hoje, eles são seletivos, eles vão procurar uma escola que oferta ensino de qualidade, tanto que uma demanda maior, a nossa clientela maior foi da rede particular. Então os pais quando chegam aqui na escola ele falam: ― Eu estou optando por essa escola, não por que eu não posso pagar uma escola de qualidade pro meu filho na rede particular , é por que essa escola, que é da rede pública, ela oferta um ensino de qualidade, então não tem por que eu pagar uma escola particular.‖ Então a gente fica feliz com esses comentários dos pais, por que nós sabemos que os pais estão avaliando o trabalho das escolas, e aí a nossa escola, ela tem ficado aí como referencia de uma escola pública que oferece um ensino de qualidade.
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Abordagem metodológica para o ensino de Arquitetura de Computadores em ambientes não formais

Abordagem metodológica para o ensino de Arquitetura de Computadores em ambientes não formais

A população brasileira, nos últimos anos, tendo maior contato com máquinas computacionais, precisa compreender o funcionamento dessas máquinas, pois, isso se torna importante para facilitar tarefas do cotidiano como, por exemplo, a aquisição de um computador que atenda às necessidades do indivíduo. Entretanto, para tal, faz-se necessário aprender conceitos da Arquitetura de Computadores, relacionados às características e funcionalidades de hardware de uma máquina computacional, compreendendo as diferenças fundamentais entre componentes físicos e reconhecendo sua utilidade. Tradicionalmente, o ensino de Arquitetura de Computadores é realizado por meio de cursos de graduação ou em cursos técnicos, onde o público-alvo almeja qualificação profissional. Entretanto, raras são as iniciativas de ensino de Arquitetura de Computadores para públicos não iniciados em Computação e sem interesse técnico. O presente trabalho apresenta uma abordagem metodológica para o ensino de Arquitetura de Computadores em ambientes não formais para públicos não iniciados em Computação. Essa abordagem metodológica utiliza-se do Modelo de Rotação por Estações, da Gamificação e da Taxonomia dos Objetivos Educacionais. O público-alvo, deste trabalho, foi de crianças em idade escolar com faixa etária entre 11 a 14 anos. A análise das atividades realizadas demonstrou que a abordagem metodológica foi satisfatória. Os (as) participantes conseguiram atingir os níveis de conhecimento e compreensão do domínio cognitivo e os níveis de recepção, resposta e valorização do domínio afetivo, ambos da Taxonomia dos Objetivos Educacionais. A realização do pré-teste e do pós-teste validam a avaliação realizada pela taxonomia, destacando ganhos em acertos, após a aplicação da abordagem metodológica, de 33 pontos percentuais, em média.
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Sistema Inteligente de Apoio a Treinamento e Ensino: Arquitetura e Avaliação

Sistema Inteligente de Apoio a Treinamento e Ensino: Arquitetura e Avaliação

Atualmente, a combinação de IA e Hipermídia em aplicações no ensino tem sido explorada mais freqüente- mente. Ainda que não utilizem técnicas clássicas de IA, os sistemas hipermídia adaptativos buscam alcançar o objetivo de guiar o aprendiz/estudante baseando-se no seu (do aprendiz) conhecimento anterior, sua habilidade de compreensão e seus interesses, o que de forma parcial caracteriza um comportamento inteligente. Os siste- mas hipermídia adaptativos, ao modificar dinamicamente a estrutura organizacional do material instrucional, exibem ao aprendiz somente informações consideradas relevantes para o seu aprendizado (Brusilovsky, 1996;
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Novas mídias no ensino de arquitetura e urbanismo: relação entre tecnologias, espaço e pedagogia

Novas mídias no ensino de arquitetura e urbanismo: relação entre tecnologias, espaço e pedagogia

O momento atual, caracterizado por uma “Sociedade Informacional” (CASTELLS, 1999) é um fator significativo e traz questões na formação de futuros Arquitetos e Urbanistas. Segundo Oliveira, Pereira e Dandolini (2009), tais questões estão relacionadas ao mercado de trabalho do mundo contemporâneo, no qual a maioria dos escritórios de arquitetura do tempo presente não tem mais usado tecnologias tradicionais (réguas paralelas, papel manteiga, canetas com espessuras variadas, funções e várias cores) para projetar. Os mesmos autores, compartilham com Carvalho e Savignon (2012) o argumento de que as instituições de ensino dos cursos de Arquitetura e Urbanismo não tem acompanhado essas mudanças com a mesma rapidez do escritório. Oliveira, Pereira e Dandolini (2009) afirmam que isso ocorre por diversas razões, como por exemplo, motivos financeiros. Já Carvalho e Savignon (2012) defendem a falta de reavaliação do currículo e de capacitação (domínio de novos aparatos tecnológicos) dos professores da área.
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Simulação baseada em atores como ferramenta de ensino de organização e arquitetura de computadores

Simulação baseada em atores como ferramenta de ensino de organização e arquitetura de computadores

Neste capítulo são descritos conceitos fundamentais relacionados à utilização de Simuladores, como também alguns exemplos de simuladores destinados a disciplina de Arquitetura de Computadores. Em seguida são apresentadas as características do framework Ptolemy II, sendo feita uma descrição sobre o projeto orientado a atores (base dos modelos computacionais no ambiente), como também, uma apresentação dos principais domínios, em particular ao domínio DE. O estudo sobre tais características possibilitam a implementação de melhorias, consequentemente, adequando a ferramenta para propósitos específicos, no caso, sua utilização em modelagem e simulação de ambientes na disciplina de Arquitetura de Computadores.
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Arquitetura para educação: escolas públicas na cidade de São Paulo (1934-1962)

Arquitetura para educação: escolas públicas na cidade de São Paulo (1934-1962)

(R) Aquela parte do artigo da Lina, eu gostei muito. Foi feito por um arquiteto que conhece o assunto e sabe sobre o quê está falando. Falou com clareza, mas com simplicidade. Falou, falou mesmo. Naquela época isso ficou como uma preocupação constante dos arquitetos: o programa da escola. Como funcionava a escola. Uma coisa que tornasse a escola mais aberta. O programa aí não era uma coisa bitolada que não sai daquilo. Enfim, como conceituar o espaço do ensino, a sala de aula, o que era uma sala de aula, problemas de orientação, essas coisas todas que surgiram com a arquitetura. Naquele tempo não foi só a escola, acho que a arquitetura surgiu de um modo geral. Ela saiu de uma fase, vamos dizer assim, pioneira para uma fase de implantação mesmo. Então aí todo um processo de, não vou de dizer de adaptação, mas de reformulação em função de uma realidade, não só da realidade humana, social, mas uma realidade material também, de processo construtivo. Você não podia pegar uma escola projetada pelo Le Corbusier e projetar igual, fazer aqui, não ia funcionar. Uma casa a mesma coisa, não funciona. Então a gente teve que pegar essas coisas... Frank Lloyd Wright, qualquer um daqueles caras. Foi o trabalho do Lúcio Costa, do Oscar, do pessoal daquela época, que estão entre nós e aqueles. Eles que nos passaram a bola. E entre nós estava lá o Hélio Duarte que é um desses pioneiros. Ele foi, inclusive, um dos autores do projeto do IAB de São Paulo. Mas o Hélio tinha uma visão socialista mesmo.Na arquitetura tudo é indissociável. Então se ele pensa que a escola não é para meia dúzia de privilegiados, ela tem que ser uma escola econômica, ela tem que obedecer a um plano de produção do edifício escolar, e fazer escola para uma quantidade enorme de crianças, escolas que sejam de fácil manutenção. Então ele dava muita importância para essa parte econômica também. Você sabe que isso influi também na arquitetura, no desenho. Influi muito no desenho. Então
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