Ensino desenvolvimental

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UMA INTRODUO DE INTEGRAL 
    NUMRICA PARA ALUNOS DO ENSINO MDIO FUNDAMENTADA NO ENSINO DESENVOLVIMENTAL

UMA INTRODUO DE INTEGRAL NUMRICA PARA ALUNOS DO ENSINO MDIO FUNDAMENTADA NO ENSINO DESENVOLVIMENTAL

O presente trabalho expõe uma proposta de ensino fundamentada em uma teoria contemporânea chamada Teoria do Ensino Desenvolvimental, edificada por Davy- dov, procedendo à Teoria Histórico-Cultural idealizada por Vygotsky. A pesquisa te- ve por objetivo desenvolver uma matemática contextualizada por métodos concretos através do ensino da Integral Numérica. A questão norteadora da pesquisa foi: é possível organizar um ensino utilizando Integral Numérica aos alunos do Ensino Mé- dio para o cálculo de áreas e volumes? E como o ensino desenvolvimental contribui para a compreensão desses conceitos? Com esse suporte teórico foi elaborado um plano de ensino que proporcionou aos alunos a compreensão da essência dos con- ceitos a partir do desenvolvimento mental. Este trabalho teve como resultado final algumas aplicações cotidianas e interdisciplinares, destacando a estimativa do vo- lume de água do lago Pôr do Sol de Iporá-GO, a área de uma região queimada e a extensão territorial do estado de Goiás. Dessa forma, ressalta-se que a Teoria Histó- rico-Cultural e o Ensino Desenvolvimental contribuem para uma organização de en- sino que permite um processo de ensino e aprendizagem significativo, mostrando a importância da matemática para a matemática, para outras ciências e para a vida, valorizando o pensamento do aluno, partindo de seu espaço cultural e social.
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ENSINO DESENVOLVIMENTAL: UMA POSSIBILIDADE PARA A SUPERAÇÃO DA PERSPECTIVA ONTOLÓGICA REALISTA EMPÍRICA NA ÁREA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

ENSINO DESENVOLVIMENTAL: UMA POSSIBILIDADE PARA A SUPERAÇÃO DA PERSPECTIVA ONTOLÓGICA REALISTA EMPÍRICA NA ÁREA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

Resumo: O presente artigo busca discutir as consequências que a atual tendência de produção do conhecimento na área da Educação Física tem na formação e na prática pedagógica dos professores. Indicamos que os conhecimentos dessa área estão majoritariamente sendo produzidos a partir de uma perspectiva ontológica realista empírica, que limita a atuação do professor e o desenvolvimento das funções psíquicas superiores nos estudantes ao nível das manifestações empíricas da realidade, ou seja, que estão ligadas aos conhecimentos do cotidiano e à adequação ao modo de vida posto. Como alternativa a isso, apontamos o ensino desenvolvimental, que postula o ensino organizado de forma a conduzir o desenvolvimento das funções psíquicas superiores pela apropriação e compreensão das relações essenciais gerais dos objetos.
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA PERSPECTIVA DO ENSINO DESENVOLVIMENTAL

FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA PERSPECTIVA DO ENSINO DESENVOLVIMENTAL

Desse modo, as atividades de ensino devem desencadear a mobilização do pensamento, em direção à apropriação dos conceitos teóricos. Para ensinar nessa perspectiva teórica é preciso considerar que os alunos, no início da atividade de aprendizagem, necessitam, segundo Davídov (1988), da ajuda constante do professor para desenvolver as ações, as operações e as tarefas, mas, no decorrer do processo, eles adquirem a capacidade de aprender e de pensar, uma vez que a base desse ensino está pautada na apropriação do conteúdo das diferentes disciplinas. Ou seja, a essência do ensino desenvolvimental está centrada na análise do conteúdo, como base para o planejamento do ensino, tendo em vista o desenvolvimento cognitivo necessário à apropriação e reprodução do conceito teórico, entendido como: “[...] um conjunto de procedimentos para deduzir relações particulares da relação abstrata” (CHAIKLIN, 1999, p. 4).
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ENSINO DESENVOLVIMENTAL: UMA ALTERNATIVA PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

ENSINO DESENVOLVIMENTAL: UMA ALTERNATIVA PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

Suas pesquisas foram realizadas no final da segunda metade do século XX, como parte de um projeto mais amplo de transformação da escola e da qualidade do ensino no contexto de escolas russas. Diversos estudiosos do problema da relação entre aprendizagem escolar e desenvolvimento, como Chaiklin (1999), Lompscher (1999) e Hedegaard (2002) vêm se fundamentando na teoria de Davydov. No Brasil, pode-se considerar que são recentes os estudos e pesquisas com base na teoria do ensino desenvolvimental, dentre esses se destacando Libâneo e Freitas (2007; 2013), Libâneo (2002, 2009), e Marzari (2010; 2012). Em educação matemática, encontram-se trabalhos fundamentados na abordagem histórico-cultural, como Damazio (2000), Ruggiero e Basso (2003), Martos (2004), Cedro (2004), Cedro e Moura (2007). Em educação matemática e especificamente na teoria do ensino desenvolvimental, podem ser destacados os trabalhos de Peres (2010) e Rosa (2012).
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Possibilidades contributivas do ensino desenvolvimental para a problemática da falta de atenção dos alunos nas aulas de educação física no ensino fundamental

Possibilidades contributivas do ensino desenvolvimental para a problemática da falta de atenção dos alunos nas aulas de educação física no ensino fundamental

nas aulas de Educação Física. Neste estudo consideramos o termo falta de atenção como sendo as situações em que o aluno se dispersa no andamento das aulas, podendo chegar a não compreensão satisfatória das demandas de aprendizagem pretendidas pela professora em suas aulas. A partir disso, um dilema complexo surgiu: por que os alunos ficam dispersos nas aulas de Educação Física mesmo sendo ela a disciplina que eles mais gostam e a que mais os motiva? A indagação supramencionada é a que buscaremos compreender, sinalizando algumas reflexões viáveis para o problema destacado. Portanto, o objetivo desse trabalho é propor a partir da teoria do ensino desenvolvimental algumas possíveis contribuições para diminuir a falta de atenção dos alunos nas aulas de Educação Física no ensino fundamental. Este trabalho pode ser significativo e inovador no sentido de analisar e tecer reflexões que podem ser contributivas para uma problemática que parece permear as aulas de Educação Física no ensino fundamental em uma escola pública.
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Ensino Desenvolvimental: contribuições à superação do dilema da didática.

Ensino Desenvolvimental: contribuições à superação do dilema da didática.

RESUMO – Ensino Desenvolvimental: contribuições à superação do dile- ma da didática. O artigo problematiza a formação de professores nos cursos de Licenciatura, em particular no de Pedagogia, apontando o dilema que aí se faz presente acerca da didática fundamental e didáticas específicas. Partindo da defesa da ideia de que para ensinar na educação básica é in- dispensável superar esse dilema, descreve-se a teoria do ensino desenvol- vimental e argumenta-se sobre suas contribuições para o enfrentamento desse dilema, tendo em vista o alcance do objetivo mais primordial da edu- cação básica: a aprendizagem consciente e crítica dos conteúdos escolares como condição essencial aos alunos na compreensão e análise do mundo em que vivem.
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Bolema  vol.31 número58

Bolema vol.31 número58

Ao reconhecer que as escolas praticavam a formação do conhecimento empírico, Davydov (2009) formulou um método para a aquisiçao do conhecimento científico. Propôs uma tese inversa à do conhecimento empírico, a saber: inicialmente, os alunos aprenderiam sobre os aspectos genéticos do objeto, ou seja, o movimento lógico e histórico do objeto de acordo com o que chamou de Teoria do Ensino Desenvolvimental. Essa teoria destaca as relações de gênese do objeto em estudo e sua transformação histórica, ao apresentar o princípio geral desse objeto. Posteriormente, reconhece a ciência como método próprio e geral para analisar e encontrar soluções para os problemas e formaliza, assim, o pensar teórico que desenvolve processos mentais que levam aos conceitos.
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PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E HUMANIDADES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO ALINE MOTA DE MESQUITA ASSIS

PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E HUMANIDADES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO ALINE MOTA DE MESQUITA ASSIS

e os elementos intervenientes nesse processo a partir das seguintes categorias: transformação dos dados da tarefa na condução da identificação do princípio geral do conceito de transformação linear; da modelação à transformação de um modelo para o conceito de transformação linear e o uso do conceito de transformação linear como ferramenta mental. Os resultados obtidos revelaram: motivação dos alunos durante o ensino experimental; compreensão dos conceitos algébricos, após a análise lógico-histórica, pela maioria dos sujeitos da pesquisa; indícios de progresso da zona de desenvolvimento proximal dos alunos no que tange aos conceitos de matriz, função e espaço vetorial, considerados aqui como os pré-requisitos para a formação do conceito de transformação linear, desenvolvendo a capacidade de pensar a Matemática de acordo com a forma de pensar desta ciência; indícios de mudanças qualitativas no desenvolvimento do pensamento teórico dos sujeitos da pesquisa quanto ao conceito de transformação linear. A principal contribuição desta pesquisa consistiu em mostrar um caminho alternativo de organização do ensino do conceito de transformação linear, consequentemente, da Álgebra Linear. Acredita-se que, mesmo com as contradições presentes na estrutura curricular dos cursos das áreas de Ciências Exatas e da Terra e Engenharias, bem como na formação escolar dos alunos, é possível realizar um ensino embasado na teoria do ensino desenvolvimental e contribuir para a formação do pensamento teórico da maioria dos alunos.
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Perfil da fluência: análise comparativa entre gagueira desenvolvimental persistente familial e isolada.

Perfil da fluência: análise comparativa entre gagueira desenvolvimental persistente familial e isolada.

Objetivo: avaliar e comparar a luência de indivíduos com Gagueira Desenvolvimental Persistente Familial e de indivíduos com Gagueira Desenvolvimental Persistente Isolada, caracterizando a tipo- logia das disluências, a porcentagem de disluências, a taxa de elocução e a gravidade da gagueira. Métodos: participaram 40 indivíduos, entre 6 e 42 anos de idade, divididos em dois grupos de 20 participantes cada um: Gagueira Desenvolvimental Persistente Familial e Gagueira Desenvolvimental Persistente Isolada. Os procedimentos utilizados nos grupos foram: histórias clínica e familial, avalia- ção da luência e Instrumento de Gravidade da Gagueira. Resultados: não houve diferenças esta- tisticamente signiicantes entre os grupos quanto à porcentagem de disluências gagas, ao luxo de sílabas e palavras por minuto, e a gravidade da gagueira. Nota-se uma tendência do grupo de pessoa com gagueira familial apresentar uma maior variabilidade da gravidade da gagueira, que foi de leve a muito grave, enquanto que, no grupo de pessoas com gagueira isolada, a gravidade variou de leve a grave. Conclusão: este estudo representa um primeiro esforço para a caracterização do peril da luência de subgrupos de pessoas que gaguejam, a saber, gagueira desenvolvimental persistente familial e gagueira desenvolvimental persistente isolada. Pode-se concluir que o peril da luência de pessoas com gagueira, independente do histórico familial, é semelhante. Vale ressaltar que a ocor- rência de algumas tipologias gagas, repetição de palavra monossilábica, bloqueio e intrusão foram distintas entre os grupos.
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Em busca das origens desenvolvimentais dos transtornos mentais.

Em busca das origens desenvolvimentais dos transtornos mentais.

Pode-se entender a psicopatologia desenvolvimental como um modelo conceitual, a partir do qual estratégias de pesquisa são desenhadas, observações são interpretadas e teorias subsequentes são geradas. Nesse sentido, a psico pa- tologia desenvolvimental é uma das possíveis lentes através da qual a psicopatologia pode ser vista. Neste artigo, são discutidos conceitos e abordagens utilizados por esse modelo para compreender como e por que determinados in di víduos desenvolvem transtornos mentais. Inúmeros artigos de re- visão sobre diferentes aspectos dessa disciplina 2-4,10-13 foram
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Cuidado Desenvolvimental: assistência de enfermeiros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Cuidado Desenvolvimental: assistência de enfermeiros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Objetivo: analisar o Cuidado Desenvolvimental na assistência de enfermeiros ao Recém-Nascido crítico, em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Método: estudo qualitativo com 11 enfermeiros de Unidades de Terapia Intensiva Neonatal de um município do interior paulista que teve como base conceitual o Cuidado Desenvolvimental. A coleta de dados ocorreu a partir da observação não participante, pesquisa documental em prontuários e entrevista semiestruturada. O Interacionismo Simbólico foi adotado como referencial teórico, e a Análise de Conteúdo de Bardin, como método de análise. Resultados: os enfermeiros detêm conhecimento acerca do Cuidado Desenvolvimental, contudo, há dissonâncias com o fazer dos mesmos. A análise está apresentada a partir de duas categorias temáticas: “Cuidado Desenvolvimental na atuação do enfermeiro” e “Enfermeiro, família e Cuidado Desenvolvimental”. Considerações fi nais: é necessário avivar refl exões sobre a assistência do enfermeiro quanto ao Cuidado Desenvolvimental, e fomentar sensibilidade e percepção em relação ao executado e registrado.
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Helicopter parenting instrument: estudos psicométricos iniciais com adultos emergentes

Helicopter parenting instrument: estudos psicométricos iniciais com adultos emergentes

O presente trabalho apresenta evidências de validade e fidelidade do Helicopter Parenting Instrument (HPI) no contexto português. Este instrumento avalia a perceção dos filhos sobre comportamentos parentais inapropriados face à sua etapa desenvolvimental (e.g., proteção excessiva, tomada de decisão pelos filhos). Participaram 187 adultos emergentes, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos, respondendo a um questionário sociodemográfico, ao HPI, ao Inventário de Sintomas Psicopatológicos (BSI) para avaliar a sintomatologia ansiosa e depressiva; ao Inventário do Clima Familiar (ICF) para avaliar a coesão e o conflito familiares; e à Escala das Dimensões do Desenvolvimento Identitário (DIDS) para avaliar o desenvolvimento identitário. Evidências de validade de constructo foram obtidas através da análise fatorial confirmatória realizada, que revelou um modelo unidimensional ajustado aos dados, assim como de validade convergente a partir das correlações entre o HPI e BSI, ICF e DIDS. Foi também obtido um valor de consistência interna satisfatório.
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Autocuidado em crianças/adolescentes com câncer à luz da Teoria de Orem

Autocuidado em crianças/adolescentes com câncer à luz da Teoria de Orem

alimentação e hidratação (vômito, anorexia, náusea e mucosite), atividade e repouso (dormir com os pais), isolamento e interação social (não freqüentar a escola, e lazer diminuído), e risco à saúde e ao bem-estar (exames laboratoriais alterados, dor e não possuir saneamento básico no domicílio). As demandas de autocuidado desenvolvimental foram trabalhadas em conjunto com as demandas de desvios de saúde, visto estarem interligadas nas crianças e adolesentes com câncer, permitindo a identificação dos novos requisitos de necessidade de tratamento estando relacionadas na maioria das crianças/adolescentes independente da faixa etária à existência de apenas posto de saúde próximo à residência, alteração no comportamento e ao não recebimento de ajuda de custo para o tratamento. Quanto aos tratamentos realizados observou-se a quimioterapia e a cirurgia. Já no item conscientização e atenção da nova condição por parte dos acompanhante/cuidadores verificou-se a atitude de superproteção em todos os grupos etários estudados. Quanto às condições de enfrentamento da situação, verificou-se que acompanhantes/cuidadores consideravam muito difícil o enfrentamento da situação vivida, bem como reconheciam parcialmente os riscos decorrentes da nova condição independente da faixa etária da criança/adolescente.
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Análise de SNPs nos genes SLC6A3 e DRD2 em portadores de gagueira desenvolvimental persistente do Estado de São Paulo

Análise de SNPs nos genes SLC6A3 e DRD2 em portadores de gagueira desenvolvimental persistente do Estado de São Paulo

A casuística deste estudo foi composta por 100 indivíduos: a) grupo amostral, com 50 probandos com gagueira persistente desenvolvimental familial, pertencentes à famílias distintas, já selecionadas em estudos preliminares de Canhetti-Oliveira (2004), Costa (2005), Domingues (2009), provenientes das clínicas escolas dos centros supracitados e selecionados independente do número de membros da família, sem distinção de sexo, raça, escolaridade e nível sócio-econômico-cultural, provenientes do Estado de São Paulo; b) grupo controle, com 50 indivíduos fluentes (alunos de graduação e pós-graduação) oriundos do Instituto de Biociências de Botucatu, sem vínculos acadêmicos com o grupo responsável pela pesquisa, e pareados por sexo.
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Fatores de risco na gagueira desenvolvimental familial e isolada.

Fatores de risco na gagueira desenvolvimental familial e isolada.

Os resultados dessa pesquisa sugerem que a reação e atitude familiar independem da presença ou não de outro parente com gagueira. No entanto, não foi objetivo do estudo investigar os fatores de risco relacionados com o grau de parentesco do familiar afetado. Sabe-se que o risco de recorrência é maior quando o familiar afetado é de primeiro grau, portanto, investigações futuras poderão analisar a reação e atitude familiar no grupo de gagueira desenvolvimental familial com afetados de primeiro grau, em comparação ao grupo com afetados de segundo e terceiro graus.
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Avaliação estrutural, desenvolvimental e funcional da família de indivíduos com hipertensão arterial.

Avaliação estrutural, desenvolvimental e funcional da família de indivíduos com hipertensão arterial.

Em relação a categoria desenvolvimental, identificamos que Amarílis apresenta diagnósti- co de Hipertensão Arterial, Artrite Reumatóide, Bronquite e Hipotireoidismo. Faz acompanhamento de saúde por meio de convênio particular. Afirma que segue corretamente todas as orientações dos profissionais de saúde quanto aos cuidados de sua condição crônica, porém refere que eles fazem pou- cas orientações. Relata que faz uso de vários medi- camentos contínuos e tem o cuidado de tomá-los nos horários corretos, refere seguir uma dieta alimentar saudável. Em todas as visitas foi aferida a pressão arterial e esta sempre esteve dentro dos parâmetros de normalidade. Há dois anos apresen- tou sintomatologia de Acidente Vascular Cerebral e realizou cateterismo cardíaco. Tem um nível sócio econômico elevado, o que lhe permite realizar ati- vidades diversificadas com vistas a melhorar sua qualidade de vida, como por exemplo, hidroginás- tica (interrompida há três meses, devido a piora da bronquite) e pilates que realizou durante um ano e parou devido à lesão no joelho, Atualmente realiza caminhada diariamente.
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Efeitos do treinamento físico sobre o perfil metabólico, ósseo, endócrino e leucocitário de ratos recém-desmamados

Efeitos do treinamento físico sobre o perfil metabólico, ósseo, endócrino e leucocitário de ratos recém-desmamados

Em relação a alguns parâmetros séricos, algumas importantes modificações aconteceram (Tabela 2), ainda mais em se tratando de ratos no período desenvolvimental em questão. O colesterol total apresentou relevante diminuição no GT (GT=68,27±13,71* mg/dL; GS=94,44±28,09 mg/dL), remetendo-nos à eficiência do treinamento aeróbio regular como fator preventivo às coronariopatias também em ratos recém-desmamados. Os níveis de proteínas totais também apresentaram importante redução (GT=7,30±0,40* g/dL; GS=7,74±0,36 g/dL), refletindo o anabolismo tecidual a que está sujeito o GT, com diminuição da proteína circulante, que é absorvida pelos tecidos de forma mais acentuada (PRADO; DANTAS, 2002; McARDLE; KATCH, F.; KATCH, V., 2003). Quanto aos níveis de glicose (GT=149,44±22,83 mg/dL; GS=130,22±21,80 mg/dL) e triglicérides (GT=284,53±77,29 mg/dL; GS=249,70±68,66 mg/dL), estes não apresentaram diferenças significativas. Devido à importância da glicose no metabolismo do tecido nervoso, já era de se prever que o índice glicêmico poderia manter-se sem significantes alterações, já que é habitualmente regulado dentro de limites muito estreitos. Em relação aos triglicérides, em geral, os programas padronizados de treinamento aeróbio não exercem importante influência sobre os níveis séricos de triglicerídios (McARDLE, KATCH e KATCH, 2003).
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Consumo de álcool nos adolescentes do concelho de Olhão

Consumo de álcool nos adolescentes do concelho de Olhão

Erickson (1968), dedica a parte da sua reflexão aos processos de identificação na adolescência. A adolescência é vista, por este autor, na sua dimensão desenvolvimental e definida em termos de tarefas. Assim, um dos conceitos que mais sucesso teve no discurso analítico refere-se às zonas sociais de experimentação e de integração das identidades adolescentes: o conceito de “moratória psicossocial” é então definido como o “espaço” dado, pela sociedade, ao adolescente, de modo a que este possa escolher e experimentar os diferentes papéis que a sociedade oferece processando assim a sua identidade. A moratória psicossocial é alcançada se o adolescente consegue, no fim do processo, adquirir uma identidade reconhecida por aqueles que o rodeiam e por si próprio:
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Gagueira desenvolvimental persistente familial: disfluências e prevalência.

Gagueira desenvolvimental persistente familial: disfluências e prevalência.

Participaram desta pesquisa 30 adultos com gagueira desenvolvimental persistente familial, de 18 a 53 anos (X= 31, DP=8,9), sendo 20 do sexo masculino e 10 do sexo feminino. Esses adultos são referidos como probandos, termo esse comumente utilizado nos estudos de genética, e diz respeito ao primeiro membro da família afetada que procura atendimento para tratamento.

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Perfil desenvolvimental das funções executivas em crianças de 05 a 08 anos da cidade de Natal - RN

Perfil desenvolvimental das funções executivas em crianças de 05 a 08 anos da cidade de Natal - RN

Os resultados indicam que não há influência da variável sexo sobre o desempenho nas atividades propostas. Assim, não foram identificadas diferenças significativas entre os desempenhos de meninos e meninas, tanto no que se refere à média global de acertos, quanto à média global de erros nas habilidades executivas pesquisadas. Resultado similar foi encontrado em outros estudos avaliando habilidades atencionais (Breckenridge, Braddick, & Atkinson, 2013). Pesquisa de perfil neuropsicológico do funcionamento executivo típico avaliando 267 crianças com o NEPSY-II também não encontrou efeito de gênero para nenhuma das tarefas do domínio Atenção/Função Executiva (Vargens, 2012). Estudo desenvolvimental avaliando o funcionamento executivo no desenvolvimento típico de crianças portuguesas, de 6 a 11 anos de idade, corrobora a ausência de efeito da variável sexo (Pinto, 2008).
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