Ensino fundamental (São Cristóvão)

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A PRÁTICA EDUCATIVA NO ENSINO FUNDAMENTAL

A PRÁTICA EDUCATIVA NO ENSINO FUNDAMENTAL

O estágio teve duração de seis meses, sendo três meses em uma sala do primeiro ano do Ensino Fundamental com crianças de seis anos de idade e os últimos três meses em uma sala de segundo ano com crianças de sete anos de idade. A partir dos métodos qualitativos de observação e as notas de campo foi possível levantar três categorias de análise: afetividade, gestão e planejamento.

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AINDA SOU PROFESSOR DO ENSINO FUNDAMENTAL

AINDA SOU PROFESSOR DO ENSINO FUNDAMENTAL

Este estudo foi realizado com o financiamento do CNPq. A pesquisa objetivou analisar as representações sociais de professores do Ensino Fundamental de escolas públicas sobre a sua permanência na docência na perspectiva das objetivações e ancoragens que organizam essas representações. A metodologia seguida consistiu numa pesquisa de caráter descritivo, com referência na Teoria das Representações Sociais de Moscovici (1978). A amostra envolveu 25 professores do Ensino Fundamental, distribuídos entre o sexo feminino e masculino com os seguintes critérios de seleção: do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental II de instituições públicas e privadas; com 5 a 10 anos de tempo de exercício na profissão; da cidade de Belém/PA. O Instrumento utilizado para a coleta de informações seguiu a técnica Q que consistiu na ordenação de 70 itens pré-elaborados sobre a temática em estudo para serem organizados pela ordem de importância de acordo com cada informante. A análise das informações dos professores, após registro, seguiu os procedimentos da referida Técnica. Os resultados parciais, deste estudo, destacam que as representações sociais de professores sobre a permanência na docência se organizam em torno de objetivações e de ancoragens com sentidos muito mais desprazerosos do que prazerosos sobre a profissão.
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ENSINO DE CIÊNCIAS PARA PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL I

ENSINO DE CIÊNCIAS PARA PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL I

Considerando esses aspectos, visamos com este trabalho socializar as etapas e os resultados de um projeto de extensão que tem como objetivo elaborar, desenvolver e avaliar ações formativas de Ciências com professores do ensino fundamental I de escolas da rede pública municipal ensino de Campo Mourão, tendo em vista oferecer-lhes momentos de discussão e troca de experiência entre os professores e subsídios teórico-práticos e sugestões para o trabalho com o conteúdo de Ciências para este nível de ensino, contribuindo para seu desenvolvimento profissional docente. Da mesma forma, entendendo a formação como um processo contínuo, esse projeto visa oferecer aos professores acompanhamento e orientações sobre o desenvolvimento de aulas teórico-práticas também em sala de aula no âmbito da disciplina de Ciências.
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Ensino Fundamental: diferenças regionais

Ensino Fundamental: diferenças regionais

O sistema educacional brasileiro tem passado por transformações que buscam o acesso e a continuidade de um ensino de qualidade para toda a população. No entanto, ainda apresenta altos níveis de reprovação. Em 1997, este foi estimado em torno de 23% 1 para o ensino fundamental, apesar de ter apresentado uma redução expressiva entre 1990 e 1997. Em 1990, esse mesmo indicador estava em torno de 34%. Além disso, o acesso ao ensino fundamental ainda é baixo. Essas são questões que podem comprometer todo o sistema educacional, uma vez que o ensino fundamental é o primeiro passo necessário para a formação dos indivíduos.
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O Ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental

O Ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental

Resumo: A pesquisa desenvolvida visa identificar como o Ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental está sendo desenvolvido na Escola Municipal “Santa Luzia” do Macurany – Parintins-AM, a partir dos dados coletados na pesquisa de campo sobre as práticas de ensino de História que os professores dessa unidade escolar têm como referencial de trabalho. Assim considerando que é a partir dos Anos Iniciais que a criança começa a despertar o pensamento crítico e reflexivo e, nessa etapa de ensino, o papel do professor torna- se ainda mais relevante, visto que a criança identifica o professor como um referencial de conhecimento. O referido ensino se trabalhado corretamente a partir dos pressupostos básicos previstos nos Parâmetros Curriculares Nacionais para os Anos Iniciais e debatidos por vários autores do ensino História, faz com que estes passem de meros receptores para construtores de suas próprias opiniões, com isso dando-lhes a possibilidade de pensar historicamente.
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SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O ENSINO DA DIVISÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O ENSINO DA DIVISÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL

O estudo que segue buscará detalhar uma possível sequência didática para o ensino da divisão, no terceiro ano do Ensino Fundamental, analisando como se sugere que isso seja feito, de acordo com os materiais de formação continuada de professores e com os objetivos propostos por documentos oficiais, em particular, dos Parâmetros Curriculares Nacionais, um documento cuja função é, efetivamente, “orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, [...]” (BRASIL, 1998) na educação brasileira.
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O ensino da álgebra no ensino fundamental: dificuldades e desafios

O ensino da álgebra no ensino fundamental: dificuldades e desafios

Nessa monografia destaca-se a enorme preocupação e evidência com as dificuldades encontradas pelos alunos e pelos desafios que os norteiam com ensino e aprendizado da álgebra, atualmente sempre muito presente na prática docente nos diferentes níveis de ensino em especial destaca-se o sétimo ano do ensino fundamental. A presente pesquisa teve por objetivo estudar as dificuldades encontradas pelos alunos e os desafios que os mesmos podem trazer para a pratica em sala de aula no ensino da álgebra, e tais dificuldades muitas vezes podem estar relacionadas em como o professor desenvolve sua metodologia de ensino no processo de aprendizagem da álgebra. De acordo com a análise feita dos referenciais teóricos buscou-se construir uma proposta que contribua para a discussão dos possíveis erros cometidos pelos alunos na formulação de se usar o raciocínio algébrico para resolver problemas práticos do seu cotidiano. A implementação e execução da proposta de ensino foi desenvolvida em duas fases: a primeira discutirá a álgebra num contexto geral a partir do surgimento da simbologia algébrica; - as diretrizes curriculares, a relação entre álgebra e aritmética, o ensino da álgebra no Brasil como; a história da álgebra, já a segunda será voltada para a analise dos resultados obtidos através dos questionários desenvolvidos em dois Colégios do Estado do Paraná na região Metropolitana. Foram utilizados questionários aplicados aos alunos do sétimo ano do ensino fundamental, juntamente com uma análise das resoluções por amostra quantitativas. Os resultados analisados deixam claro da grande dificuldade desses alunos, em obter a relação do pensamento e do raciocínio algébrico nas diversas etapas do ensino fundamental, enfocando maior dificuldade com alunos que cursam o período do sétimo ano do ensino fundamental em escolas públicas.
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Construções geométricas no ensino da matemática no ensino fundamental

Construções geométricas no ensino da matemática no ensino fundamental

Em uma das escolas que leciono, no planejamento antes do inicio do período letivo, houve uma orientação sobre uma nova caracterização para a Feira de Ciências (ou Mostra Cientíca) da escola. Para contextualizar, essa escola é particular, possui quatro turmas na Educação Infantil, nove turmas no Ensino Fundamental, sendo uma turma para cada ano, e três turmas no Ensino Médio, sendo uma turma para cada ano também.

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ÁLGEBRA NOS CURRÍCULOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

ÁLGEBRA NOS CURRÍCULOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O presente trabalho, que se insere no grupo de pesquisa “Inovações Curriculares nos Ensinos Fundamental e Médio”, composto por alunos de mestrado e de doutorado do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática, tem como objetivo identificar como a Álgebra aparece nos currículos do ensino fundamental nos últimos 50 anos e realizar uma análise comparativa entre os documentos oficiais que guiam a composição curricular de Matemática no Ensino Fundamental nas últimas décadas e o depoimento de professores que atuam na rede pública e particular. Inicialmente, para o embasamento teórico, apresentamos, por meio de revisão bibliográfica, as proposições de alguns autores que discutem o ensino de Álgebra. Em seguida, investigamos quais as recomendações curriculares relativas ao ensino da Álgebra, por meio de pesquisa documental, relatando e comparando as indicações dos Guias Curriculares, das Propostas Curriculares e dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Finalmente, por meio de aplicação de questionários a um grupo de professores que atuam na rede pública municipal e estadual de São Paulo, em turmas dos três últimos anos do Ensino Fundamental, buscamos identificar a visão dos professores sobre o tema Álgebra e o que revelam em relação à Álgebra que ensinam a seus alunos. Os resultados apontam que os professores consideram, em sua maioria, a Álgebra como um elemento importante para o desenvolvimento de habilidades de generalização, abstração, interpretação, mas que encontram severas dificuldades justamente no desenvolvimento dessas habilidades. Os problemas mais freqüentes apontados são: incompreensão no uso de letras e barreiras para generalizar e abstrair. Corroboram essas dificuldades aspectos como a forte crença no valor cultural dos conteúdos como o aspecto da aprendizagem mais valorizado pelos professores; a visão estruturalista da Álgebra e a mecanização como a técnica mais presente nas respostas. Os PCN são apontados como os materiais mais utilizados na preparação das aulas, embora haja aspectos altamente enfatizados nesse documento que pouco são citados pelos professores, o que denota, historicamente, a falta de um maior envolvimento dos professores em questões curriculares, bem como a necessidade de existir um maior preparo dos docentes para que haja um envolvimento consciente e uma reflexão crítica na construção do currículo.
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Ensino-aprendizagem do aluno surdo no ensino fundamental

Ensino-aprendizagem do aluno surdo no ensino fundamental

A inclusão escolar a cada dia ganha mais força, novos estudos, novas pesquisas são feitas mostrando que a educação especial é viável e a inclusão escolar uma realidade. O respeito pelas diferenças é o primordial para o sucesso da inclusão escolar, todos nós temos alguma dificuldade, alguns mais outros menos. O aluno com dificuldade de ensino deve ser estimulado e respeitado, as particularidades de cada um não podem ser postas de lado. Entre os alunos com dificuldade de aprendizagem encontram-se os surdos, pessoas com total condição de aprendizagem, porém não escutam, o que dificulta o ensino-aprendizado. Todavia, para o aluno surdo freqüentar a escola regular é preciso uma série de adequações a ser feitas para melhor atendê-lo: sala de recursos, professores capacitados, intérprete presente na sala de aula, classe especial (turma formada por alunos surdos ou com dificuldade de aprendizagem), mas, este aluno para estar em uma escola regular ele deve vir da Escola Especial de onde adquiriu o conhecimento de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, essencial para o seu aprendizado na Escola Regular. Através da pesquisa bibliográfica tenta-se evidenciar o ensino- aprendizagem do aluno surdo no Ensino Fundamental e apresentar as dificuldades enfrentadas pelo mesmo e professor. Onde se pode perceber que a maior dificuldade está em obter uma metodologia, plano de aula e práticas pedagógicas que contemplem o aluno surdo em sala de aula regular.
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A Física no Ensino Fundamental: onde estamos?

A Física no Ensino Fundamental: onde estamos?

Tal parecer foi pautado naquilo que é dever do Estado garantir (o ensino fundamental público, gratuito e de qualidade, sem requisito de seleção) com base nos princípios e garantias constitucionais. No Parecer, o relator eleva o direito à educação à um patamar de necessidade básica de todo cidadão, e fundamenta seu texto ressaltando a importância de se ter uma educação de qualidade, relevante, pertinente e equitativa; pautados em princípios éticos (de justiça, solidariedade, liberdade, igualdade, autonomia e dignidade da pessoa humana), em princípios políticos (reconhecimento dos direitos e deveres de cidadania, redução de desigualdades sociais e regionais, exigência de diversidade de tratamento para assegurar a igualdade de direitos, na busca da equidade no acesso à educação, no respeito ao bem comum), e em princípios estéticos (valorização das diferentes manifestações culturais, construção de identidades plurais e solidárias, livre expressão, cultivo da sensibilidade e da racionalidade, exercício da criatividade).
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Métodos alternativos para o ensino de ciências no ensino fundamental

Métodos alternativos para o ensino de ciências no ensino fundamental

Este trabalho teve como objetivo avaliar o uso de aulas experimentais relacionadas às aulas teóricas da disciplina de ciências em uma escola municipal de ensino fundamental e conclui que os métodos alternativos foram satisfatórios quando se observa as avaliações aplicadas antes e depois da aplicação das aulas e principalmente devido ao aumento do nível de acertos ter ocorrido após a realização das atividades, e comprovando estatisticamente por meio do teste de hipóteses t de Student que as diferenças entre as notas antes e depois foram significativas ao nível de 5%.
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O ensino da estatística nos anos finais do ensino fundamental

O ensino da estatística nos anos finais do ensino fundamental

Atualmente, há consenso a fim de que os currículos de Mate- mática para o ensino fundamental devam contemplar o estudo dos números e das operações (no campo da Aritmética e da Ál- gebra), o estudo do espaço e das formas (no campo da Geome- tria) e o estudo das grandezas e das medidas (que permite liga- ções entre os campos da Aritmética, da Álgebra, da Geometria e de outros campos do conhecimento). Um olhar mais atento para nossa sociedade mostra a necessidade de acrescentar a es- ses conteúdos aqueles que permitam lidar com dados estatísti- cos, tabelas e gráficos, a raciocinar utilizando ideias relativas à probabilidade e à combinatória (BRASIL, 1998a, p. 49). Também em Castro e Cazorla (2007, p. 1-2) percebe-se a preocupação quanto à formação estatística do cidadão em geral:
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Ensino de estatística para os anos finais do ensino fundamental

Ensino de estatística para os anos finais do ensino fundamental

A coleta de dados pode ser realizada na própria turma, ou determinar uma população que seja compatível com as condições dos alunos. Cita-se como exemplo a pesquisa realizada pelo 9º ano do Ensino Fundamental, onde eles se dividiram em duplas. Três duplas ficaram responsáveis em aplicar o questionário em duas turmas cada uma delas e outra dupla em aplicar em uma única turma. Assim, foram aplicados 76 questionários em todas as turmas que estudam na período matutino desse colégio.

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Ensino de estatística para os anos finais do ensino fundamental

Ensino de estatística para os anos finais do ensino fundamental

O presente trabalho teve como objetivo investigar as contribuições de uma sequência didática, utilizando a realidade dos discentes, na aprendizagem de conceitos estatísticos pelos alunos do nono ano do Ensino Fundamental. A revisão de literatura referente ao ensino de Estatística apoia-se em Rumsey (2002), Lopes (1998, 2003, 2008, 2010), Campos (2007), Silva (2007), Estevam (2010), Walichinski (2012), dentre outros. Com a intenção de alcançar o objetivo proposto, foi desenvolvida no ano de 2014 uma pesquisa aplicada, qualitativa com análise interpretativa e descritiva em uma turma de alunos do 9° ano do Ensino Fundamental de um colégio da rede privada de um município do norte do Paraná. Quanto a característica da pesquisa apoiou-se em Bogdan e Biklen (1994), Roesch (1996), Rosa (2009) e Silva e Menezes (2005). Em um primeiro momento foi aplicado um teste diagnóstico denominado pré-teste, no intuito de analisar o desempenho prévio dos alunos com relação aos conteúdos básicos de Estatística. Após a aplicação foi desenvolvida uma sequência didática que contemplou conteúdos básicos de Estatística. Durante a aplicação da sequência, observou-se uma participação mais efetiva dos alunos, isto é, apresentaram maior envolvimento e interesse pelos conteúdos abordados, uma vez que puderam coletar, organizar e tabular dados. Com base nos resultados do desempenho dos alunos após a aplicação é possível inferir que a sequência didática mostrou-se eficaz quanto a aquisição ao conhecimento de conceitos estatísticos, contribuindo assim, para o desenvolvimento das competências de raciocínio, pensamento e letramento estatístico. Como produto final desta pesquisa, apresenta-se um caderno pedagógico de apoio ao professor contendo uma sequência didática com conteúdos básicos de Estatística voltada para os anos finais do Ensino Fundamental, que se encontra anexado a esta dissertação.
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O ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental

O ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental

Esta dissertação tem como tema de pesquisa o Ensino de História e, como objeto, a análise da temática nos anos iniciais do Ensino Fundamental numa escola da rede estadual da cidade de São Paulo. Orientaram a pesquisa as seguintes questões: como as professoras compreendem o ensino de história na formação das crianças nos anos iniciais? As práticas metodológicas desenvolvidas por elas em sala de aula contribuem para a conscientização das crianças? Os documentos e programas oficiais da rede pública e as Orientações curriculares subsidiam uma formação libertadora nessa faixa etária? O referencial teórico que subsidiou esse trabalho foi a concepção de educação libertadora de Paulo Freire. Para demonstrar a relevância acadêmica e pedagógica do trabalho foi realizada uma revisão bibliográfica dos principais trabalhos, teses e dissertações que tratam do tema no Portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) bem como um levantamento no site da Scientific Eletronic Library Online (Scielo), no período entre 2010 e 2015, na área da Educação. A pesquisa empírica foi realizada em uma escola pública da Rede Estadual localizada na Zona Oeste da cidade de São Paulo. Além da análise dos documentos legislativos, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com cinco docentes das salas de 1º ao 5º dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir do exame dos dados da realidade estudada, verificou- se que o discurso sobre as intenções a respeito do ensino de história nesse ciclo educacional difere da prática educativa. Apesar dos avanços dos estudos desenvolvidos nas últimas décadas sobre o ensino de história, a prática docente ainda está atrelada a um formato tradicional de ensino, baseado, dentre outros aspectos, na memorização de textos dos livros didáticos e da abordagem histórica descontextualizada, impactando negativamente na ideia de formação para conscientização e cidadania das crianças.
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Jogos didáticos para o ensino de Astronomia no Ensino Fundamental

Jogos didáticos para o ensino de Astronomia no Ensino Fundamental

A Astronomia, apesar de presente em salas de aulas, por vezes, se apresenta como uma série de conteúdos de difícil entendimento. A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), evento realizado desde 1998, foi criada como um importante recurso pedagógico, um instrumento de divulgação que objetiva estimular o interesse dos jovens sobre o tema, atuar como importante auxiliar na aprendizagem, de forma a contribuir para a melhoria do rendimento escolar. O presente trabalho apresenta três jogos didáticos desenvolvidos e aplicados em uma escola pública do Noroeste do Estado do Rio de Janeiro, com vistas à preparação de alunos do Ensino Fundamental para participação na OBA. Os jogos foram confeccionados com materiais de baixo custo e fácil aquisição. Para avaliação da usabilidade dos jogos, a compreensão e a clareza das regras, foi aplicado um questionário composto por oito questões fechadas e uma questão aberta. A análise dos questionários, bem como os resultados obtidos na OBA, indica que os jogos desenvolvidos cumpriram seus objetivos, contribuindo para que o processo de ensino-aprendizagem ocorra de forma divertida, didática e prazerosa. O trabalho desenvolvido com estas ferramentas didáticas para o estudo de Astronomia produziu um espaço privilegiado de construção e popularização do conhecimento científico com um olhar crítico e construtivo, que, por muitas vezes, é ignorada no trabalho escolar cotidiano.
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Metodologia do ensino de astronomia no ensino fundamental I

Metodologia do ensino de astronomia no ensino fundamental I

Este trabalho teve como temática a metodologia de ensino de Astronomia na Educação Básica- Fase I do Ensino Fundamental. A partir das aulas teóricas sobre o universo, buscou-se colocar os alunos diante de atividades lúdicas e visuais para poderem ter uma melhor compreensão do sistema planetário a qual pertencemos e do Universo como um todo. Sabe-se que A Astronomia é uma área científica muito complexa, e por isso passível de proporcional grande curiosidade. Na escola, a Astronomia pode ser explorada como uma ferramenta motivadora e dotada de conceitos que possibilitam ser interligada em diferentes ramos das Ciências, como a Física, Matemática e Geografia, por exemplo. A pesquisa teve como ponto de partida um estudo bibliográfico de diversos autores a fim de embasar a proposição de uma metodologia de ensino para se trabalhar o Conteúdo de Astronomia com alunos do 4º ano do Ensino Fundamental em uma Escola Municipal na cidade de Medianeira/PR. Os métodos utilizados são diversificados, incluindo o livro didático, simulador computacional, cartazes, tira métrica, filme e jogo de dominó, com a participação dos alunos na Olimpíada Brasileira de Astronomia. Como um dos resultados relevantes deste estudo foi uma metodologia diferenciada e voltada aos interesses dos alunos, com intuito de promover a ludicidade e envolve-los em trabalhos estimulantes, nos quais sejam produzidas atividades que permitam seu aprendizado.
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A relação do ensino de química no decorrer do ensino fundamental

A relação do ensino de química no decorrer do ensino fundamental

Atualmente no componente curricular de Ciências, no Ensino Fundamental (EF), o ensino de química é apresentado geralmente no último ano, assim como o ensino de física, como uma prévia ao ingresso no Ensino Médio. Com preocupação optamos por fazer uma revisão bibliográfica nos anais do EDEQ e busca por dissertações de mestrado no banco de dados da CAPES, período de 2012 a 2014. Através da revisão objetivamos observar como o ensino de química está posto no decorrer do EF quanto às limitações (professor que não pesquisa, falta de tempo e uso do Livro Didático) e algumas possibilidades (formação continuada, grupos de estudo e Situações de Estudo). Assim, cabe propor a religação de saberes demarcando a reorganização curricular do 6º ao 9º ano do EF.
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O ensino hibrído no ensino fundamental: possibilidades e desafios

O ensino hibrído no ensino fundamental: possibilidades e desafios

Este tema foi motivado pelo interesse de pesquisar, refletir acerca dos desafios da contemporaneidade para a Educação, a partir da minha experiência na área da Educação 1 .Sou professora de Ensino Fundamental há aproximadamente 30 anos e participar de uma capacitação sobre Educação Tecnológica tornou-se um grande desafio. Do giz branco, a lousa digital, foi um avanço inovador. Ao participar das discussões nos fóruns, dos conteúdos estudados junto aos demais, novas informações me permitiam refletir intensamente sobre a educação na contemporaneidade. Durante essa Especialização, dediquei parte do meu tempo para a pesquisa, buscando disseminar informações construídas num ambiente de cooperação com colegas e professores do local onde atualmente trabalho, o que me proporcionou novas visões sobre os conteúdos a partir da consciência de que cada contribuição era relevante para todo grupo.
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