Ensino médio - Experimentos

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Experimentos em sala de aula para o ensino de química no ensino médio: motivação para o aprendizado das ciências

Experimentos em sala de aula para o ensino de química no ensino médio: motivação para o aprendizado das ciências

Antes da aplicação dos experimentos para o 2º e 3º ano do ensino médio do Colégio, foi aplicado um questionário (Apêndice A) para saber a opinião dos alunos quanto aos experimentos, o que é química e seu gosto pela disciplina. As duas turmas possuíam aproximadamente 28 alunos cada. Na turma do 2º ano, apenas 14 responderam ao questionário e no 3º ano, apenas 17 alunos. Comparando as duas turmas, as duas participaram dos experimentos, mas no 2º ano houve maior questionamento e interesse por parte dos alunos, pois os mesmos fizeram mais perguntas, possuíam mais curiosidades sobre os experimentos, questionavam o porquê dos resultados observados nos experimentos. No 3º ano também houve questionamento, mas a participação da turma foi menor. A seguir é apresentada a interpretação dos questionários, comparando as duas turmas.
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Análise da verdura química de experimentos propostos para o ensino médio

Análise da verdura química de experimentos propostos para o ensino médio

Este trabalho apresenta a análise da verdura química de experimentos, propostos por licenciandos em química, para o ensino médio. Para realização dessa análise empregou-se a métrica holística Matriz Verde que consiste na elaboração de uma matriz SWOT, na qual, em uma análise interna elencam-se os pontos positivos e negativos do experimento em relação aos princípios da Química Verde considerados e, numa análise externa, apontam-se as possibilidades de melhoria de verdura e as ameaças intrínsecas ao experimento. Foram analisados 04 (quatro) propostas experimentais elaboradas, em dupla, por 06 (seis) acadêmicos assíduos à disciplina. Os resultados demonstram que duas propostas – P1 e P3 – apresentaram maior verdura atendendo parcial ou plenamente os princípios de verdura analisados. O alto índice de verdura deveu-se principalmente à baixa toxicidade dos reagentes utilizados, suas fontes renováveis e a possibilidade de emprega-los em outros experimentos. As outras duas propostas apresentaram menor verdura química em relação as primeiras, mas em suas análises externas verificou-se possibilidades de melhorá-las sob esse aspecto. Todas as propostas buscaram empregar materiais alternativos como forma de atenuar os impactos ambientais e melhorar a verdura do experimento. Entretanto, verificou-se que a simples substituição de reagentes convencionais por reagentes alternativos não é garantia para atingir esse objetivo. O emprego da Matriz Verde pode servir como uma ferramenta viável, de baixa dificuldade e de largo alcance para avaliar os experimentos de maneira sistêmica, além de propor melhorias que os tornem mais sustentáveis, evitando alegações de “falsa verdura”.
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SELEÇÃO DE EXPERIMENTOS DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: UMA INVESTIGAÇÃO A PARTIR DA FALA DE PROFESSORES

SELEÇÃO DE EXPERIMENTOS DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: UMA INVESTIGAÇÃO A PARTIR DA FALA DE PROFESSORES

procurando debater a relação processo versus conteúdo (Trumper 2003: 646; Kirschener 1992; Hodson 1985; 1990; Solomon 1988; Nedelsky 1958). Alguns analisam os objetivos do laboratório, seu papel e características ou ressaltam a estruturação didática, as etapas do método científico, a importância da introdução de experimentos fundamentais (Nedelsky 1958; Moreira 1980; Sandoval & Cudmani 1992; Kirschener 1992; Gott & Mashiter 1994; Doran et al 1995; Gil & Castro 1996; Welzel et al. 1998; Lianko 1999; Hirvonen & Viiri 2002; Golin 2002; Séré et al. 2003). Há trabalhos que centram mais a atenção na natureza epistemológica e na relação desta com o ensino e aprendizagem (Arruda et al. 2001; Cudmani & Sandoval 1992; Millar 1987, 1994; Matthews 1994; Kirschner 1992; Duhem 1989; Solomon 1988; Martins 1982), que investigam a questão da dinâmica de grupo de estudantes no trabalho de laboratório por meio de referenciais psicanalíticos (Barolli 1998), ou que buscam métodos alternativos de avaliação dos estudantes, mais apropriados às características pedagógicas desenvolvidas em ambiente de laboratório (Hofstein & Lunetta 2004: 42 - 44). Há os que buscam identificar as dimensões do interesse (Martinez & Haertel 1991), que analisam o benefício de um experimento em termos dos resultados das atitudes dos alunos frente a um estilo de instrução aberto e questionador, comparado a um estilo expositivo (Berg et al. 2003). Inclui-se, ainda, os que buscam as diferentes percepções dos alunos e professores a respeito do propósito do laboratório (Tsai 2003; Sebastia 1987) e que comparam o planejamento das atividades práticas com as razões para esse planejamento (Richoux & Beaufils 2003). Para terminar, temos os que, por meio de grandes projetos, mostram as práticas comuns vinculadas a objetivos gerais dos diversos laboratórios do ensino médio e universitário de vários países da Europa (Séré 2002; Welzel et al. 1998), inclusive, apontando as diferenciações e particularidades dos laboratórios de física, química e biologia (Tiberghien et al. 2001) etc..
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IMPACTOS DO USO DE EXPERIMENTOS DE BAIXO CUSTO NO ENSINO DE GENÉTICA EM COLÉGIOS DE ENSINO MÉDIO

IMPACTOS DO USO DE EXPERIMENTOS DE BAIXO CUSTO NO ENSINO DE GENÉTICA EM COLÉGIOS DE ENSINO MÉDIO

As aulas práticas com materiais de baixo custo e alternativos, possibilitaram apresentar aos estudantes o conteúdo em genética de forma lúdica, tecnológica e científica, superando os obstáculos da falta de materiais de ponta e caros, geralmente utilizados nas atividades de genética, e a ausência de espaços específicos ao desenvolvimento de experimentos em biologia. Esses resultados foram semelhantes aos encontrados por Jann e Leite (2010), após aplicação do jogo de DNA num colégio de Ensino Médio. As atividades práticas que envolvem o lúdico podem ser estimulantes ao aluno e facilitar a aprendizagem (DENTILLO, 2009). As aulas práticas podem ajudar no desenvolvimento de conceitos científicos, além de permitir que os estudantes aprendam como abordar objetivamente o seu mundo e como desenvolver soluções para problemas complexos. Além disso, as aulas práticas servem de estratégia e podem auxiliar o professor a retomar um assunto já abordado, construindo com seus alunos uma nova visão sobre um mesmo tema. Quando compreende um conteúdo trabalhado em sala de aula, o estudante amplia sua reflexão sobre os fenômenos que acontecem à sua volta e isso pode gerar, consequentemente, discussões durante as aulas fazendo com que os alunos, além de exporem suas ideias, aprendam a respeitar as opiniões de seus colegas de sala. A participação intensa dos estudantes nas atividades indicou que a experimentação teve boa aceitação pelo público das instituições de ensino e revelou ser a experimentação um dispositivo importante a ser utilizado no processo ensino-aprendizagem. Essa atividade, portanto, poderia se tornar constante em sala de aula junto a outras técnicas de ensino, para que houvesse melhor aprendizado. Como já citado, a prática em genética na sala de aula dos colégios analisados foi uma atividade inédita para os estudantes.
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Experimentos de baixo custo em aulas de física no ensino médio: duas propostas

Experimentos de baixo custo em aulas de física no ensino médio: duas propostas

ferramenta didática em aulas de Física no Ensino Médio, tendo em vista a baixa exploração deste recurso por dificuldades apresentadas como falta de material e espaço propício para a experimentação. Serão apresentadas duas propostas corroborando a possibilidade do uso e da produção de experimentos em sala de aula.

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As vantagens da utilização de experimentos no processo de ensino-aprendizagem de física no ensino médio

As vantagens da utilização de experimentos no processo de ensino-aprendizagem de física no ensino médio

A Física é uma ciência que estuda os fenômenos naturais, unindo teoria e prática. Porém, nas escolas, não é difícil notar que o ensino de Física no ensino médio tem se resumido à aplicação de fórmulas e conceitos que, na maioria das vezes, são tratados de forma superficial, fugindo da imaginação e do entendimento dos estudantes, tornando-se abstratos. Diante dessa situação, é de suma importância a utilização de uma estratégia didática que facilite o entendimento e a aprendizagem dos conteúdos de Física, neste caso as atividades experimentais. Com a utilização de experimentos no ensino de Física, é possível fazer com que o aluno tenha um pensamento diferente a respeito dos conceitos, uma vez que ele tem a oportunidade de observar e, inclusive, aplicar o fenômeno que está sendo estudado e, com isso, passa a ter um papel mais ativo na produção do seu próprio conhecimento, podendo questionar os fatos que estão sendo observados. Além disso, a contextualização dos conteúdos da disciplina de Física faz toda a diferença, a fim de facilitar o entendimento e despertar o interesse dos alunos. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é destacar a influência positiva do método experimental no ensino de Física, no nível médio, no que se refere à compreensão dos conteúdos da disciplina por parte dos estudantes. Para isso, utilizou-se o método de Pesquisa Bibliográfica Descritiva.
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Elaboração de um manual de experimentos de bioquímica para professores do ensino médio

Elaboração de um manual de experimentos de bioquímica para professores do ensino médio

creio que a banca vai perguntar bastante sobre isso, então, talvez fosse bom inserir um pequeno aspecto desse tópico (Ensino Investigativo) no Manual. E se as práticas fossem acompanhadas de um roteiro que seria entregue aos estudantes? Creio que se você fizesse isso teria a possibilidade de explicar ao professor seus objetivos para a atividade de forma concreta. Imagino que se você tivesse uma cópia de uma atividade propostas dessas (respondida por um estudante) no seu manual, seria bem interessante. Outro ponto que gostaria de assinalar é a BNCC, documento muito discutido atualmente, que trabalha bastante na linha do Ensino Investigativo como um dos seus eixos estruturantes. Acho que seu material tem potencial para ser usado como base para uma disciplina dos “Itinerários formativos”, como uma alternativa concreta para o "Novo Ensino Médio". Veja que você pode apresentar seu trabalho como base para uma disciplina laboratorial, sendo assim, o manual não seria apenas uma compilação de experimentos, mas o material didático para um projeto educacional. Seria um bom documento a ser inserido no Manual (BNCC) ... No meu trabalho eu cito alguma coisa a esse respeito: dê uma olhada no meu TCM< quando falo sobre o (National Research Council , 2000) . Pergunta de banca: “ De que maneira o seu Manual pode ser usado no Ensino Investigativo”? Nesse caso, acho que você deveria explicar a relação do Ensino Investigativo com cada um dos tópicos que apresenta como padrão em cada experimento. Imagino que você relacionar cada um dos tópicos com o Ensino Investigativo, em um capítulo antes das práticas propriamente ditas, haverá ganho de qualidade no seu Manual. Exemplo: "Na problematização, apresenta-se ao professor perguntas que devem ser apresentadas aos estudantes, pois... " Parabéns pela ideia do seu "Cartoon": deu toque especial ao Manual! Desculpe pela "tempestade cerebral", Aline! Estou sempre aqui, caso precise de algo! Foi um prazer contribuir.
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O Uso do método Jigsaw e de experimentos sensoriais na melhoria do ensino e aprendizagem de ácidos e bases no ensino médio

O Uso do método Jigsaw e de experimentos sensoriais na melhoria do ensino e aprendizagem de ácidos e bases no ensino médio

Esse manual é produto da pesquisa de mestrado intitulada “o uso do método jigsaw e de experimentos sensoriais na melhoria do ensino e aprendizagem de ácidos e bases no ensino médio”, realizada no ano de 2019, em uma escola de ensino médio da rede pública estadual, modalidade regular, localizada em Maracanaú-CE. Os resultados da pesquisa possibilitaram a organização desse material, que tem como proposito auxiliar professores na aplicação/adaptação de uma aula de ciências utilizado método jigsaw de aprendizagem cooperativa associado a experimentos sensoriais, uma vez que a aula proposta provocou avanços significativos na aquisição de saberes pelos alunos, sobre o tema abordado, e que foi muito bem aceito, inclusive reduzindo a resistência dos alunos a realização de atividades de leitura.
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O uso didático de experimentos de baixo custo nas aulas de química do ensino médio nas extensões escolares do município de Itapipoca-CE – estudo de caso

O uso didático de experimentos de baixo custo nas aulas de química do ensino médio nas extensões escolares do município de Itapipoca-CE – estudo de caso

O ensino de ciências da natureza (Biologia, Física e Química) há muito tempo é objeto de discussão em trabalhos e eventos científicos promovidos por estudiosos do assunto. Existe um consenso de que não é uma atividade fácil e que necessita de ferramentas eficientes para promover uma educação atraente para um público cada vez mais desestimulado. Uma das ferramentas para incentivar a aprendizagem em Química é o uso de atividades experimentais. Apesar dos investimentos feitos na educação brasileira algumas escolas ainda não disponibilizam de laboratórios de ciências. Entretanto, para essas escolas que ainda enfrentam esse problema, os professores podem inserir em suas aulas, atividades experimentais usando materiais alternativos. Este trabalho trata-se de uma pesquisa exploratória, que teve como objetivo trabalhar conteúdos de Química em turmas de 2º ano do Ensino Médio através de experimentos, usando materiais de fácil acesso em uma extensão escolar (anexo) no município de Itapipoca – CE. O Trabalho consistiu na aplicação de três experimentos sobre Termoquímica, Cinética e Equilíbrio Químico, conteúdos programados no livro didático do aluno. A avaliação foi feita através de dois questionários sendo um antes e outro após a realização dos experimentos. A partir dos resultados obtidos nos questionários aplicados aos alunos as atividades experimentais foram avaliadas como uma estratégia pedagógica eficiente a serem realizadas nas aulas de Química. No final deste trabalho foi construído como produto educacional um material didático na forma de apostila contendo dez (10) experimentos de Química abordando assuntos de Físico-Química e Química Analítica, utilizando reagentes alternativos, para que possa servir de suporte pedagógico aos professores de Química que trabalham nas extensões escolares. Essa pesquisa possibilitou aos alunos da escola pesquisada a participarem de atividades experimentais, onde foi possível estimular a curiosidade despertando sua capacidade reflexiva. Muitos desses alunos estavam participando de uma atividade experimental pela primeira vez, isso foi um fator motivador para aumentar a participação e portanto melhorar a aprendizagem do conteúdo abordado na aula.
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Atividades investigativas no ensino de física : experimentos de Hertz no ensino médio

Atividades investigativas no ensino de física : experimentos de Hertz no ensino médio

Este guia foi elaborado principalmente para turmas de 3º ano do ensino médio com o intuito de auxilia-los no ensino de Propagação de Ondas Eletromagnéticas e Efeito Fotoelétrico através de Atividades Investigativas que utilizam experimentos demonstrativos e utilização de recursos computacionais para uma melhor aprendizagem, bem como exemplos do cotidiano abrangendo o assunto proposto.

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Física dos gases ionizados : uma proposta para introdução de conceitos e experimentos para estudo do quarto estado da matéria : o plasma no ensino médio

Física dos gases ionizados : uma proposta para introdução de conceitos e experimentos para estudo do quarto estado da matéria : o plasma no ensino médio

Neste trabalho, apresentamos uma proposta para inserção do estudo do Estado Plasma no Ensino Médio, com o propósito de atualização do currículo de física brasileiro. Para isso, lançamos mão dos conhecimentos comumente ensinados e, quando uma inovação se fez imperativa, procuramos demonstrar que existe uma simplificação coerente para o conteúdo, para que seja apresentada na mesma linguagem e formato pedagógico adotado para os outros estados físicos. A necessidade e importância dessa atualização é amplamente evidenciada, pelo que argumentamos como ela se encaixa na visão do futuro daquela ciência no Brasil, de acordo com o Ministério da Educação, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a Sociedade Brasileira de Física (SBF). Incluídos na proposta, estão: (a) um método para anexação da transição de fase gás-plasma; (b) uma sugestão para cálculo da temperatura de ionização (em um plasma ideal); (c) um exemplo de aplicação contextualizada no espectrômetro de massa, por meio de roteiros de aulas planejadas de conformidade com a teoria de Robert M. Gagné, para a introdução qualitativa do conteúdo ao aluno; (d) dois experimentos sugeridos para a visualização do comportamento da matéria em estado plasma; e (e) um website para suporte à professor e aluno para implementação dos temas deste trabalho. Todas as mudanças apresentadas foram pensadas de modo a minimizar o impacto no banco de horas das escolas. Apesar de não terem sido possíveis a aplicação e a avaliação completas desse trabalho, no tempo de sua produção, incluímos um questionário aplicado antes e após aulas por nós ministradas, com vistas a verificação da efetividade da aprendizagem, o qual nos proporcionou resultados encorajadores.
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Uma estratégia para aprendizagem significativa: estudo das propriedades da luz através de experimentos de baixo custo para o ensino médio

Uma estratégia para aprendizagem significativa: estudo das propriedades da luz através de experimentos de baixo custo para o ensino médio

Palavras-chave: Aprendizagem Significativa; Práticas Experimentais no Ensino de Física, Experimentos com Materiais de Baixo Custo... ABSTRACT.[r]

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O uso de experimentos computacionais interativos no ensino de mecânica para alunos do 1º ano do ensino médio

O uso de experimentos computacionais interativos no ensino de mecânica para alunos do 1º ano do ensino médio

Todos nós vivemos em um planeta que é regido por leis físicas, porém são poucas as pessoas que conhecem estas leis, ou quando as ouvem falar, não sabem associá-las com os fenômenos que presenciam diariamente, como ocorre com os estudantes do primeiro ano do ensino médio. Estes estudantes muitas vezes estudam leis e equações matemáticas na disciplina de Física em suas escolas, mas não são capazes de unir o conhecimento teórico com o conhecimento prático do mundo que os cerca. Este fato é notório quando falamos da Mecânica, que estuda o movimento dos corpos e suas causas. A Mecânica é abordada no ensino de Física de todas as escolas estaduais do nosso país e contém assuntos facilmente observados no dia-a-dia desses estudantes. No entanto, tais estudantes muitas vezes não demonstram adequada compreensão na relação entre a teoria vista em sala de aula e os fenômenos cotidianos.
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SELEÇÃO DE EXPERIMENTOS DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

SELEÇÃO DE EXPERIMENTOS DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

[ii] Neste último caso, para esclarecer, diferentemente da questão de âmbito epistemológico relativo a um conhecimento particular, o âmbito de habilidades cognitivas se impõe quando o seguinte horizonte de inquietação está envolvido. Kuhn et al. (apud Leach 1999: 790) argumentam que até a adolescência, as crianças não mantêm teoria e evidência como entidades separadas, o que as incapacita de refletir a respeito das teorias em termos de evidências e a gerar predições baseadas nessas teorias. Em Leach (1999) também há a constatação de que um número significativo de crianças de nove anos absolutamente se refere à evidência como prova de uma explicação, mas, polemizando com Kuhn, afirma que elas são capazes de separar evidência de teoria (ibid.: 803). Quiçá estas questões para o ensino médio tendam a ser quase insignificantes, contudo, no contexto ligado ao pensamento lógico uma maior atenção do professor deve estar presente ainda nessa faixa etária. Quando se defrontam com questões, por exemplo, da conservação de todas as outras variáveis para estudar a dependência entre parâmetros (Piaget & Inhelder 1976), é possível constatar alunos adolescentes mantendo um atraso cognitivo no domínio dessa habilidade lógica. Dentro do campo lógico poderíamos ainda lembrar as regras do fechamento dedutivo e da não consistência: a primeira diz que se deve acreditar sempre em todas as conseqüências lógicas daquilo em que presentemente se crê; a segunda afirma que não se dever acreditar nos elementos de um conjunto inconsistente de proposições (Abrantes 1993: 183). (volta para o texto)
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Experimentos sobre leis de conservação para o ensino de física no ensino médio baseados em tecnologias livres

Experimentos sobre leis de conservação para o ensino de física no ensino médio baseados em tecnologias livres

Mas para previnir qualquer objeção que possa ser levantada contra a regra, para prová-la este experimento foi feito, como a regra supõe que os corpos são absolutamente duros, ou no mínimo perfeitamente elásticos (embora corpos assim não sejam encontrados na natureza), devo adicionar, que os experimentos que descrevo, não dependem da qualidade da dureza, que funciona do mesmo modo para corpos macios e corpos duros. Para que a regra possa ser aplicada em corpos não perfeitamente duros, nós devemos somente diminuir a reflexão de certa proporção que a força elástica requer. Da teoria de Wren e Huygens, corpos absolutamente duros retornam um do outro com a mesma velocidade com que se encontraram. Mas isto pode ser dito com certeza para corpos perfeitamente elásticos. Em corpos imperfeitamente elásticos a velocidade do retorno é diminuida junto com a força elástica; por causa desta força (exceto quando partes dos corpos estão deformadas pelo seu encontro, ou sofrem dano como o produzido por um martelo) é (até onde eu percebo) certo e determinado, e faz os corpos retornarem um do outro com uma velocidade relativa, que é dada pela razão da velocidade relativa com que se encontraram. Para isto experimentei com bolas de lã, feitas hermeticamente, e fortemente comprimidas. Para, inicialmente, deixando-as como pêndulo, e medindo sua reflexão, eu determinei a quantidade da sua força elástica; e então, de acordo com esta força, estimar as reflexões que deveriam acontecer em outros casos de encontro. E com este cálculo outros experimentos feitos depois concordaram; as bolas sempre retrocedendo uma da outra com uma velocidade relativa, que estava para a velocidade relativa de aproximação numa razão de 5 para 9. Bolas de aço retornaram com quase a mesma velocidade; bolas de cortiça com uma velocidade algo menor; mas com bolas de vidro a proporção foi de cerca de 15 para 16. E assim a terceira lei, no que se refere a percussão e reflexão é provada pois a teoria concorda com a experiência.
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Atividades investigativas no ensino de física : experimentos de Hertz no ensino médio

Atividades investigativas no ensino de física : experimentos de Hertz no ensino médio

Já Heckler em seu estudo sobre o Uso de simuladores e imagens como ferramentas no ensino/aprendizagem de ótica, utilizou-se das novas tecnologias de ensino: a informática como ferramenta auxiliar (2004). O autor utilizou computadores para trabalhar com simuladores Java Apllets, animações e imagens para criar um material de hipermídia sobre o conteúdo de ótica geométrica e ótica física disponibilizado posteriormente para os alunos em CD-ROM (HECKLER, et al. 2004). Neste caso, o material foi desenvolvido pelo professor como uma proposta de atividade aplicada posteriormente aos alunos, desta forma o estudo teve duas etapas importantes: 1) o desenvolvimento do material didático; 2) a aplicação e disponibilização do mesmo para os alunos.
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Experimentos para o ensino médio que utilizam o Led

Experimentos para o ensino médio que utilizam o Led

Em materiais semicondutores, a passagem de corrente elétrica através de uma junção p-n diretamente polarizada implica em liberação de energia devida à recombinação de elétrons em abundân[r]

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Experimentos para visualização de linhas de campo elétrico para o ensino médio

Experimentos para visualização de linhas de campo elétrico para o ensino médio

O aprimoramento da capacidade de observação dos alunos é um dos aspectos que deve ser ressaltado quando falamos das atividades experimentais, pois é fundamental que os alunos compreendam todas as etapas das atividades propostas e como consequência ocorre o aprimoramento da sua concentração. Uma das formas de estimular ainda mais o aprimoramento de tal habilidade é através da solicitação aos alunos de registros escritos sobre os eventos ocorridos durante a atividade (CARVALHO et al., 2005 ). É importante, também, ressaltar que não se deve valorizar a padronização rígida de relatórios experimentais pois o caráter do ensino médio não é profissionalizante, mas algumas instruções básicas devem ser fornecidas a fim de não deixar os alunos inseguros quanto a apresentação e discussões das atividades propostas.
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A construção de experimentos pelos alunos do ensino técnico integrado ao médio : uma proposta de resolução de problemas no contexto de uma mostra escolar de ciência e tecnologia

A construção de experimentos pelos alunos do ensino técnico integrado ao médio : uma proposta de resolução de problemas no contexto de uma mostra escolar de ciência e tecnologia

Este trabalho relata a busca de evidências de aprendizagem através da construção de experimentos por alunos e respectiva apresentação numa feira de ciências. A proposta foi aplicada em uma turma do ensino médio técnico do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) e contou com a participação de 30 alunos. Foi realizada uma análise preliminar das dissertações de três universidades, que tratam de experimentos de física para o ensino médio, Universidade do Espírito Santo (UFES), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Apontou a Aprendizagem Significativa como referencial mais abordado empatada com a Motivação. Para coleta de dados, foram utilizados: Mapas Conceituais antes e após a construção do experimento, pré e pós-teste, com “grau de segurança” das respostas dadas e avaliação discente. A análise dos dados teve enfoque qualitativo e quantitativo. Os resultados obtidos pela coleta de dados mostraram melhora na qualidade do Mapa Conceitual confeccionado após a utilização da proposta de construção do experimento, bem como a apropriação de novos conceitos de maior relevância conceitual. O pós-teste apresentou maior número de acertos e o grau de segurança revelou que os alunos estavam mais seguros das respostas que acertaram. O questionário de avaliação discente mostrou aumento da nota dada pelos alunos ao professor/mestrando, reflexo de uma atividade motivadora. Como os resultados corroboram com a ocorrência de aprendizagem significativa, podemos dizer que a proposta de construção do experimento, também chamada de intervenção, obteve êxito, para os conceitos relacionados à reflexão em espelhos e à transformação de energia.
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Experimentos didáticos para o ensino de estrutura atômica: motivação para o aprendizado no ensino de química

Experimentos didáticos para o ensino de estrutura atômica: motivação para o aprendizado no ensino de química

escolas públicas. Com isso gostaríamos aqui considerar um exemplo onde graves problemas aparecem na descrição de um sistema utilizado no aprendizado. Por exemplo, a descrição da pilha de Volta e dos modelos de Rutherford e de Bohr apresentam certas dificuldades de interpretação. Essas dificuldades advêm do fato de que muitas vezes essas são realizadas por meio de compilações de outras fontes sem um critério adequado, como pelo menos esmiuçar o que se reproduz. Um dos exemplos mais gritantes é aquele que descreve a Pilha de Volta. Apesar deste tema não ser um dos escolhidos para compor este trabalho, entende-se ser relevante destacar o mesmo devido à importância deste no conteúdo da disciplina de Química nas séries de Ensino Médio (fazendo parte da diretriz e parâmetros curriculares da disciplina de Química). Ou seja, nossos estudos não envolve a descrição da Pilha de Volta, mas tomaremos esse exemplo como uma forte motivação para se questionar o que se copia e se lê. Analisando alguns materiais didáticos e outras fontes de informações que descrevem a Pilha de Volta, pode-se observar que as informações sobre a construção desta estão na maioria das vezes esquematizadas de forma errônea. Veja abaixo a construção correta de uma pilha de Volta e de uma pilha incorreta encontrada na literatura:
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