Ensino superior de Biologia

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Sobre a ética ambiental na formação do biólogo

Sobre a ética ambiental na formação do biólogo

Neste artigo, examinamos a importância da reflexão ética e da análise de ações e valores morais do biólogo em alguns exemplos de questões que podem ser levantadas no contexto dos conteúdos técnico-científicos tradicionalmente abordados no ensino superior de biologia. Argumentamos, nesse contexto, sobre a importância de incluir no currículo de biologia conteúdos da ética, de modo implícito (na discussão de QSC dentro de disciplinas já incluídas no currículo) e explícito (em disciplina específica de ética). O que não se pode é negligenciar esses conhecimentos e esperar que o estudante tenha contato com discussões éticas apenas no exercício efetivo de sua profissão ou em outro momento de sua vida social e acadêmica, visto que suas decisões e ações são influenciadas por valores morais
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INCLUSÃO SOCIAL E DESEMPENHO DOS ALUNOS COTISTAS NO ENSINO SUPERIOR NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

INCLUSÃO SOCIAL E DESEMPENHO DOS ALUNOS COTISTAS NO ENSINO SUPERIOR NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

estão sempre em cima , sempre cobrando, sempre tentando estimular a gente. E isso é bem marcado no primeiro ano sabe. É, eu no primeiro ano assim tive é bastante dificuldade de adaptação pela quantidade de matéria, pela diferença do tipo de estudo do ensino médio para a faculdade né. Mas e também assim, querendo ou não, entenda isso, chega todo mundo, todo mundo da medicina assim é bom. A galera estuda muito, a galera é muito boa... isso gera, assim, certa não competição, mas todo mundo quer se destacar, todo mundo quer tentar se sair melhor. E isso no início é um pouco complicado. Você olhar e você falar “pô eu não estou tão bem quanto os meus colegas”, eu poderia render mais, isso no início foi um pouco difícil pra mim. Mas depois eu fui me adaptando ao meu estudo, fui vendo que cada um tinha seu ritmo, cada um tinha sua forma de aprender e o processo foi um pouco demorado, mas logo me adaptei. Eu acho que a UFV, assim o que eu destaco é essa proximidade com os professores que a gente tem bastante, é as turmas serem pequenas. A gente esta inserido assim na prática desde o início, desde o início a gente atende pacientes, a gente vai para os consultórios, e também pela estrutura assim de outros departamentos juntos com a medicina, tipo a bioquímica, biologia celular que são departamentos já consolidados e com uma tradição muito grande né. Então isso é ótimo, assim. Ah, sobre meu rendimento acadêmico acho que, é, sempre foi bom. Assim, nunca, nunca tomei pau, nunca fui pra final, nunca perdi média em nenhuma prova, mas eu tive um esforço assim absurdo, eu estudei demais. É, eu estava conversando esses dias, eu estou formando agora se eu sair um médico ruim não foi por falta de esforço não, sabe? Mas estudei muito. Não foi de mão beijada, não. É, e é isso. As matérias que tive mais dificuldade foram no início, anatomia, essas do ciclo básico assim. Mas eu acho que muito também era de falta de adaptação, hoje eu vejo que eu tenho mais facilidade pra entender anatomia sabe. Por exemplo, estou aqui no estágio em BH, um estágio de cirurgia que estou fazendo, um eletivo, e eu vejo que eu lembro muita coisa de anatomia. E eu pego pra estudar aqui e eu tenho uma facilidade muito maior que na época. Acho que muito foi por causa de adaptação e não saber valorizar o que é importante, estudar muito detalhe ao invés de valorizar aquilo que realmente importa, mas isso é tudo é aprendizado.
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A ABORDAGEM DO PLURALISMO DE PROCESSOS E DA EVO-DEVO EM LIVROS DIDÁTICOS DE BIOLOGIA EVOLUTIVA E ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS.

A ABORDAGEM DO PLURALISMO DE PROCESSOS E DA EVO-DEVO EM LIVROS DIDÁTICOS DE BIOLOGIA EVOLUTIVA E ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS.

Diante desse quadro de mudanças conceituais na biologia evolutiva, en- tendemos que emerge, na atualidade, uma necessidade de compreender a evolução por meio de um conhecimento integrado de múltiplos mecanismos e fatores evo- lutivos em um contexto de condições históricas, desenvolvimentais e ecológicas. De uma perspectiva educacional, coloca-se a questão de como trabalhar com um conhecimento integrado e pluralista sobre o processo evolutivo na formação de biólogos, tanto aqueles que se direcionarão para a pesquisa acadêmica e a atuação técnica, quanto aqueles que serão professores de biologia. Temos investigado, assim, o conhecimento escolar de evolução, nos níveis médio e superior, tanto em termos de um diagnóstico de sua situação corrente, quanto em termos da construção de inovações pedagógicas que permitam não somente ensinar sobre ideias funda- mentais da biologia evolutiva de modo efetivo, mas também introduzir, ao menos, alguns elementos dos debates contemporâneos que discutimos acima. O presente artigo está focado em um objetivo de diagnóstico e no contexto do ensino supe- rior, dentro desse programa de pesquisa mais amplo. Trata-se de um estudo sobre se e como livros didáticos de ensino superior das áreas de biologia evolutiva e zoologia de vertebrados têm tratado de conteúdos relativos ao pluralismo de pro- cessos e à evo-devo. Estamos interessados, assim, na recontextualização pedagógica dos conhecimentos sobre evo-devo e pluralismo de processos no ensino superior de evolução, uma vez que, caso tenha ocorrido, deverá produzir um marco de refe- rência para que essa recontextualização tenha lugar no ensino de outros campos da biologia, como no ensino de zoologia. Daí decorre nosso foco em livros didáticos de biologia evolutiva, como um possível primeiro campo de recontextualização pe- dagógica desses novos conhecimentos sobre evolução, e de zoologia de vertebrados, como um campo subsequente no qual tal recontextualização pode ter lugar.
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Índice do Volume 95

Índice do Volume 95

FIGUEIREDO FILHO, Dalson Britto; ROCHA, Enivaldo Carvalho; CARMO, Erinaldo Ferreira; CHAGAS, José Aercio Silva. Políticas públicas de democratização do acesso ao ensino superior e estrutura básica de formação no ensino médio regular. RBEP, Brasília, DF, v. 95, n. 240, p. 304-327, mar./ ago. 2014. Seção: Estudos.

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Uma investigação sobre a ocorrência de viés de seleção amostral em concursos públicos no Brasil

Uma investigação sobre a ocorrência de viés de seleção amostral em concursos públicos no Brasil

34 Além disso, temos bons motivos para acreditar que não ocorre o viés, primeiramente ao contrastarmos os resultados dos modelos com e sem viés, variáveis que a priori acreditávamos importantes apresentam comportamentos estranhos, é de se esperar que candidatos cuja renda da família seja alta tenham suas chances aumentadas em relação aos de família mais humilde, por motivos anteriormente expostos, contudo quando se passeia em um mundo com o viés amostral, não faz a menor diferença ser mais rico ou mais pobre, apesar de isso ser muito pouco provável, caso análogo é de possuir ensino superior completo, mais uma vez, nas modelagens em que se considera o viés, tal variável é rejeitada, apesar de quando não consideramos a seleção amostral, o efeito, apesar de positivo, é bem pequeno, mas ainda assim melhora as chances do candidato, se confrontarmos essa situação, com possuir ensino médio apenas (onde o efeito é reduzido sobre a probabilidade de aprovação), vemos que faz bastante sentido se imaginar que possuir o ensino superior é um “plus” para a aprovação. Ainda mais, o mesmo ocorre com o fato de possuir idade entre 18 e 22 anos, novamente só tem significado quando rejeitamos a existência de seletividade amostral, mas é menos provável que um candidato que há muito tenha deixado sua vida escolar, e que geralmente está empenhado em muito mais atividades do que aqueles mais jovens, tenham disposição e tempo para uma preparação mais adequada, o que certamente não é exatamente um determinante rígido, porém uma dificuldade a ser levada em consideração. Por fim temos o estado civil do candidato que, quando ocorre o viés mostra-se válido, apontando que os casados têm maiores chances de aprovação, confrontando isto com o que aponta a variável de idade, é um contra-senso, pois candidatos mais velhos têm suas chances reduzidas ao passo que aqueles mais velhos geralmente são casados, e por isso tem suas chances aumentadas, este efeito um tanto ambíguo, aponta não suportar que estas duas não convivam pacificamente, e assim se vê nas três modelagens, sempre que uma é significativa a outra não é, e há poucos motivos para se imaginar que ser solteiro ou não tenha alguma influência significativa.
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Orientação para o mercado nas instituições de ensino superior Portuguesas

Orientação para o mercado nas instituições de ensino superior Portuguesas

As instituições de ensino superior têm sido confrontadas com alterações significativas no seu ambiente competitivo. Pelo lado da oferta tem-se assistido a um agravamento da concorrência, devido ao aumento do número de instituições de ensino superior e à diversificação de instituições a operar no mercado. Por um lado apareceram escolas superiores técnicas, institutos tecnológicos, institutos universitários, assim como a oferta privada aumentou e foram introduzidas novas formas de fusão (Mainardes, Alves, & Raposo, 2010; OECD, 2008). Pelo lado da procura, os clientes que frequentam estas instituições são cada vez menos e mais exigentes (Mainardes, Alves, & Raposo, 2010). Os censos realizados em Portugal no ano de 2011 sobre a população indicam que o número de jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos de idade está a diminuir, como é possível observar no gráfico 1. Perante este cenário, as instituições de ensino superior vêem-se obrigadas a competir por um número cada vez menor de estudantes. Contudo, por necessidade de se manterem atualizados, determinados grupos profissionais, estão de regresso às instituições de ensino superior, representando assim um novo tipo de candidatos. Devido a este panorama, as instituições de ensino superior precisam identificar esses clientes, identificar as suas necessidades e definir prioridades e estratégias de relacionamento para cada um deles (Mainardes, Alves, & Raposo, 2010).
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BASES COMPUTACIONAIS DAS CIÊNCIAS NATURAIS “O IMPACTO NEGATIVO DA OCUPAÇÃO PROFISSIONAL E DE OUTROS FATORES EXTRA-ACADÊMICOS NO DESEMPENHO DO ALUNO DE ENSINO SUPERIOR ”

BASES COMPUTACIONAIS DAS CIÊNCIAS NATURAIS “O IMPACTO NEGATIVO DA OCUPAÇÃO PROFISSIONAL E DE OUTROS FATORES EXTRA-ACADÊMICOS NO DESEMPENHO DO ALUNO DE ENSINO SUPERIOR ”

Tendo em vista os resultados obtidos através dos dados coletados, pode-se concluir que o fator mais prejudicial ao bom desempenho do aluno de ensino superior é seu comprometimento com uma atividade extra-acadêmica, limitando seu tempo livre para estudo. Os fatores como a natureza do ensino médio realizado pelo aluno e seu contato prévio com o ensino superior são mais decisivos no momento do ingresso à universidade, ou seja, no primeiro trimestre. Foi observada ainda a baixa correlação entre a idade do aluno e seu rendimento, concluindo-se assim que as experiências vividas por cada categoria de aluno têm uma influência maior no seu desempenho.
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Uma reflexão sobre o ensino de ciências

Uma reflexão sobre o ensino de ciências

os níveis. Algumas características ficaram patentes nesse processo. A filosofia educacional do ensino de ciências nasce junto com um movimento de negação da metafísica dentro da ciência. Este movimento já vinha sendo implementado pelos físicos do século XVIII que, ao escreverem diversos "Tratados" realizaram uma operação de "apagamento" das raízes extremamente metafísicas das ciências. A partir daí, estudar os princípios da mecânica não significava necessariamente ler os originais de Galileu e Newton. Os escritos dos fundadores da ciência foram relegados a "curiosidades históricas". Este processo de banimento da metafísica foi capturado e radicalizado de forma exemplar pelos manuais didáticos do século XIX e defendido pelo nascente movimento positivista. Questões ontológicas deixaram de ser importantes. Por outro lado, como a "Polytechnique" formava a base de um ensino tecnológico voltada para a formação de futuros engenheiros, a questão da aplicabilidade dos conteúdos sempre foi realçada. Tudo isso levou a um ensino onde se superdimensionou o caráter dogmático-instrumental em detrimento do caráter histórico- filosófico.
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL E BOTÂNICA NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE ARBUSTOS E ÁRVORES DO PÁTIO DA ESCOLA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E BOTÂNICA NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE ARBUSTOS E ÁRVORES DO PÁTIO DA ESCOLA

Na elaboração da chave de identificação, foram utilizadas caracteres vegetativos, como a filotaxia, a presença de látex, e de glândulas translúcidas, sendo fácil de identificar na maioria dos materiais, a margem do limbo e nervura, com mais dificuldade. E caracteres reprodutivos como cor da flor número de pétalas, tipo de fruto e semente. Já caracteres peculiares como cor ou odor não foram aplicados, assim como aspectos de difícil visualização como tipos de tricomas ou indumento, buscando facilitar o processo de identificação. No final, vale destacar que esta chave foi executada usando plantas coletadas apenas na Escola Técnica Presidente Vargas (ETEC-PV), como ferramenta para o ensino de botânica. Portanto as características da morfologia externa de cada espécie encontrada na Escola Técnica Presidente Vargas (ETEC- PV), no município de Mogi das Cruzes, (SP), foram a base para a elaboração da chave de identificação.
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O modelo do conhecimento especializado do professor de Biologia (btsk)

O modelo do conhecimento especializado do professor de Biologia (btsk)

A investigação que aqui se apresenta teve como objetivo a adaptação do modelo do conhecimento especializado do professor de matemáticas (MTSK) a uma disciplina de natureza epistemológica significativamente diferente, a biologia. Para a construção deste modelo foram observadas 14 aulas no decorrer do ensino do tema da reprodução das plantas a crianças de 8 e 12 anos de idade, a frequentar o 3º e o 6º ano de escolaridade. Foram igualmente realizadas 3 entrevistas. O desenho da investigação enquadra-se num um estudo de casos instrumental, no qual foi estudado o conhecimento de duas professoras, escolhidas entre os seus pares pela sua relevância para o estudo. A informação foi recolhida a partir de vídeogravação e audiogravação e analisada usando o instrumento de análise em construção, o BTSK, e a metodologia de análise de conteúdo. O resultado foi a caracterização do modelo do conhecimento especializado do professor quando ensina tópicos da biologia. Este modelo empírico é composto por três domínios do conhecimento: conhecimento da biologia, conhecimento pedagógico do conteúdo da biologia e domínio das crenças, divididos em subdomínios e categorias.
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Anísia Soraia Abreu Correia

Anísia Soraia Abreu Correia

30 Outra dificuldade encontrada foi sobre as estratégias a utilizar e como criar um “fio condutor” das aulas, de modo a lecionar conteúdos tão abstratos, como a divisão celular e a evolução dos seres vivos. A minha preocupação provinha do facto de haver um notório desnível entre os conhecimentos dos alunos e os novos conteúdos a abordar bem como o tempo disponível, estipulado na planificação, para dar estes conteúdos. Aliado a essa situação acrescia a necessidade de fazer uma diferenciação pedagógica, devido aos alunos com necessidades educativas especiais. Estas dificuldades foram visíveis nas primeiras aulas, onde foi notória a diminuição do nível e do rigor científico durante a minha comunicação oral. Após uma chamada de atenção e uma reflexão verifiquei as consequências negativas da minha atitude na formação e no processo de ensino-aprendizagem dos alunos e tentei colmatar essa falha com a adoção de várias estratégias e metodologias. Os conteúdos foram abordados recorrendo a analogias, esquemas e imagens, vídeos, atividades práticas laboratoriais, questionamento, resolução de exercícios, formas diferentes de explicar o mesmo conteúdo, exemplos, e a repetição de conteúdos para promover uma aprendizagem significativa. Apesar das dificuldades sentidas tentei sempre melhorar e promover espaços de aprendizagens que promovessem competências cognitivas e sócio afetivas.
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A APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DO PROEB E AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS POR DUAS ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DO PROEB E AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS POR DUAS ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ao longo desta pesquisa, procuramos analisar como os profissionais de duas escolas localizadas na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, realizam os debates e se apropriam dos resultados do Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (SIMAVE), sobretudo aqueles que dizem respeito ao 9º ano do Ensino Fundamental, por meio das avaliações em larga escala do Proeb. Também pudemos observar como os resultados têm sido utilizados pelas equipes gestoras das respectivas escolas. Os diferentes tipos de materiais destinados à apropriação dos resultados produzidos pela Secretaria da Educação em parceria com o CAEd, destinados às escolas, foram abordados no Capítulo 1. No Capítulo 2 buscamos perceber de que maneira as equipes gestoras têm trabalhado com os resultados que chegam às escolas a fim de que os mesmos sejam de conhecimento dos professores, com o intuito de que não somente compreendam os dados fornecidos como passem a utilizá-los nos seus planejamentos didático-pedagógicos. Foi identificado neste capítulo que os principais desafios a serem enfrentados dizem respeito à participação dos alunos e, sobretudo a conscientização dos professores, tanto nos momentos de discussão quanto na implementação das estratégias elaboradas através do debate, em sala de aula a fim de que os resultados sejam cada vez mais fidedignos e alcancem a credibilidade necessária entre os profissionais que os interpretam.
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Construção de cenários prospectivos para o ensino superior brasileiro

Construção de cenários prospectivos para o ensino superior brasileiro

A constatação dos peritos não causou surpresa já que, com o avanço das tecnologias de informação, todos os segmentos da economia são beneficiados, inclusive a educação. As grandes dificuldades nesse setor são os problemas de mão de obra qualificada e de infra-estrutura que, certamente, os peritos estão considerando que serão resolvidos, ou pelo menos minimizados, até 2020. A partir da solução das dificuldades básicas, a adoção das tecnologias de informação e comunicação nas redes formais de ensino passaria a configura-se como uma ferramenta estratégica para a melhoria da educação. Isso se daria tanto pelo acesso a conteúdos educativos de excelente qualidade como por meio da melhoria na formação dos professores, mediante das novas técnicas de aprendizado. No ensino a distância, a utilização dessas tecnologias promoveria a inclusão digital da população.
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Avaliação formativa do desempenho pedagógico de docentes do ensino superior pelo recurso ao portefólio:uma investigação-acção numa Escola Superior de Educação

Avaliação formativa do desempenho pedagógico de docentes do ensino superior pelo recurso ao portefólio:uma investigação-acção numa Escola Superior de Educação

Para o caso concreto, a visita mais pertinente foi a efetuada à UPV onde existe há doze anos no Instituto de Ciências de Educação, um programa de formação para novos docentes dessa Universidade que recorre à utilização do portefólio de docência. Foi-nos dado a conhecer todo o processo de criação do plano de formação disponibilizado pela UPV aos docentes e recolhido material sobre o referido plano. Foi discutida de forma alargada a utilização do portefólio na formação dos docentes do ensino superior e o contributo desta estratégia para a avaliação do desempenho docente e para a inovação no ensino. Neste contexto, foi também apresentado o trabalho que tinha vindo a ser realizado em Portugal no âmbito do Projeto “Portefólio de Docência”. Tivemos contacto direto, pela primeira vez, com um processo institucionalizado de formação dos docentes do ensino superior e com a metodologia de trabalho por portefólio neste nível de formação. O contacto direto e físico com os portefólios produzidos foi extremamente útil e rico. Por outro lado, a partilha das dificuldades sentidas no nosso próprio processo em Portugal e a constatação de um percurso com muitas semelhanças numa instituição estrangeira também foi encorajador. O mesmo se poderá dizer das soluções encontradas por nós no desenvolvimento do projeto “Portefólio de Docência” e o facto de soluções semelhantes existirem noutra instituição. Tivemos ainda contacto com as experiências realizadas pelos Grupos de Inovação da Universidade, em particular, com as experiências do grupo na área da avaliação das aprendizagens dos alunos. Através de José Maria Maiques March, conhecemos o processo de avaliação do desempenho docente na instituição por referência às orientações centrais do governo e as diferentes etapas pelo que o mesmo tem vindo a passar. Foi recolhida uma quantidade considerável de material sobre os aspetos referidos.
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Dispositivos de Regulação do Processo de (Auto) avaliação de Qualidade do Ensino Superior em Moçambique

Dispositivos de Regulação do Processo de (Auto) avaliação de Qualidade do Ensino Superior em Moçambique

Pelo Decreto Nº 63/2007, de 31 de Dezembro, é criado o Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade do Ensino Superior (SINAQES) e para implementar o sistema foi criado o Conselho Nacional de Avaliação de Qualidade do Ensino Superior (CNAQ), uma instituição de direito público, dotada de personalidade jurídica e autonomia técnica e administrativa, tutelada pelo Ministro que superintende a área do ensino superior. Existem de facto em conformidade com a lei 27/2009, diferentes documentos de regulação do ensino superior em Moçambique devidamente articulados e coerentes em fase de concretização. Este artigo pretende descrever e analisar os diferentes dispositivos legais e as políticas de qualidade do ensino superior moçambicano que celebra 54 anos de existência em 2016. Trata-se de uma oportunidade para refletir sobre os mecanismos de garantia da qualidade que têm recebido muita atenção nos últimos anos, principalmente por pressões internas e externas relacionadas com a progressiva massificação do ensino superior e a necessidade de alinhar o crescimento quantitativo das frequências com padrões internacionais de qualidade. Registe-se ainda que o enquadramento normativo vincula as instituições à adoção forçada de práticas de autoavaliação, introduzindo-se uma dinâmica de regulação interna e externa que se admite tenha impactos nos modos de organização e gestão da qualidade educativa. Em termos de metodologia, o texto sustenta-se numa análise de conteúdo dos principais referenciais da avaliação externa e da autoavaliação.
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A Reputação do Instituto Superior Politécnico do Kwanza-Sul na Perspetiva do Estudante e o Perfil do Estudante Satisfeito

A Reputação do Instituto Superior Politécnico do Kwanza-Sul na Perspetiva do Estudante e o Perfil do Estudante Satisfeito

continuar o seu percurso académico no ISPKS. Foi ainda possível identificar os cincos motivos que mais influenciam a escolha do ISPKS: qualidade de ensino ministrado, a reputação académica da Instituição de Ensino e a minimização dos custos financeiros, localização geográfica e o conselho de familiares. Quanto à identificação das três vias de comunicação que auxiliaram na escolha do ISPKS, os alunos inquiridos referiram, como principais fontes de informação: os alunos que frequentaram o ISPKS no ano anterior (74% das respostas), colegas/amigos (71%) e familiares (69%). Relativamente à relação entre a Reputação do ISPKS e a Satisfação Global do estudante é de referir que existem evidências estatísticas suficientes para afirmar a existência de uma relação positiva direta. Existem, ainda, evidências estatísticas suficientes para corroborar a existência da relação positiva entre a Reputação do ISPKS e as diferentes dimensões da escala corporativa sendo evidente que as dimensões empreendedorismo, elegância, competência e concordância são, na perceção dos estudantes, as dimensões que maior peso têm quando se analisa a reputação do ISPKS. De facto, os estudantes encontram-se globalmente satisfeitos com o ISPKS existindo evidências estatísticas suficientes para afirmar existe uma relação positiva entre os intervenientes (alunos e instituição).
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A TEORIA DO CAPITAL HUMANO E A CONCEPÇÃO PRODUTIVISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: EAD EM FOCO

A TEORIA DO CAPITAL HUMANO E A CONCEPÇÃO PRODUTIVISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: EAD EM FOCO

Dessa forma, a qualidade da formação a distância é questionada com frequência, principalmente quando discutida a lógica em que têm sido pensadas as políticas de EaD, em que se destacam características sempre voltadas para a forma mais rápida de resolver problemas imediatos relacionados à educação e à qualificação profissional. Para a expansão da modalidade a distância diante do processo de expansão do ensino superior, justificativas como democratização do acesso ao ensino superior, necessidade da formação de professores e a qualidade do ensino foram e continuam sendo questões recorrentes (ALONSO, 2010).
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Roberto Toscano Couto - Equações Diferenciais

Roberto Toscano Couto - Equações Diferenciais

2.1.3 Exemplos de resolução de EDOs lineares por séries de potências em torno de ponto ordinário.. 31.[r]

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Residência Pedagógica: Um Incentivo para a Formação e Atuação Docente no Ensino de Biologia / Pedagogical Residence: An Incentive for Formation and Teaching Performance in the Teaching of Biology

Residência Pedagógica: Um Incentivo para a Formação e Atuação Docente no Ensino de Biologia / Pedagogical Residence: An Incentive for Formation and Teaching Performance in the Teaching of Biology

As atividades diferenciadas em sala de aula são defendidas por professores e pesquisadores da educação, acerca da importância no processo de ensino-aprendizagem no ensino de Biologia. Porém, para trabalhar com metodologias diferenciadas, os professores precisam de capacitação para utiliza-las com coerência e no momento adequado, pois, se o recurso didático não for utilizado corretamente poderá trazer resultados negativos, contribuindo para o desinteresse dos alunos (VISCOVINI et al., 2009). Neste aspecto, o Programa Residência Pedagógica (PRP) assume um importantíssimo papel na formação dos futuros professores, pois aperfeiçoa a prática docente, estimulando o residente a desenvolver metodologias diferenciadas que relacione a teoria com a prática no ensino de Biologia.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA JÉSSYKA MELGAÇO RODRIGUES FANEDIÇÃO NAS AULAS DE BIOLOGIA: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO E

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA JÉSSYKA MELGAÇO RODRIGUES FANEDIÇÃO NAS AULAS DE BIOLOGIA: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO E

A presente dissertação propõe uma reflexão sobre os temas: “fanzinagem”, “ensino de biologia ” e “formação docente”. Objetivou analisar as contribuições da prática faneditora para as aulas de biologia da Educação Básica (EB) e para a formação de professores, no contexto do Pibid. De início, elaborou-se o Estado da Questão (EQ), que contemplou o Portal de Periódicos CAPES e os anais dos Encontros Nacionais da SBEnBio. A construção do EQ mostrou que a publicação neste campo de conhecimento ainda é singela se comparada às possibilidades do contexto educacional brasileiro. No tocante ao polo de ação, realizou-se diversas atividades, as mais significativas foram: a produção supervisionada de zines sobre Educação em Saúde nas aulas de biologia de um espaço escolar em Itapipoca-CE; e, a criação de um blog educacional, cujo objetivo é disponibilizar orientações para o uso pedagógico do fanzine no ensino de biologia. A pesquisa de campo teve como participantes, nomeadamente, sete estudantes de licenciatura em Biologia que atuavam na EEM Joaquim Magalhães, como bolsistas do Pibid. Tratou-se de uma investigação contornada pela abordagem qualitativa, com referencial teórico-metodológico na pesquisa-ação. Enquanto técnicas de coleta dos dados, foram utilizadas: a observação participante, o diário de campo e a entrevista semiestruturada, com o processo de análise dos dados sustentado em Bardin (1977). Os principais resultados alcançados por meio da investigação foram sintetizados a partir de dois aspectos centrais. Em primeiro plano, verificou-se que o fazer zínico conferiu ao ensino de biologia uma roupagem inovadora, lúdica, científica, autoral, artística e dinâmica. Em segundo lugar, constatou-se que o Pibid possibilitou uma aproximação com a metáfora do professor artista-reflexivo, já que se identificou aspectos característicos deste modelo profissional nas práticas escolares, a saber: trabalho colaborativo, interdisciplinaridade, articulação teoria-prática e reflexão sobre a prática. O fazer zínico possibilitou, portanto, o desenvolvimento profissional do professor artista-reflexivo e a implementação de um projeto inovador em ensino-aprendizagem de biologia.
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