Envelhecimento ativo

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Viver e envelhecer ativamente: um projeto de promoção do envelhecimento ativo

Viver e envelhecer ativamente: um projeto de promoção do envelhecimento ativo

As atividades do projeto “Viver e envelhecer ativamente: um projeto de promoção do envelhecimento ativo” estão divididas em cinco subtemas, nomeadamente, a oficina [r]

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A abordagem à obra de arte na promoção de um envelhecimento ativo

A abordagem à obra de arte na promoção de um envelhecimento ativo

Contudo, quando se equacionou realizar o projeto de intervenção que aqui apresentamos, desde logo foi questionada qual a metodologia mais adequada por ordem a viabilizar a investigação. Neste âmbito, optou-se por seguir uma metodologia de investigação-ação, de caráter qualitativo, pretendendo obter respostas face à questão de partida, averiguando em que medida a observação e a discussão em torno de imagens de obras de arte promovem um envelhecimento ativo. Nestes moldes, a investigação-ação “(...) impede a rotinização e a repetição de “receitas” de acção “importadas” de outros contextos. As metodologias de investigação acção permitem, em simultâneo a produção de conhecimentos sobre a realidade, a inovação no sentido da singularidade de cada caso, a produção de mudanças sociais e, ainda, a formação de competências dos interveniente.” (Guerra,2002, p.52)
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Viver a (e para) aprender : promoção do envelhecimento ativo

Viver a (e para) aprender : promoção do envelhecimento ativo

O envelhecimento é uma realidade predominante no nosso país e torna-se num tema bastante preocupante e embora já se observem progressos neste âmbito , muito ainda há para fazer. Torna-se fulcral que as instituições se apetrechem de condições para possibilitar um envelhecimento ativo, autónomo e digno a esta faixa etária. Deste modo, o projeto “Viver a (e para) aprender: promoção do envelhecimento ativo”, tal como o nome indica, teve como grande finalidade promover o envelhecimento ativo, tornando os idosos em pessoas mais autónomas e independentes contribuindo sempre para o seu bem-estar e a para a melhoria da sua qualidade de vida. Com este projeto pretendeu-se, também, alertar os idosos que eles não são um “estorvo” para a sociedade e que não é por serem mais velhos e perderem algumas das suas capacidades que deixam de fazer parte da comunidade. Eles podem e devem continuar com as rédeas da sua vida mas é importante alertá-los para a importância de serem cidadãos ativos nas questões que abrangem toda a sociedade. O envelhecimento ativo é encarado como um “[…] processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas.” (OMS, 2005, p. 13) e este projeto teve essa intenção, estimulando, ao mesmo tempo, o desenvolvimento educativo, cultural e social de cada idoso, sempre acompanhado de partilha de ideias, afetos e histórias de vida.
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Reavivando espaços e indivíduos no processo de envelhecimento ativo

Reavivando espaços e indivíduos no processo de envelhecimento ativo

O projeto “Reavivando espaços e indivíduos no processo de envelhecimento ativo” surgiu com o intuito do grupo encarar a reforma como uma fase de oportunidade de uma educação ao longo da vida, ocupando o seu tempo livre com atividades que lhes proporcionem prazer e ânimo pela vida. O projeto teve como base de orientação metodológica o paradigma qualitativo, mais concretamente o paradigma interpretativo-hermenêutico, orientando-nos pela metodologia de investigação-ação participativa, enquanto metodologia que promove a motivação e a participação. Para atingir a finalidade proposta, criaram-se cinco Oficinas, a Oficina de Informática, Oficina Saber Mais, Oficina das Sessões de Cinema, Oficina das Datas Festivas e Oficina das Saídas, nas quais se realizaram várias atividades, de acordo com as necessidades, interesses e expectativas do público-alvo.
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Animarte com animus na promoção de um envelhecimento ativo

Animarte com animus na promoção de um envelhecimento ativo

(KT), “este dia é o melhor dia da semana” (P), “depois de velha, foi a melhor coisa que me aconteceu” (KT), certificando desta forma o gosto em participar neste grupo e nas atuações, relevando um contributo para o aumento do bem-estar e do envelhecimento ativo, espelhando a opinião de um participante ao dizer “olhe que isto é importante, pode parecer que não, mas é saúde” (AL). No decorrer do projeto foi visível o aumento de solicitações para o grupo atuar, sendo um motivo de orgulho e de alento para todos os envolvidos, sendo um retorno da envolvência e do empenho de todos no seu desenvolvimento – “isto não é só para tocar e divertir, temos que melhorar, aprender mais” (P), “temos de educar a voz” (E). Sublinhar, que algumas fotos ou pequenos enxertos das atuações, eram colocados na página de Facebook, criada para o projeto, ou mesmo, nas páginas dos participantes e/ou dos nossos parceiros, aproveitando o grande poder de comunicação desta ferramenta, além do Feedback que íamos tendo dos participantes, podemos percecionar o impacto que as atuações iam tendo, frases como: “muitos parabéns” (AL), “não podia estar melhor” (RL) ou “gosto muito de os ouvir, quando tiverem atuações façam o favor de me avisar” (O), que alimentavam o ego dos participantes que reagiam escrevendo: “é com muito gosto que faço parte deste grupo” (AP), “muito bem, é música desta que faz alegrar o povo” (L), ou ainda, “mais uma atuação fantástica” (RR).
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Regenerando vidas: um projeto de promoção do envelhecimento ativo

Regenerando vidas: um projeto de promoção do envelhecimento ativo

O envelhecimento ativo, assenta então em três pilares tal como a sua definição indica, a saúde, a segurança e a participação social. (Id.). Sendo a saúde um dos aspetos centrais na velhice, faz referência aos diagnósticos médicos e aos cuidados individuais para a promoção do bem-estar físico, psicológico e social. Neste sentido, também a segurança, é ressaltada, pois a qualidade de vida do idoso requer um clima de fraternidade e satisfação, e sobretudo um clima de “não – violência” na comunidade onde o ancião reside. (Id.: 4). Por úlimo, e sendo o campo onde os Educadores devem e podem intervir, temos a participação social. O idoso deve compreender que tem que continuar a participar na sua coletividade, estar presente no seio familiar, no grupo de pares e apoiando e acompanhando o desenvolvimento da sua comunidade. A sua criticidade, a sua sabedoria, o seu conhecimento empírico são preciosidades para o progresso do seu meio ambiente. O reconhecimento destas qualidades podem ser promovidas pelo trabalho do Educador, que através de processos de introspeção e fomentação do conhecimento do self, fazem com que o idoso construa a sua imagem e perceba que toda a sua aprendizagem ao longo da vida é ainda útil.
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Envelhecimento ativo e sua relação com a independência funcional.

Envelhecimento ativo e sua relação com a independência funcional.

RESUMO: O objetivo da presente pesquisa foi analisar os fatores determinantes de um envelhecimento ativo e sua relação com a independência funcional. A pesquisa foi realizada com 100 idosos de uma Unidade de Saúde da Família, em João Pessoa-PB. Como instrumentos para a avaliação dos idosos foram utilizados a Medida de Independência Funcional e um questionário sociodemográico. Os dados foram analisados através do software SPSS. De acordo com os resultados, todos os idosos apresentaram independência funcional para a realização das atividades analisadas. Os dados mostraram também que a independência funcional promove uma maior inserção dos idosos na comunidade, através do fortalecimento dos vínculos sociais e familiares, da amizade e do lazer, sendo estes fatores considerados como determinantes para um envelhecimento ativo.
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Tecnologia socioeducacional de videodebate para o cultivo do envelhecimento ativo

Tecnologia socioeducacional de videodebate para o cultivo do envelhecimento ativo

Essas constatações impõem que o profissional enfermeiro transcenda o enfoque saúde-doença em suas funções com os usuários idosos de UBS, para um esforço interdisciplinar e intersetorial, repensando e inovando métodos, técnicas e tecno- logias que ensejem conscientizar os usuários da importância do processo do envelhecimento ativo e que aprendam a praticar, juntos, o protagonismo do próprio envelhecer e se emancipem na condução de suas vidas com qualidade, saúde e dignidade cidadã. Considerando a especificidade profissional de atender aos idosos, torna-se necessário formar e ou atualizar continu- amente gerontólogos multiprofissionais para melhor atender a tal demanda com qualidade, além de mais investimentos em pesquisas para construir tecnologias cuidativo-educacionais 5
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INTERAÇÃO DO PLANEAMENTO URBANO COM O ENVELHECIMENTO ATIVO

INTERAÇÃO DO PLANEAMENTO URBANO COM O ENVELHECIMENTO ATIVO

Os facilitadores e barreiras identificados por idosos, cuidadores e prestadores de serviços ilustram como os determinantes do envelhecimento ativo se encontram interligados em muitos aspetos com o ambiente urbano (Plouffe & Kalache, 2010). A paisagem da cidade, os edifícios, o sistema de transporte e a habitação contribuem para a mobilidade confiante, comportamentos saudáveis, maior participação social e maior autodeterminação, ou, pelo contrário, ao isolamento temeroso, à inatividade e à exclusão social (Plouffe & Kalache, 2010). A disponibilização de recursos ambientais, como parques na comunidade, estacionamento para deficientes motores, e transporte público podem influenciar positivamente os adultos mais velhos no compromisso ativo com a sua vida social, de lazer e de profissional (White et al, 2010).
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Introdução: migrantes idosos e envelhecimento ativo

Introdução: migrantes idosos e envelhecimento ativo

No que se refere especificamente ao prolongamento da atividade profissional, deve assinalar-se que se trata de uma dimensão de envelhecimento ativo envolta em am- bivalência. Se, por um lado, há a vontade da economia e do estado de que as pessoas se reformem mais tarde, e essa vontade pode invocar, além de argumentos económi- cos e de financiamento da segurança social, o argumento do envelhecimento ativo, por outro lado, os próprios idosos, mesmo tendo condições de envelhecimento ativo, não estão necessariamente interessados em praticá-lo trabalhando mais anos, mas de outras maneiras. Outra fonte de ambivalência é que, mesmo quando os idosos estão disponíveis e interessados em trabalhar até mais tarde, o mercado de trabalho pode discriminá-los. A discriminação laboral baseada na idade é um facto conhecido e bem ilustrado pela dificuldade que muitos desempregados acima de certa idade têm em voltar a encontrar emprego, mesmo em períodos de crescimento económi- co e de desemprego baixo. No caso dos migrantes idosos, note-se, a discriminação pode ser dupla, pela idade e pela origem estrangeira ou étnico-racial.
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Os Centros de Dia como promotores do envelhecimento ativo

Os Centros de Dia como promotores do envelhecimento ativo

Para tal, devem ser fomentados os mais diversos programas e projetos de envelhecimento ativo que possam promover não só a saúde mas também as relações sociais do idoso: “a promoção do envelhecimento ativo deve ir de encontro à promoção de redes de suporte social para ajudar os idosos a participarem ativamente na sociedade a que pertencem” Almeida (como citado em Monteiro, 2011, p.20). O grande objetivo do envelhecimento ativo baseia-se então em permitir aos idosos uma vida o mais saudável possível e em aumentar a qualidade de vida destes. Segundo Jacob (2008) o envelhecimento ativo abarca três áreas de intervenção: biológica, intelectual, e emocional.
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O envelhecimento ativo para a sustentabilidade da qualidade de vida

O envelhecimento ativo para a sustentabilidade da qualidade de vida

Como forma de consolidação dos resultados obtidos recorremos a referenciais teóricos que nos ajudaram a compreender a realidade do contexto investigado, destacando a importância de um envelhecimento ativo aliado à qualidade de vida e bem-estar do idoso. Para isso, deve-se ter em consideração que o idoso tem um papel ativo no seu processo de envelhecimento, bem como na sociedade. Assim, “(…)a ideia não se resume à participação dos idosos no mercado de trabalho, mas na contribuição que esse grupo etário pode proporcionar à sociedade” (Casagrande, 2013, p.25). Por sua vez, Sousa (2013) realça a importância de um estilo de vida ativo, afirmando que “um estilo de vida ativo só traz benefícios (físicos, psicológicos e sociais) ao idoso e tornam-no num cidadão mais preocupado consigo e com o que o rodeia, para além, de possibilitar um final de vida mais digno em todas as suas dimensões” (Sousa, 2013, p.33).
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Influência dos determinantes do envelhecimento ativo entre idosos mais idosos.

Influência dos determinantes do envelhecimento ativo entre idosos mais idosos.

RESUMO: Estudo quantitativo, transversal, exploratório-descritivo, cujo objetivo foi averiguar o envelhecimento ativo, segundo seus determinantes, entre os idosos mais idosos de um município do interior de Santa Catarina. A coleta dos dados ocorreu de julho a agosto de 2009, através de entrevistas com 87 idosos, com 80 anos ou mais, de ambos os sexos, utilizando-se de check-list elaborado a partir dos determinantes do envelhecimento ativo. Fizeram-se análises descritivas dos dados, medidas descritivas de centralidade e dispersão. Os resultados mostraram paridade de gênero, que os sujeitos eram na maioria brancos, católicos, com baixa renda e escolaridade. Mesmo aposentados, 60,92% continuam exercendo atividades laborais; 70,11% têm casa própria; 48,28% frequentam ambientes coletivos; 81,61% estão satisfeitos com a vida e 48,28% não dependem de um cuidador. Conclui-se que mesmo não alcançando todos os determinantes do envelhecimento ativo, estes idosos mantêm sua independência e autonomia, garantindo qualidade de vida.
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As Contribuições da Sociopsicomotricidade Ramain Thiers para o Envelhecimento Ativo

As Contribuições da Sociopsicomotricidade Ramain Thiers para o Envelhecimento Ativo

Muito se tem discutido no meio científico e na sociedade a importância do envelhe- cimento ativo. Esse termo foi adotado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no final dos anos 90 e se refere a um processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segu- rança, com objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas. O envelhecimento ativo segundo a Organização Mundial de Saúde (2005, p.18) “ba- seia-se no reconhecimento dos direitos humanos das pessoas mais velhas e nos princípios de in- dependência, participação, dignidade, assistência e autorealização estabelecidos pela Organização das Nações Unidas”.
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Mais ativo: contributo da animação para o envelhecimento ativo

Mais ativo: contributo da animação para o envelhecimento ativo

Seguindo esta linha de evolução histórica, verifica-se que surgiu na década de 90 o conceito de envelhecimento ativo, adotado pela Organização Mundial de Saúde e que o define como um “processo de otimização das oportunidades para a saúde, participação e segurança, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que envelhecem” (consultado no site da Direção- Geral da Saúde no dia 23 de Novembro de 2013, disponível em http://www.dgs.pt/pagina.aspx?f=1&lws=1&mcna=0&lnc=&mid=5005&codigoms=0&codigono= 65126513AAAAAAAAAAAAAAAA). Importa antes de mais salientar que o principal objetivo das políticas para o envelhecimento ativo é que os indivíduos tenham uma vida mais longa e com a melhor qualidade de vida possível. Contudo, isto só é possível alcançar se intervirmos não só ao nível da saúde do idoso, mas também ao nível do seu bem estar-físico, emocional e ao nível das relações que o idoso tem com a restante comunidade envolvente. No âmbito do estágio curricular realizado, todos estes níveis foram alvo de intervenção através da realização de atividades de animação, nas quais a autonomia e o bem-estar dos idosos foram sempre levados em consideração.
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EFEITOS DE UM PROGRAMA DE ENVELHECIMENTO ATIVO EM SENTIMENTOS DE IDOSOS

EFEITOS DE UM PROGRAMA DE ENVELHECIMENTO ATIVO EM SENTIMENTOS DE IDOSOS

Para tal desenhou-se um estudo quasi-experimental recorrendo à metodologia quantitativa. Começou-se por aplicar o Mini Mental State (Folstein); Escala de Satisfação com a Vida, Escala de Felicidade Subjetiva, Escala de Solidão Social e Emocional (SELSA-S). Desenhou-se, posteriormente, um programa de intervenção, com a realização de 16 sessões ao longo de quatro meses. Finalmente, fez-se uma nova aplicação das respetivas escalas comparando os resultados com os obtidos na fase de diagnóstico. A amostra estudada é constituída por 20 elementos, sendo que 9 estão inseridos na Comunidade e 11 numa Estrutura Residencial (ER). A idade dos residentes na comunidade varia entre 61 e 85 anos, sendo a média 74,22 anos e a faixa etária predominante neste grupo é 70 a 79 anos. A idade dos residentes na ER varia entre 76 e 93 anos, registando-se uma idade média de 83,73 anos e a faixa etária predominante é dos 80 a 89 anos. Finalmente, pode-se dizer que os resultados empíricos obtidos permitem evidenciar que houve diferenças estatisticamente significativas entre os níveis pré e pós intervenções: Mini Mental State (pré: 25,70 ± 3,35; pós: 26,75 ± 2,57, p = 0,038), na Escala Felicidade Subjetiva (pré: 12,05 ± 3.27; pós: 17,95 ± 4,11, p <0,001). Embora tenha havido um aumento da média na Escala de Satisfação com a Vida após a intervenção, a diferença entre as médias não se revelou estatisticamente significativa (pré: 17,45 ± 3,72; pós: 19,00 ± 3,67, p = 0,128). Na Escada de Solidão Social e Emocional registou-se uma ligeira diminuição do valor médio entre as duas avaliações mas sem significado estatístico (pré: 48,70 ± 11,66; pós: 48,15±18,89, p=0,808). Os dados permitem concluir sobre a importância da implementação de programas de envelhecimento ativo entre os idosos.
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A importância da memória e da animação no envelhecimento ativo

A importância da memória e da animação no envelhecimento ativo

Os mais velhos esses, também lá estão, e muitas das vezes encontramos estas pessoas a conversar sobre a saúde da política e também sobre a sua vida de antigamente. Para dona Glória, dona Mena e dona Lurdes, este é um espaço onde continuam a encontrar pessoas do seu tempo, e agora são elas as pessoas mais velhas que passam os ensinamentos aos mais novos. É, assim, não só um espaço de animação, de preservação (Fontes, 2011; Lavado, 2007) e rememorização (Pollak, 1992; Bosi, 1994; Vieira, 2008; Sad, 2001), mas, também, de encontro intercultural e intergeracional (Gusmão, 2003; António, 2010; Garcia, 2009; Pimentel, 2006 e 2007; Goméz, 2006; Ander-Egg, 2009; Palmeirão e Menezes, 2009; Afonso, 2009) e, portanto, de envelhecimento ativo (Ribeiro e Paúl, 2011; OMS, 2002; Serafim, 2007; Lorda, 1998; Galinha, 2009; Cruz, 2010; Fernandes e Botelho, 2007). É neste encontro semanal entre pessoas da mesma idade e da mesma altura que vão surgindo, de forma espontânea e natural, as memórias de tempos passados, que promovem o bem-estar entre os visitantes e as mulheres voluntarias que ali se juntam para confecionar os fritos tradicionais, acabando assim por motivar e estimular este projeto de vida semanal.
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As políticas de envelhecimento ativo: contributos para uma análise crítica

As políticas de envelhecimento ativo: contributos para uma análise crítica

O envelhecimento demográfico começou a figurar nas agendas política e científica a partir dos anos 90 do Séc. XX, tendo-se observado, desde essa altura, uma multiplicação de iniciativas políticas “que enfatizam a necessidade de encontrar respostas sociais para os desafios que o envelhecimento demográfico representa” (Lopes e Lemos, 2012: 20). O envelhecimento demográfico coloca um conjunto de desafios ao nível das políticas públicas, que Walker (2002) resume em quatro dimensões específicas: a) pressão política sobre a sustentabilidade dos sistemas de pensões; b) o envelhecimento da população ativa, implicando um novo posicionamento sobre as políticas que incentivam a saída precoce do mercado de trabalho; c) uma maior oferta de políticas de cuidados e de apoio social, assim como a promoção do envelhecimento saudável de forma a evitar futuros problemas de saúde e incapacidade; d) a promoção de uma cidadania comum para fazer face à crescente diversidade da população idosa e os riscos de exclusão social que este grupo etário enfrenta. Neste contexto, o envelhecimento ativo (EA) “tem sido cada vez mais incorporado em discursos sócio-políticos e tem servido como referência em muitos países europeus que introduzem as recomendações do modelo nos seus planos nacionais de saúde e nas agendas de ação social” (Ribeiro, 2012:35).
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Viver a (e para) aprender: uma intervenção-ação para a promoção do envelhecimento ativo.

Viver a (e para) aprender: uma intervenção-ação para a promoção do envelhecimento ativo.

Qualquer projeto de investigação/intervenção tem seus altos e baixos e tem que ser flexível para qualquer possível mudança. O projeto “Viver a (e para aprender): promoção do envelhecimento ativo” foi alvo de algumas alterações ao que estava previamente previsto, para que as atividades fossem ao encontro das expectativas e interesses de todos e atingisse seu propósito com sucesso. É no decorrer da intervenção que se apercebem mais pormenorizadamente as dificuldades, necessidades e interesses do público-alvo. O projeto aqui apresentado levou em consideração a saúde, a participação e a segurança como princípios do envelhecimento ativo, seguindo as indicações da Organização Mundial da Saúde, de modo a conscientizar e capacitar os indivíduos de conhecimentos que os ajudassem a enfrentar seu quotidiano para participarem ativamente na sociedade.
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Envelhecimento ativo: desafio dos serviços de saúde para a melhoria da qualidade...

Envelhecimento ativo: desafio dos serviços de saúde para a melhoria da qualidade...

O envelhecimento populacional demanda ações de promoção da saúde, para melhoria da qualidade de vida. O estudo foi realizado no Grupo de Atendimento Multidisciplinar ao Idoso Ambulatorial – GAMIA –, do Serviço de Geriatria do Instituto Central do Hospital das Clínicas (ICHC), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e no Centro de Saúde Geraldo de Paula Souza (CSGPS), da Faculdade de Saúde Pública da USP (grupo de saúde do idoso). Objetivou avaliar a qualidade de vida dos usuários (30 do GAMIA e 13 do CSGPS), na fase inicial e final de atendimento por esses dois programas. Realizou-se estudo exploratório quantitativo, utilizando-se os seguintes questionários de qualidade de vida (traduzidos e validados): o World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-Abreviado) e o Short Form 36 (SF-36), e estudo qualitativo, composto por entrevistas para coleta de depoimentos por meio da metodologia da “História Oral” e da entrevista grupal (grupo focal), além da caracterização demográfica e socioeconômica. Concluiu-se que os escores do WHOQOL-Abreviado apresentaram, no grupo do GAMIA, diferença estatisticamente significativa entre o início e o fim dos programas no domínio “físico” (p=0,03). Os escores do SF-36 foram estatisticamente significativos nos componentes “estado geral da saúde” (p=0,020 e p=0,025), respectivamente para os grupos do GAMIA e do CSGPS e “vitalidade” (p=0,029), no grupo do GAMIA, entre as duas fases. No estudo qualitativo, os idosos valorizaram o envelhecimento ativo e foram exemplos da manutenção da independência. Os programas estudados são modelos de Serviço de Saúde que podem contribuir para as ações da Política Nacional do Idoso e da Organização Mundial da Saúde.
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