Equilíbrio econômico - Brasil

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Equilíbrio econômico ecológico da pesca marítima no Rio Grande do Sul - Brasil

Equilíbrio econômico ecológico da pesca marítima no Rio Grande do Sul - Brasil

Conforme os resultados obtidos no modelo com informação completa sobre o ecossistema, para os estoques terem permanecido estável a captura total de peixes no RS não poderia ter superado as 30 mil toneladas anuais. As capturas de crustáceos e moluscos, somadas, não poderiam ter superado as 9 mil toneladas, peso que seguidamente é obtido somente com a pesca do camarão. A captura de elasmobrânquios (tubarões...), que já atingiu 8,2 mil toneladas, não poderia ter ultrapassado as 500 toneladas anuais, já que taxa de reprodução deste tipo de peixe chega a ser milhões de vezes menor do que as espécies mais reprodutoras. Um motivo de preocupação de muitos ambientalistas é a diminuição que vem ocorrendo nas populações de golfinhos e pingüins no sul do Brasil, o que certamente está relacionado com a redução no estoque do principal alimento desses gêneros: os peixes.
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Regulação do mercado de infraestrutura: o equilíbrio econômico-financeiro e seus reflexos sobre a política e a economia

Regulação do mercado de infraestrutura: o equilíbrio econômico-financeiro e seus reflexos sobre a política e a economia

característica do período de redemocratização nos países da América do Sul, bem como sua crescente autonomia e independência. PESSANHA, referindo-se aos casos argentino e brasileiro, dirá: As novas oportunidades que se abriram aos dois países com a transição para a democracia aumentaram, como vimos, as atribuições dos respectivos legislativos. Com relação ao controle externo, os novos desenhos institucionais equiparam, de uma maneira geral, o Poder legislativo e seus respectivos órgãos auxiliares de mecanismos importantes para o exercício da missão constitucional, de forma coerente com a modalidade accountability. [...] Além disso, os legislativos aumentaram seu papel na fiscalização do Poder Executivo e romperam o monopólio do recrutamento do Corpo Deliberativo das instituições auxiliares pelo Poder Executivo, de forma parcial no Brasil, onde dois terços dos membros passaram a ser indicados pelo Congresso Nacional e um terço pelo presidente da República, e de forma total na Argentina, onde as duas Casas legislativas passaram a dividir igualmente a indicação de seis auditores-gerais e o sétimo, a maior inovação, indicado pelo maior partido de oposição que, dessa forma, adquire protagonismo no controle externo. Desse modo, tanto no Brasil como na Argentina, essas instituições ganharam alento com o processo de redemocratização traduzido em princípios que, de certa forma, atendem aos requisitos prescritos pelo bom desenho institucional de accountability [...]. (PESSANHA, 2010, p. 18).
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Equilíbrio econômico-financeiro dos contratos administrativos e a teoria da imprevisão no processo licitatório

Equilíbrio econômico-financeiro dos contratos administrativos e a teoria da imprevisão no processo licitatório

no Brasil, compreende a regra da manutenção da equação econômico-financeira originalmente estabelecida, cabendo ao contratado o direito a uma remuneração sempre compatível com aquela equação, e à Administração o dever de rever o preço quando, em decorrência de ato estatal (produzido ou não à vista da relação contratual), de fatos imprevisíveis ou da oscilação dos preços da economia, ele não mais permita a retribuição da prestação assumida pelo particular, de acordo com a equivalência estipulada pelas partes no contrato”. 66 Para MARIA SYLVIA ZANELLA DI PIETRO, a divisão doutrinária entre eventos ordinários e extraordinários demonstra-se acertada, pois o contratante deve ser responsabilizado exclusivamente pelos riscos próprios da atividade empresarial:
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Revisão tarifária periódica e o equilíbrio econômico-financeiro das distribuidoras de energia elétrica

Revisão tarifária periódica e o equilíbrio econômico-financeiro das distribuidoras de energia elétrica

O ano de 2008 ficou marcado por um abrandamento da atividade econômica, consequência do agravamento da crise financeira iniciada nos EUA. No lado financeiro os impactos da crise foram imediatos e percebidos com a redução das linhas de crédito bancário, aumento do custo do financiamento, alta do risco Brasil e desvalorização do câmbio, restringindo a capacidade de crescimento do mercado interno e afetando o nível de emprego. O IGPM, índice utilizado como indexador para o reajuste das tarifas de energia elétrica, fechou o ano em 9,81%, maior taxa desde 2004, e ficou 2,06 pontos percentuais face ao registrado em 2007 (7,75%). Na região central do Brasil ocorreu uma retomada do agronegócio, com uma melhoria no desempenho das exportações, resultando um aumento da receita com a venda dos principais produtos da balança comercial do agronegócio como a soja (óleo, farelo e grão) e o de café.
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Regulação do equilíbrio econômico-financeiro das concessões de rodovias mediante taxa interna de retorno flutuante

Regulação do equilíbrio econômico-financeiro das concessões de rodovias mediante taxa interna de retorno flutuante

O objetivo deste trabalho é analisar o modelo de regulação do equilíbrio econômico- financeiro das concessões de rodovias no Brasil com a utilização da Taxa Interna de Retorno (TIR) estática, tendo por referência a Teoria Econômica da Regulação. Foram analisadas concessões de rodovias em dois períodos distintos e analisadas as taxas de retorno contratadas e realizadas e avaliados os seus efeitos sobre as tarifas de pedágio. Foram estudadas as diversas formas de remuneração indireta do capital dos investidores, por meio de holding, transações com partes relacionadas e emissão de debêntures. Os resultados demonstraram que a TIR contratada é uma referência que pode estar distante da realidade e a sua fixação ao longo da vigência dos contratos de longo prazo pode acarretar apropriação de ganhos por parte dos monopólios naturais em detrimento da modicidade das tarifas. Este trabalho apresenta como alternativa a TIR de referência flutuante, atualizada aos custos de oportunidade efetivamente incorridos pela concessionária, sendo apresentadas simulações com as concessões contratadas em 2008, demonstrando seus efeitos nas tarifas de pedágio.
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Impactos  da inserção da microgeração no equilíbrio  econômico-financeiro  dos  contratos  de  concessão  de  distribuição de energia elétrica

Impactos da inserção da microgeração no equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão de distribuição de energia elétrica

De igual modo, é necessária uma análise, na literatura estrangeira, especialmente em países que já sofrem ou já sofreram a necessidade de adequação de elementos regulatórios, políticos ou econômicos diante da inserção da geração distribuída em sua matriz energética, visando analisar a possibilidade eventual de adequação de técnicas e mecanismos à realidade brasileira. Por fim, há de se analisar se, diante do cenário regulatório atual e da forma de composição da tarifa de energia elétrica, em caso de um crescimento de adesão da microgeração, haverá a manutenção do equilíbrio econômico financeiro das distribuidoras e do contrato de concessão de energia elétrica, e se a experiência internacional pode ajudar o Brasil na busca de soluções que se mostrem necessárias à manutenção desse equilíbrio. Outro ponto a ser analisado é se os custos a serem arcados pelas distribuidoras e consequentemente repassados à tarifa do consumidor estão alocados de maneira justa, socialmente falando.
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Alocação de riscos e equilíbrio econômico-financeiro em contratos de gestão: o caso da fundação OSESP

Alocação de riscos e equilíbrio econômico-financeiro em contratos de gestão: o caso da fundação OSESP

Esse trabalho pretende analisar as especificidades do relacionamento contratual entre Estado e agentes privados numa esfera muito particular de contato, qual seja, tomando por base a análise da estrutura de negócios que se estabeleceu a partir da “Programa Nacional de Publicização” dos serviços públicos não-exclusivos, levada a efeito com a criação do Plano Diretor da Reforma do Estado no Brasil 1 , em que houve uma severa guinada conceitual na forma de se entender o papel dos mercados e dos agentes privados no desenvolvimento de setores estratégicos da economia e sua inter-relação com a atividade estatal. A busca por par- cerias com organizações com vocação para as atividades estatais não-exclusivas provocou um novo período de descentralização, mudando-se a maneira até então puramente vertical de compreensão das funções da Administração Pública. O foco nesse ponto é a alteração da forma de atuação do Estado, cuja preocupação basilar anterior era o controle dos processos administrativos e o controle de meios, passando para uma gestão mais voltada para o resultado e a eficiência, com controle a posteriori das metas e da satisfação do “cliente-cidadão” em relação à aplicação do recurso público.
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Parcerias público-privadas : alocação de riscos e equilíbrio econômico-financeiro

Parcerias público-privadas : alocação de riscos e equilíbrio econômico-financeiro

Cfr. Viviane Gil FRANCO e João Batista PAMPLONA (in Alocação de Riscos em Parcerias Público-Privadas no Brasil. Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, v. 39, nº 1, jan-mar 2008, p. 28). No mesmo sentido, Fabiane Terrari Lima da SILVA (in. A Alocação...); Carlos Marcio Campos LIMA (in Alocação e mitigação dos riscos em parcerias público-privadas no Brasil. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro 49(2): 267-291, mar./abr. 2015); Livro Verde sobre as Parcerias Público-Privadas e o Direito Comunitário em Matéria de Contratos Públicos e Concessões. Comissão das Comunidades Europeias, Bruxelas, 2004; Marco Aurélio de Barcelos SILVA (in Concessão..., p. 77); Maria Adelaide Campos FRANÇA (in Parcerias.., p. 106); Anna Carolina Migueis PEREIRA (in Alocação de Riscos nos Contratos de Concessão e PPP: um mecanismo rumo à eficiência na implantação de infraestruturas no Brasil, p. 18); Marcos NÓBREGA (in Direito...,p . 129); Marcos Barbosa PINTO (in Repartição...); Kleber Luiz ZANCHIM (in Parcerias..., p. 120); Vinícius MARINS e Rodrigo Reis de OLIVEIRA (in As parcerias...); Fernando Vernalha GUIMARÃES (in Alocação..., o. 239).
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Equilíbrio econômico-financeiro na prestação de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Estado da Bahia

Equilíbrio econômico-financeiro na prestação de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Estado da Bahia

No contexto da presente pesquisa, parece ter surgido aqui um problema de informações assimétricas, em que a Embasa detém mais informações que a agência reguladora acerca dos seus custos, receitas e atividades, apesar de as informações da Embasa serem públicas e as demonstrações contábeis auditadas e publicadas no website da empresa. Além disso, a regulada encaminha várias informações para alimentar o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento (SNIS) que atualmente se configura como o mais importante banco de dados sobre saneamento do Brasil. Nesse banco de dados, as informações são as mais variadas, incluindo indicadores operacionais de produção e distribuição de água e tratamento de esgoto, bem como comerciais, financeiras, administrativas. Cabe ressaltar que as prestadoras de serviços de saneamento estão sujeitas a sanção quando deixam de prestar as informações ao Ministério das Cidades, que opera o SNIS, sendo a não liberação de recursos financeiros do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das sanções. Assim, a Embasa não consegue esclarecer o alegado desequilíbrio econômico-financeiro, pois a agência reguladora entende que as informações disponíveis são incompletas.
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Garantia da manutenção do equilíbrio econômico-financeiro nos contratos administrativos de parcerias público-privadas

Garantia da manutenção do equilíbrio econômico-financeiro nos contratos administrativos de parcerias público-privadas

O Brasil, por falta de recursos públicos suficientes, vem passando por uma fase de crescimento econômico baseado em uma infraestrutura deficiente e que, lamentavelmente, não acompanha as reais necessidades de desenvolvimento, restringindo, assim, a ampliação, modernização e construção de novos equipamentos públicos. Nesse contexto de insuficiência de recursos, e baseado em experiências estrangeiras de sucesso, o legislador brasileiro editou a Lei Federal nº. 11.079 em 31 de dezembro de 2004, que instituiu normas gerais para licitação e contratação de Parcerias Público-Privadas no âmbito da Administração Pública. O presente trabalho teve como objetivo geral analisar a norma legal de licitação e contratação de Parcerias Público-Privadas em face da norma constitucional, relativa à manutenção das condições efetivas da proposta, de forma a verificar se há violação ao princípio da manutenção do equilíbrio econômico financeiro dos contratos administrativos celebrados pela administração pública. O método de abordagem utilizado foi o dedutivo, partindo da presunção geral de que se os contratos administrativos comuns, como gênero, têm garantido a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro, os contratos de Parcerias Público-Privadas, que se caracterizam como espécies de contrato administrativo, também o têm. O método de procedimento aplicado foi o monográfico, a partir de uma avaliação minuciosa das características das modalidades de concessão comum, patrocinada e administrativa e dos reflexos da publicação da lei no meio jurídico. Quanto à pesquisa, o tipo de procedimento empregado para coleta de dados foi a pesquisa bibliográfica e documental, mediante estudo e análise do conteúdo da literatura especializada, dos diplomas legais e das doutrinas vigentes, em que se buscou o conhecimento e conceitos necessários para fundamentar
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O equilíbrio econômico-financeiro das distribuidoras de energia elétrica brasileiras...

O equilíbrio econômico-financeiro das distribuidoras de energia elétrica brasileiras...

Alguns pontos apresentados pela IFRIC 12 merecem destaque como a classificação dos ativos que não é excludente, ou seja, pode haver contratos que apresentem ao mesmo tempo ativos financeiros e intangíveis. Outro ponto se refere à incerteza da geração de fluxos de caixa, sendo que no caso do ativo financeiro observa-se baixo risco, no entanto, no caso do ativo intangível o risco apresenta um grau de incerteza maior diante da exigência de prestação do serviço para se auferir receitas. Note-se, ainda, que as concessões envolvem contratos de longo prazo, e desse modo apresentam diversos tipos de riscos, tais como: financeiro, político, operacional, de regulação e operacional. A título de exemplo, cita-se o caso do racionamento de energia elétrica ocorrido em 2001 no Brasil, quando a previsão do fluxo de caixa das distribuidoras não se realizou durante pelo menos um ano.
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Equilíbrio financeiro dos regimes próprios de previdência social no Brasil

Equilíbrio financeiro dos regimes próprios de previdência social no Brasil

Ao se investigar o equilíbrio financeiro dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) dos servidores públicos, espera-se que os resultados deste estudo contribuam com a literatura empírica ainda escassa no Brasil. Seguindo uma modelagem econométrica de dados em painel, considerando-se os 22 estados brasileiros no período 2005–2011, busca-se analisar a solvência dos RPPS através da metodologia tradicional em sustentabilidade fiscal com restrição orçamentária intertemporal, ao se testar a estacionaridade da série representativa do déficit previdenciário e da despesa sobre o saldo de servidores ativos, fazendo-se uso de quatro testes alternativos: Levin-Lin-Chu (2002); Im-Pesaram-Shin (2003); Dickey- Fuller (1979) e Phillips-Perron (1988). Os resultados dos testes mostraram que o déficit previdenciário não possui raiz unitária, sendo assim estacionário tanto no sistema como um todo, como individualmente. A série despesa sobre saldo de ativos, por seu turno, mostrou-se estacionaria apenas no todo. Conclui-se que o equilíbrio financeiro, entre as duas abordagens, é mais viável através do acréscimo nas receitas, cuja política de curto prazo poderia ser direcionada, por exemplo, para o aumento das alíquotas de contribuição previdenciária dos entes patrocinadores e dos segurados. Além disso, há a necessidade de se implementar novas reformas previdenciárias no sentido de viabilizar o equilíbrio financeiro dos RPPS no longo prazo.
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A jurisprudência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina sobre o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos administrativos

A jurisprudência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina sobre o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos administrativos

A contratada, em Apelação, buscou a reforma da sentença para que o Município fosse condenado a pagar o lucro não realizado em razão do desequilíbrio econômico-financeiro do contrato. 452 Nesse ponto, a magistrada de primeiro grau não acolheu o pedido em razão da perda superveniente do objeto, pois, como já dito acima, o contrato foi rescindido antes do termo previsto. 453 Cabe mencionar que o valor desse “lucro não realizado”, foi mensurado por perícia realizada. O perito constatou que: “no ano de 1999 alterou-se o ponto de equilíbrio, assim a empresa trabalhou num nível inferior”. Nesse sentido, a magistrada se baseou na perícia para determinar os valores e o período. 454 Nesse ponto, o relator entendeu que deveria a sentença ser mantida. 455
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AVALIAÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO REAL DE EQUILÍBRIO DO BRASIL

AVALIAÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO REAL DE EQUILÍBRIO DO BRASIL

Os artigos recentes de Barbosa e Freixo (2004) e Feijó e Morales (2008) testaram a validade da teoria da paridade do poder de compra 11 . Barbosa e Freixo (2004) apresentaram um modelo não linear auto-regressivo com transição suavizada (STAR) para a taxa de câmbio real brasileira para o período de 1959 a 2004 e encontraram um grau de persistência elevado dos desvios em relação à paridade, tendo sido significativos os parâmetros utilizados – índices de preços ao consumidor e ao atacado do Brasil e dos Estados Unidos. Segundo os autores, a taxa de câmbio de equilíbrio baseada no índice de preços ao consumidor revela um comportamento explosivo quando está próxima da paridade e estacionário quando está distante da taxa de equilíbrio de longo prazo.
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O (des)equilíbrio contábil da previdência social no Brasil

O (des)equilíbrio contábil da previdência social no Brasil

O presente estudo inicia no primeiro capítulo uma análise por meio de uma revisão bibliográfica, que revisita a formação do sistema de seguridade no mundo e no Brasil, apresentando o processo que culminou na criação da Previdência Social, e as alterações implementadas por reformas constitucionais ao texto original da Constituição. O segundo capítulo do estudo apresenta as fontes de financiamento do OSS. A análise é sequenciada com a apresentação dos resultados, com a contabilidade da Previdência Social de acordo com a CF de 1998, apresentando as receitas e as despesas do período entre os anos de 2000 a 2016. A análise dos números apresentará os dados da Seguridade Social, abrangendo os recursos e destinações das três áreas: Previdência, Saúde e Assistência Social, visto que não há discriminação por parte das receitas indiretas da Seguridade. A discussão dos resultados será feita por duas análises: pelo que é praticado e divulgado pelo governo; e com o objetivo de identificar a real situação financeira da Previdência, uma segunda análise será feita a partir das diretrizes apresentadas na CF de 1988, além da abordar os impactos gerados pelo processo da DRU, que retira sistematicamente recursos financeiros da Seguridade. Por fim, os resultados encontrados são analisados em conjunto com fatores imprescindíveis à discussão: transição demográfica; mercado de trabalho; e desonerações fiscais.
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Corrupção e ineficiência no Brasil: Uma análise de equilíbrio geral.

Corrupção e ineficiência no Brasil: Uma análise de equilíbrio geral.

Nesta hipótese, como primeiro exercício contrafactual, ver Simulação 1 no Quadro 6, verificam-se quais seriam os efeitos ma- croeconômicos e de bem-estar da completa eliminação da ineficiên- cia e corrupção nos gastos públicos. Os resultados indicam que, no longo prazo, têm-se efeitos positivos consideráveis, os investimentos privados se elevam, bem como as horas trabalhadas, impactados pela melhoria da eficiência, o produto aumenta significativamente, sendo sua trajetória, no novo estado estacionário, quase 4,5% superior à trajetória determinada por seu estado estacionário inicial. A medida de bem-estar, x, corresponde a 1,26%, indicando que este cenário alternativo implicaria ganhos de eficiência equivalentes a um aumen- to permanente de 1,26% nos atuais níveis de consumo, mantidos os valores estacionários, anteriores ao choque, para as demais variáveis. A magnitude de importância deste ganho de bem-estar é evidente, comparada aos ganhos de suavização dos ciclos nos Estados Unidos, em torno de 0,1% do consumo total, indicada por Lucas (1987) ou ganhos de uma reforma tributária no Brasil que reduzisse taxação so- bre o investimento e renda dos fatores, aumentando compensatoria- mente impostos sobre o consumo, da ordem de 0,6%, de acordo com estimava de Araújo e Ferreira (1999). Sendo comparável ao ganho de bem-estar de 1,8%, com igual metodologia, encontrado por Pereira e Ferreira (2008) para a política de Parceria Público-Privada no Brasil. No curto prazo, a redução do investimento observada no Quadro 6 pode ser atribuída à eliminação da ineficiência, pois antes era neces- sário investir mais para compensar ineficiências nos gastos governa- mentais. Este resultado, também observado no caso da Simulação 2, a seguir, deve-se à mesma razão.
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Gripe aviária no Brasil: uma análise econômica de equilíbrio geral.

Gripe aviária no Brasil: uma análise econômica de equilíbrio geral.

Resumo: O vírus da influenza aviária H5N1 tem se disseminado rapidamente por diversos países e continentes nos últimos anos, podendo também chegar ao Brasil. A ausência e a necessidade de estimativas dos efeitos econômicos que surtos da doença podem provocar sobre o setor avícola brasileiro motivaram a presente pesquisa. Foram simulados três cenários utilizando-se de um modelo aplicado de equilíbrio geral inter-regional, denominado TERM-BR. Os resultados sinalizam impactos negativos de maior dimensão sobre o segmento avícola na região Sul, refletindo em dados ruins no conjunto da economia local. Já regiões produtoras de bens substitutos, ao terem a demanda aumentada nesse contexto, acabam por apresentar crescimento de renda, como é o caso do Centro-Oeste. Destaca-se a importância das reações do consumidor doméstico sobre o comportamento da produção avícola.
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A taxa de câmbio real de equilíbrio no Brasil, 1994-2002

A taxa de câmbio real de equilíbrio no Brasil, 1994-2002

O objetivo deste estudo é estimar a Taxa de Câmbio Real de Equilíbrio (TCRE) no Brasil e compará-la com a Taxa de Câmbio Real (TCR) observada em cada período. Para estimar a TCRE, adotou-se a metodologia desenvolvida inicialmente por Sebastian Edwards. Os dados são mensais e abrangem o período entre julho de 1994 (momento da implementação do Plano Real), até dezembro de 2002. Os resultados mostram que no momento da implementação do Plano Real, a Taxa de Câmbio Real se encontrava valorizada. De 1995 a 1998, os resultados mostram que a TCR se encontrava próxima do seu nível de equilíbrio. A partir de 1999 até o final do período de análise, os resultados apontam a uma desvalorização do cambio real. Estes resultados sugerem que a atual política cambial não esta contribuindo para eliminar o desalinhamento da taxa de câmbio real no Brasil.
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Gastos governamentais e crescimento econômico no Brasil

Gastos governamentais e crescimento econômico no Brasil

No tocante a essa função específica do Estado, alguns modelos foram elaborados com a finalidade de relacionar crescimento econômico e gastos públicos. A lei dos dispêndios públicos crescentes de Wagner (1890), citado por Cândido Júnior (2001), postula que o crescimento econômico exige a participação cada vez maior do governo na oferta de bens públicos com base em: a) como os bens públicos são em grande parte superiores, o aumento da renda tende a aumentar a demanda por esses bens; b) maiores gastos com populações idosas são exigidos com a redução da taxa de mortalidade; e c) programas sociais aumentam a importância das transferências nos orçamentos públicos. A partir dessa premissa, Wagner constatou que o crescimento das atividades do governo era uma conseqüência natural do progresso social; com isso, o crescimento do gasto público era inevitável. Nessa mesma linha se encontra o trabalho de Peacock e Wiseman (1967), citados por Riani (1990).
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O Brasil pode repetir o milagre econômico?

O Brasil pode repetir o milagre econômico?

O Pacto Político do Crescimento deveria, então, contemplar uma política de investimento público que receberia apoio da sociedade brasileira num prazo curto. O Brasil é um país que tem várias instituições excludentes. O direito de propriedade é um pilar de qualquer sociedade que deseja tornar-se rica. Todavia, a urbanização que ocorreu no Brasil levou boa parte da nossa população a viver em favelas onde o direito de propriedade não existe ou é bastante frágil. A reforma urbana tornando as favelas bairros com toda infraestrutura deve ser prioridade num programa de investimento público. Este reforma deve contemplar a construção de sistemas de transporte público que nos aproxime dos sistemas existentes no primeiro mundo.
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