Equipa de cuidados continuados integrados

Top PDF Equipa de cuidados continuados integrados:

O Doente terminal e o familiar cuidador na equipa de cuidados continuados integrados

O Doente terminal e o familiar cuidador na equipa de cuidados continuados integrados

No momento da admissão e ao longo da permanência do doente na ECCI, o familiar cuidador vai percecionando as intervenções da equipa multiprofissional e especialmente o papel enfermeiro que, de entre todos os elementos da equipa é o que apresenta mais tempo disponível para os acompanhar. Na conclusão de um estudo de Pazes (2009), do qual, um dos objetivos era - Conhecer a influência da conduta do enfermeiro, atribuída pelo cuidador principal sobre os Fatores que influenciam a vivência do processo terminal e de luto, cujos participantes do estudo (familiar/pessoa próxima do doente terminal), pertenciam a um Centro de Saúde na região do Baixo Alentejo, revelou que os enfermeiros estabeleciam uma boa comunicação e relação com doente e com a família, mostravam disponibilidade, apresentavam conhecimentos técnicos e instrumentais, conheciam a situação e suscitavam confiança. Por outro lado, num estudo de Carvalho (2011), realizado no âmbito dos Cuidados de Saúde Primários do Alto-Minho, divulgou que o Centro de Saúde onde foi realizado o estudo, não possibilitava aos enfermeiros responder de forma adequada e completa perante as necessidades complexas e múltiplas em fim de vida. Perante a assimetria de cuidados ao doente terminal/família proporcionados pelos enfermeiros, em contexto domiciliário, parece-nos importante conhecer também, o papel do enfermeiro na interdisciplinaridade de uma Equipa de Cuidados Continuados Integrados.
Mostrar mais

164 Ler mais

Implementação da equipa de cuidados continuados integrados

Implementação da equipa de cuidados continuados integrados

Este trabalho de projecto ultrapassa o seu sentido tecnicista original, adquirindo uma orientação construtivista e integrada que aponta para a capacidade de agir e reagir de forma pró-activa perante situações mais ou menos complexas, através da mobilização de conhecimentos, atitudes e procedimentos adquiridos no âmbito do Mestrado em Gestão das Organizações – Ramo Gestão das Unidades de Saúde (MGO – GUS) no sentido de dar resposta a um projecto institucional, designadamente no que se refere à Implementação da Reforma da Saúde no âmbito dos Cuidados de Saúde Primários (CSP), onde se premeia a formação de equipas em cuidados de saúde, como respostas mais efectivas aos problemas de saúde da comunidade. Pois, promove-se a abertura organizacional a novos modelos de cuidados, que incorporam novos paradigmas, orientados para uma intervenção multidisciplinar tendo como enfoque principal as pessoas em situação de dependência funcional, doença terminal, ou em processo de convalescença, com rede de suporte social, cuja situação não requer internamento. Todos os intervenientes neste sector do mercado percebem que a saúde e a sua protecção são um bem económico altamente dispendioso e não gratuito, ainda que frequentemente o seja no momento da utilização dos serviços. Estas premissas estão subjacentes ao objectivo preconizado para este trabalho: Implementação de uma Equipa de Cuidados Continuados Integrados. Para a sua consecução está implícita a necessidade inadiável, na conjectura económica e financeira actual, periodizada através da adaptação às necessidades do cidadão, de forma a garantir o acesso aos cuidados necessários e adequados, no tempo e locais certos, visando assegurar a continuidade dos cuidados, mediante intervenções coordenadas e articuladas entre os diferentes sectores sociais, constituindo uma estratégia
Mostrar mais

167 Ler mais

Prevenção da sobrecarga de cuidadores informais no contexto de uma equipa de cuidados continuados integrados

Prevenção da sobrecarga de cuidadores informais no contexto de uma equipa de cuidados continuados integrados

agotamiento, por exposición a estrés, durante un determinado intervalo de tiempo, relacionado con la prestación de cuidados, con varias repercusiones: salud física y mental, vida social y financiera. Pretendemos analizar artículos científicos, a través de la Teoría del Déficit de Autocuidado de Enfermería (TDAE) de Dorothea de Orem, en relación a las intervenciones en la sobrecarga de cuidadores informales de ancianos dependientes en la comunidad; averiguando cómo puede mejorarse el papel de los enfermeros, en el apoyo a los cuidadores ya las personas cuidadas. Métodos: Se realizó una revisión integradora de la literatura mediante la búsqueda en la base de datos electrónica EBSCOhost usando el DeCS (portugués, español e Inglés). Se determinaron los siguientes criterios de inclusión: artículos de revisiones sistemáticas, clínicas o integrativas de la literatura, estudios clínicos con y sin aleatorización, con texto completo, publicados entre 2013 y 2018. Resultados: En esta revisión la mayoría de los artículos incluidos son revisiones sistemáticas de literatura, en el nivel 1.b (JBI Levels of Evidence, 2014) luego, podemos concluir que son estudios con evidencia alta. La muestra final incluyó cinco revisiones sistemáticas, dos ensayos aleatorizados controlados, un estudio cuasi-experimental y un estudio observacional. Los resultados fueron agrupados en cinco dimensiones: I. - Sobrecarga de los cuidadores de ancianos con demencia; II. - Intervenciones para cuidadores de personas con accidente cerebrovascular; III. - Intervenciones sostenidas en la Teoría del Déficit de Autocuidado de Enfermería; IV. - Evidencias sobre las intervenciones de apoyo a cuidadores informales; y V. - Tipos de intervenciones en la sobrecarga de los cuidadores. Subdividimos la dimensión V en cuatro categorías de intervenciones: psicoeducativas; psicoterapia, asesoramiento; multicomponente; y basadas en la tecnología. Conclusiones: Los resultados de esta revisión demostraron resultados positivos, de la implementación de intervenciones multidisciplinares, en la sobrecarga, en los cuidadores informales, en la comunidad. Las intervenciones de enfermería, sostenidas en la Teoría del Déficit del Autocuidado de Enfermería, particularmente en el sistema de enfermería educativa (apoyo-educativo) evidencian mejoras en la salud y en el bienestar de los cuidadores informales, reduciendo la sobrecarga subjetiva.
Mostrar mais

127 Ler mais

Interdisciplinaridade e relações interprofissionais : um estudo de caso em  equipa de cuidados continuados integrados

Interdisciplinaridade e relações interprofissionais : um estudo de caso em equipa de cuidados continuados integrados

106 trabalhar em colaboração com os Assistentes Sociais que, por sua vez, se mostraram motivados para reforçar o seu papel na prestação de cuidados e empenhados em ter voz- ativa na tomada de decisão (Abramson & Mizrahi, 1986: 2). De facto, verificamos que a Médica entrevistada não revelou qualquer dificuldade relacionada com a sobreposição de tarefas, com o poder de decisão ou com a não compreensão do seu papel, o que podemos eventualmente atribuir à existência de um status socialmente reconhecido e interiorizado pelos demais atores sociais. Já os outros profissionais referiram, todos eles, pelo menos uma destas dificuldades, o que pode justificar a relevância dada à tomada de decisão partilhada nos discursos dos entrevistados. Assim, constatamos que determinadas profissões podem enfrentar um desafio maior no que respeita ao reconhecimento do seu papel e do seu poder de decisão, sentindo a necessidade de afirmação do próprio papel, com consequências significativas ao nível das dinâmicas interdisciplinares.
Mostrar mais

158 Ler mais

A hidratação à pessoa em agonia em cuidados continuados integrados: perceção da equipa de saúde

A hidratação à pessoa em agonia em cuidados continuados integrados: perceção da equipa de saúde

Sobre atender a propósitos compartilhados entre os profissionais de saúde, o doente e a família, Parkash e Burge (1997), identificaram questões importantes para a família ao decidir se a hidratação artificial deve ou não deve ser fornecida a doentes com cancro avançado. Realizaram um estudo de natureza qualitativo, em contexto domiciliário e de internamento em cuidados paliativos. Os participantes incluíram filhos e cônjuges de doentes que haviam lidado, ou que em breve lidariam com problemas relacionados com a hidratação. Os fatores que influenciaram os cuidadores incluíram questões de sofrimento, considerações éticas e emocionais, troca de informações entre profissionais de saúde, família e cultura. Os benefícios percebidos da hidratação artificial pelos cuidadores foram essenciais para as considerações éticas, emocionais e culturais envolvidas na tomada de decisão. As discussões com os cuidadores devem tentar: descobrir os desejos e atitudes do doente em relação ao procedimento; fornecer as informações mais precisas possíveis sobre as vantagens e desvantagens; reconhecer e explorar as preocupações dos cuidadores de que a vontade pode não ter sido expressa.
Mostrar mais

184 Ler mais

Caracterização das equipas de cuidados continuados integrados, na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo

Caracterização das equipas de cuidados continuados integrados, na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo

Equipa de ECCI está muito assente numa equipa de enfermagem, e nós sentimo-nos muitas vezes muito sozinhos em casa das pessoas. Muitas vezes é complicado ter apoio médico no domicílio, como estávamos a dizer, todos os médicos fazem parte da equipa de ECCI mas há muitos médicos que não têm, não mostram recetividade em realizar visitas domiciliárias, e muitas vezes as situações com que nós somos confrontados no domicílio nós tentamos... Tem que haver alguma resposta. (...) Se você vir, e nós temos utentes que já estão na rede há muitos anos, às vezes é uma das dificuldades que nós temos é conseguir dar altas em consciência às pessoas, e saber que elas não vão precisar do nosso apoio de ECCI mais à frente. E essas pessoas só têm avaliações de enfermagem, não têm avaliação de mais ninguém. (...) Interessa-me é fazer bons cuidados às pessoas, e nós muitas vezes questionamos até qual é que é a mais-valia que a ECCI dá, enquanto equipa de cuidados continuados integrados. Nós sentimos que é uma equipa de enfermeiros, como já lhe disse, e há muitos utentes, os que vêm referenciados pelo hospital nunca tiveram uma avaliação social, nunca tiveram uma avaliação médica, em casa. Muitas situações dos utentes que são medicados conforme a nossa avaliação, conforme aquilo que nós transmitimos ao médico de família e são medicados com base nisso, não são vistos, situações que às vezes um dos indicadores de qualidade - lá vai a tal estatística, que é prevenir um bocadinho os internamentos, que as pessoas não tenham internamentos hospitalares quer dizer, nós temos situações que as pessoas precisam urgentemente duma avaliação e é difícil de a ter também. (...) Mas é complicado, eu acho que é muito por esse motivo de nos sentirmos que estamos muito sozinhos, e que temos um peso de uma família toda e uma responsabilidade de uma família inteira sobre as costas. Visita de luto - Também não deveríamos ser nós só a fazer, também deveria (risos) ter o apoio do psicólogo mas pronto, vai tudo bater ao mesmo. Mas depois há uma outra questão, que é como é que nós registamos esse tipo de serviço, de intervenção que fazemos. GESTCARE porque aparece o óbito já não aparece. Em SCLINICO ou se abre o do cuidador e depois pode haver um (risco?) de uma intervenção dessas, que não está definida em SCLINICO da pessoa também pagar uma intervenção. (...) E depois sentir que todo aquele trabalho e todo aquele esforço que nós temos, que não nos ouvem, é frustrante, é frustrante. E depois sentirmos que ainda ficamos pior com as alterações que fizeram, de GESTCARE, e achar que algumas alterações que fizeram ainda refletem menos o que é o utente e o que é o nosso trabalho, e que é a nossa avaliação, isso é tudo...não nos ouvirem, acho que têm que ouvir as pessoas que estão no terreno
Mostrar mais

149 Ler mais

Qualidade de vida do doente internado na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Qualidade de vida do doente internado na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Quanto a cada uma das AVD, avaliadas pelo Índice de Barthel, Ferreira (2015) constatou que, quer no momento da admissão quer no momento de alta, o banho foi a AVD onde se verificou o maior grau de dependência com uma média ponderada de 0,02 e 0,15 respetivamente. Seguindo-se, por ordem decrescente de dependência, o subir e descer escadas (M=0,20 na admissão e M=0,30 na alta) e o controlo urinário (M=0,28 na admissão e 0,28 na alta). A alimentação foi onde se verificou maior grau de independência, também quer no momento de admissão que no momento de alta (M=0,54 e 0,73, respetivamente). Estes indicadores, juntamente com um conjunto de problemáticas associadas ao envelhecimento, representam uma fragilidade de QV muito acentuada e patenteiam a necessidade de cuidados de saúde e de apoio social integrado. Assim sendo, a valorização e integração do enfermeiro de reabilitação na equipa interdisciplinar, quer no apoio domiciliário, quer nas UCCI, revela-se essencial, objetivando promover uma melhoria dos sintomas, prevenir e tratar exacerbações recorrentes, retardar o declínio funcional, melhorar a performance nas atividades diárias e a QV.
Mostrar mais

119 Ler mais

Rede nacional de cuidados continuados integrados do Algarve: perspetiva dos familiares, utentes e profissionais de saúde

Rede nacional de cuidados continuados integrados do Algarve: perspetiva dos familiares, utentes e profissionais de saúde

Não obstante a dificuldade de emprego se verificar para muitos dos profissionais e o facto de estes saberem lidar com a doença, o profissional tem que conviver com a subjetividade inerente às relações humanas, pelo que, os sentimentos de insatisfação surgem da frustração pela casuística, o que pode provocar dificuldades de adaptação, desgaste físico e desgaste psicológico. Adicionalmente, os profissionais referiram como aspetos ligados ao acesso ao emprego, e face à atual crise do mercado de trabalho, a insatisfação relacionada à diminuta oferta e à falta de preparação académica. Se tivermos em conta a diferença na praxis do desempenho e a perceção dos recém formados e admitidos ao serviço, destaca-se a carência da especificidade do conhecimento e certificação científica para o desempenho da atividade. Contudo, perceciona-se uma imagem de cultura gerontológica voltada para uma vertente de interajuda e progressão na profissão, considerando-se positiva a relação psicológica do profissional com a atividade de desempenho (Kulkamp, Barbosa & Bianchini, 2008). Só numa perspetiva multidisciplinar é que se poderá abordar a relação triangular qualidade-satisfação-produtividade. Quanto às relações significativas no trabalho, estes profissionais identificaram a um bom ambiente de trabalho de Equipa e Autonomia profissional.
Mostrar mais

212 Ler mais

O idoso na equipe de cuidados continuados integrados: programa de enfermagem para prevenção de quedas

O idoso na equipe de cuidados continuados integrados: programa de enfermagem para prevenção de quedas

Na prática o enfermeiro enfatiza a sua intervenção fornecendo orientações sobre a segurança e autonomia, reforçando as ideias através de informação escrita mencionada em catálogos, folhetos ou outro material de apoio que vá ao encontro da concretização do objetivo pretendido. Para além deste cuidado de enfermagem, sempre que se justifique, o enfermeiro referencia para outro profissional da equipa (médico, fisioterapeuta, técnico de serviço social ou outro). Esta conjetura justifica-se, porque atualmente uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar reforça a complementaridade de saberes e de todos os desafios que se colocam a cada profissão, os quais estão intimamente ligados ao binómio saúde-doença, particularmente no que diz respeito aos novos problemas de saúde relacionados com estilos de vida, envelhecimento e doenças crónicas. 16
Mostrar mais

8 Ler mais

Distribuição dos utentes na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados do Alentejo

Distribuição dos utentes na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados do Alentejo

Assim, para dar entrada nos serviços da RNCCI, os utentes são referenciados na rede de duas formas, se estiver internado num hospital do SNS ou através do CS (que envolve a comunidade no domicílio, hospital privado ou outro local de residência). A proposta de ingresso na RNCCI a partir do hospital é feita pela EGA que avalia as necessidades dos cuidados dos utentes. A referenciação a partir do CS pode ser feita através da envolvente médica - médico, enfermeiro ou assistente social. Após o processo de referenciação dar entrada na rede, por qualquer dos métodos, é apresentado à ECL. Esta equipa analisa o processo do utente e dá continuidade ao ingresso na rede, acompanhando-o até à alta deste, como podemos ver na figura 2 2 [8].
Mostrar mais

55 Ler mais

A animação sociocultural e os cuidados continuados integrados: estudo de caso na Santa Casa da Misericórdia de Paços de Ferreira

A animação sociocultural e os cuidados continuados integrados: estudo de caso na Santa Casa da Misericórdia de Paços de Ferreira

Para reforçar ainda mais este resultado, lembram-se os indicadores identificados por Castellón (1994:56) para medir a qualidade de vida dos idosos: “autonomia, atividade, recursos económicos, saúde, habitação, intimidade, segurança, pertença a uma comunidade, relações pessoais”. Por estes verifica-se a total falta de qualidade de vida dos respondentes. Mas, tendo em conta que se tratam de pessoas em situação de CCI, subtrai-se aos indicadores aquelas caraterísticas que os condicionam à situação de internados que seriam a autonomia e a saúde, e assim ainda se poderá considerar alguma taxa, caso o conceito pudesse ser medido, de qualidade de vida. O que também não se verifica, nos resultados obtidos, é que, já que nenhum deles desenvolve qualquer tipo de relações pessoais, á parte aquelas que empreendem com as funcionárias dos lar e a restante equipa que se ocupa dos seus tratamentos, apesar de pertencerem à comunidade do lar, não sentem esse laço de pertença, que o autor atrás citado referencia.
Mostrar mais

131 Ler mais

COMPETÊNCIA EMOCIONAL NOS FISIOTERAPEUTAS DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS

COMPETÊNCIA EMOCIONAL NOS FISIOTERAPEUTAS DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS

É assim relevante assumir a Fisioterapia como parte integrante essencial dos sistemas de saúde e dar a conhecer a situação atual e as competências do Fisioterapeuta, enquanto elemento indispensável das equipas prestadoras de cuidados de saúde continuados. No que diz respeito à legislação, esta determina que o Fisioterapeuta integre a equipa de todas as Unidades de Internamento incluídas neste estudo, sendo facultativa a necessidade da sua presença nas Unidades de Dia e de Promoção da Autonomia, na Equipa de Gestão de Altas e na Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos. Como membro de uma determinada equipa dentro de qualquer das Unidades de Internamento, definidas e caracterizadas anteriormente, o Fisioterapeuta é obrigado por lei a contribuir para a constituição de um processo individual do utente, do qual devem constar: o registo de admissão, informações de alta, diagnóstico das necessidades, plano individual de intervenção, registo de avaliação semanal e eventual aferição do plano individual de intervenção.
Mostrar mais

130 Ler mais

A Cultura de Segurança do Cliente nas Unidades de Cuidados Continuados Integrados

A Cultura de Segurança do Cliente nas Unidades de Cuidados Continuados Integrados

Castle & Sonon (2006) realizaram um estudo transversal nos EUA, através da aplicação do inquérito Hospital Survey on Patient Safety Culture a 2840 gestores de NH, tendo este demonstrado, claramente, que a cultura de segurança nas NH está pouco desenvolvida. Os resultados indicam que estes profissionais consideram os relatos de eventos adversos insuficientes, quando comparados com a real frequência dos mesmos. Os autores consideram também fulcral na implementação de uma cultura de segurança eficaz a avaliação da mesma através de um instrumento criado para esse efeito. Através dessa avaliação, os gestores das NH têm a possibilidade de identificar áreas de melhoria, o nível de comunicação e de trabalho em equipa, entre outros, e aplicar medidas de correção, com vista à melhoria da segurança dos seus clientes.
Mostrar mais

103 Ler mais

Inteligência emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Inteligência emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

A Equipa de Gestão de Altas (EGA) é uma equipa hospitalar multidisciplinar que prepara e gere as altas hospitalares dos utentes que necessitam de acompanhamento pós- hospital devido a problemas de saúde e sociais. Esta Equipa está sediada no hospital de agudos e deve incluir, um médico, um enfermeiro e um assistente social (Artigo 23.º do Decreto – Lei n.º 101/2006 de 6 de Junho). A EGA articula com as equipas terapêuticas hospitalares de agudos para o planeamento das altas hospitalares, com as equipas coordenadoras distritais e locais da Rede e com as equipas prestadoras de cuidados continuados integrados dos centros de saúde (Artigo 24.º do Decreto – Lei n.º 101/2006 de 6 de Junho).De acordo com Rodrigues (2009), a equipa intra-hospitalar de suporte em cuidados paliativos é uma equipa multidisciplinar do hospital de agudos, que possui formação em cuidados paliativos e tem um espaço físico próprio para o planeamento das suas ações e deve incluir, um médico, um enfermeiro e um psicólogo. Este tipo de equipa intra-hospitalar presta orientações diferenciadas em cuidados paliativos aos serviços do hospital, podendo ainda executar cuidados diretos e orientação para o plano individual de intervenção aos doentes internados em estado avançado.
Mostrar mais

202 Ler mais

GESTÃO DA ALTA HOSPITALAR E REFERENCIAÇÃO PARA A REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS: UM ESTUDO DE CASO

GESTÃO DA ALTA HOSPITALAR E REFERENCIAÇÃO PARA A REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS: UM ESTUDO DE CASO

A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) é a entidade gestora nacional da Rede. A coordenação regional é assegurada por cinco estruturas – Equipa Coordenadora Regional (ECR) que integram representantes das Administrações Regionais de Saúde (ARS) e dos Centros Distritais de Segurança Social. A nível local e de proximidade, a RNCCI é gerida pelas Equipas Coordenadoras Locais (ECL), equipas de natureza multidisciplinar, integrando, no mínimo, um profissional médico e de enfermagem (setor da saúde) e um técnico de assistência social (de preferência e proveniente do setor da segurança social) e, caso seja necessário, um técnico da autarquia local. Em 2013, as ECL eram 92, uma por ACES. A referenciação é efetuada pelas Equipas de Gestão de Altas (EGA) e equipas dos cuidados de saúde primários. Em 2013 existiam 83 EGA e 526 Equipas nos Centros de Saúde, bem como 25 Equipas Intra- hospitalares de Suporte em Cuidados Paliativos e 11 Equipas Comunitárias de Suporte em Cuidados Paliativos (ACSS, 2014).
Mostrar mais

20 Ler mais

Evolução no padrão de referenciação dos doentes com acidente vascular cerebral à rede nacional de cuidados continuados integrados

Evolução no padrão de referenciação dos doentes com acidente vascular cerebral à rede nacional de cuidados continuados integrados

tendo-se verificado o menor valor relativo a 14 dias em 2011 e o maior respeitante a 18 dias em 2015. Ao comparar-se os doentes que foram para uma Unidade da RNCCI, com os que foram referenciados, mas que acabaram por ter alta para outros destinos, constatou-se que o tempo médio de internamento hospitalar dos doentes que ingressaram na RNCCI é superior (em 2014 a média foi de 30,7 dias e em 2015 a média foi de 43 dias) ao dos doentes que tiveram alta para outros destinos (a maior média de número de dias de internamento foi de 32,0 dias em 2014 e de 25,5 dias em 2015). O número de dias de internamento foi contabilizado a partir do dia em que se referenciou o doente à Equipa de Gestão de Altas até ao dia de alta hospitalar para outros locais ou ingresso na RNCCI. O aumento do número de dias de internamento hospitalar por falta de vaga atempada na RNCCI mostra a incapacidade de resposta às necessidades actuais dos doentes, o que faz emergir algumas inquietações uma vez que não se prevê o aumento do número de camas disponíveis ou a construção de novas Unidades.
Mostrar mais

62 Ler mais

Impacto da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados na demora média hospitalar no hospital Beatriz Ângelo

Impacto da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados na demora média hospitalar no hospital Beatriz Ângelo

A missão da RNCCI, é de caracter intersectorial e tem como base uma sólida prestação de cuidados ao individuo com necessidade da sua intervenção. Surge aqui a necessidade de investir no envolvimento do individuo/família/cuidador, na participação ativa do plano de cuidados preconizado pela equipa multidisciplinar, é aqui que estas equipas, têm um papel fundamental pois conseguem dotar o individuo/família/cuidador de competências essenciais a esta nova fase da sua vida, seja de reabilitação ou de manutenção das capacidades funcionais, ou até mesmo, em situações de fim de vida. Para tal, a RNCCI estabeleceu objetivos específicos que se propõe alcançar, conforme podemos observar resumidamente na figura 7. (UMCCI, 2009; Artigo 4.º do Decreto – lei n.º 101/2006 de 6 de Junho).
Mostrar mais

103 Ler mais

Inteligência Emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

Inteligência Emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

No que respeita aos procedimentos de colheita de dados foi pedida a autorização à Coordenação Nacional da Rede nacional dos Cuidados Continuados Integrados, para realizarmos o estudo nas unidades de internamento da região Centro do país. A autorização foi deferida pela entidade acima referida, sob o nome da coordenadora Drª Inês Guerreiro, que nos sugeriu estabelecer articulação com a Equipa de Coordenação Regional do Centro – Coimbra. Em simultâneo, procedeu-se à colocação do instrumento de recolha de dados num formato de questionário on line que era acedido através de um link referido no e-mail enviado para as unidades.
Mostrar mais

18 Ler mais

A SATISFAÇÃO DAS EQUIPAS DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS  THE SATISFACTION OF LONG- TERM CARE TEAMS

A SATISFAÇÃO DAS EQUIPAS DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS THE SATISFACTION OF LONG- TERM CARE TEAMS

Na comunidade, a prestação de CCI é assegurada pela Equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos (ECSCP) (equipa multidisciplinar da responsabilidade dos serviços de saúde, com formação em cuidados paliativos com a finalidade de prestar apoio e aconse- lhamento diferenciado em cuidados paliativos às equipas domiciliárias e às unidades de média e de longa duração e manutenção) e pela Equipa de cuidados continuados integra- dos (ECCI). As ECCI prestam cuidados multidisciplinares (médicos e de enfermagem; fisio- terapia; terapia da fala; apoio psicológico; social; ocupacional e outros) no domicílio a uten- tes com dependência funcional, doença terminal ou em processo de convalescença, com suporte social, não justificando internamento, mas que não podem deslocar-se de forma autónoma. São prestados diariamente, entre as 8 e as 20 horas nos dias úteis e, conforme as necessidades, aos fins de semana e feriados. Estas equipas têm ainda como objetivos a educação para a saúde aos doentes, familiares/cuidadores e a coordenação e gestão de ca- sos, em articulação com outros recursos da comunidade.
Mostrar mais

16 Ler mais

A Qualidade de Vida e a Satisfação dos Utentes em Unidades de Internamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI)

A Qualidade de Vida e a Satisfação dos Utentes em Unidades de Internamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI)

Procede-se a uma análise particularizada das diversas componentes integradas nas dimensões de satisfação estudadas. Na dimensão referente à satisfação com a equipa de profissionais de saúde verificou-se uma elevada satisfação quanto às competências humanas e relacionais dos mesmos – simpatia, respeito pelo utente, paciência para o utente, e disponibilidade para o ajudar, onde a maioria dos utentes referiu estar muito satisfeita. De facto, uma pessoa doente, tende a valorizar os aspetos interpessoais entre si e os profissionais de saúde, que possam surgir, valorizando demonstrações de carinho, atenção recebida, empatia, assim como o respeito, considerado como a base fundamental da relação entre as pessoas, deste modo, o utente idoso requer que o detenham para com ele, pela sua condição de pessoa única e digna, independentemente da sua condição atual (Imaginário, 2006:183). A partir da análise dos dados, observamos que na categoria – disponibilidade dos profissionais para ajudar, ocorrem diferenças significativas nas Unidades, nomeadamente na Unidade de Longa Duração e Manutenção (ULDM), onde se verificam alguns utentes não satisfeitos nem insatisfeitos, explicando-se a partir da dificuldade que os profissionais têm de oferecer resposta rápida a todos os utentes que lhes solicitam ajuda, derivado do grau de exigência de cuidados ser superior em cada utente aí internado. O desempenho técnico dos profissionais é considerado bastante satisfatório no que concerne às componentes de higiene pessoal do utente (74,3% dos utentes está muito satisfeito) e administração da medicação (71,4% está muito satisfeito). Ambas as tarefas são consideradas de elevada importância no cuidado aos utentes idosos - a manutenção de higiene é necessária para lhe conferir conforto e bem-estar (Imaginário, 2006), e a
Mostrar mais

150 Ler mais

Show all 3733 documents...