Equipe de profissionais

Top PDF Equipe de profissionais:

SELEÇÃO, CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DA EQUIPE DE PROFISSIONAIS DOS ABRIGOS: O HIATO ENTRE O PRESCRITO E O REAL.

SELEÇÃO, CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DA EQUIPE DE PROFISSIONAIS DOS ABRIGOS: O HIATO ENTRE O PRESCRITO E O REAL.

Resumo Objetivou-se verificar se as percepções da equipe de profissionais dos abrigos para jovens acer- ca das dificuldades no trabalho estariam relacionadas às deficiências na seleção, capacitação e formação con- tinuada. Foi realizada uma pesquisa qualitativa em dois abrigos localizados na cidade do Rio de Janeiro, entre 2008 a 2010. As 47 entrevistas com profission- ais dos abrigos e as observações de campo nas oficinas em grupo foram transcritas. A análise dos dados iden- tificou pontos críticos que podem gerar violências, interferir no manejo das tarefas e agravar os riscos psi- cossociais, comprometendo a saúde mental dos cui- dadores e jovens assistidos. Ao se confrontar seus re- latos com as recomendações contidas nas Orientações técnicas para os serviços de acolhimento para crianças e adolescentes, conclui-se que, embora esse documento possibilite mapear as ações dos profissionais e nortear as melhores formas para realizarem a tarefa de acolher, ele precisa ser assimilado e vivenciado para reduzir a distância entre o prescrito e a realidade.
Mostrar mais

23 Ler mais

O significado do grupo de apoio para a família de recém-nascidos de risco e equipe de profissionais na unidade neonatal.

O significado do grupo de apoio para a família de recém-nascidos de risco e equipe de profissionais na unidade neonatal.

Em todas as etapas da evolução do recém-nascido, seus familiares interagem com a equipe de profissionais da UTIN. O valor da aprendizagem mútua do grupo de apoio refere- se ao processo de cuidar, o qual propicia uma interação efetiva, com um crescimento interpessoal entre pais e equipe de profissionais da UTIN. Vários autores enfatizam a importância de uma interação com reciprocidade entre pais, familiares e equipe de profissionais da UTIN, ou seja, um relacionamento de colaboração e confiança mútuas com responsabilidade e limitações comuns para todos 17,18,27,28 . Smith et al. 16 ressaltam as desvantagens dos grupos de apoio que utilizam exclusivamente o apoio formal. É possí- vel que o fato de ouvir outros pais que estão compartilhando experiências traumáticas semelhantes constitua um fardo emocional adicional para os que estão tentando manter as próprias emoções sob controle. Para esses pais, poderia ser mais útil um apoio direcionado, de seus familiares, ou seja, receber um apoio sem a necessidade de retribuí-lo.
Mostrar mais

7 Ler mais

Estoque domiciliar de medicamentos de pessoas assistidas por uma equipe de profissionais da Estratégia de Saúde da Família

Estoque domiciliar de medicamentos de pessoas assistidas por uma equipe de profissionais da Estratégia de Saúde da Família

Objetivo: identificar aspectos relacionados às “Farmácias caseiras” de pessoas assistidas por uma equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF). Métodos: estudo transversal em 100 domicílios em uma área de abrangência da Estratégia Saúde da Família em Blumenau, SC, entre fevereiro e março de 2012. Resultados: nos domicílios visitados, 91% tinham medicamentos, sendo encontrados 737 medicamentos (média de 7,6 por domicílio). O grupo terapêutico de medicamentos mais frequente foi o dos que atuam no sistema digestivo 148 (20,1%) e o medicamento mais encontrado foi o paracetamol (6,5%). Dentre os entrevistados, 29 (31,9%) relataram descartar medicamentos no lixo comum, 12 (13,2%) não observavam o aspecto físico antes de utilizar e 74 (81,3%) tiveram acesso a medicamentos em farmácias comunitárias e ESFs. Observou-se associação entre número de medicamentos e número de pessoas no domicílio (p<0,01) e com presença de doenças crônicas (p<0,05). Conclusão: pessoas com mais escolaridade armazenam mais medicamentos (p<0,001). Contudo, pessoas com baixa escolaridade utilizam mais medicamentos prescritos por médicos (p<0,001).
Mostrar mais

11 Ler mais

Acolhimento à demanda espontânea: processo de trabalho da equipe de profissionais em unidade básica de saúde

Acolhimento à demanda espontânea: processo de trabalho da equipe de profissionais em unidade básica de saúde

A Atenção Primária à Saúde é atualmente o principal nível de atenção à saúde da população brasileira e um dos principais empregadores dos profissionais de saúde. Uma das atividades requeridas nos processos de trabalho na Atenção Primária é o acolhimento da demanda espontânea. Assim, este estudo, de abordagem qualitativa, tem como objetivo descrever o processo de trabalho no acolhimento à demanda espontânea em uma Unidade de Atenção Primária à Saúde do município de Fortaleza, identificando o conhecimento dos profissionais a respeito dos fluxos adotados e da regulamentação oficial, caracterizando suas potencialidades e desafios e conhecendo os sentimentos que vivenciam nesse processo. Em relação ao percurso metodológico, a pesquisa utilizou o estudo exploratório descritivo. A coleta de dados foi realizada por meio de um roteiro de entrevistas semiestruturado, com onze trabalhadores da saúde. A análise dos dados teve como referência a análise temática de conteúdo. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará, com o parecer N° 3.525.812. Os resultados revelaram que o modelo adotado pela Secretaria Municipal de Saúde, encontra-se orientado para o modelo biomédico; padrão de atendimento centrado na doença e não no indivíduo. Identificamos que no acolhimento à demanda espontânea, muitos profissionais não utilizam a classificação de riscos e vulnerabilidades para o atendimento à população, devido ao grande número de pessoas que procuram atendimento. O modelo adotado e o grande número de pessoas a serem atendidas, provocam nos profissionais sentimentos de sofrimento, relativos à frustração e impotência, que podem causar danos à saúde psíquica dos mesmos, fazendo com que seja necessária e urgente a revisão do modelo de atendimento adotado durante o acolhimento da demanda espontânea. É importante levar em consideração e abrir espaço para o trabalhador expor suas opiniões e preocupações, em prol de melhorias em seus processos de trabalho e da superação de sentimentos negativos oriundos de seu fazer profissional.
Mostrar mais

96 Ler mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PAPEL DA EQUIPE DE PROFISSIONAIS EM CUIDADOS PALIATIVOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PAPEL DA EQUIPE DE PROFISSIONAIS EM CUIDADOS PALIATIVOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Objetivo: Analisar a relação dos profissionais de saúde junto a pacientes em Cuidados Paliativos e seus familiares. Método: Estudo descritivo, de revisão integrativa da literatura que pretende identificar como o profissional de saúde lida com a morte e o morrer e como tal perspectiva se reflete na relação deste com o paciente, a equipe, os familiares e a instituição de trabalho. Foram realizadas buscas de artigos nas bases de dados Scientific Electronic Library (Scielo) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), ambos no idioma português entre o período de 2014 a 2018. Resultado: Ao todo foram analisados 06 (seis) estudos obedecendo aos critérios de inclusão selecionados. Através desses estudos foi possível aprofundar nas seguintes categorias: (a) Relação entre o profissional de saúde e pacientes em Cuidados Paliativos; (b) A saúde mental dos profissionais e o impacto de cuidar; (c) O papel da instituição de ensino no cuidado com o profissional de saúde; (d) A importância do vínculo entre a equipe profissional, o paciente e os familiares. Conclusão: Foi possível evidenciar o quanto a atuação dos profissionais de saúde em uma modalidade de cuidados com pacientes que tenha condição ou doença crônica e grave que ameace a continuidade da vida é algo que reflete em suas relações.
Mostrar mais

23 Ler mais

Atenção integral à saúde da criança na perspectiva de uma equipe de profissionais

Atenção integral à saúde da criança na perspectiva de uma equipe de profissionais

Durante o período em que atuei profissionalmente no HRG participei de um ambulatório de acompanhamento de prematuros. Tratava-se de um projeto de atuação multidisciplinar, que constava das seguintes áreas: Enfermagem, Serviço Social, Terapia Ocupacional, Psiquiatria Infantil e Pediatria. Creio que estava sendo apresentada ao embrião do modelo biopsicossocial de atenção à saúde, uma vez que podíamos contar com os conhecimentos de diversos profissionais e, portanto, poderíamos contemplar o paciente de uma maneira integrada e não dicotomizada, como nos ambulatórios convencionais. Contudo, diante das demandas excessivas de trabalho e horários, nem sempre favoráveis ao entrelaçamento de saberes, pude contemplar o que poderia vir a ser uma prática médica voltada para a atenção integral à saúde do paciente. Todavia, creio que permaneceu em mim o desejo de conhecer melhor a criança – muitas vezes em bem tenra idade!-, sua família e o mundo que a cerca. Percebi que meus conhecimentos técnicos não bastavam. Passei a sentir a lacuna deixada pela formação médica no quesito psicossocial.
Mostrar mais

105 Ler mais

ABSENTEÍSMO E DOENÇA NA EQUIPE DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

ABSENTEÍSMO E DOENÇA NA EQUIPE DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

Cabe citar que este estudo não esgota os fatores que concorrem para o absenteísmo por doença, mas aponta para direcionamentos relevantes para mudanças efetivas na política de gestão de pessoal e nos processos de trabalho, bem como na promoção da saúde e segurança dos colaboradores da equipe de enfermagem, aumentando sua satisfação no trabalho e seu compromisso com a instituição. Ressalta-se, dessa forma, a importância de mais estudos sobre o tema que visem a verificar os motivos específicos das licenças médicas em instituições de naturezas diversas, como as privadas, públicas, filantrópicas e Organizações Não Governamentais e propor intervenções adequadas a cada contexto.
Mostrar mais

15 Ler mais

TRABALHO EM EQUIPE: LIMITES E POSSIBILIDADES NA PERSPECTIVA DE PROFISSIONAIS DE UMA EQUIPE DE ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

TRABALHO EM EQUIPE: LIMITES E POSSIBILIDADES NA PERSPECTIVA DE PROFISSIONAIS DE UMA EQUIPE DE ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

A vivência e questionamento sobre o trabalho em equipe inicialmente se deu na interação com profissionais, em uma Unidade de Saúde da Família, quando desenvolvia atividades como residente de um Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade, observava o processo de trabalho dos vários profissionais inseridos no cenário de prática, mas com ações isoladas, ainda que se propusessem a desenvolver atividades de forma grupal. Na atualidade, como profissional alocada em uma equipe da Estratégia da Saúde da Família, a experiência tem me proporcionado refletir a prática no cotidiano profissional, uma vez que me encontro no desafio de coordenar uma equipe de profissionais em torno de ações de saúde. De maneira geral, nas duas vivências foi e está sendo possível perceber a fragmentação do processo de trabalho e a dificuldade dos profissionais em ampliar a visão e o comportamento, que dão perspectiva ao trabalho em equipe. Espero com esta pesquisa trazer a reflexão sobre este tipo de trabalho, na perspectiva da prática profissional, com vistas a resgatar sua importância no cotidiano de trabalho.
Mostrar mais

60 Ler mais

A comunicação no trabalho em equipe: perspectivas de profissionais inseridos no Programa Saúde da Família

A comunicação no trabalho em equipe: perspectivas de profissionais inseridos no Programa Saúde da Família

Trata-se de uma pesquisa qualitativa que buscou compreender como a comunicação reflete no trabalho em equipe de profissionais que atuam no Programa Saúde da Família. O estudo foi realizado em um Centro de Saúde da Regional Pampulha do Município de Belo Horizonte, de dezembro de 2004 a julho de 2005. Os dados foram coletados por meio de observação e entrevistas semi-estruturadas. Observei momentos de interação entre os profissionais de saúde em reuniões semanais de cada equipe; cenas e fatos ocorridos na recepção e corredores que permitiram desvelar como se dá a comunicação entre os profissionais. Foram entrevistados 03 enfermeiros, 01 médico, 02 auxiliares de enfermagem e 01 agente comunitário pertencentes às quatro equipes desta Unidade. A análise dos dados permitiu a identificação dos seguintes temas: “Concepção de Comunicação”; “Processo de Trabalho e Comunicação” e “Implicações do Processo Comunicativo no Trabalho em Equipe”. A maioria dos profissionais considera a comunicação importante para suas ações, concebendo-a como expressão de liberdade do sujeito e um meio de trocar informações entre as pessoas. A implementação das visitas domiciliares e a presença do ACS no Programa Saúde da Família fazem com que haja o trabalho extramuros onde o foco é a família, a comunidade. Esse contexto leva a uma maior aproximação do profissional com o cliente e, conseqüentemente, as expectativas e as demandas da população se intensificam; aumentam o barulho e o fluxo de pessoas no local de trabalho; há uma duplicidade de informações com o mesmo conteúdo; o que torna ainda mais complexa a comunicação. O processo de trabalho revela-se estressante e sobrecarregado, onde a interação com o outro ocorre, principalmente, de forma verbal. Além disso, nota-se pouco entrosamento entre os membros das equipes que não compartilham a mesma rede de significados, o que acaba prejudicando o trabalho multidisciplinar. Esta pesquisa permitiu aos próprios colaboradores uma reflexão consciente de como desenvolvem seu trabalho e se torna subsídio para a elaboração de capacitação profissional para a interação em equipe e percepção não-verbal.
Mostrar mais

94 Ler mais

Presença de mães e pais em Unidade Neonatal: percepções de puérperas e profissionais da equipe de enfermagem

Presença de mães e pais em Unidade Neonatal: percepções de puérperas e profissionais da equipe de enfermagem

sendo considerado de grande vulnerabilidade para o bebê. Quando o mesmo se encontra em situações de risco de morte ou necessidade de cuidados especializados, há necessidade de internação em Unidades Neonatais. Nestes ambientes, o cuidado, objeto de trabalho da enfermagem, não pode ter foco unicamente no recém-nascido, pois há necessidade de cuidados voltados também à família. Objetivo: conhecer a percepção de puérperas e de profissionais da equipe de enfermagem acerca da presença das mães e pais no ambiente de uma Unidade Neonatal. Método: pesquisa de caráter descritivo, exploratório, com abordagem qualitativa. O estudo foi realizado na Unidade Neonatal de um hospital do sul do Estado de Santa Catarina, com horários restritos para as visitas dos pais e demais familiares, em janeiro de 2019. Os participantes foram oito puérperas cujos filhos passaram por internação no cenário de estudo e também, 15 profissionais da equipe de enfermagem, totalizando 23 entrevistas. A análise dos dados fora realizada conforme a análise de conteúdo de Bardin. Os fundamentos éticos da Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012, foram respeitados, com aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa com o parecer de número 3.094.053 sob CAAE 04556918.0.0000.0121.
Mostrar mais

93 Ler mais

Adesão às medidas de prevenção e controle de infecção de acesso vascular periférico pelos profissionais da equipe de enfermagem

Adesão às medidas de prevenção e controle de infecção de acesso vascular periférico pelos profissionais da equipe de enfermagem

Cateteres vasculares periféricos são freqüentes na terapêutica dos pacientes, e se não instalados e manuseados com observância dos princípios de assepsia podem representar risco de infecção. O objetivo deste estudo foi verificar a adesão às medidas assépticas para o acesso vascular. Ele foi realizado em seis hospitais de Goiânia – GO e a população constituiu-se de profissionais de enfermagem que atuam nas clínicas cirúrgicas e UTIs. Os dados foram coletados por meio de observação e registrados em um check list. Nas 209 oportunidades, os profissionais negligenciaram medidas básicas de prevenção de infecções relacionadas ao acesso vascular. Tais medidas incluíram higiene das mãos, uso de luvas, anti-sepsia da pele, manutenção de infusão venosa em sistema fechado e adoção de medidas assépticas no preparo de medicamentos. Acreditamos ser imprescindível investir em qualificação dos profissionais, padronização de condutas e implementação de política de proteção aos trabalhadores com investimentos em equipamentos mais seguros.
Mostrar mais

8 Ler mais

Conhecimento dos profissionais da equipe de enfermagem de um hospital de ensino de Minas Gerais sobre hemotransfusão.

Conhecimento dos profissionais da equipe de enfermagem de um hospital de ensino de Minas Gerais sobre hemotransfusão.

Quando questionados quanto ao tempo em que o concentrado de hemácias pode permanecer à temperatura ambiente, antes de iniciar a transfusão, 15,8% responderam corretamente (30 minutos), 36,8% assinalaram a alternativa cuja resposta era dez minutos, e 36,8% assinalaram a alternativa “não sei”. Os dados encontrados na literatura corroboram os achados neste estudo. Ferreira et al. (2007), em seu estudo realizado em um hospital de ensino de Ribeirão Preto (SP) com profissionais da equipe de enfermagem, encontraram que 31,9% não sabiam o limite de tempo permitido para instalação de transfusão de concentrado de hemácias, após retirá-lo das condições ideais de conservação. No estudo de Torres et al. (2010), foi possível observar que quanto ao tempo de permanência dos concentrados de hemácias em temperatura ambiente, 15,9% permaneceram entre 30 minutos e 1 hora e 30 minutos e 6,8%, por mais de 1 hora e 30 minutos. Apesar de o tempo ter excedido em 22,7% dos procedimentos, o hemocomponente não foi recolocado imediatamente no refrigerador e não foi descartado como é preconizado pelas normativas ministeriais.
Mostrar mais

87 Ler mais

Atuação dos profissionais da equipe multidisciplinar do Centro de referências da Mulher frente às mulheres vitimadas

Atuação dos profissionais da equipe multidisciplinar do Centro de referências da Mulher frente às mulheres vitimadas

Os Centros de Referência são estruturas fundamentais nas ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, tendo em vista que busca possibilitar a quebra da situação de violência e a construção da cidadania através de ações globais e atendimento interdisciplinar, tendo ainda a função de articular os serviços da rede de atendimento às mulheres vitimadas. Esses serviços incluem: Aconselhamento em momentos de crise; atendimento psicossocial; aconselhamento e acompanhamento jurídico; atividades de prevenção; qualificação dos profissionais; articulação da rede de atendimento local; levantamento de dados sociais sobre a situação da violência contra a mulher. Desse modo, os Centros de Referência devem prestar acolhimento permanente às mulheres que necessitem desse serviço, bem como monitorar e acompanhar as ações desenvolvidas pela Rede de atendimento (BRASIL, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres/ Presidência da República, 2006).
Mostrar mais

44 Ler mais

COMPORTAMENTOS DESTRUTIVOS ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE E SEUS IMPACTOS PARA A EQUIPE DE ENFERMAGEM E OS PACIENTES EM EMERGÊNCIA HOSPITALAR

COMPORTAMENTOS DESTRUTIVOS ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE E SEUS IMPACTOS PARA A EQUIPE DE ENFERMAGEM E OS PACIENTES EM EMERGÊNCIA HOSPITALAR

O dano temporário foi percebido com maior frequência, neste estudo, dentre aqueles que relataram ter verificado um comportamento destrutivo que atingiu o paciente. Neste sentido, a identificação de riscos é fundamental para a prevenção de eventos adversos na unidade hospitalar em estudo, pois se faz importante para qualificar a prestação de serviço e impedir que o paciente desenvolva algum dano durante o período intra-hospitalar (ARRUDA et al., 2017). Tais riscos incluem não somente questões técnicas e organizacionais, mas os aspectos comportamentais e culturais da equipe que presta atendimento.
Mostrar mais

41 Ler mais

Trabalho de equipe em reabilitação: um estudo sobre a percepção individual e grupal dos profissionais de saúde.

Trabalho de equipe em reabilitação: um estudo sobre a percepção individual e grupal dos profissionais de saúde.

Resumo: A fim de atingir as metas da atenção integral à saúde, argumenta-se a favor da atuação em equipe multiprofissional. Visando ampliar a compreensão sobre essa modalidade assistencial, este artigo tem como objetivo identificar e comparar a percepção individual e grupal dos profissionais de dois serviços de reabilitação de um mesmo hospital sobre o trabalho em equipe. Para tanto, foram feitas entrevistas individuais e grupais com profissionais de um serviço especializado no atendimento ao lesado medular e de outro serviço especializado no atendimento ao lesado cerebral. Os principais resultados obtidos abrangeram: concepção de equipe; identificação de fatores facilitadores e perturbadores do trabalho grupal; avaliação do processo de tomada de decisão; autonomia profissional; semelhanças e diferenças entre as equipes. Sugere-se que futuras investigações adotem o procedimento de entrevista grupal em estudos relativos ao funcionamento de equipes de saúde. Palavras-chave: abordagem de tratamento interdisciplinar, serviços de saúde, reabilitação.
Mostrar mais

11 Ler mais

Adesão às precauções padrão entre os profissionais da equipe de resgate pré-hospitalar do corpo de bombeiros de Goiás

Adesão às precauções padrão entre os profissionais da equipe de resgate pré-hospitalar do corpo de bombeiros de Goiás

Ao serem questionados acerca do uso de medidas de segurança houve o predomínio da utilização de luvas de procedimentos, máscaras e óculos protetores durante situações de risco. No entanto, através da observação realizada durante o atendimento a vítima, constatamos que a única medida utilizada, em tais situações, foi o uso de luvas de procedimento. Verificamos que em algumas vezes, durante o atendimento, a equipe se expôs ao material biológico através de respingo de sangue em mucosas de olho, boca e nariz.

6 Ler mais

Os Desafios Profissionais do Serviço Social na Equipe Multiprofissional do Setor de Transplante Renal no Imperial Hospital de Caridade

Os Desafios Profissionais do Serviço Social na Equipe Multiprofissional do Setor de Transplante Renal no Imperial Hospital de Caridade

(..,) o Serviço Social ganha uma dinâmica mais intensa (...) Possuem um rebatimento profissional, pela mediação diversa de quatro condutos específicos, embora com obvias vinculações entre si. O primeiro remete ao próprio amadurecimento dos setores da categoria profissional, na sua relação com outros setores protagonistas (profissionais, nas equipes multiprofissionais, sociais, grupos da população politicamente organizada) e outras instancias (núcleos da população e políticos e Estado). O segundo refere-se ao desgarramento de segmentos da Igreja católica em face do seu conservadorismo tradicional, a emersão de “católicos progressistas” e mesmo de uma esquerda católica. Com ativa militância cívica, afeta sensivelmente a categoria profissional. O terceiro é o espraiar do movimento estudantil, que faz seu ingresso nas escolas de Serviço Social e tem ai uma ponderação muito peculiar. O quarto é o referencial próprio da parte significativa das ciências sociais período, imantada por dimensões criticas e nacionais-populares (NETTO, 2005, p. 139 á140).
Mostrar mais

56 Ler mais

Luto da equipe: revelações dos profissionais de enfermagem sobre o cuidado à criança/adolescente no processo de morte e morrer.

Luto da equipe: revelações dos profissionais de enfermagem sobre o cuidado à criança/adolescente no processo de morte e morrer.

... no momento que você fica o dia-a-dia no sofrimento daquelas crianças você vai ... sabe aquela coisa de você ir rezando pra criança descansar e saber que o melhor realmente não é continuar nesse sofrimento (E4CTIPT). Precisamos atentar para as implicações do luto mal vivido, uma vez que não é considerado uma doença até o momento em que os sintomas manifestados pelos enlutados não interfiram na realização das suas atividades diárias e torne o sofrimento intenso. Quando isso acontecer é necessário que o profissional de enfermagem reconheça essas alterações e busque ajuda de profissionais especializados e preparados para atuar com essa situação.
Mostrar mais

7 Ler mais

Instrumentação e conhecimento dos profissionais da equipe saúde da família sobre a notificação de maus-tratos em crianças e adolescentes.

Instrumentação e conhecimento dos profissionais da equipe saúde da família sobre a notificação de maus-tratos em crianças e adolescentes.

Resultados: Na amostra selecionada predominaram profissionais que não haviam participado de treinamento na área de violência contra crianças e adolescentes (86,3%), conheciam o Estatuto da Criança e do Adolescente (90,2%) e conheciam a ficha de notificação de maus-tratos (62,7%). A maioria afirmou que a unidade de saúde possuía a ficha (70,5%) e que sabia para qual lugar encaminhar as vítimas (82,3%). Prevaleceram os profissionais que não se depararam com situações de maus-tratos (62,8%); dos 37,2% que já tinham identificado algum caso, 60,0% relataram as ocorrências. Houve associação significante (p=0,035) entre o ato de notificar e a participação do profissional em treinamento sobre o tema.
Mostrar mais

8 Ler mais

Atuação fonoaudiológica em cuidados paliativos pediátricos e seus resultados na percepção de cuidadores e profissionais da equipe de um hospital universitário

Atuação fonoaudiológica em cuidados paliativos pediátricos e seus resultados na percepção de cuidadores e profissionais da equipe de um hospital universitário

O cuidado paliativo prestado à população pediátrica visa à promoção da qualidade de vida, alívio do sofrimento e redução da dor causados por suas enfermidades. A assistência paliativa é realizada por profissionais da área da saúde e estende-se aos cuidadores, na medida em que recebem orientações e participam do cuidado direto e cotidiano. Estas pessoas vivenciam experiências nos cuidados e nos processos dos tratamentos, bem como nas necessidades que a condição de vida ameaçada apresenta. Conhecer suas experiências possibilita a construção de um plano de cuidados baseado nas principais demandas dos pacientes em cuidados paliativos, favorecendo a assistência a essa população. Assim, o presente estudo teve como objetivo identificar e apresentar os principais resultados dos artigos que descrevem a percepção de cuidadores e profissionais de equipes de assistência quanto aos cuidados paliativos prestados a pacientes pediátricos. Foi realizado levantamento bibliográfico no portal BIREME para acesso às bases de dados científicos LILACS e IBECS e no portal PUBMED para acesso aos periódicos indexados no MEDLINE. Após aplicação dos critérios de inclusão, 541 artigos foram localizados para a triagem; destes, 23 foram selecionados para leitura completa e 10 artigos foram incluídos na análise final. Ressaltando a preocupação dos profissionais em construírem planos individuais e humanizados, estudos mostram a necessidade da busca por qualidade de vida e dignidade à criança, nos cuidados paliativos. Algumas divergências na assistência são apontadas em alguns artigos; outros mostram que há um despreparo de profissionais para lidarem com os aspectos emocionais e espirituais nos cuidados paliativos pediátricos e que o sofrimento é sentido tanto pelos familiares quanto pela equipe; outros ressaltam que a abordagem do paciente em equipe e a comunicação bem estabelecida entre familiares e profissionais favorecem os cuidados. Por meio desta revisão integrativa foi possível perceber, baseado na percepção de cuidadores e profissionais, que existem particularidades nos cuidados paliativos aos pacientes pediátricos, sendo importante a instrumentalização, tanto de profissionais quanto de cuidadores, para lidarem com as condições ameaçadoras da vida de crianças e adolescentes.
Mostrar mais

81 Ler mais

Show all 7869 documents...