Erliquiose Canina

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Aspectos epidemiológicos da erliquiose canina no Brasil

Aspectos epidemiológicos da erliquiose canina no Brasil

A propagação de E. canis em cultura celular tem sido a base para produção de antígenos a serem aplicados em testes sorológicos (PADOCK; CHILDS, 2003). A Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) é o teste mais utilizado para a pesquisa de anticorpos anti-E. canis. Por outro lado, o diagnóstico direto da erliquiose canina, por meio de exames citológicos do sangue, vem sendo frequentemente utilizado na clínica veterinária. Todavia, esta técnica resulta freqüentemente em resultados falsos negativos (HARRUS et al., 1997). Para tentar minimizar esta desvantagem, a Reação em Cadeia pela Polimerase (PCR) tem sido utilizada e vem se mostrando sensível e específica para o diagnóstico da erliquiose canina. La Scola e Raoult (1997), relataram que a PCR é técnica de eleição para o diagnóstico da erliquiose canina, pois pode detectar o agente mesmo antes da formação de mórulas ou de soroconversão.
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ERLIQUIOSE CANINA – REVISÃO DE LITERATURA EHRLICHIOSIS CANINE - LITERATURE REVIEW SILVA, I. P. M.Medica Veterinria - Universidade Severino Sombra, Vassouras - RJ

ERLIQUIOSE CANINA – REVISÃO DE LITERATURA EHRLICHIOSIS CANINE - LITERATURE REVIEW SILVA, I. P. M.Medica Veterinria - Universidade Severino Sombra, Vassouras - RJ

A Erliquiose canina é uma doença causada por uma riquétsia pertencente ao gênero Ehrlichia, Família Rickttsiaceae, Ordem Rickettsiales , Gênero Ehrlichia spp, Éspecie Ehrlichia canis, que são bactérias Gram negativas, intracelulares obrigatórias dos leucócitos (monócitos), com forma de cocobacilos e multiplicam-se por divisão binária (BIRCHARD e SHERDING, 1998; NELSON e COUTO, 1998; TIMONEY ET al., 1998; ALMOSNY, 2002; NEER e HARRUS, 2006). Considerados parasitas intracelulares obrigatórios das células mononucleares, cuja prevalência tem aumentado em várias regiões do Brasil (ANDEREG; PASSOS,1999; ALMOSNY, 2002).
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ERLIQUIOSE CANINA - REVISÃO DE LITERATURAIBRANDO, Talita Galvo Evaristo; MONTANHA, Francisco Pizzolato.

ERLIQUIOSE CANINA - REVISÃO DE LITERATURAIBRANDO, Talita Galvo Evaristo; MONTANHA, Francisco Pizzolato.

A erliquiose canina é causada pela rickettsia Ehrlichia canis (SEAMER; SANPE, 1972; SWANSON, 1990; CASTRO, 1997). Entretanto, Gieg et al. (2009) relataram um caso de erliquiose canina em um filhote de Pastor Alemão em Ohio, causado por Ehrlichia ewingii, que ao contrário da E. canis, pode ser encontrada em neutrófilos e ocasionalmente em eosinófilos no sangue, fluidos articulares e no líquido cérebro espinhal.

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Diagnóstico sorológico de erliquiose canina com antígeno brasileiro de Ehrlichia canis.

Diagnóstico sorológico de erliquiose canina com antígeno brasileiro de Ehrlichia canis.

Dos 23 cães atendidos no HOVET com sinais variáveis (muitos dos quais, com sintomas sugestivos de erliquiose canina - dados não mostrados), 17 (68%) apresentaram títulos > a 40 de anticorpos anti-E. canis. Com esse resultado, reforçamos a possibilidade do uso do teste sorológico como auxiliar no diagnóstico da erliquiose canina, desde que aliados ao histórico e ao exame clínico do cão.

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ERLIQUIOSE CANINA: RELATO DE CASOSrgio Pinter GARCIA FILHO; Maria Anglica DIAS; Jos Geraldo Meirelles Palma ISOLA; Leandro Luis MARTINS

ERLIQUIOSE CANINA: RELATO DE CASOSrgio Pinter GARCIA FILHO; Maria Anglica DIAS; Jos Geraldo Meirelles Palma ISOLA; Leandro Luis MARTINS

canis podem desenvolver sinais brandos a intensos ou mesmo não apresentar sinais, dependendo da fase da doença em que se encontram. O diagnóstico da erliquiose canina pode ser realizado através da presença de mórulas nos leucócitos parasitados encontrados na avaliação de esfregaços sangüíneos, através de achados laboratoriais do hemograma, por exames auxiliares de sorologia ou testes de biologia molecular. O tratamento é realizado com drogas específicas em especial a doxiciclina. No presente trabalho, buscou-se relatar o caso de um cão da raça Pastor Alemão, com 5 anos de idade, que estava infectado com a E. canis, relatando a sintomatologia, diagnóstico, tratamento e prognóstico da doença.
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Correlação dos achados clínicos e hematológicos com diagnóstico definitivo de erliquiose canina por meio de PCR

Correlação dos achados clínicos e hematológicos com diagnóstico definitivo de erliquiose canina por meio de PCR

A Erliquiose é uma doença riquetsial infecciosa severa que acomete os cães, causada pela Erlichia, sendo a principal a Erlichia canis. Sua incidência vem aumentando signiicativamente nos últimos anos, em todas as regiões do Brasil. Foi descrita pela primeira vez na Argélia em 1935 e no Brasil em 1973, hoje é conhecida como uma doença de grande importância mundial (CORRÊA; CORRÊA, 1992).

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IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICA E SOROLÓGICA (DOTBLOT ELISA) NO DIAGNÓSTICO DE ERLIQUIOSE EM CÃESJos Geraldo Meirelles Palma ISOLA; Fabiano Antonio CARDIOLI; Ana Paula NAKAGE

IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICA E SOROLÓGICA (DOTBLOT ELISA) NO DIAGNÓSTICO DE ERLIQUIOSE EM CÃESJos Geraldo Meirelles Palma ISOLA; Fabiano Antonio CARDIOLI; Ana Paula NAKAGE

A erliquiose canina é causada pela rickettsia Ehrlichia canis (CASTRO, 1997; MENDONÇA et al., 2005; GARCIA FILHO et al., 2010). Esses microorganismos são parasitas intracelulares obrigatórios de células hematopoiéticas maduras ou imaturas, especialmente do sistema fagocitário mononuclear, tais como monócitos e macrófagos e, para algumas espécies, em células mielóides, tais como neutrófilos (ANDEREG; PASSOS, 1999; DUMLER et al., 2001; MACHADO, 2004; MENDONÇA et al., 2005; AGUIAR et al., 2007), singularmente ou pela a agregação de corpúsculos fundamentais firmemente envoltos por uma membrana que lhes confere, microscopicamente, um aspecto de mórula (JAIN, 1993; ANDEREG; PASSOS, 1999; MENDONÇA et al., 2005; NAKAGHI et al., 2008).
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Detecção molecular e sorológica de Ehrlichia canis e Babesia canis em felídeos selvagens brasileiros mantidos em cativeiro

Detecção molecular e sorológica de Ehrlichia canis e Babesia canis em felídeos selvagens brasileiros mantidos em cativeiro

Doenças transmitidas por vetores artrópodes são mundialmente importantes para a saúde humana e animal. Um grande número de agentes infecciosos, hospedeiros e vetores estão envolvidos com estas enfermidades e sua epidemiologia (HARRUS e BANETH, 2006). Pouco se sabe a respeito da epidemiologia da erliquiose em carnívoros selvagens, os quais podem servir como boas sentinelas para Ehrlichia spp., já que além de serem hospedeiros para as erlíquias e para os carrapatos vetores, possuem uma maior área de abrangência territorial do que outros hospedeiros de carrapatos (FOLEY et al., 1999). Estudos de patogenicidade e tratamento da erliquiose têm sido explorados intensivamente, mas a epidemiologia desta doença se mantém, em muitas regiões, especulativa. Os possíveis hospedeiros para os agentes causadores da enfermidade e os ciclos naturais de transmissão ainda não foram totalmente estabelecidos (AMYX e HUXSOLL, 1973). Poucos relatos têm sido feitos a respeito da erliquiose em felinos (ALMOSNY e MASSARD, 1999) cujos sinais clínico-laboratoriais são semelhantes aos da erliquiose canina (ALMOSNY e MASSARD, 1999; BEAUFILS et al., 1995; BEAUFILS et al., 1999; BJOERSDORFF et al., 1999).
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Eletroforese das proteínas séricas e urinárias de cães com erliquiose na fase aguda

Eletroforese das proteínas séricas e urinárias de cães com erliquiose na fase aguda

RESUMO – A erliquiose canina é uma das hemoparasitoses mais frequentes entre os cães domésticos e apresenta alta prevalência nas regiões de clima tropical. Apesar das inúmeras investigações e avanços na compreensão da patogênese e diagnóstico da referida doença, pouco se sabe a respeito das alterações glomérulo-tubulares de cães acometidos por erliquiose. No presente estudo objetivou-se associar o perfil eletroforético das proteínas sanguíneas e urinárias com as possíveis alterações glomérulo-tubulares encontradas em cães com erliquiose na fase aguda. O Grupo Controle (GC) foi integrado por 18 cães saudáveis e o Grupo Doente (GD), por 24 animais. Ambos de qualquer gênero, raça e idade. O protocolo experimental incluiu avaliação das condições clínicas de cães sadios e daqueles acometidos pela doença, neste último caso com base nos sinais clínicos e presença de mórula em esfregaços sanguíneos de ponta de orelha. Dos animais controle e daqueles enfermos, foram obtidas amostras de sangue periférico e urina para análises eletroforéticas das proteínas pela técnica de eletroforese em gel de poliacrilamida contendo dodecil sulfato de sódio (SDS-PAGE). Foram selecionadas 11 frações proteicas no traçado densitométrico dos soros sanguíneos, cujos pesos moleculares variaram entre 23 e 139 kDa (kilodáltons). Os resultados mostraram que algumas proteínas séricas de fase aguda se alteram nos cães com erliquiose na fase aguda. Observou-se diferença significativa entre os grupos estudados na concentração sérica de transferrina, haptoglobina, IgG (cadeia leve) e albumina, sendo que somente esta última apresentou níveis inferiores no Grupo Doente. A análise eletroforética da urina exibiu um número superior de frações proteicas excretadas pelos cães com erliquiose na fase aguda (295), quando comparados àqueles encontrados nos cães do GC (174). Foram encontradas proteínas de alto (>60 kDa) e baixo peso molecular (<60 kDa) na urina dos cães doentes, sugerindo que a doença em sua fase aguda, causa lesões tanto nos glomérulos quanto túbulos, respectivamente.
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Soroprevalência de anticorpos anti-Ehrlichia canis em cães de Cuiabá, Mato Grosso.

Soroprevalência de anticorpos anti-Ehrlichia canis em cães de Cuiabá, Mato Grosso.

A erliquiose canina é uma doença transmitida por carrapatos Rhipicephalus sanguineus e ocasionada pela Ehrlichia canis, bactéria intracelular obrigatória. O presente estudo veriicou a prevalência de anticorpos anti-E. canis em 254 cães de quatro regiões administrativas de Cuiabá, Estado de Mato Grosso, por imunoluorescência indireta, observando-se uma prevalência de 42,5% (108/254) sem diferença signiicativa entre as regiões. As variáveis idade, raça, sexo, hábitat, acesso à zona rural e presença de carrapatos foram analisadas. Os títulos de anticorpos variaram entre 1:40 a 1:2.560. Somente 32 (29,63%) cães soropositivos estavam infestados por carrapatos, todos R. sanguineus. O resultado encontrado conirma que não há predisposição racial, sexual ou etária, enquanto a menor ocorrência de cães reagentes no intradomicílio provavelmente está relacionada à baixa infestação por carrapato, apesar de não ter sido observada diferença signiicativa entre os cães com ou sem a infestação com o carrapato vetor.
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ESTUDO RETROSPECTIVO DAS ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS NOS CASOS DE ERLIQUIOSE EM CÃES ATENDIDOS NO DISTRITO FEDERAL

ESTUDO RETROSPECTIVO DAS ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS NOS CASOS DE ERLIQUIOSE EM CÃES ATENDIDOS NO DISTRITO FEDERAL

A erliquiose canina é considerada uma das principais doenças infectocontagiosas de ocorrência mundial, com grande prevalência em todo território nacional. É uma doença infecciosa severa, causada por bactérias do gênero Ehrlichia spp., em especial a Ehrlichia canis, que leva a manifestações clínicas graves. As manifestações clínicas são inespecíficas e multissistêmicas, dessa forma, o diagnóstico clínico não é suficiente para confirmação da doença, sendo necessária realização de diagnóstico complementar através de exames hematológicos e sorológicos específicos. A pesquisa foi realizada através da análise de 107 exames hematológicos de pacientes com diagnóstico confirmado da doença. Com base nas alterações de maior ocorrência, foi realizado um estudo estatístico descritivo, indicando que 72% dos cães estudados (77/107) apresentavam anemia do tipo normocítica normocrômica, 46% (49/107) apresentavam leucopenia e 80% (86/107) apresentavam trombocitopenia. O quadro de pancitopenia ocorreu em 36% dos animais (38/107).
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Avaliação clínica e molecular de cães com erliquiose.

Avaliação clínica e molecular de cães com erliquiose.

Quanto aos aspectos demográficos dos cães positivos para erliquiose canina, 43 eram provenientes de domicílios na zona urbana, dois residiam em apartamento, dois viviam na zona rural e um frequentava esporadicamente a zona rural. Trinta e dois cães apresentavam infestação por carrapato no momento da consulta veterinária, e 11 apresentaram essa infestação anteriormente. Mesmo não significativo estatisticamente, o contato de cães com o vetor R. sanguineus é um dado importante na ocorrência da

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Erliquiose monocítica canina subclínica, naturalmente adquirida: diagnóstico, aspectos clínico-laboratoriais, envolvimento renal e evolução com o tratamento

Erliquiose monocítica canina subclínica, naturalmente adquirida: diagnóstico, aspectos clínico-laboratoriais, envolvimento renal e evolução com o tratamento

RESUMO - A erliquiose canina é uma doença causada pela bactéria Gram-negativa Ehrlichia canis transmitida pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus. A enfermidade é endêmica em muitas regiões do mundo e motivo de investigação científica em muitos países. Independentemente dos muitos avanços sobre a patogênese e o diagnóstico da doença existem poucos conhecimentos sobre o acometimento renal. O presente estudo teve por escopo caracterizar a condição clínico-laboratorial, com enfoque na função renal, de cães com erliquiose monocítica canina (EMC) naturalmente adquirida, associada ou não à babesiose, ambas em fase subclínica, antes, durante e após tratamento convencional. Foram avaliados 30 cães adultos, sem distinção de sexo ou de raça, atendidos no Hospital Veterinário - Unesp – campus de Jaboticabal. Os animais foram distribuídos em 3 grupos – cães normais
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dadeiro na espécie canina

dadeiro na espécie canina

A presença de ovários e testículos só pode ser confirmada através de exame histológico, que não foi feito neste trabalho, no entanto os achados ultrassonográficos (próstata e ovários)[r]

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Acurácia e reprodutibilidade de testes imunoenzimáticos com antígenos de Leishmania major e Leishmania infantum para o diagnóstico de leishmaniose visceral canina no Brasil

Acurácia e reprodutibilidade de testes imunoenzimáticos com antígenos de Leishmania major e Leishmania infantum para o diagnóstico de leishmaniose visceral canina no Brasil

67 redução da transmissão para os humanos. A Organização Mundial de Saúde considera a triagem sorológica e a eutanásia dos cães soropositivos como uma medida para o controle da LV, porém, aponta falhas na efetividade dessa ação, como o período prolongado entre o diagnóstico e a eutanásia, a cobertura parcial das populações caninas nos inquéritos, a imediata reposição dos animais eutanasiados por cães mais jovens e susceptíveis à infecção e problemas com a acurácia dos testes empregados para o diagnóstico sorológico (16). A eutanásia de cães infectados tem sido motivo de ampla polêmica (16), no entanto, há consenso quanto à necessidade de aprimorar os testes sorológicos para conseguir estimar de forma mais acurada a magnitude da infecção na população canina e a sua evolução ao longo do tempo, principalmente quando essa população é alvo de intervenções para o controle da transmissão (18).
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Ehrlichia canis em cães atendidos em hospital veterinário de Botucatu, Estado de São Paulo, Brasil

Ehrlichia canis em cães atendidos em hospital veterinário de Botucatu, Estado de São Paulo, Brasil

A EMC é reconhecida como uma das principais doenças infecciosas na clínica de pequenos animais, notadamente pela ampla disseminação do carrapato R. sanguineus em todo Brasil. No presente estudo, 40% (28/70) dos cães atendidos com manifestações clínicas sugestivas de erliquiose continham DNA de E. canis em seu sangue total. Esse resultado encontra-se dentro do identiicado em estudos similares conduzidos no Brasil (18 a 53%), que também utilizaram a PCR no diagnóstico da erliquiose em cães encaminhados a hospitais veterinários (DAGNONE et al., 2003; BULLA et al., 2004; MACIEIRA et al., 2005; SANTOS et al., 2009; NAKAGHI at al., 2008).
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Avaliação radiográfica das articulações dos membros locomotores de cães naturalmente acometidos por leishmaniose visceral no município de Araçatuba-SP

Avaliação radiográfica das articulações dos membros locomotores de cães naturalmente acometidos por leishmaniose visceral no município de Araçatuba-SP

Até o presente momento, de todos os animais identificados como reservatórios da doença, o cão é considerado epidemiologicamente o mais importante, pois apresenta um grande contingente de animais infectados com parasitismo cutâneo, constituindo-se no principal elo na cadeia de transmissão da LV (SLAPPENDEL & FERRER, 1990). A leishmaniose visceral canina, do ponto de vista epidemiológico, é considerada mais importante que a doença humana, pois, os cães infectados mesmo assintomáticos, servem como fonte de infecção para os vetores (MOLINA et al., 1994; GRAMICCIA & GRADONI, 2005; LAURENTI et al., 2009). Outro fator a ser levado em consideração é que essa espécie doméstica convive e compartilha o domicílio com o homem (GONTIJO & MELO, 2004; BARATA et al., 2005).
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Cetoacidose diabética canina.

Cetoacidose diabética canina.

pode ser uma opção satisfatória para o controle glicêmico. Sua vantagem norteia-se no fato de poder ser administrada a cada 24 horas; no entanto, alguns estudos apontam que administração diária pode ser adequada somente para alguns pacientes. A maioria dos caninos requer duas aplicações diárias (HORN & MITTEN, 2000; FLEEMAN et al., 2009). A figura 1 representa um diagrama comparativo das medidas terapêuticas adotadas nos casos de cetoacidose diabética e diabetes mellitus canina.

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Brucelose Canina: Uma Abordagem Clínica

Brucelose Canina: Uma Abordagem Clínica

RESUMO: A brucelose canina é uma enfermidade infectocontagiosa crônica, caracterizada por abortos e esterilidade nas fêmeas e orquite e epididimite nos machos. É uma enfermidade que traz complicações aos proprietários de canis e criadores de cães, além de ser uma zoonose. Provocada principalmente pela bactéria Brucella canis, essa enfermidade é transmitida principalmente através de ingestão, contato oronasal ou conjuntival, inalação, contato venéreo ou por fômites. Para o diagnóstico preciso, é necessário que o médico veterinário utilize na rotina clínica bons exames complementares. Portanto, é necessário que profissionais veterinários tenham um bom conhecimento acerca da doença para realizar uma conduta clínica eficaz.
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