Escala de avaliação comportamental

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Validação de uma escala de avaliação comportamental de dor aguda na pessoa com demência

Validação de uma escala de avaliação comportamental de dor aguda na pessoa com demência

Foi também realizada a cronometragem do tempo de aplicação da ALGOPLUS e PAINAD-PT. A ALGOPLUS foi aplicada em M0 (momento antes da punção) e M1 (momento durante a punção) em simultâneo com a PAINAD-PT, sendo os resultados favoráveis à ALGOPLUS. Esta demora menos tempo a ser aplicada do que a PAINAD-PT, em qualquer das situações consideradas (M0 e M1), quer nos sujeitos com demência, quer nos sujeitos sem demência. Ambas as escalas demoram mais tempo a ser preenchidas em M1, o que se refere ao tempo de interpretação dos itens, à observação feita, às condições físicas do doente, e á perícia do profissional que punciona. No estudo da PAINAD-PT é referido pelos autores que os enfermeiros que aplicaram a mesma, que esta era fácil de usar, mas que as categorias “consolabilidade” e “expressão facial” requerem maior treino para a sua interpretação (Batalha et al., 2012, p. 10) aspeto identificado nos resultados de um outro estudo (Monacelli et al., 2017). A ALGOPLUS no estudo de validação original apresenta um tempo de preenchimento médio de 60 segundos (Rat et al., 2011), sendo designada por autores como curta e de rápido preenchimento (Monacelli et al., 2017). Recentemente foi demonstrado que o treino e a sua aplicação sistemática para avaliação da dor, melhora a gestão da dor e muda a prescrição de analgesia em contexto de emergência (Moustafa et al., 2016). Assim, devido às suas características e boas propriedades psicométricas o uso da ALGOPLUS, apesar do reduzido número de participantes deste estudo, neste contexto de cuidados demonstra ser mais adequado e pertinente para o doente com demência em relação à PAINAD-PT, devendo no futuro ser realizados mais estudos.
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Avaliação comportamental em crianças com disturbios obstrutivos do sono.

Avaliação comportamental em crianças com disturbios obstrutivos do sono.

O s distúrbios obstrutivos do sono são relativamente fre- qüentes na população pediátrica. Em crianças, SAOS resultaria em conseqüências clínicas significantes, incluindo atraso do crescimento, disfunção ventricular direita e esquerda e pro- blemas de aprendizagem e comportamento. Objetivo: Avaliar o comportamento em crianças com distúrbio obstrutivo do sono. Material e Método: Pais de crianças de 4 a 18 anos de idade do Centro do Respirador Bucal da UNIFESP-EPM de janeiro a julho de 2005. Foi aplicado o CBCL/4-18 (Child Behavioral Checklist) ou inventário de comportamento de crianças e adolescentes. Resultados: Foram avaliadas 20 crianças. Dessas, 12 eram meninos e 8, meninas. O escore total do problema foi anormal em 5 crianças (25%). A escala de introversão foi anormal em 2 pacientes (10%). A escala de extroversão foi anormal em 5 pacientes (25%). As escalas de síndromes individuais foram anormais entre 0 e 20% dos pa- cientes. As escalas individuais que foram mais afetadas são as seguintes: competência total (20%), queixas somáticas (10%), problemas sociais (10%) e comportamento agressivo (10%). Discussão: Este estudo demonstra alta prevalência (25%) de comportamento anormal. Embora largamente citado como uma complicação comum de SAOS na infância, distúrbios comportamentais e neurocognitivos têm sido inferidos em séries de casos e estudos. Existem poucos trabalhos usando medidas padronizadas para avaliar os distúrbios comporta- mentais e de desenvolvimento.
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Maturidade emocional e avaliação comportamental de crianças filhas de alcoolistas.

Maturidade emocional e avaliação comportamental de crianças filhas de alcoolistas.

RESUMO. Filhos de alcoolistas têm sido apontados como mais vulneráveis ao desenvolvimento de problemas emocionais e comportamentais. O presente trabalho teve como objetivo avaliar comparativamente filhos de alcoolistas e filhos de não- alcoolistas nos aspectos cognitivo e emocional, através do Teste Desenho da Figura Humana, e comportamental, segundo a percepção das mães, utilizando-se a Escala Comportamental de Rutter. Os sujeitos foram 20 filhos de alcoolistas e 20 filhos de não-alcoolistas, com idades entre 9 e 12 anos, matriculados no Ensino Fundamental. Cada grupo foi formado de 10 meninos e 10 meninas. Na análise dos resultados, filhos de alcoolistas apresentaram diferença estatisticamente significativa nos aspectos emocional e comportamental. Eles revelaram timidez, insegurança e baixa auto-estima. Segundo as mães, mostraram: impaciência, irritação, agitação, desobediência e dependência. As meninas filhas de alcoolistas apresentaram mais problemas emocionais e de comportamento que as meninas filhas de não-alcoolistas. Neste trabalho as meninas se revelaram mais vulneráveis que os meninos nos domínios emocional e comportamental.
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Comportamental

Comportamental

Sugere-se que a empresa mantenha uma sistemática de avaliação da saúde integral, baseada nos preceitos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e Organização Internacional do Trabalho (OIT), que busquem a promoção e manutenção do bem- estar físico, mental e social de todos os colaboradores; a prevenção dos agravos da saúde causados pelas condições do trabalho, a adaptação do trabalho ao Homem. O processo de melhoria contínua das condições de trabalho, pressuposto para uma melhor qualidade da saúde do colaborador, deve estar previsto em seu Processo de Atuação Responsável e como prática da Empresa, inserida no seu sistema de gestão pela norma OHSAS 18.001. Desta forma, o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional deverá buscar continuamente a preservação da saúde dos colaboradores, através de ações preventivas de promoção e de proteção à saúde. São exemplos de medidas de proteção específica, que visam eliminar doenças ou grupo de doenças que podem atingir o organismo, como as imunizações contra a gripe, tétano e hepatite B. As medidas de promoção à saúde, tais como exames preventivos ao câncer de próstata, diabetes e hipertensão arterial podem ser realizadas periodicamente, além de palestras educativas de cunho preventivo e ocupacional, com temas sobre reeducação alimentar, doenças do trabalho, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), doenças sexualmente transmissíveis e aids. Dentro desta proposta destacamos:
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Avaliação da deglutição com a aplicação da Escala GUSS

Avaliação da deglutição com a aplicação da Escala GUSS

Exame objetivo: Doente consciente, orientado no tempo, espaço e pessoa, discurso coerente, calmo e colaborante (ECG 15). Avaliação do tórax - Palpação: indolor, sem alterações anatómicas; Percussão: hipersonoridade nos ápices e submaciço nas bases; Auscultação: murmúrio vesicular mantido com crepitações nas bases; Padrão respiratório torácico; Com tosse produtiva em escassa quantidade que o doente expele (pico de fluxo de tosse 210L/min); Sem sinais de tiragem; Pele e mucosas coradas e hidratadas; Abdómen mole, depressível e indolor; Membros inferiores- sem edemas; PV: SpO2 – 94% com FiO2 21%; TA – 147/68mmHg; FR – 18cpm; FC – 87bpm; Temp – 36,4ºC; IMC – 22 – peso normal (60kg e 1,65m); Escala Numérica da dor – 2/10 (dor pleurítica); Escala de Braden – 20 (baixo risco de desenvolvimento de UPP); Escala de Morse – 35 (baixo risco); Escala de Asworth modificada – 0 (tónus normal); Escala de Equilíbrio de Berg - 56 (equilíbrio mantido); Escala de Lower – 5 (força muscular mantida) em todos os membros com exceção do membro superior esquerdo com força de grau 4 (Força muscular capaz de vencer resistência média; Escala de Borg modificada – 2 (leve); NIHSS - 2 (Grau de compromisso ligeiro) Escala de GUSS- 13 (disfagia moderada - por manifestar alteração vocal com alimentos de consistência liquida ); Avaliação Estrutural e Funcional da Deglutição: observa-se parésia facial à esquerda com assimetria do sorriso e apagamento da sulco nasogesiano, e alteração da excursão laríngea.
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Avaliação estrutural da escala de ajustamento diádico.

Avaliação estrutural da escala de ajustamento diádico.

RESUMEN. El propósito del estudio presente fue evaluar la Escala de Ajuste Conyugal contestada por una muestra non- probabilistic de hombres y mujeres brasileños que estuvieron implicados con relaciones de amor de varias clases. Los 542 sujetos fueron reclutados en varios sitios en Porto Alegre/RS y su área metropolitana. Con la técnica de estadística del análisis factorial, este estudio examinó la estructura de la escala. Los resultados fueron comparados a la construcción original del instrumento y de otras confirmaciones subsecuentes. Comparando las puntuaciones promedio de las clases diferentes de parejas de la muestra presente, podemos verificar el poder discriminatorio del instrumento, además de esto, su fiabilidad fue examinada también. Pruebas mostradas, del apoyo razonable a la versión brasileña del instrumento para su uso en la investigación y en clínica de psicología.
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Escala multidimensional de avaliação de dor (EMADOR).

Escala multidimensional de avaliação de dor (EMADOR).

A dor é in! uenciada por fatores culturais, situacionais e, também, pela atenção, motivação, emoção e outras variáveis psicológicas, além de variáveis externas. A maior parte da informação necessária para se adequar um procedimento de avaliação da dor origina-se do que o cliente relata, complementada pela avaliação física. O cliente é considerado (no ambiente clínico ou de pesquisa) como um instrumento de mensuração.

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Construção de uma Escala para Avaliação do Planejamento Cognitivo.

Construção de uma Escala para Avaliação do Planejamento Cognitivo.

Tendo em mente as limitações, os resultados favorá- veis verifi cados na versão piloto da EPC constituem em estímulo para avançar no processo de desenvolvimento dessa escala. É possível que ela seja reduzida de forma a tentar uma proporcionalidade na quantidade de itens que representam cada componente. Isso poderá ser feito com base em alguns critérios: índices psicométricos, formu- lação da frase e decisão qualitativa. Pretende-se realizar novos estudos de levantamento de validade e ao alcançar a versão fi nal proceder o estabelecimento de normas com uma amostra representativa da população. Acredita-se que a conclusão do processo de desenvolvimento da EPC possa colaborar para, entre outros, diagnósticos mais refi nados, elaboração de programas de reabilitação mais específi cos e identifi cação de diferenças individuais no seu desempenho. Dessa forma, poderá contribuir para a melhora de tomadas de decisões na prática profi ssional.
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Evidências de validade da Escala de Avaliação do Relacionamento.

Evidências de validade da Escala de Avaliação do Relacionamento.

Satisfação é uma das principais áreas de ava- liação no relacionamento, com numerosas medidas para avaliar sentimentos, pensamentos ou compor- tamentos dentro da relação conjugal. As mais popu- lares medidas incluem os 15 itens do Teste de Ajus- tamento Conjugal (Locke & Wallace, 1959), os 400 itens do Checklist de Observação do Cônjuge (Patterson, 1976), os 280 itens do Inventário de Satisfação Conjugal (Snyder, 1979) e os 32 itens da Escala de Ajustamento Diádico (EAD) de Spanier (1976). Embora todas essas medidas sejam res- peitadas, muitas são excessivamente longas e, às vezes, inviáveis para a pesquisa e a clínica, e, além disso, são direcionadas exclusivamente para o rela- cionamento conjugal.
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A escala natural de avaliação da aprendizagem humana

A escala natural de avaliação da aprendizagem humana

Entre as críticas dirigidas à EscalaTradicional pelos professores foram encontradas as seguintes: realmente não mede cientificamente a aprendiza- gem do aluno; avalia os segmentos isolad[r]

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Qualidade de ambientes de creches: uma escala de avaliação.

Qualidade de ambientes de creches: uma escala de avaliação.

Dando continuidade à verificação da adequabilidade da ITERS em nosso contexto, iniciado por Oliveira (2000), Souza realizou um estudo em creches de Ribeirão Preto (SP), para analisar parâmetros psicométricos da ITERS, tais como sua precisão e sensibilidade para discriminar diferentes tipos de creche e dar início a uma análise do conteúdo dos itens da escala (Souza, 2003). Este estudo englobou três etapas, sendo que na Etapa I – familiarização e treinamento da aplicadora com o instrumento – a ITERS foi aplicada em sete turmas de creches filantrópicas. Em duas delas foi realizado um teste de acordo com os escores atribuídos por duas avaliadoras independentes, para decidir o término desta etapa. Dada a obtenção de um bom índice de acordo (88%), encerrou-se então esta etapa. Na Etapa II foram avaliados os seguintes aspectos dos itens da escala: (1) análise do conteúdo – examinaram-se os pareceres de duas especialistas brasileiras em educação infantil, em relação à pertinência de cada item da escala em avaliar os atributos ambientais propostos; (2) sensibilidade da escala para diferenciar os três modelos de creche utilizados no estudo (sete turmas filantrópicas, 22 municipais e três turmas da creche do Campus da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto). Na Etapa III, foi realizada a verificação da precisão do instrumento, utilizando-se um teste de acordo entre duas avaliadoras independentes na aplicação da escala em quatro turmas de creches municipais.
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Avaliação de um sistema de digestão em pequena escala

Avaliação de um sistema de digestão em pequena escala

A localização geográfica pode influenciar as propriedades do substrato. Esta tese de mestrado é direcionada para a aplicação de um biodigestor de pequena escala em comunidades rurais de países em desenvolvimento, propondo a tecnologia do sistema KUDURA. Nestas comunidades os substratos mais disponíveis são o estrume bovino e/ou por vezes suíno, que se adaptam bem ao processo anaeróbio, requerendo um controlo do biodigestor relativamente reduzido. O estrume bovino, como mostra a Figura 13, é particularmente adequado para DA, dada a presença de bactérias metanogénicas no estômago dos ruminantes [13] que inoculam continuamente o próprio sistema, garantindo maior estabilidade.
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Escala diagramática para avaliação da ferrugem da videira

Escala diagramática para avaliação da ferrugem da videira

TABLE 1 - Intercepts (a), slope coefficients (b), and coefficients of determination (R 2 ) of the regression line for actual (independent variable) versus estimated severity (dependent [r]

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Avaliação em larga escala da Educação Infantil: para que e para quem?

Avaliação em larga escala da Educação Infantil: para que e para quem?

A experiência relatada no segundo documento analisado implicou e envolveu uma equipe significativa em cada município onde foi aplicada e, essa característica, em um país com a extensão territorial do Brasil, pode constituir-se em dificuldade à implantação de uma proposta nesses moldes, tanto pelo governo central quanto pelos estados e municípios. Também nos perguntamos se interessa a organização de uma avaliação com essa perspectiva participativa, na qual os problemas e os “fracassos”, bem como a delimitação do que seja a qualidade, precisam ser negociados e remetem à responsabilidade para além dos muros das instituições de Educação Infantil. Outras questões nos inquietaram: A sistemática de avaliação proposta para a Educação Infantil responde a uma perspectiva de internacionalização do modelo de avaliação para essa etapa da Educação Básica? O que há de original nessa proposta? Será que propostas como essa ganharão respaldo do Governo Federal, sendo que as avaliações realizadas pelo SAEB na atualidade, centradas no desempenho, são provavelmente mais baratas e, com certeza, mais fáceis de serem realizadas?
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Escala diagramática para avaliação de repilo em oliveira

Escala diagramática para avaliação de repilo em oliveira

oferecem à saúde humana, entretanto, alguns fatores limitantes precisam ser superados, como a ocorrência do repilo (OLS). O repilo, causado pelo fungo Fusicladium oleagineum, causa desfolha e redução da produção de azeitonas. O objetivo deste trabalho foi elaborar uma escala diagramática para auxiliar nas estimativas de severidade de repilo em oliveira em condição de clima subtropical úmido. A escala diagramática foi elaborada com 6 níveis (1, 3, 6, 9, 12 e 15%) e validada por 8 avaliadores inexperientes. Com o uso da escala houve aumento na acurácia, precisão e concordância, também redução do menor valor de severidade detectável. A escala proposta foi adequada para estimar a severidade de repilo em oliveira, podendo ser utilizada para estudos epidemiológicos, avaliação de estratégias de controle e seleção de genótipos resistentes.
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Avaliação pedagógica de uma escala única para o Enem

Avaliação pedagógica de uma escala única para o Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma avaliação de caráter facultativo, cujo objetivo é avaliar o desempenho dos estudantes ao fim da Educação Básica e vem sendo amplamente uti[r]

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Competências Empreendedoras: Construção de uma Escala de Avaliação

Competências Empreendedoras: Construção de uma Escala de Avaliação

Originality / Relevance: The article presents an entrepreneurial competences scale developed specifically to assess the competences of undergraduate entrepreneurship c[r]

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Competências Empreendedoras: Construção de uma Escala de Avaliação

Competências Empreendedoras: Construção de uma Escala de Avaliação

Em seguida, a escala foi submetida à análise semântica, ainda no mês de outubro de 2016, da qual participaram outros quatro estudantes, egressos do curso, também das turmas do primeiro semestre de 2016. O instrumento foi apresentado para os alunos já em seu formato digital. Foi solicitado que eles respondessem todas as perguntas e ao final informassem se houve alguma dificuldade de compreensão dos itens ou das instruções. Dois alunos fizeram sugestões para melhorar a compreensão da instrução inicial, que foram incorporadas à versão final do instrumento, agora com seis dimensões e trinta e seis itens.
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Avaliação em larga escala e trabalho docente:

Avaliação em larga escala e trabalho docente:

Normalmente, nós fazemos a nossa avaliação no Conselho de Classe, que é bimestral. Tratamos muito das dificuldades de aprendizagem em Língua Portuguesa, principalmente, em leitura e construção do texto. Há muitas dificuldades. O conselho é focado na avaliação interna. A avaliação externa pode ajudar a gente a refletir sobre nosso trabalho, mas nem sempre o resultado representa fielmente a situação que vivemos aqui. Por exemplo, em 2007, não tivemos uma boa nota, mas entre 2006 e 2007, a turma que fez a prova ficou um tempo sem professora, então, é claro que o resultado não seria dos melhores, como não foi. Então, avaliar isto internamente também ajuda a pensar sobre como avançar (Coordenadora, Escola A).
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