Escala Motora Infantil Alberta

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Escala Motora Infantil de Alberta: validação para uma população gaúcha.

Escala Motora Infantil de Alberta: validação para uma população gaúcha.

Resultados: A versão portuguesa da Alberta Infant Motor Scale continha critérios motores claros e pertinentes; apresentou ótima coniabilidade (escore total, p=0,88; prono, p=0,86; supino, p=0,89; sentado, p=0,80 e em pé, p=0,85) e poder discriminativo (desenvolvimento típico versus atípico; escore, p<0,001; percentil, p=0,04; critério de classiicação, qui- quadrado: p=0,047). Demonstrou correlação moderada com a Escala do Desenvolvimento do Comportamento da Criança (rho=0,342; p=0,03), sendo que a prova de McNemar-Bowker demonstrou diferenças entre os dois métodos (p=0,047). Foi ainda observada estabilidade temporal da escala (p=0,07; rho=0,85, p<0,001) e poder preditivo (p<0,001).
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Validade concorrente da escala motora de alberta (aims) para lactentes nascidos Pré-termo

Validade concorrente da escala motora de alberta (aims) para lactentes nascidos Pré-termo

Diagnosticar precocemente uma criança com desvios do desenvolvimento nos primeiros anos de vida não é uma tarefa fácil, pois a velocidade, a variedade e por vezes a descontinuidade do desenvolvimento infantil exigem que os profissionais de saúde conheçam as habilidades esperadas para cada idade e possuam um bom julgamento clínico. No entanto, a detecção precoce permite o encaminhamento da criança a programas de intervenção precoce, potencializando seus efeitos, uma vez que uma maior plasticidade cerebral, característica deste período, torna o cérebro mais susceptível a estímulos ambientais, biológicos e sociais facilitando o aprendizado de novas habilidades (Aly, Taj, & Ibrahim, 2010). Neste contexto o uso de instrumentos padronizados para a avaliação do desenvolvimento é uma recomendação expressa da Academia Americana de Pediatria, proporcionando aos profissionais de saúde avaliações padronizadas e acuradas(AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS, 2006)(Darrah, Senthilselvan, & Magill-Evans, 2009a).
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Curvas de referência da Escala Motora Infantil de Alberta: percentis para descrição clínica e acompanhamento do desempenho motor ao longo do tempo.

Curvas de referência da Escala Motora Infantil de Alberta: percentis para descrição clínica e acompanhamento do desempenho motor ao longo do tempo.

Conclusions: Although the Alberta Infant Motor Scale is widely used in both research and clinical practice, it has certain limitations in terms of behavioral differentiation before 2 months and after 15 months. This reduced sensitivity at the extremes of the age range may be related to the number of motor items assessed at these ages and their difficulty. It is suggested that other screening instruments be employed for children over the age of 15 months.

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Avaliação do desempenho motor de prematuros nos primeiros meses de vida na Escala Motora Infantil de Alberta (AIMS).

Avaliação do desempenho motor de prematuros nos primeiros meses de vida na Escala Motora Infantil de Alberta (AIMS).

Resultados: Os prematuros estudados apresentaram seqüência progressiva de aparecimento de habilidades motoras em todas as posturas estudadas (prono, supino, sentado, em pé), a qual ocorreu de forma variável, expressa pelo percentil médio de 43,2 a 45,7%, mas dentro dos limites de normalidade previstos pela escala AIMS. Observou-se que houve um nítido aumento dos escores da AIMS ao longo dos três momentos de observação pós-natal. O ritmo de aumento nesses escores foi semelhante em ambos os grupos, independente do peso de nascimento (<1.750 g ou ≥ 1.750 g).

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Confiabilidade intraclasse da Alberta Infant Motor Scale na versão brasileira.

Confiabilidade intraclasse da Alberta Infant Motor Scale na versão brasileira.

This study had as its objecive to analyze the intraclass reliability of the Alberta In- fant Motor Scale (AIMS), in the Brazilian version, in preterm and term infants. It was a methodological study, conducted from November 2009 to April 2010, with 50 children receiving care in two public insi- tuions in Fortaleza, Ceará, Brazil. Children were grouped according to gestaional age as preterm and term, and evaluated by three evaluators in the communica- ion laboratory of a public insituion or at home. The intraclass correlaion indices for the categories prone, supine, siing and standing ranged from 0.553 to 0.952; most remained above 0.800, except for the standing category of the third evaluator, in which the index was 0.553. As for the to- tal score and percenile, rates ranged from 0.843 to 0.954. The scale proved to be a reliable instrument for assessing gross mo- tor performance of Brazilian children, par- icularly in Ceará, regardless of gestaional age at birth.
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Making Sense of Broadband in Rural Alberta, Canada

Making Sense of Broadband in Rural Alberta, Canada

Rural communities in Alberta present a varied landscape of access possibilities and quality. Those residents living in the core settlement most typically are already being served by commercial broadband Internet providers. In contrast, residents living on farms are most likely to have dial-up access only and to face very high prices for both second phone lines and/or satellite Internet connections. This creates disparities among rural residents themselves. The greatest disparity perceived by rural people, however, is the one between themselves and urban dwellers. Rural residents frame their understanding of broadband and, in this particular case of the SuperNet, in terms of equality and civic rights. They see themselves as ‘have- nots’, deprived cousins, second-class citizens relative to urban dwellers. They, or more precisely those among them who have tasted the power of high-speed connectivity, are past the point where this state of affairs might be considered natural and part of the necessary price a person pays for living amidst natural beauty and fresh air. The major message that our focus group participants wanted to convey through us was that the urban-rural broadband disparity was unfair and unacceptable and it was their government’s duty to step in to ensure equal citizenship and equal economic and social opportunities for all.
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Impacto da estimulação multisensorial e motora na interação motora das pessoas com demência

Impacto da estimulação multisensorial e motora na interação motora das pessoas com demência

No estadio severo de demência, a comunicação verbal é limitada (e.g., discurso fragmentado ou respostas monossilábicas, pobreza no discurso, repetição de falas ou movimentos) (Hoe & Thompson, 2010) e a pessoa encontra-se próxima de uma dependência total de terceiros e inatividade (Prince & Jackson, 2009). O comprometimento físico agrava-se pois a pessoa perde as capacidades básicas relacionadas com a capacidade motora como andar e manipular objetos (Sabbagh & Martin, 2010). A marcha torna-se instável e existe um risco muito elevado de quedas devido a alterações neurológicas que provocam um declínio da visão, do sistema vestibular e somatosensorial (Klages et al., 2011). As pessoas perdem a capacidade de planear de forma propositada o curso de uma ação, persiste uma lentidão nos movimentos e começam a surgir os reflexos neurológicos desenvolvidos na infância como agarrar e contrair levemente o lábio superior (“snout reflexes”), estando incapazes de satisfazer as suas necessidades básicas. Outras alterações motoras relacionadas com o sistema extrapiramidal (sistema responsável pela modulação do controlo motor) podem também ocorrer (de Oliveira-Souza, 2012) como tremor, rigidez, bradicinesia, instabilidade postural e contraturas (Hauer, Becker, Lindemann, & Beyer, 2006). Para a transferência de um local para outro, pode ser necessário duas pessoas e/ou ajudas técnicas nomeadamente, cadeiras-de-rodas (Sabbagh & Martin, 2010).
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Validação aparente e de conteúdo da escala de autoeficácia materna para prevenção da diarreia infantil.

Validação aparente e de conteúdo da escala de autoeficácia materna para prevenção da diarreia infantil.

No que diz respeito ao item ”eu sou capaz de escaldar a mamadeira/chupeta/copo do meu ilho após cada uso”, algumas mães referiram que haviam assistido na televisão reportagens acerca de uma substância tóxica que se soltava do plástico das mamadeiras, quando essas eram submetidas a temperaturas elevadas. Com isso, o item passou a ser: “eu sou capaz de lavar com água e sabão a mamadeira/chupeta/copo do meu ilho após cada uso”. Efetuadas as referidas alterações e considerando-se as validações aparente e de conteúdo, a quinta versão da escala, instrumento-piloto, permaneceu com 25 itens e dois domínios.
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Actividad Motora" OR "Atividade Motora" OR

Actividad Motora" OR "Atividade Motora" OR

A avaliação do risco de viés nos artigos incluídos na análise foi realizada por meio de uma versão adaptada da Escala de Newcastle-Otawa (Quadro 1). A escala original avalia a qualidade de estudos observacionais e contém oito itens que analisam três dimensões e para cada item há uma série de opções. Nesta revisão, as questões foram ajustadas para investigar exposição e desfecho (síndrome de fragilidade), e o risco de viés foi dividido da seguinte maneira: baixo, incerto e alto risco 14 .

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Construção e validação de escala para mensurar a autoeficácia materna na prevenção da diarreia infantil

Construção e validação de escala para mensurar a autoeficácia materna na prevenção da diarreia infantil

a) Experiências de êxito ou realizações pessoais: A fonte primordial para a construção do senso de autoeficácia é a experiência bem-sucedida. Êxitos em tarefas similares geram um aumento de autoeficácia, enquanto que experiências de fracasso contribuem para reforçar a baixa autoeficácia nas tarefas, especialmente quando ocorrem no início do processo de aprendizagem. Porém, é importante saber se um indivíduo interpreta suas conquistas e derrotas em termos de capacidade (ou falta de capacidade), de esforço (ou ausência de esforço), de facilidade da tarefa (ou dificuldade da tarefa), de sorte (ou azar), pois a maneira como uma pessoa entende suas conquistas e derrotas influencia o desenvolvimento de sua capacidade de autoeficácia. Quando as pessoas se assumem como responsáveis por seus resultados e se percebem como fonte de suas performances, são capazes de alterar suas convicções de eficácia (BANDURA, 1997). Experiências comportamentais, atribuições de sucesso ou de falha são fontes importantes para o desenvolvimento da expectativa de autoeficácia. Pessoas que estão certas de suas capacidades tendem a atribuir falhas a fatores situacionais. Por outro lado, pessoas com baixa autoeficácia atribuirão a falha à sua capacidade (VAN DER BIJL; SHORTRIDGE-BAGGETT, 2001). Assim, em relação ao presente objeto de estudo, acredita-se que uma mãe possuidora de noções das medidas preventivas para diarreia infantil, ao praticá-las em seu dia a dia e ao verificar a melhoria da saúde de seus filhos, tende a elevar a sua autoeficácia e, consequentemente, a manter tais comportamentos preventivos.
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TESE   Impulsividade motora vs Exploração Motora, Sónia Ferreira

TESE Impulsividade motora vs Exploração Motora, Sónia Ferreira

normativo.” (Tran-Tong, 1967, p.186 in Wallon). Este estádio relaciona-se com o amadurecimento do sistema nervoso e o desenvolvimento da sensibilidade. Segundo Borges (1987), a partir do primeiro ano de vida atividade sensório motora faz-se em duas directrizes independentes e ao mesmo tempo completares: Manipulação dos objetos e exploração do espaço tendo esta exploração continuidade devido à locomoção da criança (a criança reconhece e identifica objetos, esta identificação é feita através da linguagem). A atividade motora serviria de suporte à atividade representativa, contribuindo para uma permanência das imagens mentais na consciência. Segundo Tran-Tong 1987 p.187, citando Wallon o estádio projectivo é aquele “em que a criança se exprime tanto através dos gestos como através das palavras, em que parece mimar o seu frágil pensamento e distribuir as suas imagens pelo meio actual como que para assim lhe conferir uma certa presença”
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Escala de  Social Infantil (EDSI): evidência de validade fatorial e consistência interna

Escala de Social Infantil (EDSI): evidência de validade fatorial e consistência interna

Este estudio tuvo como objetivo adaptar la Escala de Deseabilidad Social Infantil (EDSI) al contexto bra- silero, reuniendo evidencias de su validez factorial y consistencia interna. Se realizaron dos estudios. En el estudio 1 participaron 228 estudiantes de primaria con edad promedio de 11 años (53% de sexo femenino), los cuales respondieron a EDSI y a preguntas demográicas. El análisis factorial exploratorio reveló una estructura unifactorial de la medida [χ²/gl = 1.53, GFI = .96, AGFI = .93, CFI = .94, TLI = .92, RMSEA = .050 (IC90% = .001-.084) y Pclose = .46], con Kuder-Richardson de .69, homogeneidad de .22 y coniabilidad compuesta de .76. Se concluye que este instrumento reúne eviden- cias de validez factorial y consistencia interna, pudiendo ser empleado para medir la deseabilidad social en niños.
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An annotated list of the Lepidoptera of Alberta, Canada

An annotated list of the Lepidoptera of Alberta, Canada

We wish to thank members of the Alberta Lepidopterists’ Guild (ALG), who have tirelessly collected specimens throughout the province, enthusiastically shared their i ndings with us, and helped to create the intellectual and social environment in which this project was possible. In particular, we thank the following people, who have made huge contributions to the knowledge of our fauna: Charles D. Bird, who was instru- mental in publishing Alberta Butterl ies and who has since devoted thousands of hours to systematically documenting the moth fauna at a large number of sites in the Parkland Natural Region of Alberta; Douglas A. Macaulay, who has a seemingly limitless amount of energy and enthusiasm for scaling mountains and fording creeks to collect in inter- esting habitats; and Felix A. H. Sperling, who has mentored many students, provided resources both tangible and intangible, and created a hub of lepidopterology at the University of Alberta. Other local collectors to whom we are deeply indebted are John H. Acorn, who helped sow the seeds of the ALG and who kept us all grounded with his unique perspective; Jason J. Dombroskie, who brought to Alberta a broad knowledge of Lepidoptera and a l air for i nding new species records; Ted Johnson, who made it possible for ALG members to participate in several surveys of remote parks in north- ern Alberta; David D. “Physics Dave” Lawrie, who designed and built many of our lights and traps and accompanied us on many a moth foray; the late Ernest Mengersen, whose impressive collecting in central Alberta has contributed many exciting i nds; Ted M. Pike, who has collected in many out-of-the-way places in Alberta and has happily shared his results with us; and Jan Scott, who brought to us many exciting i nds from the Medicine Hat area. John R. Spence, David W. Langor, and W. Jan A. Volney were instrumental in launching intensive biodiversity initiatives near Lac La Biche, Zama, and Peace River, each of which has yielded many interesting records. Jim Troubridge vis- ited Alberta to collect noctuids, primarily in the mountains, badlands, arid grasslands, and dune areas of southern Alberta over an 8- to -10-year period, adding many new species to the Alberta list. Other collectors who have kindly provided specimens and data directly to us include Annette Baker, Barb Beck, Jim Beck, Joe Belicek, J. R. (Bob) Byers, C. Bruce Christensen, Amelia Deneka, Barbara Deneka, Colin Deneka, Jeremy deWaard, Sherri Dunne, Crispin Guppy, H. E. James Hammond, Gerald J. Hilchie, David Holden, Robert B. Hughes, Derrick Kanashiro, Richard Klauke, Jean-François Landry, David W. Langor, Dean Nicholson, Jennifer Otani, Heather Proctor, Amanda Roe, Killian Roever, James A. Scott, Alma Solis, h omas J. Simonsen and Dave Walty.
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A incorporação da consciência ambiental no movimento trabalhista do Canadá = os casos de Alberta e Ontário

A incorporação da consciência ambiental no movimento trabalhista do Canadá = os casos de Alberta e Ontário

de cartas, publicações da imprensa, conferências e comícios parecem ser o principal compromisso da AFL. Embora a política obrigue a AFL a continuar a colaboração com parceiros ambientais (AFL, 2009d: 58), nenhuma outra atividade foi ainda realizada com os parceiros ambientais, tais como Sierra Club e a iniciativa do Greenpeace ‗Repower Alberta‘, que, se tivesse êxito, implementaria algumas das mesmas políticas preconizadas no relatório de Empregos Verdes de Alberta (Thompson, 2009) e encontrada na Lei de energia verde de Ontário. A educação ambiental para os membros da AFL é limitada, mas pode melhorar, enquanto o Executivo demonstra baixo compromisso para seguir com as apresentações previstas no relatório de Empregos Verdes. Há um certo fatalismo, permeando os comentários dos informantes de Alberta sobre as possibilidades políticas que existem na província para promover causas trabalhistas (verdes ou outras), como citam uma cultura conservadora e complacência política na população em geral que também se reflete no movimento sindical e governo provincial. Por sua vez, o TYLC tem uma concepção de atividades políticas que inclui a política eleitoral, mas está focado em uma organização popular e na construção de força de trabalho através de coalizões comunitárias de base ampla. O TYLC apoiou um candidato ambientalista de sucesso e a coalizão e Jane Finch também solicitou e recebeu o apoio de alguns funcionários municipais, que mostraram simpatia pelos objetivos da good jobs for all. Esta evidência e os esforços das campanhas em torno da Hydro Toronto sugerem que o TYLC conseguiu ganhar influência na política da cidade. A concepção do trabalho político não se limita, no entanto, a estas estratégias eleitorais aparentemente bem sucedidas ou esforços de lobby, como atividades educativas, como conferências e oficinas fazem parte das atividades de organização em curso e a construção do movimento; o foco principal foi a construção de relações contínuas e organizar sindicatos locais com as organizações da comunidade em torno da igualdade e do meio ambiente. A coalizão Jane Finch é um bom exemplo.
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ANÁLISE DA IDADE MOTORA

ANÁLISE DA IDADE MOTORA

Longhi & Basei (2009), a criança ao iniciar seu período escolar, possui um número variado de experiências de movimento adquiridas ao longo do seu desenvolvimento, no entanto, estas experiências precisam ser organizadas e aprofundadas visando à realização de atividades de movimento mais complexas no intuito de ampliar as possibilidades para a sua vida cotidiana. Nesse sentido, acredita-se que é de grande importância trabalhar na Educação Infantil o desenvolvimento motor da criança. É preciso trabalhar o desenvolvimento motor com a criança para que ela conheça o seu corpo para então entender o contexto onde vive. Experiências de movimento são fundamentais na criança desde seus primeiros dias de vida, para ela começar a perceber suas habilidades motoras. Para isso, é necessário proporcionar à criança todo e qualquer tipo de experiência de movimento que ela queira efetuar livremente ou estimulados por professores de Educação Física.
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Atividade motora adaptada : atividade motora adaptada e autoestima de alunos com deficiência

Atividade motora adaptada : atividade motora adaptada e autoestima de alunos com deficiência

Atividade Motora Adaptada e Autoestima de Alunos com deficiência 11 consequentemente ganhar massa muscular. Há, ainda que ter em conta que aumenta a capacidade cardiovascular. Para além destes benefícios ao nível do corpo há que ter em conta os benefícios psicológicos, pois quando se pratica uma atividade física é fácil, esquecer-se do stress diário existindo sensação de liberdade, não pensar em mais nada e de tempo. A nível psicológico, a atividade física é sinónimo de terapia de relaxamento e ajuda a encarar os problemas do dia a dia de maneira diferente.
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Técnica pianística e coordenação motora: relações interdisciplinares com vistas à aprendizagem motora

Técnica pianística e coordenação motora: relações interdisciplinares com vistas à aprendizagem motora

estas duas habilidades. Quando não se está seguro com relação às notas ou estrutura de uma certa passagem musical, vê-se que a habilidade cognitiva interfere na habilidade motora. O executante não poderá realizar o movimento cosistentemente já que não tem certeza da direção ou do percurso do movimento, ou seja, do objetivo de sua trajetória.

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UNIVERSIDADE Concordia University College of Alberta Universidad del Quindío

UNIVERSIDADE Concordia University College of Alberta Universidad del Quindío

EDITAL DE ABERTURA DE VAGAS PARA INTERCÂMBIO NO EXTERIOR NO SEMESTRE 2013/2 A Assessoria para Assuntos Internacionais e Interinstitucionais da Universidade de Santa Cruz do [r]

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A produção do homem e da natureza no campo: a Comuna da Terra 'Irmã Alberta' na reorganização...

A produção do homem e da natureza no campo: a Comuna da Terra 'Irmã Alberta' na reorganização...

Quadro 1- Identificação das principais correntes de agricultura alternativa. Fonte: GLIESSMAN, 2000; MARCOS, 2005. Elaboração: Paula Camargo (2007) ................... 56 Quadro 2 - Características físicas e químicas relativas de solos cultivados sob condições tropicais e condições temperadas. Fonte: Ronquim (2007), adaptado de Primavesi (2006). ........................................................................................................................................... 64 Quadro 3 -Propriedades físicas propostas como indicadores básicos para avaliação da qualidade do solo. .............................................................................................................. 65 Quadro 4 - Assentamentos com a capacidade de suporte de famílias aumentada.(Fonte: TORRES, 2012, p.479) .................................................................................................... 120 Quadro 5 - Relação dos Projetos de Desenvolvimento Sustentável do Estado de São Paulo (2011) ............................................................................................................................... 122 Quadro 6- Classes de Declividade segundo Plano de Informação de Declividades do Planejamento e da Modernização de Gestão Pública do Estado do Tocantins ................ 139 Quadro 7 - Classes de Declividade utilizadas como parâmetros para a confecção da Carta de Capacidade de Uso da Terra, conforme Lepsch et al (1983) adotados por INCRA (2008). ......................................................................................................................................... 139 Quadro 8 – Estruturação da legenda da Carta Morfológica, adaptada de Tricart (1965); Pinheiro (2009) e Furquim (1997) ................................................................................... 145 Quadro 9 – Disposições e encaminhamentos da legislação referente à contaminação e potabilidade da água para consumo humano ................................................................... 146 Quadro 10 – Parâmetros para análise da água utilizados na Comuna da Terra “Irmã Alberta
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