Escalas de avaliação da intensidade da dor

Top PDF Escalas de avaliação da intensidade da dor:

Escalas de avaliação da dor em pacientes idosos com demência.

Escalas de avaliação da dor em pacientes idosos com demência.

As escalas de autorrelato apresentaram resultados diferentes quanto à variabilidade na identiicação da dor, considerando os diferentes níveis de comprometimento cognitivo dos pacientes. As escalas uti- lizadas apresentam características diversas para o autorrelato da dor: a VRS exige que o paciente descreva a dor com palavras, pontuando sua intensidade; a EAV pode ser representada por uma régua de 10 cm em que cada ponto indica o nível atual de dor; a RWS é uma variação da EAV que utiliza uma linha vermelha para indicar a in- tensidade da dor; e na EFD o paciente escolhe, em uma ileira de seis rostos, a melhor face que representa a intensidade de dor 9,10 .
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Analgesia preemptiva do cetoprofeno e do parecoxibe em cirurgia para remoção de terceiros...

Analgesia preemptiva do cetoprofeno e do parecoxibe em cirurgia para remoção de terceiros...

Os resultados do EEG indicam um efeito da interação entre tempo, grupo e uso de medicação resgate. A evolução no tempo para cada grupo foi diferente e houve efeito da medicação resgate. Os contrastes foram feitos com o uso da razão de chances, Odds Ratio (OR), cujos resultados encontram-se na tabela 7. As comparações foram realizadas nos pacientes sem medicação resgate, pois a partir do momento em que o paciente consumiu a medicação resgate, a avaliação da intensidade da dor pelas escalas de dor não será correspondente ao efeito das medicações do estudo, pois o paciente estará também sob o efeito da analgesia do fármaco resgate.
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Importância da avaliação e padronização analgésica em serviços de emergência.

Importância da avaliação e padronização analgésica em serviços de emergência.

A dor foi encontrada em 90,0% da população estudada, sendo as dores de média e forte intensidade, as mais freqüentes. Permaneceram sem analgesia 48 (53,3%) dos pacientes. Houve uma distribuição eqüitativa entre o uso de analgésicos simples e opióides, sem contudo identificar uma padronização em relação ao seu uso e dosagem.Diferenças estatísticas foram encontradas entre os pacientes que receberam e aqueles que não receberam analgesia em relação à melhora do quadro álgico. No hospital do estudo, não se utilizam instrumentos objetivos para aferir as queixas álgicas. Espera-se que esses achados sirvam de parâmetros para o desenvolvimento de protocolos de analgesia no setor de emergência, e para a utilização de escalas de dor.
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Intensidade da dor em idosos institucionalizados: comparação entre as escalas numérica e de descritores verbais.

Intensidade da dor em idosos institucionalizados: comparação entre as escalas numérica e de descritores verbais.

é referida com maior frequência nos membros inferiores, podendo gerar comprometimento na realização de ativida- des que exigem deslocamento. Tal achado desperta nossa atenção para o adequado preparo das equipes que trabalham nas ILPI no que se refere à implementação de estratégias que garantam a avaliação da dor desde o início da institucio- nalização, realizada ao repouso e ao movimento com vistas a prevenir prejuízos e sofrimento pelo subtratamento dessa experiência (35) , especialmente de idosos que não tem regis-

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Avaliação da intensidade da dor de pacientes renais crônicos em tratamento hemodialítico.

Avaliação da intensidade da dor de pacientes renais crônicos em tratamento hemodialítico.

A identiicação adequada da intensidade da dor, por meio de escalas validadas, a avaliação e a utilização de estratégias multimodais para o seu alívio, permeiam a estrutura moral e os princípios éticos que embasam a relação entre proissional e pacientes. Os princípios da bioética têm de ser respeitados na assistência de enfermagem e de- vem subsidiar as decisões e intervenções, com vistas ao bem-estar e segurança dos pacientes com queixas de dor. Isso porque a dor quan- do não avaliada e tratada adequadamente, pode ocasionar lesões or- gânicas e emocionais imediatas, como hipoventilação, aumento da carga de trabalho cardíaco, diminuição da perfusão periférica, taqui- cardia e ansiedade 9 .
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Escalas de avaliação de dor em recém-nascidos: revisão integrativa.

Escalas de avaliação de dor em recém-nascidos: revisão integrativa.

A maioria dos instrumentos é unidimensional, para dor aguda, e utiliza alguns dos indicadores comportamentais: expressão facial, choro e atividade motora. No caso da ABC pain scale, por exemplo, avalia a dor por meio de carac- terísticas do choro do RN: tonalidade do primeiro choro, ritmo dos acessos de choro e constância da intensidade do choro. Enquanto que a Neonatal Pain Analyzer – ABC analyzer se baseia, além da tonalidade do choro, em outros aspectos do mesmo indicador, como: raiz quadrada média (RMS) da amplitude normalizada do choro e presença de choro em sirene. 17-19
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Efeitos do condicionamento físico sobre pacientes com fibromialgia.

Efeitos do condicionamento físico sobre pacientes com fibromialgia.

ra da dor (único efeito adverso observado) no terceiro mês de CFS, já que os grupos de pacientes treinadas, de excluídas e o de de- sistentes apresentaram características, capacidade funcional e in- tensidade de treino iniciais semelhantes. As desistentes tinham maior grau de instrução e, talvez por serem mais informadas, pro- curaram formas adicionais de tratamento. Durante o segundo se- mestre do seguimento houve melhora dos sintomas da FM e con- seqüentemente menor número de desistências.

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Equipe de enfermagem diante da dor do recém-nascido pré-termo.

Equipe de enfermagem diante da dor do recém-nascido pré-termo.

Este estudo objetivou caracterizar a equipe de enfermagem e identificar as formas de avaliação e manejo da dor do recém-nascido (RN) prematuro. Métodos: Estudo exploratório-descritivo realizado na Unidade de Cuidado Intensivo Neonatal (UTIN) e Unidade de Cuidado Intermediário em um hospital Universitário em Uberaba-MG. Participaram do estudo 42 profissionais de enfermagem. Resultados: 33 (78,6%) técnicos de enfermagem e 9 (21,4%) enfermeiros; 13 (31%) tinham entre 26 e 30 anos de idade e eramo do sexo feminino. Todos os profissionais concordaram sobre a capacidade do RN de sentir dor. O choro, 42 (100%); face, 40 (95,2%); e frequência cardíaca, 39 (92,8%), foram os parâmetros de avaliação mais mencionados. As condutas citadas foram as não farmacológicas. Conclusão: A equipe acredita na capacidade do RN de sentir dor, articulada aos indicadores fisiológicos com os comportamentais, porém há necessidade de capacitação sobre o tema.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MAYLANE MASSACESI

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MAYLANE MASSACESI

[...] orientar os Projetos Políticos-Pedagógicos das escolas de educação infantil, os Regimentos e as práticas presentes em tais contextos para que possam reconhecer a diversidade de infâncias presentes nos diferentes espaços e tempos e nas variadas escalas espaciais (local, regional, global...) e temporais (passado, presente e futuro); romper com a visão tradicional e hegemônica de infância (aquela que não fala, passiva) para uma visão de sujeito ativo e produtor de cultura no tempo presente; abrigar práticas pedagógicas que estejam focadas nas diversas linguagens, na diversidade de expressão, no espaço do brincar, na apropriação singular, coletiva e na totalidade do conhecimento; pensar num espaço educativo aconchegante, seguro, desafiador, criativo, que porte a riqueza de emoções humanas, que instigue a investigação infantil, não se restringindo apenas ao espaço da sala de atividades, mas a todo o ambiente educativo; ter a brincadeira como essência do trabalho pedagógico, entendendo que é através dessa prática que se dá o processo de humanização, de constituição de si, do mundo e do outro, nos processos de apropriação do conhecimento e de constituição de identidades e subjetividades (JUIZ DE FORA, 2010, p. 27).
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GESTÃO FINANCEIRA: ANÁLISE DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DAS CAIXAS ESCOLARES DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE ITUIUTABA - MG

GESTÃO FINANCEIRA: ANÁLISE DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DAS CAIXAS ESCOLARES DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE ITUIUTABA - MG

Luciana Guimarães Leal Sad faz referência ao Parecer PGE n.º 10.597, de 1999, por meio do qual se concluiu que "as caixas escolares não estão submetidas ao regime legal de licitaçã[r]

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VERÔNICA DE SOUZA CRUZ OS DESAFIOS DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UM ESTUDO DA CORDENADORIA REGIONAL DE CAREIRO DA VÁRZEAAM

VERÔNICA DE SOUZA CRUZ OS DESAFIOS DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UM ESTUDO DA CORDENADORIA REGIONAL DE CAREIRO DA VÁRZEAAM

Esta dissertação, desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora, tem o objetivo de compreender quais os principais desafios da Coordenadoria Regional e dos gestores das escolas estaduais de Careiro da Várzea, no Amazonas, frente à apropriação dos resultados das avaliações externas do Sistema de Avaliação do Desempenho da Educacional do Amazonas (SADEAM). Portanto, esta pesquisa busca responder a seguinte questão norteadora: quais os desafios da Coordenadoria Regional para auxiliar os gestores das escolas estaduais de Careiro da Várzea, quanto à apropriação do uso dos resultados das avaliações externas? Diante da política da qualidade da educação, os gestores escolares, cada vez mais, possuem o papel de buscar se apropriar dos resultados das avaliações externas como uma importante ferramenta para planejamento de ações que tenham como objetivo a melhoria da aprendizagem dos alunos. Assim, os resultados das avaliações externas do SADEAM de 2012 a 2015, os dados do Projeto Político Pedagógico das escolas e os relatórios sobre os resultados do SADEAM divulgados pela Secretaria de Educação construíram o texto deste estudo de caso, fundamentado em autores que se dedicam a temática da importância das avaliações externas e da apropriação dos resultados como instrumento de gestão capaz de contribuir para a melhoria da qualidade da educação. Dentre eles: Lück (2000, 2009,2010), Machado (2012, 2015), Machado e Miranda (2012), Souza e Oliveira (2010), Rezende (2014), Franco et al. (2007) e Frasseto e Ramos (2013). A partir da análise dos desafios de apropriação das avaliações externas enfrentados pelos gestores de Careiro da Várzea AM, propõe-se um Plano de Intervenção Educacional (PAE) para a Coordenadoria Regional.
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DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

O presente capítulo, por sua vez, tem como objetivo propor ações de intervenção, que visam lançar um novo olhar sobre a política de assistência estudantil da UFJF, de forma que esse p[r]

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VIOLÊNCIA ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DA ZONA DA MATA MINEIRA

VIOLÊNCIA ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DA ZONA DA MATA MINEIRA

Quando os meios de comunicação comentam algum incidente concreto ocorrido em um determinado colégio, costumam imediatamente exagerar o fato e produzir perplexidade na população. Por acaso as nossas escolas estão imersas em um estado de violência, ameaças, medos e falta de civismo a ponto de impedir a convivência? Não devemos aceitar esse tipo de mensagem, ignorando o fato de que o conflito faz parte do “que fazer” educativo, e nem exagerar o conflito, considerando-o capaz de nos impedir de realizar o processo de ensinar. Por isso, é necessário que utilizemos termos concretos que descrevam tipos de eventos violentos e/ou de conflito. Falar de desordem não é a mesma coisa que falar de violência entre alunos; falar de intromissão de pessoas alheias não é a mesma coisa que falar de absenteísmo escolar. Os tratamentos e as repercussões no centro educativo são diferentes, como também é diferente sua avaliação (FERNÁNDEZ, 2005, p.44).
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Processo de Gestão da Medicação – Normas de Orientação Clínica

Processo de Gestão da Medicação – Normas de Orientação Clínica

medicamentos, gestão de doentes, registos de administração, etc.) para que todos os intervenientes no processo de gestão da medicação tenham acesso à informação út[r]

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Inibidores da Bomba de Protões – Normas de Orientação Clínica

Inibidores da Bomba de Protões – Normas de Orientação Clínica

 Doentes em tratamento com AINE que apresentem risco acrescido para hemorragia;  Doentes que apresentem fatores de risco acrescidos para úlcera de stress.. 5/5[r]

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DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NA JURISDIÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PASSOS

DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NA JURISDIÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PASSOS

A importante medida de proficiência, realizada pela União, e amplamente divulgada nos meios de comunicação, chama-se IDEB e é promovida pelo Ministério da Educação (MEC) e executada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Essa avaliação tem seus resultados divulgados bienalmente e considera a proficiência obtida pelos alunos na aplicação dos testes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e os dados de fluxo levantados pelo Censo Escolar. O resultado do IDEB para o Ensino Médio não é apurado por unidade escolar ou município, sendo divulgado somente o resultado obtido por ente federado. O resultado é apresentado de forma padronizada, sendo que o índice tem uma variação de 0 a 10. A tabela seguinte apresenta um comparativo do índice do IDEB obtido pelos Estados na avaliação de 2011, considerando somente as redes estaduais, com destaque para o resultado obtido por Minas Gerais:
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UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Weiss (1998) expõe dois tipos de avaliação: de processos e de resultados. A avaliação de processo, que examina os pontos fortes e fracos do programa e como os resultados são produzidos. Na específica situação da avaliação deste programa, pode ser feita por revisão por pares, levando-se em consideração fatores como a facilidade de navegar pelo material online, a interface amigável da plataforma, a utilização efetiva dos elementos multimídia, se a interatividade está apropriada para o nível do aprendiz e se são requeridas habilidades especiais em informática para o pleno aproveitamento dos recursos (RUIZ, MINTZER, LEIPZIG, 2006). Neste caso, a avaliação pode ser feita por docentes da própria instituição, preferencialmente sem ligação com o programa.
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Avaliação da intensidade e característica da dor no trabalho de parto e a ação do...

Avaliação da intensidade e característica da dor no trabalho de parto e a ação do...

Pereira (1998) observou que, no segundo estágio do trabalho de parto, a dor é produzida no canal de parto e no períneo, sendo transmitida pelo nervo pudendo, que é formado pelas raízes do 2°, 3° e 4° nervo sacral, caracterizando uma dor somática. O nervo pudendo é quem realiza a inervação sensitiva e motora de todo o canal do parto. As vias sensitivas que partem do útero têm trajeto paralelo às fibras simpáticas, atravessando o plexo uterino, cervical e hipogástrico inferior, médio e superior e ascendendo pela cadeia látero-vertebral do simpático. Por meio dos ramos brancos, atingem a raiz dorsal dos nervos T1 e T2, conduzindo, aos centros superiores, o estímulo doloroso de todo o útero. (FLACKSTEIN, 1950; HOUSSAY, 1972). Quando a dilatação cervical está mais adiantada, os estímulos alcançam a medula espinhal também pelos segmentos adjacentes de T10 e L1 (BONICA, 1979).
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Treinamento e avaliação sistematizada da dor: impacto no controle da dor do pós-operatório de cirurgia cardíaca.

Treinamento e avaliação sistematizada da dor: impacto no controle da dor do pós-operatório de cirurgia cardíaca.

Todos os pacientes escalados para a cirurgia car- díaca eletiva que atenderam aos critérios de inclusão foram visitados pelo pesquisador, no dia anterior à ci- rurgia, e aqueles que aceitaram participar do estudo receberam orientação pré-operatória sobre dor e seu controle. Foram devidamente treinados dois enfermei- ros que não pertenciam à Instituição para auxiliar na coleta, principalmente, no período da noite e da ma- drugada. Os pacientes foram visitados pelo pesquisa- dor ou pelo auxiliar de coleta, a intervalos regulares de 6 horas, após a extubação até completar 30 horas. Isso permitiu 6 momentos (M) de avaliação de cada pacien- te, os quais foram nomeados de M1, M2, M3, M4, M5 e M6. A primeira avaliação ocorreu imediatamente após a extubação de cada paciente, sendo considerada M1.
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Tradução e adaptação transcultural de duas escalas para avaliação da dor em crianças e adolescentes.

Tradução e adaptação transcultural de duas escalas para avaliação da dor em crianças e adolescentes.

O processo de tradução e retrotradução foi constituído por cinco etapas. Inicialmente, procedeu-se à tradução da escala da língua original, no caso o inglês, para o português, reali- zada por dois profissionais independentes com fluência nas duas línguas. A esses peritos foi solicitado usar linguagem simples, buscando mais captar o significado do item do que fazer uma tradução literal. Os autores realizaram uma recon- ciliação das duas traduções, resolvendo discrepâncias e gerando um único documento que foi traduzido para o inglês (retrotradução) por outro profissional, também com fluência em ambas as línguas, com experiência na área de controle de dor e que desconhecia as etapas anteriores. Posteriormente, foi feita uma revisão independente por dois peritos fluentes em inglês. Seguindo recomendações de Guillemin et al. 13 ,
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