Escalas de tempo

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Existência e Aproximação de Soluções para Inclusões Dinâmicas em Escalas de Tempo

Existência e Aproximação de Soluções para Inclusões Dinâmicas em Escalas de Tempo

Resumo: Este trabalho contribui para a existˆ encia de solu¸ c˜ oes para inclus˜ oes dinˆ amicas em escalas de tempo. Mais especificamente, prova um resultado de existˆ encia e aproxima¸ c˜ ao de solu¸ c˜ oes para inclus˜ oes dinˆ amicas em escalas de tempo. O resultado obtido ´ e uma gen- eraliza¸ c˜ ao da existˆ encia e aproxima¸ c˜ ao de solu¸ c˜ oes para inclus˜ oes diferenciais.

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Modelo de rede neural de múltiplas escalas de tempo aplicado ao robô Dimitri

Modelo de rede neural de múltiplas escalas de tempo aplicado ao robô Dimitri

O primeiro modelo computacional para redes neurais baseado em matemática e algoritmos data de 1943. Desde então, não só o poder de computação têm aumentado, como também os modelos de redes neurais têm avançado. O estudo de redes neurais artificiais pode ser classificado em duas grandes linhas, uma delas focada na aplicação de redes artificiais para solução de problemas ligados à aprendizagem de máquina e à inteligência artificial, enquanto a outra foca nos processos biológicos do cérebro e do sistema nervoso de diferentes animais, o modelo de rede proposto (YAMASHITA & TANI, 2008) que baseia este trabalho, de certa forma especula o funcionamento do cérebro humano, não buscando uma fidelidade com a biologia, mas ainda assim tenta mostrar como, em princípio, uma arquitetura baseada em diferentes escalas de tempo pode organizar tarefas recombinando segmentos de atividades na forma de um plano mais complexo.
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Modelo de cinética pontual em reatores nucleares considerando variação na composição do combustível e duas escalas de tempo

Modelo de cinética pontual em reatores nucleares considerando variação na composição do combustível e duas escalas de tempo

de cinética pontual. Tal instabilidade é atribuída à dificuldade de se lidar e calcular com- putacionalmente sistemas com alta stiffness, gerando erros aritméticos resultantes da falta de precisão e critérios de truncamento dos números representados por uma quantidade fixa de bits. Este tipo de problema é recorrente em modelos de cinética pontual quando se trabalha com diversos grupos de precursores. Neste caso é causado pela existência de duas escalas de tempo. A necessidade do método em se calcular as exponenciais destas matrizes que apresentam rigidez e integrá-las acarreta em um nível ainda mais elevado de complexidade no problema. Não houve tempo para estudar detalhes destas questões aritméticas, então optou-se por utilizar valores para os parâmetros de operação em que a simulação apresenta estabilidade, analisando os efeitos dos transurânicos e venenos na densidade de nêutrons em um reator operando em longa escala de tempo.
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Análise quantitativa da variabilidade da chuva em João Pessoa/PB, em várias escalas de tempo.

Análise quantitativa da variabilidade da chuva em João Pessoa/PB, em várias escalas de tempo.

A área de interesse para este estudo foi João Pessoa, capital da Paraíba, localizada no litoral do Nordeste do Brasil. Neste estudo foram utilizados totais diários (1961 a 2012) e horários (2007 a 2011) da precipitação observada na estação climatológica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em João Pessoa-PB. Os dados foram usados para estudar a variabilidade da chuva em várias escalas de tempo, investigando as anomalias de precipitação em anos de El Niño (EN) e La Niña (LN), como também identificar eventos de chuva intensa com ênfase em casos extremos. Os resultados destacam os meses de abril a julho como o período de picos máximos da precipitação média mensal e da frequência máxima do número de dias com chuva, bem como o período do número máximo de eventos extremos de chuva. Esses eventos extremos foram identificados através da técnica do percentil, definindo como extrema toda precipitação total diária igual ou superior a 60 mm (percentil 97). Os desvios padronizados de precipitação (DPP) mensais apresentam valores negativos e positivos, entre -1,7 e 3,7. Observou-se que os DPP negativos predominam tanto na época de El Niño (62,04%) quanto de La Niña (56,37%), o que significa uma diminuição no volume de chuva. Porém, esses resultados não confirmam uma evidência significativa da influência dos fenômenos El Niño e La Niña sobre a variabilidade da chuva. No ciclo diário, ficou evidente a importância da circulação de brisa terrestre no regime de precipitação da cidade de João Pessoa, já que favorece a chuva no final da noite até o inicio da manhã, com frequência máxima às 6 HL (Horário Local).
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Estudo da estabilidade de tensão em duas escalas de tempo por métodos diretos: análise...

Estudo da estabilidade de tensão em duas escalas de tempo por métodos diretos: análise...

O objetivo geral deste trabalho é a extensão dos métodos diretos para o estudo de estabilidade de tensão em sistemas de potência. Devido à diversidade dos dispositivos com distinta velocidade de atuação, propriedades de escalas de tempo foram exploradas para viabilizar essa extensão. O presente trabalho de pesquisa tem como contribuições (i) o estabelecimento de uma metodologia geral para análise de estabilidade de sistemas elétricos de potência em escalas de tempo e (ii) a extensão dos métodos diretos para a análise de estabilidade em escalas de tempo de sistemas de potência. Com base na teoria dos sistemas singularmente perturbados, propõe-se um algoritmo geral de análise de estabilidade em escalas de tempo de sistemas elétricos de potência e estabelecem-se os fundamentos teóricos deste algoritmo que validam a decomposição da análise de estabilidade em escalas de tempo. Assim, a análise de estabilidade de um sistema elétrico de potência pode ser decomposta na análise de estabilidade de seus correspondentes subsistemas rápido e lento, de menor ordem. Estes fundamentos preenchem uma lacuna que existia entre as análises de estabilidade no curto-prazo e médio-prazo e estabelece uma relação entre elas. Em particular, o método quase estático (QSS) para análise de estabilidade na escala de médio prazo, que pressupõe que as dinâmicas rápidas são estáveis e a análise de estabilidade transitória são casos particulares do algoritmo proposto. A partir dos fundamentos da decomposição da análise de estabilidade em escalas de tempo, estenderam-se os métodos diretos de análise de estabilidade, em particular o método CUEP, inicialmente desenvolvidos para análises de estabilidade transitória, para o problema de análise de estabilidade no médio prazo via decomposição da análise em escalas de tempo. Essa extensão é importante na medida em que os métodos diretos são rápidos, e viabilizam o desenvolvimento de técnicas de análise de estabilidade de tensão que sejam adequadas para aplicações em tempo real. A metodologia proposta foi testada em sistemas de potência de pequeno porte com bons resultados na avaliação de tempos de atuação dos equipamentos de controle e proteção, fornecendo também um melhor entendimento dos mecanismos de estabilização dos sistemas de potência analisados.
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Escalas optométricas : história e princípios ópticos

Escalas optométricas : história e princípios ópticos

Com a noção de uma escala é possível entender o conteúdo das outras, porque mesmo existindo diferenças no conteúdo, como por exemplo, o uso de um ângulo vi- sual inferior a 1 minuto, existe uma seqüência de aspectos que devem ser encontrados em todas as escalas optométri- cas. Estes foram descritos no estudo como sendo: posição dos optótipos por linha, intervalo e número dos optótipos na mesma linha e entre as diversas linhas, contraste, pro- gressão angular, tamanho do optótipo conforme o coefi - ciente visual e faixa de resolução da acuidade visual.

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Escalas de desenvolvimento infantil e o uso com bebês.

Escalas de desenvolvimento infantil e o uso com bebês.

Schirmer, Portuguez e Nunes (2006) utilizaram o Teste de Denver II e as Escalas Bayley-II para avaliar o desenvolvimento cognitivo e de linguagem, aos três anos, de crianças que nasceram prematuras e eram acompanhadas no Ambulatório de Seguimento Neonatal. As crianças que nasceram menores apresentaram escores mais baixos nas Escalas Bayley-II e atrasos na área de linguagem avaliada pelo Teste de Denver II. Espírito Santo, Portuguez e Nunes (2009) compararam o desempenho no Teste de Denver II e na Escala Conners de 80 crianças nascidas prematuras e com baixo peso, aos quatro anos de idade. Os dados obtidos foram relacionados com peso ao nascer, idade gestacional, sexo e o desempenho nas Escalas Bayley-II, aplicada anteriormente. Os resultados apontaram diferenças estatisticamente significativas entre o baixo desempenho no Teste de Denver II e a presença de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) e TDA (Transtorno de Déficit de Atenção), na Escala Con- ners. Comparando os resultados do Teste de Denver II com os já obtidos com a aplicação das Escalas Bayley-II, observaram resultados semelhantes, atestando a capacidade de predição das Escalas Bayley-II.
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Interpretação de escalas de medida da competência matemática

Interpretação de escalas de medida da competência matemática

A TRI é construída com dois pressupostos: Unidimensionalidade e Independência Local. A Unidimensionalidade significa que apenas um traço latente é medido pelo conjunto [r]

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Verbos de movimento, preposições direcionais e escalas

Verbos de movimento, preposições direcionais e escalas

Já num contexto em que é forçada a telicidade, com o adverbial em x tempo, como em (28), é necessária uma operação de mudança aspetual para salvar a interpretação da frase, o que explica que alguns falantes considerem estes casos como pouco aceitáveis, pois verifica-se uma incompatibilidade entre as informações veiculadas pelo verbo (uma escala aberta) e pelo SP (mera orientação da escala) com a informação do adverbial em x tempo (que requer uma predicação télica e, portanto, uma escala fechada). Provavelmente, é necessário que o ponto (grau) arbitrário que para denota seja reinterpretado como um grau máximo, o que leva a que para seja reanalisada de maneira semelhante à preposição até.
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Comparação entre duas escalas de segurança alimentar.

Comparação entre duas escalas de segurança alimentar.

Resumo Este artigo tem por objetivo comparar a versão curta da escala de segurança alimentar, recomendada pela FAO, e a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). Foi utilizado um questionário com as duas escalas, além de infor- mações demográficas e socioeconômicas. Os índi- ces de sensibilidade, especificidade, valores predi- tivos positivo e negativo e acurácia foram obtidos pela comparação dos valores entre as escalas. Com o intuito de avaliar a concordância entre os dois instrumentos, aplicou-se o teste Kappa. Das 230 famílias estudadas, mais da metade convivia com algum nível de insegurança alimentar, segundo a EBIA, e apenas 1/4 da amostra vivia nessa situa- ção, de acordo com a versão curta. A comparação entre as escalas mostra concordância moderada tanto para analisar insegurança alimentar como um todo, quanto para analisar uma possível situa- ção de fome, mesmo alterando o ponto de corte de ambas. Na análise dos parâmetros de validade, constatou-se que a versão curta apresenta baixa sensibilidade e alta especificidade em relação à EBIA. A versão curta apresenta baixa concordân- cia quando comparada à EBIA. Logo, faz-se ne- cessário a validação de um instrumento menor em relação à EBIA, de rápida e fácil aplicação. Palavras-chave Segurança alimentar e nutricio- nal, Estudos de Validação, Escalas
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Geografias da Airbnb: as escalas, os efeitos e as opções

Geografias da Airbnb: as escalas, os efeitos e as opções

Esta comunicação discute a transformação da cidade do Porto, em especial do seu centro, à luz das novas dinâmicas e escalas associadas ao turismo, ao comércio e à reabilitação urbana. A partir da análise de dados concretos – alojamento, comércio e reabilitação – sugere-se um maior foco do debate nas opções e no futuro que desejamos para as cidades, procurando promover o debate no equilíbrio entre as visões antagónicas que defendem a proibição ou liberalização total do mercado.

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Desenvolvimento de aplicações de escalas de avaliação em saúde

Desenvolvimento de aplicações de escalas de avaliação em saúde

Para além da determinação do nível de risco de Tromboembolismo Venoso, as escalas também podem aconselhar a profilaxia mais adequada, mediante a estratificação do risco. Assim, as escalas de avaliação têm como objetivo obter dados que permitam a estratificação dos doentes relativamente ao risco de TEV e apurar as medidas de profilaxia. A profilaxia pode ser aplicada através de meios farmacológicos ou mecânicos, sendo que a profilaxia farmacológica oferece um maior grau de proteção. Por esta razão, a profilaxia através de meios mecânicos é geralmente aplicada juntamente com a profilaxia farmacológica, produzindo assim melhores resultados (Laryea & Champagne, 2013; Vaz, et al., 2012; Rose, 2018). Normalmente, a profilaxia farmacológica consiste na administração de heparina na dose e peso molecular correspondente ao grau de risco, podendo ser administrada por via subcutânea ou intravenosa. A profilaxia mecânica pode ser aplicada, por exemplo, através de: meias de compressão graduada (GCS), dispositivos de compressão pneumática intermitente (IPC), mecanismos de bombeamento venoso nos pés (VFP), entre outros (Kahn, et al., 2012).
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Revisão analítica das escalas de disfagia

Revisão analítica das escalas de disfagia

reprodutível e estatisticamente consistente, deveria fornecer dados mais consistentes sobre os resultados e acompanhamento de doenças com disfagia. As propostas existentes mostram ampla cobertura na avaliação do sintoma disfágico. Objetivos - Analisar as escalas de disfagia disponíveis sugerindo as que permitem avaliação mais objetiva e estatisticamente consistente, e não apenas ferramenta de mensuração, e sugerir as que melhor quantificam o sintoma e úteis para seguimento dos pacientes. Método - Foram pesquisados os seguintes descritores no Pubmed: “disfagia”, “escala”, “index”, “score”. Dez artigos foram selecionados entre 1995 e 2012 com propostas de escalas para a disfagia.
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Escalas de Resiliencia: uma revisao narrativa

Escalas de Resiliencia: uma revisao narrativa

A Psicologia Positiva não visa determinar os caminhos a serem tomados pelos sujeitos, apesar de apresentar caráter descritivo (SELIGMAN, 2002). Essa não determinação vem da semelhança encontrada entre essa corrente e a Psicologia Humanista. A segunda, que tem Rogers como seu principal representante, defende que o ser humano possui uma tendência à autoatualização, ou seja, os aspectos emocionais, comportamentais e o processo de pensamento estão o tempo todo em potencial processo de desenvolvimento, dando ao homem aspecto dinâmico. Por afirmar que somos todos capazes de fazer as próprias escolhas, a Psicololgia Humanista aponta para uma prática não diretiva, o que também pode ser visto como uma resposta ao Behaviorismo.
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Espacializando o desenvolvimentismo – imaginário, escalas e regulação

Espacializando o desenvolvimentismo – imaginário, escalas e regulação

A abordagem apresentada também aponta a insuficiência de análises que limitam a espacialidade do Estado a seu sentido “restrito”, como a maioria dos trabalhos sobre fede- ralismo e relações intergovernamentais, sobre a materialidade institucional do Estado ou sobre a imersão de escalas espaciais em hierarquias de instituições do Estado. Conforme argumenta Brenner (2004), é preciso complementá-las pelo entendimento do espaço do Estado em seu sentido “integral”, o que requer entender o papel das diversas agências do Estado na regulação político-econômica e a imersão de dada escala do Estado em amplas divisões escalares de regulação estatal. Esta abordagem mais completa ilustra a co-evolução dialética do que Brenner denominou “estratégias espaciais e projetos espaciais do Estado” (relacionados à organização administrativa territorial e escalar), tal como tentamos ilustrar tendo como pano de fundo a “questão regional” brasileira. Ademais, permite que se en- tenda a evolução da espacialidade do Estado com base na complexa interação de sucessivas camadas regulatórias com a paisagem institucional (territorial e escalar) herdada, numa dinâmica de path dependency. Como bem ilustra Oliveira (1990, p.67), “o que se encontra não são camadas consistentes que se superpõem, mas um solo misto, combinado, arga- massado, cujos elementos constitutivos interagem dinamicamente”. Sob esta lógica pode- mos observar os conflitos entre o dnocs e a Sudene – que nunca foi efetivamente capaz de regulá-lo -; a transição do “federalismo cooperativo” liderado pela Sudene para uma recentralização administrativa; a perda do privilégio no que tange à seletividade espacial
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Validação de escalas para avaliação do amor patológico.

Validação de escalas para avaliação do amor patológico.

vai machucá-lo.”. Indivíduos que sofrem de amor patológico podem não entender esse conceito, porque acreditam que deva haver uma espécie de “fusão” entre os parceiros, na qual não é permitido haver segredos. Quanto à consistência interna da escala, Estorge, Mania e Ágape mostraram-se os conceitos mais sólidos, fato que se sobrepõe à constatação anterior de que são justamente esses estilos, exceto por Estorge, que, de fato, diferenciaram os indivíduos com amor pato- lógico dos saudáveis. Eros demonstrou consistência razoável, com exceção do item 4 (“Meu parceiro se encaixa nos meus padrões ideais de beleza física.”). Visto que esse estilo de amor tende a relacionar-se diretamente à atração física entre os parceiros, esse item poderia ser reformulado com algo menos restritivo do que “padrões ideais”. Ludus obteve baixa consistência em dois de seus itens, 5 (“Eu acredito que aquilo que o meu parceiro não sabe sobre mim não vai machucá-lo.”) e 8 (“Eu gosto do ‘jogo da sedução’ tanto com meu parceiro quanto com outros.”). A baixa consistência da questão 8 possivelmente se deve à expressão “jogo da sedução”, que já havia gerado dúvidas an- teriormente na etapa da revisão das escalas feita pelos profissionais da saúde. Pragma obteve alfa razoável e todos os itens contribuíram de forma significativa. Nesse caso, o conceito poderia ser melhorado aumentando o número de itens relacionados a esse estilo.
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Aplicação do método das escalas múltiplas em física.

Aplicação do método das escalas múltiplas em física.

Neste trabalho, concentramo-nos em um m´etodo espec´ıfico na teoria de perturba¸c˜ ao, o m´etodo das escalas m´ ultiplas. Desenvolvido na mecˆ anica cl´ assica para o tratamento de equa¸c˜ oes diferenciais n˜ ao-lineares, este m´etodo ´e aplicado como uma ferramenta matem´ atica na descri¸c˜ ao de efeitos perturbativos em v´ arios sistemas f´ısicos. Desta forma queremos mostrar a aplica¸c˜ ao deste m´etodo, tanto no contexto cl´ assico como quˆ antico utilizando a equa¸c˜ ao de Duffing.

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Arte (u)tópica: escalas e intensidades

Arte (u)tópica: escalas e intensidades

Antes de terminar este trajecto antológico por algumas práticas contíguas à arte pública, vale a pena interrogar o lugar daquele homem, bem apresentado (fato e óculos escuros, com armação pesada) e já com alguma idade (70 anos?), que no Saldanha e no Restelo acena aos automobilistas, numa performance indiferente ao tempo e apenas sujeita ao capricho de um artista, provavelmente sedento de uma comunicação descomprometida com a sua imensa plateia. E não será esta uma forma de tomarmos consciência dos mecanismos de vigilância disfarçados? Qual será hoje a diferença exacta entre o real e a ficção nos condomínios e espaços urbanos sujeitos ao escrutínio de uma câmara, em nome da segurança?
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Escalas de exploração vocacional (EEV) para universitários.

Escalas de exploração vocacional (EEV) para universitários.

O presente estudo teve por objetivo construir um instrumento para avaliar as dimensões exploração do ambiente e exploração de si do comportamento exploratório vocacional. Os resultados obtidos com a análise de componentes principais sugeriram a existência de duas dimensões subjacentes ao conjunto de itens, correspondendo às expectativas teóricas. Estes resultados conferem, portanto, validade fatorial ao instrumento elaborado, ao permitirem a identificação das escalas de exploração do ambiente e de si. Isto significa ainda que, embora as dimensões tenham apresentado correlação (Bartley & Robitschek, 2000; Sparta, 2003; Werbel, 2000), exploração do ambiente e exploração de si são construtos distintos, e devem ser avaliados separadamente, pois podem ter efeitos diferenciados no desenvolvimento vocacional. Quanto à fidedignidade, os indicadores de consistência interna foram satisfatórios, indicando que as escalas são confiáveis para a avaliação dos construtos a que se referem.
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Sincronização de metapopulações em duas escalas geográficas.

Sincronização de metapopulações em duas escalas geográficas.

Após o pro esso de dinâmi a lo al de ada idade j , uma fração de indivíduos µ i parte de um bairro i e deixa a idade j , 0 < µ i < 1 , para i = 1, . . . , N , j = 1, . . . , n . Dos indivíduos que migram das idades vizinhas ℓ , uma proporção c jℓ hegará para fazer parte da população da idade j no passo de tempo t + 1 . O pro esso de migração é 100% bem su edido, ou seja, não há perda de indivíduos durante a migração, assim temos

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