esclerose múltipla

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Ensinando e aprendendo com portadores de Esclerose Múltipla: relato de experiência.

Ensinando e aprendendo com portadores de Esclerose Múltipla: relato de experiência.

Com a defesa em junho de 2004 de um trabalho de conclusão de curso por estudantes de Enfermagem da Universidade Federal do Piauí (UFPI) com o tema “O Significado da Esclerose Múltipla para o Portador da Doença”, sentiu-se a necessidade de fundar uma associação que reunisse portadores, profissionais e estudantes de saúde interessados no assunto. Assim, em dezembro de 2004, foi criada pela professora da UFPI Lúcia Helena Rios Barbosa de Almeida, juntamente com alguns portadores, a Associação Piauiense de Portadores de Esclerose Múltipla (APPEM). Esta vem, desde então, desenvolvendo um trabalho de assistência aos portadores de EM, objetivando conhecer as pessoas que possuem essa doença e suas necessidades, divulgar as informações sobre a patologia e os tratamentos disponíveis, esclarecer aos doentes e familiares os seus direitos, além de aproximá-los da associação estabelecendo, assim, uma troca de experiências. Para consolidar os objetivos da associação foi criado um projeto de extensão no Departamento de Enfermagem da UFPI intitulado “Ensinando e Aprendendo a Conviver com Esclerose Múltipla”. Esta ação educativa elegeu como ponto central a criação de vínculos, laços de compromisso e de co-responsabilidade entre profissionais, estudantes de saúde e a população alvo, na lógica da sistematização da assistência em saúde.
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Nomeação e fluência verbal em portadores de esclerose múltipla

Nomeação e fluência verbal em portadores de esclerose múltipla

Essa síndrome ocorre, normalmente, depois de um acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, ou, mais raramente, após lesões cerebrais traumáticas. Raramente, é associado à Esclerose Múltipla. Chanson e colaboradores (2009) trazem um estudo de caso em que uma mulher, 39 anos, com o francês como língua nativa, começou apresentar como sintoma inicial de Esclerose Múltipla o sotaque alemão em sua fala. Antes desses acontecimentos, ela não tinha qualquer ligação particular com os povos alemão e a cultura alemã. O desempenho em testes de linguagem apresentava-se dentro da normalidade, apenas com discreta anormalidade na produção de vogais. A hipótese de Esclerose Múltipla fora confirmada após constatação de aumento no número de lesões em exame de ressonância magnética. Chanson e a equipe constataram que a alteração na fala não poderia ser resultado de alguma disartria, mas em distúrbio no nível da prosódia.
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Qualidade de Vida em doentes com Esclerose Múltipla

Qualidade de Vida em doentes com Esclerose Múltipla

O primeiro Estudo Nacional sobre incidência e percepção da E.M. foi realizado em 2010, pelo Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla (GEEM) e coordenado pelo Dr. Joaquim Pinheiro (Neurologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia e Presidente do referido grupo). Teve como objectivo "saber o número de doentes que temos em Portugal e avaliar os conhecimentos da população acerca da EM e das suas características". De acordo com os resultados obtidos, a estimativa é de 4.287 pessoas portadoras de E.M., ou seja, 54 casos por 100 mil habitantes. Estes valores estão de acordo com o valor esperado e que semelhante ao encontrado na Europa. Este estudo permitiu ainda saber que cerca de 40% dos inquiridos não sabiam ou não eram capazes de explicar o que é a Esclerose Múltipla e 74% referiram que a doença tem um grande impacto na Qualidade de Vida dos doentes (CienciaPT, 2011).
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Qualidade de vida nos doentes com esclerose múltipla

Qualidade de vida nos doentes com esclerose múltipla

O médico britânico Robert Carswell, segundo os seus desenhos do tronco cerebral e medula espinal que retratavam as lesões por ele observadas durante uma autópsia, que permitiam identificar tecidos endurecidos e descolorados. Também Jean Druveilheir, médico francês, observou áreas semelhantes durante autópsias, a que deu o nome de “ilhas de esclerose”. Refere (Frankel, 1994) que apenas em 1868, Jean Martin Charcot identificou formalmente a Esclerose Múltipla, dando-lhe o nome de esclerose em placas, descrevendo as áreas escurecidas como sendo semelhantes a cicatrizes o que se foi verificando disseminações pelo SNC, nos indivíduos com a doença.
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ESCLEROSE MÚLTIPLA, SISTEMA IMUNE E RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS

ESCLEROSE MÚLTIPLA, SISTEMA IMUNE E RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS

A esclerose múltipla (EM) é uma das principais doenças neurológicas, crônicas e autoimunes que afetam o sistema nervoso central. Resulta em complicações motoras e cognitivas. Objetivou-se realizar pesquisa bibliográfica sobre a EM analisando o envolvimento do sistema imune, causas, sintomas, diagnóstico, tratamento e a importância da conduta nutricional. Trata-se de pesquisa teórica explicativa do conhecimento já adquirido. A patogenia tem maior incidência em pessoas de 20 a 40 anos, do gênero feminino. Sendo a etiologia ainda não bem definida, supondo causas multifatoriais. O diagnóstico é realizado dos avanços nas técnicas de ressonância magnética e exame do Líquido Cefalorradidiano. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos e métodos complementares, não havendo dietoterapia específica. Apenas são encontradas condutas nutricionais baseadas nas recomendações vigentes e adaptadas às necessidades individuais. Relata-se sobre a importância do consumo de algumas vitaminas, minerais e ácidos graxos, importantes para o sistema imune, prevenindo e retardando a doença. Novos avanços em tratamentos específicos para a patologia podem resultar muma melhor condição dos pacientes com EM.
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Manifestações oculares em pacientes com esclerose múltipla em São Paulo.

Manifestações oculares em pacientes com esclerose múltipla em São Paulo.

estado de São Paulo, sudeste do Brasil, portadores de escle- rose múltipla que ingressaram no CATEM (Centro de Atendi- mento à Esclerose Múltipla) para acompanhamento da doença do período de março de 1996 a novembro de 1998. Os 64 pacientes incluídos eram pertencentes a um grupo de estudo para tratamento da doença com Interferon beta e tinham o diagnóstico clínico definido de EM, confirmado pela análise do líquido cérebro espinal e evidência de desmielinização na ressonância magnética do cérebro. Os critérios clínicos para diagnóstico de EM estão expostos na tabela 1. Foram ex- cluídos pacientes com possível associação de outra doença neurológica ou sistêmica (lúpus eritematoso sistêmico, poliar- terite nodosa, HTLV1, AIDS, doença de Behçet, sarcoidose, sífilis e doença de Lyme) com repercussão ocular.
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Relação entre fadiga e distúrbios autonômicos na esclerose múltipla.

Relação entre fadiga e distúrbios autonômicos na esclerose múltipla.

RESUMO - A fadiga é sintoma comum na esclerose múltipla (EM). O objetivo deste estudo é relacionar a fa- diga nos portadores de EM aos distúrbios autonômicos. Participaram deste estudo, 50 pacientes portadores de EM na forma clínica remitente recorrente. Trinta e três (66%) eram mulheres e 17 (34%) homens; pontu- ação menor ou igual a 3,5 na Escala de EDSS. Foram aplicados em todos os pacientes cinco testes cardiovas- culares, já padronizados, para avaliação das funções simpáticas e parassimpáticas. Os resultados encontra- dos no teste do exercício isométrico foram elevações da pressão arterial de 14,62±9,13 mmHg para o grupo com fadiga e de 21,68±7,18 mmHg para o grupo sem fadiga, sendo estatisticamente significante (p<0,05) a diferença entre os grupos. Conclui-se que há prejuízo na capacidade de elevar a pressão arterial diante de um exercício físico nos portadores de fadiga desta casuística, sugerindo uma disfunção simpática. PALAVRAS-CHAVE: fadiga, esclerose múltipla, disautonomia.
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Prevalência de anticorpos antimicrossomais em pacientes com esclerose múltipla.

Prevalência de anticorpos antimicrossomais em pacientes com esclerose múltipla.

A esclerose múltipla (EM) é doença desmielini- zante que resulta de reações inflamatórias desenca- deadas por mecanismos complexos de anormalida- de imunorregulatória, provavelmente associados a fatores genéticos e ambientais. O mecanismo au- toimune pode ser caracterizado pela presença de diversos auto-anticorpos contra antígenos circulan- tes órgão-específicos (tireóide, estômago, pâncreas) entre os quais os antimicrossomais (AAM) 1-5 . Os AAM

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Fadiga na forma remitente recorrente da esclerose múltipla.

Fadiga na forma remitente recorrente da esclerose múltipla.

A esclerose múltipla (EM) é afecção neurológica desmielinizante, que acomete preferencialmente adultos jovens, evoluindo de forma crônica e imprevisível. Apresenta sinais e sintomas muito variáveis, e tem a fadiga como uma de suas principais características. A definição de fadiga pode ser feita de várias maneiras, permitindo interpretações diferentes. Para os fisiologistas, é considerada como uma dificuldade em manter a contração muscular, podendo ser objetivamente analisada e quantificada. Esta definição considera apenas a fadiga muscular, tornando-se muito limitada na prática clínica. Para os pacientes com EM, a fadiga é um sintoma subjetivo, definido como sensação de cansaço físico ou mental profundo, perda de energia ou mesmo sensação de exaustão, com características diferentes daquelas observadas na depressão ou fraqueza muscular 1 .
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Esclerose múltipla: terapêutica com IFN-β

Esclerose múltipla: terapêutica com IFN-β

A esclerose múltipla (EM) é a doença crónica mais comum do sistema nervoso central (SNC) e é caracterizada pela destruição da mielina. Hoje em dia é objecto de inúmeras pesquisas para determinar com precisão as suas causas e definir um tratamento eficaz. A diferente susceptibilidade à doença entre homens e mulheres, negros e caucasianos, jovens e idosos e a distribuição geográfica díspar da EM parece sugerir uma interacção efectiva entre factores genéticos e ambientais. Apesar de ser uma doença auto-imune, o tratamento com imunossupressores ficou aquém das expectativas e começaram a utilizar-se imunomoduladores como o Interferão beta (IFN-β) de modo a reduzir a frequência e a gravidade dos surtos.
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Open de sistema de informação para monitoramento da esclerose múltipla

Open de sistema de informação para monitoramento da esclerose múltipla

Nas últimas décadas, tem havido uma preocupação dos governos com a incorporação de tecnologias inovadoras, aplicadas no campo da saúde, com o propósito de auxiliar o desempenho de profissionais e usuários na promoção do cuidado, fortalecido por políticas públicas. Nesse contexto, evidencia-se uma escassez de recursos tecnológicos, voltados à assistência integral e multidisciplinar, direcionada a pacientes com Esclerose Múltipla, especialmente de sistemas que deem suporte a tomada de decisão, no acompanhamento dessa clientela, em Centros de Referência pertencentes ao Sistema Único de Saúde. Assim, o presente estudo tem como objetivo de desenvolver um sistema de informação (protótipo de software) para o monitoramento de parâmetros clínicos, indicativos de comprometimento da funcionalidade de indivíduos com Esclerose Múltipla. Trata-se de um estudo metodológico, do tipo aplicado, envolvendo produção de tecnologia, composto pela etapa do processo de desenvolvimento do software seguida da etapa de aplicação do modelo de árvore de decisão. O desenvolvimento do protótipo de software seguiu os passos do processo genérico de engenharia de software apresentado por Pressman. A modelagem e a prototipação ocorreram no período de janeiro a setembro de 2016, juntamente com a construção do fluxograma de funcionamento do protótipo e das interfaces. O fluxograma foi construído na linguagem unificada de modelagem com auxílio da ferramenta JUDE. O sistema foi desenvolvido em linguagem PHP (Hipertext Processor), que é uma linguagem de script open source (código aberto) de uso livre, muito utilizada, e especialmente adequada para o desenvolvimento web. Portanto, utilizou-se uma Framework PHP (Laravel 5.2 Open Source), o MySQL como tecnologia de banco de dados, e para desenvolvimento das telas usou-se o HTML5, CSS3
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Esclerose Múltipla: duas apresentações clínicas, uma só doença!

Esclerose Múltipla: duas apresentações clínicas, uma só doença!

Objetivo: o presente relato de caso pretende demonstrar a diversidade de apresentações clínicas, a evolução dos sintomas e o papel do médico da atenção primária no diagnóstico e seguimento de pacientes com esclerose múltipla e seus familiares. Descrição dos casos: duas mulheres, de 31 e 28 anos, caucasianas, inseridas em famílias nucleares (fases IV e II do ciclo de Duvall, respectivamente) pertencentes à classe média de Graffar. A primeira inicia um quadro insidioso de parestesias das mãos com melhoria em 2 meses. Passado um ano, apresenta-se com dificuldade em elevar as pálpebras e desequilíbrio marcado. A segunda apresenta diminuição súbita da acuidade visual à direita, tendo sido diagnosticada uma neurite óptica. Ambas foram diagnosticadas com esclerose múltipla. Conclusão: a esclerose múltipla é uma doença inflamatória crônica, desmielinizante e degenerativa do sistema nervoso central, que se revela de forma heterogênea. Torna-se importante ao médico de família saber como lidar com as incertezas diagnósticas.
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Esclerose Múltipla, o afastar da lupa – relato de caso

Esclerose Múltipla, o afastar da lupa – relato de caso

Descrição do caso: Doente do sexo feminino, 38 anos de idade, recorre ao médico de família por perda ponderal significativa, fadiga, polifagia e poliúria, com consequente despiste de causas orgânicas graves. Seguiram-se múltiplas consultas com apre- sentação de queixas inespecíficas (incontinência urinária, diminuição da acuidade visual, fraqueza muscular, desequilíbrio e ton- turas) com aparentes alterações justificativas, quer ao exame objetivo quer em meios complementares de diagnóstico. Pelo fac- to de se estar perante uma mulher jovem, com múltiplos sintomas neurológicos (visuais, motores, sensitivos e esfincterianos) e considerando os antecedentes familiares (irmã com doença semelhante), colocou-se a hipótese diagnóstica de doença des- mielinizante. No seguimento foi pedida tomografia computorizada crânio-encefálica, que revelou a presença de múltiplas le- sões hipodensas da substância branca, e realizou-se referenciação à consulta de neurologia. Após as avaliações clínicas e a rea- lização de mais exames complementares confirmou-se o diagnóstico de esclerose múltipla.
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ESCLEROSE MÚLTIPLA COM AUSÊNCIA DE PATOLOGIA ORO FACIAL

ESCLEROSE MÚLTIPLA COM AUSÊNCIA DE PATOLOGIA ORO FACIAL

A Esclerose Múltipla (EM), doença autoimune que afecta o sistema nervoso central, des- mielinizante, degenerativa, envolve lesão tecidular causada por células Th1. Para o médico dentista aparece, frequentemente, acompanhada de nevralgia do trigémio pelo que deve estar particularmente atento a manifestações secundárias como xerostomia, candidíase ou gengivite.

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A interacção de factores ambientais na génese da esclerose múltipla

A interacção de factores ambientais na génese da esclerose múltipla

A Esclerose Múltipla é uma doença crónica do SNC, de causa ainda não totalmente conhecida, com características auto-imunes, inflamatórias e degenerativas que resulta de uma interacção entre factores genéticos e exógenos; enquanto a herança genética modula a susceptibilidade à doença de toda a população em geral, estudos epidemiológicos sugerem os factores ambientais como tendo um papel fundamental no aparecimento e progressão da EM. Resultados de estudos acerca da sazonalidade do nascimento dos doentes com EM, o início da doença e as exacerbações, assim como tendências temporais aparentes na relação entre a incidência e o género, suportam a ideia da influência dos vírus, dos processos metabólicos e dos estilos de vida no risco de EM. O EBV, o aporte de vitamina D, e o tabaco são os factores que podem explicar tais padrões epidemiológicos. (12)
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Perfil de segurança da terapêutica farmacológica da esclerose múltipla

Perfil de segurança da terapêutica farmacológica da esclerose múltipla

Por fim, os fármacos modificadores da doença de segunda linha com eficácia superior, por possuírem um perfil de segurança desfavorável, com exigências de monitorização específicas e com efeitos adversos que podem comprometer, ainda mais, a qualidade de vida dos doentes, são utilizados, apenas, quando a terapêutica de primeira linha falha, por intolerância dos efeitos adversos ou, nas formas mais agressivas da esclerose múltipla. Entre estes encontram-se o alemtuzumab, natalizumab e a ciclofosfamida, sendo alguns dos seus riscos identificados importantes, como condições autoimunes, a leucoencefalomielite multifocal progressiva e mielosupressão, respetivamente, e, o fingolimod, a mitoxantrona a cardiotoxicidade.
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Qualidade de vida e espiritualidade na esclerose múltipla

Qualidade de vida e espiritualidade na esclerose múltipla

A amostra da presente investigação foi constituída por 60 pessoas e teve como critérios de inclusão: idade superior a 18 anos, diagnóstico de EM, ser associado da Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM) e pertencer aos Distritos do Porto ou Aveiro. O protocolo de avaliação, administrado telefonicamente, foi composto pelos seguintes instrumentos: Questionário Sócio-demográfico e Clínico (elaborado para o estudo), WHOQOL–Bref (Vaz Serra et al., 2006) e Escala de Avaliação da Espiritualidade (Pinto & Pais-Ribeiro, 2007). Os resultados alcançados indicam que a amostra apresentava uma percepção de QDV inferior à da população geral Portuguesa e evidenciava índices moderados de Espiritualidade. Verificou- se também que as pessoas que apresentavam melhor QDV eram os doentes mais novos, com menos anos de diagnóstico, que praticavam exercício físico e que evidenciavam índices mais elevados de Espiritualidade. De salientar, que a variável Esperança/Optimismo revelou-se preditora da QDV Geral.
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Consenso Brasileiro para o Tratamento da Esclerose Múltipla: Academia Brasileira de Neurologia e Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla

Consenso Brasileiro para o Tratamento da Esclerose Múltipla: Academia Brasileira de Neurologia e Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla

O crescent arsenal terapêutico na esclerose múltipla (EM) tem permitido tratamentos mais efetivos e personalizados, mas a escolha e o manejo das terapias modificadoras da doença (TMDs) tem se tornado cada vez mais complexos. Neste contexto, especialistas do Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla e do Departamento Científico de Neuroimunologia da Academia Brasileira de Neurologia reuniram-se para estabelecer este Consenso Brasileiro para o Tratamento da EM, baseados no entendimento de que neurologistas devem ter a possibilidade de prescrever TMDs para EM de acordo com o que é melhor para cada paciente, com base em evidências e práticas atualizadas. Por meio deste documento, propomos recomendações práticas para o tratamento da EM, com foco principal na escolha e no manejo das TMDs, e revisamos os argumentos que embasam as estratégias de tratamento na EM.
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Esclerose múltipla: correlação clínico-laboratorial.

Esclerose múltipla: correlação clínico-laboratorial.

RESUMO - Aspectos clínicos e demográficos de 86 pacientes com o diagnóstico de esclerose múltipla (EM) forma clinicamente definida foram comparados aos achados do líquido cefalorraqueano. Do grupo total 30% encontrava-se em surto, 41% em remissão e 29% na forma crônica progressiva. Os pacientes com a forma crônica progressiva apresentavam índice de IgG sugestivo de imunoliberação intratecal em 76% dos casos, enquanto que aumento deste parâmetro foi observado em apenas 46% e 49%, das formas em surto e remissão, respectivamente (p<0,005). Os dados obtidos no estudo quantitativo da síntese intratecal de IgG contribuem para a demonstração de diferenças imunológicas entre ambas as formas de EM, surto-remissão e crônica progressiva. O uso de corticóides reduz quantitativamente a síntese intratecal de IgG mas não a síntese de bandas oligoclonais.
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LIPOPROTEÍNAS E INFLAMAÇÃO NA ESCLEROSE MÚLTIPLA

LIPOPROTEÍNAS E INFLAMAÇÃO NA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Lipoproteínas e Inflamação na Esclerose Múltipla – Maria João Cascais 
 

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 Em que medida os resultados sobre a apoE e as adipocinas estão relacionadas com o metabolismo lipoproteico e das remanescentes, em particular, se este último é modulado pelo interferão β? As partículas remanescentes são heterogéneas e a apoE tem uma compartimentação diversa entre estas, a VLDL e a HDL, que é alterada por processos inflamatórios e dependente dos seus fenótipos. Para idêntica concentração total de apoE, a distribuição desta e o seu significado imunitário poderá diferir e poderá ser afectada pelo interferãoβ. Serão necessários estudos caracterizando melhor as partículas remanescentes (ricas e pobres em triglicéridos), a compartimentação da apoE entre estas e outras fracções lipoproteicas (como a apoE-HDL) e a sua relação com os fenótipos e regulação pelas adipocinas. Em que medida estes aspectos metabólicos se relacionam com o risco conferido pelo sistema HLA, pela deficiência em vitamina D e pelo hábito tabágico? Em que medida estes aspectos metabólicos se relacionam com o papel anti-inflamatório e, possivelmente, benéfico dos AGPI n-3, e das estatinas (que reduzem a LDL oxidada e colesterol-RPL)?
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