Espaço intraurbano

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e degradação no espaço intraurbano de Fortaleza

e degradação no espaço intraurbano de Fortaleza

Como resultado das análises do espaço intra-urbano subdividido em fragmentos, verificou-se a ocorrência de três grandes compartimentos carac- terizados pelas condições de maior precariedade em que se encontram. Estes compartimentos têm como espinha dorsal a faixa de praia e os rios Marangua- pinho e Cocó, cujas bacias possuem qualidade ambiental comprometida, situ- ando-se como um lugar onde a pobreza urbana prevalece, onde o acesso à in- fra-estrutura é mais difícil, onde a moradia é mais precária e onde a favela é a principal forma de apropriação do solo urbano. Disto resulta a sua compreen- são como corredores de degradação do espaço intra-urbano, os quais passam a ser denominados pelos rios por onde fluem, em grande parte, os resíduos decorrentes da produção e reprodução em condições de desenvolvimento desigual.
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O clima no espaço intraurbano do distrito sede de razCE na perspectiva termodinâmica: episódios sazonais contrastantes

O clima no espaço intraurbano do distrito sede de razCE na perspectiva termodinâmica: episódios sazonais contrastantes

Monteiro (1976) propõe a divisão do espaço geográfico em três escalas de análise: zonal, regional e local. No nível zonal o fator decisivo para a diversificação é a latitude, que num segundo momento, influenciará na escala regional. Nesta há uma associação entre os centros de ação e os sistemas meteorológicos vinculados a faixas zonais diferentes. Estes participariam no sentido de produzir uma organização climática, gerada pelos sistemas de circulação atmosférica regional, capaz de manter a organização espacial por meio do ritmo de sucessão temporal dos seus estados.
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RAUL DA SILVA VENTURA NETO CIRCUITO IMOBILIÁRIO E A CIDADE Coalizões urbanas e dinâmicas de acumulação do capital no espaço intraurbano de Belém

RAUL DA SILVA VENTURA NETO CIRCUITO IMOBILIÁRIO E A CIDADE Coalizões urbanas e dinâmicas de acumulação do capital no espaço intraurbano de Belém

Isso quer dizer que, em Belém, a formação de barreiras não necessariamente relaciona-se somente ao preço de aquisição do terreno, mas sim à quantidade de capital necessário para tornar aquele espaço pronto para a atividade imobiliária, na medida em que as estruturas preexistentes precisariam ser recondicionadas para receber um novo uso, ou então até mesmo demolidas. Em outros casos, mesmo que o valor desses terrenos tenha se elevado, o que de fato inviabilizaria a sua aquisição passa a ser a dimensão deste, o que demandaria do incorporador local um empreendimento imobiliário que, muitas vezes, estaria além da sua capacidade gerencial. Em ambos os casos, a escala de capital da empresa é determinante para viabilizar a produção nesses espaços e, seja como for, essa condição só se desfaz de fato, com a entrada de outra escala de capital imobiliário na cidade, que traz consigo outro ciclo de reprodução, agora do capital financeiro imobiliário, ambos ligados à grandes incorporadoras nacionais, de capital aberto, que chegam no mercado local a partir de 2007.
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Interfaces Rodoviário-urbanas na Produção da Cidade: Estudo de Caso do Contorno Rodoviário de João Pessoa-PB

Interfaces Rodoviário-urbanas na Produção da Cidade: Estudo de Caso do Contorno Rodoviário de João Pessoa-PB

Uma das características principais do espaço intraurbano é a dinâmica de produção de localizações. O espaço é produzido em função do trabalho social, que gera um valor relacionado com dois quesitos: o primeiro é representado pelos objetos urbanos em si: edifícios, ruas, praças e infraestruturas; e o segundo pelo valor produzido pela aglomeração, que pode ser dado pela localização dos espaços construídos e dos espaços livres, ou seja, a relação entre um ponto e todos os demais, sendo apresentado como um valor de uso da terra, que representa o seu preço. De acordo com Silveira et al. (2007), a presença de sítios de amenidades (a exemplo de sítios geográficos, vias, praças, parcelamento, entre outros) influencia na formação de novas localizações.
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OS EFEITOS DA SAZONALIDADE CLIMÁTICA E DA URBANIZAÇÃO NA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO RIO ACARAÚ EM SOBRAL (CE)

OS EFEITOS DA SAZONALIDADE CLIMÁTICA E DA URBANIZAÇÃO NA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO RIO ACARAÚ EM SOBRAL (CE)

Este estudo teve por objetivo analisar os efeitos da sazonalidade climática e da urbanização na determinação do Índice de Qualidade das Águas (IQAs) do rio Acaraú no trecho intraurbano da cidade de Sobral (Ceará/Brasil). O trecho estudado possui uma extensão de 15 km que abrange um sistema fluvial com zonas de entrada (sem urbanização), mistura (altamente urbanizada) e saída (mediamente urbanizada). O IQA permite avaliar a qualidade da água bruta. Para o cálculo do IQA foram avaliados nove parâmetros de qualidade de água. Para isso, foram adotados procedimentos analíticos com amostragem de água em cinco pontos de coleta. O estudo ocorreu de março/15 a março/16, compreendendo os períodos de estiagem, pré-estação chuvosa e quadra invernosa. Os resultados indicaram que fatores hidroclimáticos e a própria forma de uso e ocupação, influenciaram diretamente nos valores de IQA, sendo que os valores de qualidade “ruim” são observados, principalmente, no período de estiagem, no espaço intraurbano de Sobral. Isso pode indicar que cargas de efluentes domésticos chegam sem tratamento ao canal principal do rio Acaraú. Conclui-se, portanto, que a sazonalidade climática associada às formas de uso e ocupação desempenha um papel importante na qualidade das águas do rio Acaraú em Sobral.
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O espaço da mulher brasileira e o espaço da enfermeira brasileira.

O espaço da mulher brasileira e o espaço da enfermeira brasileira.

Apesar de tais empregos confe­ ruem uma posição social algo mais elevada que o seriço doméstico , mbas as atividades permane­ ciam abaixo do ensino e scolar (HAHNER)lO. Por[r]

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Relações metodológicas entre o espaço arquitetónico e o espaço cinematográfico

Relações metodológicas entre o espaço arquitetónico e o espaço cinematográfico

Este é um dos papéis mais fascinantes que o cinema assume: transmitir uma variedade de sensações visuais e sonoras, que resultam na possibilidade ilusória de nos sentirmos fisicamente naquele local. De forma cinestésica, é-nos proporcionada a experimentação do espaço, através de percursos, em que se entra e sai de um edifício, das diferenças de perceção entre o espaço interior e o espaço exterior, da forma como a luz molda o espaço e o torna hipnotizante. Catarina Alves Costa mostra-nos a capacidade que o cinema tem de afetar a nossa perceção espacial, manipulada pela câmara e pelo resultado do seu movimento. O lugar de observação muda e derivam dessa mesma perceção sequencial múltiplos pontos de vista. Esta experiência é controlada apenas pelo espetador, a intensidade e a profundidade com que perceciona o espaço é da sua responsabilidade.
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Ficções urbanas: estratégias para a ocupação das cidades.

Ficções urbanas: estratégias para a ocupação das cidades.

As cidades foram invadidas por logomarcas que ocupam o espaço do sujeito; em todo lugar que se olha há uma propaganda, no metrô, nos ônibus, até em táxis. Essa invasão não é apenas uma apropriação do espaço do sujeito, mas do seu imaginário. As corporações, grandes empresas, a mídia, o Estado, todos querem um pedaço do nosso imaginário; é o espaço do nosso imaginário que é vendido para os anunciantes. Manifestação rebelde, marcar a cidade com seu sinal individual, permeável primariamente à sua própria comunidade. Segundo esta hipótese o tag ocupa um lugar dominado pela propaganda das grandes empresas – mesmo após a Lei Cidade Limpa isso ainda é verdade. O sujeito, mesmo sem estrutura econômica e social que lhe apoie, chega ali e disputa espaço com os “grandes”. O que também, como dinâmica, não deixa de ser da ordem da ficção, um movimento que trabalha na fissura da realidade e do sonho. A estratégia que atua fisicamente na cidade, como fato visual, acontece legitimamente no imaginário dos sujeitos envolvidos na atividade e na sua apreensão (sujeitos como eu ou você que nunca se arriscaram a ser presos por pichar um muro, mas que se interessam por essa atividade; apreendemos à distância, como voyeurs). O fato da ação dos pichadores ser reprimida de maneira violenta torna-a efetiva também no plano da realidade. Inúmeros autores foram processados, aprisionados, censurados, excomungados por causa do conteúdo licencioso e não convencional de suas obras, músicas,
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A caminho de Fátima

A caminho de Fátima

O moinho “2” é reabilitado para efeitos de espaço comercial, onde possam estar produtos religiosos e tradicionais da localidade (por exemplo, água benta, azeite, entre outros). O moinho dispõe de duas entradas no rés-do-chão e duas janelas no piso superior. O piso térreo é composto por um balcão para um funcionário que recebe os pagamentos dos artigos vendidos, tem um expositor de vendas e o acesso vertical em madeira para o piso superior. O ultimo piso é uma mezanino, com relação visual com o piso térreo e com a estrutura em madeira da cobertura. O piso superior detém ainda um expositor circular em madeira para mostrar os artigos para venda.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE LETRAS E LINGUÍSTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS LITERÁRIOS ITALIENE SANTOS DE CASTRO PEREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE LETRAS E LINGUÍSTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS LITERÁRIOS ITALIENE SANTOS DE CASTRO PEREIRA

Um dos episódios em que a protagonista passa por uma situação de medo é durante as aulas particulares de reforço na casa da professora, onde não somente há pressão sobre a menina para que aprenda e passe no teste da escola – porque a avó “disse que faz questão de me ver na quarta série, que nem o neto de uma amiga dela que tem dez anos também” (BOJUNGA, 2016, p. 41) –, mas a presença do enorme cachorro debaixo da mesa gera inquietação e aflição em Maria, que não consegue se concentrar na aula. Mesmo quando a garota diz claramente que tem medo do cão, a professora considera bobagem esse receio e não toma providência para tornar o espaço de aprendizagem mais aconchegante a fim de favorecer um aprendizado mais leve à menina. Chamamos atenção para o significado do cão que, segundo o Dicionário de Símbolos , “serve também como intercessor entre este mundo e o outro, atuando como intermediário quando os vivos querem interrogar os mortos e as divindades subterrâneas do país dos mortos” (CHEVALIER; GHEERBRANT, 2009, p. 177). A professora é a intercessora, nesse ambiente de aprendizado, entre a aluna e o conhecimento, enquanto o cachorro é intercessor entre o mundo em que Maria se encontra e o mundo em que seus pais agora estão, ou seja, o mundo dos mortos. O cão, portanto, gera medo, mas também instiga o retorno de Maria ao seu passado e ao reencontro com sua história, por meio do resgate da história dos próprios pais.
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Redes de Integração Conceptual em narrativas sociolinguísticas .

Redes de Integração Conceptual em narrativas sociolinguísticas .

Como se pode observar, a grande maioria das ocorrências foi classificada como rede de alcance duplo. Isso se deu devido à grande recorrência do fenômeno de mesclagem de vozes no corpus VALPB. Percebemos que, na maioria das vezes, quando esse evento ocorre temos dois enquadres diferentes, sendo um o enquadre real da entrevista no espaço base e o outro o enquadre da situação do discurso reportado. Não é apenas o enquadre do discurso transposto que se projeta na organização da mescla, pois o falante continua sendo o “senhor da voz” (CHIAVEGATTO, 1999). Ele não copia o discurso que está recontando, mas ele o embute no seu próprio discurso moldando-o segundo seu ponto de vista atual. Isso ocorre tanto quando o informante retoma a voz de outra pessoa, quanto nos momentos em que ele reporta a sua própria voz em uma situação específica, geralmente, do passado. Assim, temos dois enquadres diferentes, ambos se projetando na organização da mescla, o que, segundo a teoria, corresponde à estrutura de uma rede de alcance duplo.
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Página eletrônica da instituição parceira: Email: Nome do espaço exibidor: Endereço do espaço exibidor: Município do espaço exibidor: UF do espaço

Página eletrônica da instituição parceira: Email: Nome do espaço exibidor: Endereço do espaço exibidor: Município do espaço exibidor: UF do espaço

141 3/5/2010 10:16:46 Secretaria Municipal do Meio Ambiente www.semmapmvc.c om.br ludmiladias.araujo@ gmail.com Sala Verde SEMMA Rua Acesso a Pousada, S/N Vitória da Conquista BA. 142 [r]

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Geografias de Cinema: do espaço geográfico ao espaço fílmico

Geografias de Cinema: do espaço geográfico ao espaço fílmico

Até aqui, apresentamos como as concepções e as formas de apropriação do espaço foram sendo engendradas, pela Geografia. A partir do próximo tópico, tentaremos evidenciar uma das possibili- dades existentes de aproximação entre os elementos da linguagem geográfica com os da linguagem cinematográfica. Nesse ponto, o diá- logo com outras esferas do saber humano, como no caso a arte (em especial o cinema), pode contribuir para ampliar os conceitos, indo além do formalismo e da mera especialização dogmatizante dos mes- mos, visto que, arte e ciência, sensibilidade e racionalidade interpenetram-se continuamente em todas as instâncias do processo de criação.
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O ESPAÇO DO VERSO, O VERSO NO ESPAÇO DE FERREIRA GULLAR

O ESPAÇO DO VERSO, O VERSO NO ESPAÇO DE FERREIRA GULLAR

Entendemos que os poemas citados têm certa teatralidade ao criar um diálogo entre o visual e o escrito. Este entrelaçamento de linguagens visuais e escritas configura o caráter multissensorial da poesia moderna que, segundo Alfredo Bosi (1994, p. 392), tem como matriz expressiva princípios ligados a construção formal e objetiva, e onde, “de fato, a elisão, a parataxe e as rupturas sintáticas passariam a ser os meios correntes” para exprimir o novo ambiente, objetivo e subjetivo, delineado pelo progresso. Os meios de comunicação de massa, novas e modernas máquinas de impressão, o desenvolvimento das novas tecnologias, as exigências do formalismo e da técnica que despontavam timidamente na “geração de 45” sugerem o afastamento dos temas banais e do verso tradicional e demarcam espaço também na literatura que reflete o pluralismo da vida moderna, pressuposto básico da revolução modernista (BOSI, 1994, p. 434).
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O espaço na geografia e o espaço da arquitetura: reflexões epistemológicas.

O espaço na geografia e o espaço da arquitetura: reflexões epistemológicas.

Na verdade, o que Santos deixa à mos- tra, no texto citado, é a forma do espaço so- cial, (geográfica, portanto), isto é, forma ter- ritorialmente localizada, que explicita valores, demandas e reclamos socialmente produzidos. Essa forma , porém, materializa-se por meio da arquitetura, que cada sociedade edifica. Como se vê, embora a expressão vocabular seja a mesma – forma –, trata-se de duas ex- pressões epistemologicamente distintas, ou seja, enquanto, na perspectiva geográfica, “a forma não deve ser considerada em si mesma, sob o risco de atribuir-se a ela uma autonomia de que não é possuidora”, do ponto de vista arqui tetônico, a forma é autônoma em si mes- ma – no tanto em que delimita e, com isso, cria o espaço arquitetônico.
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A incorporação do espaço do norte do Paraná ao espaço nacional

A incorporação do espaço do norte do Paraná ao espaço nacional

A pesquisa demonstra que a rede de infraestrutura, principalmente a rodoviária e a de energia estruturada entre 1950 e 2000, foi responsável pela inserção norte paranaense no processo de desenvolvimento capitalista nacional, inclusive como parte dos requisitos de reprodução da sociedade de elite. Esse processo teve início com a colonização do estado paranaense a partir de 1930, no contexto das transformações econômicas e sociais ocorridas ao longo do século XX. Para cumprir o objetivo de interpretar o processo de produção do espaço regional paranaense e identiicar as relações entre a implantação da infraestrutura e os processos migratórios, os aspectos econômicos e sociais a esses relacionados, foram estudados: o histórico da implantação da infraestrutura rodoviária e de energia, aspectos demográicos, econômicos e políticos, as ações do Estado e dos grupos dominantes, sistematizados por micro e mesorregiões, região metropolitana e outros recortes espaciais, conforme a necessidade de análise. Como resultado, conclui-se que após quatro décadas e várias políticas e programas implantados no Paraná existe em curso um processo de reversão da tendência de desintegração do estado. O interior, incluindo o norte do estado, está integrado ao espaço paranaense e nacional, com concentração da industrialização, população, renda e riqueza em Curitiba e Região Metropolitana, assegurando a hegemonia dos grupos dominante estaduais. Ao inal do século XX o Paraná está, de fato, articulado à produção e reprodução capitalista e à sociedade de elite.
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A adolescência e a problemática da separação: do espaço familiar ao espaço socia...

A adolescência e a problemática da separação: do espaço familiar ao espaço socia...

como uma ameaça aos pactos estabelecidos, representada pela sexualidade, em especial, e pelo risco de que o adolescente se envolvesse na violência presente na comunidade. Os adolescentes, por sua vez, revelaram a expectativa de obtenção de prazer no exterior – de viverem os aspectos de seu íntimo, que não cabem no interior do grupo primário – e, ao mesmo tempo, o receio quanto a um novo lugar social a ocupar. O exterior surgiu, também, como espaço de diferença e de experiência de humilhação social, vivenciada pelos adolescentes como portadores das marcas do estigma ligado a seu grupo e a sua comunidade. Em um movimento inconsciente de oposição às marcas sociais de rebaixamento, os marcos identificatórios de pertencimento dos adolescentes à comunidade foram fortalecidos, destacando-se o papel desta como espaço de continência. Concluímos que os adolescentes encontravam-se no caminho entre assegurarem seu lugar na comunidade – como herdeira do vínculo e da identificação com a família – e se projetarem para o exterior, como exp ressão da tentativa de “desprenderem-se” do vínculo familiar e re-criarem-se.
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ESPAÇO PRATICADO: UMA REFLEXÃO SOBRE APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO PELAS CRIANÇAS

ESPAÇO PRATICADO: UMA REFLEXÃO SOBRE APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO PELAS CRIANÇAS

A oficina realizada, os jogos da rua, ocorreu visando principalmente incentivar a apropriação do espaço público, tanto da quadra quanto das ruas do próprio bairro pelas crianças, e assim buscar um estreitamento dessa relação da comunidade com o espaço. A experiência se deu por meio de brincadeiras sugeridas pelas crianças, algumas tradicionalmente conhecidas como jogos de rua e outras inventadas por elas mesmas. Foi possível perceber a aceitação e abertura para diálogo, visto que compareceram cerca de 20 crianças, abrangendo faixa etária distinta, de ambos os gêneros.
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Estamos ocupando este espaço?.

Estamos ocupando este espaço?.

Este texto despertou-nos o interesse por dar continuidade à essa análise, questionando se os estudantes estão utilizando esse espaço que lhes é reservado para publicação e quais os temas que têm sido por eles abordados. Consultamos os periódicos nacionais de enfermagem que compõem o acervo da Biblioteca Central do Campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e Sala de Leitura “Glete de Alcântara” da EERP-USP e observamos que existe a página do estudante na Revista Brasileira de Enfermagem, Revista Paulista de Enfermagem e Revista Baiana de Enfermagem.

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