Espalhamento inelástico

Top PDF Espalhamento inelástico:

Cálculo das seções de choque para o espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de N2O

Cálculo das seções de choque para o espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de N2O

O processo de espalhamento inelástico basicamente inicia pelo cálculo das fun- ções de onda dos elétrons incidente e espalhado, usando o método variacional iterativo de Schwinger dentro da aproximação de Hartree-Fock do caroço congelado (FCHF – Frozen Core Hartree-Fock). Nessa aproximação, podemos assumir que o estado inicial é descrito por uma configuração eletrônica na qual a molécula é mantida no estado fun- damental, e o estado excitado final é obtido na aproximação dos orbitais virtuais melho- rados (GODDARD e HUNT, 1974). A equação de Schrödinger para a função de onda de espalhamento é (em unidades atômicas):
Mostrar mais

92 Ler mais

Espalhamento inelástico profundo em regime difrativo e a função de estrutura de Pomeron

Espalhamento inelástico profundo em regime difrativo e a função de estrutura de Pomeron

É realizado um estudo sobre a função· de estrutura do Pomeron através de dados experitnentais de espalhamento inelástico profundo etn regitne difrativo, obtidos no experimento HERA ( [r]

113 Ler mais

Cálculo das seções de choque para o espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de CO2, CS2 e OCS

Cálculo das seções de choque para o espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de CO2, CS2 e OCS

Em geral, observamos que para energias próximas, um pouco acima do limiar de excitação, as seções de choque diferenciais apresentam um comportamento bastante oscilante. Nestas regiões as DCS’s, para alguns valores de energia do elétron espalhado, oscilam bastante, mostrando sua dependência com os termos de interferência entre as ondas s, p, d ou mesmo f. Este comportamento já foi observado por Middleton e col. 1993 para o espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de CO e confirmado por cálculos teóricos por Mu-Tao e McKoy 1982. Apesar de que, naquele trabalho, o menor valor em energia, para o elétron incidente, é de 20eV, e o maior ângulo de espalhamento mostrado é de 90 0 , podemos ver que as DCS’s tendem a crescer a medida que o ângulo aumenta.
Mostrar mais

107 Ler mais

Espalhamento inelástico profundo em colisões elétron-íon

Espalhamento inelástico profundo em colisões elétron-íon

Nos experimentos de espalhamento inelástico profundo (DIS) lépton-hádron e hádron- hádron é observado, um certo número de vezes, o chamado Espalhamento Difrativo. Este tipo de processo é caracterizado pela existência de uma região do espaço de fase (no estado final da colisão) na qual não é observada nenhuma partícula. Esta região é chamada de “gap” de rapidez. O termo “difrativo” é justificado pelo fato de que o alvo (hádron) permanece intacto após a colisão, e assim podemos afirmar que nenhum número quântico é trocado entre o fóton virtual e o hádron no processo de espalhamento.
Mostrar mais

91 Ler mais

Espalhamento inelástico da luz por portadores no plasma em semicondutores. II Cálculo do Espectro Raman

Espalhamento inelástico da luz por portadores no plasma em semicondutores. II Cálculo do Espectro Raman

Para a situa¸c˜ao onde as transi¸c˜oes eletrˆonicas s˜ao intra- banda, pode-se mostrar [2, 5] que o termo linear — (que produz espalhamento em segunda ordem), comparado com o quadr´atico — tem uma contribui¸c˜ao muito pequena para a se¸c˜ao de choque do espalhamento da luz (da ordem de (v/c) 2 onde v ´e a velocidade m´edia dos portadores, veloci-

6 Ler mais

Espalhamento inelástico da luz por portadores no plasma em semicondutores. I Cálculo da Função Dielétrica

Espalhamento inelástico da luz por portadores no plasma em semicondutores. I Cálculo da Função Dielétrica

Neste trabalho, utilizando a aproxima¸c˜ao de banda parab´olica, obtemos express˜oes anal´ıticas para as partes real e imagin´aria da fun¸c˜ao diel´etrica longitudinal de um plasma em es[r]

6 Ler mais

Estudos sobre o espalhamento inelástico de elétrons pelo átomo de argônio e sobre a fotoionização da molécula de CO

Estudos sobre o espalhamento inelástico de elétrons pelo átomo de argônio e sobre a fotoionização da molécula de CO

A seção 11.2 foi destinada a apresentação do cãlculo au to.- consistente feito para o estado fundamental da molécula de CO através da solução das equações de Ha[r]

297 Ler mais

Estudo sobre o espalhamento inelástico de elétrons por átomos de hélio e aplicação de uma técnica analítica a equação de Bethe-Goldstone

Estudo sobre o espalhamento inelástico de elétrons por átomos de hélio e aplicação de uma técnica analítica a equação de Bethe-Goldstone

Precisamos encontrar a .forma das ondas inci- dente e espalhada com as corretas condições de contorno. Em se tratando de um problema de espalhamento por um potenc[r]

250 Ler mais

Método das ondas distorcidas aplicado no espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de metano

Método das ondas distorcidas aplicado no espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de metano

Por sua vez, o método das ondas distorcidas (MOD) tem sido usado com sucesso por vários autores ao longo dos anos. Em 1978, Bransden e McDowell [15] compararam os dados experimentais para o espalhamento elástico e de excitação eletrônica por átomos leves com os dados teóricos obtidos do método da onda distorcida, para energias a partir do primeiro limiar de excitação. Os resultados indicaram considerável utilidade do MOD nessa faixa de energia devido ao seu baixo custo computacional e a simplicidade envolvida em sua teoria, ao contrário da enorme dificuldade, tanto computacional quanto teórica, dos métodos multicanais.
Mostrar mais

84 Ler mais

Seções de choque para espalhamento inelástico de pósitrons por moléculas

Seções de choque para espalhamento inelástico de pósitrons por moléculas

Por´ em, em espalhamento de p´ ositrons por alvos moleculares, [23, 24], mesmo nas baixas energias, do lado te´ orico, a dinˆ amica colisional e que tipo de intera¸c˜ ao ´ e domi- nante, a f´ısica do espalhamento ainda n˜ ao ´ e bem descrita. Embora termos de troca n˜ ao sejam necess´ arios, efeitos de correla¸c˜ ao precisam ser inclu´ıdos de maneira correta e efi- ciente. Ainda, a delicada natureza dos efeitos de polariza¸c˜ ao, a ocorrˆ encia da forma¸c˜ ao do positrˆ onio, real ou virtual e fenˆ omenos de aniquila¸c˜ ao, dificultam uma correta mo- delagem te´ orica deste tipo de espalhamento [25]. Mais recentemente, no entanto, ´ e que
Mostrar mais

110 Ler mais

Ondas de choque em condensados de Bose-Einstein e espalhamento inelástico de átomos...

Ondas de choque em condensados de Bose-Einstein e espalhamento inelástico de átomos...

Em um sistema com dois ´atomos em um potencial de dois po¸cos descrito pelo modelo de Hubbard, isto ´e uma consequˆencia direta do fato que os auto-estados n˜ao misturam pares de s´ıtios simplemente ocupados com pares de s´ıtios vazios e duplamente ocupados [90]. Por outro lado, a mistura destes estados em um sistema macrosc´opico, re- alizada devido ao espalhamento inel´astico com outros ´atomos, pode levar a uma transi¸c˜ao de fase quˆantica de primeira ordem, de s´ıtios simplesmente ocupados para s´ıtios dupla- mente ocupados e vazios. Isto foi observado em uma mistura de ´atomos leves e pesados, com estes ´ ultimos no estado de Mott [84]. Este sistema pode ser descrito por um modelo de Bose-Fermi conhecido na F´ısica do estado s´olido como modelo de Holstein-Hubbard (HH) [91, 92]. Ajustando-se parˆametros f´ısicos tais como a frequˆencia e a amplitude do campo de laser em uma rede ´otica e tamb´em a intera¸c˜ao entre os ´atomos via ressonˆancia de Feshbach, podemos preparar um sistema n˜ao apenas no seu estado fundamental, mas tamb´em em estados excitados e assim estudar sua dinˆamica. Apesar de n˜ao ocor- rer transi¸c˜ao de fase para o estado fundamental em um sistema finito, as propriedades dinˆamicas dos estados excitados podem mudar qualitativamente devido ao espalhamento inel´astico descrito pelo modelo HH. Dentre os v´arios efeitos, ocorre a renormaliza¸c˜ao da taxa de tunelamento, conhecido como efeito polarˆonico, que foi recentemente discutido para uma impureza em um g´as de Bose ultrafrio [93].
Mostrar mais

129 Ler mais

Estudo do espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de simetria não planar

Estudo do espalhamento inelástico de elétrons por moléculas de simetria não planar

Para iniciar a utiliza¸c˜ao dos m´etodos MVSI e MCF para o estudo do espalhamento el´etron-mol´ecula ´e necess´ario determinar a fun¸c˜ao de onda das mol´eculas que constituem o alvo. Para isto, ´e feito o uso do m´etodo Hartree-Fock descrito na sec¸c˜ao 2.4 deste trabalho. Para ´atomos, o problema de resolver a equa¸c˜ao de Hartee-Fock ´e bastante simplificado devido `a simetria esf´erica [55]. No caso de mol´eculas a complexidade ´e maior, pelo fato de perdemos essa simetria. No estudo do espalhamento de el´etron-mol´ecula, o alvo pode ser descrito em termos de orbitais moleculares MO’s. Nos pacotes computacionais usados neste trabalho nos c´alculos das se¸c˜oes de choque, os MO’s foram obtidos atrav´es de pro- gramas com esse objetivo. Entre v´arios programas dispon´ıveis gratuitamente com essa finalidade na rede de computadores, foram usados neste trabalho os programas GAMESS [15, 16] e ALCHEMY [17].
Mostrar mais

107 Ler mais

Espalhamento e estados ligados em potenciais localizados

Espalhamento e estados ligados em potenciais localizados

O presente trabalho apresenta um formalismo sim- ples que permite explorar os estados de espalhamento, tanto quanto os poss´ıveis estados ligados, em um poten- cial sim´etrico localizado de forma arbitr´aria. O m´etodo permite abordar o problema de espalhamento e estados ligados de uma forma unificada utilizando-se de um fer- ramental matem´atico acess´ıvel aos estudantes de f´ısica j´a nos cursos introdut´ orios de mecˆanica quˆantica. A barreira e o po¸co quadrados sim´etricos, problemas ana- liticamente sol´ uveis que se fazem presentes nos livros- texto de mecˆanica quˆantica, s˜ao utilizados como ilus- tra¸c˜ao do m´etodo.
Mostrar mais

5 Ler mais

Mapas randômicos e espalhamento caótico não-hiperbólico

Mapas randômicos e espalhamento caótico não-hiperbólico

Num problema de espalhamento temos part´ıculas incidentes sobre uma regi˜ao de espa- lhamento que, depois de interagir por algum tempo nessa regi˜ao, escapam para o infinito. Quando o espalhamento ´e ca´otico, a fun¸c˜ao de espalhamento (que ´e a relac¸˜ao entre uma vari´avel antes do espalhamento e outra vari´avel depois do espalhamento), apresenta singu- laridades sobre um conjunto de Cantor de condic¸˜oes iniciais. O espalhamento ca´otico pode ser dividido em dois tipos: espalhamento n˜ao-hiperb´olico e hiperb´olico. No espalhamento n˜ao-hiperb´olico, o conjunto invariante cont´em ´orbitas est´aveis. O decaimento das part´ıculas que escapam do conjunto invariante ´e regido por uma lei de potˆencia com relac¸˜ao ao tempo. No caso do espalhamento hiperb´olico, a sela ca´otica ´e hiperb´olica e todas as ´orbitas que a comp˜oem s˜ao inst´aveis. O decaimento das part´ıculas na regi˜ao de espalhamento segue uma exponencial decrescente. Investigamos a transic¸˜ao do espalhamento n˜ao-hiperb´olico para o hiperb´olico quando ru´ıdo ´e adicionado `a dinˆamica do sistema. Isto porque prev´ıamos que o ru´ıdo reduzisse o efeito de aprisionamento (stickness) dos conjuntos de ´orbitas est´aveis, provocando um decaimento exponencial. Introduzimos perturbac¸˜oes randˆomicas a fim de simular flutuac¸˜oes reais que ocorrem em sistemas f´ısicos, como por exemplo, um v´ortex que depende irregularmente do tempo no estudo de fluidos. Assim, usamos o conceito de ma- pas randˆomicos, que s˜ao mapas onde um ou mais parˆametros s˜ao variados aleatoriamente a cada iterac¸˜ao. Estudamos ent˜ao, os efeitos provocados por perturbac¸˜oes randˆomicas em um sistema com espalhamento ca´otico n˜ao-hiperb´olico.
Mostrar mais

58 Ler mais

Assimetria +- no espalhamento Moller no modelo padrão

Assimetria +- no espalhamento Moller no modelo padrão

Neste trabalho apresentamos a construção de espinores auto-estados da he- licidade na representação quiral das matrizes 7- Usamos esta representação porque estamos interessados em férm[r]

76 Ler mais

O espalhamento píon píon a baixas energias

O espalhamento píon píon a baixas energias

dinâmica, que além de fornecer uma. parte imaginária à amplitude, condge sua. A introdução da massa do píon causa a quebra da simetria quiral e provoca, alterações. substanciais para a r[r]

112 Ler mais

Uma simulação do espalhamento do Zika vírus na Flórida

Uma simulação do espalhamento do Zika vírus na Flórida

Como podemos observar na Figura 7.18 temos um total de 17 condados infectados diretamente por Miami, 5 condados infectados diretamente por Hillsborough e o condado de Lee n˜ ao infectou [r]

67 Ler mais

Teoremas de baixa energia no espalhamento Compton

Teoremas de baixa energia no espalhamento Compton

Nosso primeiro objetivo neste trabalho ê determinar os teoremas de baixa energia até a ordem seguinte, isolando deste modo aquelas amplitudes que não são fixadas pelas propriedades estát[r]

58 Ler mais

Show all 283 documents...