Espanhol - Estudo e ensino. Gramática espanhola. Língua espanhola - Estudo e ensino

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Concepções de professores sobre avaliação: estudo de caso de ensino de língua espanhola no CEL de São Carlos

Concepções de professores sobre avaliação: estudo de caso de ensino de língua espanhola no CEL de São Carlos

Esta pesquisa tem como objetivo principal investigar as concepções sobre avaliação de professores de língua espanhola de um Centro de Estudos de Línguas da cidade de São Carlos (SP), compará-las com as propostas que se encontram nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN (BRASIL, 1998 e 2000) e nas Orientações Curriculares Nacionais - OCEM (BRASIL, 2000) e discutir possíveis tendências em suas práticas didáticas de avaliação declaradas no contexto de nossa investigação. Para tanto, utilizamos como instrumento de coleta de dados uma entrevista à coordenação do CEL com objetivo de compreender os princípios do projeto pedagógico do CEL e um questionário a professores de espanhol, com objetivo de mapear as concepções e práticas avaliativas do grupo. A partir das análises, buscamos discutir quais são as concepções sobre avaliação expressas pelos professores para embasar suas práticas e de que forma essas concepções se relacionam com as diretrizes e orientações curriculares nacionais. Nossa fundamentação teórica baseia-se em autores que discutem avaliação no campo geral da Educação (LIBÂNEO, 1991, PERRENOUD, 1999; SACRISTÁN, 2000; HOFFMAN, 2002; LUCKESI, 2011) e no campo da linguística aplicada (SCARAMUCCI, 2004; LEFFA, 1998; VIEIRA-ABRAÃO, 2012).
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O processo do ensino de língua espanhola: um estudo de caso nas escolas estaduais de ensino médio na Paraíba

O processo do ensino de língua espanhola: um estudo de caso nas escolas estaduais de ensino médio na Paraíba

Desse modo, no início dos anos 90 o Espanhol ascendeu no Brasil de maneira “espetacular” e “muito diferente” (MORENO FERNÁNDEZ, 2005), tendo a oferta e procura por cursos de Espanhol aumentado significativamente no centros públicos e privados. Segundo Sedycias (2005), esse crescimento esteve relacionado a situações importantes na vida econômica e política do Brasil. Alguns fatores podem ser citados como os investimentos da Espanha (que na época, tornou-se o segundo maior investidor no Brasil, atrás somente dos Estados Unidos), a chegada de empresas espanholas para investir em terras brasileiras bem como de organizações que visavam difundir a língua espanhola, como o Instituto Cervantes.
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Subsunçores da língua materna no ensino da língua espanhola para alunos iniciantes

Subsunçores da língua materna no ensino da língua espanhola para alunos iniciantes

Resumo: Subsunçores da Língua Materna (SLM) são estruturas que podem favorecer a aprendizagem de uma segunda língua, funcionando como elo entre conceitos menos e mais conhecidos pelo estudante. Apesar de que se aconselha o menor uso possível da língua materna durante as aulas de idioma estrangeiro, ainda permanecem lacunas sobre a frequência de uso e relação dos SLM com a aprendizagem de alunos iniciantes. O objetivo deste estudo é descrever a utilização dos SLM no ensino de espanhol e sua associação com o desempenho acadêmico. O método foi observacional, descritivo e analítico e foi realizado no Instituto Ágora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Avaliaram-se seis turmas de espanhol no nível iniciante quanto ao número de SLM por hora/aula e o desempenho dos alunos (nota de 0-10 e número de faltas). Descreveram-se as características da amostra (idade, sexo, orientação sexual, vivência fora do país, conhecimento prévio do idioma, grau de escolaridade e motivação) e analisou-se a correlação entre a frequência de SLM e o desempenho mediante teste de correlação de Spearman. A média de idade dos alunos (n=39) foi de 25 anos e a maioria (55%) era mulher. A média de SLM nas aulas foi de 1,68 (amplitude 0-8). Não houve relação entre a utilização de SLM e a nota (r=- 0,02), porém houve significativa relação (p<0,05) entre o número de SLM e o maior número de faltas às aulas (r=0,80). O estudo aponta para a não associação do SLM com a aprendizagem, mas deve ser confirmada em estudos maiores.
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O contexto de ensino da língua espanhola como língua estrangeira em Chapecó – SC

O contexto de ensino da língua espanhola como língua estrangeira em Chapecó – SC

RESUMO: Esta pesquisa tem como tema o ensino de Língua Espanhola (L.E.) como língua estrangeira e sua implementação nas escolas de Santa Catarina, mais especificamente na cidade de Chapecó- SC. A Lei nº 11.161/2005, que trata da oferta obrigatória do ensino da Língua Espanhola no Brasil rompe com anos de exclusão, atestando o direito ao pluriculturalismo e multilinguismo em nossas escolas públicas. Entretanto, a aprendizagem dessa língua ainda encontra muitos obstáculos na sua inclusão no sistema educacional, seja pelo fato de prevalecer à hegemonia do ensino de língua inglesa, falta de professores ou infraestrutura nas escolas. Temos como objetivo descrever de forma geral o contexto de ensino de espanhol como língua estrangeira em Santa Catarina e Chapecó , e a sua repercussão nas escolas. Assim sendo, a relevância deste estudo encontra-se no fato de haver carência de pesquisas acerca desse assunto. Para o aprofundamento do tema foram analisados documentos oficiais e entrevistas com membros ligados a educação e às escolas. Autores como Santos (2009), Gonga (2012), Moita Lopez, (1996) e Sturza (2005), foram importantes interlocutores para a realização desta pesquisa. Os resultados mostram que em Chapecó, o ensino da língua espanhola atinge somente 16% das escolas estaduais de ensino médio, por tanto, ainda há um longo percurso para que se efetive o cumprimento da a Lei nº 11.161/2005.
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O ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA ENTRE CRENÇAS E PERCEPÇÕES

O ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA ENTRE CRENÇAS E PERCEPÇÕES

Resumo: O ensino de Língua Espanhola na modalidade à distância tem sido alvo de preconcepções que podem provocar um retrocesso em um modelo de ensino que vem de encontro com as necessidades do mundo atual. Interessa-nos, a partir de um estudo bibliográfico de concepções e teorias de autores que discutem essa temática, analisar o processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola no curso de Letras Português/ Espanhol ofertado pela Universidade Federal do Mato Grosso na modalidade à distância no polo de Barra do Bugres/MT iniciado em setembro de 2013. Se objetiva neste trabalho evidenciar através da pesquisa bibliográfica e das experiências dos acadêmicos do curso de Licenciatura em Letras, que é possível superar conceitos pré-estabelecidos e criar uma nova percepção de aprendizagem. A pesquisa dessa temática é de suma importância, trata da desmistificação de crenças existentes no ensino de Língua Espanhola. O estudo está dividido em dois momentos: primeiro tratamos de conceituar o termo crenças e situar o diálogo no campo teórico; o segundo trata das percepções de docentes ambientados na plataforma moodle sobre o ensino/aprendizagem. Fazemos uma análise referente ao uso da plataforma virtual (AVA). Para fins de fundamentação tomamos por base os estudos de autores como BELAON (2010), BARCELOS (2001), KALAJA (1995), ESPINOSA TASET (2006), DEWEY (1933), ROCKEACH (1968) e outros que possam contribuir com a elucidação e compreensão da temática em foco. Palavras-chave: Crenças. Ensino-Aprendizagem. Língua Espanhola.
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Língua espanhola para fins específicos: o ensino-aprendizagem para o turismo

Língua espanhola para fins específicos: o ensino-aprendizagem para o turismo

O ensino de língua estrangeira no Brasil teve origem assim que os colonizadores chegaram ao país e começaram a ensinar a língua portuguesa, que podemos considerar uma estrangeira para os autóctones. Com o passar das décadas foram surgindo o ensino do latim, grego, inglês e francês e a mais recente língua implantada oficialmente no Brasil foi à língua espanhola. O ensino da língua espanhola no Brasil vem se estabilizando com o passar dos anos, tanto nas escolas como através de cursos de idiomas, por conta da necessidade de uma segunda língua e da melhoria do currículo profissional. Perante esse avanço nos estudos da língua espanhola, percebemos o desenvolvimento expressivo dos cursos de espanhol para fins específicos, como espanhol para o turismo. No entanto, para haver a implantação da língua espanhola para esse fim é preciso levar em conta o perfil profissional que os estudantes da área necessitam. A partir desse foco de estudo foi desenvolvida esta monografia, onde primeiramente tratamos do aporte teórico sobre questões genéricas sobre o ensino de espanhol no Brasil, depois traçamos considerações sobre o espanhol para fins profissionais e específicos e, por fim chegamos ao ponto central do trabalho: o ensino de espanhol para o turismo. Dessa forma, buscamos refletir sobre as teorias e os avanços da aprendizagem do espanhol no setor de turismo e contribuir nas discussões, ainda raras na academia, do ensino-aprendizagem de espanhol para fins específicos.
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O ensino e a valorização da língua espanhola em Campina Grande:um estudo de caso

O ensino e a valorização da língua espanhola em Campina Grande:um estudo de caso

De acordo com Silva (2014) foi a partir de 1919 que o espanhol começou a ser ensinado no Brasil, de modo optativo, porém já ofertado na grade curricular do Colégio Pedro II no Rio de Janeiro, escola esta referência de ensino no país, hoje pertencente à rede dos IF’s. Com a reforma educacional Francisco de Campos promovida no governo Vargas em 1930 a educação nacional foi valorizada, deixando de lado outros idiomas além da língua nativa, o português. Posteriormente em 1942 foi implantada a reforma de Gustavo Capanema, também durante o governo Vargas, onde se deu o retorno das línguas estrangeiras na educação básica.
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Exames de vestibulares em língua espanhola: um estudo de caso

Exames de vestibulares em língua espanhola: um estudo de caso

Deste modo, a investigação realizada neste trabalho, sobre exames de vestibulares, permitiu entender que esse recurso de ensino e aprendizagem, também em uma língua estrangeira (espanhola), possibilita a contextualização da leitura, produção e análise linguística. Nessa linha de raciocínio, este estudo apresentará um recorte da pesquisa desenvolvida, compreendendo a análise de provas de espanhol pertencentes a uma universidade pública do Estado do Ceará 1 , pertencente a região Nordeste. Para isso, traçou- se um diagnóstico de quais concepções de leitura se fizeram presentes nas provas dessa instituição e o perfil de leitor evidenciado no decorrer dos últimos cinco anos (2010 – 2015).
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O cinema como proposta pedagógica no ensino de língua espanhola

O cinema como proposta pedagógica no ensino de língua espanhola

O ensino de Língua Espanhola nas escolas públicas foi aprovado pela Lei n° 11.161 de agosto de 2005. A inserção do espanhol nos currículos escolares ainda é um desafio, tendo em vista que o dispositivo legal não garantiu a efetivação desta disciplina nas práticas educativas. Este estudo busca discutir a importância da língua espanhola como disciplina e propõe o uso do cinema para estabelecer processos educativos que se apõem na perspectiva cultural de currículo. A partir das pesquisas bibliográficas, criou-se um diálogo que contribui pensar em formas de evidenciar a interculturalidade existente na língua espanhola. O cinema como mediador da interculturalidade, oferta ao discente a oportunidade de ter, a partir do audiovisual, experiências com as variantes linguísticas dos países que a utilizam como língua materna. Nesse contexto, o trabalho permitiu observar que planejar aulas com base nas tecnologias de informação e comunicação ajuda a fomentar práticas que auxiliem o docente, a utilizar as imagens, cenas e falas que podem facilitar de forma gradativa a aprendizagem da língua espanhola nas escolas.
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A música como gênero textual facilitador no ensino da língua espanhola

A música como gênero textual facilitador no ensino da língua espanhola

A realização deste trabalho se deu através de pesquisa bibliográfica e campo sobre o ensino de língua estrangeira, bem como o ensino de gêneros textuais. Além das leituras e reflexões do texto aborda-se a história e a evolução da música na sociedade desde os primórdios até os dias de hoje. As contribuições do ensino dos gêneros textuais no ensino de línguas estrangeiras, as contribuição da música enquanto gênero textual na aquisição de uma língua estrangeira. A pesquisa também fundamentou-se com estudo de campo para verificação de a relação entre teoria e prática através através da aplicação de questionário e atividades práticas desenvolvidas com música com alunos que estão aprendendo espanhol em um curso de espanhol básico em um colégio estadual na cidade de Umuarama. O questionário aborda questões sobre a importância de se estudar uma língua estrangeira bem como algumas curiosidades sobre a língua. Outra atividade desenvolvida como pesquisa de campo foi a aplicação de atividades prática com música, para verificar as ações, emoções, facilidades ou dificuldades que os alunos tiveram na experiência de aprender a língua espanhola através da música.
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O ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DO ALUNO DE ENSINO MÉDIO

O ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DO ALUNO DE ENSINO MÉDIO

primeiro documento que fundamenta este estudo é o texto “Orientações Curriculares para o Ensino Médio”, publicado pelo MEC em 2006. Dentro desse texto, vamos nos ater a dois de seus capítulos: Conhecimentos de Línguas Estrangeiras e Conhecimentos de Espanhol. Ambos os textos sugerem uma discussão sobre função educacional do ensino de línguas estrangeiras no ensino médio e propõem uma reflexão sobre como esse ensino- aprendizagem contribui para a formação da cidadania e para o sentimento de inclusão freqüentemente aliado ao conhecimento de línguas estrangeiras. Além disso, esses documentos também apresentas teorias sobre a linguagem e as novas tecnologias e discutem a prática do ensino de línguas estrangeiras por meio delas. Outro documento importante para este trabalho é o texto “Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna para os Anos Finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio”, publicado pela SEED-PR, em 2008, no qual também se ressalta o objetivo educativo do ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras: “ensinar e aprender línguas é também ensinar e aprender percepções de mundo e maneiras de construir sentidos e formar subjetividades, independentemente do grau de proficiência atingido”. Nesse texto também há sugestões de como trabalhar com o conteúdo estruturante de língua estrangeira: “A partir do conteúdo estruturante Discurso como prática social, serão abordadas questões lingüísticas, sociopragmáticas, culturais e discursivas, assim como
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Pensando o Ensino de Literaturas de Língua Espanhola na Educação Superior

Pensando o Ensino de Literaturas de Língua Espanhola na Educação Superior

Embora tenhamos algumas pesquisas sobre ensino de literaturas estrangeiras desenvolvidas em nosso país, percebemos que esse é um campo de discussão ainda em ascensão, o que pode ser explicado por diversas variantes. No Brasil, tradicionalmente, há raros Programas de Pós-Graduação específicos na área de Línguas Estrangeiras, sendo os mais tradicionais: Letras Neolatinas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que agrega pesquisadores de idiomas como o espanhol, o italiano e o francês; e, na Universidade de São Paulo (USP), temos os Programas de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês, em Língua Espanhola e Literaturas Espanholas e Hispano-americana, além do recém-criado Letras Estrangeiras e Tradução, o qual corresponde à fusão dos Programas de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, Literários e Tradutológicos em Francês, Estudos Judaicos e Árabes, Literatura e Cultura Russa e Estudos da Tradução, dentre outros, o que exemplifica o fato de que existe um espaço menor para o estudo das literaturas estrangeiras em interface com o ensino.
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Da relação entre língua e literatura nos livros didáticos para o ensino da língua espanhola

Da relação entre língua e literatura nos livros didáticos para o ensino da língua espanhola

Desse modo, a “abertura das fron- teiras” por intermédio da “Literatura- -Mundo”, além de uma prática intercul- tural que visa à quebra de estereótipos e preconceitos, também pode favorecer debates como processos de colonização e descolonização linguística, necessários no ensino da língua francesa e talvez, – e semelhantemente –, imprescindíveis no ensino de língua espanhola, entendendo que esses processos se deram de maneira bastante equivalente no Brasil. Nesse sentido, entendemos que o conceito de “Literatura-Mundo” também contem- pla o ensino da diversidade linguística, dando espaço não só às variedades do espanhol peninsular quanto às múlti- plas variedades do espanhol americano e africano, mais próximas geográfica e socialmente das realidades das diversas regiões brasileiras.
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Ensino de língua espanhola para a criticidade: modos de fazer no ensino médio.

Ensino de língua espanhola para a criticidade: modos de fazer no ensino médio.

Nesta dissertação, evidenciamos nossa preocupação com um ensino de línguas que contribua para a formação de aprendizes críticos e participativos. Pretendemos, dessa forma, verificar como o ensino de Língua Espanhola é proposto no 2º ano do Ensino Médio de uma escola pública de Campina Grande, tendo em vista os pilares educacionais previstos nas OCEM (BRASIL, 2006) para a formação crítica dos aprendizes. Como desdobramento deste, apresentamos dois objetivos específicos, quais sejam: (1) analisar as atividades do livro didático adotado para o 2ª ano do Ensino Médio e (2) buscar compreender a prática pedagógica da professora, tendo como base o LC. Para atendermos aos nossos objetivos, inicialmente, situamos nossa pesquisa no paradigma da pós-modernidade (BAUMAN, 2001; LAMPERT, 2007) e analisamos nosso corpus à luz de teorias que apontam caminhos para a ruptura de modelos tradicionais corroborando uma abordagem de ensino voltada para o social, para a cultura, para a cidadania, para a negociação de sentidos, para a expansão de perspectivas e construção de saberes. Assim, traremos à baila contribuições de Monte Mór (2012, 2013), Jordão (2013), Costa (2012), Menezes de Sousa (2010, 2011a; 2011b), Cervetti, Pardales e Damico (2001), Serrani (2005), Freitas (2004), Coracini (2000, 2003, 2014); que dialogam com os pilares educacionais previstos nas OCEM (BRASIL, 2006) em busca de uma formação crítica na educação básica. Realizamos um estudo de caso etnográfico envolvendo uma professora do 2º ano do Ensino Médio de uma escola pública de Campina Grande. Empreendemos uma investigação de natureza qualitativa, interpretativista (MOREIRA; CALEFFE, 2008), utilizando notas de campo, entrevista, transcrições de aulas e análise de documentos (LD, avaliação escrita, textos). A análise dos dados revela um o ensino preocupado em desenvolver a cidadania dos aprendizes ao expandir suas perspectivas mediante reflexões críticas em sala de aula. No entanto, há momentos em que tal prática se configura como tradicionalista na qual a busca por um ideal de completude perpassa o ensino de língua espanhola na comunidade estudada. Os resultados nos permitem refletir sobre a importância de uma formação profissional que atenda às demandas da sociedade pós- moderna, heterogênea e líquida para que o ensino de línguas forme aprendizes-cidadãos aptos a agirem mediante mudanças provocadas pela pós-modernidade que visam à desconstrução de preconceitos e de verdades absolutas.
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Professores de espanhol em formação inicial: crenças e práticas sobre as TDIC no ensino e aprendizagem de língua espanhola

Professores de espanhol em formação inicial: crenças e práticas sobre as TDIC no ensino e aprendizagem de língua espanhola

Fica evidente que o mais importante no uso das TDIC não é o uso em si, mas como as usamos, o que fazemos com elas em sala ou fora dela. Em uma de suas aulas, Sol lançou mão do uso do e-mail para que seus alunos entregassem os trabalhos que deveriam ter sido entregues em sala. Claro que essa é uma prática bastante ecológica, pois não gastamos papel nem tinta. Entretanto, da forma como foi utilizado, esse recurso talvez não tenha sido conduzido a um uso eficaz da TDIC para aprendizagem, já que foi utilizado apenas para envio de tarefa. Talvez, o professor pudesse ter pedido que um aluno enviasse primeiro a um colega de sala e que esse companheiro fizesse a primeira correção, podendo passar inclusive para um terceiro colega, e somente depois a professora corrigiria. Nessa prática, poderia ser observado o uso dos conectivos, a coerência e a coesão, entre outros aspectos do uso da língua, podendo ocorrer a substituição de uma atitude costumeira (uma crença arraigada sobre a correção, inclusive da língua portuguesa) na prática da expressão escrita, em que o aperfeiçoamento dessa habilidade se resume a que o aluno escreva em casa sobre algum tema e entrega depois o texto ao professor. O professor corrige e entrega de volta para o aluno com as devidas correções que normalmente são ortográficas e gramaticais. Durante as aulas observadas nenhum trabalho foi feito com os alunos para que pudessem refletir sobre as inadequações linguísticas cometidas na escrita.
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A intercompreensão no ensino precoce de língua espanhola: um estudo de caso

A intercompreensão no ensino precoce de língua espanhola: um estudo de caso

Quanto à criatividade, sabemos que as crianças adoram fazer coisas que levem para casa para depois mostrar. Isto implica que construam materiais e que os exibam ou partilhem com familiares, para que reciclem vocabulário e linguagem usados ao des- crever o processo de construção dos itens na aula de LE. Ao mesmo tempo, a criança desenvolve competências noutras áreas como expressão plástica ou a sua própria lín- gua materna. Ao fazer colagens, recortes, desenhos, está a entrar nos domínios da primeira área anteriormente mencionada. Quando descreve como fez a sua colagem ou o seu desenho e justifica a forma como o fez, desenvolve a sua metalinguagem, fazendo uma ponte entre os conteúdos adquiridos na LE e o vocabulário ou estrutu- ras da sua própria língua materna.
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A leitura literária no ensino comunicativo da língua espanhola no ensino médio

A leitura literária no ensino comunicativo da língua espanhola no ensino médio

A partir de estudos de nosso gru- po de pesquisa (GP-LEER), da nossa atuação como coordenadora do Pibid em escolas públicas e das leituras de Paiva (2003), Barcelos (2011), Micco- li (2010) e Celani (2002), percebe-se que, em geral, o ensino da língua es- trangeira (LE) está em crise nas es- colas públicas. Entende-se que, para a construção de um ensino eficaz de LE na escola, é preciso focar na lei- tura e, assim, obter outros avanços linguísticos. Defende-se, como Men- doza (2004, 2007), Aragão (2006) e Santos (2007), que a literatura seja usada como recurso para as aulas de espanhol (E/LE), auxiliando o es- tudante no processo de aquisição da nova língua estudada. Este artigo é parte de uma pesquisa em desen- volvimento que tem por objetivo ge- ral promover o letramento de alunos de língua espanhola do ensino médio de escola pública, a partir do ensino comunicativo focado na competência leitora. Neste trabalho, reflete-se so- bre a competência leitora e literária
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Aspectos da formação e do planejamento docente no ensino de língua  espanhola

Aspectos da formação e do planejamento docente no ensino de língua espanhola

Pela resposta, mais uma vez Sophia demonstra que sabe da necessidade de desenvolver outras “coisas” (que poderíamos entender como habilidades e competências comunicativas, a audição, a conversação etc.), apesar de centrar sua fala no enfoque gramatical. Se considerarmos que, em sua formação inicial, as aulas de Prática de Ensino de Espanhol, para ela, não contribuíram para prepará-la para a ação docente e, ao mesmo tempo, se levarmos em consideração que seus “modelos” de metodologia foram os professores de literatura em língua portuguesa, podemos inferir que a consciência do desenvolvimento de competências que ultrapasse o conhecimento gramatical está implícito. Portanto, um trabalho da formação em serviço poderia contribuir para desvelar as potencialidades para um ensino de língua estrangeira focado em necessidades comunicativas e não em conhecimentos gramaticais.
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Ensino de língua espanhola na Educação de Jovens e Adultos (EJA)

Ensino de língua espanhola na Educação de Jovens e Adultos (EJA)

A aprendizagem de línguas estrangeiras, compreendida como um direito básico de todas as pessoas e uma resposta a necessidades individuais e sociais do homem contemporâneo, não só como forma de inserção no mundo do trabalho, mas principalmente como forma de promover a participação social, tem papel fundamental na formação dos jovens e adultos. A língua estrangeira permite o acesso a uma ampla rede de comunicação e à grande quantidade de informações presentes na sociedade contemporânea. Ou seja, o estudo da Língua Espanhola torna-se um instrumento de extrema importância para a abertura de novos horizontes, ampliando sua visão de mundo, desenvolvendo sua postura crítica, sensibilizando-o para abordagens relacionadas a aspectos das diferenças sociais, individuais e de cidadania dos estudantes.
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RELATOS: O uso da Internet como recurso para o ensino de língua espanhola

RELATOS: O uso da Internet como recurso para o ensino de língua espanhola

Na sequência explicamos aos alunos como eles produziriam seus jornais. Primeiramente deveriam utilizar o processador de texto do sistema Linux, o qual era disponível nos computadores da escola, onde eles iniciariam a montagem e escrita dos anúncios em espanhol. Para adicionarem imagens nos jornais, foi indicado que as buscassem em diversos sites da internet. Indicamos como sites de busca o www.google.es e o www.google.com.ar. Os alunos, a partir desse momento, se mostraram bastantes interessados pela atividade e começaram a prepará-la. Procuraram sempre auxílio das professoras bolsistas e da professora regente Marinez, e tiraram suas dúvidas sobre a escrita e utilização das palavras na língua espanhola. O objetivo foi trabalhar o idioma e vincular isso com a utilização de recursos da internet.
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