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Distribuição de espécies vegetais nativas em distintos macroambientes na região do oeste da Bahia

Distribuição de espécies vegetais nativas em distintos macroambientes na região do oeste da Bahia

Entre dois macroambientes, ocorrem os ecótonos que são zonas de transição entre dois biomas diferentes, que pode estar em um formato de cinturão ao redor do sistema, ou em formas de manchas, sem uma divisão abrupta. Nestes ecótonos ocorre uma biodiversidade maior que a dos biomas em transição, pois nela se encontram espécies de ambos os biomas, além de espécies próprias, e, por conseguinte, grande número de nichos ecológicos (Odum & Barrett, 2007). Hood & Naiam (2000) descreveram que essas regiões são suceptíveis a espécies invasoras, pois possuem um substrato favorável ao estabelecimento dessas espécies vegetais. Fagbami et al. (1988) discutiram que nessas áreas, são bastantes devastadas, principalmente pelo potencial para agropecuária, e por não possuírem uma beleza cênica. Segundo a World Wide Fund for Nature (WWF, 2009) são três as principais zonas de transição de biomas no Brasil: i) Transição Amazônia/Caatinga; ii) Transição Amazônia/Cerrado; e iii) Transição Cerrado/Caatinga.
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Potencial de espécies vegetais na remediação de solo contaminado com sulfentrazone.

Potencial de espécies vegetais na remediação de solo contaminado com sulfentrazone.

RESUMO - Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a eficiência de espécies vegetais na remediação de um Argissolo Vermelho-Amarelo contaminado com sulfentrazone. O trabalho foi conduzido em duas etapas. Na primeira, avaliou-se o crescimento de Helianthus annus, Canavalia ensiformis, Dolichos lab lab e Arachis hypogaea em solo contaminado com sulfentrazone; na segunda, cultivou-se, no mesmo solo, uma espécie (sorgo) indicadora de resíduo de sulfentrazone no solo, para avaliar a capacidade remediadora dessas espécies. Na primeira etapa, foram utilizados vasos contendo 6,0 kg do substrato. Após a irrigação dos vasos, aplicou-se na superfície do solo o herbicida. Um dia após essa aplicação, procedeu-se à semeadura das espécies vegetais, as quais foram colhidas 100 dias depois e secas em estufa, determinando- se a matéria seca da parte aérea. Na segunda etapa, foram coletadas amostras de 3,0 kg de solo de cada vaso, onde foi cultivada a planta indicadora. Aos 20 e 50 dias após a emergência, foi avaliada, visualmente, a intoxicação das plantas de sorgo, sendo determinada a matéria seca da parte aérea dessas plantas aos 50 dias após a emergência e aos 50 dias após o primeiro corte. A produção de matéria seca da parte aérea de H. annus, C. ensiformis, D. lab lab e A. hypogaea não foi alterada, indicando que essas espécies foram tolerantes ao sulfentrazone; entretanto, H. annus apresentou melhor capacidade para remediação de solo contaminado com esse herbicida.
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Alimento ou medicamento?: Espécies vegetais frente à legislação brasileira.

Alimento ou medicamento?: Espécies vegetais frente à legislação brasileira.

Na categoria dos “chás”, de acordo com a RDC Anvisa n. 277, de 22 de setembro de 2005, fica estabelecida a designação adequada dos produtos classiicados como tal. Ficam dispostos na Resolução os requisitos básicos de qualidade exigidos e os critérios essenciais de rotulagem. São enquadrados nesta classe todos os produtos constituídos de espécie(s) vegetal(is), constantes de Regulamento Técnico de Espécies Vegetais para o Preparo de Chás , que sejam inteiras ou não, com ou sem fermentação, tostada(s) ou não, podendo ser adicionado de aroma e ou especiaria para conferir aroma e ou sabor (Brasil, 2005a).
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Atividade de inibição enzimática por espécies vegetais do bioma cerrado

Atividade de inibição enzimática por espécies vegetais do bioma cerrado

(aproximadamente 22% do total mundial). No entanto, o Cerrado que é o segundo maior bioma brasileiro com uma enorme variedade de espécies vegetais apresenta até então poucos estudos quanto a seus efeitos terapêuticos, principalmente como inibidores enzimáticos. Nessa direção, este projeto propôs avaliar espécies vegetais presentes no bioma Cerrado quanto à atividade de inibição das enzimas α-amilase, α-glicosidase, tirosinase e acetilcolinesterase. Os inibidores de α-amilase e de α- glicosidase, são utilizados no tratamento da diabetes por inibirem a hidrólise de carboidratos no trato digestivo diminuindo a absorção de glicose pelo organismo. A tirosinase está envolvida na formação da melanina, por isso seus inibidores são clinicamente importantes para o tratamento de doenças relacionadas a hiperpigmentação. O principal papel da acetilcolinesterase é hidrolisar rapidamente a acetilcolina na fenda sináptica das transmissões colinérgicas, sendo alvo para o tratamento de doenças como Alzheimer. Para atingir o objetivo proposto, foram investigados 39 extratos de 14 espécies oriundas de 9 famílias do bioma Cerrado sobre a atividade das enzimas. Os extratos com potencial atividade de inibição sobre a α-amilase foram os extratos aquosos das folhas de Pouteria torta, Pouteria caimito, Pouteria ramiflora e Eugenia dysenterica, além do extrato etanólico da casca do caule de Stryphnodendron adstringens. Sobre a atividade da α-glicosidase, os extratos das espécies do gênero Pouteria, S. adstringens e E. dysenterica demonstraram um elevado potencial de inibição. Os extratos que apresentaram potencial de inibição sobre a enzima tirosinase pertencem às espécies Morus nigra, S. Adstringens, E. dysenterica, P. caimito e P. torta. Porém, nenhum extrato testado,
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Identificação de espécies vegetais por meio da análise de textura foliar

Identificação de espécies vegetais por meio da análise de textura foliar

Sabe-se que as informações de cor são importantes para descriminação de texturas. Porém, no problema de identificação de espécies vegetais através de textura foliar, as informações de cor simplesmente baseadas no histograma, não obtiveram bons resultados. Os resultados alcan- çados pelos momentos de cromaticidade corroboram esta afirmação. Acredita-se porém, que as informações de cor são relevantes e pode fornecer importantes informações para o problema de classificação em questão, desde que se considere a estrutura espacial desta como fonte de informação e não apenas seu histograma. A Tabela 6.19 apresenta os resultados do método proposto por [46] que utilisa, em conjunto, informações de cor e textura. O método, baseado em aspectos físicos da cor (colorimetria), analisam a imagem a partir integração da dimensão espacial (filtros de Gabor wavelets) e do comprimento de onda emitidos pela luz (dados pela transformação das bandas RGB nos subespaços ˜ E, ˜ E λ , ˜ E λλ ).
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Regeneração Natural de Espécies Vegetais em Jazidas Revegetadas.

Regeneração Natural de Espécies Vegetais em Jazidas Revegetadas.

Recuperar um ambiente minerado torna-se um desafio, principalmente com relação ao resgate da estrutura da vegetação, no tocante à sua composição e funções ecológicas. Além disso, estudos apontam que os trabalhos de recuperação de áreas mineradas são muitas vezes realizados de forma isolada, sem considerar as diversas interações, que influenciam a dinâmica da sucessão ecológica em ambientes atingidos por esse tipo de degradação (Carvalho, 2011; Suhartoyo et al., 2012). A revegetação é o ponto de partida e pré-requisito obrigatório para a recuperação de ecossistemas. Para  áreas mineradas, geralmente os objetivos da recuperação relacionam-se com a redução da erosão e a proteção dos solos. No entanto, a Recuperação de Áreas Degradadas (RAD) pela mineração é uma atividade complexa e não se restringe ao mero plantio para conter processos erosivos. Logo, é necessário selecionar as espécies vegetais características de cada região que possam suportar as condições da área, bem como acelerar a regeneração natural, objetivando reconstituir e intensificar os processos de sucessão que ocorreriam naturalmente (Dutra  et  al., 2002; Sheoran et al., 2010; Viani et al., 2010).
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Avaliação da atividade antimicrobiana de espécies vegetais do bioma Cerrado

Avaliação da atividade antimicrobiana de espécies vegetais do bioma Cerrado

Entre as espécies vegetais nativas do Cerrado representantes desta família e que são potencialmente utilizadas para exploração medicinal ou alimentar, sobressai-se a Eugenia dysenterica. DC, (synon. Stenocalyx dysentericus Berg., Myrtus dysenterica M.) (COSTA et al., 2000; LORENZI, 2002.; PALHARES, 2003; DUARTE, A. R. et al., 2009; CARDOSO et al., 2011), conhecida popularmente como “cagaita” ou “cagaiteira”, cujos frutos são coletados pela população autóctone e aproveitados pelo seu sabor sui generis em preparações alimentícias como sucos, picolés, licores e geléias ou in natura (PALHARES, 2003; ROESLER; LORENCINI;PASTORE, 2010; VIEIRA et al., 2012; VILELA et al., 2012). Segundo os conhecimentos tradicionais dos povos do Cerrado, esta apresenta uso medicinal: as folhas da cagaiteira são detentoras de propriedade antidiarreica (PALHARES, 2003; OLIVEIRA, M. D. L. et al., 2008; DUARTE, A. R. et al., 2009; DUARTE, A. R. et al., 2010) e eficazes na cicatrização da pele e no tratamento de diabetes e icterícia (SILVA, R. S.; CHAVES;NAVES, 2001); enquanto que os seus frutos têm propriedade laxativa (COSTA et al., 2000; SILVA JÚNIOR, 2005; CARDOSO et al., 2011), sendo esta propriedade ressaltada nos manuscritos do naturalista francês August Saint-Hilaire (1779-1853) (BRANDÃO, 2011; OLIVEIRA, V. B. et al., 2012).
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Coleta e identificação de espécies vegetais em floração encontradas na Zona da Mata Rondoniense entre agosto de 2015 e julho de 2016 / Collection and identification of plant species in bloom found in Zona da Mata Rondoniense between August 2015 and July 2

Coleta e identificação de espécies vegetais em floração encontradas na Zona da Mata Rondoniense entre agosto de 2015 e julho de 2016 / Collection and identification of plant species in bloom found in Zona da Mata Rondoniense between August 2015 and July 2016

O conhecimento da flora auxilia na exploração racional, conservação de endofauna, possibilita a preservação e multiplicação das espécies vegetais e contribui para o desenvolvimento da atividade apícola em uma dada região. Nesta perspectiva, objetivou-se coletar e identificar as espécies vegetais em floração encontradas na Zona da Mata Rondoniense, no período de agosto de 2015 a julho de 2016. As coletas foram realizadas mensalmente, percorrendo-se aproximadamente 1000 metros ao redor do apiário experimental Moacir Ferreira Lima, observando e coletando plantas em floração em uma área heterogênea composta de jardim, cultivo, pasto sujo e mata nativa com perfil vegetal predominante da Floresta Ombrófila Aberta Submontana, localizada no município de Rolim de Moura, Campus Experimental da Universidade Federal de Rondônia. Após as coletas, as plantas foram prensadas, secadas, organizadas em exsicatas, etiquetadas e identificadas. Foram encontradas 94 espécies botânicas distribuídas em 37 famílias e 69 gêneros. As famílias de maior ocorrência foram: Fabaceae (8,60%), Malvaceae (7,52%), Rubiaceae (7,52%), Bignoniaceae (6,45%), Cucurbitaceae (5,37%), Verbenaceae (5,37%) e Myrtaceae (4,30%). Quanto ao desenvolvimento, registrou-se a ocorrência de plantas arbóreas (27%), arbustivas (26%), herbáceas (25%) e lianas (22%). Considerando a distribuição de floração ao longo do ano, destacaram-se as espécies Ruellia coerulea, Ipomoea quamoclit e Turnera ulmifolia por apresentaram floração constante, e as espécies Arrabidaea chica, Bixa orellana, Mabea fistulifera, Arachis repens, Coutoubea spicata, Urena lobata, Psychotria elata, Solanum paniculatum, Cochlospermum regium e Cissus erosa por apresentarem um longo período de floração (>6 meses). Os picos de florescimento ocorreram nos meses de janeiro e agosto, tendo a temperatura do ar uma moderada influencia no florescimento das plantas na Zona da Mata Rondoniense. Dezembro foi o mês com menor ocorrência de plantas em floração. Conclui-se, que a região apresenta recursos florísticos durante todo o ano, com duas safras principais, podendo estes dados serem utilizados na apicultura e afins, produção e propagação vegetal e como informações sobre a diversidade e fenologia de plantas na Amazônia Brasileira.
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Toxicidade de espécies vegetais.

Toxicidade de espécies vegetais.

O diagnóstico e a identiicação da espécie vegetal que levou a intoxicação podem ser difíceis. Entre os fatores diicultadores podemos citar o não relato pelo paciente do consumo ou contato com determinada planta, a escassez de informações a respeito do potencial tóxico das espécies, e a ausência de proissional adequado para a identiicação correta da planta nos pontos de atendimento (Monseny et al., 2015; Peacok et al, 2009). Desta forma, o diagnóstico deve ser baseado na maior quantidade possível de dados, sobretudo naqueles obtidos nos exames clínicos. As análises toxicológicas e os dados epidemiológicos também podem ajudar o diagnóstico de intoxicação ou na identiicação de casos de abuso de espécies vegetais. O tratamento nos casos de intoxicação, geralmente é sintomático e de suporte, e o conhecimento das plantas tóxicas da região, em particular as ornamentais, pode ser de grande auxílio (Poppenga, 2010).
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Potencial de espécies vegetais para a remediação do herbicida trifloxysulfuron-sodium.

Potencial de espécies vegetais para a remediação do herbicida trifloxysulfuron-sodium.

RESUMO - Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência de espécies vegetais na remediação do herbicida trifloxysulfuron-sodium em solos, utilizando o feijão (Phaseolus vulgaris) como planta indicadora. Os tratamentos foram compostos pela combinação entre as espécies Calopogonium mucunoides, Crotalaria juncea, Crotalaria spectabilis, Vicia sativa, Cajanus cajan, Canavalia ensiformis, Medicago sativa, Dolichus lab lab, Penisetum glaucum, Stylosantes guianensis, Mucuna deeringiana, Mucuna cinereum, Mucuna aterrima, Raphanus sativus e Lupinus albus. Todas as espécies foram semeadas em vasos no dia seguinte à aplicação do trifloxysulfuron-sodium em três doses (0,00; 3,75; e 15,00 g ha -1 ). Após 80 dias da
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Avaliação de atividade antihepatotóxica de duas espécies vegetais popularmente conhecidas como "quina": Strychnos pseudoquina A. St. Hil. e Coutarea hexandra (Jacq.) K. Schum

Avaliação de atividade antihepatotóxica de duas espécies vegetais popularmente conhecidas como "quina": Strychnos pseudoquina A. St. Hil. e Coutarea hexandra (Jacq.) K. Schum

A partir da década de 1990, houve um incremento significativo nas pesquisas etnofarmacológicas, devido à teoria de que o sucesso na descoberta de novos fármacos oriundos de fontes vegetais seria maior a partir de pesquisas etnodirigidas (Albuquerque, 2006). Alguns exemplos confirmam essa tendência. Slish et al. (1999) compararam a percentagem de confirmação da atividade biológica, nesse caso monitorada por contrações induzidas em músculo liso, apresentada por espécies acessadas de forma etnodirigida e com espécies coletadas de forma randômica. Os resultados mostraram que, pelo estudo etnodirigido, o efeito observado foi positivo para 13% das 31 amostras acessadas; enquanto que, para o estudo aleatório, nenhum efeito foi observado em 32 amostras analisadas, indicando assim, a maior possibilidade de sucesso ao se buscar compostos bioativos de plantas quando se faz o acesso do patrimônio genético pela estratégia etnodirigida. Khafagi e Dewedar (2000) pesquisaram plantas com efeito vasoativo, também comparando os resultados de amostras acessadas de forma etnodirigida com aquelas obtidas de forma randômica. Das espécies etnodirecionadas, 83,3% apresentaram algum efeito relaxante no tecido vascular, enquanto que das espécies escolhidas de forma randômica, 41,7% apresentaram tal propriedade.
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Potencial de espécies vegetais para fitorremediação de um solo contaminado por arsênio

Potencial de espécies vegetais para fitorremediação de um solo contaminado por arsênio

O arsênio é um metalóide que pode ser encontrado em solos não contaminados em concentrações inferiores a 10 mg kg -1 , sendo que em áreas contaminadas, sua concentração pode chegar a valores três mil vezes superiores a este. A fitorremediação tem sido considerada como uma técnica emergente e de baixo custo para a “limpeza” de áreas contaminadas por elementos tóxicos. No entanto, poucas espécies têm sido relatadas como capazes de acumular arsênio. O presente estudo objetivou avaliar a potencialidade de mucuna preta, feijão de porco e crotalária, como espécies fitorremediadoras de solos contaminados com arsênio. Amostras de Latossolo Vermelho Amarelo foram incubadas com diferentes doses de arsenato 0; 50; 100 e 200 mg dm -3 , as quais resultaram numa recuperação de 0,0; 12,9; 26,8 e 58,7 mg dm -3 de As disponível, aos 15 dias de incubação. Após o período de incubação, realizou-se a semeadura e após a germinação, procedeu-se a adubação do solo. Aos 65 dias após a semeadura as plantas foram avaliadas quanto à altura, diâmetro e matéria seca da parte aérea e de raízes. Determinaram-se os teores de arsênio nas diferentes partes das plantas, folhas jovens, folhas intermediárias, folhas basais, caule, e raízes, bem como, o conteúdo e índice de translocação (IT) de As. Por meio de análises de regressão foram estimados os teores críticos (TC) de As disponível no solo que proporcionaram redução de 50 % na produção da matéria seca das plantas. As espécies avaliadas mostraram comportamento diferenciado quanto à tolerância ao As, com destaque para mucuna preta que não manifestou sintomas morfológicos visuais de toxidez, como lesões nas folhas, e apresentou valores de TC significativamente superiores aos observados para as demais espécies. As plantas de crotalária apresentaram maior capacidade de absorção e translocação de arsênio para a parte aérea, mostrando maior potencial para programas de fitorremediação. Os elevados conteúdos de arsênio nas raízes de feijão de porco e mucuna preta, e na parte aérea nas plantas de crotalária sugerem a atuação de mecanismo diferenciado de acumulação e translocação do metalóide nos tecidos da parte aérea das espécies herbáceas.
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Espécies vegetais usadas nos Açores na formação de sebes.

Espécies vegetais usadas nos Açores na formação de sebes.

- no caso das culturas arb6reo-arbustivas e bananal, sao em geral menores, distribuem-se por urna estreita 'faixa litoral que nao ultrapassa em geral.. Razao porque[r]

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Degradação de polifenóis em cinco espécies vegetais em ambientes aquáticos.

Degradação de polifenóis em cinco espécies vegetais em ambientes aquáticos.

conhecidos os trabalhos realizados nos reservatórios de Curuá-Una (Rio Curuá-Una) eTucu rui (Rio Tocantins) ambos no Estado do Pará (Junk e t a l.. de Balbina, que utilizará recursos[r]

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Espécies vegetais indicadas na odontologia.

Espécies vegetais indicadas na odontologia.

Para o desenvolvimento dessa revisão foram pesquisados livros, sites e artigos científi cos, na busca de indicações de plantas medicinais na odontologia em afecções como cáries, estomatites, gengivites, periodontites e outras. Para cada espécie vegetal buscou- se informações, tais como: nome científi co e popular, família a que pertence, a parte utilizada, assim como forma farmacêutica e indicações terapêuticas. Uma tabela foi construída para registro do número de citações e identifi cação da bibliografi a em que cada espécie foi citada. No caso de citações apenas de nomes populares foram pesquisadas as prováveis espécies conhecidas por tal nome e seu nomes científi cos. Para verifi cação dos binômios, autores corretos e Família, a fi m de evitar possíveis confusões botânicas foi utilizado o banco de dados do Missouri Botanical Garden (MOBOT, 2005). Foram selecionadas as famílias com maior número de espécies citadas, bem como as espécies com maiores números de citação, para as quais foi feita uma revisão na biliografi a. As bibliografi as foram enumeradas em ordem cronológica de consulta.
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Boticas dos Carmelitas Descalços em Portugal - espécies vegetais e fitogeografia

Boticas dos Carmelitas Descalços em Portugal - espécies vegetais e fitogeografia

Os descobrimentos portugueses e espanhóis facilitaram o que já foi designado por globalização das plantas. Chegado Vasco da Gama à Índia em 1498, data em que se inicia a Idade Moderna, muitos homens cultos lhe seguiram as pisadas, rumo ao Oriente. Entre eles, tornou-se conhecido o médico de Castelo de Vide, Garcia d’Orta, que escreveu a famosa obra Colóquio dos simples e drogas que divulgou no mundo ocidental muitas das espécies botânicas e suas propriedades terapêuticas. Através da Crónica de Fernão Lopes de Castanheda, História do descobrimento e conquista da Índia pelos portugueses, traduzida para francês pelo mestre do Colégio das Artes, em Coimbra, Nicolas de Grouchy, muitas destas espécies botânicas são conhecidas em França pelo nome português.
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Flora vascular da Mata da Pavuna, Botucatu, SP, Brasil.

Flora vascular da Mata da Pavuna, Botucatu, SP, Brasil.

Os resultados destacam que a Mata da Pavuna possui rica composição de espécies vegetais vasculares, superior a de outros fragmentos florestais no interior do estado de São Paulo. A riqueza de espécies no local certamente está relacionada à diferentes ambientes e às condições abióticas. A ocorrência de um novo registro para o Brasil, bem como a nova coleta de espécies consideradas presumivelmente extintas em São Paulo mostram que o estado, mesmo sendo relativamente bem conhecido do ponto de vista florístico, ainda apresenta novidades e, portanto, levantamentos de flora ainda são necessários. Trabalhos de florística incrementam o conhecimento da vegetação e fornecem subsídios fundamentais para a taxonomia e a filogeografia. Mesmo assim tais trabalhos são pouco reconhecidos pela maioria dos periódicos científicos de maior impacto na área de botânica. A seleção de uma boa área de coleta e empenho no esforço amostral e de identificação são fundamentais para colher bons resultados na florística e contribuir para o conhecimento da distribuição e conservação da flora.
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Potencial de Cajanus cajan e Crotalaria spectabilis parafitorremediação: absorção de arsênio e respostas antioxidativas.

Potencial de Cajanus cajan e Crotalaria spectabilis parafitorremediação: absorção de arsênio e respostas antioxidativas.

Estudos indicam que a atividade da APX é importante componente do mecanismo antioxidante quando as espécies vegetais são expostas a concentrações menores de As (CAO et al., 2004; SANTOS, 2006), mas, quando expostas às maiores concentrações, ocorre significativa redução na sua eficiência e, ou, na sua síntese (RONSEIN et al., 2006). Possivelmente, isso pode ter ocorrido em C. cajan, que, mesmo apresentando maior atividade da enzima em folhas e em raízes, teve expressiva redução na atividade dessa enzima em raízes, quando submetida ao As. Na espécie C. spectabilis exposta ao As, por sua vez, observou- se o incremento na atividade dessa enzima em folhas e em raízes, demonstrando que essa enzima, juntamente com as demais POX, a SOD e a CAT são de grande importância nas respostas de defesa contra o estresse oxidativo provocado pelo As, nessa espécie.
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O coelho bravo como facilitador da invasão do chorão nos sistemas dunares: implicações para a conservação de uma espécie endémica (Corema album)

O coelho bravo como facilitador da invasão do chorão nos sistemas dunares: implicações para a conservação de uma espécie endémica (Corema album)

Foi objectivo deste trabalho investigar o papel do coelho-bravo enquanto facilitador da invasão de C. edulis nos sistemas dunares e analisar as implicações para C. album, espécie endémica. Relativamente à hipótese proposta de que o coelho desenvolve uma relação mutualista com ambas as espécies no sistema dunar da Arriba Fóssil da Fonte da Telha, contribuindo para a dispersão e reprodução das referidas plantas, verificou- se que o coelho pode comportar-se como dispersor ou predador de sementes, dependendo das espécies vegetais. No sistema em estudo comporta-se como dispersor e facilitador da germinação de C. album e predador e dispersor de C. edulis, pois embora diminua a viabilidade das sementes, não impede completamente a sua germinação. O facto de também dispersar o chorão poderá comprometer a regeneração das populações da camarinha, por promover também a expansão do chorão para áreas mais vastas. Também a elevada taxa de crescimento desta espécie invasora permite que esta se sobreponha à camarinha, afectando negativamente as espécies nativas. Conser e Connor (2008) comprovaram que em locais invadidos, ou anteriormente cobertos por chorão, a germinação, sobrevivência, crescimento e reprodução de espécies nativas é negativamente afectada, em comparação com locais não invadidos, uma vez que o chorão altera as propriedades do solo, dificultando a germinação das espécies nativas (Santoro et al., 2011; Novoa et al., 2013, 2014). A capacidade que o chorão tem de crescer debaixo dos arbustos de camarinha pode ser mais um factor a afectar o normal desenvolvimento dos mesmos (Costa, 2001). Maron & Vilà (2001) referem também que herbívoros nativos podem facilitar indirectamente a expansão de espécies introduzidas. No sistema em estudo, o coelho parece preferir os frutos da espécie invasora, contribuindo para ajudar na dispersão desta espécie de crescimento rápido, e assim potenciar a sua invasibilidade.
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Riqueza de galhas entomógenas em áreas antropizadas e preservadas de caatinga.

Riqueza de galhas entomógenas em áreas antropizadas e preservadas de caatinga.

grau de conservação das áreas estudadas ampliou a quantidade de nichos, e desse modo favoreceu a ocorrência de insetos galhadores em tais áreas em Xingó. Galhas de insetos já estão sendo utilizadas como indicadores da qualidade ambiental. Julião et al. (2005), em estudos com duas espécies vegetais invasoras em habitats com diferentes históricos de uso, encontrou maior riqueza de insetos galhadores associada a Baccharis dracunculifolia em ambientes pouco urbanizados. Os autores também relacionaram a porcentagem de cobertura vegetal dos habitats com a fauna de galhadores e encontraram uma forte e positiva relação entre os dois fatores, resultado similar ao encontrado no presente estudo no qual a riqueza de galhas foi maior em ambientes preservados.
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