Esquemas iniciais desadaptativos

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Estudo das relações entre bullying e esquemas iniciais desadaptativos em estudantes universitários

Estudo das relações entre bullying e esquemas iniciais desadaptativos em estudantes universitários

Este estudo visou aprofundar os conhecimentos sobre o fenômeno bullying e os efeitos causados nos indivíduos sob o ponto de vista dos Esquemas Iniciais Desadaptativos (EIDs) descritos por Jeffrey E. Young em uma amostra não clínica. Participaram 236 estudantes de 5 turmas do ensino superior da Universidade Federal de Uberlândia, sendo eles Nutrição, Educação Física, Computação, Pedagogia, Psicologia, de ambos os sexos, de 18 a 54 anos que responderam ao Questionário de Esquemas de Young forma reduzida e uma Escala de Vitimização de Bullying (EVB), além de um questionário socioeconômico para traçar o perfil da amostra. Para se estabelecer a correlação entre os dados obtidos nos instrumentos de medida, foi calculado o Coeficiente de Correlação de Spearman ( ρ). Os resultados apontaram correlações positivas entre EIDs e vitimização por meio de bullying nos diferentes cursos da universidade pesquisada. Não houve, portanto, um tipo específico de esquema para as vítimas de bullying, mas uma variedade dos mesmos nos diferentes domínios esquemáticos, o que ressalta a necessidade de considerar as diferenças individuais e as particularidades de cada curso. O curso de Educação Física foi o que apresentou maior ocorrência de bullying seguindo o curso de Psicologia, Computação, Nutrição e Pedagogia. O tipo mais frequente de vitimização em ambos os sexos foi o bullying verbal, já o bullying relacional foi mais frequente entre o sexo feminino e o bullying físico entre o sexo masculino. Com base nos resultados da pesquisa é possível verificar que o bullying está presente no meio acadêmico e pode ocasionar consequências como o reforço ou manutenção dos EID pré-existentes. De outra forma, os EID provocam uma fragilidade nas vítimas para encontrar recursos efetivos de superação destas agressões. A partir destes entendimentos, acreditamos que a Terapia Focada nos Esquemas proposta por Young possui grande potencial para intervenções que visem trabalhar com o trauma gerado pelo bullying e atentamos para a necessidade de propor estratégias de prevenção desta forma de vitimização no meio acadêmico.
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Distorções cognitivas, esquemas iniciais desadaptativos, depressão, ansiedade e estresse em obesos mórbidos e pessoas com peso normal

Distorções cognitivas, esquemas iniciais desadaptativos, depressão, ansiedade e estresse em obesos mórbidos e pessoas com peso normal

Como parte do estudo teórico desta pesquisa foi realizada uma revisão da literatura sobre a psicoterapia cognitivo-comportamental da obesidade. Nesta pesquisa se concluiu que esta abordagem psicoterapêutica é indicada para o tratamento de pessoas com obesidade, podendo trazer muitos benefícios para esta população. No entanto, um ponto de dificuldade neste tratamento é após o emagrecimento a manutenção do peso mais baixo em longo prazo. A parte empírica desta pesquisa teve o objetivo de estudar distorções cognitivas, esquemas iniciais desadaptativos, depressão, ansiedade e estresse em obesos mórbidos em comparação com pessoas com peso normal. A amostra foi formada por 111 participantes, sendo estes 53 obesos mórbidos e 58 sujeitos com o peso normal. Os participantes responderam ao Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), Questionário de Dados Sócio-Demográficos e História Clínica, Questionário de Distorções Cognitivas (CD-Quest), Questionário de Esquemas de Young – versão reduzida (YSQ-Short Form) e a Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21). O grupo de obesos mórbidos apresentou prevalência significativamente maior da distorção cognitiva “rotulação”, esquema inicial desadaptativo de “autocontrole/autodisciplina insuficiente” e sintomas de ansiedade em comparação com o grupo de pessoas com peso normal. Não houve diferença significativa na prevalência dos sintomas de depressão e estresse entre os grupos. Desta forma, concluiu-se que pessoas com obesidade mórbida podem apresentar mais distorções cognitivas do tipo “rotulação”, esquema inicial desadaptativo de “autocontrole/autodisciplina insuficiente” e sintomas de ansiedade em comparação com pessoas com peso normal.
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Cyberbullying, estratégias de coping e esquemas iniciais desadaptativos em adolescentes

Cyberbullying, estratégias de coping e esquemas iniciais desadaptativos em adolescentes

-se a frequência elevada do cyberbullying na amostra pesquisada, bem como a prevalência de estratégias de coping focadas na emoção. Já o segundo artigo buscou investigar as relações entre os papéis sociais no cyberbullying e os Esquemas Iniciais Desadaptativos propostos por Young. Os participantes, bem como os procedimentos, foram os mesmo do Estudo 1. Os resultados apontaram que as meninas tenderam a estar mais en- volvidas em práticas de cyberbullying que os meninos. Os adolescentes envolvidos em cy- berbullying como vítimas e vítimas-agressores tenderam a apresentar médias mais elevadas na maioria dos EIDs do que os não-envolvidos. Vítimas apresentarem escores significativa- mente maiores no esquema de Defeito, em comparação a agressores, vítimas-agressores e não-envolvidos, assim como obtiveram pontuações significativamente maiores nos esquemas de Desconfiança, Autocontrole insuficiente, Subjugação e Auto-sacrifício, em comparação aos não-envolvidos e no esquema de Emaranhamento em comparação a vítimas- agressores. Por outro lado, as vítimas-agressores apresentaram escores mais elevados nos esquemas de grandiosidade, auto-controle insuficiente e busca de aprovação em comparação a não-envol- vidos. Observou-se uma frequência mais elevada de cyberbullying entre as meninas, o que remete a interpretações sobre influências culturais e biológicas relacionadas a gênero e agres- sividade. Por fim, é igualmente problematizada a questão dos EIDs como possíveis fatores que vulnerabilizam o indivíduo à cyber vitimização ou propiciam a realização de atos agres- sivos no contexto virtual.
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Avaliação dos esquemas iniciais desadaptativos: estudo psicométrico em alcoolistas.

Avaliação dos esquemas iniciais desadaptativos: estudo psicométrico em alcoolistas.

volvem a partir das primeiras experiências com as figuras pa- rentais e, na maioria das vezes, são causados pela vivência de experiências traumáticas que se repetem com alguma regu- laridade no decorrer da vida e que impossibilitam a satisfa- ção de necessidades emocionais essenciais do ser humano, entre elas o vínculo seguro com outras pessoas, incluindo proteção, estabilidade e segurança; autonomia, competên- cia e senso de identidade; liberdade para expressar necessi- dades e emoções; espontaneidade e diversão; limites preci- sos e autocontrole. Dessa forma, os esquemas encontram-se vinculados a diversos transtornos mentais.
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Terapia focada em esquemas: conceituação e pesquisas.

Terapia focada em esquemas: conceituação e pesquisas.

Dessa maneira, entendem que a avaliação clínica deve resultar de um conjunto de estratégias capazes de averiguar os esquemas centrais predominantes, os pro- cessos agregados aos Esquemas Iniciais Desadaptativos e os estados emocionais associados a essas estruturas. O instrumento adaptado pelos pesquisadores portugue- ses da Universidade de Coimbra inclui sugestões de cenários ativadores das emoções, as quais se encontram vinculadas aos processos cognitivos. Os pesquisadores vêm desenvolvendo um estudo comparativo entre o instrumento adaptado e o original desenvolvido por Jeffrey E. Young 10 .
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Esquemas desadaptativos e sua relação com o transtorno de estresse pós-traumático: uma revisão sistemática.

Esquemas desadaptativos e sua relação com o transtorno de estresse pós-traumático: uma revisão sistemática.

Esquemas iniciais desadaptativos são elaborados ao longo da vida; embora duradouro e resistente à mudança, o esquema pode ser definido como uma rede de crenças estruturadas, inter-relacionadas, que norteiam o comportamento do indivíduo, podendo ser denominado de crença. Serve como modelo de processamento da informação para as vivências do indivíduo, fazendo da terapia um desafio. Este estudo visa investigar os principais esquemas/crenças disfuncionais e esquemas iniciais desadaptativos afetados no transtorno de estresse pós-traumático. Através de uma revisão sistemática em bases de dados eletrônicas entre os anos de 2000 e 2009, constatou-se uma associação entre o transtorno de estresse pós-traumático e esquemas/crenças disfuncionais; os esquemas mais afetados relacionam-se à visão de si, dos outros e do mundo. No que tange aos esquemas iniciais desadaptativos, os mais afetados são isola- mento/alienação social e vergonha/defectividade. Esses resultados são clinicamente relevantes, pois é preciso considerar as distorções cognitivas subjacentes à sintomatologia pós-traumática.
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Validação brasileira do questionário de esquemas de Young: forma breve.

Validação brasileira do questionário de esquemas de Young: forma breve.

Esta pesquisa objetivou estudar as propriedades psicométricas da versão brasileira do questionário de esquemas de Young, forma reduzida, e mapear os esquemas cognitivos na amostra, buscando estabelecer correlações entre os níveis de ansiedade, depressão, desajustamento psicossocial e vulnerabilidade com os esquemas iniciais desadaptativos. A metodologia utilizada foi quantitativa, sendo a amostra da pesquisa constituída por 372 participantes. Os instrumentos utilizados foram um Questionário de Dados Sociodemográficos, o Questionário de Esquemas de Young - versão breve - e a Escala Fatorial de Ajustamento Emocional/Neuroticismo. Os resultados achados demonstraram a existência de validade na versão brasileira do Questionário de Esquemas de Young (forma breve) com relação à amostra estudada. Os resultados apontaram para o satisfatório grau de confiabilidade ( D=0,955) e para a capacidade de discriminação do questionário, assim como para a validade concorrente com relação à escala fatorial de ajustamento emocional/neuroticismo.
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Inventário dos esquemas de gênero do autoconceito (IEGA).

Inventário dos esquemas de gênero do autoconceito (IEGA).

A perspectiva dicotômica dos conceitos de masculini- dade e feminilidade somada à influência destes conceitos sobre a formação da identidade de gênero e do autoconceito, permitem postular que, possivelmente, as estruturas fatoriais dos esquemas masculino e feminino devam diferir em fun- ção do sexo. Além disso, como os esquemas cognitivos moldam, filtram e guiam as percepções dos indivíduos, pode-se postular que a presença destes esquemas de gênero no autoconceito influenciarão as percepções que o indiví- duo possui sobre si e sobre o(s) outro(s). Como a presença destes dois esquemas de gênero no autoconceito rompe com a perspectiva dicotômica da masculinidade e da feminili- dade, pode-se postular, ainda, que ao serem tratados con- juntamente, como um par, a interação entre estas estruturas cognitivas acabará por influenciar as percepções, julgamen- tos, decisões e inferências que o indivíduo realiza sobre si mesmo e sobre o(s) outro(s). Estas são algumas questões a serem abordadas em estudos futuros.
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conhecimento prévio e teoria dos esquemas :: Brapci ::

conhecimento prévio e teoria dos esquemas :: Brapci ::

Um esquema pode ser considerado como uma unidade principal do processamento que constitui estruturas mentais representativas sobre conceitos comuns a todos nós. Há uma forte relação entre os esquemas nos processos de compreensão, pois o indivíduo tentará encaixar novas informações em um esquema genérico, que é construído ao longo de sua história (BREWER, 2000)

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Determinantes de esquemas de pagamentos em contratos de franquia

Determinantes de esquemas de pagamentos em contratos de franquia

Segundo a Associação Brasileira de Franchising, já em 2004 o setor de franquias no Brasil era responsável por um faturamento de mais de R$ 30 bilhões, empregava cerca de 500 mil pessoas, possuía mais de 700 redes franqueadoras e cerca de 60.000 unidades ou lojas. Os esquemas de pagamentos estão associados à eficiência na organização das redes. A relação entre agente (franqueado) e principal (franqueador) é aquela em que o principal contrata o agente para realizar uma ação, porém não há controle total sobre suas ações, as quais influenciam os retornos de ambos os lados. Por outro lado, há também ações do principal que podem refletir nos resultados obtidos. Para lidar com esses problemas, pode-se desenhar esquemas de pagamento que incentivam as partes a tomarem as ações mais apropriadas.
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Esquemas terapêuticos no carcinoma da bexiga

Esquemas terapêuticos no carcinoma da bexiga

Relativamente ao carcinoma da bexiga e apesar das diversas abordagens de tratamento e extenso conhecimento nesta área, continua a ser um dos problemas mais clinicamente desafiadores na prática clínica urológica moderna (Einar et alli, 2013). O carcinoma da bexiga é um dos tumores mais prevalentes em todo o mundo mas o tratamento desta doença pode ser bem sucedido se a doença for detetada precocemente (Goodison et alli, 2013). Contudo, os protocolos e esquemas terapêuticos correntes para os diversos tipos de tumores muitas vezes não conseguem responder com eficácia a todos os grupos de doentes, promovendo uma intensa investigação na descoberta de novas formas de prevenir, detectar e tratar de forma mais específica e seletiva o cancro da bexiga e tendo sempre em atenção a melhoria da qualidade de vida das pessoas, durante e após o tratamento (Schenone et alli, 2011).
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WAINER   Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

WAINER Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

Andréia, 40 anos, apresenta esquemas de privação emocional e abuso/desconfiança; procura a terapia por estar deprimida e com problemas no relacionamento com o marido. A paciente nasceu em uma família pobre, tendo enfrentado dificuldades básicas (passou fome na infância). Começou a trabalhar aos 12 anos, praticamente sustentando a mãe e os irmãos, que não trabalhavam. Inúmeras vezes, a mãe pediu-lhe dinheiro emprestado, repartindo-o com os outros irmãos. Hoje, casada, Andréia não consegue compartilhar seus ganhos, mesmo que seu marido tenha um salário muito maior. Todas as despesas de casa são divididas igualmente. Está infeliz com seu emprego, mas não encontra possibilidade de mudança sem diminuir temporariamente seus ganhos. Experimenta extrema ansiedade quando seu salário, que é variável, sofre alguma diminuição, mesmo que tenha uma reserva monetária. Não divide esses sentimentos com o marido, sentindo-se muito sozinha. A última briga que tiveram ocorreu quando ele sugeriu a abertura de uma conta conjunta. A terapeuta, depois de psicoeducar Andréia sobre seus esquemas, começa a demonstrar que o gatilho da sua briga foi o fato de sentir-se abusada por ter que dividir uma conta com o marido. A seguir, a profissional empatiza com seus sentimentos ao mesmo tempo que confronta sua atitude: “É compreensível que, depois de anos sofrendo com uma atitude abusiva de sua mãe e seus irmãos, você tenha aprendido a contar só consigo mesma, não partilhando nem seus sentimentos, nem seus ganhos. Mas, agora, a situação é diferente, seu marido parece querer ajudá-la e poder fazer isso por você, tanto emocional como financeiramente. Você pode contar com ele, mas está agindo como se não pudesse. Você não está mais sozinha, mas está agindo como se estivesse. ​É como se não pudesse contar com ninguém como quando era criança, mas agora você pode, e suas estratégias estão a deixando solitária. Imagino que seja devastador sentir-se sozinha e não quero que se sinta assim, pois esse afastamento só tende a perpetuar sua privação emocional. Entendo que, naquela época, você não tinha outra escolha, mas agora tem; não deixe que seu esquema escolha por você... Por que não conta com seu marido para trocar de emprego? Por que não tenta compartilhar suas coisas com ele? Isso poderia aproximá-los”.
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Antibioticoterapia profilática em obstetrícia: comparação entre esquemas.

Antibioticoterapia profilática em obstetrícia: comparação entre esquemas.

Com base nestes dados, este estudo foi desenvolvido com o objetivo de comparar a eficácia de quatro esquemas de cefalosporinas usadas profilaticamente no parto (para prevenção da infecção puerperal) em grupos de pacientes divididas conforme o risco para apresentarem infecção puerperal.

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O papel dos esquemas na memória de idosas saudáveis.

O papel dos esquemas na memória de idosas saudáveis.

Ela perguntou: “Ficou certo?” esperando uma afirmativa externa, sendo que ela mesma não mencionou as incoerências no tabuleiro. Os esquemas de seriação construídos ao longo de sua vida provavelmente sustentam uma atividade cognitiva que dá conta de seu cotidiano, já que ela tem um estilo de vida autônomo – paga suas contas, cuida da casa e dos netos, participa de vários grupos de terceira idade. Se ela tivesse que contar apenas com os recursos de atenção e memória que lhe cabem no momento, é possível que tivesse mais prejuízos. Pesquisas sistematizadas com intervenções e estudo de caso longitudinal poderão responder às hipóteses sugeridas pelos dados, ou seja, que os esquemas de seriação suprem deficiências decorrentes do declínio cognitivo.
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A Escrita Numérica em Adultos: Esquemas e Representações

A Escrita Numérica em Adultos: Esquemas e Representações

Os sujeitos foram 20 alunos das séries iniciais do ensino fundamental de escolas públicas, de classes de Educação de Jovens e Adultos com idade entre 22 a 64 anos, dos quais nove nunca freqüentaram a escola e 11 freqüentaram somente por um ou dois anos. Os alunos foram entrevistados individualmente a respeito de leitura e escrita de números no sentido de evidenciar os esquemas utilizados e as dificuldades quanto às notações simbólicas envolvidas. A prova consistiu de vários itens, por meio dos quais se procurou testar o aluno quanto ao seu conhecimento oral e es crito sobre números, em diferentes atividades: 1) escrever números ditados com diferentes quantidades de algarismos, expressando unidades, dezenas, centenas e unidades de milhar exatas e com zeros intercalados ( 7,10, 40, 58.100,103, 181, 100;
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 páginas iniciais

páginas iniciais

Foi feito um diagnóstico da situação por questionário tendo revelado que 93,3% dos enfermeiros sabem o que são más notícias, dando mesmo uma definição, 86,6% dos enfermeiro[r]

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Combate a pobreza: uma análise do imposto de renda negativo e algumas considerações sobre sua viabilidade no caso brasileiro

Combate a pobreza: uma análise do imposto de renda negativo e algumas considerações sobre sua viabilidade no caso brasileiro

Certamente que, mesmo para países mais pobres, em.. crescimento acelerado, o custo, mesmo dos esquemas mais ~s-.[r]

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Desenvolvimento de esquemas de ensino baseados na WWW

Desenvolvimento de esquemas de ensino baseados na WWW

1 cm grande utilidade no ensino, pois para além de permitirem a interacção entre alunos, também podem servir para o professor enviar mensagens importantes a toda a turma ou a grupos de[r]

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Esquemas de gênero de adolescentes do sexo feminino

Esquemas de gênero de adolescentes do sexo feminino

Os esquemas de gênero são partes constitutivas do autoconceito das pessoas. Em termos de tipologia psicológica de gênero, as pessoas podem ser classificadas como heteroesquemáticas quando há a predominância de um dos esquemas sobre o outro. Por exemplo, podem ser heteroesquemáticas masculinas ou heteroesquemáticas femininas, independentemente do sexo biológico. Por outro lado, quando existe uma simetria entre os esquemas masculino e feminino são classificadas como isoesquemáticas (Gomes, Sotero, Giavoni, & Melo, 2011). Essa classificação é importante, pois ajuda a compreender as diferenças que as pessoas julgam e se comportam de maneira diferenciada a partir de um mesmo estímulo relacionado ao gênero. Por exemplo, um mesmo estímulo masculino tenderá a ser julgado diferentemente por homens e mulheres com predomínio do esquema masculino sobre o feminino (heteroesquemáticos masculinos) em relação a homens e mulheres com equilíbrio entre os esquemas (isoesquemáticos) ou com predomínio do esquema feminino (heteroesquemáticos femininos) (Melo, Giavoni & Troccoli, 2004).
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O PAPEL DOS ESQUEMAS PARA A COMPREENSÃO DE LEITURA EM ESPANHOL

O PAPEL DOS ESQUEMAS PARA A COMPREENSÃO DE LEITURA EM ESPANHOL

Embora o presente estudo não tenha tido a pretensão de apresentar uma análise extensiva e completa dos dados coletados, analisamos alguns dos aspectos que possibilitaram encontrar evidências de que o uso dos esquemas e o conhecimento sobre os fatores culturais influenciam a compreensão de leitura em uma língua estrangeira. Contudo, outros fatores nos despertaram a atenção e uma certa curiosidade para fundamentar novos questionamentos, visando, assim, a continuação de estudos relacionados com esta pesquisa.

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