Estabelecimento In Vitro

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TESTES PARA DESINFESTAÇÃO DE EXPLANTES DO CACAUEIRO VISANDO ESTABELECIMENTO IN VITRO

TESTES PARA DESINFESTAÇÃO DE EXPLANTES DO CACAUEIRO VISANDO ESTABELECIMENTO IN VITRO

Com a demanda crescente de chocolate e de seus derivados, cresce também a necessidade de mudas de cacaueiro sadias e de alto potencial genético, muitas vezes não contempladas na multiplicação assexual convencional ou por sementes. Nesse sentido, objetivou-se com esse trabalho testar diferentes produtos para desinfestação de explantes do cacaueiro para seu estabelecimento in vitro. Realizaram-se dois ensaios na empresa Bioclone Produção de Mudas LTDA. No primeiro, os explantes utilizados foram segmentos nodais oriundos de plantas em campo dos genótipos PS 1319 e CCN 51. Testaram-se hipoclorito de sódio 1,5% ou dióxido de cloro 0,025% na desinfestação, e meio de cultura com ou sem dióxido de cloro. No segundo, os explantes foram gemas apicais de plantas jovens do genótipo PS 1319 cultivadas em ambiente protegido. Testaram-se desinfestação com hipoclorito de sódio (3% ou 6%) ou com dióxido de cloro (3% ou 5%). Dada a contaminação de 100% dos segmentos nodais do primeiro ensaio, verificou-se que as concentrações usadas dos produtos não foram suficientes para desinfestá-los e que dióxido de cloro no meio de cultura não provocou esterilização química. Para assepsia de gemas apicais de cacaueiros mantidos em cultivo protegido, o uso do hipoclorito de sódio a 6% impossibilitou o desenvolvimento de contaminações in vitro. Para redução de perdas por oxidação, a transferência dos explantes para outro meio deve ocorrer antes dos 21 dias. O ajuste nas concentrações dos produtos utilizados e o uso de agentes antioxidantes podem auxiliar na obtenção de um protocolo eficaz para desinfestação de explantes de cacaueiro.
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Desinfestação e estabelecimento in vitro de explantes de bananeira 'Grande Naine' em diferentes concentrações de hipoclorito de sódio

Desinfestação e estabelecimento in vitro de explantes de bananeira 'Grande Naine' em diferentes concentrações de hipoclorito de sódio

MORAES, A.M.; ALMEIDA, F.A.C.; FILHO, J.C. Desinfestação e estabelecimento in vitro de gemas axilares de abacaxizeiro. Tecnologia & Ciência Agropecuária , João Pessoa, v.1, n.2, p.39-44, 2007. PEREIRA, J.; FORTES, G. Toxicidade de antibióti- cos no cultivo in vitro da batata em meios semissó- lido e líquido. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, n.11, v.38, p. 1273- 1279, 2003.

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PRÉ-TRATAMENTO PARA ESTABELECIMENTO IN VITRO DE  FRAGMENTOS FOLIARES DE Cissus verticillata

PRÉ-TRATAMENTO PARA ESTABELECIMENTO IN VITRO DE FRAGMENTOS FOLIARES DE Cissus verticillata

RESUMO: A espécie Cissus verticillata (L.) Nicolson & C. E. Jarvis, conhecida como insulina vegetal, é uma trepadeira perene e vigorosa. Nativa da região Amazônica é muito cultivada para fins ornamentais e medicinais. No Norte do país é empregada para tratamento de algumas doenças cardíacas e vem sendo utilizada no tratamento de diabetes mellitus. Este trabalho teve como objetivo avaliar diferentes tratamentos de desinfestação de explantes foliares de C. verticillata para o seu estabelecimento in vitro. Lâminas foliares foram seccionadas em segmentos com área aproximada de 1cm 2 e imersos em álcool 70% (v/v) por 1 minuto. Os explantes foram divididos em oito grupos, os quais foram imersos nas soluções: hipoclorito de sódio a 0,50; 1,0; 1,5 e 2,0%, durante 30 minutos, e soluções de hipoclorito de cálcio a 1,25; 2,5; 5,0 e 10,0% também durante 30 minutos. Os explantes foram inoculados em frascos cilíndricos com capacidade de 200 mL, contendo 30 mL de meio de cultivo MS sem reguladores de crescimento, acrescido de 3,0% de sacarose e gelificado com 0,8% de ágar. Em termos gerais, o hipoclorito de cálcio foi mais eficiente que o hipoclorito de sódio. Os melhores tratamentos desinfestantes foram 5,0 e 10,0% de hipoclorito de cálcio, os quais resultaram em 95 e 100% de desinfestação, respectivamente, mas não diferiram significativamente entre si. Porém, observou-se alto nível de necrose no tratamento com hipoclorito de cálcio a 10,0%. Assim, a solução desinfestante mais indicada para folhas de C. verticillata foi o hipoclorito de cálcio a 5,0%.
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Estabelecimento in vitro de Peltophorum dubium ((Spreng.) Taub.) em função das concentrações do meio MS.

Estabelecimento in vitro de Peltophorum dubium ((Spreng.) Taub.) em função das concentrações do meio MS.

Para o número de folhas, houve o ajuste de modelo quadrático de equação de regressão para as diferentes concentrações de sais do meio MS (Figura 1). O maior número de folhas (2,8) foi observado na diluição de 75%, decrescendo com o aumento de sais no meio de cultivo. Esse resultado possibilitaria relativa economia na etapa de estabelecimento in vitro em culturas de canafístula, em nítido contraste ao relatado com Ocimum basilicum L. e Zantedeschia aethiopica L. Spreng. em que o maior número de folhas por explante foi registrado quando o cultivo ocorreu na concentração original do meio MS (RIBEIRO et al., 2007, 2008). Comportamento quadrático para o número de folhas foi igualmente observado em Vitis vinifera , porém a maior média (2,51) foi observada no meio de cultivo diluído à metade dos sais de MS (VILLA et al., 2006). A similaridade dos resultados citados demonstra que a concentração de sais do meio MS influencia na formação de folhas, porém, a direção da resposta é intrínseca da espécie.
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Estabelecimento in vitro e micropropagação de maracujá silvestre (Passiflora foetida L.) .

Estabelecimento in vitro e micropropagação de maracujá silvestre (Passiflora foetida L.) .

Após a desinfestação passando para o estabelecimento in vitro (experimento I) no qual, as sementes foram inoculadas em meio MS (Murashige & Skoog, 1962) com metade da concentração de sais (MS ½) e sem reguladores de crescimento. As culturas foram mantidas no escuro a 25 ± 1ºC, durante duas semanas, posteriormente, foram submetidas ao fotoperíodo de 16 h/8h (luz/escuro) à temperatura de 25 ± 1ºC por 66 dias. Após esse período com auxílio de microscópio estereoscópico, as plântulas foram avaliadas quanto ao número de brotações, comprimento e diâmetro das plântulas, número de calos friáveis e número médio de gêmulas axilares.
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Estabelecimento in vitro de porta-enxertos de Prunus sp..

Estabelecimento in vitro de porta-enxertos de Prunus sp..

Independentemente da formulação salina utilizada no meio de cultura, os porta-enxertos ‘Barrier’, ‘Capdebosq’ e ‘Flordaguard’ apresentaram maior porcentagem de explantes responsivos e número de brotações, indicando serem mais responsivos in vitro do que as demais cultivares estudadas (Figuras 1 e 2). Para os porta-enxertos ‘Aldrighi’ e ‘GF677’, verificou-se efeito significativo da formulação salina usada no estabelecimento in vitro dos explantes, em se tratando das variáveis porcentagem de explantes responsivos, número de brotações e número de gemas (Figuras 1, 2 e 3). Desenvolvimento in vitro diferencial em função da cultivar e do meio de cultura já havia sido verificado em outros porta-enxertos de Prunus (Parfitt & Almehdi, 1986; Zimmerman, 1988). Por isso, há necessidade da definição da melhor composição para maximizar a propagação in vitro de cada cultivar.
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VERÔNICA ARAÚJO SANTOS ESTABELECIMENTO IN VITRO, ACLIMATIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO

VERÔNICA ARAÚJO SANTOS ESTABELECIMENTO IN VITRO, ACLIMATIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO

O presente trabalho teve por objetivo promover o estabelecimento in vitro, a aclimatização e a conservação in vitro de Lippia alba (Mill.) N. E. Brown. Para isso, foi testada a influencia de diferentes concentrações e diferentes tempos de imersão de hipoclorito de sódio na assepsia dos explantes. Segmentos nodais foram imersos em hipoclorito de sódio em diferentes concentrações (0,4; 0,6; 0,8 e 1,0 %) e por diferentes tempos (8, 12 e 16 min.), após 30 dias avaliou-se a contaminação bacteriana (%), número de brotos, número de folhas e sobrevivência (%). A concentração de 1% de hipoclorito de sódio foi mais eficiente no controle da contaminação. Também foi testada a influência do antibiótico cefotaxima sódica incorporada ao meio MS para evitar a contaminação. Segmentos nodais foram inoculados em meio MS contendo diferentes doses de cefotaxima sódica (0, 50, 100, 150 e 200 mg/L -1 ), aos 30 dias avaliou-se a contaminação bacteriana (%), a oxidação (%) e a sobrevivência (%). A dose de 200 mg L -1 de cefotaxima evitou totalmente a contaminação. Ápices caulinares de Lippia alba foram estabelecidos in vitro em meio MS complementado com diferentes doses de BAP (0; 0,5; 1,0; 1,5 mg L -1 ). Após 140 dias, avaliou-se a contaminação (%), a sobrevivência (%), a oxidação (%) e o número de brotos. Os melhores resultados foram obtidos quando foi utilizada a dose 1,5 mg L -1 . Para a aclimatização, foram testados quatro tipos de substratos: Pó de coco + calcário (1g. L -1 ), Plantmax® + calcário (1g.L -
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ESTABELECIMENTO IN VITRO DO BARUZEIRO (Dipteryx alata Vog.)

ESTABELECIMENTO IN VITRO DO BARUZEIRO (Dipteryx alata Vog.)

Este trabalho objetivou desenvolver um método eficiente do uso do hipoclorito de sódio e do antibiótico rifampicina no processo de descontaminação de explantes para o estabelecimento in vitro do baruzeiro (Dipteryx alata Vog.). Sementes de baruzeiro foram levadas ao Laboratório de Biotecnologia da Universidade Federal de Uberlândia e, sob condições assépticas, foram imersas em soluções de hipoclorito de sódio (2%) durante tempos variados e do antibiótico rifampicina (0,5 g L -1 ), conforme a especificação do tratamento. O experimento foi realizado em um esquema fatorial 2 x 3 (ausência e presença do tratamento com antibiótico x tempos de imersão da semente no hipoclorito de sódio: 10, 20 e 30 minutos) em delineamento inteiramente casualizado, com seis tratamentos e quatro repetições, totalizando 24 parcelas, sendo que cada unidade experimental era composta por quatro frascos, com cada um contendo uma semente inoculada em meio de cultivo MS. Foram analisadas a contaminação total (%), contaminação fúngica (%), contaminação bacteriana (%) e germinação (%) dos explantes. O antibiótico rifampicina teve efeito negativo sob a germinação das sementes. Não houve diferença no efeito dos diferentes tempos de imersão das sementes em hipoclorito de sódio, sendo que, para todos os tempos, o hipoclorito de sódio foi eficiente no controle da contaminação sem prejudicar a germinação das sementes.
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Estabelecimento in vitro de estrelícia (Strelitzia reginae Banks.).

Estabelecimento in vitro de estrelícia (Strelitzia reginae Banks.).

A estrelícia (Strelitzia reginae Banks.) é uma planta ornamental tropical de grande valor comercial. O seu desenvolvi- mento, no entanto, é bastante lento e, conseqüentemente, a produção de novas mudas também. Assim, a cultura de tecidos é uma alternativa para a formação de novas mudas. Objetivou-se, assim, avaliar o comportamento in vitro, de estrelícia e a viabilidade de propagação dessa espécie por meio desse processo. Para o estabelecimento in vitro utilizaram-se como explantes gemas axila- res, segmentos foliares e embriões imaturos, não se obtendo sucesso nos dois primeiros. No cultivo dos embriões, avaliaram-se o período para coleta das sementes e o desenvolvimento dos embriões em diferentes concentrações de sacarose e do meio de cul- tura e ainda o uso de diferentes concentrações de BAP. Determinou-se como melhor período para coleta das sementes e extração dos embriões 20 semanas após a polinização. As diferentes concentrações do meio MS não alteraram o desenvolvimento dos embriões, sendo esse favorecido pela adição de 20,64 g/L de sacarose ao meio de cultura. A adição de BAP proporcionou a for- mação de plantas de menor tamanho.
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ESTABELECIMENTO IN VITRO DE CLONES HÍBRIDOS DE Eucalyptus globulus

ESTABELECIMENTO IN VITRO DE CLONES HÍBRIDOS DE Eucalyptus globulus

O presente estudo teve como objetivos avaliar o comportamento de clones de Eucalyptus grandis W.Hill ex Maiden x Eucalyptus globulus Labill e Eucalyptus urophylla S.T.Blake x Eucalyptus globulus Labill e o efeito de diferentes introduções in vitro (aos 30, 90 e 150 dias após a poda do ápice das minicepas) na fase de estabelecimento in vitro. As minicepas, fornecedoras dos explantes para a introdução in vitro, foram conduzidas em minijardim clonal semi-hidropônico. Segmentos nodais de 21 clones de Eucalyptus urophylla x Eucalyptus globulus e 8 clones de Eucalyptus grandis x Eucalyptus globulus foram coletados, desinfestados e inoculados em meio de cultura MS, suplementado com 0,5 mg L -1 de BAP e 0,1 mg L -1 de
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Tipo de ramo e efeito do ácido indal acético (AIA) no estabelecimento in vitro de três cultivares de mirtilo.

Tipo de ramo e efeito do ácido indal acético (AIA) no estabelecimento in vitro de três cultivares de mirtilo.

No experimento II, foi testado o estabelecimento in vitro de sete cultivares (“Delite”, “Florida”, “Powderblue”, “Bluebelle”, “Bluegem”, “Briteblue” e “Woodard”) na presença e na ausência do fitorregulador (AIA) em esquema bi fatorial (2x7), totalizando 14 tratamentos com quatro repetições. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado para ambos os experimentos. Como explantes foram utilizadas brotações laterais novas de aproximadamente 15cm, originadas de ramos lenhosos dentro da sala de crescimento. O meio de cultura utilizado foi o WPM, acrescido de 73,8µM de 2iP com e sem AIA na
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OXIDAÇÃO FENÓLICA, TIPO DE EXPLANTE E MEIOS  DE CULTURA NO ESTABELECIMENTO IN VITRO DE CANAFÍSTULA (Peltophorum dubium (SPRENG.) TAUB.)

OXIDAÇÃO FENÓLICA, TIPO DE EXPLANTE E MEIOS DE CULTURA NO ESTABELECIMENTO IN VITRO DE CANAFÍSTULA (Peltophorum dubium (SPRENG.) TAUB.)

Para obter o estabelecimento in vitro dos explantes é também importante determinar o meio nutritivo mais adequado (Caldas et al., 1998). Thorpe et al. (1994) revisaram os meios de cultura que têm sido utilizados para a regeneração de espécies de diferentes gêneros. Alguns desses meios foram especificamente formulados para fornecer os requisitos particulares à espécie em estudo, como o meio básico de cultura de Murashige e Skoog – MS (Murashige e Skoog, 1962), desenvolvido inicialmente para tecido medular de Nicotiana tabacum L. e o Woody Plant Médium (WPM) elaborado por Lloyd e Mccow (1981), para a propagação de plantas lenhosas.
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Estabelecimento in vitro de oliveira cv. "Arbequina" para início da micropropagação.

Estabelecimento in vitro de oliveira cv. "Arbequina" para início da micropropagação.

A utilização de técnicas de cultura de tecidos com o objetivo de melhorar a rentabilidade d a s c u l t u r a s t e m - s e a p r e s e n t a d o c o m o u m instrumento importante que pode ser explorado pelos pesquisadores (OLIVEIRA et al., 2006a), produzindo plantas com elevada qualidade sanitária (SOUZA et al., 2006). Durante o estabelecimento in vitro, a adição de fitorreguladores tem o objetivo principal de suprir as possíveis deficiências dos teores endógenos de hormônios nos explantes que se encontram isolados das regiões produtoras na p l a n t a - m a t r i z . Simultaneamente, a adição de fitorreguladores estimula certas respostas como o alongamento ou a multiplicação da parte aérea. A adição de citocinina é favorável e pode variar bastante em função da espécie e do tipo de explante (GRATTAPAGLIA & MACHADO, 1998).
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Meio de cultura e tipo de explante no estabelecimento in vitro de espécies de maracujazeiro.

Meio de cultura e tipo de explante no estabelecimento in vitro de espécies de maracujazeiro.

Brazil is one of the main centers of genetic variability dispersion of the Passiflora genera. Its self incompatibility as well as disease incidence in its leaves and root system and, deforestation and monocultivation, promote loss of genetic material. Considering the risk of genetic erosion, the conservation of the variability in germplasm banks, which is of great interest in plant breeding, is necessary. Studies regarding the type of explant and concentration of the culture media are necessary in order to determine protocols of establishment and in vitro conservation of passion-fruit germplasm. The objective of the present work was to evaluate the influence of the salt and nutrient concentration in the MS culture medium and types of explants in the establishment and growth of the Passion fruit species: Passiflora giberti N. E.Brown, P. edulis Sims and P. laurifolia L. Each Passiflora species presented its own characteristics regarding in vitro development. The complete MS medium and nodal segments the second axilliary bud promoted better development of the genotypes studied.
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Estabelecimento in vitro e aclimatização de Lippia alba (Mill.) N. E. Brown.

Estabelecimento in vitro e aclimatização de Lippia alba (Mill.) N. E. Brown.

RESUMO: O presente trabalho teve por objetivo estabelecer in vitro a espécie Lippia alba (Mill.) N. E. Brown e promover a aclimatização de mudas dessa espécie. Para isso, foi testada a inluência de diferentes concentrações e tempos de imersão em hipoclorito de sódio na assepsia dos explantes. Segmentos nodais foram imersos em hipoclorito de sódio nas concentrações 0,4; 0,6; 0,8 e 1,0 % e nos tempos 8, 12 e 16 minutos. Após 30 dias avaliou-se a contaminação bacteriana (%), número de brotos, número de folhas, e a taxa de sobrevivência (%). A concentração de 1% de hipoclorito de sódio foi a mais eiciente no controle da contaminação. Ápices caulinares de L. alba foram estabelecidos in vitro em meio MS suplementado com diferentes doses de BAP (0; 0,5; 1,0; 1,5 mg L -1 ). Após 140 dias avaliou-se a contaminação (%),
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Estabelecimento in vitro de aroeira da praia (Schinus terebinthifolius Raddi) em diferentes concentrações de 6-benzilaminopurina (BAP).

Estabelecimento in vitro de aroeira da praia (Schinus terebinthifolius Raddi) em diferentes concentrações de 6-benzilaminopurina (BAP).

A exploração extrativista de diversas espécies de plantas com propriedades medicinais vem provocando erosão genética e colocando-as em risco de extinção. A propagação in vitro de plantas medicinais tem sido realizada por vários pesquisadores e incrementada nos últimos anos devido a vários fatores, entre eles, dificuldades na reprodução, baixa taxa de germinação ou exploração irracional, resultando na quase extinção de algumas espécies e modificação do meio ambiente, dificultando a coleta de plantas saudáveis (Sabá et al., 2002).

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Estabelecimento in vitro, caracterização fitoquímica e bioatividade de extratos de Tuberaria lignosa

Estabelecimento in vitro, caracterização fitoquímica e bioatividade de extratos de Tuberaria lignosa

Medicinal plants are a resource increasingly sought in various industries due to its antioxidant, antimicrobial and anti-inflammatory properties. Tuberaria lignosa (traditionally known as Erva Loba) is a medicinal ground plant of the family Cistaceae presenting yellow flower, which is often present in pine forests and arid zones in the regions of Northeast of Portugal. Tuberaria lignosa leaves are a source of phenolic compounds, elagitanins, flavonoids, sugars and ascorbic acid. It also presents an inhibitory action on HIV-1 reverse transcriptase. Micropropagation of plants is an important process to produce plants of interest without environmental implications. In this way, it is important to interconnect methods of analysis of properties of interest in plants with their production in an uninterrupted, profitable and sanitized way, together with the prevention of the extinction of species. In this work, seven types of extractions were performed from fresh leaves of Tuberaria lignosa (hydrodistillation, infusion, decoction, 100% methanol, 96% ethanol, 50% ethanol and n-Hexane) and one from flowers (hydrodistillation) to perform antioxidant tests (DPPH, Reduction Power), Total Reducing Capacity and antimicrobial activity evaluation (disk diffusion and determination of minimum inhibitory concentration). In parallel, a pioneering in vitro multiplication assay was started for this species. In conclusion, Tuberaria lignosa showed interesting antioxidant properties, with aqueous extracts showing better results in the tests performed. Regarding the antimicrobial tests, leaves hydrodistillation extract has a MIC value of 0.0195 mg/mL for Candida albicans ATCC 90028 and for Candida tropicalis ATCC 750, which reveals a slight activity on these yeasts. The multiplication test demonstrated that LED light has a strong influence on explant growth and multiplication of Tuberaria lignosa.
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Estabelecimento in vitro de explantes de três cultivares de bananeira.

Estabelecimento in vitro de explantes de três cultivares de bananeira.

relativa, média de 65%, associada à prática da irrigação (SOUTO et al., 1999). Tendo em vista que o sistema de propagação convencional in vivo é lento e possui baixo rendimento, tem-se observado que a adoção da micropropagação é uma das melhores alternativas (SOUZA et al., 1999). As principais vantagens deste método são a alta taxa de multiplicação em comparação aos métodos tradicionais e a alta qualidade

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Estabelecimento e multiplicação in vitro de porta-enxertos de Prunus.

Estabelecimento e multiplicação in vitro de porta-enxertos de Prunus.

RESUMO – A qualidade genética e sanitária das mudas é de fundamental importância para o sucesso da fruticultura moderna. Para o pessegueiro, a micropropagação vem permitindo a produção clonal massal de plantas, com matrizes e mudas de qualidade genética-sanitária comprovada. O presente trabalho objetivou avaliar a taxa de sobrevivência de explantes no estabelecimento in vitro, bem como avaliar o potencial de multiplicação in vitro de porta-enxertos de Prunus. Explantes constituídos por ápices caulinares e gemas laterais dos porta-enxertos Capdeboscq e GF677 e da seleção VP411 foram estabelecidos e multiplicados in vitro em meio de cultura de Lepoivre suplementado com BAP (0,5 mg.L -1 ). A taxa média de sobrevivência para
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Estabelecimento e multiplicação in vitro de Physalis peruviana L..

Estabelecimento e multiplicação in vitro de Physalis peruviana L..

Os principais métodos de obtenção de mudas destas espécies, envolvem sementes, estacas e micropropagação. Por meio da micropropagação é possível propagar espécies de difícil multiplicação, e ainda, obter mudas sadias, livres de vírus, bactérias e fungos, produzindo assim, um material de alta qualidade genético- sanitaria. No entanto, algumas limitações específicas limitam o uso extensivo do cultivo de tecidos vegetais in vitro. Um dos maiores entraves está na dificuldade de obter tecidos livres de contaminação, principalmente por bactérias, pois nem sempre se pode eliminá-las com o uso de antibióticos. O uso de diferentes agentes germicidas é fundamental para redução da contaminação dos explantes durante o estabelecimento in vitro. Os mais comuns são o etanol e os compostos à base de cloro, tais como hipoclorito de sódio e de cálcio (GRATTAPAGLIA & MACHADO, 1998). Além disso, a concentração da solução desinfestante, a combinação dos princípios ativos e o tempo de exposição podem variar muito (MONTARROYOS, 2000), sendo necessária à adequação do protocolo de desinfestação de acordo com a espécie, cultivar e a sensibilidade do tecido a ser desinfestado.
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