Estabilização de borra oleosa de petróleo

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Tratamento da Borra Oleosa de Petróleo e Estudo Cinético do Processo de Estabilização por Solidificação

Tratamento da Borra Oleosa de Petróleo e Estudo Cinético do Processo de Estabilização por Solidificação

A borra oleosa de petróleo, resíduo gerado nas refinarias de petróleo, é composta de metais pesados, óleos e graxas, e hidrocarbonetos totais, o que impede sua disposição no meio ambiente sem um tratamento prévio. Assim, o presente trabalho visa realizar o tratamento da borra oleosa utilizando a estabilização por solidificação e o estudo cinético do teor de óleos e graxas. A pesquisa compreendeu as seguintes etapas: planejamento do experimento, tipo fatorial; preparação e avaliação do material estabilizado por solidificação através da resistência à compressão, capacidade de absorção de água, óleos e graxas e estudo cinético. Todos os tratamentos foram aprovados nos ensaios de resistência à compressão e capacidade de absorção de água e apenas um tratamento (20% de borra e 14 dias de cura) foi reprovado no ensaio de determinação de óleos e graxas. Com relação à cinética, a constante de decaimento foi maior para o menor tempo de cura.
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Avaliação do tratamento da borra oleosa de petróleo após estabilização e monitoramento do material numa célula de aterro sanitário industrial experimental.

Avaliação do tratamento da borra oleosa de petróleo após estabilização e monitoramento do material numa célula de aterro sanitário industrial experimental.

Avaliar a disposição da borra oleosa de petróleo, contendo metais pesados e óleos e graxas, numa célula de aterro sanitário industrial em escala experimental após estabilização utiliza[r]

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Tratamento e atenuação de óleos e graxas em borra oleosa de petróleo utilizando a estabilização por solidificação (E/S).

Tratamento e atenuação de óleos e graxas em borra oleosa de petróleo utilizando a estabilização por solidificação (E/S).

A analise de oleos e graxas nos extratos lixiviados e nos extratos solubilizados, teve um papel importante neste estudo e se constitui o ensaio adequado para a avaliacao de eficiencia [r]

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Otimização e limites de avaliação ambiental de materiais estabilizados por solidificação após incorporação de borra oleosa de petróleo.

Otimização e limites de avaliação ambiental de materiais estabilizados por solidificação após incorporação de borra oleosa de petróleo.

Neste trabalho, borra oleosa de petróleo foi submetida ao processo de estabilização por solidificação, o objetivo foi otimizar as respostas do processo, mostrando assim, o melhor tratamento relacionado a porcentagem de resíduo e tempo de cura, que leva a melhor resposta e indicar limites máximos permissíveis de demanda química de oxigênio e óleos e graxas para avaliar o material resultante. Para realizar a otimização e propor limites, inicialmente a borra oleosa de petróleo e o aglomerante foram caracterizados e classificados. Em seguida foi usado um planejamento do tipo fatorial com adição de três repetições no ponto central e adições de pontos axiais, no delineamento composto central rotacional. Os fatores adotados foram porcentagem de borra oleosa de petróleo e tempo de cura. Foi, também, realizada a confecção das matrizes cimentícias incorporadas com a borra oleosa de petróleo em função da otimização. Este material foi avaliado utilizando ensaios de integridade e durabilidade, imobilização dos contaminantes e avaliação ambiental. As matrizes cimentícias também foram caracterizadas usando ensaios de microscopia eletrônica de varredura, difração de Raios-X e análises termogravimétricas. Foi realizado o balanço de massa, análise da eficiência de retenção dos contaminantes, análise estatística e levantamento dos limites máximos permissíveis de demanda química de oxigênio, óleos e graxas em água potável e efluente para descarte no Brasil e no mundo. Do ponto de vista científico, uma das contribuições deste trabalho foi propor o limite máximo permissível para demanda química de oxigênio, que foi 1.000 (mil) miligrama por litro e, para o teor de óleos e graxas foi proposto 100 (cem) miligramas por litro, ambos para o ensaio de lixiviação. Para o ensaio de solubilização foi proposto 10 (dez) miligramas por litro para demanda química de oxigênio e 1 (um) miligramas por litro para o teor de óleos e graxas. Como resultado deste estudo foi demonstrado que a otimização das respostas é uma forma de minimizar e ou maximizar as variáveis respostas no processo de estabilização por solidificação, em que foi observado que os melhores resultados são obtidos, quando foram utilizados valores menores de porcentagem de borra oleosa de petróleo e tempo maior de cura. Este trabalho permite afirmar que é possível otimizar o processo de estabilização por solidificação de material estabilizado e solidificado incorporado com borra oleosa de petróleo e que a propositura de limites de avaliação ambiental contribui para assegurar uma adequada disposição de resíduo oleoso e uso adequado do produto final.
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A psicose e sua estabilização

A psicose e sua estabilização

que a situação pode se sustentar durante muito tempo, que certos psicóticos vivem compensados (...), Deus sabe porque se descompensam. O que será que torna subitamente insuficientes as muletas imaginárias que permitiam ao sujeito compensar a ausência do significante? (LACAN, 1956, p. 240). Quanto a isso, não pretendemos responder. Mas, as funções que Antoniel inventa parece nos ilustrar sobre a compensação imaginária. Em muitos momentos de escuta Antoniel relatava das situações em que ele precisou “agir”, intervindo como um limite, chamando a atenção de alguém, e nesse lugar propriamente que ele vem encontrando seu ponto de estabilização: “organizando os carros na rua”, “atuando como bombeiro no serviço”, “ocupando o lugar de segurança nos eventos”, “fiscalizando a conduta das crianças”, dos outros moradores da RT e também dos usuários do CAPS. Dessa forma, Antoniel segue trilhando sua trajetória de uma forma singular.
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Estabilização da produção de petróleo em sistemas gas-lift através do ajuste simples e eficiente de controladores PIDs

Estabilização da produção de petróleo em sistemas gas-lift através do ajuste simples e eficiente de controladores PIDs

Embora existam registros do quarto milênio antes de Cristo sobre o uso do petróleo no Oriente Médio, apenas na virada dos séculos XIX para XX que essa fonte passou a ser utilizada em larga escala (CARVALHO, 2014). Nos anos de 1850, a principal motivação pela busca de petróleo era a substituição dos lubrificantes utilizados nas máquinas do período da Revolução Industrial, uma vez que esses eram de origem animal e de derivados de carvão e não apresentavam às características demandada por essas máquinas (MORAIS, 2013). Já no final do século XIX, essa busca foi impulsionada pela necessidade de novos produtos nas indústrias de processos que demandavam óleo combustível, graxas, vaselinas, parafina e gasolina, que nesta época era utilizada principalmente como solvente (MORAIS, 2013). Antes disso, a principal aplicação do petróleo era como querosene de iluminação (CARVALHO, 2014; MORAIS, 2013).
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Valorização de borra de café através da produção de biossurfactantes

Valorização de borra de café através da produção de biossurfactantes

Neste trabalho propôs-se a valorização de um resíduo produzido em grandes quantidades diariamente em todo o mundo, a borra de café. Para aumentar a competitividade dos surfactantes biológicos utilizaram-se culturas isoladas do solo, em substituição de culturas puras, às quais se forneceu a matéria orgânica carbonada extraída de borra de café. Para tal avaliaram-se as quatro culturas disponíveis quanto à eficiência de produção de biossurfactantes. Numa análise preliminar percebeu-se por parte da cultura B5 maior capacidade de reduzir a tensão superficial do meio de cultura. Analisaram-se as culturas por microscopia verificando-se que uma das culturas, B3, apresentava morfologia idêntica, por esta razão colocou-se a hipótese da cultura em causa ser pura. Prosseguiu-se o estudo, com as culturas B3 e B5, por ser uma cultura aparentemente pura e por apresentar maior eficiência na redução da tensão superficial respectivamente.
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Compressão medular em bovinos após o uso de vacina oleosa

Compressão medular em bovinos após o uso de vacina oleosa

RESUMO.- [Compressão medular em bovinos após o uso de vacina oleosa.] Relatamos um surto de mielopatia compressiva lombar em bovinos associada à aplicação de vacina oleosa de forma inadequada. De um total de 3000 bovinos, 25 apresentaram distúrbios neurológicos apro- ximadamente 60 dias após terem sido vacinados contra a febre aftosa. O quadro clínico foi caracterizado por parali- sia progressiva de membros posteriores, diiculdade para permanecer em estação e decúbito esternal com evolução de 2-5 meses. A mielograia realizada em um animal reve- lou defeito de enchimento na altura das vértebras L1 e L3. Quatro animais foram necropsiados e foi visualizado massa
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Modelagem e simulação do tratamento de água oleosa usando hidrociclones

Modelagem e simulação do tratamento de água oleosa usando hidrociclones

O uso de hidrociclones para a separação líquido-líquido, embora objeto de pesquisas há bastante tempo, somente nas últimas décadas tem apresentado aplicação industrial. A principal aplicação de hidrociclones líquido-líquido tem sido na indústria de petróleo. A remoção de pequenas gotículas de óleo dispersas na água salgada, que é produzida juntamente com os hidrocarbonetos provenientes de um poço petrolífero, é tradicionalmente uma empreitada difícil devido ao pequeno diâmetro dessas gotículas e, muitas vezes, à reduzida diferença de densidade entre o óleo e a água, que implicam em uma velocidade terminal, sob a ação do campo gravitacional, muito reduzida. Como a corrente de água oleosa é normalmente disponível com pressão suficiente para tornar atrativa a utilização de hidrociclones, vários desses equipamentos têm sido instalados em plataformas marítimas de produção de petróleo ao redor do mundo, nos últimos 25 anos.
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DISSERTAÇÃO_Secagem da borra de café em secador ciclônico

DISSERTAÇÃO_Secagem da borra de café em secador ciclônico

O café, um dos principais produtos agrícolas e segundo gerador de riquezas do planeta, perdendo para apenas para o petróleo. É produzido em mais de 50 países, sendo Brasil, Colômbia, Indonésia, México e Vietnã, responsáveis por cerca de 56% da produção mundial (Moreira et al., 2001; Borrelli et al., 2002). A cafeicultura brasileira vem contribuindo para o desenvolvimento e industrialização do país, principalmente na região sudeste, destacando atualmente o Estado de Minas Gerais, responsável por mais de 50% da produção nacional de café arábica e Espírito Santo com café da espécie robusta da variedade conilon (Nacif, 2003).
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Emergência de plântulas de cafeeiro em substratos de borra de café

Emergência de plântulas de cafeeiro em substratos de borra de café

A qualidade física e química dos substratos influencia o processo de germinação das sementes, especialmente com relação ao desenvolvimento radicular. A borra de café doméstica ou industrial é um resíduo que pode ser reaproveitado como composto orgânico ou substrato para produção de mudas, diminuindo o impacto ambiental gerado pelo seu descarte na cadeia produtiva cafeeira. O Brasil apresenta gradativo aumento no consumo interno de café. Entre novembro de 2009 e outubro de 2010, esse consumo foi de 19,13 milhões de sacas (ABIC, 2012), o que equivale a um consumo per capita de 6,02 Kg de café cru ou 4,81 kg de café torrado. Esse alto consumo gera grande volume de resíduo doméstico de café.
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Estabilização de landfarming de refinaria de petróleo, mediante metabolismo microbiano, e aplicabilidade em solos pré-desertificados

Estabilização de landfarming de refinaria de petróleo, mediante metabolismo microbiano, e aplicabilidade em solos pré-desertificados

A sobrevivência de microrganismos consumidores de hidrocarbonetos em solos diferentes demonstra a presença de uma larga variedade de organismos capazes de oxidar hidrocarbonetos (BHATNAGAR e FATHEPURE, 1991). Mais de 10 milhões de compostos são biodegradáveis e como o número de substâncias químicas sujeitas ao catabolismo microbiano é grande (10 6 ), deve haver equivalente número de enzimas e vias metabólicas ocorrendo na natureza (WACKETT e ELLIS, 1999), porém os microrganismos autóctones podem não ser capazes de biodegradar as diversas substâncias presentes nos compostos derivados de petróleo. Esses organismos geralmente falham ao degradar asfaltenos e compostos aromáticos com quatro ou mais anéis, assim, acrescentar microrganismos exógenos já adaptados é uma solução interessante (ATLAS, 1995).
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Tratamento de água oleosa por eletrofloculação

Tratamento de água oleosa por eletrofloculação

Alternativas para a água produzida em campos terrestres incluem reuso e reciclo da água, após pequenos tratamentos, a qual pode ser utilizada para irrigação de plantações, como fonte de água para animais silvestres, cultivo de peixes, cultivo hidropônico de vegetais, represamento de água, entre outros (VEIL et al., 2004). No Brasil, na região do semiárido do Rio Grande do Norte já existem alguns projetos pioneiros que utilizam a água de produção tratada para irrigação de plantação de mamona na produção de biodiesel. Além de aplicações voltadas à agricultura, a água produzida já está sendo utilizada na geração de vapor visando à recuperação terciária de petróleo em todo o campo de Fazenda Belém, no Ceará. Outros campos de produção em Sergipe estão implantando o mesmo procedimento, inclusive tornando viável a produção de petróleo em campos muito maduros (GABARDO, 2007).
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Estabilização de encostas através de drenagem profunda: estudo de um caso de estabilização...

Estabilização de encostas através de drenagem profunda: estudo de um caso de estabilização...

Yassuda (1988) citou as obras emergenciais de estabilização de uma gigantesca massa de solo e rocha que se movimentava em direção à barragem de Tablachaca, região andina do Peru. A massa de solo e rocha compunha a face de um vale cujo talude lateral estava inclinado entre cerca de 37° e 45º com a horizontal, com uma largura variável entre 200 e 300 m, ao longo de um desnível superior a 300 m. Ao apresentar movimentações, esta grande massa ameaçava a operação da barragem, cuja potência instalada é responsável por cerca de 50% da energia do Peru. Além de berma junto ao pé do talude, cortinas atirantadas e drenagem superficial, foi executada drenagem profunda através de dois túneis principais com várias galerias transversais (Figuras 3.16 e 3.17). Junto à abóbada dos túneis, foram executados drenos radiais com comprimentos médios da ordem de 20 m. Como complemento da drenagem dos túneis foram executados DHPs a partir da superfície do talude, com comprimentos que chegavam a atingir cerca de 90 m.
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Otimização da fase oleosa de nanoemulsões de fenitoína

Otimização da fase oleosa de nanoemulsões de fenitoína

Quando a fórmula continha fenitoína, esta foi dissolvida na mistura anidra à temperatura ambiente, com agitação em vórtex, sendo por vezes necessário aguardar 24 h para que ocorresse dissolução total. A emulsão foi obtida com adição faseada da fase aquosa à fase oleosa, com agitação magnética, na proporção pretendida. Na série de 32 formulações planeadas por DOE, o protocolo utilizado para a preparação das emulsões foi dividido em duas partes. Primeiramente, foram preparadas as formulações anidras contendo fenitoína, conforme descrito anteriormente, para assegurar a dissolução da mesma, e em seguida as restantes, num total de 2 g. Foram preparadas, posteriormente, as emulsões correspondentes a cada fase anidra, na ordem aleatória do desenho e na proporção de 90% de água para um total de 5 mL de emulsão (0,5 g de fase anidra e 4,5 g de água filtrada), excluindo as formulações anidras que não apresentavam dissolução total da fenitoína 15 dias após a preparação da mesma. O procedimento adotado foi o seguinte: pesagem de 0,5 g de formulação anidra, em balança analítica, para um frasco de vidro, adição de 0,5 g de água sob agitação magnética a 200 rotações por minuto (rpm) em banho-maria termostatizado a 20 ˚C, colocado sobre placa de agitação (Lab mix-25 da Fisher Scientific, Massachusetts, Estados Unidos da América), aguardando até a emulsão primária estar homogénea. Em algumas formulações foi necessário efetuar agitação em vórtex para ocorrer homogeneização, devido à formação de um gel semi- sólido ou sólido. Em seguida, adição dos restantes 4 g de água, em contínuo, mantendo a agitação de 200 rpm por mais 15 min, garantindo homogeneidade. As emulsões foram armazenadas a 20 ˚C num agitador orbital (Agitorb 200, Aralab, Portugal).
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Modelagem computacional do processo de gaseificação de borra de petróleo visando à geração de energia elétrica utilizando o software Aspen Plus™

Modelagem computacional do processo de gaseificação de borra de petróleo visando à geração de energia elétrica utilizando o software Aspen Plus™

Em geral, a borra de petróleo é um resíduo recalcitrante, com um pH em uma faixa entre 6,5 e 7,5, e caracterizado como uma emulsão estável de água, sólidos, hidrocarbonetos de petróleo (HCPs) e metais (HU et al., 2013). A estabilidade das emulsões água/óleo depende principalmente de uma camada protetora que impede que as gotículas de água se aglutinem. Este filme interfacial é composto por muitos emulsionantes naturais, tais como alguns constituintes de HCPs (por exemplo, asfaltenos e resinas), sólidos finos, ácidos orgânicos solúveis em óleo e outros materiais finamente divididos (KRALOVA et al., 2011). A borra também contém hidrocarbonetos parafínicos com doze até dezessete carbonos (C12 – C17), os quais não são tóxicos, mas que contribuem com a solidificação sob certas condições (REDDY et al., 2011).
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O conceito de estabilização

O conceito de estabilização

A apropriação seletiva de algumas categorias conceituais, originadas na agenda dos Estudos para a Paz, como as noções de causas ou raízes profundas dos conflitos e a noção de transformação de conflitos, parece igualmente problemática na medida em que opera um deslocamento do foco originalmente crítico e emancipatório desses conceitos para o foco instrumental e estratégico, próprio das doutrinas de estabilidade e estabilização. Se, na agenda dos Estudos para a Paz e no vocabulário tradicional da ONU, a transformação das raízes profundas dos conflitos é geralmente associada à noção de consolidação da paz (peacebuilding) e à construção de uma paz sustentável e duradoura, o que se nota no documento doutrinário norte-americano é uma rearticulação retórica, que coloca a transformação das raízes do conflito a serviço da “estabilidade duradoura”. Confinar os conceitos de consolidação da paz e transformação de conflitos dentro do quadro doutrinário da estabilização é problemático do ponto de vista dos Estudos para a Paz, pois isto trai todos os seus esforços, de mais de sessenta anos, de desenvolver uma agenda acadêmica comprometida com a conceptualização da paz em seus próprios méritos (Oliveira 2017, 151-156). É o imenso esforço conceitual e teórico de pensar a paz por meios pacíficos ─ e não a partir dos meios de força ─ que não consegue ser captado pelas doutrinas de estabilização estabelecidas pelas organizações burocráticas da segurança e defesa, fazendo com que suas concepções pareçam sempre minimalistas e redutoras aos olhos dos estudiosos da paz.
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Utilização da borra de soja na terminação de novilhos em confinamento

Utilização da borra de soja na terminação de novilhos em confinamento

Conceitualmente, a borra de soja é classificada como fonte de gordura (55,6% de extrato etéreo) disponível na indústria alimentícia, oriunda do processamento da soja onde é obtida após extração por solvente. Inicialmente, origina-se o óleo bruto que passa por uma etapa denominada de degomagem, em que resultam o óleo degomado e a goma que após passar pela etapa de secagem se transforma em lecitina (Pukasiewicz et al, 2004). Esse resíduo decorrente do processamento de soja chamado de borra de óleo que corresponde a 0,04% dos resíduos sólidos gerados é obtido no fundo dos tanques de óleo bruto e pode ser utilizado como matéria prima na obtenção de glicerol e ácido graxo. Alguns tipos de borras de óleo têm como características possuírem elevados níveis de ácidos graxos livres, como é o caso das gorduras hidrolisadas e do óleo ácido de soja. Normalmente, essas gorduras são subprodutos da indústria alimentícia que acabam sofrendo uma ruptura da ligação dos triglicerídeos em seu processamento, liberando glicerol e ácidos graxos (Queiroz, 2000). A borra de soja caracteriza-se por ser um resíduo altamente energético (55,6% de extrato etéreo) e digestível (155,02% de nutrientes digestíveis totais), tornando-se uma atraente alternativa por aumentar a densidade calórica da dieta sem incorrer em sobrecarga de concentrados.
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Obtenção de ésteres metílicos a partir da borra de café

Obtenção de ésteres metílicos a partir da borra de café

Os protocolos de extração da fração lipídica da borra de café estudados mostraram-se efetivos. A extração com Soxhlet demonstrou ser ligeiramente mais eficiente quanto ao rendimento em lipídios, quando comparada a extração com ultrassom. Por outro lado, no processo de extração com ultrassom, o gasto energético foi 1500% menor, bem como o tempo de extração (seis vezes menor). O biodiesel obtido pela transesterificação por metanólise básica, apresentou características físico- químicas de densidade e índice de acidez adequados para uso como combustível, segundo legislação vigente.
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Álgebras de estabilização

Álgebras de estabilização

No segundo e principal capítulo, desenvolveremos uma teoria análoga à das linguagens formais, intro- duzindo o conceito de ideal de ordem reconhecível o qual generaliza o de linguagem regular. Definimos álgebra de estabilização e autómato de estabilização. O nosso conceito de álgebra de estabilização di- fere em parte do apresentado em [3]. Construímos F(A), a álgebra de estabilização "livre", e definimos ideal de ordem reconhecível em F(A). Após apresentarmos o conceito de autómato de estabilização, provamos que um ideal de ordem é reconhecido por uma álgebra de estabilização finita se e só se é reconhecido por um autómato de estabilização finito. Provamos também que o Problema da Igualdade para ideais de ordem reconhecíveis é decidível, tal como acontece nas linguagens regulares.
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