Estação de parição

Top PDF Estação de parição:

PRECOCIDADE DE PARTO NA ESTAÇÃO DE PARIÇÃO SOBRE A EFICIÊNCIA PRODUTIVA DE VACAS PRIMÍPARAS AOS 24 MESES DE IDADE PRECOCITY OF CALVING SEASON IN THE PRODUCTIVE EFFICIENCY OF PRIMIPAROUS COWS AT 24 MONTHS OF AGE

PRECOCIDADE DE PARTO NA ESTAÇÃO DE PARIÇÃO SOBRE A EFICIÊNCIA PRODUTIVA DE VACAS PRIMÍPARAS AOS 24 MESES DE IDADE PRECOCITY OF CALVING SEASON IN THE PRODUCTIVE EFFICIENCY OF PRIMIPAROUS COWS AT 24 MONTHS OF AGE

Objetivou-se verificar o efeito de dois períodos de parto, na estação de parição (precoces: setembro; e tardios: outubro), sobre a eficiência de 54 vacas Red Angus primíparas aos 24 meses de idade. As vacas foram mantidas em pastagem natural e cultivadas de Lotus corniculatus e Lolium multiflorum nos períodos pré e pós-parto, respectivamente. Utilizou-se inseminação artificial em tempo fixo, com dois protocolos, em intervalo de 30 dias. Realizaram-se diagnósticos de gestação 30 dias após cada protocolo. Bezerros de vacas paridas precocemente ganharam mais peso durante o aleitamento, sendo mais pesados ao desmame, quando comparados aos de vacas tardias, perfazendo maiores ganhos do conjunto vaca-bezerro durante a lactação (0,721±0,030 e 0,699±0,032 kg). O desempenho reprodutivo foi superior paras as vacas paridas precocemente nas duas sincronizações e no índice de prenhez total (86,2 e 52%). Vacas precoces na parição obtiveram maiores índices de produção de bezerros (161,5±3,2 e 92,5±3,5 kg), produção de bezerros/kg de vaca ao desmame (40,9±0,97 e 23,7±1,04 kg) e eficiência produtiva ao parto (34,3±1,25 e 20,8±1,35 kg). Vacas paridas precocemente são mais eficientes na produção de kg de bezerros/kg de vaca ao parto e ao desmame e, associando-se kg produzidos e prenhez subsequente, apresentam maior índice de produção de bezerros.
Mostrar mais

9 Ler mais

Efeito da base genética materna e da estação de parição sobre variáveis produtivas de fêmeas primíparas Holandês x Zebu.

Efeito da base genética materna e da estação de parição sobre variáveis produtivas de fêmeas primíparas Holandês x Zebu.

Apesar de alguns trabalhos na literatura estudarem os sistemas de produção com gado mestiço leiteiro F1 Holandês x Zebu (Freitas et al., 2001; Saulytis, 2004), algumas características de grande importância, como o peso à cobrição e ao primeiro parto, ainda não foram bem avaliadas. De igual forma, há muito a se conhecer sobre o sistema de recria das novilhas. Além disso, poucos trabalhos na literatura nacional têm comparado o efeito da base genética materna zebuína e da estação de parição sobre diferentes variáveis produtivas. O objetivo

7 Ler mais

Mês de parição, condição corporal e resposta ao protocolo de inseminação artificial em tempo fixo em vacas de corte primíparas.

Mês de parição, condição corporal e resposta ao protocolo de inseminação artificial em tempo fixo em vacas de corte primíparas.

Os animais foram divididos aleatoriamente, antes da estação de monta, em dois grupos (I e II) com 100 animais cada, sincronizados e inseminados em duas épocas e depois submetidos à monta natural, visando à distribuição dos partos na estação de parição subseqüente. A IATF do grupo I foi realizada em 29 de novembro de 2003, e as vacas foram submetidas à monta natural de 30 de novembro de 2003 até 28 de fevereiro de 2004; a IATF do grupo II foi realizada em 24 de janeiro de 2004, e as vacas submetidas à monta natural de 25 de janeiro até 28 de fevereiro de 2004. Após o diagnóstico de gestação, realizado em junho de 2004, foram mantidos no experimento 155 animais que vieram a parir entre setembro e dezembro de 2004, sendo 87 animais da raça Nelore e 68 animais ½ Nelore + ½ Red Angus.
Mostrar mais

8 Ler mais

Determinação de fatores multiplicativos para estimar a produção de leite no dia do controle leiteiro, a partir da produção de leite da manhã ou da tarde.

Determinação de fatores multiplicativos para estimar a produção de leite no dia do controle leiteiro, a partir da produção de leite da manhã ou da tarde.

RESUMO - O objetivo deste trabalho foi determinar fatores multiplicativos para estimar a produção de leite (PD) no dia do controle leiteiro, com base na produção de leite da ordenha da manhã (PM) ou da tarde (PT), obtidos de 3632 lactações de 2143 vacas da raça Gir, filhas de 336 touros, de registros entre 1986 e 1996. Ano de parto (A), duração da lactação - linear (DL), idade ao parto - linear e quadrática (I) e um fator K (possíveis interações duplas, triplas e quadrupla entre nível de manejo (baixo-alto), classe de ordem de parto (primíparas-multíparas), estação de parição (águas-seca) e nove classes de intervalo do parto ao controle leiteiro foram considerados, no modelo, para se ajustarem aos fatores multiplicativos da manhã (FM) e da tarde (FT). Foram observados efeitos significativos de A, I, DL e K sobre os fatores, à exceção do efeito da DL sobre FT, sugerindo o uso de fatores que considerem simultaneamente os efeitos contidos em K, além de A, I e DL, para se obterem estimativas mais precisas da produção de leite no dia do controle leiteiro. Os fatores multiplicativos da manhã diminuíram no decorrer da lactação, em ambas as estações, para multíparas e primíparas e animais criados em rebanhos de alto nível de manejo. No entanto, FT tendeu a aumentar, tanto para vacas como para primíparas, nas duas estações e em rebanhos que se encontram em ambos os níveis de manejo, exceto para vacas em rebanhos de baixo nível de manejo, na estação das águas, que não apresentaram comportamento constante.
Mostrar mais

7 Ler mais

Relação entre o escore de comportamento materno e as características fisiológicas de ovelhas.

Relação entre o escore de comportamento materno e as características fisiológicas de ovelhas.

O teste utilizado para determinar o temperamento das ovelhas durante a estação de parição foi o escore de comportamento materno, realizado de forma direta e focal entre as 12 e 24 horas de vida dos cordeiros. Esse teste consiste em atribuir escores numa escala de seis pontos, com o objetivo de avaliar a distância de fuga das ovelhas, adaptado de O’Connor et al. (1985) pela inclusão do sexto valor à ovelha que manteve contato físico com o(s) seu(s) cordeiro(s). Os cordeiros que nasceram pela manhã foram identificados e pesados à tarde e aqueles nascidos à tarde foram identificados e pesados na manhã seguinte.
Mostrar mais

9 Ler mais

Variação sazonal da contaminação por helmintos em matrizes ovinas e borregos submetidos a controle integrado e criados em pastagens tropicais.

Variação sazonal da contaminação por helmintos em matrizes ovinas e borregos submetidos a controle integrado e criados em pastagens tropicais.

Durante o mês de abril, a média do OPG (5272) das fêmeas da segunda propriedade foi significativamente maior (p<0,001), quando comparada com a da primeira propriedade e a dos borregos nas duas propriedades (Figura 2). Nesse plantel, o proprietário e os tratadores relataram a mortalidade de 35% das matrizes durante a estação de parição avaliada. Esse fato pode estar relacionado às práticas de manejo adotadas em cada propriedade. Na primeira, as fêmeas foram vermifugadas 20 dias antes do parto e mantidas em piquetes-maternidade, enquanto que, na segunda, essas práticas não foram realizadas. Aumentos expressivos no OPG de fêmeas não vermifugadas no periparto têm sido relatados também nos estudos de AMARANTE, (1993), AMARANTE & BARBOSA (1995) e SASA et al., (2008). Pelos dados obtidos nessas pesquisas, somados aos resultados deste estudo, verifica-se a importância de um controle tático da helmintose, enfatizando-se a vermifugação obrigatória das matrizes no pré-parto. Essa prática, além de minimizar as perdas econômicas e de produtividade, seria primordial para se manter a saúde e a vida das matrizes em rebanhos ovinos criados em condições tropicais.
Mostrar mais

6 Ler mais

Efeito da composição genética e de fatores de meio sobre a produção de leite, a duração da lactação e a produção de leite por dia de intervalo de partos de vacas mestiças Holandês-Gir.

Efeito da composição genética e de fatores de meio sobre a produção de leite, a duração da lactação e a produção de leite por dia de intervalo de partos de vacas mestiças Holandês-Gir.

Ao analisar modelos para cada composição genética individualmente, verificou-se a estação de parição mostrou ser fonte de variação importante sobre a duração da lactação das vacas 1/2 (P<0,01) e 3/4 Holandês-Gir (P<0,05). Em ambos os casos, maior duração foi observada para lactações iniciadas no período das chuvas (Tab. 7). Os resultados encontrados podem ser explicados pelo fato de os animais receberem alimentação volumosa no cocho durante o período de maior produção e ainda os animais que parem no final da estação chuvosa têm o terço final da lactação coincidente com o início do período chuvoso, época em que a grande disponibilidade de forragens verdes permite maior persistência da lactação. Matos (1983) encontrou maior duração para lactações iniciadas na segunda metade do período chuvoso e primeira metade do período seco.
Mostrar mais

10 Ler mais

Prolificidade de caprinos mestiços leiteiros no semiárido nordestino.

Prolificidade de caprinos mestiços leiteiros no semiárido nordestino.

As chances de ocorrência de partos múltiplos (Tabela 1) tenderam a aumentar com o aumento da idade da fêmea (ordem do parto); ou seja, à medida que a fêmea tornou-se anatômica e fisiologicamente mais preparada. As maiores diferenças observadas foram em relação às chances estimadas entre o primeiro e os demais partos (Tabela 1), o que sugere menor condição fisiológica das fêmeas na primeira cobertura. Fêmeas de segunda parição apresentaram 3,75 vezes mais chances de ter parto múltiplo que as de primeira; as de terceira 6,34 vezes mais chances que a de primeira e assim sucessivamente, até as de sétima parição, que apresentaram 26,4 vezes mais chances de parirem duas ou mais crias. As diferenças da segunda ordem, em relação às superiores, foram menores em comparação às de primeira. As chances de ocorrência de partos múltiplos foram próximas entre as fêmeas com três ou mais partos, uma vez que as fêmeas nesse estágio já atingiram a maturidade fisiológica. As fêmeas com sete partos, como exceção, apresentaram chances significativamente maiores que as de terceira e quinta ordem. Silva & Araújo (2000), estudando caprinos mestiços no Nordeste do Brasil por meio de uma metodologia que pressupõe normalidade, verificaram influência da ordem do parto sobre a prolificidade. Estes autores verificaram uma variação do primeiro ao quinto de 1,47 a 1,82 cabrito/parto e atribuíram essa variação ao estado fisiológico da matriz, principalmente do aparelho reprodutor.
Mostrar mais

6 Ler mais

Desempenho reprodutivo de cabras alpinas tratadas com hCG cinco dias após o acasalamento.

Desempenho reprodutivo de cabras alpinas tratadas com hCG cinco dias após o acasalamento.

Em ovinos, a administração de hCG após a inseminação estimulou a função luteal, repercutindo em aumento na concentração plasmática de P4. Todavia, não houve alteração nas taxas de gestação e de parição e na prolificidade (Ishida et al., 1999). Da mesma forma, neste estudo, tanto as taxas de gesta- ção e parição quanto a prolificidade (Tabela 3) não foram significativamente alteradas pela administra- ção de hCG cinco dias após o acasalamento.

6 Ler mais

Estação de monta aliada à maior oferta de forragem e matéria seca

Estação de monta aliada à maior oferta de forragem e matéria seca

O manejo de monta com os touros permanecendo durante todo ano junto com as vacas, nas regiões tropicais, apresenta diversas desvantagens, como a maior dificuldade no manejo sanitário, na seleção de matrizes e nos ajustes da carga animal de acordo com a estacionalidade da produção de forragem da propriedade. As parições ocorrem durante todo o ano, dificultando os manejos de nascimento, desmama e vacinações. A maior desvantagem, entretanto, é a dificuldade do controle zootécnico e sanitário do rebanho, devido à falta de uniformidade dos animais em relação à idade e ao peso. Esses fatores prejudicam a seleção dos bovinos de maior potencial reprodutivo. A utilização da estação de monta é uma prática amplamente divulgada e de comprovada eficiência. Um fator essencial para o sucesso da estação de monta é a definição da data de seu inicio e término, que deve ser baseado no regime de chuvas e na disponibilidade de forragem. Neste caso relatado, em uma fazenda no município de Água Clara/MS, a estação de monta ocorria de janeiro a abril, tendo os nascimentos nos meses de outubro a janeiro. Com isso, a carga animal na propriedade aumentava em uma época de baixa oferta de forragem, prejudicando a recuperação do capim no período pós-estiagem, a manutenção das matrizes e o desenvolvimento dos bezerros desmamados, que muitas vezes necessitavam ser suplementados nutricionalmente. As matrizes necessitavam de mais tempo para recuperar o escore corporal e muitas vezes não atingiam a condição adequada na parição subseqüente, o que aumentava o intervalo entre partos. A situação exigiu uma alteração radical da estação de monta, para o período de setembro a dezembro, para ajustar o aumento da carga animal com a maior oferta e qualidade de forragem. Essa mudança melhorou a recuperação das vacas após a desmama e disponibilizou melhor alimentação para os animais desmamados, melhorando a condição de venda dos machos e ganho de peso para as fêmeas que entrariam na reposição do rebanho. Outro resultado de grande importância foi a melhoria da condição sanitária e diminuição de uso de medicamentos nos bezerros nascidos, já que os nascimentos passaram a ocorrer na época seca, diminuindo consideravelmente a ocorrência de miíases e diarréia neonatal. Esses resultados ilustram a importância de ajustar o período da estação de monta ao regime de chuvas da região, melhorando a condição das matrizes na próxima parição e a condição dos bezerros no desmame, seja para venda ou reposição.
Mostrar mais

1 Ler mais

Análise da influência da temperatura no comportamento dinâmico de uma ponte pedonal em Santo Tirso

Análise da influência da temperatura no comportamento dinâmico de uma ponte pedonal em Santo Tirso

A análise dos sinais recolhidos pelo sistema de monitorização da ponte pedonal para a estação de Verão foi efetuada com o mesmo procedimento enunciado para a estação de I[r]

117 Ler mais

Efeito da ordem de parição e do período de ordenha na produção e composição do colostro e do leite de transição de cabras Saanen.

Efeito da ordem de parição e do período de ordenha na produção e composição do colostro e do leite de transição de cabras Saanen.

de primeira (6,49) e segunda parição (6,46). Esta diferença pode estar relacionada a diferenças no número de células somáticas do leite, que varia, entre outros fatores, com a idade do animal (Harmon, 1994). Os valores de pH encon- trados nesta pesquisa foram próximos aos obtidos por Arguello et al. (2006), contudo, esses autores não verificaram diferenças (P>0,05) no pH do leite de cabras de primeira, segunda, terceira ou mais lactações.

5 Ler mais

Curvas de lactação de vacas F1 Holandês-Gir ajustadas pela função gama incompleta.

Curvas de lactação de vacas F1 Holandês-Gir ajustadas pela função gama incompleta.

incompleto e os efeitos da ordem de lactação e época de parição sobre os parâmetros da função e sobre a produção inicial (PI), produção no pico de lactação (PP), tempo ao pico de lactação (TP), persistência (PER) e produção total de leite estimada na lactação (PLTLE). As curvas de lactação apresentaram-se curvilíneas com queda da produção a partir do início da lactação. A diferença entre a produção de multíparas e primíparas foi de 48,9%, favorável às primeiras. As multíparas apresentaram maior queda na produção no primeiro mês de lactação e maior persistência, enquanto as primíparas apresentaram fortes quedas ao longo de toda lactação e menor persistência. A diferença da produção de leite entre lactações iniciadas na época seca e das águas foi de 1,6%, favorável à primeira. Os resultados para produção relativa mensal, queda percentual na produção referente ao mês anterior e queda percentual na produção referente ao primeiro mês de lactação indicam poucas diferenças no formato das curvas de lactação para vacas paridas nas épocas da seca e das águas. Baixos valores de R 2 encontrados indicam que a função não produziu bom ajuste para a curva de lactação de vacas desse grupo genético
Mostrar mais

6 Ler mais

Desempenho produtivo de vacas de quatro grupos genéticos submetidas a diferentes manejos alimentares desmamadas aos 42 ou 63 dias pós-parto

Desempenho produtivo de vacas de quatro grupos genéticos submetidas a diferentes manejos alimentares desmamadas aos 42 ou 63 dias pós-parto

O peso no diagnóstico de gestação, bem como a CC, tem implicações de ordem prática importantes. Para vacas que permanecem no rebanho, a melhor CC no outono permite melhor condição para atraves- sar o período crítico do inverno (Restle et al., 2001). Segundo Restle & Vaz (1998), quando é realizado o desmame precoce de bezerros, o problema da “vaca fraca” deixa de existir. Vacas com melhor CC na entrada do inverno irão apresentar também melhor CC na primavera subseqüente, durante a parição. Esse melhor estado na parição propicia melhores condições para a produção de leite (Cerdótes et al., 2004) e retorno mais rápido à manifestação de cio (Restle et al., 2001).
Mostrar mais

12 Ler mais

Padrões de deslocamento de bezerras de corte recebendo suplemento em pastagem de azevém

Padrões de deslocamento de bezerras de corte recebendo suplemento em pastagem de azevém

O objetivo deste trabalho foi avaliar o tempo de permanência, o número de bocados nas estações e o deslocamento entre estações alimentares por bezerras de corte em pastagem de azevém (Lolium multiflorum Lam.) e recebendo farelo de arroz integral como suplemento em três níveis (0,0; 0,5 e 1,0% PC). O método de pastejo foi rotacionado, com número variável de animais. O período de descanso foi estabelecido pela soma térmica (ST) de 187,5ºC, equivalente à ST necessária para a emissão de 1,5 folhas de azevém. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com medidas repetidas no tempo, três níveis de suplemento e seis ciclos de pastejo. O tempo de permanência em cada estação alimentar (9,4s) foi semelhante para bezerras exclusivamente a pasto e as que receberam 1,0% PC de suplemento. As bezerras que receberam 0,5% PC de suplemento permanecem 1,1s a mais na estação alimentar quando comparadas com as bezerras nos demais níveis. O deslocamento entre estações alimentares (1,7 passos) e o número de bocados em cada estação alimentar (sete bocados) foram semelhantes independentemente do nível de farelo de arroz fornecido. As bezerras, ao receberem 0,5% PC de farelo de arroz, são mais dependentes da presença de lâminas foliares no estrato pastejável do dossel.
Mostrar mais

9 Ler mais

Borboletas no semiárido: sazonalidade e padrões de diversidade de borboletas frugívoras em um ambiente extremo

Borboletas no semiárido: sazonalidade e padrões de diversidade de borboletas frugívoras em um ambiente extremo

A distribuição espaço-temporal das populações reflete o ajuste de suas características biológicas às condições ambientais e interações bióticas, conforme elementos precursores adaptativos e filogenéticos. A heterogeneidade de habitat e o clima estacional tendem a causar padrões de atividade dos organismos e de diversidade de espécies. Porém, esses padrões sazonais e espaciais em comunidades de borboletas em ambientes secos ainda não são claros. Estudamos uma comunidade de borboletas frugívoras na ESEC Seridó, no nordeste do Brasil, com o intuito de caracterizar a guilda no semiárido e verificar a contribuição relativa de variáveis climáticas e vegetacionais sobre a sua composição, diversidade e fenofaunística. As borboletas foram amostradas mensalmente, durante um ano, e a distribuição das espécies foi associada às características estruturais de três fitofisionomias (ex. riqueza e abundância de espécies arbóreo-arbustivas, cobertura de dossel, cobertura de herbáceas, serapilheira) e a dados climatológicos (temperatura, pluviosidade e umidade). Foram capturados 9580 indivíduos de 16 espécies de borboletas, pertencentes a quatro subfamílias (Biblidinae, Charaxinae, Nymphalinae e Satyrinae). A riqueza, abundância e diversidade variaram em diferentes escalas, principalmente no tempo, sendo maiores na estação chuvosa, enquanto a β-diversidade e turnover foram maiores na seca. A distribuição das espécies seguiu principalmente as mudanças de umidade, pluviosidade e fenologia vegetacional, não havendo limites definidos entre habitats. O período de voo foi compartilhado dentro das subfamílias, as quais devem ter resposta distinta aos estímulos ambientais, como também responder à fenologia de plantas hospedeiras e ter estratégias de reprodução distintas. Havendo inclusive, indícios de adaptações fisiológicas e comportamentais como reprodução sazonal e estivação. Portanto, houve controle ambiental sobre a distribuição e diversidade de espécies, com o papel chave da associação do clima e estrutura da vegetação na diferenciação da comunidade em estações do ano, e da disponibilidade e qualidade de recursos sobre a variação de abundância das espécies, em pequenas escalas. Tais resultados podem dar suporte ao biomonitoramento e conservação de áreas preservadas, sobretudo em ambientes sob pressão antrópica e de condições ambientais extremas como o semiárido.
Mostrar mais

61 Ler mais

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Dentre os mamíferos presentes nas unidades de conservação Estação Ecológica de Jataí (EEJ) e Parque Estadual de Vassununga (PEV) e na unidade de produção, Estação Experimental de Luiz Antônio (EELA), áreas situadas no nordeste do Estado de São Paulo, estão os catetos, Tayassu tajacu. Entre Março de 2000 e Janeiro de 2004 foram estudados as áreas de vida destes animais, o uso do espaço, a dieta e os impactos sobre as populações nas áreas estudadas. Para obtenção dos dados foi utilizada a técnica de radiotelemetria como ferramenta e métodos de rastreamento terrestre. Sete catetos receberam rádio-colares para monitoramento. Foram determinadas quatro áreas de vida sendo três referentes a cada um dos animais da Estação Ecológica de Jataí (EEJ) e Estação Experimental de Luiz Antônio (EELA) com 161, 930 e 1.387 hectares e uma referente ao Parque Estadual de Vassununga (PEV) com 350 hectares. Foram evidenciadas 22 espécies de plantas utilizadas pelos catetos, das quais 16 de uso confirmado na dieta alimentar, cinco consideradas como de uso provável e uma espécie usada como abrigo. Foram também observadas como itens da dieta alimentar frutos de duas palmeiras (Família Arecaceae) e de outras espécies nativas, além de cinco espécies exóticas cultivadas em pomares da EELA. Foram identificados alguns fatores que interferem negativamente sobre as populações de catetos e de outros animais relacionados com a aplicação de agrotóxicos e atividades de caça e de coleta de madeira exótica. Impactos indiretos foram também identificados mostrando a necessidade de implementar um sistema de gestão de unidades de conservação para a região, incluindo a definição de Planos de Manejo que priorizem a biodiversidade regional.
Mostrar mais

148 Ler mais

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu (Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu (Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Among the present mammals in the units of conservation Estação Ecológica de Jataí (EEJ) and Parque Estadual de Vassununga (PEV) and in the unit of production, Estação Experimental de Luiz Antônio (EELA), located in the northeast of the State of São Paulo, are the peccaries, Tayassu tajacu. Between March of 2000 and January of 2004, the home range of them, the use of the space, diet and the impacts on the populations in these areas were studied. For obtaining the data, the radiotelemetry technique was used as tool and methods of terrestrial tracking. Seven peccaries received radio-collars for monitoring. It was established four home ranges being three referring to each one of the peccaries of the Estação Ecológica de Jataí (EEJ) and Estação Experimental de Luiz Antônio with 161, 930 and 1.387 hectares and one regarding of the Parque Estadual de Vassununga (PEV), with 350 hectares. It were identified 22 species of plants used by the peccaries and 16 of wich were of confirmed use in the diet, five were considered as of probable use and one species was used as shelter. The diet also included ingested fruits of two palm trees (Família Arecaceae), other native species and five exotic species cultivated at orchards of EELA. It was identified some in this study factors that can be interfering negatively on the populations of peccaries and of other animals as weed killer application, hunts and activities of collection of exotic wood. Indirect impacts were also identified showing the need to improve the system of administration of units of conservation, including the definition of Management Plans that prioritize the regional biodiversity.
Mostrar mais

148 Ler mais

Comunicação, cultura e mídia: o mito do Unhudo da Pedra Branca

Comunicação, cultura e mídia: o mito do Unhudo da Pedra Branca

Dois Córregos recebeu recentemente o prêmio "Mário Covas" do Sebrae nacional. Esse prêmio é da minha secretaria de cultura e turismo. Sou diretor de cultura e turismo. Evidentemente o prêmio Mário Covas seria dado a uma prefeitura empreendedora. Várias prefeituras já receberam esse prêmio no Brasil. Aqui na região foram 5 e nós, o empreendimento poderia ser em qualquer área. Eu escolhi o turismo. Eu fiz um projeto que se chama "Resistência cultural voltada ao turismo - à preservação das lendas, dos costumes e do meio ambiente interagindo como atração turística". Esse projeto engloba um pequeno parque de 2 alqueires que está sendo construído e neste parque vai ter que o museu das lendas, então eu já tenho 9 óleos sobre tela sobre tela sobre as 9 lendas de Dois Córregos. O parque se chama "Parque Águas do Lageado". Esse prêmio do Sebrae ainda não foi entregue, provavelmente vai haver solenidade de premiação. Mas esse projeto engloba tudo, por exemplo, Dois Córregos está despoluindo os 2 córregos para uma futura instalação de estação de tratamento. Você vê que no nosso entender o turismo (principalmente o que vem da capital) ele está esperando pessoas simples, mas não sujas não está esperando mau cheiro de córregos, praças mal cuidadas, ele espera que venha p/ um lugar civilizado, então a preservação do meio-ambiente tem que fazer parte do turismo. Isso não pode ser só privilégio de Brotas e de nenhuma cidade. Há uma obrigação ética de toda a cidade pela preservação do ambiente. Eu acho até um pouco de exagero uma cidade dizer que tem Ecoturismo. Eu acho que ela tem obrigação de preservar a ecologia. É obrigação nossa preservar as cachoeiras, uma nascente, as matas. A preservação da natureza tem que ser uma tendência natural do humano.
Mostrar mais

217 Ler mais

Show all 6486 documents...