Estádios de crescimento

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TOLERÂNCIA DO ALGODOEIRO AO HERBICIDA TRIFLOXYSULFURON– SODIUM, APÓS APLICAÇÃO EM TRÊS ESTÁDIOS FENOLÓGICOS DA CULTURA

TOLERÂNCIA DO ALGODOEIRO AO HERBICIDA TRIFLOXYSULFURON– SODIUM, APÓS APLICAÇÃO EM TRÊS ESTÁDIOS FENOLÓGICOS DA CULTURA

também, adubações de cobertura com macro e micronu- trientes, segundo recomendações técnicas da cultura (Sil- va, 1999), para maximizar a produtividade. Foram semeadas 10 sementes do cultivar Fabrika em cada vaso, com o obje- tivo de obter uma planta por vaso, após os debastes reali- zados aos três, cinco e sete dias após a emergência (DAE). Utilizou-se o esquema fatorial 3 x 4, no delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições, sendo o primeiro fator três estádios de crescimento: duas, qua- tro e seis folhas — estádio de V 2 , V 4 e V 6 (Marur & Ruano, 2001) —, respectivamente aos 12, 19 e 26 dias após a emergência (DAE), e o segundo, quatro doses de herbicida (0,0; 5,0; 10,0; e 15 g ha -1 do produto comer-
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Padrão de evolução da função SI nos serviços de informática de grande dimensão da Administração Pública Portuguesa

Padrão de evolução da função SI nos serviços de informática de grande dimensão da Administração Pública Portuguesa

Em relação às actividades de organização, existem três características importantes: posição do director de PD, comité de direcção e grau de especialização na utilização dos SI. Inicialmente, a localização organizacional do director de PD é relativamente baixa, constituindo, em termos de tarefas, apenas uma parte das suas responsabilidades nas áreas funcionais. Esta posição vai subindo, até ao topo da hierarquia, à medida que a organização progride pelos quatro estádios de crescimento. O Comité de Direcção é constituído, entre outros, por elementos do topo da gestão, indicando uma consciencialização do potencial e importância dos recursos computacionais. Tipicamente, o comité de direcção é constituído no estádio III e no estádio IV torna-se num refinado dispositivo que assegura a alocação eficiente dos recursos atendendo aos objectivos organizacionais. Os processos de crescimento incrementam a especialização na utilização dos SI. São constituídos grupos especializados para programação de sistemas, programação de aplicações, operação, manutenção e gestão.
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Euferpe edulis (palmiteiro) é uma das espécies da Floresta Atlântica que mais

Euferpe edulis (palmiteiro) é uma das espécies da Floresta Atlântica que mais

Para possibilitar a generalização dos dados obtidos neste experimento, optou-se pelo uso de estádios de crescimento e não da idade da plântula, uma vez que a idade do indivíduo não rep[r]

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Evapotranspiração e coeficientes de cultura da melancieira irrigada por gotejamento em Alvorada do Gurguéia-PI

Evapotranspiração e coeficientes de cultura da melancieira irrigada por gotejamento em Alvorada do Gurguéia-PI

O pico da demanda hídrica ocorreu no estádio intermediário (III) e foi de 9,21 mm dia -1 (Tabela 7). Os valores de ETc foram elevados (acima de 5,0 mm dia -1 ), na maior parte do ciclo da cultura (estádios de crescimento, intermediário e final) (Figura 20 e Tabela 7) evidenciando que à medida que a cobertura da folhagem da planta aumentava sobre as áreas de solo umedecido pela irrigação, diminuindo a evaporação nessas áreas, e sobre as áreas de solo seco não umedecidos e anteriormente expostos diretamente à radiação solar e ao vento, a área efetiva para a transpiração na área cultivada aumentou a área de superfície mais fria na área experimental, aumentando o gradiente de calor sensível entre a área experimental (mais úmida e mais fria) e as áreas mais secas ao redor da área experimental (mais secas e mais quentes). Isso faz com que o taxa de fluxo horizontal de calor sensível das áreas adjacentes para a área
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AVALIAÇÃO DE CRESCIMENTO DE PLÂNTULAS DE QUIABEIRO EM DIFERENTES SUBSTRATOSLgia Renata Almeida da SILVA, Willian Batista SILVA, Glucia Michelle Cosme  SILVA, Fbio Ribeiro BARROS, Edilson R. GOMES, Miguel Reginaldo Texeira  da SILVA, Jos W. SETBAL

AVALIAÇÃO DE CRESCIMENTO DE PLÂNTULAS DE QUIABEIRO EM DIFERENTES SUBSTRATOSLgia Renata Almeida da SILVA, Willian Batista SILVA, Glucia Michelle Cosme SILVA, Fbio Ribeiro BARROS, Edilson R. GOMES, Miguel Reginaldo Texeira da SILVA, Jos W. SETBAL

Visando uma melhoria no cultivo intensivo do quiabeiro, esse trabalho tem como objetivo, avaliar os cinco estádios de crescimento do quiabo, plantado em bandejas de poliestireno (homopolímeros), em função de quatro diferentes substratos por meio da avaliação dos parâmetros do diâmetro do colo, comprimento da raiz, comprimento do hipocótilo, peso seco e peso verde da raiz e da parte aérea das plântulas, nas cinco épocas de crescimento estudadas.

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Estádios de desenvolvimento embrionário de vacas zebuínas superovuladas.

Estádios de desenvolvimento embrionário de vacas zebuínas superovuladas.

Com relação à ultra-estrutura embrionária, Esper & Barbosa (1993) encontraram menor área média de mitocôndrias, maior área média de lisossomos (sobretudo nas células trofoblásticas) e menor volume de lipídes em blastômeros de embriões zebuínos em relação aos de embriões taurinos. Talvez a característica mais importante de zebuínos que possa justificar a obtenção de estádios embrionários mais avançados esteja relacionada à ovulação. O hormônio luteinizante (LH), que coordena a ovulação em bovinos, apresenta uma onda pré-ovulatória entre 20 e 22 horas antes da ovulação ou três a seis horas após o início do estro em fêmeas taurinas (Henricks et al., 1970). Isto ocorre mais precocemente em fêmeas zebuínas (Cavalieri et al., 1997). Fêmeas Brahman apresentaram menor conteúdo de LH hipofisário, onda pré- ovulatória de LH mais precoce (Randel, 1976), com menor amplitude e duração (Randel, 1976; Rhodes et al., 1978) e ovulações cerca de 10 horas mais cedo em relação ao início do estro do que fêmeas Hereford (Randel, 1976). Ovulações mais precoces podem refletir em fertilizações também mais precoces, o que daria aos embriões zebuínos tempo adicional para desenvolvimento, permitindo-lhes atingirem estádios relativamente mais avançados no dia da coleta de embriões.
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Cultivares e estádios de Colheita no Rendimento Forrageiro da Soja

Cultivares e estádios de Colheita no Rendimento Forrageiro da Soja

Os rendimentos de matéria seca e feno aumentaram à medida que os cortes foram re- alizados em estádios mais avançados, sendo as maiores produtividades alcançadas com os cortes nos estádios reprodutivos R4, R5 e R6, que não diferiram entre si. Isso significa que o corte pode ser realizado a partir de R4, sem prejuízos no rendimento de matéria seca ou feno. No caso da produção de massa verde, a partir do estádio R4 ocorre expressiva queda de produtividade.

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Escala para avaliação de estádios fenológicos do cafeeiro arábica.

Escala para avaliação de estádios fenológicos do cafeeiro arábica.

Nessa sucessão de fases vegetativas e reprodutivas, o cafeeiro passa por estádios fenológicos que determinam fases importantes na for- mação da produção das plantas e sendo bem caracterizados, podem auxiliar em pesquisas relati- vas a estimativas de safra, previsão de época de maturação, controle fitossanitário e programa de me- lhoramento do cafeeiro. O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma escala de desenvolvimento fenológico da fase reprodutiva, variando de 0 a 11 pontos, com base em fotografias de cada fase, visan- do facilitar a identificação qualitativa e quantitativa do ciclo fenológico do cafeeiro.
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Estádios de desenvolvimento de mudas de umbuzeiros propagadas por enxertia.

Estádios de desenvolvimento de mudas de umbuzeiros propagadas por enxertia.

A partir de seis meses após a repicagem, as mudas do umbuzeiro avaliadas podem ser enxertadas pelo método de garfagem em fenda cheia ao topo, sendo esse método de enxertia viável para pr[r]

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PPPs e decisões de investimento na construção de estádios de futebol.

PPPs e decisões de investimento na construção de estádios de futebol.

De fato, sendo o futebol um esporte com forte componente de imprevisibilidade e marcado pelo caráter passional de sua audiência, um desem- penho esportivo abaixo dos padrões exigidos pela torcida pode comprometer a realização dos retornos das inversões realizadas, na medida em que resultados ruins podem implicar em menores receitas de bilheteria, redução de exposição na mídia, diminuição das cotas de patrocínio e arrefecimento das vendas de produtos ligados ao clube. Atores privados com aversões a riscos tendem, nesse caso, a serem mais parcimoniosos na decisão de investimento, sobretudo em meio a ce- nários de restrições de crédito e de necessidade de liquidez. Sem embargo, aná- lises mais apressadas podem sugerir uma maior participação dos entes governa- mentais para viabilizar a construção de estádios de futebol, por conta do proble- ma de incerteza da demanda. Sucede que apesar da função pública desempenha- da pelo futebol, sobretudo na sociedade brasileira, um dos aspectos mais atrati- vos das PPPs é justamente suprir, via recursos privados, as demandas que vão além do que pode ser conseguido somente com fontes públicas, de maneira que ao Estado poderia estar reservado o papel de equacionamento das ineficiências que têm afugentado capitais privados, notadamente os aspectos institucionais (LAZZARINI e CABRAL, 2008). Sob a ótica dos investidores privados, é preciso que sejam disponibilizados instrumentos que permitam o gerenciamento adequado dos riscos com possibilidades remotas de absorção por parte do poder público, como é o caso das intempéries associadas às flutuações de receitas geradas pela variação das preferências dos fãs de futebol.
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CaraCterizaÇÃo Dos estÁDios De maturaÇÃo Dos frutos Da murta

CaraCterizaÇÃo Dos estÁDios De maturaÇÃo Dos frutos Da murta

resumo-A murta (Eugenia gracillima Kiaersk.) é uma frutífera nativa na Chapada do Araripe, PE e seu aproveitamento tem sido de forma extrativista, sendo que seu fruto pode ser consumido in natura ou processado como polpa, suco, geleia, licor e doce. Sabendo que a produção de frutas desta espécie é de grande valor socioeconômico para a região, a caracterização dos estádios de maturação do fruto da murta poderá contribuir com o desenvolvimento de sua cadeia produtiva. Desta forma, objetivou-se com o presente trabalho avaliar as mudanças físicas, de qualidade e de maturação dos frutos da murta em diferentes estádios de maturação. Os frutos foram selecionados em cinco estádios e avaliados quanto aos diâmetros longitudinal e transversal; massas fresca, seca e de água; teor de água; sólidos solúveis (SS); acidez titulável (AT); pH; relação SS/AT; carboidratos (amido, açúcares solúveis totais, redutores e não-redutores); ácido ascórbico; pectina total, solúvel e percentagem de solubilização de pectina; fenólicos dímeros, oligoméricos e poliméricos; antocianinas, carotenoides e clorofila totais; e flavonoides amarelos. Durante a maturação dos frutos, foi verificado aumento nos teores de SST, antocianinas e carotenoides totais, na relação SST/ATT e na solubilização de pectinas, e diminuição na ATT e clorofila total. O estádio de maturação com a coloração de casca 100% vermelho escuro (estádio de maturação 4) é o mais apropriado para a colheita dos frutos da murta destinados ao consumo humano.
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O Controlo de Multidões e os seus intervenientes na Segurança dos Estádios

O Controlo de Multidões e os seus intervenientes na Segurança dos Estádios

No dia 1 de Fevereiro de 2012, ocorreu um episódio de violência no estádio de Futebol. A origem quando o árbitro deu por terminada a partida entre as equipas do Al- Masry e do Al-Ahly, onde centenas de adeptos do Al-Masry invadiram o relvado, numa tentativa de agredir adeptos e jogadores da equipa do Al-Ahly. O resultado desses incidentes foram a morte de 74 pessoas na sequência da violência registada. Ainda como resultado final, o Diretor de Segurança, Essam Samak, da cidade Egípcia de Port Said, foi demitido. Uma das pessoas que ficou por ficar ferida foi o treinador Português Manuel Jose, treinador do Al- Ahly, onde afirmou que chegou “a levar pontapés, murros”, afirmou ainda que muitos dos adeptos visitantes “chegaram a entrar na cabina de forma a protegerem- se”. Afirmou ainda que a culpa era dos soldados, “havia dezenas deles e polícias também. Desapareceram todos, era o caos completo.” De acordo com balanço oficial feito pelas autoridades, pelo menos 74 pessoas morreram e outras 248 ficaram feridas nos violentos confrontos. Se ainda não fosse suficiente este acontecimento a violência, estendeu-se às ruas de Port Said, mas também ao estádio do Cairo onde se disputava o encontro entre o Al-Ismailiya e o Zamalek. Foi considerada a maior tragédia registada em estádios de futebol desde a que ocorreu na Guatemala em 1996 onde na altura morreram na altura 82 pessoas.
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Marketing desportivo e as audiências dos estádios portugueses

Marketing desportivo e as audiências dos estádios portugueses

Nos primórdios do desporto português, antes das receitas televisivas, dos contratos de concessão de imagem, e dos lucrativos packages publicitários, os dirigentes desportivos eram conhecidos pelos seus frequentes peditórios. As entidades desportivas estavam dependentes de todo o tipo de subsídios e de grandes cedências por parte das autarquias. A falta de profissionalismo e organização, em quase todos os desportos teve como consequência a diminuição do desporto como prioridade da população. Exemplo disso é o caso de “estádios e pavilhões vazios”. (Carlos Sá e Daniel Sá, Marketing para Desporto, 1999).
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Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.58 número3

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.58 número3

A terapêutica primária do carcinoma de endométrio, re- presentada sobretudo pela cirurgia e radioterapia, prin- cipalmente nos casos de tumores indiferenciados e com iniltração profunda da musculatura miometrial, não demonstra resultados favoráveis no controle tumoral. Sendo o carcinoma endometrial uma doença hormônio- dependente, advogou-se a hipótese de que o emprego de terapia adjuvante endócrina poderia determinar melho- ras, prevenindo recorrência e morte, em pacientes porta- doras da doença em estádios iniciais 8-11 (A).

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Um currículo de masculinidades nos estádios de futebol.

Um currículo de masculinidades nos estádios de futebol.

O artigo procura analisar diferentes masculinidades nos estádios de futebol e ver de que forma elas se hierarquizam, mostrando como as ações dos torcedores, seus cânticos, suas vestimentas e faixas estão envolvidos nas construções das masculinidades desses sujeitos. Os estádios exercem uma pedagogia: aprende-se quando gritar, quando calar, o que gritar, o que calar, o que e como sentir... Argumenta- se que o conceito de currículo construí- do nos estádios de futebol pode ser pensado como práticas que os sujeitos são reiteradamente convidados a fazer. Essas práticas são sistematizadas no artigo em quatro eixos: raça, garra e luta; violência e socialização; um amor de macho; masculinidades subalternas. palavras-chave: masculinidades; currículo; futebol
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DEFICIÊNCIA HÍDRICA EM VÁRIOS ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO DA BATATA.

DEFICIÊNCIA HÍDRICA EM VÁRIOS ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO DA BATATA.

O presente estudo objetivou avaliar o comportamento da cultivar de batata (Solanum tuberosum L.) Monalisa, submetida a déficit hídrico em diferentes estádios fenológicos. O experimento foi conduzido em condições de campo, no município de Piracicaba, SP. Adotou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com oito tratamentos e quatro repetições; os tratamentos consistiram na indução de déficit hídrico em um ou mais estádios fenológicos e foram iniciados 15 dias após a emergência da cultura. O estádio de tuberização foi o mais sensível ao déficit hídrico, ocorrido apenas neste, com redução da produtividade de 48,7% em relação à testemunha. A deficiência hídrica aplicada seqüencialmente nos estádios de tuberização e enchimento de tubérculos provocou redução acentuada na produtividade (65,4%) e, quando aplicada nos três estádios, causou drástica redução na produtividade (70,5%) em relação à testemunha. O déficit hídrico afetou também o tratamento e o número de tubérculos por planta.
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Crescimento in vitro de linhagens de coloração vermelha e verde clara de Gracilaria birdiae (Gracilariales, Rhodophyta) em dois meios de cultura: análise de diferentes estádios reprodutivos.

Crescimento in vitro de linhagens de coloração vermelha e verde clara de Gracilaria birdiae (Gracilariales, Rhodophyta) em dois meios de cultura: análise de diferentes estádios reprodutivos.

Gracilaria sp. apresentou crescimento satisfatório nos dois meios de cultura testados, uma vez que as diferenças obtidas entre as taxas de crescimento de ápices de uma mesma linhagem não foram muito acentuadas quando estes f o r a m cultivados em meios distintos, independentemente da linhagem testada. O tipo de meio de cultura mais adequado para o cultivo in vitro de Gracilaria sp. variou de acordo com o estádio reprodutivo. Desta forma, não é possível estabelecer um meio como o mais adequado para o cultivo in vitro desta espécie sem levarmos em consideração sua diversidade intraespecífica. Gametófitos femininos apresentaram crescimento semelhante em meio Von Stosch e Provasoli. No entanto, o crescimento de gametófitos masculinos e tetrasporófitos foi superior em meio Provasoli, quando comparado ao de espécimes cultivados em Von Stosch. Tais resultados sugerem que os estádios reprodutivos de Gracilaria sp. apresentam necessidades nutricionais distintas, uma vez que os dois meios de cultura testados
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Dinâmica espaço-temporal de Melocactus ernestii subsp. ernestii (Cactaceae) no Nordeste do Brasil.

Dinâmica espaço-temporal de Melocactus ernestii subsp. ernestii (Cactaceae) no Nordeste do Brasil.

Espacializando sobrevivência e mortalidade – As análises dos padrões espaciais de mortalidade e sobrevivência das plântulas em relação aos outros estádios de desenvolvimento (i.e. terceira hipótese) e perenes (i.e. quarta hipótese) foram realizadas com o modelo nulo de rotulagem independente desenvolvido por De la Cruz et al. (2008). Existem modelos nulos para muitas análises multivariadas de padrão de pontos, os quais são muito restritivos quanto ao tipo de pergunta que podem ajudar a resolver, porque não é possível testar se as associações positivas ou negativas entre os dois padrões (p.e. mortalidade e sobrevivência das plântulas) podem ser mediadas por um terceiro padrão (p.e. seca). Essa informação é útil para revelar os mecanismos que determinam as causas e os padrões espaciais e temporais da mortalidade de plântulas (De la Cruz et al. 2008). Para facilitar a visualização e interpretação dos resultados foi utilizada a forma linearizada da função K: L (L *
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Análise morfoanatômica, bioquímica e molecular de dendezeiros (Elaeis guineensis Jacq.) regenerados por embriogênese somática em sistema de imersão temporária

Análise morfoanatômica, bioquímica e molecular de dendezeiros (Elaeis guineensis Jacq.) regenerados por embriogênese somática em sistema de imersão temporária

Na embriogênese somática de Elaeis guineensis, Besse et al. (1992) também verificaram a formação de um calo primário caracteristicamente compacto, organizado e nodular, além de um calo tipicamente embriogênico, caracterizado por apresentar aspecto friável, coloração esbranquiçada e rápido crescimento. No entanto, diferentemente do observado no presente trabalho, verificou-se na análise anatômica desse último propágulo que os mesmos eram constituídos por pequenos agrupamentos de células meristemáticas, associados a um número mais elevado de células alargadas e vacuoladas. Além disso, verificou-se também nesse estudo que esses calos de crescimento rápido, por manterem-se em multiplicação intensa por longos períodos de tempo, estiveram diretamente envolvidos na formação de indivíduos mantled. Assim, para se evitar o aparecimento de tais anomalias foi sugerido por estes autores que estes calos, assim como realizado no presente protocolo, não sejam multiplicados por muitos subcultivos.
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