Estilo de vida ativo

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A influência parental para a promoção de um estilo de vida ativo na prevenção da obesidade infantil.

A influência parental para a promoção de um estilo de vida ativo na prevenção da obesidade infantil.

O não cumprimento das recomendações da Atividade Física (AF) e o dispêndio das crianças em elevado Tempo Sedentário (TS) pode ter como base comportamentos e hábitos da família. Por isso, investigações recentes têm-se dedicado a analisar as questões relacionadas com o apoio parental para a AF. A presente tese tem como objetivo analisar as associações e os efeitos do apoio parental em relação à promoção da AF e redução do TS, como prevenção da obesidade infantil. Este estudo foi realizado com alunos entre os 5 e os 11 anos de idade, de 4 escolas primárias situadas em Fânzeres, entre Setembro de 2012 e Junho de 2013 e inseridos no projeto ACORDA. Através de acelerómetros, recolheram-se informações sobre os níveis de AF e TS. Foram medidos a altura, o peso, percentagem de Massa Gorda (%MG) e o Perímetro de Cintura (PC). O Indicie de Massa Corporal (IMC) foi categorizado de acordo com os pontes de corte específicos para a idade e género, em peso normal, excesso de peso e obesidade. A maturação foi classificada de acordo com os critérios de Tanner. O Estatuto Sócio Económico (ESE), fatores de risco, ambiente familiar, o apoio parental para a AF, a percepção e preocupação em relação ao peso das crianças foram avaliados através de questionário. Os principais resultados demonstraram que: as características inter e intrapessoais das mães foram determinantes no apoio parental para a AF infantil, enquanto que não foram encontradas associações com as características intrapessoais dos pais. Fomentar o apoio dos pais pode ser uma estratégia importante para promover um estilo de vida ativo das crianças. No entanto, os resultados podem estar dependentes dos tipos de apoio dos pais: o apoio intangível foi positivamente associado com AF e negativamente associado com o TS das crianças, mas o apoio tangível foi positivamente associado apenas com a AF. O IMC da criança e a percepção parental em relação ao peso das crianças emergiram como moderadores das associações anteriormente referidas. A preocupação com o peso das crianças, o encorajamento parental para a AF e a informação fornecida em relação aos benefícios da prática da AF, foram fatores que podem ter tido uma influência positiva nos resultados da intervenção, com mudanças favoráveis no IMC, na %MG, na AF moderada e vigorosa e no TS das crianças. Os resultados obtidos adicionam evidências sobre a importância dos pais para a promoção de um estilo de vida ativos das crianças. A compreensão das estratégias mais eficazes podem permitir a promoção das diretrizes atuais para a AF e comportamentos de saúde em crianças como prevenção de obesidade infantil.
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DO DIAGNÓSTICO À AÇÃO: A EXPERIÊNCIA DO PROGRAMA AGITA SÃO PAULO NA PROMOÇÃO DO ESTILO DE VIDA ATIVO

DO DIAGNÓSTICO À AÇÃO: A EXPERIÊNCIA DO PROGRAMA AGITA SÃO PAULO NA PROMOÇÃO DO ESTILO DE VIDA ATIVO

O Programa “Agita São Paulo” aplica uma abordagem multi-nível de intervenção para a promoção da física atividade entre os 40 milhões de habitantes do estado de São Paulo, Brasil. Desde seu lançamento em 1996, o programa tem sido amplamente utilizado como exemplo em todo o Brasil e em outros países da América Latina, e a Organização Mundial da Saúde tem caracterizado-o como um modelo para outros países em desenvolvimento. O Agita São Paulo incentiva as pessoas a adotarem um estilo de vida ativo, acumulando pelo menos 30 minutos de atividade física moderada por dia, na maioria dos dias da semana. O Programa tem três principais grupos-alvo: estudantes, trabalhadores, e os idosos. São organizados “mega-eventos” que simultaneamente visam atingir e envolver um grande número de pessoas, como também realiza cursos e atividades com instituições que se tornam parceiras do Programa. Algumas das características especiais e de lições aprendidas com o Programa Agita São Paulo, pode ter contribuído para o seu crescimento, incluindo: uma abordagem multi-setorial, ampla utilização de parcerias, base científi ca para todas as atividades, a extensa cobertura de mídia não paga que o Programa tem recebido numa abordagem de “dois chapéus”, utilizando métodos que permitem promover atividade física tanto em setores governamentais como não-governamentais em função das circunstâncias culturais (utilizando a cultura local para disseminar a mensagem do programa) incentivando atividades que são agradáveis e simples. Essas características ajudaram a tornar o Programa Agita São Paulo um modelo que poderia ser utilizado em outros países como uma forma efi caz de promover a saúde através da atividade física.
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A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR PARA UM ESTILO DE VIDA ATIVO

A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR PARA UM ESTILO DE VIDA ATIVO

Neste sentido, o professor de Educação Física (EF), que além de ser um educador é um profissional de saúde, deve informar aos seus alunos, bem como as demais pessoas, sobre os benefícios de um estilo de vida ativo, principalmente na prevenção e na reabilitação de doenças. Além disso, o professor de EF deve ser o mediador da prática de AF, tanto dentro como fora da escola, tendo importante papel em relação à promoção da saúde, educação e prevenção de doenças, contribuindo assim para hábitos de vida mais saudáveis (KRUG et al., 2009b). Sabe-se que a Educação Física Escolar (EFE) tem vários propósitos, e que esta, deve, com base no conhecimento corporal popular e de suas variadas formas de expressão cultural, almejar que o aluno possua um conhecimento organizado, crítico e autônomo sobre a cultura humana de movimento (DAÓLIO, 1996), porém, neste estudo será enfocada a Educação para a Saúde, com o propósito de mostrar para os alunos a importância de se adotar um estilo de vida ativo.
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ESTILO DE VIDA ATIVO OU SEDENTÁRIO: IMPACTO SOBRE A CAPACIDADE FUNCIONAL

ESTILO DE VIDA ATIVO OU SEDENTÁRIO: IMPACTO SOBRE A CAPACIDADE FUNCIONAL

A Política Nacional do Idoso garante ao idoso o direito da promoção de sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade. A perda da autonomia geralmente se associa à redução ou perda da eficiência de alguns órgãos e sistemas afetando a capacidade funcio- nal (CF). O objetivo deste estudo foi estabelecer relações entre o estilo de vida ativo ou sedentário com a CF. A amostra foi composta por 87 mulheres, divididas em grupo seden- tário (GS) e grupo ativo (GA). O GS foi composto por 37 mulheres com idades entre 55 e 92 anos (X = 68,6 ± 7,6) e o GA por 50 mulheres com idades entre 58 e 74 anos (X = 64,8 ± 4,7). O estilo de vida foi determinado com aplicação do questionário de Baecke adaptado (Voorrips et al., 1991), que permite realizar uma estimativa do dispêndio energético nas atividades domésticas, físicas e de lazer; a CF foi mensurada por testes que verificaram força, flexibilidade e tempo de reação. Utilizou-se o teste “t” de Student para amostras independentes. A análise dos resultados permitiu verificar que os resultados do GA foram significativamente superiores aos do GS (p<0,05) em todos os testes, com exceção do tempo de reação. Tal fato possivelmente ocorreu pela ausência de trabalho específico nesta variável. Podemos concluir que: a) os sujeitos do GA encontram-se num melhor estado de CF que os do GS; b) quando consideradas as atividades cotidianas, o GA apresenta um estilo de vida mais ativo que o GS; c) não há transferência dos estímulos provocados ao sistema neuromuscular, através dos exercícios de força e flexibilidade, sobre a velocidade de reação; e d) a adesão a um programa de atividades físicas sistematizadas provavelmente promove ou estimula a adoção de um estilo de vida também mais ativo.
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A interpretação escolar como meio de promover o estilo de vida ativo em escolares de 7 a 11 anos

A interpretação escolar como meio de promover o estilo de vida ativo em escolares de 7 a 11 anos

Este estudo tem como objetivo verificar os efeitos da intervenção escolar, de caráter educativo, para a promoção do estilo de vida saudável. Foram avaliados 469 escolares na faixa etária de 7 a 11 anos, das escolas Irmão Francisco Rivat, selecionada como experimental, e Escola Classe 2, do Riacho Fundo II, tida como controle. Na escola experimental, a coleta apresentou um n=232 e n=223 na pré e pós-intervenção respectivamente. A escola controle obteve um n=312 e n=246 alunos na pré e pós-coleta. A normalidade da amostra foi aferida pelo teste de qui-quadrado (X²). Os valores médios dos grupos, de acordo com o nível de atividade física (NAF) e a classificação nutricional, foram obtidos pela análise de variância One-Way (ANOVA), adotando-se o nível de significância de p ≤0,05. Os resultados mostram que, nas duas escolas, o índice de crianças sedentárias ou insuficientemente ativas está bastante elevado, sendo de 49,6% e 44,6% no pré e pós-experimento na escola experimental e de 48,4% e 56% no pré e pós na escola controle. Foram encontrados também altos índices de sobrepeso e obesidade, sendo 15,7% no momento pré e 19,7% no pós na escola experimental e de 18,2% e 16,1% na escola controle. Apesar do elevado grau de sedentarismo, notou-se uma diminuição desse aspecto na escola experimental, comparando-se os momentos pré e pós-intervenção, ratificando a importância de projetos de intervenção no ambiente escolar como forma de amenizar o problema. É necessário que os profissionais das áreas da saúde tenham maior espaço dentro das escolas para desenvolverem atividades preventivas e conscientizadoras sobre os benefícios do estilo de vida saudável e ativo para os escolares.
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Resenha do livro "Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo", de Markus Vinicius Nahas.

Resenha do livro "Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo", de Markus Vinicius Nahas.

O Prof. Dr. Markus Vinicius Nahas é Titular no Departamento de Educação Física do Centro de Desportos da Universidade Federal da Santa Catarina. Seguindo sua formação stricto Sensu, criou o primeiro Núcleo de Pesquisas em Atividade Física e Saúde (NuPAF), em 1991. Com seus esforços, vem favorecendo a formação de pesquisadores e a produção de estudos divulgados em livros, artigos, dissertações e teses. Deste modo seu trabalho se irradia, com o surgimento de outros núcleos de pesquisa. Por toda sua contribuição na Educação Física, mereceu, em 2010, o prêmio Destaque Pesquisador UFSC 50 Anos. Publicou seu primeiro artigo científico em 1981. Sua produção já ultrapassou a faixa de 75 artigos, 15 livros/capítulos. É membro-fundador e primeiro presidente da Sociedade Brasileira da Atividade Física e Saúde. Só por estes dados, cresce a curiosidade quanto à obra que é, sem dúvida nenhuma, um clássico da Educação Física (EF) brasileira relativa à saúde e qualidade de vida (QV), escrita por um professor que vivencia o metiê há décadas.
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DO DIAGNÓSTICO À AÇÃO: O GRUPO DE ATIVIDADE FÍSICA NO CONTEXTO DO PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE A PESSOAS COM SEQUELAS DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC)

DO DIAGNÓSTICO À AÇÃO: O GRUPO DE ATIVIDADE FÍSICA NO CONTEXTO DO PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE A PESSOAS COM SEQUELAS DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC)

Este programa iniciou suas atividades em 2008 com o principal objetivo de promover a saúde da população local por meio de ações diagnósticas, educativas e de assistência que contribuam para a reintegração social e familiar dos indivíduos pós-AVC. Outro objetivo é a manutenção de um estilo de vida ativo com atendimentos em grupo que incluam a prática de AF.

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Rev Bras Med Esporte  vol.4 número4

Rev Bras Med Esporte vol.4 número4

Um estilo de vida ativo em adultos está associado a uma redução da incidência de várias doenças crônico-degenerati- vas bem como a uma redução da mortalidade cardiovascular e geral. Em crianças e adolescentes, um maior nível de ativida- de física contribui para melhorar o perfil lipídico e metabóli- co e reduzir a prevalência de obesidade. Ainda, é mais prová- vel que uma criança fisicamente ativa se torne um adulto tam- bém ativo. Em conseqüência, do ponto de vista de saúde pú- blica e medicina preventiva, promover a atividade física na infância e na adolescência significa estabelecer uma base só- lida para a redução da prevalência do sedentarismo na idade adulta, contribuindo desta forma para uma melhor qualidade de vida. Nesse contexto, ressaltamos que a atividade física é qualquer movimento como resultado de contração muscular esquelética que aumente o gasto energético acima do repouso e não necessariamente a prática desportiva.
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Comportamento de atividade física de cardiopatas isquêmicos segundo perfil sociodemográfico e clínico.

Comportamento de atividade física de cardiopatas isquêmicos segundo perfil sociodemográfico e clínico.

O fato dos benefícios do exercício serem obtidos a partir da adesão a uma prática regular de atividade física (AF) tem estimulado a aplicação de modelos teóricos na tentativa de compreender a motivação do paciente para a prática regular de algum tipo de AF ou mesmo aderir a um estilo de vida mais ativo – aquele em que o indivíduo inclui em seu cotidiano atividades como usar escadas, evitar o uso de transporte e preferir caminhadas ou exercitar-se mais durante o período de trabalho. A realização de atividades ao longo da vida que envolvam alto gasto energético nos períodos de lazer também tem sido considerada como um estilo de vida ativo e tem sido associada a níveis mais elevados de condicionamento físico e prevenção de DCV, com benefícios ainda mais significativos para os sujeitos com manifestação prévia de coronariopatia (7) .
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Atividade física e promoção da saúde conhecimento e prática dos profissionais de...

Atividade física e promoção da saúde conhecimento e prática dos profissionais de...

A Organização Mundial da Saúde, em agosto de 1997, também reuniu na Finlândia uma série de especialistas do mundo todo (Meeting “The Active Living National Policy Group”) para criarem um grupo tarefa visando combater o sedentarismo e identificar pontos chaves para a promoção da saúde através de um estilo de vida ativo. Foram recomendadas ações em diversos aspectos, sendo eles: a- Identificar as principais estratégias, fatores de facilitação e de desenvolvimento de Políticas Nacionais de programas de vida ativa; b- Revisar e fornecer apoio existente para outros países visando promover Políticas de vida ativa; c- Discutir a possibilidade e formas para estabelecer uma "rede" de políticas voltadas para a vida ativa visando nutrir políticas nacionais e ações em vida ativa e d- Propor os elementos de um plano de ação para uma política mundial entre o período 1997 - 2000.
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Histórias de idosos: sementes para cultivarmos uam educação para uma velhice bem-sucedida

Histórias de idosos: sementes para cultivarmos uam educação para uma velhice bem-sucedida

Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e. sugestões para um estilo de vida ativo.[r]

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O envelhecimento ativo para a sustentabilidade da qualidade de vida

O envelhecimento ativo para a sustentabilidade da qualidade de vida

Como forma de consolidação dos resultados obtidos recorremos a referenciais teóricos que nos ajudaram a compreender a realidade do contexto investigado, destacando a importância de um envelhecimento ativo aliado à qualidade de vida e bem-estar do idoso. Para isso, deve-se ter em consideração que o idoso tem um papel ativo no seu processo de envelhecimento, bem como na sociedade. Assim, “(…)a ideia não se resume à participação dos idosos no mercado de trabalho, mas na contribuição que esse grupo etário pode proporcionar à sociedade” (Casagrande, 2013, p.25). Por sua vez, Sousa (2013) realça a importância de um estilo de vida ativo, afirmando que “um estilo de vida ativo só traz benefícios (físicos, psicológicos e sociais) ao idoso e tornam-no num cidadão mais preocupado consigo e com o que o rodeia, para além, de possibilitar um final de vida mais digno em todas as suas dimensões” (Sousa, 2013, p.33).
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Variabilidade no envelhecimento ativo segundo gênero, idade e saúde.

Variabilidade no envelhecimento ativo segundo gênero, idade e saúde.

Os resultados da presente investigação não permitem uma generalização quanto ao tipo de atividade praticada por gênero, mas apontam a necessidade de uma diferenciação entre os gêneros, uma vez que homens e mulheres podem apresentar padrões diferentes de envelhecimento ativo e de preferência por tipos de atividade, resultando em efeitos divergentes no processo de envelhecimento. Supõe-se, então, que o contexto histórico e cultural influencia o estilo de vida do indivíduo, determinando seu desenvolvimento da infância até a velhice. Assim, corrobora-se o pressuposto que o processo de envelhecimento está relacionado não só aos fatores biológicos e psicossociais, mas também ao contexto cultural e sócio-histórico no qual o indivíduo está inserido e ao qual tem que se adaptar (Baltes & Singer, 2001). Estudos de corte sequenciais podem verificar as hipóteses levantadas sobre o efeito de coorte no estilo de vida ativo dos idosos.
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J. Pediatr. (Rio J.)  vol.85 número4

J. Pediatr. (Rio J.) vol.85 número4

ativo pode incluir diferentes tipos de atividade física, tais como participação em esportes organizados ou transporte ativo para a escola. Atualmente, o estilo de vida ativo deve também evitar tempo excessivo sentado, que recentemente foi considerado como um perigo à saúde, independentemente da participação em atividades físicas 3-5 .

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Prevalência de estilo de vida sedentário entre adolescentes.

Prevalência de estilo de vida sedentário entre adolescentes.

vida da população, nas últimas décadas, tem con- tribuído para o sedentarismo. O cotidiano impõe cada vez menos atividade física. Os meios de trans- porte são cada vez mais eficientes, sendo preferidos em detrimento da caminhada ou de outros meios que envolvam gasto energético. Além disso, as atividades realizadas em momentos de lazer geral- mente são aquelas que consomem menos energia corporal. (2)

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Estilo de vida saudável em São Paulo

Estilo de vida saudável em São Paulo

O Pacto pela Vida está constituído por um conjunto de compromissos sanitários, expressos em objetivos e resultados derivados da análise da situação de saúde do País e das prioridades definidas pelos governos federal, estaduais e municipais. É uma ação prioritária no campo da saúde que deve ser executada com foco em resultados e com a explicitação inequívoca dos compromissos orçamentários e financeiros para o alcance desses resultados (MS, 2006d). As prioridades do Pacto pela Vida são: saúde do idosos; câncer de colo de útero e de mama; mortalidade infantil e materna; doenças emergentes e endemias; atenção básica à saúde; e promoção da saúde
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Hemodiálise: estilo de vida e a adaptação do paciente.

Hemodiálise: estilo de vida e a adaptação do paciente.

Foi possível verificar a adoção de práticas muito semelhantes as que tinham antes de iniciarem o tratamento. Alguns, diante da adaptação vivida, se consideravam normais ao passo que seguiam formando amigos, realizando atividades sociais e de lazer ao mesmo tempo em que incorporavam as exigências do tratamento à rotina de vida. Eu procuro fazer atividades sociais, procuro me informar, procuro ter conhecimento de tudo que envolve a hemodiálise, sei de tudo, aprendi a conviver com aquilo sem encarar de uma maneira escravizada. [...] não vejo como escravidão e sim como ajuda. Esmeralda
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Marcos Paulo Campos Gonçalves

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Marcos Paulo Campos Gonçalves

Experiência do trabalho me ajudou a encarar algumas coisas na enfermagem que não vão mudar, como ter que buscar os médicos no quarto, eu preciso me adaptar e não ficar brava. [...] Sofrimento eu já aprendi a lidar com isso, eu consigo me desligar, tento dar o máximo quando tô aqui, mas quando eu saio daqui fica tudo aqui, não adianta levar para casa, eu já sofri muito levando para casa, mas a experiência me mostrou que eu não posso fazer nada por eles em casa, então eu deixo meus colegas dar continuidade (E2). Hoje eu consigo trabalhar bem isso, com a experiência do serviço, você percebe que está fazendo mal, um certo adoecimento mesmo, então, hoje, eu saio do ambiente de trabalho eu esqueço totalmente, me desligo total. [...] A experiência, quando você tem seu primeiro emprego, você se cobra muito e dos seus funcionários, já percebi que o estresse, já levei estresse do trabalho para casa e descontei nos familiares, então percebi isso, e não faço mais, não quero trabalhar mais que 30 horas, não trabalho fim de semana. Se eu vejo que o trabalho está atrapalhando minha vida social eu paro e reorganizo o trabalho, a vida é muito além, o trabalho é importante e necessário, para a formação e manter o cérebro ativo, mas não sou mais escravo do trabalho (E6).
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Transtornos alimentares: patologia ou estilo de vida?.

Transtornos alimentares: patologia ou estilo de vida?.

Como citado anteriormente, feministas como Ohrbach (Bordo, 1997) avaliam a anorexia como manifestação inconsciente de rebeldia, de libertação da opressão social, uma tentativa de ser feminina de forma diferenciada do que suas mães foram. A opressão vivida por uma sociedade que condena a fome feminina é expressa no corpo através da recusa em comer e na debilidade deste, ao mesmo tempo em que alivia a culpa por ansiar por uma vida mais livre, diferente da vivida por suas mães. Giordani (2006) sugere que o medo de comer simbolicamente representa a negação da convivência social, da qual a comida é um ritual presente, é a rejeição da sociabilidade, e a anorexia uma transgressão social, na qual a experiência do corpo que se nega a comer seria uma metáfora dessa rejeição e uma forma singular de sociabilidade. O que acontece é que esta forma inconsciente de rebelião acaba por se transformar em perda de controle, em escravidão a um modelo ao qual se pretendia (conscientemente ou não) se opor. Sobra a falta de liberdade e o sofrimento, o isolamento dos grupos sociais, o sentimento de culpa e o medo.
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Caminhada e estilo de vida: implicações no lazer e na qualidade de vida

Caminhada e estilo de vida: implicações no lazer e na qualidade de vida

Em tal contexto, o lazer, aos poucos, se impõe como a principal causa da realização pessoal. O tempo fora do trabalho torna-se mais atrativo, pois apresenta possibilidades de engajamento em práticas ou atividades que tem a ver com as preferências pessoais. Assim, a vida sentimental, as férias, as viagens e as atividades relacionadas são oportunidades de realização pessoal, pois, de um modo geral, se apresentam muito mais carregadas de valores essenciais ao indivíduo do que o seu trabalho e sua profissão. Os prazeres do tempo livre, portanto, são possibilidades reais de realização pessoal e alcance da satisfação e do bem-estar. O tempo livre para a realização de coisas particulares tornou-se, portanto, muito mais significativo com a ‘revolução’ nos costumes e hábitos provocados pela instituição do “fim de semana”. O fim de semana é um fenômeno social característico da vida urbana moderna que contrapôs, com as suas complexidades e racionalidades, o tempo da existência ao tempo da produção. Conforme Rybzinski (2000), o fim de semana adquiriu uma existência autêntica e importante, pois após uma semana de produção é concedido ao trabalhador o benefício de um intervalo para a realização de outras atividades (particulares e de sua preferência) ou descanso. O fim de semana passou a regular o comportamento social e a criar a expectativa da “sexta-feira”.
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