Estruturas de madeira

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Ensaio de ligações de estruturas de madeira por chapas com dentes estampados em quatro espécies da família leguminosas

Ensaio de ligações de estruturas de madeira por chapas com dentes estampados em quatro espécies da família leguminosas

Referenciado na Norma Brasileira para Estruturas de Madeira, NBR 7190/1997 - Projeto de estruturas de madeira, as ligações com chapas metálicas com dentes estampados, são analisadas a[r]

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ANÁLISE DE ROBUSTEZ DE ESTRUTURAS DE MADEIRA TRADICIONAIS

ANÁLISE DE ROBUSTEZ DE ESTRUTURAS DE MADEIRA TRADICIONAIS

Ao longo dos tempos foram construídas um elevado número de estruturas em madeira, com as mais diversas tipologias. Muitas destas estruturas foram construídas antes da existência de normas para o dimensionamento de estruturas. Com efeito, e fruto da época em que foram projectadas, existem estruturas cujo dimensionamento foi feito simplesmente com base na experiência de quem as executava. Como agravante, ocorreu, após a Revolução Industrial, uma perda de conhecimento no que respeita às estruturas de madeira. Consequentemente muitas estruturas construídas no final do século XIX e século XX apresentam uma qualidade deficiente, manifestada através de erros graves de concepção e/ou construção. Assim sendo, é impossível conhecer com exactidão a real margem de segurança estrutural oferecida por dada estrutura considerada histórica.
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Patologia em estruturas de madeira: metodologia de inspeção e técnicas de reabil...

Patologia em estruturas de madeira: metodologia de inspeção e técnicas de reabil...

Nesse trabalho foram estudadas de maneira sistematizada em manifestações patológicas em estruturas de madeira, em pesquisas de metodologias de inspeção com base nas técnicas não destrutivas (NDT), e técnicas de reabilitação. Com base na Categoria de uso do projeto de revisão da NBR 7190:2011, de acordo com a região em que os elementos estruturais de madeira envolvidos estão expostos, é apresentada uma metodologia para avaliação do Potencial de Risco de Biodeterioração em função das Classes de Risco, e uma metodologia de Classe de Prioridade de Intervenção, em função da eminência de risco, detectada. Como contribuição é proposta uma Metodologia de Inspeção Visual Detalhada com imagens digitais assistidas via sistema CAD, que foi validada com o uso do Resistograph ® IML-RESI- F500. Como contribuições originais em técnicas de reabilitação, foram propostos dois Estudos de Caso distintos. No Estudo de Caso R1 foram propostas duas técnicas de reabilitação em vigas MLC com parafusos auto-atarraxantes, uma de ligação momento- resistente em próteses de MLC (R1-MLC1) e outra de ligações por cisalhamento em delaminações e fendas longitudinais (R1-MLC2). Já no Estudo de Caso R2, com ênfase para reabilitação da Passarela Pênsil de Piracicaba, foram propostas duas técnicas de reabilitação originais, sendo a Proposta R2-CJ1 com cobrejuntas justapostas pregadas e a Proposta R2- CJ2 além das cobrejuntas as regiões parcialmente biodeterioradas em zonas comprimidas de vigas de Eucalyptus citriodora foram reconstituídas com adesivo estrutural epoxídico, sendo que o Estado Limite dos resultados experimentais de flexão é garantido pelo efeito de incremento de força. No Apêndice A são apresentados os principais estudos de inspeções realizados em campo de 15 estruturas, e no Apêndice B uma coletânea com referências em exemplificações de técnicas de reabilitação, estudadas por renomados pesquisadores do Brasil e do Exterior. Os estudos bibliográficos, de campo e de laboratório mostraram que a Metodologia de Inspeção e as Técnicas de Reabilitação propostas são adequadas para aplicações na avaliação de patologias e conservação de elementos estruturais de madeira.
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Análise da Carga Física de Trabalho e Biomecânica na Construção de Telhados Com Estruturas de Madeira

Análise da Carga Física de Trabalho e Biomecânica na Construção de Telhados Com Estruturas de Madeira

Com o crescimento das estruturas de madeira na construção civil, em especial na construção de telhados, surgiu nas empresas a preocupação com a qualidade de vida e segurança dos trabalhadores. A pesquisa teve como objetivo a análise da carga física de trabalho (monitor de frequência cardíaca) e postura (metodologia de MICHIGAN). O trabalho foi realizado nos municípios de Alegre, Jerônimo Monteiro e São José do Calçado, localizados no sul do Estado do Espírito Santo. Realizou-se a coleta de dados em três canteiros de obra, durante os meses de setembro de 2010 a maio de 2012, analisando-se 18 trabalhadores. Na análise da carga física de trabalho, as atividades de montagem das treliças, das terças, dos caibros e das ripas foram classificadas como pesadas, sendo necessárias pausas para descanso. As posturas dos trabalhadores levantadas na montagem das ripas são prejudiciais à saúde, demandando a adoção de medidas ergonômicas urgentes.
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Compósitos de fibras de sisal para uso em reforço de estruturas de madeira

Compósitos de fibras de sisal para uso em reforço de estruturas de madeira

As estruturas das construções e seus elementos estruturais são submetidas a ações e interagem com o ambiente que em conjunto contribuem com a perda das propriedades iniciais. Segundo Pinheiro e Rocco Lahr (1997), os agentes deterioradores da madeira podem ser divididos em dois grupos: abióticos (físicos, mecânicos e químicos) e bióticos (fungos, bactérias e insetos). O ataque biológico às estruturas de madeira tem sido a principal causa de deterioração que resulta na perda de massa e, conseqüentemente, a perda da capacidade de resistência dos elementos estruturais. Hiorisch (1997), descrevendo a recuperação do piso de madeira do Palácio Universitário da Universidade Federal de Rio de Janeiro, identificou duas diferentes espécies infestantes de cupim. As figuras 1a, 1b são registros ilustrativos da deterioração resultante do ataque de insetos em estruturas de telhados que freqüentemente ocorrem em elementos estruturais de madeira.
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Incerteza da inspeção visual na avaliação de segurança de estruturas de madeira

Incerteza da inspeção visual na avaliação de segurança de estruturas de madeira

Nesta dissertação, a primeira fase corresponde à análise do estado da arte tendo em conta as normas existentes para inspeção visual e classificação de elementos de madeira. Após definidos os parâmetros de avaliação, foi selecionada uma norma de inspeção para servir de base a uma inspeção visual a elementos de madeira existentes. A inspeção foi realizada por elemento e por secções de 40 cm de comprimento, permitindo assim obter uma classificação global e local. Numa terceira fase, foi analisado uma base de dados de inspeções visuais, previamente realizadas aos mesmos elementos de madeira, permitindo assim aferir sobre a variabilidade de resultados quando considerados diferentes inspetores. Nessa análise incluiu-se a variabilidade dos resultados através de testes e parâmetros estatísticos, determinando o erro da medição (incerteza) através de normas definidas para esse efeito. Na fase final, a incerteza da inspeção visual foi incluída numa análise de segurança de uma estrutura de madeira através de uma análise de diferentes cenários de inspeção visual, nomeadamente através de diferentes dimensões de nós. Devido à natureza estatística do erro, é considerada uma análise probabilística da estrutura através da modelação dos parâmetros de resistência e solicitação, através de variáveis aleatórios num contexto de análise de fiabilidade.
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Avaliação do Dimensionamento Sísmico na Robustez de Estruturas de Madeira

Avaliação do Dimensionamento Sísmico na Robustez de Estruturas de Madeira

Um exemplo destas diferenças é a utilização de vigas fracas - pilar forte (Weak beams - strong column), representado na Figura 2.4 a), que contrastam com as vigas fortes - pilar fraco (Strong beams - weak column), representado na Figura 2.4 b). Deste modo, nas regiões onde o dimensionamento sísmico é considerado verifica-se que o dimensionamento estrutural é baseado em estruturas contraventadas com utilização de vigas fracas - pilar forte, sendo utilizados pilares contínuos e vigas ligadas aos pilares em cada vão. Esta abordagem, característica, por exemplo, dos países do sul da Europa, permite que os elementos-chave, como os pilares, possuam uma maior dimensão da secção transversal e, consequentemente, capazes de suster cargas adicionais, sendo que ao ocorrer uma determinada falha, esta irá ocorrer nas vigas, limitando o colapso progressivo a um único piso e a um único vão (Neves e Branco, 2010). Este facto é uma vantagem para o aumento da robustez na medida em que os pilares conseguem suster acréscimos de carga quando determinado evento conduz ao colapso de um elemento da estrutura, contribuindo assim para que o colapso não se estenda a outros elementos ou locais da estrutura.
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Análise probabilística de robustez de estruturas de madeira

Análise probabilística de robustez de estruturas de madeira

onde k mod orresponde ao oe iente que modela o efeito da duração das a ções e do teor de água, apelidado por fa tor de modi ação da resistên ia (ver Quadro 5.4), k h é o oe iente que tem em onta o volume, designado por fa tor de forma, f mk é o valor ara terísti o da tensão resistente da madeira à exão e, por m, γ M é o oe iente par ial de segurança relativo ao material, que de a ordo om o Euro ódigo 5 (CEN, 2003b) toma o valor de 1, 25 para elementos estruturais de madeira.

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A integração de técnicas BIM (Building Information Modeling) no projeto e na construção de estruturas de madeira

A integração de técnicas BIM (Building Information Modeling) no projeto e na construção de estruturas de madeira

Considerando a oportunidade que a utilização de BIM apresenta, quanto a modelar virtualmente todos os elementos desejados, o passo seguinte consiste em efetuar uma integração entre BIM e o CAM (Computer Aided Manufacturing) de modo a facilitar o todo o processo de projeto, fabrico e montagem de construções modulares em madeira. Esta incorporação permite otimizar o processo de produção devido a uma melhor integração entre a fase de projeto e a produção. Isto é fundamental, já que a automatização da produção das peças de um projeto, é uma das grandes mais-valias da modelação BIM, com a geração de peças desenhadas a serem obtidas automaticamente a partir do modelo gerado (Gequaltec, 2011). A Figura 3-13 apresenta a utilização do BIM na construção modular pré- fabricada, neste caso em concreto, para a definição dos elementos constituintes da Loblolly House.
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ANÁLISE DE INCERTEZA ASSOCIADA A ESTRUTURAS DE MADEIRA

ANÁLISE DE INCERTEZA ASSOCIADA A ESTRUTURAS DE MADEIRA

No entanto, devido à complexidade dos problemas que surgem na área de Engenharia de Estruturas, é comum que as variáveis aleatórias envolvidas não sigam uma só distribuição probabilística mas sim várias, e o número de variáveis quase sempre é superior a cinco. O que faz com que usualmente se tenha de abandonar os dois primeiros métodos (mais rigorosos) referidos anteriormente. Existe ainda outro problema, pois na maioria dos casos a função estado limite não apresenta comportamento linear. Surge então a proposta de Hasofer e Lind (1974) que sugere uma aproximação pelo método de primeira ordem (First Order Reliability Methods, FORM).
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PRÉ-DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS DE MADEIRA, DE AÇO E DE CONCRETO PARA AUXÍLIO À CONCEPÇÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS DE MADEIRA, DE AÇO E DE CONCRETO PARA AUXÍLIO À CONCEPÇÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS

O pré-dimensionamento consiste numa estimativa inicial das dimensões das seções dos elementos estruturais. Para o arquiteto, ele tem a importante função de permitir a concepção do projeto arquitetônico de maneira mais real. Além disso, também auxilia no entendimento do comportamento da estrutura, levando a uma concepção coerente e funcional. Para o engenheiro que desenvolve cálculo estrutural, o pré-dimensionamento entra como ferramenta de determinação da seção das peças, o que é necessário no dimensionamento. Na maioria dos casos, o pré-dimensionamento é feito com base na intuição e experiência do engenheiro. Neste trabalho as formulações e análises são enfocadas principalmente para edificações comuns, onde o material da estrutura portante é o aço, a madeira ou o concreto. A obtenção da seção das peças é feita a partir do projeto estrutural concebido, o qual define os vãos, os apoios e os carregamentos. As dimensões são obtidas de fórmulas da Resistência dos Materiais, de fácil utilização e compreensão, e de fórmulas empíricas, onde as condições de apoio e de carregamento são definidas de maneira simplificada. O parâmetro de ajuste e balizamento das fórmulas aproximadas de pré-dimensionamento é o dimensionamento, feito tradicionalmente segundo as normas. Além disso, as fórmulas foram reajustadas a partir das dimensões de estruturas de edifícios existentes, como uma forma de medir sua aproximação ao cálculo estrutural realizado na prática. Os resultados mostraram que é possível criar fórmulas simples de pré- dimensionamento, que levam à uma boa aproximação aos valores de projeto, o que torna esta abordagem uma ferramenta útil na concepção arquitetônica.
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Avaliação das estruturas de cobertura em madeira de um galpão de estoque de produtos químicos.

Avaliação das estruturas de cobertura em madeira de um galpão de estoque de produtos químicos.

O uso da madeira como material estrutural requer o conhecimento de suas propriedades física e mecânicas, pois são estas que interferem no projeto de estruturas de madeira (ALMEIDA et al., 2011; FERROet al., 2013; ICIMOTO et al., 2013a). Por ser a madeira um material higroscópico, o teor de umidade também é um fator preponderante nas construções, e variação da umidade abaixo do ponto de saturação das fibras impõe variação nas propriedades mecânicas (GALVÃO; JANKOWSKY, 1985). As propriedades de resistência e de rigidez de peças estruturais de madeira diminuem com o aumento do teor de umidade até o ponto de saturação das fibras (PSF), que é em torno de 25% (LOGSDON; CALIL JUNIOR, 2002; SCALIANTE et al., 2011). É importante destacar que a avaliação do desempenho dos elementos estruturais deve ser conduzida com base na norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR 7190 (ABNT, 1997) – Projeto de Estruturas de Madeira, de modo a garantir os níveis de segurança estabelecidos (OLIVEIRA, 2001; CALIL JUNIOR; MOLINA, 2010; ALMEIDA, 2011; ALMEIDA et al., 2013a; 2013b).
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Muxarabis, rótulas, gelosias: o caso de Alfama e Mouraria. Piscinas do Cais da Santinha

Muxarabis, rótulas, gelosias: o caso de Alfama e Mouraria. Piscinas do Cais da Santinha

A intenção dos autores era revelar a vivência de Alfama, destruída pelo terramoto de 1775 e construída pelos populares, com as suas lacunas e maravilhas, tanto no seu conjunto como o detalhe. Com a câmara conduzida à mão por Alfama são representados ruas, ruelas e becos. Nos andares de ressalto, ou vãos no piso terréo era comum ser aplicado estruturas de madeira. (figura 89, 90, 91) Num panorama sob Alfama, as estruturas adquirem destaque. Com uma fachada voltada para o Tejo, o muxarabi protege o interior do espaço de iluminação excessiva, através de sombreamento como se observa na figura 88. Na figura 89, atenta a estrutura de madeira saliente da fachada, o muxarabi, que era composta por uma guarda em gelosias e a rótula superior aberta.
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Recomendações para o projeto e construção de estruturas com peças roliças de madeira...

Recomendações para o projeto e construção de estruturas com peças roliças de madeira...

Este trabalho tem por finalidade a proposta de um manual com recomendações para o projeto e construção de estruturas com peças roliças de madeira tratada, oriunda de madeiras de reflorestamento no Brasil. Para isso foram realizados estudos teóricos e experimentais de elementos estruturais e de ligações em madeiras utilizando peças roliças. Foram classificadas e caracterizadas peças roliças estruturais de madeira, visualmente e mecanicamente, e apresentados diretrizes de projetos de pontes e de galpões com sistemas estruturais e construtivos em peças roliças de madeira de reflorestamento. Os resultados serão compilados em um manual de projeto e construção de estruturas de madeira utilizando peças roliças. O estudo teve, além disso, o objetivo de divulgar, por meio de catalogações em 124 fichas técnicas, alternativas na área de estruturas e na construção civil, utilizando madeiras com peças roliças, tais como estacas de fundações, passarelas, pontes, quiosques, galpões rurais, edificações residenciais, estabelecimentos comerciais, hotelarias, igrejas, instituições de ensino, sedes de parques ecológios e ambientais, estruturas de locais de eventos, coberturas especiais, estruturas de arquibancadas, parques turísticos e com brinquedos infantis, terminal de aeroporto, torres de observação, estruturas provisórias de cimbramentos para formas de estruturas de concreto, defensas de rodovias, barreiras acústicas, entre outros, construídos no Brasil e no exterior. Estes sistemas estruturais proporcionam a economia e favorecem o meio ambiente de forma sustentável, e principalmente promovendo o ciclo de geração das novas florestas, imprescindíveis para o seqüestro de carbono.
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FATORES HUMANOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS EM ESTRUTURAS DE MADEIRAMAZIERO, Rmulo1; FIEDLER, Nilton Cesar2; SEGUNDINHO, Pedro Gutemberg de Alcntara3; CARMO, Flvio Cipriano de Assis do 4

FATORES HUMANOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS EM ESTRUTURAS DE MADEIRAMAZIERO, Rmulo1; FIEDLER, Nilton Cesar2; SEGUNDINHO, Pedro Gutemberg de Alcntara3; CARMO, Flvio Cipriano de Assis do 4

A forma de execução das atividades na construção de telhados em estruturas de madeira sofreram muitas mudanças no decorrer dos anos. A busca por inovação tecnológica e maior competitividade no setor resultou em novos processos de trabalho, reduzindo o esforço despendido, aumentando o rendimento nas atividades e melhorando as posturas adotadas. No entanto, dependendo de como as atividades são exercidas e das condições de trabalho locais, os trabalhadores muitas vezes ficam expostos a condições climáticas impróprias e níveis de ruído elevados.
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Proposta de método de ensaio para a determinação da resistência da madeira ao em...

Proposta de método de ensaio para a determinação da resistência da madeira ao em...

Os pontos com maior fragilidade em estruturas de madeira são as ligações, pois nelas ocorrem as maiores concentrações de tensões. Dentre os tipos de conectores mais utilizados nas ligações temos os pinos metálicos, no quais se enquadra o parafuso comum. Para o dimensionamento de ligações por pinos metálicos, dois parâmetros são utilizados: a resistência ao escoamento do aço e a resistência da madeira ao embutimento. O objetivo deste trabalho foi comparar os métodos de ensaio de documentos normativos (ABNT NBR 7190:1997, EN 383:2007, ASTM D5764:2007, EUROCODE 5:2004, NDS:2001 e LRFD:1996) com a finalidade de estabelecer uma proposta de método de ensaio para a determinação da resistência da madeira ao embutimento. Foram realizados ensaios na direção paralela e na direção normal às fibras para seis espécies de madeira (Paricá, Pinus elliottii, Pinus oocarpa, Jatobá, Lyptus e Cupiúba), utilizando vários diâmetros (8 mm, 10 mm, 12 mm e 16 mm) para os pinos metálicos. Baseado na análise dos resultados obtidos foi proposta a adoção do método de ensaio baseado na EN 383:2007. Os resultados experimentais para a resistência ao embutimento tem maior aprovação com o parâmetro resistência à compressão paralela às fibras, atualmente adotado pela ABNT NBR 7190:1997. Além disso, esse método recomenda dimensões que facilitam a confecção dos corpos de prova, principalmente na direção normal às fibras.
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Tenacidade da madeira como função da densidade aparente.

Tenacidade da madeira como função da densidade aparente.

Os ensaios de tenacidade (W) foram realizados de acordo com os procedimentos e premissas de cálculo da Norma ASTM D5536-94:1995, fazendo uso do pêndulo de Charpy, e os de densidade aparente (ρ 12% ) seguiram as recomendações da Norma Brasileira ABNT NBR 7190:1997, ambos executados nas dependências do Laboratório de Madeira e de Estruturas de Madeira (LaMEM) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP). Foram utilizados 18 corpos de prova por espécie de madeira, para realização de cada tipo de ensaio, totalizando 216 corpos de prova.

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Comportamento das ligações tipo cavilha em estruturas mistas madeira - betão

Comportamento das ligações tipo cavilha em estruturas mistas madeira - betão

A prática, muito popular entre nós, de substituir as antigas estruturas de madeira por outras de betão tem inconvenientes óbvios. O aumento de peso ao substituir-se, por betão armado, uma cobertura ou um piso de madeira pode, facilmente, revelar-se penalizador para a segurança global do edifício. Além do agravamento das cargas verticais nas paredes, este aumento de massa origina um aumento proporcional das forças sísmicas. Este tipo de intervenção conduz, igualmente, à descaracterização das construções antigas, o que pode representar uma perda irreversível do seu valor patrimonial e arquitectónico. Uma solução que cada vez ganha mais adeptos é a da conversão dos soalhos em sistemas mistos de madeira-betão, resultando em elementos com excelentes características tanto estruturais como estéticas (Figura 5.1).
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Matéria (Rio J.)  vol.16 número1

Matéria (Rio J.) vol.16 número1

A madeira é um material que sofre degradação por ataques por fungos e cupins típicos do clima tropical brasileiro, comprometendo as diferentes características físicas e mecânicas das peças. A aplicação de sobrecargas, combinadas ou não com os ataques biológicos deformam as estruturas, diminuindo sua massa, peso e resistência. Portanto, o reforço em estruturas de madeira pode ser de grande valia para a recuperação e segurança estrutural de construções históricas. Por isso, é importante assegurar que se comportem adequadamente, sob pena de comprometer a estabilidade da edificação (ILHARCO et al, [3]). A vida útil média de uma estrutura de qualquer natureza pode ser conseguida e até mesmo ampliada desde que se disponha de uma manutenção preventiva adequada. Além da falta de manutenção, as estruturas podem apresentar vícios que afetam o seu desempenho que vão desde inadequada concepção estrutural e defeitos construtivos, até utilização para cargas de serviço incompatíveis com aquelas originalmente previstas (MACHADO [4]). Segundo FIORELLI e DIAS [5], usuários, projetistas e construtores devem conhecer o emprego e as características de um material antes de indicá-lo a um determinado uso e, isso também é válido para a madeira. A realização de inspeções periódicas com o intuito de atestar a conservação das estruturas de madeira, aplicadas com função estrutural, pode encontrar anomalias no comportamento destas estruturas. Portanto, as manifestações patológicas devem ser identificadas na sua origem e a relação que tem com a segurança e confiabilidade de uma obra. Em função disso, é possível definir sobre a conveniência da recuperação, do reforço ou mesmo a demolição. Em uma vistoria preliminar em estruturas de madeira, devem ser procurados indícios de má conservação dos elementos e sobrecargas, freqüentemente traduzidos em deformações acentuadas ou sintomas associados à umidade. Segundo CRUZ [6], o aspecto exterior de uma construção permite fazer um levantamento destas anomalias e zonas problemáticas conforme mostra a Figura 1.
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Avaliação da rigidez rotacional em estruturas planas de madeira concebidas por elementos...

Avaliação da rigidez rotacional em estruturas planas de madeira concebidas por elementos...

A utilização da madeira como elemento estrutural ocorre por causa de certas propriedades da mesma como: material abundante, renovável, durabili- dade média de 50 anos aproximadamente para madeiras com tratamento ade- quado (processo de secagem e técnicas de utilização), resistência ao fogo (não apresenta distorção quando esta fica submetida a altas temperaturas, revelan- do-se aí uma certa vantagem da madeira com relação ao aço) e resistência química (apresenta boa resistência química quando tratada corretamente. Em- bora a madeira seja um material que apresenta notáveis características físicas e mecânicas, o seu emprego como elemento estrutural só não é maior em nos- so país em virtude da falta de conhecimento de suas propriedades, e também, por causa do crescimento desordenado das serrarias que produzem os elemen- tos estruturais, não fazendo uso de documentos normativos para a padroniza- ção e controle de qualidade dos elementos de madeira fabricados.
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