Estudantes de química

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Apropriação do princípio da incerteza por estudantes de Química no contexto do ensino do modelo atômico quântico

Apropriação do princípio da incerteza por estudantes de Química no contexto do ensino do modelo atômico quântico

Este trabalho tem como objetivo investigar a apropriação do princípio da incerteza por estudantes de Química no contexto do ensino do modelo atômico quântico. Adotamos como referenciais teóricos: a formação de conceitos de acordo com a teoria histórico-cultural, para compreender as etapas do desenvolvimento do pensamento dos indivíduos, e a formulação histórica do princípio da incerteza por Werner Heisenberg, que forneceu os elementos dos sistema conceitual a ser apropriado. A pesquisa foi elaborada de modo qualitativo, em uma turma do curso de Química de uma universidade brasileira, no 1º semestre de 2016. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário de conhecimentos prévios ao ensino e de duas avaliações de aprendizagem, além da gravação das aulas em áudio e vídeo. Analisamos o conteúdo das respostas produzidas pelos estudantes buscando identificar os elementos do sistema conceitual do princípio da incerteza presentes, bem como os tipos de termos usados para exprimi-los. Os resultados possibilitam concluir que os estudantes desenvolveram o pensamento conceitual no decorrer das aulas e, ao mesmo tempo, substituíram as expressões não científicas iniciais por termos científicos. Verificamos, ainda, dificuldades na apropriação de alguns conceitos do sistema, assim como, falta de coerência em parte das respostas. Tais fatos sugerem que esses aspectos mais difíceis do conceito do princípio da incerteza merecem maior atenção durante o ensino. Este trabalho abre perspectivas para outras investigações, indicando a possibilidade da continuidade do trabalho.
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MODELOS ATÔMICOS E ESTRUTURA CELULAR: UMA ANÁLISE DAS IDEIAS DOS ESTUDANTES DE QUÍMICA DO ENSINO MÉDIO

MODELOS ATÔMICOS E ESTRUTURA CELULAR: UMA ANÁLISE DAS IDEIAS DOS ESTUDANTES DE QUÍMICA DO ENSINO MÉDIO

A análise dos dados permitiu verificar que 45% dos estudantes que fizeram parte de nosso estudo indicam o núcleo e/ou a eletrosfera em seus modelos para o átomo. Dado este similar ao trabalho de França et al., (2009) com alunos de 3º ano, no qual 30% do total de alunos identificam o núcleo e/ou a eletrosfera. Poucos alunos, 16%, representam o átomo com duas ou mais regiões distintas sem a identificação por escrito. Diferentemente do resultado encontrado por França et al. (2009) onde 62% o representam desta forma, caracterizando, neste caso, “a ideia de compartimento”. A representação do átomo com a identificação de partículas subatômicas foi a categoria respondida com maior frequência dentre as outras. Numa média de 52% das três séries analisadas apresenta em seus modelos, presença de partículas constituintes do átomo, do tipo: cargas (+) e (-) símbolos (p), (e) e (n) ou escrita. Ao contrário do trabalho desenvolvido por França et. al. (2009) em que apenas 33% dos estudantes apresentaram modelos representativos com os nomes das partículas constituintes dos átomos.
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Orbital atômico: Aprendizagem e desenvolvimento do conceito por estudantes de Química

Orbital atômico: Aprendizagem e desenvolvimento do conceito por estudantes de Química

O orbital atômico está na base das interpretações do químico, no que diz respeito à estrutura atômica e molecular. A estrutura molecular é quase sempre expressa em termos de orbitais, ou em relação aos orbitais dos átomos constituintes. Porém, conceitos importantes para seu entendimento como: (a) quantum de uma grandeza; (b) natureza dual da matéria e da radiação; (c) átomo como estrutura; (d) movimento eletrônico sem trajetórias definidas, devem ser ensinados anteriormente. Vários autores (AUTCHBACH, 2012; TABER, 2005; TSARPALIS, 1997) afirmam que, mesmo depois de terem sido ensinados sobre o conceito de orbitais, os estudantes apresentam: linguagem incorreta em discussões científicas; uma visão de estrutura atômica em termos de elétrons em órbitas do tipo planetário; não entendem porque a quantização foi introduzida no modelo atômico; apresentam denominações confusas de orbitais e não distinguiam claramente orbitais moleculares e atômicos. Tsarparlis (1997) vai mais além e afirma que um número crescente de educadores é contrário a utilização do conceito de orbital em cursos básicos de química.
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Influência de atividades de modelagem na qualidade dos argumentos de estudantes de Química do ensino médio

Influência de atividades de modelagem na qualidade dos argumentos de estudantes de Química do ensino médio

Consideramos que o argumento científico curricular se difere do argumento científico por apresentar menor número e menor complexidade das linhas de raciocínio. Em outras palavras, o argumento científico apresenta uma maior convergência entre justificativas teóricas e evidências para dar mais suporte à afirmação. No ensino (principalmente tratando-se de ensino médio), nos consideramos satisfeitos quando o aluno é capaz de afirmar a partir da conexão de estrutura(s) teórica(s) e alguma(s) evidência(s) relevante(s), porque, geralmente, não proporcionamos ao aluno condições de raciocinar com base em vários tipos de dados, assim como o cientista o faz na ciência (até porque, muitas vezes isto seria impossível frente aos conhecimentos prévios dos alunos e situações reais de sala de aula). Entretanto, acreditamos que, se articulado de forma adequada e intensamente (Jiménez-Aleixandre, 2008), o ensino pode proporcionar ao estudante o desenvolvimento de algumas linhas de raciocínio quando ele é capaz de estabelecer conexões entre suas estruturas teóricas e as evidências. Também julgamos que nós, professores, ficamos satisfeitos quando os estudantes percebem que evidências geradas de dados empíricos não provam que um conhecimento científico é verdadeiro, mas mostram que aquele conhecimento é válido e que há diferentes pesos a serem atribuídos a uma conclusão em função da ponderação das evidências disponíveis. Por isso, esperamos que a persuasão utilizada se baseie nessas relações, pois, como o próprio Sandoval (2008) afirma, os níveis mais elevados de elementos retóricos são mais comuns em profissionais que escrevem textos científicos.
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Análise das percepções e expectativas de estudantes de Química Licenciatura acerca das suas escolhas de carreira

Análise das percepções e expectativas de estudantes de Química Licenciatura acerca das suas escolhas de carreira

Não é novidade que o ensino de química na educação básica vem enfrentando difi- culdades no que diz respeito à compreensão e à significação dos saberes científicos pelos alunos durante as aulas. Estes problemas, muitas vezes, estão relacionados a não eficácia das ações e práticas docentes nos processos de ensino e aprendizagem, sendo visíveis por meio do não relacionamento entre o saber do aluno/contextual e o saber científico. Muitas vezes, é difícil para os professores conseguirem despertar o interesse dos alunos, de modo a instigar a atenção, pois os alunos apresentam uma espécie de “bloqueio” quando o assunto envolve conteúdo de ciências exatas e, prin- cipalmente, de química, já que este ensino, em sua grande maioria, é desenvolvido de forma expositiva e demonstrativa.
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Relação entre as capacidades do pensamento crítico e o desempenho dos estudantes de Química no ENADE

Relação entre as capacidades do pensamento crítico e o desempenho dos estudantes de Química no ENADE

No livro intitulado “Avaliação educacional desatando e reatando nós” que foi organizado pelos autores Lordêlo e Dazzani (2009), podem ser encontrados diversos artigos relacionados à avaliação do desempenho dos estudantes, tanto do Ensino Fundamental como do Ensino Superior. Questões como a influência da família nesse desempenho, os desafios e perspectivas da avaliação educacional, bem como, os desafios das implementações de políticas educacionais são abordados nesse livro. Dentre os quatorze artigos que compõem o livro, é pertinente mencionar o capítulo de Verhine e Dantas (2009), intitulado “A avaliação do desempenho de alunos de educação superior: uma análise a partir da experiência do ENADE”. Os autores apresentam uma análise da avaliação utilizada para medir o desempenho dos estudantes de nível superior nos anos de 2004 a 2006, que correspondem ao primeiro ciclo do exame. Ao longo do texto é apresentado um breve panorama histórico que descreve o ENADE e as principais tendências observadas com relação ao desempenho dos estudantes, em que é apresentado percentuais dos conceitos obtidos pelos estudantes ingressantes e concluintes, sendo esses apresentados por região e pelo tipo de instituição a que esses estudantes pertencem (públicas e privadas), os autores ressaltam que os percentuais apresentados para os conceitos 4 e 5, foram superiores para a região nordeste (44,0%), seguida da região sul (39,6%) e que os percentuais de conceitos 4 e 5 mais elevados no que se refere as instituições, foi identificado nas instituições públicas. Com relação ao perfil geral dos estudantes, que é identificado a partir das provas e dos questionários socioeconômicos, pode-se observar que a maioria dos estudantes ingressantes e concluintes são solteiros, de cor branca, moram com seus pais e/ou parentes, estão inseridos em famílias que ganham até dez salários mínimos e têm pais que estudaram no mínimo até o ensino médio. Na sequência do artigo são focalizados cinco eixos principais relacionados ao ENADE: a pertinência do Exame, sua finalidade, seu caráter obrigatório e a (falta de) equidade, a qualidade dos instrumentos, e também é feita uma breve descrição da maneira com a qual o cálculo do conceito ENADE e do IDD é realizado. Nas considerações finais, são apresentadas algumas considerações para que seja feito o refinamento e melhoria do ENADE.
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Contribuições da empresa júnior para a  formação profissional dos estudantes de  Química e Engenharia Química da UFV

Contribuições da empresa júnior para a formação profissional dos estudantes de Química e Engenharia Química da UFV

“segunda revolução”, onde o desenvolvimento social e econômico é incorporado como parte da missão da instituição (Lago et al., 2005). A primeira revolução foi feita quando, além do ensino, a pesquisa passou a ser parte da Universidade. Esse modelo rompe com o chamado “Paradigma da Torre de Marfim”, discutido por Souza (2009), onde grandes profissionais lideram grupos que desenvolvem pesquisas de ponta nas Universidades, mas os produtos finais desses trabalhos não chegam, em proporções adequadas, até a comunidade em geral. Nesse sentido, o novo modelo pode ser entendido como o da “Universidade Empreendedora”. Nele, a pesquisa, por si só, não é um fim. O fazer Ciência deverá envolver também a possibilidade de interagir com a comunidade, de modo que o estudante conheça o meio e pense em maneiras de como interagir com ele. Desta forma, o desenvolvimento de práticas educativas que possam contribuir para a formação de um profissional mais empreendedor se faz necessário. De maneira resumida, existem três caminhos para a formação adequada desse profissional empreendedor: (i) mudança da prática pedagógica; (ii) inserção de disciplinas de empreendedorismo; e (iii) atividades extra curriculares que desenvolvam habilidades empreendedoras junto aos estudantes.
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PRESENÇA DE INDÚSTRIA QUÍMICA NO BAIRRO INFLUENCIA A CULTURA E ESCOLHAS DE ESTUDANTES EM RELAÇÃO À PROFISSÃO

PRESENÇA DE INDÚSTRIA QUÍMICA NO BAIRRO INFLUENCIA A CULTURA E ESCOLHAS DE ESTUDANTES EM RELAÇÃO À PROFISSÃO

Este artigo apresenta dados parciais de uma tese de doutorado, cujo objetivo inicial foi identificar as representações sociais de estudantes de graduação em Química e de professores de Química da região de São Miguel Paulista/SP, acerca da Influência da Ciência Escolar sobre a Sociedade. No decorrer do trabalho de campo ouvimos dos entrevistados, que a presença de uma indústria química na região também influenciou suas escolhas profissionais. Passamos, então, a investigar fatores que pudessem evidenciar as influências da referida indústria no crescimento e desenvolvimento da região e de seus habitantes. Além de um levantamento bibliográfico em jornais e teses, utilizamos questionários com questões abertas e fechadas, respondidos por estudantes de Química. Os resultados apontam que, a presença dessa indústria na região trouxe, além de crescimento populacional, desenvolvimento social, ampliação do comércio, criação de áreas de lazer e de serviços públicos como hospitais, escolas, creches e linhas de transportes. Concluímos que face essas ações, as Escolas da referida região não podem ignorar a presença da referida indústria e de sua influência sobre a vida dos estudantes; que a Ciência Escolar, trabalhada em sala de aula, deve levar em consideração os impactos e as influências dessa indústria no desenvolvimento social dos cidadãos.
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FORMULAÇÃO DE QUESTÕES A PARTIR DA LEITURA DE UM TEXTO: DESEMPENHO DOS ESTUDANTES DE LICENCIATURA EM QUÍMICA DA MODALIDADE A DISTÂNCIA.

FORMULAÇÃO DE QUESTÕES A PARTIR DA LEITURA DE UM TEXTO: DESEMPENHO DOS ESTUDANTES DE LICENCIATURA EM QUÍMICA DA MODALIDADE A DISTÂNCIA.

O queijo minas é obtido por meio da coagulação enzimática do leite com ácido lático ou fermento. Segundo o Regulamento Técnico MERCOSUL de Identidade e Qualidade n. 145/96, entende-se por Queijo Minas Frescal (minas, curado, prensado) “o queijo fresco obtido por coagulação enzimática do leite com coalho e/ou outras enzimas coagulantes apropriadas, complementada ou não com ação de bactérias lácticas específicas.” (MERCOSUL, 1996). O grupo de estudantes, que elaborou esta questão, ao ler sobre a utilização de fun- gos na produção do queijo roquefort entendeu (extrapolou) que os demais tipos de queijo, como o queijo minas frescal (muito consumido no estado de Minas Gerais), também seriam produzidos em presença de fungos. Isso mostra que, apesar de Minas Gerais ter tradição na fabricação de alguns tipos de queijo (como é o caso do Minas Frescal), o processo não é conhecido pelos estudantes de Química e, provavelmente, não é conhecido pela população em geral.
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Relação de estudantes surdo com os conhecimentos escolares : percursos e percalços no aprendizado da química

Relação de estudantes surdo com os conhecimentos escolares : percursos e percalços no aprendizado da química

A presente investigação é fruto dos questionamentos e inquietações que surgiram no final do ano letivo de 2015, provenientes das primeiras experiências profissionais como professora de Química, em um colégio da rede pública do sertão baiano. A instituição era frequentada por duas alunas e um aluno surdos que, após a reprovação no referido ano, encontravam-se em situação de abandono escolar já no ano subsequente. Isso posto, este trabalho tem como objetivo compreender a relação estabelecida com a escola e os conhecimentos científicos escolares, especificamente os de química, por um casal de irmãos surdos, em situação de fracasso escolar. Nele se utilizaram estudos sobre educação de surdos, propostos por Sá, Skliar e Perlin, como referencial teórico. Para a compreensão da relação estabelecida por ele, lançou-se mão da noção da relação com o saber de Charlot, e a trajetória metodológica se fundamenta em pesquisa qualitativa, baseada em Bogdan e Biklen, tendo como sujeitos da pesquisa os irmãos surdos, seus pais, o professor de Química, uma irmã e três de seus colegas de classe. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevista, que permitiu concluir que a relação mantida pelos estudantes com a escola se deu a partir da perspectiva da aprendizagem (da leitura e da escrita) como meio de comunicação com as pessoas ouvintes; e, para esses alunos, ir à escola está vinculado aos aspectos de socialização. Por sua vez, a relação com os conhecimentos científicos escolares, sobretudo no Ensino Médio, em que sua abstração e a linguagem se tornam mais complexas, e o desconhecimento de Libras por esses estudantes e seus professores levaram-nos a uma situação de fracasso escolar. Dessa forma, a relação com o mundo da Química apresenta elementos da situação identificada, mesmo que o professor tenha procurado estratégias para minimizar tal fracasso.
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SINTOMATOLOGIA E DIAGNóSTICO LABORATORIAL DA RINITE ALÉRGICA EM ESTUDANTES E TRABALHADORES DA INDúSTRIA qUíMICA

SINTOMATOLOGIA E DIAGNóSTICO LABORATORIAL DA RINITE ALÉRGICA EM ESTUDANTES E TRABALHADORES DA INDúSTRIA qUíMICA

Tem-se verificado um aumento de alergias em todo o mundo estimando-se que 10-20% dos Portugueses sofra de rinite alérgica (RA). No presente estudo procuramos caracterizar a sintomatologia e percepção de RA em Estudantes e Trabalhadores da Indústria Química. Dos resultados destacamos que o número de inquiridos que afirmam sofrer de RA (19,9%) é semelhante ao descrito na literatura, mas um número maior de inquiridos apresenta sintomatologia sugestiva de RA. Assim, a RA encontra-se provavelmente sub-diagnosticada, sendo possivelmente confundida com gripe ou constipação.
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Arte e química: o uso do teatro como ferramenta interdisciplinar para tornar o ensino de química mais atraente aos estudantes da primeira série do ensino médio

Arte e química: o uso do teatro como ferramenta interdisciplinar para tornar o ensino de química mais atraente aos estudantes da primeira série do ensino médio

Esse guia é produto da pesquisa de mestrado intitulada “arte e química: o uso do teatro como ferramenta interdisciplinar para tornar o ensino de química mais atraente aos estudantes da primeira série do ensino médio”, realizada no ano de 2018, na Escola de Educação Profissional do Município de Acaraú- Ce. Os resultados da pesquisa possibilitaram a organização desse material, baseado no pressuposto de que o uso do teatro pode tornar o ensino de Química mais atrativo para os estudantes, promovendo uma aprendizagem colaborativa e mais efetiva dos conteúdos. Fundamentado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (2002) que trazem os princípios da interdisciplinaridade e contextualização e defendem métodos de aprendizagem mais ativos e interativos e corrobora a teoria do desenvolvimento da aprendizagem através de uma interação social defendido por Vigotsky (1999). O método mostrou-se positivo ao desenvolver um ensino de Química mais dinâmico, contextualizado, fortalecendo o protagonismo dos estudantes em suas aprendizagens a partir de um processo colaborativo.
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LIGAÇÕES QUÍMICAS: CONCEPÇÕES DE ESTUDANTES DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

LIGAÇÕES QUÍMICAS: CONCEPÇÕES DE ESTUDANTES DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

Este trabalho propõe mostrar e analisar a visão que quinze estudantes ingressantes, no curso de Química Licenciatura da Universidade Federal de Sergipe, apresentam sobre Ligações Química, o qual é considerado um tema bastante abstrato para ser ensinado, pelo fato de si distanciar do cotidiano do aluno, e por esse motivo torna-se um assunto muitas das vezes difícil de ser compreendido por alguns estudantes, que geralmente apresentam conceitos errôneos sobre esse tema mesmo tendo contato com o mesmo durante a educação básica e início da graduação. Para isso foram aplicados questionários, que foram analisados e categorizados, seguindo o modelo de análise do conteúdo de Bardin (1977). Os resultados mostraram traços de formalismo cientifico, como também alguns erros conceitos, o que sugere que o questionário sugerido aqui pode ser usado para uma sondagem inicial sobre o tema.
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A PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO: UM ESTUDO MOTIVACIONAL DA APRENDIZAGEM EM QUÍMICA

A PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO: UM ESTUDO MOTIVACIONAL DA APRENDIZAGEM EM QUÍMICA

Para realização da sequência, utilizamos o segundo capítulo do livro didático “Química Cidadã” de Wildson Santos e Gerson Mól (2013). No livro, a abordagem do conteúdo químico é feita por meio de temas sociais. Esse material didático introduz o conteúdo a partir de um texto problematizador, que apresenta um tema de relevância social, problematizando-o e estabelecendo relações com determinados conceitos químicos, que serão necessários para sua abordagem. Em seguida, esses conceitos são apresentados ao aluno e, após essa fase, são explorados textos que retomam o tema em foco na unidade. Ao final, as dimensões sociais do tema são novamente postas em evidência e uma série de atividades relacionadas à tomada de decisão são introduzidas. Elas exploram os aspectos ambientais, políticos, econômicos, éticos, sociais e culturais. O segundo capítulo, o qual foi utilizado nessa pesquisa, aborda a questão social do descarte do lixo, relacionando com a constituição dos materiais e a importância da separação adequada dos mesmos.
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A pergunta na aprendizagem em química : a percepção de teóricos, professores e estudantes do ensino médio

A pergunta na aprendizagem em química : a percepção de teóricos, professores e estudantes do ensino médio

Priorizar a pergunta, tanto do estudante como do professor, é o passo inicial para transformar as salas de aula em um ambiente de pesquisa e prazeroso. O ato de perguntar mostra um professor preocupado com o desenvolvimento do aprender e um aluno capaz de questionar aquilo que lhe é apresentado. Sendo assim, percebo na sala de aula os professores utilizando perguntas para averiguar conhecimentos prévios ou o nível de assimilação de um conteúdo, já os estudantes, as utilizam para solucionar dúvidas ou sanar curiosidades, as quais muitas vezes não são respondidas. Com isso, uma das minhas motivações para a pesquisa foi perceber que as perguntas são essencialmente feita pelos professores ou propostas pelos livros didáticos, sendo as perguntas dos alunos pouco valorizadas. Na primeira parte deste capítulo relatei a minha trajetória acadêmica e os motivos que me trouxeram ao Programa de Pós- Gradução. Em sequência, a problematização em relação aos aspectos a serem abordados por esse trabalho.
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Dificuldades de Aprendizagem versus Desempenho Acadêmico dos Estudantes do Curso de Química: Relatos Possíveis

Dificuldades de Aprendizagem versus Desempenho Acadêmico dos Estudantes do Curso de Química: Relatos Possíveis

A segunda reprovação na disciplina de Física Geral e Experimental I origina a possibilidade de uma terceira matrícula, como indicado na Figura 2. Sendo assim, 63% dos estudantes já cursaram a disciplina por três vezes e assim como descrito anteriormente, esse percentual não engloba apenas alunos aprovados, mas também alunos que não conseguiram aprovação. Esse percentual é significativo, pois representa uma parcela maior de estudantes retidos nesta disciplina e que não conseguem passar para a disciplina seguinte ou se matricular em outras disciplinas específicas devido o pré-requisito existente, ocasionando em atrasos para o aluno no decorrer do curso. Os 16% restantes dos alunos entrevistados cursaram a disciplina de Física Geral e Experimental I por quatro vezes. Esses estudantes mantiveram suas matrículas na disciplina, apesar do risco de cancelamento da matrícula , devido esta ser a primeira dentre três outras disciplinas de Física Geral e Experimental que precisam ser cursadas, sem as quais não se pode concluir o curso.
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Química & Arte: Explorando Caminhos Criativos em um Projeto com Estudantes de Ensino Médio

Química & Arte: Explorando Caminhos Criativos em um Projeto com Estudantes de Ensino Médio

Estudos da área afimam que a forma como as ciências da natureza é apresentada aos estudantes, é, em geral, desinteressante a grande parte deles. Pensando a ciência como parte da cultura humana, e notando que a criatividade é inerente à pesquisa científica, entendemos que o ensino das ciências deve ser pensado de forma a resgatar a dimensão estética e criativa na escola. Nesse artigo, é feito um relato de experiência de um projeto proposto em uma disciplina de química a estudantes de ensino médio. Tal projeto procurou diminuir o distanciamento entre as ciências naturais e as humanidades, através de atividades que explorassem a criatividade dos estudantes, ao mesmo tempo que permitiam a apropriação de determinados conceitos da disciplina de química. Neste artigo analiso detalhes do planejamento da atividade, sua execução e os produtos elaborados pelos alunos. Ao final, são discutidos alguns caminhos possíveis para o ensino de química.
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INTERPRETAÇÃO INTERMODAL DO CONCEITO “ENERGIA” EM AULAS DE QUÍMICA COM ESTUDANTES SURDOS: UMA ABORDAGEM LINGUÍSTICA

INTERPRETAÇÃO INTERMODAL DO CONCEITO “ENERGIA” EM AULAS DE QUÍMICA COM ESTUDANTES SURDOS: UMA ABORDAGEM LINGUÍSTICA

Adiante será apresentada algumas transcrições das falas dos envolvidos nas filmagens durante as aulas, acompanhada da imagem do sinal realizado para o termo Energia. Nessas transcrições, nos momentos em que o TILSP estiver no processo interpretativo, ou seja, mediando a comunicação do professor e as estudantes surdas, esses enunciados estarão em glosas 5 . Quando não estiver, significa enunciações feitas por ele mesmo. No caso das estudantes surdas, todos enunciados estarão em glosas. Além disso, para transcrição das falas em Libras, foi preciso respeitar sua estrutura sintática espacial, isto é, representar como as sentenças e os sinais são arranjados no espaço, de modo que as relações construídas entre eles pudessem engendrar diversos papéis gramaticais. Assim, as próprias expressões não manuais, além de parâmetros fonológicos, também possuíam ação gramatical.
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Professores de Química no processo ensino-aprendizagem de estudantes com deficiência visual: Formação e prática

Professores de Química no processo ensino-aprendizagem de estudantes com deficiência visual: Formação e prática

Nosso trabalho se organizará do seguinte modo: introdução, quatro capítulos com reflexões e análises e considerações finais. O primeiro capítulo procura mostrar os primeiros passos das políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência e, em seguida, apresentar um breve histórico a respeito das instituições para pessoas com deficiência visual no Brasil. O segundo capítulo reflete sobre a problemática da formação de professores de Química dentro do contexto da educação inclusiva, ao passo em que nele discutimos como se dá o ensino de Química para alunos com deficiência no país. O terceiro capítulo caracteriza o percurso metodológico da pesquisa, pautado em uma abordagem qualitativa, e cujo referencial teórico será especialmente o trabalho de Arilda Godoy (1995). Os dados apresentados foram coletados por meio de uma entrevista semiestruturada (BONI; QUARESMA, 2005) e analisados por meio da Análise de Conteúdo proposta Laurence Bardin (2006). O capítulo quatro diz respeito aos resultados e à discussão dos dados obtidos. Nele, serão descritos e analisados os comentários dos professores entrevistados a partir da referida metodologia (BARDIN, 2006).
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UMA INVESTIGAÇÂO SOBRE MOTIVAÇÃO E ATITUDES DE ESTUDANTES FRENTE A AULAS DE QUÍMICA ORGÂNICA NO ENSINO MÉDIO

UMA INVESTIGAÇÂO SOBRE MOTIVAÇÃO E ATITUDES DE ESTUDANTES FRENTE A AULAS DE QUÍMICA ORGÂNICA NO ENSINO MÉDIO

Resumo: Nota-se que há uma grande dificuldade por parte dos alunos para o ensino de química. Um dos fatores que influencia na aprendizagem dos alunos, é o âmbito motivacional. Diante disso, o presente trabalho busca analisar a motivação dos estudantes referente à disciplina de química e as concepções dos mesmos sobre tópicos de Química Orgânica. Esta pesquisa foi realizada em turmas de Ensino Médio de uma escola pública do município de Faxinal do Soturno (RS), e participaram desta pesquisa 46 estudantes de três turmas, com faixa etária de 15 a 18 anos. Foram utilizados para coleta de dados três questionários distintos, repassados aos estudantes na forma impressa: (1) questionário adaptado de Talim (2003), este que leva em consideração a atitude dos estudantes em relação à disciplina de química; (2) questionário adaptado de Rufini, Bzuneck e Oliveira (2011), referente à qualidade motivacional educacional dos estudantes e (3) questionário sobre concepções dos estudantes sobre tópicos de Química Orgânica. Após a análise dos resultados, pode-se constatar que os alunos aceitam bem a disciplina de química e se sentem estimulados a aprender, porém alguns alunos não sentem prazer em estudar química julgando-a desinteressante e uma perda de tempo seu estudo. Outro ponto a ser destacado, deu-se que os estudantes estão vivendo muito pressionado por reguladores externos, afetando assim sua aprendizagem. Do mesmo modo, nota-se levemente uma dificuldade por parte dos estudantes para o ensino de Química Orgânica, ressaltando a importância de se desenvolver esta temática no Ensino Médio.
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