Estudantes do ensino médio - guias de experiência de vida

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Projetos de Vida de Jovens Estudantes do Ensino Médio e a Escola.

Projetos de Vida de Jovens Estudantes do Ensino Médio e a Escola.

Em relação às justificativas sobre a contribuição da escola aos pro- jetos de vida, o futuro é mencionado por 23% dos estudantes. Da mesma forma, a menção ao vestibular e/ou a continuidade dos estudos são jus- tificativas que se projetam para o futuro sem estabelecer vínculos com a experiência imediata ou a vida cotidiana. Tais dados reafirmam o dis- curso comumente associado à função da escola em uma perspectiva do vir a ser. Possivelmente, esses jovens não conseguem estabelecer uma relação entre o que vivenciam na escola e sua vida cotidiana e/ou com seus planos e projetos. A experiência possibilita ao ser humano compre- ender elementos que podem projetar-se muito além daquilo que é nota- do conscientemente; para tanto, é preciso que as relações estabelecidas pelo sujeito sejam trazidas ao nível da consciência. Esse processo se faz por meio da comunicação, capaz de vincular os resultados da experiên- cia do grupo com as experiências imediatas do indivíduo (Dewey, 1959). No entanto, a organização dos conteúdos escolares respeita uma ordem lógica que objetiva a promoção do conhecimento como um fim em si mesmo, ocultando as relações entre as disciplinas escolares e a vida co- tidiana.
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Blog e educação ambiental : uma experiência junto a estudantes do Ensino Médio

Blog e educação ambiental : uma experiência junto a estudantes do Ensino Médio

Todos esses referenciais, apesar de se inscreverem no cotidiano da vida, não são claramente percebidos pelos sujeitos, mas podem interferir em suas visões de mundo assim como estão sujeitas a sofrer interferências por diferentes modos de os sujeitos interagirem com o ambiente em que vivem. Isso se dá porque são seres com necessidades biológicas e sociais, capazes de engendrar alterações e transformações ambientais no curso social-histórico. Mas é quase sempre uma dimensão ou outra que emerge, dependendo do contexto, sem que haja um entrelaçamento relacional entre eles. Uma compreensão desse inter-relacionamento entre esses ambientes fica comprometida se ainda estiver atravessada por uma visão de mundo obtusa e parcial. Para Boff (1999, p. 24), “ainda não se criou a consciência de que o visível é parte do invisível”. Cabe a escola com seu papel social transformador recuperar no educando esse mundo vivido e ignorado, mas sempre presentificado em sua realidade. Assim, em vista da urgente necessidade de olhar o ambiente sob outras perspectivas, destaque-se a contribuição de Dansa, Pato e Corrêa (2012) que, ao articular EA e Ecologia Humana, constroem um novo fazer pedagógico, reincorporando nessa dialógica educativa a centralidade de sujeito/sujeito reconhecidos como corpo e espírito, inseparáveis. Assim se expressam:
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Os conceitos científicos dos estudantes do Ensino Médio no estudo do tema "origem da vida".

Os conceitos científicos dos estudantes do Ensino Médio no estudo do tema "origem da vida".

Conforme Vygotsky (1998a), o aprendizado dos estudantes começa muito antes do ambiente escolar; há sempre uma história prévia. Evidentemente, os estudantes possuem uma bagagem de conhecimentos relacionados à origem da vida, antes do contato com os conteúdos científicos relacionados ao tema, no ambiente escolar. Na verdade, trata-se de um tema que possui implicações filosóficas e religiosas, configurando um conjunto de complexidades no que diz respeito ao seu ensino, sobretudo à sua aprendizagem. Nesse sentido, as orientações educacionais complementares aos parâmetros curriculares nacionais (PCN+) do Ensino Médio (BRASIL, 2002) apresentam importante reflexão sobre o ensino da temática origem e evolução da vida: trata-se de um dos temas mais instigantes, complexo e abstrato para o ser humano, que tem buscado compreender as origens da vida, da Terra, do Universo e dele próprio. Esses conteúdos têm grande significado científico e filosófico, pois abrangem questões polêmicas, envolvendo várias interpretações sobre a história da vida. Além da complexidade da construção de conceitos científicos, a polêmica temática “Origem da Vida” requer uma atenção extra do professor na sua abordagem, devido aos conflitos existenciais e religiosos envolvidos. Podemos perceber a grande influência cultural nessa temática, conforme o diálogo entre os pesquisadores e o Estudante 31:
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ANDERSON CINATI ESCOLA, CONSUMO E PROJETOS DE VIDA NA VISÃO DE JOVENS ESTUDANTES DE UMA ESCOLA PÚBLICA E OUTRA

ANDERSON CINATI ESCOLA, CONSUMO E PROJETOS DE VIDA NA VISÃO DE JOVENS ESTUDANTES DE UMA ESCOLA PÚBLICA E OUTRA

As diretrizes que estabelecem a Educação Básica no Brasil são as mesmas tanto para a escola pública, quanto para a escola privada, entretanto, a educação desenvolvida, com os estudantes de ambos os grupos pode ter direcionamentos distintos. As diferenças entre os contextos socioeconômicos, normalmente existentes, pode provocar percepções distintas em relação às oportunidades que esses estudantes venham a ter durante a construção de seus projetos de vida e de suas perspectivas futuras. Nesse âmbito, esta pesquisa procurou discutir as relações entre o consumo e o projeto de vida na visão de jovens estudantes de uma escola pública e outra privada, na tentativa de entender como esses elementos nos fazem repensar a educação de forma crítica. Para atingir o objetivo proposto, escolheu-se duas escolas do interior do Estado de São Paulo, onde o pesquisador atua como docente nas disciplinas de geografia e história. Participaram desta pesquisa estudantes do Ensino Médio, principalmente do 3º ano. A metodologia utilizada baseou-se inicialmente na aplicação de um questionário aplicado nas escolas, e, posteriormente, foram desenvolvidas entrevistas semiestruturadas. Dessa maneira, dados gerais foram coletados a fim de realizar um levantamento do perfil socioeconômico dos grupos, além de tentar identificar relações com o consumo, com a escola e com o projeto de vida desses estudantes. Foi possível concluir que os projetos de vida desses estudantes tendem a ser individualistas e orientados muitas vezes pelo poder de consumo, já que, entre os entrevistados, não se identificou nenhum estudante que demonstrasse preocupações no âmbito social ou ambiental. Foram apresentadas como propostas, para a melhoria destas questões, o aumento de políticas públicas educacionais, além de projetos que poderão ser desenvolvidos nas escolas, na perspectiva de favorecer o desenvolvimento de uma educação emancipadora sobre a sociedade atual. Nesse contexto, foram sugeridos temas e direcionamentos sobre como realizar essas discussões, de forma a envolver o papel das diferentes classes na manutenção das estruturas sociais, repensando a origem das desigualdades, das questões raciais, históricas, escolares e familiares. Se o projeto de vida for acrítico, esses indivíduos podem não ter clareza do que realmente acontece na sociedade, na relação do ter e não ter. Seus projetos podem se resumir apenas à aquisição de um determinado status social para realizarem seu sonho de consumo.
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A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE: ÊXITOS E DESAFIOS

A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE: ÊXITOS E DESAFIOS

Na publicação do Ministério da Educação (BRASIL, 2009), Educação Integral – Texto Referência para o Debate Nacional, ao contextualizar a história da educação nacional com a trajetória da educação integral, observamos que, na década de 1960, uma experiência mais ousada envolveu a concepção de educação integral, atrelada a um projeto de desenvolvimento da cidade. O então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, solicita a Darcy Ribeiro, Anísio Teixeira e Cyro dos Anjos um ―Plano Humano‖ para a cidade de Brasília, ocasião na qual eles desenvolveram um modelo educacional que se pretendia ser um modelo a ser implantado em todo o Brasil. Sob a influência do pensamento de John Dewey, o modelo educacional proposto tinha como objetivo integrar todo o contexto da sociedade, redefinindo a função da escola, que não seria apenas voltada à instrução, mas, acima de tudo, um espaço que deveria oferecer aos estudantes oportunidades completas de vida.
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Experiência com estudantes do ensino médio através da pesquisa escolar orientada.

Experiência com estudantes do ensino médio através da pesquisa escolar orientada.

We used the ISP model to guide all phases in the process.[r]

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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

Esta dissertação objetiva investigar de que forma o Progestão contribui para o desenvolvimento do perfil dos gestores a partir da formação oferecida pela Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais, além de verificar as possíveis lacunas frente às exigências de um modelo de gestão pedagógica estratégica. O interesse pelo universo da gestão escolar e a consequente motivação para esse estudo surgiu em meu ambiente de trabalho, atuando como analista educacional e no contato in loco com gestores e profissionais das escolas públicas. O estudo aborda a formação de gestores na SRE Unaí e a dimensão da gestão pedagógica, por meio de um estudo de caso de abordagem qualitativa que envolveu levantamento e análise documental, pesquisa bibliográfica, aplicação de questionário para os gestores das escolas jurisdicionadas à SRE Unaí. Os resultados da pesquisa demonstraram que 50% dos gestores não tinham experiência em gestão antes da nomeação para o cargo de diretor e que 79% avaliaram ser o seu grau de conhecimento sobre as tarefas pedagógicas suficiente. Detectou-se, ainda, que os gestores adquiriram conhecimento e prática intermediária em ensino e aprendizagem, trabalho pedagógico, prática pedagógica e avaliação. Isto posto, a proposta de intervenção desta dissertação foi criar um Programa de Formação Continuada em Gestão Pedagógica para Gestores Escolares com o propósito de buscar o aprofundamento nas temáticas voltadas para a gestão pedagógica.
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EXPANSÃO E FINANCIAMENTO DO SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR FEDERAL: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

EXPANSÃO E FINANCIAMENTO DO SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR FEDERAL: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

No arcabouço do PNE, com a designação de Expansão II, por meio do Decre- to nº. 6.096/2007, é lançado também o programa Reuni. Suas diretrizes foram pautadas em seis dimensões: a) “ampliação da oferta de educação superior pública, por meio de redução das taxas de evasão ”, expandindo políticas de inclusão e assistência aos estudantes, preenchimento de vagas ociosas, e aumento de vagas, notadamente no período noturno; b) reestruturação acadêmico-curricular, diversificando as modalidades da graduação, bem como reorganizando os cursos de graduação; c) renovação pedagógica da educação superior, buscando atualizar metodologias de ensino e aprendizagem, elevando sua qualidade; d) mobilidade intra e interinstitucional, e; e) articulação da pós-graduação com a graduação, buscando desenvolver e aperfeiçoar qualitativamente cursos de graduação visando melhoria na educação básica. Em suma, o objetivo central foi o de criar conjunturas para ampliar o ingresso e permanência no nível de graduação, valendo-se da estrutura física e dos recursos humanos existentes nas universidades federais, logrando como meta global, a progressão gradual da taxa de conclusão média de 90% nos cursos de graduação presenciais, e a relação de alunos da graduação por professor ao final dos cinco anos da adesão teria que ser de 18 (BRASIL, 2007b).
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ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

A proposta que as instituições públicas contemporâneas almejam é que os Estados brasileiros se transformem e construam no interior destas, ambientes de trabalho mais colaborativos, integrados, arrojados e técnicos. Esta dissertação pretende explicar o processo de implementação da Diretoria de Pessoal (DIPE) na Superintendência Regional de Ensino de Ubá (SRE/Ubá) que conforme a nova estrutura orgânica da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) passou a vigorar a partir de 27/01/2011, mediante o Decreto nº 45.536, em todas as SREs. A pesquisa visa a contribuir para o entendimento da seguinte questão: A nova estrutura organizacional implementada na SRE/Ubá proporciona qualidade na prestação de serviço ao público em geral? Desse modo, o objetivo geral é analisar se esta nova estrutura está promovendo trabalhos alinhados às demandas do público que procura a SRE/Ubá. Os específicos focam em investigar se tal mudança proporciona cooperação estratégica governamental, a partir de melhor organização das funções, ao orientar os setores na busca de soluções eficazes para o alcance das metas pactuadas. Justifica-se o tema, uma vez que a DIPE caminha para superar dificuldades, apoiar e qualificar os servidores que atuam nesta área, tendo como foco a melhoria da qualidade dos serviços ofertados. A metodologia envolveu um Estudo de Caso cuja pesquisa de campo foi exploratória, descritiva e de cunho qualitativo, tendo como técnicas os seguintes instrumentos utilizados: questionário, entrevista com roteiro semiestruturado e análise documental tais como: leis, decretos e notas técnicas, além dos conceitos de alguns teóricos, a saber: Chiavenato, Bergue, Tachizawa, Paradela e Mello. A partir de alguns resultados apresentados, a DIPE proporcionou maior eficiência na execução dos trabalhos, bem como na assistência ao público, promovendo maior diálogo entre SRE-Escola, com consequente descentralização das tarefas e facilidade de comunicação, tornando assim, o serviço mais qualificado e ágil.
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JEORDANE OLIVEIRA DE ANDRADE PRÁTICA DE GESTÃO: A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE O USO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO SISTEMA DE ENSINO DO AMAZONAS

JEORDANE OLIVEIRA DE ANDRADE PRÁTICA DE GESTÃO: A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE O USO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO SISTEMA DE ENSINO DO AMAZONAS

Segundo estudos e diagnósticos realizados pela Consultoria Externa, que foi contratada para dar assistência na elaboração de um plano de curto, médio e longo prazo, para um projeto de excelência da Gestão da Educação no Estado do Amazonas, esta estrutura administrativa apresentava oportunidade de melhoria nos seguintes pontos: redistribuição de funções; automação de tarefas; terceirização de funções com baixo caráter educacional; redesenho de processos, principalmente na realocação de atividades entre escolas, coordenadorias e sede; desenho do organograma, como fusão, realocação e criação de departamentos e gerências, tudo pautado na otimização de custos e aumento da eficiência da gestão pública e da gestão da rede de ensino estadual.
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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

A Coordenadoria Regional de Ensino de Tefé (CRET) possui em sua estruturação: (a) a Coordenação Adjunta Administrativa, que lida diretamente com questões de âmbito administrativo, como intermediação da contratação de pessoal, solicitação de materiais, pagamentos, aluguéis, acompanhamento da execução de recursos e da gestão escolar; (b) a Coordenação Adjunta Pedagógica e Assessoria Pedagógica, que tratam exclusivamente das questões do cunho pedagógico, além do Setor de Pessoal, onde são trabalhadas as questões de recursos humanos; (c) Coordenação de Educação Física, que desempenha atividades específicas com os profissionais da área; (d) Coordenação de Atendimento Educacional Especializado, que trata exclusivamente do acompanhamento dos alunos com deficiência, além de assessorar os professores que trabalham com os mesmos; (e) Coordenação de Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), que estabelece acompanhamento e presta assessoria aos professores do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental I ou primeiro ciclo.
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A IMPLEMENTAÇÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE MANAUS

A IMPLEMENTAÇÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE MANAUS

Inovador (ProEMI), cuja principal finalidade é promover indução de rearranjos curriculares por meio do apoio técnico-financeiro do MEC. O objetivo foi compreender como se deu o processo de implementação e operacionalização dessa política em três escolas da Rede Estadual de Ensino de Manaus/AM. Em decorrência deste estudo, organizamos este texto em três capítulos. No Capítulo I, realizamos a descrição do presente caso de gestão, a partir dos estudos dos documentos oficiais que contribuíram para o entendimento do programa, em especial seus Documentos Orientadores, e da caracterização dos atores e das escolas que constituem o universo dessa investigação. Desse primeiro momento, foi possível perceber as inúmeras dificuldades na operacionalização do ProEMI. No Capítulo II, traçamos o percurso metodológico da pesquisa qualitativa, seus instrumentos de coleta de dados (a entrevista semiestruturada com a Coordenadora Institucional, e questionários aplicados aos gestores escolares, professores articuladores e professores regentes das escolas selecionadas). Para fundamentar este estudo, a primeira análise do ProEMI teve como suporte o modelo de avaliação de políticas públicas proposto por Condé (2011). As análises do Projeto de Redesenho Curricular (PRC) das três escolas pesquisadas tiveram como suporte teórico os estudos de Mainardes (2006). Por sua vez, os estudos do ProEMI como política de currículo e a análise dos dados da pesquisa de campo tiveram suporte teórico de autores que discutem políticas de currículo, tais como: Lopes (2008, 2010), Lopes e Macedo (2011), Silva (2009, 2014), Krawczyk (2003) e Schneckenberg (2000). Foi possível perceber que, no contexto da prática, o programa é pouco compreendido pelos atores escolares e que os PRC das escolas pesquisadas existem apenas no aspecto formal. As escolas apenas realizam as compras de materiais, mas não conseguem inovar o trabalho pedagógico. Além disso, foi possível identificar que algumas diretrizes do programa são negligenciadas pela SEDUC. No Capítulo III, tendo em vista a falta de conexão entre o discurso oficial e a operacionalização do programa, propusemos um Plano de Ação Educacional, constituído de 13 estratégias, a serem consideradas pelas escolas que executam o ProEMI. Por fim, trazemos uma sucinta reflexão sobre as fragilidades da política e sobre os principais desafios a serem superados para que esse programa consiga de fato mudar a realidade do Ensino Médio público.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O caso analisado nesta dissertação é a forma como a SRE de Caxambu se utiliza dos dados educacionais para realizar ações voltadas para que as metas pactuadas pela política do acordo de resultados sejam atingidas. O Acordo de Resultados analisado é uma forma através da qual o estado de Minas Gerais busca alcançar resultados positivos nos diversos setores da administração pública a partir da imposição de metas que, se alcançadas, serão utilizadas como justificativa para o pagamento do Prêmio por Produtividade. Para realizar este estudo, foi necessário realizar investigação acerca das políticas públicas educacionais e avaliações do SIMAVE para identificar como acontecem sua apropriação e utilização nas escolas. Para realização da pesquisa, foram consultados os autores como Gremaud (2012), Brooke (2011) e Andrade (2008), além de Leis, Resoluções e Decretos estaduais e federais, bem como foi realizada análise de documentos norteadores, dentre os quais a Agenda de Atividades Integradas da SEE/MG e o Manual de Boas Práticas da Equipe Regional das SRE de Minas Gerais dirigido aos analistas educacionais lotados em suas unidades. Também foi feita entrevista semiestruturada com a Diretora II e a Diretora Pedagógica da Superintendência Regional de Ensino de Caxambu e, ainda, a aplicação de questionário a 34 gestores escolares que compõem a jurisdição da SRE de Caxambu. A partir do levantamento de dados realizado, foi possível identificar que, apesar de a maioria dos gestores escolares terem conhecimento das metas, as ações realizadas pelas equipes do órgão central da Secretaria de Estado de Educação e Superintendência Regional de Ensino de Caxambu são incipientes e não atendem plenamente as necessidades das unidades escolares. Finalizando, a fim de propor melhorias neste processo de articulação, atendimento e responsabilização dos atores envolvidos, propõe-se um Plano de Ação Educacional com o intuito de dar suporte aos gestores dos órgãos centrais e das escolas para a otimização de suas ações profissionais através do uso dos dados, especialmente da avaliação, visando ao alcance das metas e cumprimento do Acordo de Resultados.
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DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NA JURISDIÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PASSOS

DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NA JURISDIÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PASSOS

Este estudo se dedicou a analisar como ocorreu a implementação da política pública para o Ensino Médio, vigente no Estado de Minas Gerais, em três escolas estaduais pertencentes à circunscrição da Superintendência Regional de Ensino de Passos (SRE de Passos), observando a forma com que essas normatizações foram difundidas nos estabelecimentos de ensino para, então, propor um Plano de Ação Educacional que possibilite a melhoria na assertividade desse processo de implementação, que apresentou várias falhas na comunicação institucional. A temática é relevante, uma vez que essa etapa da Educação Básica é problemática no país todo, detentora dos piores índices de proficiência, e muitas têm sido as reformas propostas para reverter a situação. Participaram da pesquisa de campo profissionais das escolas e da SRE de Passos, dos quais foram colhidos depoimentos. Também são considerados os dados apurados pelo CAEd, Inep, Meritt e SRE de Passos, bem como a legislação vigente, tanto estadual como federal. Os referenciais bibliográficos utilizados são, principalmente, de autoria de Claudio de Moura Castro, Simon Schwartsman, Maria Helena Guimarães de Castro, Sergio Tiezzi, Idalberto Chiavenato, Gustavo Gomes de Matos, Henry Mintzberg e Heloísa Lück, entre outros. Ao final das análises, que revelaram a existência de problemas na comunicação institucional desse processo de implementação, é formulado e apresentado um Plano de Ação Educacional, voltado à Gestão Escolar, no qual se propõem ações que venham a contribuir com a melhoria da comunicação institucional durante o processo de implementação de políticas públicas educacionais, sendo este uma adaptação do plano elaborado por Gustavo Gomes de Matos, em sua “Comunicação sem Complicação”.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa buscou avaliar os limites da implementação do Programa Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, em junho de 2012, nas escolas da Regional Metropolitana VII. O objetivo deste trabalho é identificar e analisar a existência de problemas na sua implementação, além de verificar as causas da falta de adesão ou da adesão parcial das escolas que não o desenvolveram. Tal Projeto visa à diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no ensino médio e à elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e PROVA BRASIL. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a professores e gestores em duas escolas da Regional em estudo: uma que aderiu ao projeto e outra que não desenvolveu nenhuma de suas ações. Na sua análise, foram investigados os fatores extraescolares e intraescolares que dificultaram a adesão das escolas. A partir deles, apresentou-se um Plano de Ação Educacional (PAE) que propõe estratégias de divulgação do Projeto, além de reforçar a ideia de participação efetiva dos pais na vida escolar dos educandos. Ele sugere, ainda, o aprimoramento da metodologia do Projeto e levanta questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ainda, segundo a autora, a gestão pedagógica abrange atividade de orientação e acompanhamento do planejamento Escolar, citando alguns exemplos de ações como: assistir às aulas para orientar os professores na execução de seus trabalhos; orientar o planejamento Escolar enfatizando estratégias de ensino e formas de avaliação; orientar os docentes na elaboração de atividades Escolares; orientá-los na elaboração de projetos didáticos e promover reuniões pedagógicas e/ou grupos de estudo com a equipe docente. Pensando nas políticas públicas curriculares atuais, cabe ao gestor alinhar estas ações supracitadas a esses documentos e promover discussão e reflexão coletiva com todos os atores envolvidos no processo educacional, a fim de que todos estejam conscientes das orientações preconizadas e possam implementá-las, efetivamente, na prática pedagógica, para aperfeiçoamento dos processos relativos ao ensino e a aprendizagem e consequentemente melhoria dos resultados.
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O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL PRINCESA ISABEL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL PRINCESA ISABEL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

quando a avaliação abrange uma lição ou tópico concreto (curto prazo), diz-se que tem sobre o estudante o efeito de reativar ou consolidar sua memória, centrar a atenção sobre aspectos importantes do conteúdo, estimular as estratégias de aprendizagem, proporcionar-lhe oportunidades de consolidá-la, oferecer-lhe informação sobre a mesma, ajudar-lhe a conhecer seu progresso para assim melhorar seu autoconceito e guiar a escolha de atividades de aprendizagem para incrementar o domínio do aprendido. Se a avaliação se refere a módulos mais amplos, cursos ou experiências amplas, afirma-se que seus efeitos são: aumentar a motivação dos estudantes para com a disciplina e condicionar a percepção de suas próprias capacidades na matéria de que se trate, incidindo também na escolha que os estudantes fazem de estratégias de estudo. Mais a longo prazo, quando os alunos/as estão submetidos a pautas constantes de avaliação, podem se ressaltar os efeitos de estimular a habilidade de reter e aplicar em contextos e formas diversos o material aprendido, incidir na motivação de continuar estudando a matéria a que se refere e na auto percepção como estudantes. Quando se pratica a avaliação reiteradamente e de forma generalizada cria estilos de aprender e até modela a mentalidade dos povos: a exibição do conhecimento assimilado como equivalente à posse de cultura (Bourdieu, 1983) – é a cultura de exibição de concurso.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O presente estudo de caso tem como objetivo demonstrar que o Ensino Médio noturno, no Estado do Ceará, necessita de orientações específicas para o processo de apropriação dos resultados das avaliações de larga escala. Para tanto investigamos e analisamos o processo de apropriação por parte dos profissionais em duas escolas, uma caracterizada por alunos predominantemente matriculados no turno diurno e outra em que sobressai a matrícula no período da noite. Durante a pesquisa, identificamos que a maneira como são publicados os resultados do Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (SPAECE), os quais são apresentados em forma de médias gerais de proficiência por série, não permitem a diferenciação dos resultados entre os turnos diurno e noturno. A análise do desempenho das escolas demonstra um melhor aproveitamento na unidade escolar cujos alunos, em maior parte, assistem às aulas no turno diurno. Uma causa é apontada para esse fato e consiste na maior carga de horas-aulas do ensino diurno em relação ao noturno. Foi utilizado, para realização desta pesquisa, como aporte teórico os estudos de Soligo (2010), Sousa (2013), Brooke (2013), Oliveira (2013) e Barreto (2013). A partir de uma análise qualitativa dos materiais disponibilizados pela Secretaria de Educação do Ceará (SEDUC) – que visam divulgar os resultados do SPAECE e a orientar os gestores escolares no processo de apropriação desses resultados – constatou-se que não há orientações quanto aos problemas encontrados, como o baixo aprendizado, no ensino noturno. Diante disso, ao final da dissertação apresentamos um Plano de Intervenção Educacional, em que propomos a criação de um Boletim Noturno, um documento que deverá constar entre as publicações da SEDUC encaminhadas aos gestores escolares das instituições de ensino cearense. O Boletim Noturno contém duas proposições que visam melhorar o processo de divulgação e apropriação dos resultados das avaliações externas, a saber: a apresentação dos resultados do SPAECE distribuídos por turno de ensino e textos de referência que contemplem as especificidades da clientela noturna.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

condição nenhuma de alimentar e sustentar esses filhos e a gente traz para o tempo integral e através de donativos começa a sanar essas necessidades com roupas e calçados, com tudo ... Ele passa a ter a escola como um local de paternalismo. A gente fala a escola não tem que ser paternalista. Tem que ser sim. A partir do momento que ela faz esse papel, ela consegue fazer com que a criança melhore a aprendizagem. Tem ainda na escola a questão da intervenção pedagógica. Desde que começou a intervenção nós passamos, começamos a reunir com os professores né, colocar a dificuldade de cada menino e pedir que cada um se interessasse, tentasse resolver os problemas dos meninos. Começar enxergar... Fazemos sempre reunião motivacional, usamos vídeo mostrando sempre a necessidade de um estar ajudando o outro, necessidade de solidariedade. Sempre vídeos assim, né. Então a gente coloca sempre o professor a repensar o trabalho dele como profissional da educação, a função dele como professor em qualquer instituição que ele for. Não só aqui. A partir disso ai a gente começa conseguir adeptos à nossa situação né, à situação da escola, à situação da criança. A gente senta e analisa. Qual a dificuldade que a gente tem? Qual turma que mais dificuldade? Qual a dificuldade dessa ou daquela criança? Qual professor é capaz de sanar a dificuldade dessa criança? Qual professor é melhor na alfabetização? A gente procura responder perguntas em equipe. A gente procura sempre elevar os índices da escola no sentido de melhor aprendizagem. A gente encontra ainda, uma certa resistência lá anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, quando se trata de professores de áreas e que eles já querem que os meninos já cheguem sabendo quase tudo da matemática e da língua portuguesa . Ai também eles já tem outra escola para trabalharem e alegam não ter tempo pra tá ajudando nessas situações. Mas a gente está conseguindo, aos poucos , algumas pessoas lá nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio pra tá ajudando a escola. Essas pessoas, aos poucos, vão entrando também no ritmo do trabalho em equipe. A escola tem conseguido...
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O USO DAS AVALIAÇÕES DO PAAE NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBERLÂNDIA – MG – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O USO DAS AVALIAÇÕES DO PAAE NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBERLÂNDIA – MG – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Este trabalho está organizado em três capítulos, a saber: O primeiro capítulo apresenta o PAAE como proposta de estudo e mostra a rejeição que o programa sofre nas escolas como problema para o caso de gestão. É abordado o histórico da criação do SIMAVE, assim como o do PAAE; a trajetória do PAAE até sua implantação em todas as escolas estaduais mineiras de Ensino Médio; a forma de transporte das informações sobre o PAAE desde a SEE, passando pela SRE Uberlândia, e chegando até a escola; o levantamento dos dados via sistema sobre a utilização do PAAE nas escolas da SRE Uberlândia e o parecer da pesquisadora como coordenadora do programa na SRE de Uberlândia. O segundo capítulo é dedicado à exposição dos resultados encontrados na pesquisa de campo, assim como à análise e consolidação das evidências da mesma sobre o uso do PAAE nas 7 escolas pesquisadas, a fundamentação teórica sobre avaliação e gestão escolar, seguida do parecer conclusivo elaborado pela autora de acordo com os resultados encontrados sobre a utilização do PAAE nas escolas.
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