Estudo do Uso da Terra

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Projeto de assentamento Che Guevara: um estudo pedológico visando a classificação da capacidade de uso da terra

Projeto de assentamento Che Guevara: um estudo pedológico visando a classificação da capacidade de uso da terra

Os Projetos de Assentamentos instituídos pelo Governo Federal foram criados como forma de solucionar injustiças sociais e conflitos ligados à posse de terras em todo o país. Porém, a criação desses projetos acarreta mudanças por envolver alterações nas formas de uso da terra,o que pode provocar alterações ambientais. O presente trabalho buscou identificar os componentes ambientais (solos, geologia e geomorfologia) e o uso da terra para assim classificar a capacidade de uso da terra no Projeto de Assentamento (PA) Ernesto Che Guevara de modo a subsidiar a tomada de decisão para um melhor planejamento dos recursos naturais. A fim de se alcançar os objetivos esperados foram realizadas três etapas metodológicas durante o estudo: trabalho de campo, análises laboratoriais e digitalização de informações por geoprocessamento. Desta forma, 84,8% das terras são passíveis de utilização com culturas anuais, perenes, pastagens e/ou reflorestamento e vida silvestre (Classe III); 11,38% das terras são próprias para proteção da fauna e flora silvestre e 3,83% pertencem a Classe VII que são terras adaptadas somente para pastagens ou reflorestamento com problemas complexos de conservação. De forma geral, as terras do PA requerem medidas intensivas para utilização, com problemas relativos ao solo e susceptibilidade à erosão.
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MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO APLICADO AO ESTUDO DO USO E COBERTURA DA TERRA NO PLANALTO CENTRAL

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO APLICADO AO ESTUDO DO USO E COBERTURA DA TERRA NO PLANALTO CENTRAL

A paisagem, enquanto resultado das interações endógenas e exógenas, apresenta características distintas, representando seu contexto geomorfológico e os eventos que a modelaram ao longo do tempo. Tais características individualizam a paisagem em unidades, seja pelo relevo, clima, cobertura vegetal, solos, pelo arranjo estrutural e litologia ou exclusivamente por um desses elementos. Usando o mosaico com dados da missão topográfica SRTM que recobrem a Ecorregião do Planalto Central foi realizada 1) a delimitação automática das bacias hidrográficas do Rio das Almas (GO) e Rio Maranhão (GO/DF); e 2) foram extraídas as variáveis morfométricas de declividade, curvatura mínima e máxima e aspecto. As bacias hidrográficas ocupam juntas uma área de 34.641,95 km², correspondem a cerca de 10% da área do Estado do Goiás e possuem litologia representativa da Ecorregião do Planalto Central. As variáveis morfométricas foram alternadas nos canais RGB para selecionar o arranjo de melhor contraste e como resultado obteve-se a altimetria, declividade e curvatura mínima, respectivamente nos canais RGB. A partir da composição colorida os padrões de cor, textura e forma foram vetorizados em tela, resultando em oito unidades geomorfológicas: 1) Chapadas e Remanescentes (3,17%); 2) Frentes de recuo erosivo (12,39%); 3)Rampas de colúvio I (4,53%); 4) Planalto retocado (31,57%); 5) Depressão interplanáltica (18,69%); 6) Serras (14,35%); 7) Rampas de colúvio II (11,99%); e 8) Depressão Dissecada (3,28%). Foi realizado um estudo em nível de bacias e em nível de unidade geomorfológica com base no uso e cobertura da terra a fim de relacionar a distribuição do uso e cobertura da terra às características topográficas de cada unidade. As bacias possuem áreas com uso e cobertura distintos, sendo predominante a agricultura e a pastagem com 32,44% e 40,29%, respectivamente, na bacia do Rio das Almas (GO) e o cerrado com 48,55% na bacia do Rio Maranhão (GO/DF). A unidade geomorfológica de Chapadas e Remanescentes possui potencial de uso para agricultura e cerrado; as Rampas de colúvio I e II, planalto retocado e depressão dissecada possuem potencial de uso para agricultura, pastagem e cerrado; e as Frentes de recuo erosivo e as serras possuem potencial de uso para floresta e cerrado.
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Estudo do meio físico para o uso da terra na bacia do rio Sete de Setembro, médio Araguaia-MT

Estudo do meio físico para o uso da terra na bacia do rio Sete de Setembro, médio Araguaia-MT

A análise Fisiográfica que corresponde a um método de integração das informações sobre a evolução da paisagem em uma área, foi baseada em critérios estabelecidos por: Botero (1978), Goosen (1968, 1971), Jiménez-Rueda et al. (1989a e 1993), Jiménez-Rueda; Mattos (1992), Oliveira et al. (1989), Villota (1983, 1991 e 2005), Zinck (1987). Inicialmente foi realizada uma caracterização fisiográfica regional da área de estudo por meio da análise da literatura. Desse modo, a contextualização regional foi definida com os seguintes níveis categóricos: Província Fisiográfica, Região e Sub-região, que correspondem geralmente em grandes regiões naturais (geológicas, climáticas, geomorfológicas) definidas em um país (BOTERO, 1978). Posteriormente, foram reconhecidas as Paisagens (CORTÉS; MALÁGON, 1984; VILLOTA, 1983) da região da bacia. Foram caracterizadas as Paisagens, por meio da interpretação preliminar de imagens de satélite LANDSAT 5/ETM+, do levantamento dos horizontes diagnósticos/volumes de alteração intempérica com reconhecimentos e verificações em campo, o que permitiu definir e delimitar as unidades fisiográficas presentes na região de estudo e a legenda fisiográfica preliminar. As unidades fisiográficas foram reconhecidas em um primeiro campo e classificadas pelos seguintes elementos observados nas imagens de satélite: formas d o relevo, perfil da topografia, grau de dissecação, hipsometria, nível de base, quebra do relevo, drenagem, litologia, comportamento estrutural, vegetação natural, uso da terra, processos pedogenéticos. As observações em campo foram necessárias para checar os limites e propriedades das unidades fisiográficas obtidas na etapa de interpretação das imagens de satélite LANDSAT 5/ETM+, e coletar dados referentes as propriedades do relevo, da geologia, das coberturas superficiais e dos solos.
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Uso de geotecnologias no mapeamento do uso da terra e estudo de fitofi-sionomias em áreas úmidas na região do Médio Araguaia

Uso de geotecnologias no mapeamento do uso da terra e estudo de fitofi-sionomias em áreas úmidas na região do Médio Araguaia

técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento em outros ecossistemas, como por exemplo: Shida e Pivello (2002) utilizaram técnicas de sensoriamento remoto e Sistemas de Informações Geográficas no estudo da relação das classes de uso da terra com os fatores fisiográficos na região de Luiz Antônio e Santa Rita do Passa Quatro no Estado de São Paulo. Ruggiero et al. (2006) estudaram a relação entre solo, vegetação e topografia em uma área de cerrado em diferentes níveis de detalhe, incorporando esses dados em Sistema de Informações Geográficas a fim de analisar a coincidência entre as classes delimitadas em cada um destes temas e detalhamentos. Fantin-Cruz et al. (2010) caracterizaram e quantificaram as unidades fitofisionômicas em mesoescala no pantanal matogrossense com o auxílio de técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento, estabelecendo relações entre as unidades fitofisionômicas com a intensidade e duração da inundação com a topografia.
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Qualidade das águas superficiais e o uso da terra: estudo de caso pontual em bacia hidrográfica do Oeste do Paraná

Qualidade das águas superficiais e o uso da terra: estudo de caso pontual em bacia hidrográfica do Oeste do Paraná

O objetivo deste trabalho foi buscar associações entre os parâmetros de qualidade da água e a identificação de prováveis agentes poluidores em uma bacia hidrográfica do Sudoeste do Paraná. Foram espacializadas informações sobre a área de estudo, estabelecendo relações entre componentes do uso da terra rural e urbano, e os resultados apresentados pelas análises fisicoquímicas e biológicas realizadas em dois pontos amostrais do Rio Santa Rosa. Foram utilizadas ortoimagens do satélite SPOT 5 e uma carta do Serviço Autônomo Paranacidade. Foi utilizado o aplicativo de domínio público SPRING versão 5.1.6. Ao se comparar a qualidade da água com a Resolução CONAMA 357 (2005), para rios classe II, foram encontrados índices acima da normalidade para óleos e graxas, boro, ferro dissolvido, coliformes totais e coliformes termotolerantes. Assim, foram investigadas prováveis relações entre os índices encontrados acima do limite permitido e os possíveis agentes poluidores.
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Estudo do processo de urbanização e das transformações do uso da terra urbana no município de Santos (SP) com uso de geotecnologias

Estudo do processo de urbanização e das transformações do uso da terra urbana no município de Santos (SP) com uso de geotecnologias

Nas grandes cidades brasileiras, tem-se notado atualmente a precariedade quanto à aplicação de políticas públicas de gestão territorial municipal relacionadas à adequação do uso da terra urbana em conformidade com a qualidade socioambiental. Isto se verifica no município de Santos, nos diferentes padrões de distribuição das diversas formas de uso de ocupação da terra intraurbana em sua área insular. A partir da década de 1970 até os dias de hoje, a produção do espaço urbano santista ocorre principalmente por meio de empreendimentos imobiliários verticalizados, sobretudo de alto padrão e localizados próximos à orla marítima, dada a ausência de espaços disponíveis para o crescimento horizontal de sua mancha urbana e também o alto contingente populacional atraído pelas atividades portuárias e turísticas. Portanto, esta dissertação de mestrado teve como principal objetivo a construção de um discurso pautado nas metodologias geográficas, buscando compreender a produção do espaço urbano do município de Santos e auxiliar a execução de políticas públicas de ordenamento territorial tendo em vista um uso mais democrático da cidade. A partir de análises qualiquantitativas oriundas dos dados produzidos pelo mapeamento de uso da terra intraurbana, no qual foram classificadas sistematicamente 38 classes distintas das atividades que predominam em cada quadra urbana, foi possível analisar a intensidade de ocorrência de cada uma dessas atividades pelo estimador de intensidade Kernel, que possibilitou o entendimento da estruturação do espaço urbano deste município no período atual. Neste sentido, a produção cartográfica evidenciou a predominância de atividades mistas. As observações empíricas realizadas proporcionaram a análise e a diferenciação dos padrões das tipologias urbanas verificadas neste espaço urbano, evidenciando a influência direta que o preço da terra possui na distribuição espacial de cada indivíduo na área de estudo. Sob essa ótica, foi possível representar cartograficamente a ocorrência dos diferentes padrões tipológicos, em que podemos destacar as áreas de residência da população socialmente excluída e as áreas de atividades de médio e alto padrão.
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Integrando desenhos e imagens de satélite no estudo de mudanças no uso e cobertura da terra.

Integrando desenhos e imagens de satélite no estudo de mudanças no uso e cobertura da terra.

O presente texto contribui ao aperfeiçoamento da abordagem interdisciplinar para o estudo de mudanças no uso e na cobertura da terra buscando integrar o conhecimento local sobre o ambiente às ferramentas convencionais do sensoriamento remoto, de modo a permitir que diferentes percepções sejam incluídas em um único sistema analítico georreferenciado. Para tal, descrições espaciais (desenhos) de propriedades rurais são utilizadas para acessar e representar o conhecimento dos moradores de estabelecimentos agropecuários situados às margens da Rodovia Transamazônica, no estado Pará, Brasil. Os procedimentos de coleta, processamento e análise de informações obtidas através dos desenhos são apresentados. A classificação dos usos e coberturas da terra, expressa nos desenhos, é considerada em relação à classificação de imagens de satélite geralmente usada em estudos sobre mudanças ambien- tais, o que permite responder a questões fundamentais para o aprimoramento da metodologia aqui descrita: em que medida as informações prestadas pelos moradores diferem dos dados de laboratório, e por quais motivos? Os resultados apontam para a incompatibilidade ou para a complementaridade das fontes de informação?
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ESTUDO COMPARATIVO DO USO DA TERRA EM UNIDADES DE PRODUÇÃO FAMILIAR NO NORDESTE PARAENSE

ESTUDO COMPARATIVO DO USO DA TERRA EM UNIDADES DE PRODUÇÃO FAMILIAR NO NORDESTE PARAENSE

[...] ao propor o estudo da Geografia sob as duas óticas, o lugar como localização e como um artefato único, Tuan (1980) opta pela segunda forma de interpretação da ciência geográfica, justificando sua escolha pela afirmação de que o lugar engloba as experiências e as aspirações do ser humano, constituindo uma realidade que deve ser interpretada à luz da compreensão das pessoas que integram o universo de atuação do estudo geográfico. O autor reforça “que o espaço não é uma idéia, mas um conjunto complexo de idéias [...] o lugar é um espaço estruturado” (TUAN, apud HOLZER, 1999, p.23).
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Relação entre ilhas de calor urbano e mudanças no uso da terra: um estudo de caso para Manaus-AM.

Relação entre ilhas de calor urbano e mudanças no uso da terra: um estudo de caso para Manaus-AM.

O crescimento das cidades veio acompanhado de alguns problemas que causam prejuízos ao meio ambiente, tais como: inundações, erosão, aumento dos resíduos sólidos, assoreamento de reservatórios, poluição da água e alterações no clima local ou regional. A mudança na paisagem natural das cidades, quando associadas à poluição resulta no aumento da temperatura, ocasionando assim um grande desconforto térmico e gerando as chamadas ilhas de calor urbano (ICU). Dar-se então a necessidade de estudar a expansão urbana de alguns municípios. Por isso, o objetivo deste trabalho é de investigar os impactos das mudanças no uso/ocupação do solo no município de Manaus, no período compreendido entre 1990 a 2009, sobre a temperatura e o padrão espacial das possíveis ICU. Utilizando imagens de satélite dos anos de 1990, 1997, 2003 e 2009, para obtenção da temperatura de superfície. A quantificação das áreas foi feita a partir da classificação supervisionada. Foram usados ainda dados de temperatura do ar de uma estação meteorológica do INMET. E índices como NDVI, NDWI, NDBI e NDBaI. Para analisar as relações entre os índices e a temperatura foram gerados os diagramas de dispersão. Verificou-se que no ano de 1990 havia mais vegetação no período. A área urbana passou de 17,87% no ano de 1990 para 25,20% em 2009. Confirmou-se que o ano de 2009 apresentou valores mais elevados de temperatura para as imagens estudadas. Os centros de alta temperatura foram consistentes com a área urbana . As temperaturas mais baixas ficaram na classe de água.
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Gradiente de renda da terra em áreas de proteção  ambiental: estudo em zona de uso agropecuário na  Serra da Esperança

Gradiente de renda da terra em áreas de proteção ambiental: estudo em zona de uso agropecuário na Serra da Esperança

Em 2006 a rentabilidade da produção na região tende a ser relativamente baixa. No inicio do ano a safra de milho sofreu com os resquícios da ratada da taquara do anterior, alguns produtores alegam ter que realizar a semeadura duas ou três vezes, porque os ratos comiam as sementes no campo. O valor da soja manteve-se abaixo dos preços verificados nos anos anteriores em função da taxa de câmbio desfavorável. O feijão iniciou o ano a R$62,00/saca (sessenta e dois reais por saca) e alcançou setembro a R$45,00/saca. Além disto, este foi um ano de grande estiagem, o que fez muitas plantações serem abandonadas porque não compensariam os investimentos da colheita. A seca também aumentou a incidência de pragas, notadamente no fumo, tornando muito difícil a obtenção de folhas de boa qualidade, reduzindo as expectativas de lucro. A produção florestal foi a única atividade de cultivo da terra, na região, que não sentiu os efeitos da estiagem, embora a taxa de câmbio tenha reduzido as atividades madeireiras voltadas à exportação, reprimindo a demanda por toras de madeira, e consequentemente afetando os planos financeiros de curto prazo de alguns produtores.
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Uso de Sistema de Informação Geográfica para Auxiliar a Espacialização e o Estudo do Preço da Terra em Teutônia/RS

Uso de Sistema de Informação Geográfica para Auxiliar a Espacialização e o Estudo do Preço da Terra em Teutônia/RS

O presente trabalho teve origem de uma questão a qual nos despertou muito interesse: como o uso de SIG pode contribuir na gestão do uso e ocupação do solo a fim de se ter controle sobre a especulação fundiária? Então definimos que objeto de estudo seria o município de Teutônia – RS. Utilizamos dados disponíveis junto aos agentes imobiliários produtores do espaço. Considerando aspectos do mercado imobiliário para alguns eventos, dos quais a classe escolhida foi Terrenos, como Área, Localização, Tipo de Pavimento, e Preço de Mercado, buscou-se identificar as regiões da cidade onde apresentam os maiores preços dos eventos e quais as principais variáveis determinantes para o preço final de mercado. A ferramenta utilizada para inferir as análises foi o QGIS Nødebo 2.16.3, software livre distribuído online pela OSGeo. Foi a partir destas análises que percebemos a necessidade de mecanismos de Recuperação de Mais-Valias Fundiárias. Esperamos que os dados e informações, geradas através desse trabalho, contribuam para responder essa questão, bem como auxiliar na compreensão do processo de expansão do município de Teutônia pós década de 2000.
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Relação entre ilhas de calor urbano e mudanças no uso da terra: um estudo de caso para Londrina-PR.

Relação entre ilhas de calor urbano e mudanças no uso da terra: um estudo de caso para Londrina-PR.

O crescimento desenfreado das cidades é um problema decorrente do aumento da população, causando inúmeras complicações para a sociedade e meio ambiente, como por exemplo, poluição, assoreamento de rios, desmatamento, alterações no clima local ou regional. O aumento da temperatura está diretamente ligado ao crescimento urbano, sendo influenciado pelo alto índice de construções, poluição, redução da vegetação e impermeabilização do solo, ocasionando problemas para a saúde dos habitantes e um desconforto térmico, gerando as chamadas ilhas de calor urbano (ICU). O estudo tem como objetivo identificar áreas propícias para a formação das ICU, caracterizar as mudanças do uso e ocupação do solo sobre a temperatura, estimar o saldo de radiação e os índices de vegetação (NDVI), água (NDWI) e área construída (NDBI) no período entre 1985 e 2007 em Londrina/PR. Foram gerados diagramas de dispersão com o intuito de analisar as relações entre os índices e a temperatura. Durante esse período, a vegetação e as áreas de solo exposto perderam espaço para a malha urbana, que apresentou um crescimento superior a 17%. A temperatura mínima encontrada na zona urbana com o passar dos anos fica cada vez mais elevada, em 1985 apresentou 22,4°C, já em 2007 apresentou 26,3°C, um aumento de aproximadamente 4°C. A temperatura na malha urbana também se apresentou mais elevada em comparação com as outras classes, chegando a marcar mais de 8°C em comparação com a vegetação densa. As temperaturas mais altas se apresentam nas regiões de solo exposto, estradas e alta densidade de edificações e as menores temperaturas foram identificadas nos corpos hídricos. A relação entre temperatura e os índices, indicou que quanto maior a temperatura, menor os valores de NDVI e NDWI. Já o NDBI, apresentou valores maiores à medida que a temperatura aumenta.
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Desintensificação do uso da terra e sua relação com a erosão do solo.

Desintensificação do uso da terra e sua relação com a erosão do solo.

A conservação dos recursos naturais tais como solo e água, deve ser preocupação de governos e instituições. Processos erosivos são responsáveis pela degradação desses recursos, em várias partes do globo. Objetivou-se, com este estudo, avaliar a dinâmica da cobertura da terra em uma região de topografia complexa e empregar a equação universal de perda de solos modificada (RUSLE) para quantificar a perda de solos em decorrência da erosão. O uso da terra no distrito de Vale Vêneto, município de São João do Polêsine na região central do Estado do Rio Grande do Sul, foi avaliado em imagens Landsat nos anos de 1988, 2000 e 2007. A análise espaço temporal do uso da terra indica que as áreas de floresta tiveram um aumento de 16,2% no período de 19 anos. As áreas de agricultura sofreram uma diminuição de 57,5%, no mesmo período. A erosão bruta específica sofreu uma redução de 44%, de 1988 a 2007. Verificou-se que a desintensificação do uso da terra leva a uma configuração mais favorável de conservação do solo e mitigação da erosão. É provável que as mudanças ocorridas no uso da terra estejam relacionadas à não reprodução das famílias rurais que, anteriormente, cultivavam áreas impróprias para a atividade agrícola nesta região.
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Mudanças no uso da terra e o particionamento de energia no sudoeste da Amazônia.

Mudanças no uso da terra e o particionamento de energia no sudoeste da Amazônia.

Neste sentido, o presente estudo buscou evidenciar o comportamento dos componentes do balanço de energia: radiação líquida, luxos de calor latente, sensível e no solo, nos períodos úmido, úmido-seco, seco e seco-úmido, mostrando a sazonalidade, o fechamento do balanço de energia e alguns fatores intermitentes de sua variação nos anos de 2000 a 2005 em uma área de pastagem no sudoeste da Amazônia; apesar disto, tal análise pode auxiliar na redução da incerteza das previsões ou projeções futuras da mudança climática global.

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Correlação entre uso da terra e qualidade da água subterrânea.

Correlação entre uso da terra e qualidade da água subterrânea.

Utilizou-se a técnica estatística multivariada “Análise de Correlação Canônica” (TIMM, 2002). Para tanto, foi definida uma amostra alea- tória de 20 pares de vetores aleatórios e . O vetor é um vetor aleatório no qual os componentes correspondem às porcentagens da classe de uso da terra que possuem as maiores interferências antrópicas na área de estudo. Das oito variáveis levantadas relati- vas ao uso da terra, apenas cinco foram utilizadas por serem mais representativas na pesquisa, sendo que as demais pouco influencia- ram os resultados (Quadro 1). As componentes do vetor foram obtidas da seguinte maneira: [(área de cada tipo de uso da terra da sub-bacia)/(área do shape da delimitação do buffer)], gerando valo- res adimensionais.
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Expansão canavieira e o uso da terra no estado de São Paulo.

Expansão canavieira e o uso da terra no estado de São Paulo.

Nyko et al. (2013) aprofundam a discussão dos fatores estruturais; os au- tores verificam uma queda no ritmo dos ganhos de rendimento agrícola e o de- clínio de indicadores de difusão tecnológica, o que tem gerado efeitos negativos sobre os resultados das tecnologias agrícolas e desempenho do setor a partir de 2008. O estudo observa queda na produtividade média, redução nas taxas de crescimento na produtividade, queda no Índice de Atualização Varietal (IAV) – medida de difusão tecnológica que mensura o ritmo com que as novas varie- dades lançadas são plantadas nos canaviais brasileiros – e o aumento no Índice de Concentração Varietal (ICV). Constata-se ainda a presença e ampliação do domínio de variedades antigas nas lavouras canavieiras e menor ritmo de substi- tuição de variedades antigas por novas variedades a partir dos anos 2000, perío- do no qual o setor sucroenergético acelerou seu ritmo de expansão. Portanto, o setor é caracterizado, na década de 2000, por menores retornos e possibilidades de investimentos públicos e privados no desenvolvimento de novas variedades, base genética limitada, limitações de melhoramentos utilizando técnicas clássicas e de melhoramento genético, transgenia, entre outros, assim como por limita- ções na pesquisa e na disseminação das inovações.
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A conservação de grandes mamíferos e o planejamento de uso e ocupação da terra no...

A conservação de grandes mamíferos e o planejamento de uso e ocupação da terra no...

. Os resultados das análises de priorização espacial mostraram prioridades altas para os carnívoros concentradas na região central do estado de São Paulo, onde existem conflitos entre a demanda por áreas para conservação e a demanda por áreas para desenvolvimento humano. Recomenda-se a ampliação das UCPIs nessa região e ações de manejo e conservação em propriedades privadas (ex. Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente). Tanto as prioridades para conservação como as prioridades para desenvolvimento são muito diferentes entre os municípios do estado de São Paulo. Sendo assim, as estratégias precisam ser elaboradas caso a caso em escala municipal. Brotas possui localização estratégica na conservação de grandes carnívoros com alta porcentagem de áreas núcleo e alto potencial ecoturístico, sendo recomendada a expansão de UCPIs e a restauração da vegetação nativa para ampliar a proteção de grandes carnívoros. Os resultados desse estudo devem informar o processo de tomada de decisão (Ex. Planos de Ação para Conservação de Espécies Ameaçadas; Zoneamentos; Avaliações de Impactos Ambientais) e a abordagem metodológica serve como um modelo para orientar processos semelhantes que visam à conservação de espécies em outras regiões.
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Mudanças do Uso e de Cobertura da Terra na Região Semiárida de Sergipe.

Mudanças do Uso e de Cobertura da Terra na Região Semiárida de Sergipe.

No presente estudo, foi realizada uma análise temporal do uso e da cobertura da terra na região semiárida de Sergipe. Para tanto, foram utilizadas imagens dos satélites Landsat-5 TM e Landsat-8 OLI, adquiridas nos anos de 1992, 2003 e 2013. Utilizou-se o algoritmo da máxima verossimilhança, que possibilitou a classificação de seis classes de uso e de cobertura da terra. Para validação dos dados, foi usada uma imagem Spot-5, de alta resolução espacial, como referência de dados para as classes de uso e de cobertura escolhidas. Os resultados indicam um aumento de mais de 26% do desmatamento da vegetação nativa na área de estudo. A vegetação da Caatinga foi a mais impactada, a maioria convertida em novas pastagens. Além disso, observou-se que o aumento do desmatamento na área de estudo ocasionou também uma redução da Caatinga preservada e da regeneração florestal.
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Modelagem do uso e cobertura da terra como ferramenta de análise de políticas de...

Modelagem do uso e cobertura da terra como ferramenta de análise de políticas de...

No artigo de White et al. (1997), os autores utilizam um modelo de simulação de mudanças de uso e cobertura da terra baseado apenas em autômatos celulares. As regras de transição do autômato são elaboradas de maneira a tentar reproduzir com maior fidelidade possível (sem deixar de considerar a necessidade de simplificação na representação que um modelo por si só exige) a dinâmica de evolução dos padrões de uso do solo encontrados em uma cidade. Neste modelo de AC o estado das células representa os diferentes usos da terra, e as regras de transição expressam a probabilidade de mudança de um estado para outro, em função tanto dos usos do solo existentes no raio de vizinhança pré-estabelecido, quanto da aptidão inerente da célula em questão em transicionar para outro estado. O propósito do artigo é explorar o potencial de modelos de autômatos celulares para modelar a dinâmica de uso do solo no meio urbano. Segundo os autores, existem padrões espaciais urbanos (que podem ser vistos como regras de transição do autômato) que são gerais e, portanto, possíveis de serem aplicados a qualquer modelo de cidade. O estudo é então aplicado a cidade de Cincinnati, EUA, com o objetivo de simular o padrão de uso da terra ocorrido no local entre os anos de 1840 e 1960. Os resultados das simulações sugerem que os modelos baseados em AC podem gerar uma representação razoável da dinâmica urbana e são capazes de incorporar um alto grau de detalhe espacial.
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Mapeamento semidetalhado do uso da terra do Bioma Cerrado.

Mapeamento semidetalhado do uso da terra do Bioma Cerrado.

As duas classes mais representativas de uso da terra, isto é, as pastagens cultivadas e as culturas agrícolas, ocuparam 26,5 e 10,5% do Cerrado, respectivamente, e apresentaram distribuição espacial bastante heterogênea na região de estudo (Tabela 1). As áreas mais extensas de uso da terra foram encontradas na porção sul, enquanto a maior parte da vegetação natural localizou- se na porção norte (Figura 1). Esse retrato é fruto do próprio histórico de ocupação das terras do Brasil. A ocupação do Cerrado iniciou-se na década de 1920, quando a indústria de café estava em plena atividade, principalmente no Estado de São Paulo. Mais tarde, com o esgotamento de terras férteis do Sul e Sudeste do Brasil e com o crescimento populacional, o governo de Getúlio Vargas (1930-1945) promoveu um incentivo à ocupação do sul do Estado de Goiás, por meio de fornecimento de subsídios e assistência técnica aos pecuaristas interessados (Klink & Moreira, 2002). A porção norte mostrou-se relativamente preservada por causa das dificuldades de acesso e pela maior distância dos grandes centros urbanos e consumidores.
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