esvaziamento cervical

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Esvaziamento cervical em níveis II e III para câncer de laringe em pacientes N0.

Esvaziamento cervical em níveis II e III para câncer de laringe em pacientes N0.

de Ética da instituição aprovou o estudo sob o pro- tocolo CAAE 0020.0.146.000-07. O consentimento informado foi obtido de todos os pacientes incluídos no estudo. Todos os pacientes tinham CEC confir- mado por histopatologia. Todos os pacientes foram estadiados na região cervical e sítio primário por tomografia computadorizada antes do tratamento. Apenas os pacientes submetidos a tratamento cirúr- gico com esvaziamento cervical simultâneo foram incluídos. Pacientes cN0 com câncer supraglótico foram submetidos a esvaziamento cervical bilateral em estágios T1 a T4, mas em casos de câncer glótico através de T3, com esvaziamento dos níveis II a IV ipsilateralmente. Os pacientes cN (+) foram subme- tidos a esvaziamento cervical modificado ou radical através dos níveis I a V e esvaziamento contralate- ral dos níveis II, III e IV. Cada nível foi removido separadamente, respeitando os marcos cirúrgicos durante o procedimento, exceto em doença cN2a, em que alguns níveis foram removidos em conjunto por conta da remoção em bloco da metástase e da manutenção da integridade da massa. Nesses casos, os níveis foram considerados conjuntamente.
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Quantificação dos linfonodos em espécimes de esvaziamento cervical: estudo morfo...

Quantificação dos linfonodos em espécimes de esvaziamento cervical: estudo morfo...

de linfonodos no nível V à direita, e quando considerada nos dois lados do pescoço em conjunto, também teve correlação positiva com o peso (r=+0,417, p=0,027 e r=+0,278, p=0,038; respectivamente, teste de correlação de Spearman) e o IMC (r=+0,456, p=0,015 e r=+0,317, p=0,021; respectivamente, teste de correlação de Spearman) do indivíduo. O número total de linfonodos de cada esvaziamento apresentou correlação negativa com a idade (r=-0,358, p=0,007 - teste de correlação de Spearman). Não houve diferenças em relação à raça dos indivíduos. CONCLUSÕES: A análise dos dados encontrados permite delinear um parâmetro em relação ao número mínimo recomendável de linfonodos a ser recuperado em um espécime de esvaziamento cervical radical modificado, bem como em cada nível deste esvaziamento, efetuado na prática clínica. Houve associação do número de linfonodos identificados nos espécimes de esvaziamento cervical radical modificado, em algumas situações, com o sexo, altura, idade, peso e índice de massa corpórea do cadáver.
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Avaliação funcional do músculo trapézio e nervo espinhal pós-esvaziamento cervical através da eletroneuromiografia: estudo de 25 pacientes.

Avaliação funcional do músculo trapézio e nervo espinhal pós-esvaziamento cervical através da eletroneuromiografia: estudo de 25 pacientes.

bela 6) não foram responsáveis pelas alterações detecta- das na unidade neuromuscular. Em síntese, concluímos que a ENM constitui-se num método efetivo na avaliação da unidade neuromuscular (nervo espinhal/músculo tra- pézio) e que o tipo de esvaziamento cervical conservador não foi determinante de alterações relevantes na avalia- ção da casuística.

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Esvaziamento cervical radical por incisão transversa única estendida.

Esvaziamento cervical radical por incisão transversa única estendida.

Objetivo: verificar a eficácia da incisão cervical única, transversa e estendida, para o esvaziamento cervical radical. Método: estudo prospectivo, de janeiro de 2008 a janeiro de 2009, de 18 pacientes submetidos a tratamento cirúrgico de tumores malignos da via ae- ro-digestiva superior. A lesão primária se situava na cavidade oral em oito casos, na orofaringe em três, no seio piriforme em três, na laringe em dois, no seio maxilar em um e em um caso a lesão primária era oculta. Houve 29 esvaziamentos, sendo oito bilaterais e 10 unilaterais (26 radicais e três seletivos). O estadiamento revelou nove pacientes com tumor T4, um T3, seis T2, um T1 e um Tx. Cinco pacientes eram N0, nove N2b, um N2c e três N3. A média de linfonodos dissecados foi de 34,25. O esvaziamento cervical foi realizado por meio de uma única incisão localizada no terço médio do pescoço, coincidente com dobra cutânea, com extensão de cerca de 2 a 3 cm para trás da borda anterior do músculo trapézio e 3 a 4 cm da linha média para os esvaziamentos cervicais unilaterais. Resultados: como complicações houve necrose de retalho miocutâneo em um paciente com radioterapia prévia, uma fistula linfática, uma deiscência do traqueostoma, um abscesso cervical, uma fístula salivar e uma deiscência de sutura. Conclusões: a incisão única e estendida propor- ciona exposição adequada das estruturas do pescoço, sem comprometer o tempo cirúrgico, mesmo em esvaziamentos bilaterais. Não compromete a ressecção de todos os linfonodos cervicais, apresenta excelentes resultados estéticos e funcionais e é facilmente associada com outras abordagens para ressecção do tumor primário.
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Recidivas regionais nos pacientes com carcinoma epidermóide das vias aerodigestivas superiores submetidos à esvaziamento cervical.

Recidivas regionais nos pacientes com carcinoma epidermóide das vias aerodigestivas superiores submetidos à esvaziamento cervical.

Embora o esvaziamento cervical seja eficaz no controle da doença regional, a presença de metástases linfáticas está associada a decréscimo significativo nas taxas de sobrevida, visto que a doença metastática cervical também se associa à maior incidência de recidivas locais e à distância. A recidiva da doença, por sua vez, apresenta um prognóstico ainda mais reservado, com sobrevida a longo prazo inferior a 5% 1,2,3,4 . A radioterapia pós-operatória tem

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Significado prognóstico do número de linfonodos no esvaziamento cervical eletivo no câncer de língua e soalho de boca.

Significado prognóstico do número de linfonodos no esvaziamento cervical eletivo no câncer de língua e soalho de boca.

A presença de linfonodos metastáticos é aspecto relevante no tratamento do câncer na cabeça e pescoço, resultando em 50% de redução na sobrevida. Objetivo: Avaliar o número de linfonodos removidos no esvaziamento cervical e sua relação com o prognóstico. Métodos: Estudo retrospec- tivo de 143 pacientes portadores de carcinoma epidermoide de língua e soalho bucal, cujo exame histológico evidenciou ausência de metástases linfonodais. Desses, 119 eram masculinos e 24 femi- ninos, com idade média de 54 anos. Quanto ao sítio do tumor primário, 65 eram na língua e 78 no soalho bucal. A distribuição do estádio T foi de quatro T1, 84 T2, 36 T3 e 19 T4. Foram realizados 176 esvaziamentos cervicais, sendo unilateral em 110 casos e bilateral em 33. Desses, 78 radicais e 98 seletivos. Os pacientes foram separados em três grupos, de acordo com os percentis 33 e 66 do número de linfonodos ressecados. Resultados: O número médio de linfonodos ressecados foi de 27, sendo 24 nos esvaziamentos seletivos e 31 nos completos. Não foram observadas diferenças estatisticamente significantes quando relacionado aos estádios T e N. Conclusões: O maior número de linfonodos dissecados no esvaziamento cervical identifica um grupo de melhor prognóstico nos casos pN0.
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Neuropatia do nervo acessório espinhal secundária à cirurgia de esvaziamento cervical.

Neuropatia do nervo acessório espinhal secundária à cirurgia de esvaziamento cervical.

u ma das complicações mais comuns do esvaziamento cervical é a disfunção do ombro devido à manipulação do nervo acessório, que resulta na atrofia do músculo trapézio. Objetivo: Avaliar com eletromiografia de superfície (EMGs) a lesão do Xi par decorrente do esvaziamento cervical. Material e Método: Estudo prospectivo com 51 pacientes (60 esvaziamentos cervicais) tratados de câncer de cabeça e pescoço. A função do nervo acessório foi avaliada no período pré e pós-operatório com registro da atividade elétrica das fibras descendentes do músculo trapézio em contração isométrica voluntária máxima. Os pacientes foram agrupados pelo tipo de esvaziamento e movimento de abdução do braço. Resultados: O potencial de ação apresentou mediana de 54,3 microV no pré-operatório e 11,6 microV no pós-operatório (p<0,001). Os valores registrados no pós-operatório apresentaram decréscimo médio de 70% (20% a 94%) em relação aos valores pré-operatórios. Com relação à ex- tensão do EC, foram observadas medianas de 12,5 microV após o esvaziamento do nível iib e 8,9 microV com o esvaziamento dos níveis iib+V (p=0,002). Conclusão: A eletromiografia de superfície é um método quantitativo, sensível e indolor para complementar o diagnóstico da disfunção do Xi par. Os achados sugerem a utilidade da EMGs do músculo trapézio para confirmar o diagnóstico e orientar a intervenção precoce da fisioterapia.
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Quilotórax bilateral após esvaziamento cervical: um raro relato de caso

Quilotórax bilateral após esvaziamento cervical: um raro relato de caso

Objetivo: relatar um caso de quilotórax bilateral após esvaziamento cervical devido a carcinoma de língua, complicação rara descrita 65 vezes na literatura. Detalhamento do caso: mulher, 63 anos, atendida no ambulatório de cirurgia de cabeça e pescoço com grande lesão vegetante em borda lateral esquerda da língua, a biopsia incisional diagnosticou carcinoma espinocelular, paciente então foi encaminhada para realizar glossectomia parcial à esquerda associado a esvaziamento cervical radical tipo 2 à esquerda e esvaziamento cervical supra homoióideo à direita. Evoluiu com dispneia moderada no 2º dia pós operatório, através do exame físico, radiografia de tórax e análise do líquido pós toracocentese foi diagnosticado quilotórax bilateral, uma complicação extremamente rara, uma vez que não houve lesão do ducto torácico. Considerações finais: trata-se de uma complicação rara e importante, o melhor método para minimizar as consequências e a taxa de morbidade é o diagnóstico precoce. Logo, deve-se aprimorar os registros na literatura e o manejo clínico cirúrgico e clínico a fim de obter prognóstico melhor desses pacientes.
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Esvaziamento cervical no carcinoma epidermoide de laringe: indicação de esvaziamento eletivo contralateral.

Esvaziamento cervical no carcinoma epidermoide de laringe: indicação de esvaziamento eletivo contralateral.

que aproximadamente 40% dos esvaziamentos eletivos contralaterais, especificamente nos tumores glóticos ou nos supraglóticos N0, poderiam ter sido evitados sem prejuízo do estadiamento, uma vez que se mostraram pN0, mas não é possível determinar se a omissão do esvaziamento cervical afetaria o excelente resultado obtido no controle da doença regional ou mesmo a sobrevida 4,13 . Não pode

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Impacto do esvaziamento cervical radical modificado no número de linfonodos recuperados, recorrência e sobrevida.

Impacto do esvaziamento cervical radical modificado no número de linfonodos recuperados, recorrência e sobrevida.

Este é um estudo retrospectivo de pacientes sub- metidos a esvaziamento cervical com remoção dos níveis linfáticos I a V, associado ou não a remoção do nervo acessório, veia jugular interna ou músculo esternocleido- mastoideo. Foram incluídos os pacientes com tumores de andar inferior de boca e orofaringe e diagnóstico histo- lógico de carcinoma epidermoide. Pacientes submetidos a esvaziamentos cervicais ampliados, radioterapia ou quimioterapia pré-operatória ou cirurgia prévia foram ex- cluídos desta análise. Para propósito de análise estatística, os pacientes foram agrupados em função do número de estruturas preservadas em três grupos: esvaziamento cervi- cal radical (ECR), esvaziamento cervical com preservação do nervo acessório (ECRM + XI) e esvaziamento cervical com preservação do nervo acessório e veia jugular inter- na (ECRM VJI+XI). Para todos os pacientes, utilizou-se o estadiamento proposto pela AJCC em 20026.
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Esvaziamento cervical seletivo no tratamento do carcinoma epidermóide do andar inferior da boca.

Esvaziamento cervical seletivo no tratamento do carcinoma epidermóide do andar inferior da boca.

RESUMO: Objetivo: O esvaziamento cervical seletivo, removendo apenas os linfonodos com maior probabilidade de metástases, pode ser adequado para o tratamento do pescoço nos carcinomas epidermóides do andar inferior da boca. O objetivo deste estudo é avaliar os níveis linfonodais acometidos por metástases em uma série de pacientes tratados em uma única instituição. Método: Foram avaliados os registros de 416 pacientes com câncer de lábio, língua oral, soalho de boca, gengiva inferior, região jugal e trígono retromolar, submetidos à 519 esvaziamentos cervicais entre 1977 e 2001, quanto ao níveis linfonodais acometidos por metástases. Resultados: O nível I estava acometido em 107/519 (20%) esvaziamentos, o nível II em 147/519 (28%), o nível III em 75/519 (14%), o nível IV em 32/419 (7%) e o nível V em 22/419 (5%). A taxa de falso-negativos e de falso-positivos foi de 36% e 30%, respectivamente. Os pacientes com metástases nos níveis I e/ou II, III, IV ou V tiveram uma média 2,2; 4,8; 6,5 e 7,5 linfonodos comprometidos, respectivamente (p < 0.0001). As metástases no nível IIb foram diagnosticadas em 21 (5%) pacientes, sendo que 11 (52%) deles tinham metástases no nível V (p < 0,0001). Conclusão: O esvaziamento cervical dos níveis I a IV remove quase todos os linfonodos com risco de metástases no carcinoma epidermóide do andar inferior da boca. O esvaziamento seletivo com esta extensão é adequado para o tratamento eletivo do pescoço (N0), onde ocorrem aproximadamente 30% de casos falso-negativos, e também pode ser suficiente no esvaziamento terapêutico (N+). Quando ocorrem metástases no nível IIb, aumenta significativamen- te o risco de metástases no nível V (Rev. Col. Bras. Cir. 2005; 32(6): 321-324).
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Esvaziamento cervical no tratamento do carcinoma epidermóide de lábio.

Esvaziamento cervical no tratamento do carcinoma epidermóide de lábio.

Foram revisados os prontuários dos pacientes com carcinoma epidermóide de lábio, sem tratamento prévio, atendidos no Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pesco- ço e Otorrinolaringologia do Hospital Heliópolis entre janei- ro de 1990 e dezembro de 2001, totalizando 78 casos. Quan- to ao gênero, 62 eram masculinos e 16 femininos. A idade apresentou média de 60 anos (20 a 93 anos) e mediana de 61 anos (Q25%-75%= 53 a 71 anos). O sítio primário foi o lábio inferior em 75 e o lábio superior em 3 pacientes. Quan- to ao estadiamento T, 40 eram T1, 23 T2, 10 T3 e 5 T4. O tempo de queixa apresentou mediana de 12 meses (1 a 84 meses). A cirurgia foi realizada em 67 casos, com radiotera- pia complementar em 6 destes. O esvaziamento cervical foi realizado inicialmente em 18 pacientes, sendo bilateral em 9 casos (27 esvaziamentos). Quanto ao tipo de esvazia- mento, 5 foram radicais modificados (níveis I a V), 18 esva- ziamentos supraomohioideos (níveis I, II e III) e 4 esvazia- mentos suprahioideos (nível I). A radioterapia exclusiva foi empregada em 3 casos e 8 pacientes não retornaram após a avaliação inicial. O seguimento pós-tratamento teve média de 17 meses (0 a 143 meses).
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Esvaziamento cervical no carcinoma epidermóide da tonsila.

Esvaziamento cervical no carcinoma epidermóide da tonsila.

A valiar o significado prognóstico dos níveis linfáticos aco- metidos por metástases nos carcinomas epidermóides da re- gião tonsilar. Objetivo: Definir o tipo de esvaziamento cervical eletivo mais apropriado. Forma de estudo: Série de casos. Material e Método: 51 pacientes com tumor de região tonsilar tratados entre 1992 e 2001. A incidência de metástases foi avaliada nos diferentes níveis linfonodais, bem como sua re- lação com a extensão do tumor primário para os subsítios anatômicos adjacentes. Resultados: Nos pacientes cN0 fo- ram encontradas metástases apenas nos níveis I e II. Entre os pacientes pN+ com metástases no nível I, 6/ 7 apresentavam extensão da lesão para a cavidade oral. Conclusão: O esva- ziamento supraomohioideo (níveis I, II e III) mostrou ser o mais adequado para o tratamento eletivo do pescoço nos tumores da região tonsilar que se estendem para a cavidade oral. Nos casos N0 restritos à orofaringe, o esvaziamento ape- nas dos níveis II e III mostrou-se a melhor indicação terapêu- tica.
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Esvaziamento cervical no carcinoma epidermoide de laringe: indicação de esvaziamento eletivo contralateral

Esvaziamento cervical no carcinoma epidermoide de laringe: indicação de esvaziamento eletivo contralateral

The goal of the present study is to assess the prevalence and location of lymph node me- tastases in laryngeal tumors, according to primary tumor extension, considering the indication [r]

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Metástase cervical nos tumores malignos da parótida.

Metástase cervical nos tumores malignos da parótida.

RESUMO: Objetivo: Analisar fatores que influenciam a ocorrência de metástase linfática cervical e a sobrevida nos tumores malignos epiteliais da glândula parótida. Método: Analisamos retrospectivamente os prontuários de 150 pacientes tratados em nossa instituição de 1974 a 1998. Vinte e quatro pacientes foram excluídos do estudo por não terem sido tratados primariamente por cirurgia. O 126 pacientes restantes foram submetidos a parotidectomia e incluídos neste estudo. Setenta e quatro pacientes tiveram sua cirurgia complementada por radioterapia pós-operatória. Trinta e quatro pacientes foram submetidos ao esvaziamento cervical associado a parotidectomia. A idade média foi de 49 anos. Todos os pacientes foram estadiados pela Classificação TNM da UICC de 1997, sendo 49 pacientes estágio I, 27 estágio II, 22 estágio III, and 28 estágio IV. A influência dos fatores analisados na ocorrência de metástase cervical foi estabelecida pelo teste do chi quadrado e por análise multivariada. A influência de fatores prognósticos na sobrevida específica de doença (SED) em 5 e 10 anos foi estabelecida pelo método de Kaplan-Meier e pelo teste log-rank. Resultados: O tipo histopatológico de 40 pacientes foi o carcinoma mucoepidermóide, de 18 pacientes o adenocarcinoma (SOE), de 18 pacientes o carcinoma de células acinares, de 15 pacientes o carcinoma adenóide cístico, de 11 pacientes o carcinoma ex- adenoma pleomórfico, de 11 pacientes o carcinoma de ducto salivares, e de 13 pacientes outras histopatologias. Vinte e cinco pacientes apresentaram recidivas, 17 recidivas locais, quatro recidivas regionais, e quatro recidivas loco-regionais. A incidência geral de metástase linfática cervical foi de 17,5%. Metástases linfáticas cervicais ocultas ocorreram em cinco pacientes daqueles subme- tidos a esvaziamento cervical profilático. A presença de paralisia facial no diagnóstico, a idade, o estágio T, e o grau de malignidade foram relacionados a ocorrência de metástase linfática cervical na análise multivariada. Cinco fatores influenciaram negativamente o prognóstico, estágio T3-T4, alto grau de malignidade, presença de metástase cervical, paralisia facial no diagnóstico, e idade acima de 50 anos. A SED em 10 anos foi de 97% para o estágio I, 81% para o estágio II, 56% para o estágio III, e 20% para estágio IV. Conclusão: O grau de malignidade e o estágio foram os fatores prognósticos mais importantes. Apesar de ser um estudo retrospec- tivo e não randomizado, nossos dados sugerem que o esvaziamento cervical profilático deve ser considerado em casos de tumores de alto grau de malignidade, estágio T3-T4, e na presença de paralisia facial no diagnóstico (Rev. Col. Bras. Cir. 2006; 33(3): 132-139).
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Resultados de diferentes técnicas de reconstrução do nervo facial.

Resultados de diferentes técnicas de reconstrução do nervo facial.

A, A paciente foi submetida a parotidectomia esquerda total e esvaziamento cervical esquerdo radical; a seta escura aponta para o coto do nervo facial; B, Reconstrução primária do nerv[r]

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Indicação do esvaziamento eletivo contralateral no carcinoma espinocelular da hipofaringe.

Indicação do esvaziamento eletivo contralateral no carcinoma espinocelular da hipofaringe.

Foram revisados os prontuários dos pacientes com carcinoma espinocelular de hipofaringe submetidos a esvaziamento cervical. Excluídos os pacientes com tra- tamento prévio, com múltiplos tumores sincrônicos ou aqueles sem registro das cadeias linfonodais acometidas. Foram selecionados 174 casos, tratados entre janeiro de 1978 e dezembro de 2003. A localização das metástases, inicialmente estratificada em 10 níveis, foi reagrupada conforme a padronização da American Head and Neck Society (AHNS) 2 . Foi determinada a incidência de metás-
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Fístula faringocutânea após laringectomia total.

Fístula faringocutânea após laringectomia total.

Dos fatores relacionados à sua incidência, muitos são controversos, como idade, gênero, tabagismo e eti- lismo no decorrer da doença, função hepática, anemia, radioterapia prévia, traqueostomia prévia, esvaziamento cervical, comorbidades (diabetes, ICC descompensada, desnutrição, bronquite crônica) e, até mesmo, vômitos no pós-operatório. Os fatores que sabidamente estão relacio- nados com o aumento da incidência são técnica cirúrgica inadequada, hematoma da ferida operatória e, nos casos de fístulas tardias, deve-se, obrigatoriamente, pensar em segundo tumor primário em seio piriforme 6-10 .
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Resposta patológica completa como fator prognóstico no carcinoma espinocelular de orofaringe após quimiorradioterapia.

Resposta patológica completa como fator prognóstico no carcinoma espinocelular de orofaringe após quimiorradioterapia.

cipal exame subsidiário utilizado na avaliação do pescoço desses pacientes é a tomografia por emissão de pósitrons com glicose marcada (18-FDG PET-CT). Na literatura encontram- se trabalhos que advogam pelo esvaziamento de princípio nesses pacientes, porém, os estudos mais recentes não reco- mendam o esvaziamento cervical em pacientes de estádio N2 e N3 com evidência de resposta clínica ou de imagem (TC e/ou 18-FDG PET-CT), pois a taxa de doença residual é baixa e um procedimento “planejado” não levaria a uma melhora nas porcentagens de sobrevivência global e livre de doença, recomendando, portanto, que o esvaziamento cervical seja somente realizado como um procedimento de resgate. 8,23-31
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Fatores preditores para hipocalcemia pós-tireoidectomia.

Fatores preditores para hipocalcemia pós-tireoidectomia.

dos: Foi dosado cálcio iônico no pré e no pós-operatório (primeiro, segundo e 30ºdia) em 333 pacientes submetidos à tireoidectomia. Naqueles que apresentaram hipocalcemia, as dosagens foram feitas também aos 90 e 180 dias de pós-operatório, quando se dosou também o paratormônio. Os pacientes foram agrupados segundo a presença ou ausência de hipocalcemia e avaliados segundo idade, sexo, função tireoidiana, volume tireoidiano, número de paratireoides identificadas e necessidade de reimplante de paratireoides, tipo de operação, tempo operatório e diagnóstico histopatológico. Resultados Resultados Resultados Resultados Resultados: A incidência de hipocalcemia temporária foi de 40,8% (136 pacientes), e hipoparatireoidismo definitivo de 4,2% (14 pacientes). Tireoidectomia total ou reoperação, esvaziamento cervical, hipertireoidismo, tempo operatório e idade acima de 50 anos foram fatores determinantes de incidência significativamente maior de hipocalcemia e hipoparatireodismo definitivo (p<0,05). Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão: os fatores preditores da hipocalcemia pós-operatória incluem idade (>50 anos), tireoidectomia total, reoperação, esvaziamento cervical e tempo operatório. Os fatores preditores do hipoparatireoidismo definitivo pós-tireoidectomia incluíram tipo de operação, diagnóstico histológico e hipertireoidismo.
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