Exposição à Radiação Não Ionizante

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Exposição à radiação ionizante na sala de hemodinâmica.

Exposição à radiação ionizante na sala de hemodinâmica.

Introdução: Com a evolução tecnológica e o crescimento da cardiologia intervencionista, os níveis de exposição aos raios X dos pacientes e da equipe técnica assim como o número de procedimentos de cateterismo têm aumen- tado consideravelmente. Isso tem impacto no inerente risco de exposição à radiação ionizante, ainda subestima- do por muitos. Os níveis dessa exposição necessitam de mensuração e correção periódicas. Nosso objetivo foi in- vestigar e aferir os níveis de radiação ionizante emitida por equipamentos de cinefluoroscopia. Método: Foram reali- zados ensaios técnicos para avaliar a taxa de kerma no ar de 8 equipamentos de hemodinâmica. Resultados: Apenas 2 (25%) dos 8 equipamentos apresentavam dosimetria dentro dos limites máximos de segurança. A média das doses foi 65% maior nos equipamentos com tecnologia flat detector. Após aplicação da manutenção supervisio- nada, verificou-se diminuição média de 42% nos valores dosimétricos. Todos os equipamentos foram aprovados nos ensaios de resolução espacial de alto e baixo contrastes, e a qualidade da imagem foi corroborada pela equipe médica. Conclusão: A maioria dos equipamentos analisa- dos apresentava dosimetria acima dos limites máximos de segurança, particularmente com a tecnologia flat detector. Essas distorções foram corrigidas com medidas de super- visão simples, sem prejuízo à qualidade da imagem. Nossos resultados ressaltam a necessidade de criação de progra- mas institucionais de qualidade visando à manutenção regular dos equipamentos e à incorporação criteriosa de novas tecnologias no intuito de minimizar os potenciais efeitos deletérios da radiação ionizante, promovendo maior segurança e economia.
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Uma prática educativa de sensibilização quanto à exposição a radiação ionizante com profissionais de saúde.

Uma prática educativa de sensibilização quanto à exposição a radiação ionizante com profissionais de saúde.

A exposição à radiação ionizante na unidade pesquisada dava-se principalmente nas atividades de contenção, conforto e apoio às ativi- dades do profissional técnico em radiologia quando da realização de exames nos recém-nascidos no leito. Tais atividades foram evidenciadas diariamente e validadas pelo grupo homogêneo consensualmente. Essa situação de exposição é preocupante, pois os profissionais de saúde, em geral, desconhecem os cuidados mínimos de proteção radiológica. Além do desconhecimento dos princípios básicos de proteção radiológica, também pode ser evidenciada a escassez dos equipamentos de proteção individual plumbíferos, assim como sua conservação, pois foram verifi- cadas várias situações nas quais este equipamento encontrava-se dobra- do em cima dos equipamentos móveis.
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Estratégias para redução da exposição de radiação ionizante em mulheres submetidas à embolização de miomas uterinos.

Estratégias para redução da exposição de radiação ionizante em mulheres submetidas à embolização de miomas uterinos.

OBJETIVO: quantificar a dose de radiação ionizante absorvida pelo ovário e pela pele em pacientes submetidas à embolização de miomas uterinos (EMUT), assim como sugerir um protocolo radiológico voltado à redução dos riscos envolvidos neste procedimento. MÉTODOS: setenta e três mulheres consecutivas (média etária de 27 anos), participantes de protocolo de pesquisa institucional, portadoras de miomas uterinos sintomáticos com indicação de tratamento minimamente invasivo, foram submetidas a procedimento de EMUT. Foram calculadas a estimativa de radiação absorvida pelos ovários por meio de dosímetros vaginais e a estimativa de dose de entrada na pele, por cálculos indiretos de absorção de radiação. As primeiras 49 pacientes fizeram parte do Grupo Pré-alteração e as últimas 24, do Grupo Pós-alteração. O segundo grupo recebeu um protocolo modificado de imagem radiológica, com redução pela metade do número de quadros por segundo durante as arteriografias, idealizado na tentativa de enquadrar os valores obtidos aos existentes na literatura, assim como foi evitado ao máximo a exposição desnecessária ao feixe de raios X. RESULTADOS: não houve complicações técnicas em nenhum dos procedimentos realizados. Não houve diferenças entre o tempo médio de fluoroscopia ou entre o número médio de arteriografias entre os dois grupos. Foi obtida uma redução de 57% na estimativa de dose ovariana absorvida entre as pacientes dos dois grupos (29,0 versus 12,3 cGy), assim como uma redução de 30% na estimativa de dose absorvida pela pele (403,6 versus 283,8 cGy). CONCLUSÕES: a redução significativa da absorção de radiação em pacientes submetidas a procedimentos de EMUT pode ser alcançada pela modificação do número de quadros por segundo nas aquisições arteriográficas, assim como pela implantação rotineira das normas de proteção radiológica.
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Exposição à radiação não-ionizante emitida por equipamentos terapêuticos de micro-ondas...

Exposição à radiação não-ionizante emitida por equipamentos terapêuticos de micro-ondas...

fisioterapeutas de quatro Municípios da Região Oeste do Estado do Paraná, Brasil. Aplicou-se, via eletrônica, questionário estruturado especialmente para a coleta de dados sobre a exposição ocupacional à radiação de diatermia por micro-ondas, potenciais fatores de confusão e morbidades, acrescido do questionário de Avaliação Multidimensional de Fadiga (MAF) e do Questionário de Avaliação da Incapacidade por Enxaqueca (MIDAS). A análise estatística incluiu regressão logística e Teste t de Student. Resultados: Observou-se associações significantes entre a exposição de fisioterapeutas à radiação de diatermia por micro-ondas e o uso de lentes de correção da visão (p = 0,02; OR: 3,56; IC 95%: 1,15 - 10,96), a fadiga (p= 0,04; OR: 4,93; IC 95%: 1,04 - 23,25) e a neoplasias (p = 0,008; OR: 32,05; IC 95%: 2,46 - 416,96). Os resultados obtidos no Teste t de Student, relacionados com exposição ocupacional à radiação de diatermia por micro- ondas e fadiga (p = 0,004), uso de lentes de correção da visão (p < 0,001) e neoplasias (p < 0,001), apresentaram-se consistentes com os resultados obtidos nas análises univariada e multivariada para esses desfechos. Conclusão: Os resultados demonstraram associação significante entre exposição ocupacional de fisioterapeutas à radiação de diatermia por micro- ondas e uso de lentes de correção da visão, fadiga e neoplasias. Portanto, são sugeridas orientações de segurança ocupacional, dirigidas a estes profissionais, como medida preventiva de possíveis efeitos adversos, e a replicação deste estudo.
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Exposição da equipe cirúrgica à radiação ionizante durante procedimentos cirúrgicos ortopédicos.

Exposição da equipe cirúrgica à radiação ionizante durante procedimentos cirúrgicos ortopédicos.

Foi dosada a radiac¸ão ionizante incidida sobre a equipe cirúrgica ortopédica (R1, R2 e R3) durante os procedimentos cirúrgicos de osteossíntese de quadril (placa e parafuso des- lizante de Richard – DHS) por fraturas transtrocanterianas classificadas como 31-A2.1 (AO) feitos de fevereiro de 2012 a agosto de 2012. Os critérios de inclusão foram: idade mínima de 18 anos e ser portador de fratura do fêmur proximal do tipo 31-A2.1. Foram excluídos todos os pacientes cujas operac¸ões necessitassem de radiografias intraoperatórias, os portado- res de fraturas de origem tumoral, bem como aqueles que se recusassem a assinar o TCLE. Sete pacientes foram excluídos deste estudo: cinco que necessitaram de radiografias intrao- peratórias e dois que, à entrada no Servic¸o, encontravam-se inconscientes e sem acompanhantes e não puderam assinar o TCLE. Dessa maneira, foram incluídas neste estudo 48 cirur- gias.
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Avaliação mutagênica em cirurgiões dentistas expostos  à Radiação Ionizante

Avaliação mutagênica em cirurgiões dentistas expostos à Radiação Ionizante

Um organismo exposto a radiações sofre determinados efeitos somáticos. Alguns deles ficam restritos ao indivíduo, enquanto outros podem ser transmitidos geneticamente às gerações posteriores. Por outro lado, nem todas as células possuem a mesma sensibilidade às radiações. Graças à grande capacidade que a célula tem de reparar danos, nem todos os efeitos da radiação são irreversíveis. Em alguns casos, no entanto, o dano pode ser grave e levar a célula à morte (SAVAREGO; DAMAS, 2006). A exposição a radiações como raios X pode provocar um aumento na incidência de câncer (BRADA et al., 1992; KVITKO, 2003). Este tipo de exposição ocorre principalmente em profissionais da área da saúde, estes indivíduos podem apresentar uma alta frequência de alterações cromossômicas e presença de micronúcleos (KVITKO, 2003). Estudos comprovam danos citogenéticos em funcionários expostos ocupacionalmente a baixos níveis de radiações ionizantes que induzem aberrações cromossômicas (GARAJ-VRHOVAC, et al., 2006) e quebras de fita dupla de DNA (HU et al., 2006). Estes danos ao DNA oriundos do estresse oxidativo podem causar mutações, levando às doenças hereditárias, câncer e envelhecimento. Pesquisas recentes mostraram que mesmo células distantes daquelas irradiadas apresentam elevada frequência de mutações e aberrações cromossômicas (LITLE, 2006).
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Impacto do peso corporal dos pacientes na exposição radiológica durante procedimentos cardiológicos invasivos.

Impacto do peso corporal dos pacientes na exposição radiológica durante procedimentos cardiológicos invasivos.

22. Medeiros RF, Sarmento­Leite R, Cardoso CO, Quadros AS, Risso E, Fischer L, et al. Exposição à radiação ionizante na Sala de Hemodinâmica. Rev Bras Cardiol Invasiva. 2010;18(3):316­20. 23. International Atomic Energy Agency (IAEA). Establishing guidan­ ce levels in x ray guided medical interventional procedures: a pilot study. Vienna, Austria; 2009. (Safety Reports Series, 59). 24. Higson D. BEIR VII­2. J Radiol Prot. 2005;25(3):324­5. 25. Huda W, He W. Estimating cancer risks to adults undergoing

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Avaliação da Taxa de Exposição em Exames Radiológicos Realizados em Procedimentos Cirúrgicos - Minimização dos Riscos em Indivíduos Ocupacionalmente Expostos

Avaliação da Taxa de Exposição em Exames Radiológicos Realizados em Procedimentos Cirúrgicos - Minimização dos Riscos em Indivíduos Ocupacionalmente Expostos

Para evitar os efeitos deletérios da exposição exacerbada recomenda-se a conscientização de todos os profissionais envolvidos, de forma a informar sobre os riscos biológicos provocados por radioindução em toda equipe envolvida e nos pacientes que realizarão aquele determinado procedimento, fazendo com que o uso desnecessário do equipamento seja evitado. Se esta não for uma medida viável recomenda-se o revezamento da equipe médica para que o mesmo profissional não fique sempre exposto a altas doses de radiação ionizante. Preconiza-se ainda o uso constante de equipamentos de proteção que atenuem à radiação incidente o importante uso de vestimentas protetoras, como avental plumbífero, protetor de tireoide, óculos plumbífero, entre outras.
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Vigilância da saúde dos trabalhadores expostos a radiação ionizante – Normas de Orientação Clínica

Vigilância da saúde dos trabalhadores expostos a radiação ionizante – Normas de Orientação Clínica

As preocupações relativas aos efeitos adversos para a saúde humana por exposição profissional à radiação ionizante levaram a que, em 1960, fossem estabelecidas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) na “Convenção (N.º 115) sobre a Proteção dos Trabalhadores contra Radiações Ionizantes” medidas adequadas para assegurar uma proteção eficaz dos trabalhadores neste âmbito. Em 1974, esta mesma Organização através da “Convenção (N.º 139) sobre cancro profissional” veio estabelecer que o número de trabalhadores expostos às substâncias e agentes cancerígenos, como a radiação ionizante, e a duração e nível dessa exposição deverão ser reduzidos ao mínimo e, paralelamente, deverão ser assegurados os exames de saúde necessários durante a atividade de trabalho e depois desta cessar, de forma a possibilitar a avaliação da exposição e/ou do estado da saúde do trabalhador em relação ao(s) risco(s) profissional(ais) que poderão ocasionar o cancro profissional.
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Probabilidade de Causalidade para Câncer Radioinduzido e seu Uso em Demandas Compensatórias no Brasil

Probabilidade de Causalidade para Câncer Radioinduzido e seu Uso em Demandas Compensatórias no Brasil

Uma limitação do sistema aqui proposto é a impossibilidade de usar esta abordagem para doenças não malignas potencialmente radioinduzidas, como por exemplo, catarata, anemia ou radiodermite crônica [30]. Alguns sistemas quantitativos listam doenças não malignas, indicando a compensação aos requerentes quando há evidência suficiente de que houve exposição à radiação ionizante, mesmo sem estimativas da PC. Por exemplo, isso ocorre para catarata no CSRLD [45]. O sistema de compensação aqui proposto contempla apenas câncer, mas é possível que uma lista de doenças não malignas associadas à exposição à radiação ionizante possa ser incorporada futuramente para uso em casos de demandas compensatórias para estas doenças.
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LUIZ RAIMUNDO CAMPOS DA SILVA E CUNHA JR ANÁLISE CITOGENÉTICA DE PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE RADIOLOGIA CLÍNICA EXPOSTOS À RADIAÇÃO IONIZANTE NA CIDADE DE BELÉM, PARÁ, BRASIL

LUIZ RAIMUNDO CAMPOS DA SILVA E CUNHA JR ANÁLISE CITOGENÉTICA DE PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE RADIOLOGIA CLÍNICA EXPOSTOS À RADIAÇÃO IONIZANTE NA CIDADE DE BELÉM, PARÁ, BRASIL

Um acidente radioativo é uma exposição não intencional à radiação ionizante ou contaminante radioativo. Um acidente radioativo pode ocorrer em qualquer lugar e resultar no envolvimento de doses individuais. Existem modelos atualmente que discutem o registro prévio de pessoas envolvidas com radiação tanto para o público em geral de lugares expostos a radiação (como usinas nucleares) bem como os técnicos responsáveis por este setor específico (CHEN J. et al, 2010).

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Efeito da radiação ionizante, simulando radioterapia, nas propriedades de cerâmicas Y-TZP e cimentos resinosos

Efeito da radiação ionizante, simulando radioterapia, nas propriedades de cerâmicas Y-TZP e cimentos resinosos

Os objetivos deste estudo foram avaliar o efeito de diferentes tipos de lavagens e exposição à radiação ionizante (raios gama), utilizada em tratamentos oncológicos, na resistência à flexão de 4 pontos, transformação de fase cristalina e alteração de cor da cerâmica policristalina de Y-TZP; e verificar a influência da radiação gama na resistência à miniflexão de cimentos resinosos cimentados com Y- TZP.Foram confeccionadas 114 barras de zircôniaestabilizada parcialmente por ítria - Cercon®Zirconia (DENTSPLY Ceramco, EUA) e InCeram 2000 YZ cubes (Vita Zahnfabrik, Alemanha) segundo a norma ISO 6872 (21 mm de comprimento x 4,5mm de largura x 1,2mm de espessura) e 96 barras para mini-flexão de RelyX U200 (3M, Alemanha) e RelyX ARC (3M, Alemanha), divididos de acordo com a cerâmica de proteção. Metade das amostras de Y-TZP e 64 amostras dos cimentos foram irradiadas com gama 60 Co, em etapa
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Efeitos da radiação ionizante sobre comportamentos mantidos por contingências operantes.

Efeitos da radiação ionizante sobre comportamentos mantidos por contingências operantes.

Entretanto, esses efeitos além de serem dose-dependen- tes interagem com outras variáveis tais como o tipo de linha de base, taxa de respostas na linha de base e tipo de estímulo reforçador. Mele e cols. (1988), comparando os efeitos da radiação gama gerada por Cobalto 60 (Co 60) sobre com- portamentos mantidos por esquemas de reforçamento de FR 50 e FI 120 s (utilizando leite como reforço), encontraram os seguintes resultados: enquanto o desempenho em FR 50 foi afetado por exposição a 4,5 Gy, o desempenho em FI 120 s só foi afetado por 6,5 Gy, mostrando, assim, radiossensibilidade diferencial dos esquemas utilizados como linha de base. O estudo de Mele e colaboradores demons- trou, também, que os efeitos comportamentais de doses agu- das moderadas de radiação não são cumulativos, quando se repetem as doses após o desempenho haver retornado às ta- xas da linha de base. Nesse estudo, os sujeitos foram expos- tos três vezes à mesma dose aguda de radiação com interva- los de 43 dias entre as exposições. Após cada uma das expo- sições, os efeitos foram semelhantes, não havendo efeitos cumulativos (pelo menos com esse número de repetições).
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Efeito da oxigenação hiperbárica nas lesões imediatas provocadas pela radiação ionizante, no íleo de camundongos

Efeito da oxigenação hiperbárica nas lesões imediatas provocadas pela radiação ionizante, no íleo de camundongos

OBJETIVO:Avaliar os efeitos da OHB em células caliciformes de íleo de camundongos após a exposição à radiação ionizante. MÉTODO: Foram utilizados 35 camundongos machos da linhagem C57BL, randomizados e distribuídos em quatro grupos: Grupo I, Controle (GC): 5 animais não irradiados ,submetidos à observação por 24hs, seguidos de eutanásia e ressecção de um segmento de 2cm do íleo terminal. Grupo II, Irradiado (GRT): 10 animais submetidos a uma sessão de radioterapia com dose única de 5Gy e após 24hs de observação foram submetidos à de eutanásia e ressecção de um segmento de 2cm do íleo terminal. Grupo III, Irradiado/ Oxigenação hiperbárica (GRT/OHB): 10 animais submetidos a uma sessão de radioterapia com dose única de 5Gy, após 24hs foram expostos a cinco sessões diárias de 90’ de OHB, foram submetidos à eutanásia no 7°dia após a sessão de radioterapia, seguido de ressecção de um segmento de 2 cm do íleo terminal. Grupo IV, Irradiado/ Sem Oxigenação hiperbárica (GRT/SOHB): 10 animais submetidos a uma sessão de radioterapia com dose única de 5 Gy e no 7° dia após a sessão radioterápica foram submetidos a eutanásia e ressecção de um segmento de 2 cm do íleo terminal. Foram avaliadas as células caliciformes.Os testes estatísticos utilizados foram, análise de variância de Kruskal-Wallis e teste de Mann-Whitney, com p ≤ 0,05 . RESULTADOS: Ao comparar o número de células encontrados, pode-se observar que o Grupo IV >I >II > III, sendo que não existe diferença entre o grupo I e III. A média de células caliciformes encontradas nos grupos foram GI 6,21; GII 5,01; GIII 6,09; GIV 16,06. Os estudos demonstraram que o grupo IV apresentou uma hiperplasia das células caliciformes (p ≤ 0,05). CONCLUSÃO: A exposição às radiações ionizantes provoca hiperplasia das células caliciformes. A oxigenação hiperbárica diminui as alterações encontradas nas células caliciformes do íleo de camundongos submetidos à radioterapia.
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Radiação ionizante, energia nuclear e proteção radiológica para a escola

Radiação ionizante, energia nuclear e proteção radiológica para a escola

tes a sete turmas da primeira série do ensino médio. Foi realizada uma breve exposição (cerca de 50 min.) de distintos tópicos, tais como: diversas fontes de energia, conceito de energia nuclear/radioatividade, o acidente nuclear ocorrido no Japão no início de 2011 e os impactos am- bientais e sociais. Na sequência, os alunos foram divididos em dois grupos: um “contra” e um “a favor”, independentemente de suas opiniões prévias individuais, visando a realização de um de- bate. No final, os alunos foram orientados a escrever suas opiniões sobre energia nuclear/radioa- tividade. Os autores constataram: foi observado que a maioria dos alunos se posicionou contra a energia nuclear, porém, por desconhecimento do assunto; muitos alunos falavam que “eram con- tra porque não queriam morrer”; relacionavam a radioatividade e a energia nuclear a “uma coisa perigosa”; diziam que queriam “ficar o mais longe possível de uma usina nuclear”. Quando as pesquisadoras questionavam seus motivos, obtiveram respostas como “Porque sim professora, é muito ruim, a gente vê na televisão, só causa morte” ou “Mostrou na televisão no domingo”; “tem um lugar que está a um tempão contaminado - todo mundo que morava lá morreu”, fazen- do referência ao acidente de Chernobyl.
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E NGENHARIA DEM ATERIAIS

E NGENHARIA DEM ATERIAIS

A fototerapia foi primeiramente utilizada a partir do uso da radiação ultravioleta pelo médico dinamarquês Niels Ryberg Finsen (1860"1904), que culminou na entrega do prêmio Nobel de Medicina em 1903 a esse cientista, principalmente, pela sua contribuição no tratamento de doenças, principalmente o [1] . Blum, em 1959, demonstrou o limite de µ W/cm 2 para exposição diária de 7 h em instalações médicas, onde se utilizavam lâmpadas germicidas. Anos depois, em 1976, foi realizado o 7º Congresso Internacional de Fotobiologia em Roma, onde se postulou que a exposição à luz solar também pode causar danos à saúde devendo, portanto, ser evitada, mesmo em quantidades moderadas. Em 1994, por sua vez a Organização Mundial da Saúde, junto com a proteção ao meio ambiente das nações unidas e com a comissão internacional de proteção à radiação não"ionizante, formaram um grupo de trabalho para rever os efeitos biológicos da radiação ultravioleta [5] . Essa comissão elaborou um documento conhecido como
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Avaliação de meios de contraste submetidos à radiação ionizante.

Avaliação de meios de contraste submetidos à radiação ionizante.

real a radiação é indireta e, portanto, os níveis de radiações nestes casos são dife- rentes daqueles empregados neste estudo. Apesar de alguns fabricantes de meios de contraste recomendarem que estes não sejam mantidos na presença de radiações ionizantes dispersas, este estudo não detec- tou nenhuma influência da radiação ioni- zante por raios X ou raios gama na estru- tura molecular dos meios de contraste ioda- dos avaliados nas condições utilizadas. Provavelmente, essa observação dos fabri- cantes deve-se a uma precaução geral no sentido de se preservar e manipular apenas quantidades suficientes de meio de contraste para os exames diários, uma vez que quan- tidades maiores poderiam, em alguns ca- sos, serem armazenadas na sala de exame, acarretando uma exposição desnecessária e tornando uma prática constante nas uni- dades de diagnóstico por imagem.
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PROCESSO DE TRABALHO NA ENFERMAGEM RADIOLÓGICA: A INVISIBILIDADE DA RADIAÇÃO IONIZANTE.

PROCESSO DE TRABALHO NA ENFERMAGEM RADIOLÓGICA: A INVISIBILIDADE DA RADIAÇÃO IONIZANTE.

enfermagem radiológica ica evidente quando os proissionais relatam as ações que desempenham em sua rotina, demonstrando que o cuidado perpassa por ações de orientação, acolhimento, assistência direta ao paciente no momento do procedimento e após a sua realização: vamos nas unidades, realizamos visita pré, acompanhamos durante o procedimento, e após, ele já sai com uma evolução e com plano de cuidados pós intervenção. Uma das funções nossas é identiicar o tempo de exposição à radiação que o paciente ica exposto, o paciente que ultrapassa os 20 minutos tem que ser en- caminhado para o ambulatório da dermatologia, onde vai ser acompanhado pela dermatologia (E2).
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Modelos experimentais de hiperplasia intimal: efeitos da radiação ionizante

Modelos experimentais de hiperplasia intimal: efeitos da radiação ionizante

ABSTRACT   Most complications that may occur in response to vascular injury of endovascular and open vascular procedures are due to intimal hyperplasia. To a certain extent, intimal hyp[r]

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Avaliação de características de qualidade e propriedades funcionais da carne mecanicamente...

Avaliação de características de qualidade e propriedades funcionais da carne mecanicamente...

A irradiação é aceita como uma das mais efetivas tecnologias, quando comparada às técnicas convencionais de preservação, por reduzir a contaminação de microrganismos patogênicos e deterioradores. Além disso, a irradiação diminui as perdas de produtos causados pela infestação de insetos e a redução do uso de resíduos químicos nocivos ao meio ambiente (STEFANOVA; VASILEV; SPASSOV, 2010 ). Sendo assim, a radiação ionizante pode ser efetiva num programa de análises e pontos críticos de controle, para destruir patógenos entéricos (MOLINS; MOTARJEMI; KÄFERSTEIN, 2001) e deterioradores associados a produtos aviários, aumentando a segurança ao consumidor e a vida útil do produto.
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